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  • Nome de Seattle esbarra na literatura

    Nome de Seattle esbarra na literatura

    Nos últimos dias viralizaram no mundo do esporte boatos sobre possíveis nomes para a nova franquia da NHL em Seattle. Um dos nomes sugeridos seria Seattle Sockeyes. Entretanto, também haviam boatos de que o nome não seria aceito devido a direitos autorais. Isso acontece quando um nome já é utilizado por outra franquia ou produto midiático. Mas, o que ninguém esperava era a maneira que essa história seria desvendada: o nome de fato já é utilizado e patenteado por uma escritora.

    Jami Davenport publicou em 2014 o primeiro volume da série de livros denominada justamente de Seattle Sockeyes Hockey. Sports Romance, como é conhecido o gênero literário na América do Norte, são romances dos quais, o protagonista ou ambos os protagonistas, são esportistas. Sendo assim,   Jami é apenas uma das várias autoras que já construíram seu próprio time de hockey no universo literário, contribuindo cada vez mais para a propagação do esporte, mas sem estar de fato vinculado aos times reais, tanto da NHL quanto AHL e times Universitários. 

    Como leitoras vorazes e admiradoras do gênero Sports Romance, o NHeLas não poderia deixar a oportunidade passar. Por isso, vamos contar um pouco dessa confusão a respeito do nome da nova franquia em Seattle  e o quanto o crescimento do hockey como plano de fundo na literatura têm sido cada vez mais benéfico e importante para o esporte.

    Os rumores do nome para o Seattle

    Após a brilhante temporada de estréia dos Vegas Golden Knights, em 2017, surgiram rumores no mundo do hockey sobre a possível criação de mais uma franquia na NHL. Mas foi ao fim de 2018 que esses se concretizaram. O Conselho de Governadores da Liga finalmente aprovou a criação de uma 32ª equipe para integrar a National Hockey League. E a cidade escolhida para sua sede foi Seattle. Desde então, a franquia já criou um canal de comunicação próprio, com uma página no site da NHL, e definiu grande parte da equipe de funcionários do time, incluindo o General Manager e alguns pro scouts. 

    Porém, os fãs de hockey ainda sentem falta de um nome para o novo time, este que ainda não foi confirmado. No entanto, apesar de não existir uma confirmação, saíram nas últimas semanas algumas sugestões que poderiam estar sendo cotados para nomear a futura franquia da NHL. Atualmente, Seattle Kraken é um dos mais cogitados pela equipe de expansão. De acordo com fontes internas confiáveis da própria franquia, a equipe administrativa do time está cada vez mais inclinada a escolhê-lo. Mas ainda sim, Kraken não é a única opção que sugerida. 

    Desde a aprovação da criação do time, surgiram diversas sugestões de nomes. Entre elas estão: Seattle Tottems, Emeralds, Rainiers, Renegades, Sea Lions, e também Sockeyes. O último, no entanto, possui um plot curioso e que o Seattle talvez não esperasse: o nome já é utilizado e seus direitos autorais são da escritora Jami Davenport. O mais interessante é que o nome  cotado pela futura franquia é o mesmo nome dado ao time de hockey que a própria escritora criou para a sua série de livros, Seattle Sockeyes Hockey. Teria Davenport previsto a franquia de Seattle?

    Os Seattle Sockeyes de Jami Davenport 

    Foi em 2014 que Jami Davenport publicou o primeiro livro da série Seattle Sockeyes Hockey. Na época, ainda não se falava sobre uma expansão da NHL. Vegas ainda era uma possibilidade distante, quem dirá Seattle. Entretanto, a imaginação de uma escritora não tem limites e, apaixonada por esportes, Jami Davenport se permitiu imaginar como seria este time. Desde então, já são 13 livros publicados neste universo, contando spinn-offs e especiais.

    A série, num geral, explora o time de hockey de Seattle, desde sua criação até a temporada presente da equipe atuando na Liga Nacional de Hockey. Cada um dos livros aborda um jogador específico do universo da série; suas frustrações com a carreira, empecilhos, problemas pessoais e interesses amorosos. 

    Os três primeiros livros da série Seattle Sockeyes Hockey, escritos por Jami Davenport.
    Foto: Reprodução/goodreads.com

    Além disso, a autora explora bastante o mundo do hockey, os jogadores durante os jogos e os empecilhos diários para cultivar e manter uma boa carreira na NHL. Ela aborda também as jogadas, a maneira que as partidas se desenvolvem, fazendo com que o leitor sinta como se estivesse dentro da arena, assistindo a tudo de perto, sentindo as mesmas emoções que cada personagem sente. 

    O primeiro livro da série, Skating on Thin Ice, é o livro mais acessado da autora e que mais possui avaliações no Goodreads, rede social para leitores compartilharem suas leituras, descobrir novos autores e avaliar suas obras preferidas. Os  demais livros da série Seattle Sockeys também tiveram boas avaliações dos leitores nos aplicativos de leitura. O mais novo livro do spin-off da série, “Shutout: A Seattle Sockeyes Puck Brothers Novel”, segue o mesmo padrão. Lançado em 30 de janeiro, já possui 114 classificações de leitores no GoodReads (com média de 4,04 estrelas) e 68 avaliações sobre a leitura no mesmo aplicativo. 

    As avaliações dadas ao primeiro livro da série no Goodreads.
    Foto: Reprodução/goodreads.com

    Quando nomes para a futura franquia da NHL em Seattle começaram a ser cogitados, e entre eles se encontrava “Seattle Sockeyes”, Jami resolveu tomar algumas medidas para a proteção de sua obra. A autora optou por fazer o trademark do nome do time. O intuito era de preservar a nomenclatura criada por ela para a série de livros e também para que esta não fosse utilizada da maneira incorreta em outros locais, sem os devidos direitos autorais. 

    Desde que os rumores surgiram, a escritora tem recebido alguns comentários indesejáveis de alguns torcedores devido ao grande preconceito que ainda existe em relação a romances que abordam esportes. Por isso, se abstraiu de comentar sobre o assunto na maior parte do tempo. No entanto, apesar de Jami ter afirmado que “não será a pessoa quem impedirá (o NHL Seattle) de utilizar o Sockeyes”, a nova franquia ainda não se posicionou se gostaria de utilizar o nome devido a disputa dos direitos autorais. De qualquer forma, seguimos ansiosos esperando – o nome da equipe ser revelado e mais livros de Jami Davenport. 

    O hockey na literatura

    Jami Davenport não foi a única autora a utilizar o hockey na temática de seus livros. Diversas escritoras já mergulharam no universo do esporte e tiveram a oportunidade de trazê-lo direto para a literatura. A consequência disso tudo foi que as leituras não apenas conquistaram de vez o fã de hockey, mas também um público específico que consome livros com a temática esporte. Atraiu até mesmo aqueles que nunca leram sports romance, mas que acharam o universo do hockey na literatura intrigante e diferente, resolveram arriscar e acabaram por adotar o estilo como favorito. E não são apenas times fictícios na NHL que estas escritoras criam. Boa parte destes livros retratam o ambiente do hockey universitário, abordando preocupações e anseios dos atletas antes de entrarem no profissional. 

    Elle Kennedy é um exemplo. A escritora começou a incluir o hockey em sua escrita em 2009, mas foi em 2015, quando lançou O Acordo (The Deal no original), primeiro livro da série Off-Campus, que passou a ser reconhecida em larga escala. A primeira geração do time de hockey da Briar University atraiu tantos leitores e admiradores que foi o suficiente para Elle ter se tornado não só uma das maiores escritoras de sports romance atualmente, mas uma autora best-seller do New York Times, U.S.A. Today e Wall Street. O Acordo possui cerca de 118 mil classificações no GoodReads e 9.990 avaliações na mídia social para leitores. Além de ser o livro mais acessado e conhecido da escritora canadense, também possui o mesmo status entre livros com a temática sports romance

    O Acordo é o livro mais acessado de Elle Kennedy.
    Foto: Reprodução/goodreads.com

    Desde 2015, o sucesso gerado por Off-Campus proporcionou a Kennedy criar mais 3 livros para a série. Além disso, escreveu também um spin-off desta, Briar U, que foi tão bem recebida quanto a primeira. Os livros não só abordam personagens com problemas reais e que são tabu na sociedade. Eles também mostram um lado que muitos leitores nunca viram do hockey. O fato de Kennedy prezar pelo detalhe em sua escrita faz com que o leitor se sinta diretamente dentro do universo criado por ela. Eles sentem as frustrações do personagem dentro do rink, comemoram a cada gol, e se colocam em seu lugar dentro da partida (e fora dela) diversas vezes. É como se estivéssemos dentro de um jogo da Briar University, com os melhores assentos, proporcionados pela escritora. Aqui no Brasil, os livros de Elle Kennedy são publicados pela Editora Paralela.

    Toni Aleo é a criadora da série de livros Nashville Assassins, entre outras tantas.
    Fonte: Reprodução / instagram.com/tonialeo1

    Outra autora a aderir o gênero sports romance em sua escrita foi Toni Aleo. Torcedora fiel e apaixonada do Nashville Predators, a escritora born n’ raised no Tennessee decidiu em 2013 que precisava transcender seu amor pelo hockey para a escrita. E foi assim que a série Nashville Assassins nasceu – uma singela homenagem ao seu time do coração dentro da literatura. O primeiro livro fez tanto sucesso que a autora criou uma série com mais vinte e um, contando os especiais. Além disso, também criou um spin-off da primeira sobre uma nova geração do tão amado Assassins, time criado pela autora no universo. Existem também outras séries com a temática esporte criadas pela estadunidense, como Bellevue Bullies e Ice Cats. 

    Sarina Bowen também já nos presenteou com diversas obras com times de hockey que ganharam nosso coração. Ivy Years é a série mais famosa da autora, que já conta com 8 livros, contando os especiais. Seguidamente, a escritora também criou os Brooklyn Bruisers, que originaram 3 livros e mais um spin-off da série, com quatro. Juntamente de Elle Kennedy, a também estadunidense escreveu as séries Him e WAGs, ambas de grande sucesso entre os apaixonados por Sports Romance.

    Importância dos livros para o esporte

    Todas estas obras e autoras têm algo em comum: foram responsáveis,  de certa forma, na propagação do hockey, principalmente entre públicos que não eram familiarizados com o este anteriormente. Existem diversos leitores que apenas conheceram o universo do esporte devido a livros como estes. Pessoas estas que, inspiradas pela paixão que cada escritor possui pelo esporte e colocou dentro de cada livro, hoje possuem um time favorito e frequentam jogos. 

    Porém, muitos ainda não reconhecem o tamanho da importância que estes livros possuem. O preconceito ainda é grande. Não só com quem lê livros de sports romance, mas com quem escreve estes. Um julgamento muitas vezes desnecessário, que não reconhece o empenho das escritoras em desenvolver um universo que honre o esporte pelo qual sempre foram apaixonadas. 

    O hockey ainda é um esporte bastante elitista. No entanto, a intenção dos livros é trazer um ambiente mais democrático, onde todos que desejarem são bem vindos a conhecer o universo do esporte. E caso se sentirem à vontade o suficiente, são encorajados a criar o seu próprio universo sobre. Os livros são mais uma maneira de propagar ao mundo o esporte que todos admiramos e pelo qual somos apaixonados. Todavia, não importa o caminho que cada fã tomou para chegar até o hockey, o importante é a paixão por este. 

    Hockey e Literatura podem ser uma ótima combinação. Portanto, deixar o preconceito para trás pode tornar mais fácil o reconhecimento deste fato.

    Imagem: Reprodução/ jamidavenport.com/ @NHLSeattle

  • Prévia 2018-19: Divisão Pacífica

    Prévia 2018-19: Divisão Pacífica

    A Divisão Pacífica é provavelmente a que atrairá mais atenção nessa temporada. Depois de uma primeira temporada inusitada, os vice-campeões Vegas Golden Knights voltam à busca de ser o time mais novo a levar a Stanley e continuar quebrando recordes. Em contrapartida, a troca mais falada da intertemporada aconteceu para os Sharks, que adquiriram o ex-capitão dos Sens e um dos melhores defensores da liga, Erik Karlsson. Enquanto com certeza os dois times lutarão pela liderança, alguns outros podem entrar numa briga para não ficarem para trás.

    Mas o que esperar dessa divisão na temporada 2018-2019?

    San Jose Sharks

    Um dos favoritos ao primeiro lugar da divisão teve apenas uma grande adição ao time. Depois de tentar adquirir John Tavares e não conseguir, Erik Karlsson passou a fazer parte da equipe de San Jose. A troca mandou para Ottawa Chris Tierney e Dylan DeMelo. Além disso o time também perdeu Mikkel Boedker, Jannik Hansen e Eric Fehr.

    Com a aquisição de Karlsson, os Sharks se igualam ao patamar da defesa dos Preds e dos Bolts. A equipe também conseguiu estender o contrato de Evander Kane. Ele chegou em San Jose pouco antes do fim da janela de trocas passada e marcou 9 gols e 5 assistências em apenas 17 jogos pelo time.

    Mesmo com poucas alterações no elenco, pode-se esperar um grande avanço em comparação com outras equipes da divisão. Além disso, um de seus principais jogadores está envelhecendo e o time pode vir com a mesma sede de vitória que os Caps tiveram, para tentar honrar Joe Thornton, que está beirando os 40. No melhor dos mundos, os Sharks usam Brent Burns e Erik Karlsson para serem imbatíveis, no pior, se vêem a frente de novas lesões como a de Thornton na última temporada.

    Vegas Golden Knights

    Mesmo com uma primeira temporada impressionante e imprevisível, os Golden Knights não se acomodaram e realizaram algumas troca importantes. Dentre as principais perdas, Tomas Tatar e James Neal, que ajudaram o time a chegar tão longe em sua temporada inaugural. Tatar foi para os Habs em troca de Max Pacioretty, que mesmo com um time manco, conseguiu fazer 17 gols em apenas 64 jogos.

    Marchessault, Smith e Karlsson fazem uma excelente primeira linha de ataque, e as novas adições melhoram a segunda com Pacioretty e Stastny. Pode não parecer o melhor da liga, mas o ataque de Vegas tem potencial para chegar entre os top 3, se bem trabalhado. Um problema para o time no início da temporada vai ser a perda de Nate Schmidt, que foi punido pela liga por violação da conduta anti-drogas, e não pode jogar as primeiras 20 partidas. Porém, Shea Theodore deve conseguir segurar a onda por um tempo.

    Não pode-se esperar que o time surpreenda na mesma proporção que na última temporada, dado a dimensão do ocorrido, mas difícil que alguém tire uma das vagas de playoff deles.

    Anaheim Ducks

    Os Ducks continuam basicamente com o mesmo time da temporada passada, um time de veteranos que não fica mais novo com o passar do tempo. Dentre as principais ameaças para o time estão seus próprios jogadores. Corey Perry ficará 5 meses afastado por conta de uma cirurgia no joelho. Ryan Kesler voltou ao rink, mas ainda não se sabe ao certo suas condições e quando ele volta a jogar de fato. Patrick Eaves não teve um bom ano, com diversas contusões e o fantasma da síndrome Guillain-Barré sobre sua cabeça. Espera-se que o jogador se recupere bem de todos os problemas de saúde que o tiraram da maior parte da temporada passada, mas ainda assim, é uma incógnita para o time.

    Não pode-se esquecer que o time continua com um John Gibson consistente e que teve uma média de .926 defesas na última temporada. E se ele não der conta, o Ryan Miller com certeza entra para fazer um belíssimo trabalho. Se as lesões derem uma trégua, eles podem sim chegar longe nos playoffs. Não se a ponto de uma final, mas dois rounds podem ser bem possíveis.  

    Calgary Flames

    Com um novo técnico tudo é possível, mas pode levar um tempo até que a equipe consiga se adaptar ao novo comando. O time trouxe James Neal e Elias Lindholm para ajudar nas secundárias, mesmo tendo talento para a primeira linha. Tudo isso para tentar melhorar o ataque, que hoje não está longe de ser dos mais eficientes da liga. Gaudreau, Monahan e Tkachuk com certeza são os principais trunfos desse ataque. Provavelmente o time verá uma melhora em pontuação em casa

    O que o time com certeza pode esperar é ser mais disciplinado, coisa que os Hurricanes provaram quando tinham Bill Peters como técnico.

    Los Angeles Kings

    Se a temporada passada foi um aquecimento para essa, é possível ver os Kings indo um pouco mais longe. Kopitar fez sua melhor temporada enquanto Quick voltou a ser o goleiro que todos sabiam que ele era, levando o Jennings Trophy. Porém Vegas acabou logo com as esperanças do time nos únicos 4 jogos de playoffs que a equipe de Los Angeles teve.

    A volta de Ilya Kovalchuk para a NHL traz algumas dúvidas. Será que ele continua sendo um dos melhores snipers da liga cinco anos depois? Na KHL ele conseguiu fazer 30 gols na última temporada, será que ele consegue o mesmo na NHL?

    O melhor do mundos para L.A  é a volta de um Jeff Carter saudável e o retorno do Kovalchuk jogando exatamente como quando ele saiu. Isso combinado com ter sido o melhor time no penalty kill pode gerar bons frutos aos Kings.

    Edmonton Oilers

    Um nome: Connor McDavid. Porém um nome não faz o time, e parece que os Oilers não conseguiram entender isso nessa intertemporada.

    Arizona Coyotes

    Com um começo difícil, os Coyotes conseguiram não ser o último time no fim da temporada (título que mantiveram por bastante tempo). Com um grande avanço do meio para o fim da temporada, o time tem potencial se continuar jogando daquele jeito. Se Antti Raanta permanecer saudável, os Coyotes podem esperar não serem os últimos a ganharem seu primeiro jogo. Além disso, duas das adições feitas ao time devem render muitos frutos, Galchenyuk e Grabner prometem ajudar o time num talvez, possível, quem sabe, wild card.

    No papel parece possível, no gelo só o tempo dirá…

    Vancouver Canucks

    A maior perda dos Canucks não foi para um rival, foi para a aposentadoria. Os irmão Sedin serão sem dúvida alguma os que mais farão falta nessa nova temporada. Com um time muito novo e em processo de reconstrução, acho difícil Vancouver chegar aos playoffs. Hovart e Boser tem tudo para fazerem parte da elite da liga, mas isso não acontecerá esse ano ainda. Markstrom e Nilsson conseguem fazer um bom trabalho juntos, mas com certeza Demko fará um trabalho melhor quando a hora chegar.

    O maior problema de Vancouver é esse, a hora não chegou para o time, e não deve chegar agora. A reestruturação do time está acontecendo, mas os frutos devem demorar a serem colhidos.

     

  • Confronto da divisão pacífica – Ducks vs Kings

    Confronto da divisão pacífica – Ducks vs Kings

    Uma das maiores brigas da divisão pacífica aconteceu ontem à noite. Num dos jogos mais importantes da temporada regular, Anaheim Ducks e Los Angeles Kings se enfrentaram no Honda Center.

    Os Kings começaram o jogo bem e abriram o placar aos 6 minutos do primeiro tempo com um gol de Drew Doughty. Anaheim tentou arranjar uma brecha entre a defesa e Quick, mas o goleiro defendeu todas os tiros até o fim do segundo período. Nick Ritchie conseguiu acender a lâmpada faltando pouco mais de 4 minutos.

    Com 29 tiros a gol, os Kings também fizeram John Gibson trabalhar, principalmente no terceiro período, quando tentaram desempatar. A maior oportunidade de Los Angeles veio no último minuto quando Kempe e Pearson ficaram frente a frente com Gibson, mas tiveram seus pucks parados pelo goleiro de Anaheim. 

    Prorrogação agitada

    Sem sucesso, o jogo foi para overtime e a briga foi para conseguir a vitória sem chegar ao shootout. Nos primeiros 2 minutos da prorrogação os times estavam equilibrados e tentaram uma chance de fazer gols, mas sem desesperos. Já os últimos minutos foram de grandes tiros a gol, o que fez com que todos pensassem que cada tiro se converteria no gol que terminaria a partida.

    Foi só faltando 19 segundos que saiu o gol da vitória. Rickard Rakell fez o puck passar por Quick colocando-o no canto superior do gol. Esse foi o primeiro gol de Rakell em 9 jogos. 

    Richard Rakell

    Com a vitória, os Ducks conseguiram 2 pontos e foram para 93, ficando um ponto atrás dos Kings. LA também somou um ponto ao levar o jogo para overtime.

    Se os playoffs começassem hoje, os dois times estariam classificados. Os Kings estão na terceira posição da divisão pacífica e os Ducks estariam com a primeira vaga de wildcard. Porém ambos os times ainda tem alguns jogos pela frente.

    Anaheim terá 4 partidas para disputar, a próxima amanhã contra o Colorado Avalanche. Os Avs tentam uma vaga pelos wild cards. Los Angeles tem 3 jogos e também terá seu próximo confronto contra o Colorado, mas na segunda-feira, 2.