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  • Os possíveis destinos de Taylor Hall, estrela dos Devils

    Os possíveis destinos de Taylor Hall, estrela dos Devils

    Nas últimas semanas, diversos rumores sobre a possível saída de Taylor Hall do New Jersey Devils vêm se destacando na mídia. Devido a mais um péssimo início de temporada, a estrela do New Jersey Devils estaria procurando uma nova casa ainda nessa temporada.

    Na semana passada, John Hynes, até então técnico do New Jersey Devils, foi demitido. Essa demissão parecia ter sido um alívio, uma esperança para, quem sabe, as coisas melhorarem para a equipe.

    Contudo, desde que Alain Nasreddine assumiu o time, os Devils perderam dois jogos, sendo um deles no OT. Claramente ainda é cedo para que o desempenho de Nasreddine seja avaliado, porém a situação atual do time ainda é alarmante, principalmente para sua maior estrela.

    Taylor Hall chegou ao time em 2016, vindo do Edmonton Oilers. Nos Devils, ele ganhou o primeiro Hart Trophy da franquia. Além disso, foi o principal responsável por levar o time aos primeiros playoffs desde 2012, na temporada 2017-2018.

    O maior desejo de Hall, como de qualquer atleta na NHL, é de jogar os playoffs e ganhar a Stanley Cup. Em sua carreira, o canadense de 28 anos tem apenas cinco jogos de playoffs disputados.

    Visto que Hall se torna free agent em 2020, rumores sobre seu destino têm surgindo com muita intensidade. Alguns afirmam que essa troca ocorrerá ainda esta semana.

    Alguns times demonstraram interesse em Taylor Hall ou, pelo menos, é o que dizem os rumores. Sendo assim, levantamos quais os pontos positivos, negativos e as dificuldades desse possível negócio.

    Colorado Avalanche

    Joe Sakic, ex-jogador do Colorado Avalanche, é o GM do time. (Foto: RJ Sangosti)

    O Colorado Avalanche possui ótimos forwards. A combinação de Gabriel Landeskog, Mikko Rantanen e Nathan MacKinnon é uma das melhores na Liga, sem dúvida. Entretanto, Landeskog e Rantanen sofreram lesões que os deixaram fora por algumas semanas.

    Mesmo com a falta de jogadores importantes, a segunda linha, composta por JT Compher, Andre Burakovsky e Joonas Donskoi, conseguiu um desempenho satisfatório no gelo. Com eles, o time produziu 26 gols e somou 62 pontos em 29 jogos.

    As novas aquisições do Avalanche estão mostrando boa adaptação no time, e talvez esse seja um ponto importante a considerar para uma possível chegada de Hall. Burakovsky foi adquirido do Washington Capitals e já marcou 12 gols. Outro jogador que também vem mostrando resultados positivos é Donskoi, adquirido dos Sharks, que apresenta boas estatísticas. Atualmente é o terceiro colocado da equipe na lista de pontos, com 22. Isso nos mostra que o time não depende de somente uma linha para ter resultados bons.

    A adição de Taylor Hall ao elenco poderia trazer o poder ofensivo que o time precisa para poder chegar em uma final de Stanley Cup. Mas a chegada de Hall implicaria em menos minutos no gelo de Burakovsky e Donskoi, que estão dando resultado exatamente por terem mais tempo jogando do que tinham em suas antigas equipes.

    Ray Shero, GM dos Devils, poderia querer uma combinação de algum prospect de alto nível (Bowen Byram, por exemplo, considerado um dos melhores prospects da farm system do Avalanche), somado a draft picks e/ou outro jogador do elenco atual. Contudo, Joe Sakic, GM do time, só teria interesse nisso se Taylor Hall assinasse por longo prazo.

    Então, entramos na parte mais complexa desse cenário. Muitos contratos vencerão nos próximos anos. A começar pelo contrato do goleiro Philipp Grubauer e do capitão Landeskog. Grubauer recebe, atualmente, 3.3 milhões e Landeskog, 5.1 milhões. Manter estes contratos é algo fundamental, pois Grubauer nas redes é um dos diferenciais que o Avalanche adquiriu nos anos em que ficou de fora da pós-temporada.   Além do goleiro, Landeskog é essencial na primeira linha e, acima de tudo, é o capitão da equipe.

    Outro jogador que precisa pensar no cap para oferecer um futuro contrato é Cale Makar. O defensor, que já é candidato ao Calder Trophy, torna-se RFA em 2021. Dessa forma, ele poderia muito bem pedir um salário idêntico ao de Thomas Chabot, do Ottawa Senators, que assinou por 8 milhões nessa offseason.

    Sem dúvida, estas questões precisam ser levadas em conta pelo time frente a esse possível cenário de Taylor Hall no Colorado Avalanche. Adicionado ao elenco, com certeza o time de Denver viraria um candidato à Stanley Cup. Entretanto, sacrificar alguns dos melhores jogadores da talvez melhor farm system da Liga soa arriscado se Hall não estiver disposto a assinar um contrato longo.

    Montreal Canadiens

    Marc Bergevin, GM dos Habs. (Foto: TVA Sports)

    Por mais arriscado que seja assinar com um jogador de 28 anos, fazer isso com Taylor Hall talvez não seja má ideia para o Montreal Canadiens. Apesar da pouca experiência nos playoffs, Hall continua sendo um dos melhores jogadores de elite da NHL. Ele possui habilidades importantes, como a de redirecionar jogadas e finalizar. Dessa forma, sua capacidade de matar jogadas, lançado pucks às redes, seria de bom grado para um time que notavelmente peca nesse quesito.

    Além disso, a franquia de Quebec há muito tempo não possui um jogador no ataque que seja a estrela do time. Taylor Hall certamente é o tipo de jogador que transformaria qualquer equipe, em ambos os sentidos. Ele seria a cara da franquia e ajudaria o time com suas habilidades. 

    Embora Marc Bergevin, GM dos Habs, tenha admitido que procura uma estrela para seu time, esta não é a maior prioridade neste momento.

    Com uma média de quatro gols permitidos por jogo, a defesa dos Habs possui defensores veteranos, como Shea Weber e Jeffy Petry. Muito dos motivos para que a defesa seja fraca é por conta deles, que são facilmente alcançados no rinque por outros jogadores mais rápidos e ágeis. 

    Um dos principais prospects dos Habs é um defensor, Cole Fleury. Ele seria a esperança de uma melhora, todavia, só ele não basta para que a defesa do time de Montreal tome forma..  

    Montreal possui o espaço necessário no cap, caso eles procurem uma negociação como a de Mark Stone, mandado para Vegas Golden Knights. Após ser trocado do Ottawa Senators, ele assinou um contrato de oito anos por 8 milhões. Atualmente, os Canadiens têm exatamente 8 milhões de cap space.

    Um cenário para esta troca seria mandar Cole Caufield (que ainda não tem contrato assinado pois joga esta temporada pela Universidade de Wisconsin), Charles Hudon e mais uma escolha da segunda rodada por Hall e mais um jogador mediano dos Devils. Outros prospects importantes que poderiam ser envolvidos na troca seriam Ryan Suzuki, Ryan Poehling e Josh Brook.

    Ainda assim, Taylor Hall não é defensor. Porém, ele possui habilidades defensivas razoáveis. Isso poderia trazer benefícios para o time. A presença de um forte atacante mudaria o cenário dos Habs, ao ser fatal na hora de matar jogos que poderiam ser ganhos caso alguém fizesse o gol na hora certa. Hall, sem dúvida, seria esse jogador. 

    Enfim, Bergevin precisaria agir, afinal, há uma certa emergência para os Canadiens ir aos playoffs. O melhor prazo seria por agora, pois há chances de que, na deadline de 1º de julho, outros times irão atrás e a disputa por Hall ficará mais concorrida. 

    Menção honrosa: Edmonton Oilers

    Este rumor talvez soe um pouco improvável, pois Taylor Hall jogou no Oilers por cinco temporadas. Além disso, o cap space dos Oilers é de aproximadamente 1 milhão. Então, quais seriam os motivos para que os Oilers recorressem a ele?

    O Oilers tem tido uma temporada 2019-2020 relativamente boa. Porém, o time ainda depende da linha composta por Connor McDavid e Leon Draisaitl. A adição de Taylor Hall nesta line up poderia equilibrar o time, além de dividir a responsabilidade ofensiva, que está atualmente concentrada em McDavid e Draisaitl. 

    Para que esta troca ocorresse, Ken Holland, GM do Oilers, teria de ser criativo para criar espaço no cap. Uma das possibilidades seria mandar três bons jogadores da afiliada Bakersfield Condors e Jesse Pulijujarvi para New Jersey Devils, em troca de Taylor Hall e de mais um jogador mediano.

    A seleção da primeira rodada no draft de 2020 talvez seja o que os Oilers possuam de mais valioso no momento. Porém, há muito risco em disponibilizar as escolhas em uma troca pelo veterano Hall. Este é definitivamente um risco que Holland não quer correr, ainda mais em seu primeiro ano de exercício. 

    A permanência no New Jersey Devils

    Para que os Devils possam ir aos playoffs, eles precisariam vencer 35 jogos dos 55 que restam até o final da temporada. Isso é uma tarefa difícil, não só para eles, como para qualquer time da Liga. O St. Louis Blues conseguiu algo parecido, mas nunca é bom se basear nas exceções.

    O New Jersey Devils não precisa de somente um jogador para ganhar a Stanley Cup. O que os Devils precisam vai muito além disso, a começar por um técnico propriamente dito. Ademais, precisam ainda retirar algumas peças do elenco e um goleiro melhor.

    Mas e se o time conseguisse tudo isso? Afinal de contas, o elenco possui bons nomes. Além de veteranos como PK Subban, Wayne Simmonds e Nikita Gusev, Jack Hughes, first round pick, poderia ser a cara de uma nova reconstrução, em conjunto com os prospects Ty Smith, Nico Hischier e alguns picks altos do draft de 2020. Entretanto, esse processo poderia levar em média três a quatro anos, com os jogadores mais jovens ainda se desenvolvendo.

    Apesar da permanência de Hall nos Devils soar incoerente após termos listado as vantagens de uma possível troca, existem motivos para isso. Pensando em um novo rebuild, ele poderia assinar um contrato não tão longo e caro. Com um outro técnico, outras perspectivas. Se então, o time conseguisse ter nenhuma melhora, a troca seria feita. 

    Algo é certo: com Hall indo embora, que é o rosto da franquia, o New Jersey Devils ou iria a declínio, ou iria melhorar. Um caso recente, que pode servir como parâmetro, foi o de John Tavares. 

    Após a maior estrela do New York Islanders sair, o time conseguiu ir aos playoffs após duas temporadas de fora. Muito disso se deve, também, ao técnico Barry Trotz, que ganhou a primeira cup da franquia do Washington Capitals.

    Contudo, a frustração de não poder dar o seu melhor e continuar em um lugar no qual avanços não são visíveis, podem fazer com que Hall de fato seja trocado.  

    Foto: Bruce Bennett/Getty Images

  • Edmonton Oilers: um novo time, com as mesmas peças

    Edmonton Oilers: um novo time, com as mesmas peças

    O começo de temporada da NHL costuma ser recheado de surpresas. Esse ano, por exemplo, era esperado que o Edmonton Oilers não tivesse nenhum resultado diferente.

    Porém, o time que terminou a temporada passada em sétimo lugar na Divisão Pacífica tem mostrado um começo de temporada um pouco diferente. Em nossa análise, mostraremos quais as diferenças do time do ano passado com o time atual.

    Primeiramente, é importante ressaltar uma das mudanças fundamentais. A chegada do novo técnico David Tippet e principalmente a do General Manager Ken Holland.

    Contudo, o time não teve grandes mudanças em seu elenco. Em nosso texto sobre previsões de cada divisão, destacamos algumas novas aquisições. Vale ressaltar a chegada do goleiro Mike Smith, ex-Flames, que reveza com o goleiro Mikko Koskinen.

    Comparando temporadas

    Comparando esse início de temporada do Edmonton Oilers com a do ano passado, o time de Alberta acumulava o recorde de 15-12-2 após 29 jogos corridos. Com isso, somavam 32 pontos.

    Hoje, acumulam 17 vitórias, nove derrotas e três derrotas em OT/SO, no mesmo período de jogos, com 37 pontos. A dupla Connor McDavid e Leon Draisaitl já acumulam 50 pontos em menos de 30 jogos. O último recorde foi quando Wayne Gretzky e Jarri Kurri fizeram o mesmo, em 1984-1985.

    Mas então, o que mudou em relação ao ano passado? É possível apontar alguns fatores. McDavid e Draisaitl continuam sendo os principais atacantes, sendo possível afirmar que, sem eles, o time perderia toda sua estrutura.

    Entretanto, a troca de técnico está sendo fundamental nesse processo de melhoria. Tippet é conhecido por ser um técnico defensivo e, de fato, a defesa melhorou. Porém, ele afirmou que seu método é na verdade ganhar com o elenco que ele possui. Com isso, melhorar o que era ruim, usando as mesmas peças.

    No caso dos Oilers, o que era considerado ruim era o penalty kill e o powerplay. O time agora está fazendo mais gols, pois arrisca mais shots. Isso é fundamental, e contrasta com a antiga filosofia do time.

    Vale também destacar a adição de Ethan Bear, que passou o verão treinando com afiliada da AHL, Bakersfield Condors. Quando ele substituiu o defensor Joel Persson, lesionado na época, Bear foi autor de dois gols contra Winnipeg Jets. Atualmente, ele está na linha com Darnell Nurse.

    A Divisão Pacífica

    Por outro lado, a divisão no qual Edmonton Oilers está também pode ser um motivo para o sucesso do time. Por conta da instabilidade dos outros times da mesma divisão, não é difícil um time consistente como os Oilers se ressaltarem. Como exemplo temos o San Jose Sharks, que teve um começo de temporada horrível, com um recorde de 4-10-1.

    Calgary Flames e Vegas Golden Knights, por sua vez, começaram muito bem, porém caíram de nível drasticamente. Já o Arizona Coyotes, com uma excelente defesa frente às redes, encontra-se atualmente no segundo lugar da divisão, algo que certamente não era esperado. Ou seja, essa consistência nas vitórias tem sido uma grande aliada para o sucesso dos Oilers.

    A maior questão é saber como será daqui para frente. Atualmente, o Edmonton Oilers são um time razoável, com bons goleiros e excelente penalty kill/powerplay. Ano passado, eles eram um time ruim, com grandes estrelas, mas que pecavam em outras categorias. Resta saber se o time continuará tendo um equilíbrio conforme o desenrolar da temporada, e se conseguirão enfim a tão almejada vaga nos playoffs.

  • Início de Temporada com recordes

    Início de Temporada com recordes

    A temporada 2019/20 começou com o pé direito. A liga iniciou há duas semanas, mas já presenciamos rookies fazendo seu primeiro gol, times invictos, e performances excepcionais por parte de vários jogadores. E com um start de temporada como esse, não poderiam faltar equipes atingindo marcas históricas na liga. Portanto, hoje o Nhelas vai deixar vocês a par de todos os recordes conquistados até então nesse início de season

    Invictos da temporada 2019/20

    Cinco times da liga deram start na temporada atual mostrando ao que vieram. Colorado Avalanche, Edmonton Oilers, Carolina Hurricanes, New York Rangers e Philadelphia Flyers deram início a essa temporada sendo os únicos times na liga a terem 2 ou mais vitórias consecutivas. 

    Os primeiros a caírem foram os Rangers e os Flyers. O time da Philadelphia manteu a sequência até a derrota para os Canucks, em seu terceiro jogo. Seguidamente, a equipe de New York também caiu em seu terceiro jogo, quando foram derrotados pelos Oilers por 4 a 1. Carolina Hurricanes foi o próximo a deixar disputa. Eles mantiveram um streak de cinco vitórias seguidas, até a derrota para os Blue Jackets, no último sábado.  Este foi o melhor começo de uma season dos Hurricanes desde 1995-96, quando o time, ainda como Hartford Whalers,  conseguiu 4 vitórias seguidas.

    Assim, restaram apenas Oilers e Avalanche. Porém, em seu quinto jogo na temporada, os Oilers também deixaram para trás a competição de sequência de vitórias. A derrota para os Hawks deixou o time com um recorde de cinco jogos vencedoras seguidos em um início de temporada. Porém, ainda sim, este foi o melhor início de uma season na história do time de Edmonton desde a temporada 1983/84, onde a equipe conquistou uma sequência de 7 vitórias. 

    O Colorado Avalanche, no entanto, era o único a continuar firme e forte na disputa.  Até ontem, ainda era o único a continuar invicto, com 5 vitórias. Portanto, a derrota para o Pittsburgh acabou fazendo a equipe cair e estagnar nos cinco jogos vencidos. No entanto, a equipe ainda teve, em toda sua história, nesta temporada, seu terceiro melhor início de season na Liga. 
     

    Outros recordes dos times

    O Vancouver Canucks também bateu algumas marcas. O time saiu vitorioso nos seus três primeiros jogos da temporada regular 2019/20 em casa, sendo a primeira vez desde a season 2016/17. Os Kings também deixaram seu recorde registrado nessa temporada, sendo o primeiro time da Liga a marcar os 3 gols mais rápido de uma regular season desde os Penguins, em 1993. 

    Os Oilers se tornaram, nesta temporada, o terceiro time na história da NHL a ganhar seus 4 primeiros jogos vindos de um déficit, se juntando apenas ao Nashville Predators e ao Los Angeles Kings. O Tampa Bay Lightning e o Toronto Maple Leafs não iniciaram a temporada invictos, mas fizeram a torcida tremer. Os dois times, que se enfrentaram na última quinta, marcaram 7 gols em apenas 20 minutos de jogo. Portanto, atingiram a marca de maior número de gols marcados em apenas 1 período de um jogo da temporada regular. Além disso, o Tampa Bay também se tornou o primeiro time atualmente a vencer todos os seus jogos de abertura de temporada, sendo 6 desde a temporada 2014/15. 

    Na primeira semana da Liga, Mike Zibanejad, dos Rangers, também bateu algum alguns recordes. Ele se tornou o primeiro jogador a marcar 8 pontos nos 2 primeiros jogos da temporada desde 1995/96, quando Jagr também atingiu o marco. Anthony Mantha, no entanto, atingiu um recorde parecido pelo time que joga, o Detroit Red Wings. Ele se tornou o terceiro Red Wing a marcar 7 pontos em apenas dois dos primeiros jogos de uma temporada. Ele também marcou 4 gols no jogo do Detroit contra o Dallas, e assim, se tornou o segundo jogador a disputar pelo time e alcançar a mesma marca. 

    Morgan Rielly, do Toronto Maple Leafs, no jogo contra o Minnesota Wild, se tornou o 16º defensor da história da NHL a registrar 4 assistências em apenas um período de jogo, sendo o primeiro desde Roslilav Klesla, em 2013. 

    Jogadores, Hat-tricks e outros recorde de gols

    Na última quinta, Brent Burns, do San Jose Sharks, atingiu a marca de 200 gols na NHL. Desta forma, ele se torna o 23º defensor na história da liga a conquistar o recorde. Também dos Sharks, Patrick Marleau se tornou o oitavo jogador da história da liga a marcar, pelo menos, um gol enquanto adolescente e um aos 40 pela mesma equipe. 

    Steve Stamkos, do Tampa Bay Lightning, se tornou o segundo jogador da liga a ter mais gols em power play, ficando assim apenas atrás de Alex Ovechkin. Assim, ⅓ dos gols que o jogador marcou em toda sua carreira foram durante a penalidade (147 de 397). 

    O defensor do Carolina Hurricanes, Dougie Hamilton, é o primeiro defensor a obter um gol em 5 jogos seguidos pelo time que disputa. Ele fica atrás de Mike Green, que conseguiu a marca de oito gols em 8 jogos seguidos. Outro recorde que saiu de Canes foi a marca pessoal do jogador Erik Haula, que se tornou o terceiro na franquia Canes/Whalers a marcar 5 ou mais gols nos primeiros 5 jogos da temporada. Antes, quem tinha realizado o mesmo feito foi Jeff Skinner, em 2017/18 (5 gols em 6 jogos) e Al Sims em 1980/81(6 gols em 6 jogos), quando o time ainda estava em Hartford.

    Já Cole Makar, do Avalanche, se tornou o 11º defensor da história da NHL a ter um ponto em seus 4 primeiros jogos da temporada regular. Jeff Petry, defenser do Montreal Canadiens, marcou seu 11º gol em power play, desde a temporada 2017/18. Com isso, fica apenas atrás de Drew Doughty e Brent Burns, ambos com 12 gols. Para finalizar a lista de defensores, Zach Werenski se tornou o terceiro do Columbus Blue Jackets a marcar, pelo menos, 40 gols. Assim, ele fica atrás apenas de Rostislav Klesla (41) e David Savard (40).

    Outros rookies também fizeram sua estreia na NHL batendo recordes. Victor Olofsson, do Buffalo Sabres, se tornou o primeiro jogador da NHL ao marcar seus 7 primeiros gols na liga em Power Play. Seguidamente, Ville Heinola, o 20th overall do draft 2019, selecionado pelos Jets, se tornou o primeiro rookie da seleção deste ano a marcar seu primeiro gol na temporada, na vitória do time contra o Pittsburgh Penguins, no último dia 8. 

    Em relação a recorde de gols, David Pastrnak tornou-se o terceiro jogador desta temporada a marcar 4 gols em um jogo. Assim, ele se junta a outros dois jogadores da Liga. Anthony Mantha, do Detroit Red Wings, e James Neal, dos Oilers. No entanto, este não é a única marca atingida por Pastrnak. Com os 4 gols,  e se tornou um dos 3 jogadores na história do Bruins a obter estes em um jogo da temporada regular e marcou o 5º hat-trick de sua carreira. 

    O Anaheim Ducks também teve jogadores a atingir algumas marcas. Cam Fowler marcou seu 60º gol em temporadas regulares na NHL, e assim, se torna o segundo defensor da franquia a atingir tal recorde. Por fim, Ryan Getzlaf, capitão do time, se tornou o jogador dos Ducks a ter mais jogos disputados pelo time.

    A lenda do Washington Capitals, Alex Ovechkin, também deixou sua marca nesse início de temporada. O russo, portanto, se tornou o 4º jogador da história da NHL a obter mais gols em power play, com 248 gols. 

    Recordes dos goleiros

    Os goleiros também iniciaram esta nova season alcançando vários marcos. Marc Andre Fleury é um deles. O goaltender do Vegas Golden Knights chegou a marca de 800 jogos disputados na NHL no jogo dos Knights contra os Sharks, no último dia 4. Desta forma, ele também se junta aos goleiros Curtis Joseph e Martin Brodeur, ao se tornar o goleiro com mais vitórias em season openers, na história da liga. 

    Petr Mrazek, dos Canes, é o 4º goleiro da história do time a ter um shutout contra os Kings, e o primeiro desde Kevin Weekes, que realizou a façanha em 2003. Já o goleiro do Arizona Coyotes, Darcy Kuemper, atingiu a marca de ceder apenas 2, ou menos, gols por jogo (GAA) em cada uma das vezes que iniciou pelo time. Assim, se igualou a Nikolai Khabibulin, que era o líder da estatística em toda a história da franquia. 

    O veterano, Tukka Rask, do Boston Bruins, também não decepcionou. A performance do goleiro contra os Devils, no último sábado, de 31 defesas, é a melhor em um shutout de um goleiro na história do Bruins, desde que os shots começaram a ser contados na NHL, na temporada 1955/56. Desta forma, também se torna o 4º goleiro da franquia a ter um shutout em um jogo de abertura de temporada. 

    Por fim, Carter Hart, do Philadelphia Flyers, também registrou seu recorde. Com apenas 21 anos, o goleiro se tornou o mais novo na história dos Flyers a adquirir um shutout, na partida contra os Devils, no último dia 10. 

    Outras marcas dos jogadores

    Dois jogadores da liga atingiram marcos históricos em sua carreira nesse início de temporada. Kris Letang, do Pittsburgh Penguins, atingiu a marca de 500 pontos na NHL. Assim, se torna o primeiro defensor da história do Pens a obter o recorde. Já Phil Kessel, dos Yotes, atingiu a marca de 1000 jogos disputados na Liga. Portanto, o jogador acaba se tornando o 3º mais novo atualmente a conseguir tal feito. 

    O gol de Jonathan Huberdeau, do Florida Panthers, no jogo contra os New Jersey Devils, se tornou o gol mais rápido a ser feito na temporada atual, até o momento, sendo marcado nos primeiros 16 segundos de jogo. Ainda no Panthers, outro jogador acabou por atingir mais um recorde. Mike Hoffman se tornou o primeiro jogador da franquia a marcar um hat trick em um jogo de abertura de temporada do time. 

    James Neal, dos Oilers, foi um dos três jogadores a marcar 4 gols pelo time que compete, neste início de temporada. Assim, é um dos únicos jogadores ativos a ter hat-tricks com 4 times diferentes (Pittsburgh, Nashville, Dallas e Oilers). Juntamente dele, com os mesmos 4 gols atualmente, estão Anthony Mantha e David Pastnark. 

    Não apenas tivemos um ganhador da Stanley Cup conquistando recordes, mas também o mesmo que conquistou o Conn Smythe na off season. Ryan O’Rielly, do St. Louis Blues, se tornou o primeiro jogador a marcar 7 pontos nos primeiros 4 jogos da temporada regular. Cam Atkinson, no entanto, dos Blue Jackets, se torna o jogador ativo atualmente que mais marcou nos jogos de estreia de temporada em que participou. Assim, ele passa a ter marcado, até então, em seis dos season opener games em que esteve presente.

    Matt Duchene, do Nashville Predators, adquiriu 3 assistências em seu debut pelo time. Desta forma, ele se torna o segundo jogador do time a ter recorde de pontos em uma estreia, ficando atrás apenas de Steve Sullivan. 
    Finalmente, um dos primeiros recordes a serem conquistados na liga veio do jogador do Maple Leafs, Auston Matthews. O 1st overall do Draft de 2016, portanto, se tornou o 4º jogador na história da NHL a marcar em suas 4 primeiras season openers. Consequentemente, por fim se junta a Dit Capper, Dave Andreychuch e Sergei Fedorov.

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • Divisão Pacífico: Previsão temporada 2019/2020

    Divisão Pacífico: Previsão temporada 2019/2020

    Esse é o terceiro texto da nossa série de previsões para a temporada de 2019/2020. Não deixe de ler sobre a Divisão Metropolitana e Central.

    A divisão do Pacífico está sofrendo uma mudança em sua configuração em relação aos últimos anos. Isto porque as últimas equipes a conquistar a Stanley Cup (Los Angeles, Anaheim e Edmonton) devem acabar na parte de baixo da tabela de classificação. Para os Oilers, não se trata de novidade, já que a equipe canadense teve dificuldade para emplacar boas campanhas neste século. Quanto aos californianos, Kings e Ducks estão passando por um processo de reconstrução, já que a idade chegou para seus elencos vitoriosos.

    No outro pólo temos os Canucks e Coyotes, que devem competir por uma vaga nos playoffs e que já têm suas estrelas do futuro. O San Jose Sharks se encontra no meio do caminho, com um elenco experiente, porém ainda competitivo, mas que nunca ergueu a copa prateada. Com estrelas mais jovens, mas por sua vez mais preparadas, o Calgary Flames é um candidato forte ao título da divisão.

    Por fim, o bebê da liga, Vegas Golden Knights. A equipe de Nevada é um exemplo de sucesso enquanto franquia de expansão, e ainda é favorita para ter uma campanha longa na pós temporada. Com isso em mente, vamos discutir os destaques de cada um dos integrantes da divisão pacífica. 

    ANAHEIM DUCKS

    A equipe californiana perdeu um integrante importante da história da franquia, já que Corey Perry agora é jogador do Dallas Stars. Entretanto, peças jovens e promissoras estão dando continuidade ao processo de remontada do clube. A necessidade de sangue novo também vem dos problemas de saúde de veteranos importantes como Ryan Kesler e Patrick Eaves. Ambos estão fora da temporada com a possibilidade de não atuarem mais no hockey profissional. 

    O center Sam Steel estará em sua segunda temporada como profissional e será peça fundamental no rejuvenecimento do lineup dos Ducks. Além dele, os veteranos Getzlaf e Henrique ainda devem contribuir enquanto centrais. Nas wings temos nomes como Rickard Rakell, Jakob Silfvberg e Troy Terry, que devem contribuir para o ataque da equipe.

    Além disso, prospects como Maxime Comtois devem receber chances durante a temporada. A defesa, por sua vez, perdeu Brandon Montour, trocado para o Buffalo Sabres. No entanto, conta com Cam Fowler, Hampus Lindholm e Josh Manson com bons contratos. No gol, Anaheim tem um dos nomes cotados para competir pelo Vezina, John Gibson, além do experiente Ryan Miller. 

    Os Ducks também têm uma novidade no banco de reservas: o técnico Dallas Eakins. Ele foi promovido do San Diego Seagulls, afiliado da AHL (American Hockey League), no final da temporada. Após a demissão do técnico Randy Carlisle em fevereiro, o GM Bob Murray foi seu substituto de forma interina até a off-season. A missão de Eakins é levar os Ducks de volta aos playoffs, já que na última pós temporada a equipe ficou de fora pela primeira vez desde 2012. 

    ARIZONA COYOTES

    Phil Kessel durante coletiva de imprensa

    Os Yotes tiveram uma off-season movimentada, já que adquiriram Phil Kessel dos Penguins. O winger pode ser o diferencial que faltava na corrida por uma vaga na pós-temporada. Ano passado, a equipe do Arizona terminou a poucos pontos do Colorado Avalanche, último a conseguir uma vaga de wildcard

    Outro jogador que poderá ter um grande impacto no time é Nick Schmaltz, adquirido junto ao Chicago Blackhawks e que teve seu contrato renovado até 2025/2026. O center teve uma lesão no joelho em dezembro que o tirou do resto da temporada, mas tem potencial para ser o central da primeira linha dos Coyotes este ano.

    Além disso, Clayton Keller também renovou com a equipe até 2025/2026, antes de chegar ao status de restricted free agent. O ataque de Arizona ainda conta com nomes como Derek Stepan, Michael Grabner, Christian Dvorak e Brad Richardson. 

    Já na defesa, o capitão Oliver Ekman-Larsson é o principal nome, juntamente com o multicampeão Niklas Hjalmarsson e o jovem Jakob Chychrun. Este último precisa mostrar a que veio, já que teve os primeiros anos de sua carreira profissional atrapalhados por lesões. No gol, os Coyotes contam com a dupla Antti Raanta e Darcy Kuemper. A temporada da equipe também depende muito da atuação e, principalmente, saúde de ambos. 

    CALGARY FLAMES

    A equipe canadense deixou a desejar na última pós-temporada, perdendo para o Colorado Avalanche em cinco partidas. Entretanto, o GM Brad Treliving conseguiu assinar um contrato “razoável” com uma de suas estrelas, o winger Matthew Tkachuk, que era RFA. Ganhando $7 milhões, o americano é o jogador mais bem pago do elenco, recaindo sobre ele uma grande responsabilidade.

    Além disso, nomes como Elias Lindholm, Mikael Backlund e o superstar Johnny Gaudreau, além do competente center Sean Monahan, fazem dos Flames um dos favoritos para conquistar a sua divisão. Outrossim, o bottom six dos Flames deverá ser composto por alguns dos prospects como, por exemplo, Derek Ryan, Dillon Dube, Andrew Mangiapane e Austin Czarnik. A surpresa do training camp foi Tobias Reider, ex-Oilers, que impressionou o clube e assinou contrato de um ano. 

    O capitão Giordano vem da melhor temporada de sua carreira e forma  defesa juntamente com jovens como Noah Hanifin, Ramus Andersson e Oliver Kylington. No gol David Rittich é tido como o titular, mas a equipe trouxe Cam Talbot para compor a dupla de arqueiros e pressionar o tcheco. 

    Além disso, o Calgary Flames e seu arquirrival, o Edmonton Oilers, fizeram parte de uma troca no mínimo curiosa. Milan Lucic e seu contrato monstruoso foram para os Flames (e talvez seu afiliado na AHL), enquanto James Neal foi mandado para Edmonton após uma temporada decepcionante em Calgary.

    EDMONTON OILERS

    Connor McDavid, capitão do Edmonton Oilers

    Durante muito tempo, os erros em Edmonton foram creditados a um nome: Peter Chiarelli. Agora, com Ken Holland à frente, os Oilers precisam se reestabelecer como uma equipe forte o bastante para os playoffs. Para isto, têm em David Tippet um novo técnico. Além disso, Connor McDavid está no segundo ano de seu contrato multimilionário e no auge de sua forma física. Entretanto, a equipe não pode depender apenas dele e de Leon Draisaitl, cujo contrato de 8 milhões parece uma barganha agora que o jogador teve uma temporada de 50 gols. 

    Com Ryan Nugent-Hopkins em seu último ano antes da free agency, a hora dos Oilers investirem em pontuadores secundários é agora. Após o drama envolvendo Jesse Puljujarvi, a equipe de Edmonton espera que James Neal consiga produzir em um novo sistema ao lado de dois dos melhores jogadores da NHL. Além disso, a equipe deve aproveitar os waivers deste início de temporada para conseguir peças para composição de seu elenco sem precisar se desfazer de picks ou prospects.

    Na defesa, nomes como Darnell Nurse, Adam Larsson e Oskar Klefblom serão essenciais, com prospects como Caleb Jones, Ethan Bear e Evan Bouchard correndo para conseguirem uma vaga na equipe. Já no gol, outra troca, ainda que não direta, com os Flames. Enquanto Talbot será um Flame, Mike Smith deverá disputar a vaga da posição com Mikko Koskinen. 

    A temporada tem tudo para ser um divisor de águas na era McDavid, que já se fez transparecer bastante frustrado com a falta de competitividade de sua equipe. Será que ele pedirá para ser trocado caso o time tenha outra temporada decepcionante? Além disso, precisamos de estrelas como McDavid nos playoffs para o bem da NHL, afinal se trata do melhor jogador da atualidade. 

    LOS ANGELES KINGS

    Quando se ganha duas Stanley Cups em três anos, a torcida tende a ser mais permissiva com um elenco envelhecido. No caso dos Kings, que ganharam seu segundo troféu há cinco anos, a paciência já está diminuindo. Com os principais nomes das campanhas vitoriosas já na segunda metade de suas carreiras, o rebuild de LA é mais discreto do que das demais equipes da liga.

    Veteranos como Anze Kopitar, Jeff Carter, Ilya Kovalchuk, Dustin Brown e Tyler Toffoli ainda têm gasolina em seus tanques. Entretanto, o bottom six deverá ter algum nome novo, como Jaret Anderson-Dolan, Rasmus Kupari ou Gabriel Vilardi. A escolha de primeiro round deste ano, Alex Turcotte, irá jogar hockey universitário pela Universidade de Wisconsin, mas pode ser um elemento surpresa interessante quando sua temporada acabar. 

    Além dos prospects, jogadores secundários como Alex Iafallo e Adrian Kempe também precisarão produzir mais. A defesa, liderada por Drew Doughty, também conta com Alec Martinez, cujo nome é frequentemente especulado em trocas, além de Ben Hutton e Joakin Ryan. A equipe californiana fez o buyout do contrato do veterano Dion Phaneuf, que não atuará mais por Los Angeles. Por fim, se os Kings têm qualquer esperança de se classificarem para um lugar na pós-temporada, dependerão de um goleiro saudável e jogando bem. 

    SAN JOSE SHARKS

    Um dos favoritos para liderar a divisão, San Jose vai tentar (mais uma vez) conquistar a Stanley Cup pela primeira vez. A equipe californiana vai ser liderada por seu novo capitão, o experiente Logan Couture, que ganhou o C após a saída de Joe Pavelski, agora jogador do Dallas Stars. Assim como os Kings, muitas das estrelas dos Sharks já entraram na segunda metade de suas carreiras, como Brent Burns, Erik Karlsson e Marc-Édouard Vlasic. Joe Thorton, um caso à parte, já está na terceira reencarnação da sua. 

    A diferença entre as duas equipes da Califórnia é simples: os Kings ganharam nas duas finais das quais participaram. Entretanto, com Couture, Evander Kane, Timo Meier e Tomas Hertl formando o coração ofensivo da equipe por mais vários anos, a janela de vitória de San Jose permanece aberta.

    Além disso, a equipe conta com dois dos defensores mais dinâmicos da NHL, em Burns e Karlsson. Porém, a maior incógnita dos Sharks está no gol, devido às atuações inconstantes do titular Martin Jones, cujo reserva Aaron Dell também não passa muita confiança. Talvez os Sharks consigam conquistar o primeiro campeonato da franquia com todas as peças clicando ao mesmo tempo (e quem sabe com mais uma ajudinha da arbitragem) nesta temporada.

    VANCOUVER CANUCKS

    Elias Pettersson, ganhador do Calder Trophy da temporada 2018/2019

    Quem gosta de assistir hockey com certeza quer ver os Canucks nos playoffs e a razão é simples: Elias Pettersson. O ganhador do Calder, que impressionou a todos em sua primeira temporada, tem tudo para produzir ainda mais este ano, desde que não se machuque. Com o fim da saga com seu RFA mais importante, a equipe canadense renovou com Brock Boeser por três anos, tempo necessário para Vancouver se livrar dos mais de três milhões anuais em penalidades de recaptura com relação ao contrato de Roberto Luongo.

    O grupo de atacantes ainda inclui Bo Horvat, Josh Leivo, Jake Virtanen, Brandon Suter, Tanner Pearson e Loui Eriksson. Além disso, também conta com as adições de nomes como JT Miller e Micheal Ferland. Sven Baertschi, por sua vez, foi posto em waivers às vésperas do início da temporada. Já a defesa agora conta com os free agents Tyler Myers e Jordie Benn, além da temporada de estreia de Quinn Hughes, que é um nome forte para terminar no top3 indicado ao Calder Trophy.

    Por fim, no gol os Canucks contam com Jacob Markstrom, que começou a última temporada em baixa mas terminou em alto nível. Além do sueco, Vancouver tem Thatcher Demko, cujo potencial é ser o arqueiro do futuro do time. Em suma, o time canadense vai competir por vaga nos playoffs, o que complica sua situação é competir com equipes da divisão Central para uma vaga de wildcard

    VEGAS GOLDEN KNIGHTS

    A situação da equipe de Nevada é única entre as franquias jovens. Geralmente estas costumam demorar para conseguir campanhas vitoriosas. Com apenas dois anos na NHL, o currículo de Vegas conta com uma derrota em um jogo seis da final da Stanley Cup e uma derrota duvidosa no primeiro round para o San Jose Sharks. Mesmo com o time apelidado de misfits, por se tratarem dos rejeitos das outras equipes, os Golden Knights conseguiram se firmar como um candidato quase que imediatamente. 

    O top six do time deve jogar junto durante muito tempo, que inclui atacantes como William Karlsson, Mark Stone, Max Pacioretty e Jonathan Marchessault. Além disso, contam com o jovem Alex Tuch e o prospect Cody Glass, escolhido em quinto no Draft de 2017. No mais, peças como Reilly Smith e Paul Statsny também irão contribuir para a equipe.

    A defesa dos Golden Knights tem seu alicerce em Nate Schmidt e Shea Theodore, contando ainda com Brayden McNabb e Nick Holden. O prospect Nic Hague é o principal nome novo na defesa, já que Erik Brannstrom foi mandado para Ottawa na troca por Stone. No gol, Marc-André Fleury é a alma do time e elemento fundamental para uma eventual campanha vitoriosa. Ainda que Vegas tenha perdido nomes como Colin Miller, Erik Haula e Pierre-Edouard Bellemare, a equipe ainda é uma das favoritas para conquistar a sua divisão.

    Fotos: NHL.com/Reprodução

  • 100 gols para Connor McDavid

    100 gols para Connor McDavid

    A estrela de Edmonton, Connor McDavid, marcou seu centésimo gol na NHL na única partida dessa terça-feira (20), contra o San Jose Sharks. O capitão dos Oilers ainda anotou duas assistências, chegando à marca de 31 pontos na temporada atual.

    O 100º gol do canadense foi o primeiro de Edmonton na partida. Os Oilers ficaram atrás do placar com apenas 45 segundos de jogo. Aos 8 minutos, McDavid recebeu um passe de Leon Draisatl e colocou para dentro. Antes do primeiro intervalo, Sorensen colocou os Sharks novamente à frente. Ele contou com a ajuda de Joe Thornton, que alcançou Mario Lemieux em número de assistências na NHL (1033).

    No segundo período, Edmonton empatou novamente, com Nugent-Hopkins. No entanto, não levou muito até que  Logan Couture fizesse o terceiro para o time da casa. 3-2 Sharks.

    Aos 3:32 do terceiro período, assistido por McDavid e Draisatl, Drake Caggiula igualou 3-3. O placar permaneceu empatado até o fim do tempo regulamentar. No overtime, Draisatl e McDavid combinaram para obter o terceiro ponto de cada um no jogo, e o alemão fez o gol da vitória dos Oilers.

    McDavid é o segundo jogador a chegar aos 30 pontos nessa temporada, depois de Mikko Rantanen (Colorado Avalanche). Com 21 anos e 311 dias, ele é o segundo jogador mais jovem da história dos Oilers a marcar 100 gols na Liga. O mais jovem do time foi ninguém menos que Wayne Gretzky, aos 20 anos e 40 dias.

     

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Prévia 2018-19: Divisão Pacífica

    Prévia 2018-19: Divisão Pacífica

    A Divisão Pacífica é provavelmente a que atrairá mais atenção nessa temporada. Depois de uma primeira temporada inusitada, os vice-campeões Vegas Golden Knights voltam à busca de ser o time mais novo a levar a Stanley e continuar quebrando recordes. Em contrapartida, a troca mais falada da intertemporada aconteceu para os Sharks, que adquiriram o ex-capitão dos Sens e um dos melhores defensores da liga, Erik Karlsson. Enquanto com certeza os dois times lutarão pela liderança, alguns outros podem entrar numa briga para não ficarem para trás.

    Mas o que esperar dessa divisão na temporada 2018-2019?

    San Jose Sharks

    Um dos favoritos ao primeiro lugar da divisão teve apenas uma grande adição ao time. Depois de tentar adquirir John Tavares e não conseguir, Erik Karlsson passou a fazer parte da equipe de San Jose. A troca mandou para Ottawa Chris Tierney e Dylan DeMelo. Além disso o time também perdeu Mikkel Boedker, Jannik Hansen e Eric Fehr.

    Com a aquisição de Karlsson, os Sharks se igualam ao patamar da defesa dos Preds e dos Bolts. A equipe também conseguiu estender o contrato de Evander Kane. Ele chegou em San Jose pouco antes do fim da janela de trocas passada e marcou 9 gols e 5 assistências em apenas 17 jogos pelo time.

    Mesmo com poucas alterações no elenco, pode-se esperar um grande avanço em comparação com outras equipes da divisão. Além disso, um de seus principais jogadores está envelhecendo e o time pode vir com a mesma sede de vitória que os Caps tiveram, para tentar honrar Joe Thornton, que está beirando os 40. No melhor dos mundos, os Sharks usam Brent Burns e Erik Karlsson para serem imbatíveis, no pior, se vêem a frente de novas lesões como a de Thornton na última temporada.

    Vegas Golden Knights

    Mesmo com uma primeira temporada impressionante e imprevisível, os Golden Knights não se acomodaram e realizaram algumas troca importantes. Dentre as principais perdas, Tomas Tatar e James Neal, que ajudaram o time a chegar tão longe em sua temporada inaugural. Tatar foi para os Habs em troca de Max Pacioretty, que mesmo com um time manco, conseguiu fazer 17 gols em apenas 64 jogos.

    Marchessault, Smith e Karlsson fazem uma excelente primeira linha de ataque, e as novas adições melhoram a segunda com Pacioretty e Stastny. Pode não parecer o melhor da liga, mas o ataque de Vegas tem potencial para chegar entre os top 3, se bem trabalhado. Um problema para o time no início da temporada vai ser a perda de Nate Schmidt, que foi punido pela liga por violação da conduta anti-drogas, e não pode jogar as primeiras 20 partidas. Porém, Shea Theodore deve conseguir segurar a onda por um tempo.

    Não pode-se esperar que o time surpreenda na mesma proporção que na última temporada, dado a dimensão do ocorrido, mas difícil que alguém tire uma das vagas de playoff deles.

    Anaheim Ducks

    Os Ducks continuam basicamente com o mesmo time da temporada passada, um time de veteranos que não fica mais novo com o passar do tempo. Dentre as principais ameaças para o time estão seus próprios jogadores. Corey Perry ficará 5 meses afastado por conta de uma cirurgia no joelho. Ryan Kesler voltou ao rink, mas ainda não se sabe ao certo suas condições e quando ele volta a jogar de fato. Patrick Eaves não teve um bom ano, com diversas contusões e o fantasma da síndrome Guillain-Barré sobre sua cabeça. Espera-se que o jogador se recupere bem de todos os problemas de saúde que o tiraram da maior parte da temporada passada, mas ainda assim, é uma incógnita para o time.

    Não pode-se esquecer que o time continua com um John Gibson consistente e que teve uma média de .926 defesas na última temporada. E se ele não der conta, o Ryan Miller com certeza entra para fazer um belíssimo trabalho. Se as lesões derem uma trégua, eles podem sim chegar longe nos playoffs. Não se a ponto de uma final, mas dois rounds podem ser bem possíveis.  

    Calgary Flames

    Com um novo técnico tudo é possível, mas pode levar um tempo até que a equipe consiga se adaptar ao novo comando. O time trouxe James Neal e Elias Lindholm para ajudar nas secundárias, mesmo tendo talento para a primeira linha. Tudo isso para tentar melhorar o ataque, que hoje não está longe de ser dos mais eficientes da liga. Gaudreau, Monahan e Tkachuk com certeza são os principais trunfos desse ataque. Provavelmente o time verá uma melhora em pontuação em casa

    O que o time com certeza pode esperar é ser mais disciplinado, coisa que os Hurricanes provaram quando tinham Bill Peters como técnico.

    Los Angeles Kings

    Se a temporada passada foi um aquecimento para essa, é possível ver os Kings indo um pouco mais longe. Kopitar fez sua melhor temporada enquanto Quick voltou a ser o goleiro que todos sabiam que ele era, levando o Jennings Trophy. Porém Vegas acabou logo com as esperanças do time nos únicos 4 jogos de playoffs que a equipe de Los Angeles teve.

    A volta de Ilya Kovalchuk para a NHL traz algumas dúvidas. Será que ele continua sendo um dos melhores snipers da liga cinco anos depois? Na KHL ele conseguiu fazer 30 gols na última temporada, será que ele consegue o mesmo na NHL?

    O melhor do mundos para L.A  é a volta de um Jeff Carter saudável e o retorno do Kovalchuk jogando exatamente como quando ele saiu. Isso combinado com ter sido o melhor time no penalty kill pode gerar bons frutos aos Kings.

    Edmonton Oilers

    Um nome: Connor McDavid. Porém um nome não faz o time, e parece que os Oilers não conseguiram entender isso nessa intertemporada.

    Arizona Coyotes

    Com um começo difícil, os Coyotes conseguiram não ser o último time no fim da temporada (título que mantiveram por bastante tempo). Com um grande avanço do meio para o fim da temporada, o time tem potencial se continuar jogando daquele jeito. Se Antti Raanta permanecer saudável, os Coyotes podem esperar não serem os últimos a ganharem seu primeiro jogo. Além disso, duas das adições feitas ao time devem render muitos frutos, Galchenyuk e Grabner prometem ajudar o time num talvez, possível, quem sabe, wild card.

    No papel parece possível, no gelo só o tempo dirá…

    Vancouver Canucks

    A maior perda dos Canucks não foi para um rival, foi para a aposentadoria. Os irmão Sedin serão sem dúvida alguma os que mais farão falta nessa nova temporada. Com um time muito novo e em processo de reconstrução, acho difícil Vancouver chegar aos playoffs. Hovart e Boser tem tudo para fazerem parte da elite da liga, mas isso não acontecerá esse ano ainda. Markstrom e Nilsson conseguem fazer um bom trabalho juntos, mas com certeza Demko fará um trabalho melhor quando a hora chegar.

    O maior problema de Vancouver é esse, a hora não chegou para o time, e não deve chegar agora. A reestruturação do time está acontecendo, mas os frutos devem demorar a serem colhidos.

     

  • McDavid chega a 100 pontos e faz história

    McDavid chega a 100 pontos e faz história

    Connor McDavid se junta a um seleto grupo de jogadores da NHL após alcançar marcas altas em sua carreira. O jogador de apenas 21 anos (desde janeiro) chega, pela segunda vez em sua carreira, aos 100 pontos na NHL.

    No ano passado, McDavid já tinha conseguido alcançar essa marca. Ele terminou a temporada regular com 100 pontos e 30 gols. Este ano, além de já somar 102 pontos, ele chegou ao seu 40º gol pela primeira vez em sua carreira, na derrota de 7 a 3 para o CBJ na quarta (27). Ele é o primeiro jogador da temporada atual a chegar à marca de 100 pontos.

    McDavid é o sétimo jogador na história da Liga a atingir essa marca em pelo menos duas temporadas com menos de 22 anos. Antes dele, Wayne Gretzky (4), Dale Hewerchuk (3), Mario Lemieux (3), Sidney Crosby (3), Jimmy Carson (2) e Joe Sakic (2) também conseguiram esse feito.

    Mais conquistas

    Além de alcançar 102 pontos na liga, McDavid almeja chegar a outras marcas importantes. Ele está seis pontos a frente de Nikita Kucherov do Tampa Bay Lightning na corrida pelo Art Ross Trophy, prêmio entregue ao maior pontuador na temporada.

    Ano passado, esse troféu já foi para o jogador dos Oilers. Além do Art Ross, McDavid também conquistou o Hart Memorial Trophy, destinado ao jogador mais valioso para seu time na temporada, e o Ted Lindsay Award, prêmio para o melhor jogador votado por outros jogadores da NHL em 2017.

    Connor McDavid já conseguiu uma dobradinha na temporada 2017-18 ao ter ganhado o Fastest Skater no All Star Weekend pelo segundo ano consecutivo. Será que ele conseguirá “re-conquistar” o Art Ross este ano também?

     

    FotoReprodução/NHL.com

  • Oilers, Devils, Jets e Panthers na Europa

    Oilers, Devils, Jets e Panthers na Europa

    A NHL anunciou nesta terça-feira (6) as datas, locais e informações sobre os ingressos para a Global Series de 2018. Serão cinco partidas ao todo para as equipes norte-americanas: três como parte do calendário regular da NHL, e duas partidas entre um time da liga e outro europeu, pelo NHL Global Series Challenge.

    O New Jersey Devils de Taylor Hall vai encarar Connor McDavid e seus companheiros em Gotemburgo, na Suécia, no dia 6 de outubro. As duas equipes abrem a temporada 2018-19 com esse jogo, mas o duelo é só no final da turnê europeia que começa na Alemanha para os Oilers, e na Suíça para os Devils.

    New Jersey completa seu training camp em Bern e enfrenta o time local (SC Bern) no dia 1º de outubro no primeiro jogo-exibição do Global Series Challenge. Já a equipe de Edmonton vai para Colônia jogar contra o Kölner Haie no dia 3.

    Winnipeg Jets e Florida Panthers estarão na Finlândia em novembro, quando disputam duas partidas pela NHL na Hartwall Arena, em Helsinki. Os jogos serão nos dias 1 e 2, e podem colocar à prova duas estrelas da última semana, anunciadas na segunda-feira (05), em sua terra natal: Patrik Laine (Jets) e Aleksander Barkov (Panthers).

    Ao todo, 22 partidas da NHL já foram disputadas na Europa, inclusive os duelos entre Ottawa Senators e Colorado Avalanche nessa temporada, que aconteceram em Estocolmo. O jogo entre Devils e Oilers será o nono jogado na Suécia pela temporada regular, o primeiro em Gotemburgo. Jets e Panthers jogarão as quinta e sexta partidas na Finlândia, as quais sempre foram em Helsinki.

    A NHL pode anunciar ainda partidas da pré-temporada na China, como fizeram Los Angeles Kings e Vancouver Canucks no ano passado.

  • O que rolou na segunda-feira

    O que rolou na segunda-feira

    Iniciamos a segunda-feira muito bem obrigado! Acompanhe a análises dos 4 jogos de ontem.

    Ducks 4, Maple Leafs 7

    Maple Leafs recebeu os Ducks, com um jogo de muitos gols. No primeiro período, Toronto saiu na frente, e Anaheim empatou com um gol de seu capitão Ryan Getzlal. 5 minutos depois, os Leafs voltaram a ficar na frente com William Mylander (que marcou duas vezes na noite). Os Ducks precisaram apenas de 6 minutos para virar a partida, com Richard Rakell e Ondrej Kasesó que o vizitante não conseguiu segurar o ataque de Toronto, que voltou a ficar na frente no placar. No terceiro período, os Ducks até  conseguiram o empate, só que a noite era mesmo dos donos da casa, que encerraram a partida com 7 a 4, num jogo de muita movimentação.

    Predators 5, Islanders 4 (OT)

    Os Predators foram até Nova York encarar os Islanders. Vindo de uma vitória no último jogo, o time de Nashville está muito bem na temporada, mas foram os donos da casa que começaram na frente, com gol de John Tavares no power play. Ainda no primeiro período, com dois gols de Kevin Fiala, os Predators viraram o placar, mas com um belo disparo a distância do defensor de Nova York, Ryan Pulock, sem chance nenhuma de defesa para o goleiro Pekka Rinneos Isles voltaram a ficar na frente no marcador. No segundo período, parecia de que os Islanders ia somar seus dois pontos, mas no finalzinho do jogo, aos 42.2 segundos do fim, os Preds conseguiram empatar, levando a decisão final para a prorrogação. Aos 1:18 do tempo adicional, o capitão da equipe de Nashville, Roman Josi, marcou seu gol, e garantiu os dois pontos para os Predators.

    Rangers 1, Stars 2

    As coisas não anda nada bem para os Rangers, que somaram mais uma derrota. Sua última vitória foi no dia 25 de janeiro, contra os Sharks, e fora de casa, antes da pausa para o All-Star Game. O jogo dessa segunda-feira foi a terceira derrota consecutiva da equipe; já Dallas conseguiu sua terceira vitória seguida, as duas última em casa. A equipe do Texas está indo bem na competição, e seu próximo jogo será contra os Hawks, fora de casa, na quinta-feira (8). Os Rangers encaram os Bruins em casa na quarta-feira (7), e precisam ganhar já que estão a 3 jogos sem pontuar.

    Lightning 2, Oilers 6

    Os Oilers receberam o Lightning em casa e atropelaram o time visitante. O destaque da partida sem dúvida foi o jovem capitão da equipe canadense, Connor McDavid. O jovem talento do time já soma 61 pontos, com 21 gols e 40 assistências. O hat trick foi pouco para ele, que balançou as redes 4 vezes na noite. Os Oilers voltam a jogar na quarta-feira (7), quando enfrentam os Kings em Los Angeles. Já os Bolts encaram os Canucks em casa na quinta-feira (8).

     

    Foto Reprodução/NHL.com

  • Trade Deadline à vista

    Trade Deadline à vista

    Falta pouco mais de um mês para o prazo final das trocas na NHL. Em meio às especulações e tendências no “mercado do puck”, o jornalista da ESPN americana, Greg Wyshynski, montou um Guia do Comprador, em que analisa possíveis jogadores a serem negociados em breve na liga. E pra você não ficar de fora da conversa, trazemos o texto traduzido na íntegra aqui no NHeLas:

    Níveis de ativos comerciais da NHL: Guia do comprador para o prazo [de trocas]

    Greg Wyshynski | ESPN

    Paridade [igualdade competitiva entre as equipes] concedeu muitos presentes à NHL, como manter fãs profundamente engajados na temporada enquanto seus times se enfrentam nos playoffs, sobrevivendo graças a uma combinação de mediocridade prevalente e pontos de caridade na prorrogação.

    Mas paridade também fez o prazo de trocas da NHL um dos momentos mais frustrantes na temporada, no qual especulação e exagero são um entretenimento maior do que o que realmente acontece — compradores demais, vendedores insuficientes.

    Isso pode mudar para o trade deadline dessa temporada, em 26 de fevereiro.

    Alguns times já contam as chances na loteria do draft, tendo visto suas aspirações de chegar à pós-temporada ir por água abaixo logo, Montreal Canadiens, Edmonton Oilers, Ottawa Senators e Buffalo Sabres entre eles. Outros já estão tomando decisões difíceis com os free agents pendentes. Então talvez, só talvez, o prazo de trocas terá algumas trocas de fato e não só um bando de caras em ternos encarando seus telefones na televisão canadense, esperando que algo aconteça.

    No caso de trocas de verdade, reunimos os potenciais jogadores de mudança em cinco níveis diferenes, baseado em seu valor inferido — não apenas o quanto eles valem no mercado, mas também o quão difícil pode ser tirá-los de suas equipes atuais.

    Os jogadores listados abaixo foram retirados de conversas pela liga e pela mídia em que foram citados. Toda informação sobre os tetos salariais é via Cap Friendly. Por favor discutam nos comentários, e adicionem qualquer jogador que podemos ter deixado passar.

    Nota: Jogadores estão listados em ordem alfabética [de sobrenome] em cada nível.

    *Nota NHeLas: você pode navegar pelos diferentes níveis clicando no menu abaixo.

    Nível 1 | Nível 2 | Nível 3 | Nível 4 | Nível 5


    Nível 1: O preço do iate do seu vizinho

    Seu vizinho ama o iate dele. Profundamente. Ele não quer vendê-lo, porém talvez precise. E se ele o fizer? Bom, você tem o espaço na doca, mas será que tem o que é preciso para adquirir um iate?

    • Oliver Ekman-Larsson, D, Arizona Coyotes

    Idade: 26 | Média salarial em 2017-18: $5,5 milhões
    Fim do contrato: 2019 | Ao expirar: UFA [Agente Livre Irrestrito]

    Há uma especulação crescente de que os Coyotes vão mover Ekman-Larsson antes que ele seja capaz de ir embora, em julho de 2019. O preço que eles pedem, segundo o Ottawa Sun: “dois jogadores de qualidade do elenco de um clube” e uma escolha de primeira rodada no draft. E isso é se o GM John Chayka quiser movê-lo agora, o que ele afirmou que não quer.

    • Max Pacioretty, LW, Montreal Canadiens

    Idade: 29 | Média salarial em 2017-18: $4,5 milhões
    Fim do contrato: 2019 | Ao expirar: UFA

    Depois de quatro temporadas seguidas com mais de 30 gols, Pacioretty tem 11 em 43 jogos. Nick Kypreos, da Sportsnet, disse que Pacioretty estava sendo “ativamente ofertado” pelos Canadiens, com o preço sendo “escolhas no draft e prospectos” bem como “um defensor marcador de gols de primeira” mais novo que o capitão dos Habs. Esse é o tipo de mudança de remodelamento da franquia que os Canadiens deveriam considerar, mas talvez seja melhor deixar para o próximo GM.

    • John Tavares, C, New York Islanders

    Idade: 27 | Média salarial em 2017-18: $5,5 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    OK, então os torcedores dos Islanders nos importunaram por aquele artigo “Johnny’s next spot?“, dizendo que no momento em que anunciassem a nova arena, toda especulação de troca acabaria. Bem, a nova arena foi anunciada e … fãs dos Isles ainda me contam como estão ansiosos e tensos sobre ele voltar assinar com a equipe esse verão. Então, na remota possibilidade dos Islanders ficarem de fora da corrida dos playoffs (improvável), ou deles saberem os planos do jogadore para o futuro (talvez?), nós vamos incluí-lo aqui. Mas isso demandaria um retorno ridículo, considerando o desastre de relações públicas que seria para o GM Garth Snow e proprietários.


    Nível 2: O preço de um carro esportivo zero

    Um modelo top de linha, mas vai te custar dois, talvez três dos seguintes: um jogador de alta qualidade, novo e titular, um prospecto de elite e uma escolha de primeira rodada.

    • Alex Galchenyuk, C/LW/RW, Montreal Canadiens

    Idade: 23 | Média salarial em 2017-18: $4,9 milhões
    Fim do contrato: 2020 | Ao expirar: UFA

    O futuro de Galchenyuk em Montreal é uma incógnita desde… ah, o segundo ou terceiro debate “ele não pode jogar de central, pode?”. Mas vai ser preciso um prospect de alta qualidade e mais alguma coisa para tirá-lo de Montreal, já que ele é um dos jogadores mais valiosos no elenco.

    • Mike Hoffman, LW/C, Ottawa Senators

    Idade: 26 | Média salarial em 2017-18: $5.187.500
    Fim do contrato: 2020 | Ao expirar UFA

    Hoffman tem sido muito citado como forragem do prazo de trocas, apesar de sua lista de 10 times no-trade. Suas estatísticas estão baixas essa temporada porque os Senators são um desastre, mas na idade dele e com esse contrato, Ottawa pode conseguir um bom retorno. O St. Louis Blues seria um interessado a destacar.

    • Evander Kane, LW, Buffalo Sabres

    Idade: 26 | Média salarial em 2017-18: $5,25 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    O preço pedido pelos Sabres, de acordo com várias fontes: uma escolha de primeira rodada, uma escolha condicional se Kane assinar com a nova equipe, e um prospecto. Apenas 22 jogadores têm uma média de gols por jogo maior que Kane (o.36) nas últimas três temporadas. A pergunta é, ele passa no teste de caráter dos outros times?

    • James van Riemsdyk, LW, Toronto Maple Leafs

    Idade: 28 | Média salarial em 2017-18: $4,25 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Será que os Leafs trocariam o jogador empatado com Auston Matthews com mais gols pela equipe? Bem, os rumores são de que JVR está procurando uma extensão de seis anos, $36 milhões. Se isso não estiver nos planos do GM Lou Lamoriello, talvez eles se mexam para trocá-lo por uma peça que precisam (como na linha azul). Mas ele não sera barato, e tem uma cláusula modificada no contrato com 10 times no-trade.


    Nível 3: O preço de um carro esportivo usado de três anos

    Um modelo top de linha … com algumas milhas e arranhões, e um pouco mais próximo de seu declínio. Vai te custar um dos seguintes: jogador novo de alta qualidade, um prospecto de elite ou uma escolha de primeira rodada. E talvez mais alguma coisa para complementar.

    • Michael Grabner, LW/RW, New York Rangers

    Idade: 30 | Média salarial em 2017-18: $1,65 milhão
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Grabner é um caso estranho. Ele patina como Usain Bolt corre. Ele tem 46 gols nos últimos 120 jogos com os Rangers. Ainda assim, o quando ele vale em seu próximo contrato, por conta da idade? E quando ele poderia conseguir para os Rangers se estivesse à venda?

    • Mike Green, D, Detroit Red Wings

    Idade: 32 | Média salarial em 2017-18: $6 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    A Bela do baile do prazo de trocas, entre os defensores. Ele está no top 20 goleadores da defesa nesta temporada (25 pontos em 43 jogos) e é um zagueiro de power-play. Deve valer uma escolha de primeiro round como empréstimo.

    • Erik Gudbranson, D, Vancouver Canucks

    Idade: 26 | Média salarial em 2017-18: $3,5 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Pode o GM dos Canucks Jim Benning vencer outra trade deadline? Isso depende do que ele conseguir por esse empréstimo. O The Province relatou que os Leafs ofereceram o prospecto da AHL Andrew Nielsen e uma escolha, então talvez essa seja uma ideia do preço pelo defensor.

    • Jack Johnson, D, Columbus Blue Jackets

    Idade: 31 | Média salarial em 2017-18: $4.357.143
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Johnson pediu para os Jackets uma troca por causa da diminuição de seu tempo de jogo, mas ele ainda é visto como uma parte importante de um time na briga pela Stanley. Se ele for trocado, vão precisar de um colaborador do nível da NHL em retorno, e provavelmente seria preciso ser um defensor.

    • Robin Lehner, G, Buffalo Sabres

    Idade: 26 | Média salarial em 2017-18: $4 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: RFA [Agente Livre Restrito]

    Lehner é um titular de qualidade da NHL em um time ruim. Ele também foi uma aquisição do último regime. Teria valor para um time em alta que precise reforçar a posição [ahem, Blackhawks?], e pode ser levado em conta no futuro.

    • Rick Nash, LW, New York Rangers

    Idade: 33 | Média salarial em 2017-18: $7,8 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Nash quer ficar em Nova York, mas os Rangers não devem trazê-lo de volta nem com um desconto na próxima temporada. NY está naquele limbo entre comprar e vender, porém há de se imaginar que eles ficariam com Nash se tivessem boas chances nos playoffs … a não ser que alguns times paguassem pelo empréstimo com algumas escolhas de primeira rodada, o que seria difícil de se recusar.

    • James Neal, LW/RW, Vegas Golden Knights

    Idade: 33 | Média salarial em 2017-18: $5 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Sim, é estranho pensar em uma equipe de playoff negociando um atacante top-6. Mas considerando tudo o que é sem precedentes em relação aos Golden Knights em sua temporada inaugural, quem sabe? Uma coisa está clara: Neal certamente traria uma esconlha ou um prospecto de alto valor de um adversário com fome de gol.

    • Brock Nelson, C/LW, New York Islanders

    Idade: 26 | Média salarial em 2017-18: $2,5 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: RFA

    O repórter Elliotte Friedman da Sportsnet relatou que o nome de Nelson estava “crescendo por aí” em conversas de negociações. Considerando a situação de seu contrato e a necessidade dos Islanders na defesa, ele poderia estar disponível. Seus números (14 pontos em 44 jogos) e tempo de gelo ambos decaíram significativamente nesta temporada.

    • Jean-Gabriel Pageau, C, Ottawa Senators

    Idade: 25 | Média salarial em 2017-18: $3,1 milhões
    Fim do contrato: 2020 | Ao expirar: UFA

    Dada a situação dos Senators, a juventude de Pageau e seu contrato pareceriam fazer dele um trunfo a se manter. As chances dele ser trocado são pequenas, mas talvez a negociação certa o despache de lá. Aqueles oito gols nos playoffs  da última temporada são um bom chamariz.

    • Alex Petrovic, D, Florida Panthers

    Idade: 25 | Média salarial em 2017-18: $1,85 milhão
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: RFA

    Tudo bem, talvez protegê-lo e expor Jonathan Marchessault no draft de expansão não tenha sido a melhor ideia. Petrovic tem valor como defensor em desenvolvimento, e é bem óbvio que ele precisa de uma mudança de ares.

    • Dion Phaneuf, D, Ottawa Senators

    Idade: 33 | Média salarial em 2017-18: $7 milhões
    Fim do contrato: 2021 | Ao expirar: UFA

    Phaneuf tem uma lista no-trade com 12 times. Ele também tem uma média salarial bem alta até 2021, motivo pelo qual supomos que ele é “um recurso valioso e um bom despejo salarial” mais do que alguém que exigiria um pacote de jogadores em troca.

    • Andrew Shaw, C/RW, Montreal Canadiens

    Idade: 26 | Média salarial em 2017-18: $3,9 milhões
    Fim do contrato: 2022 | Ao expirar: UFA

    Shaw tem dois anéis de campeão e todas aquelas coisas intangíveis (isto é, uma disposição para fazer o trabalho sujo) que equipes na corrida pela Stanley desejam. Seu contrato é também algo intrigante, dado como o salário despenca no final.


    Nível 4: Um ano de corridas de Uber

    Quem precisa de um carro quando o de alguém virou uma espécie de taxi? Esses jogadores vão te custar uma escolha de segunda ou terceira rodada no draft, e talvez uma parte do salário também.

    • Ian Cole, D, Pittsburgh Penguins

    Idade: 28 | Média salarial em 2017-18: $2,1 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    O nome de Cole esteve em circulação desde que foi cortado de alguns jogos no início da temporada. Seu status pareceu ainda mais delicado com a aquisição de Jamie Oleksiak pelos PenguinsÉ provável que seu tempo em Pittsburgh tenha chegado ao fim, mas os Penguins valorizam sua experiência nas equipes campeãs dos últimos dois anos.

    • Josh Gorges, D, Buffalo Sabres

    Idade: 33 | Média salarial em 2017-18: $3,9 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Gorges pode parecer um empréstimo óbvio na fase “tudo que não se chama Jack Eichel deve ir embora” dos Sabres, mas sua cláusula no-trade contém 15 times e isso dificulta qualquer negócio.

    • Kari Lehtonen, G, Dallas Stars

    Idade: 34 | Média salarial em 2017-18: $5,9 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Isto dependeria totalmente de Dallas estar um pouco para atrás na corrida pela pós-temporada quando o prazo de trocas chegar — e de encontrar alguém desesperado para levar um goleiro raquítico e de custo elevado.

    • Patrick Maroon, LW, Edmonton Oilers

    Idade: 29 | Média salarial em 2017-18: $2 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Este praticamente já era para os Oilers, que podem garantir alguma coisa para o futuro por um jogador de primeira ou segunda linha para muitos times na disputa pela Stanley. Maroon tem 11 gols em 44 partidas, jogando 16:57 por noite. O “Big Rig” custa menos que alguns left wings no mercado, com certeza.

    • Petr Mrazek, G, Detroit Red Wings

    Idade: 25 | Média salarial em 2017-18: $4 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: RFA

    Depois que os Golden Knights o demitiram no draft de expansão, é difícil saber o quanto ele vale. Mas ei, depois da temporada podre que ele teve — tirando o esforço de domingo (14) contra os Blackhawks, que mais pareceu um teste para olheiros — talvez a negociação RFA que está por vir pareça mais promissora para o time que ficar com ele.

    • David Perron, LW/RW, Vegas Golden Knights

    Idade: 30 | Média salarial em 2017-18: $3,75 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Como com James Neal, isso depende da filosofia do GM George McPhee para um Golden Knights indo em direção aos playoffs: Manter a equipe junta como está, ou talvez ver se alguém está disposto a ceder uma escolha de primeira rodada por Perron? Tudo o que temos ouvido pende para a opção “manter a equipe junta como está”, mas quem sabe?

    • Tomas Plekanec, C, Montreal Canadiens

    Idade: 35 | Média salarial em 2017-18: $6 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Ele já declarou que deseja encerrar a carreira com Montreal. Nós declaramos que os Habs são loucos se não o mandarem no prazo de trocas para um time com alguma chance de título que esteja interessado nele como central defitivo.

    • Tobias Rieder, RW/LW, Arizona Coyotes

    Idade: 25 | Média salarial em 2017-18: $2,225 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: RFA

    Rieder merece atenção aqui porque o GM John Chayka vai ouvir se uma oferta significante aparecer por ele, e porque seu desempenho ofensivo vem caindo um pouco nesta temporada.

    • Anton Slepyshev, LW/RW, Edmonton Oilers

    Idade: 23 | Média salarial em 2017-18: $925.000
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: RFA

    O GM Peter Chiarelli pendurou uma placa de “à venda” no atacante de grandes proporções, mas pequenos resultados. Se bem que a essa altura Chiarelli deve estar algemado à própria cadeira em seu escritório fazendo mais uma troca lamentável envolvendo um atacante novo.

    • Zack Smith, C, Ottawa Senators

    Idade: 29 | Média salarial em 2017-18: $3,25 milhões
    Fim do contrato: 2021 | Ao expirar: UFA

    Aquela temporada com 25 gols em 2015-16 foi certamente uma anomalia, mas ele será um reforço para as terceira e quarta linhas de qualquer time disposto a fechar um contrato.

    • Thomas Vanek, LW/RW, Vancouver Canucks

    Idade: 33 | Média salarial em 2017-18: $2 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Olha só, é a Estrela da Trade Deadline Thomas Vanek que se apresenta para você! Vanek foi negociado em um acordo envolvendo uma escolha de segundo round em 2014 e em um envolvendo uma escolha de terceiro round em 2017. Será 31 pontos em 44 jogos suficiente para valer mais que uma draft pick de quarta rodada e quebrar essa tendência? Potencialmente?


    Nível 5: Meus patins in-line de 2006

    Eles, bem, têm rodas. Basicamente jogadores que você pode conseguir por uma escolha baixa no draft ou, se isso não der certo, por um saco de pucks seminovos.

    • Cody Franson, D, Chicago Blackhawks

    Idade: 30 | Média salarial em 2017-18: $1 milhão
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Franson recentemente foi enterrado na AHL, propositalmente para tentar negociá-lo logo. Próximo passo: Encontrar alguém disposto a dar qualquer coisa em troca.

    • Mark Letestu, C, Edmonton Oilers

    Idade: 32 | Média salarial em 2017-18: $1,8 milhão
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Parte antecipada de uma venda de Edmonton na deadline, Letestu lidera os atacantes dos Oilers em tempo de gelo na desvantagem numérica. Ele tambem teve 11 pontos em 13 partidas de playoffs na última temporada. É uma pequena boa soma para alguma equipe por aí.

    • Johnny Oduya, D, Ottawa Senators

    Idade: 36 | Média salarial em 2017-18: $1 milhão
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Um defensor veterano com duas Stanleys no currículo que está pronto para ajudar seu segundo par defensivo ou contribuir com um time chegando na pós-temporada. Mas não espere muito mais do que isso.

    • Brad Richardson, RW, Arizona Coyotes

    Idade: 32 | Média salarial em 2017-18: $2.083.333 milhões
    Fim do contrato: 2018 | Ao expirar: UFA

    Adição boa e econômica para as terceira e quarta linhas, que provavelmente volta direto para os Coyotes após a temporada se eles o negociarem.

     

    Matéria original (em inglês) aqui.