Ontem foi
anunciado os jogadores que irão participar do All Star Weekend 2020. O evento
vai acontecer nos dias 24 e 25 de janeiro em St. Louis e os times serão
liderados por Connor McDavid (Pacífica), Nathan MacKinnon (Central) e David Pastrnak (Atlântica).
A
princípio, Alex Ovechkin foi o mais votado para ser o Capitão da Metropolitana,
entretanto, o jogador do Capitals anunciou que não irá participar do All Star
Game pelo segundo ano consecutivo. A justificativa do russo foi a mesma do ano
passado, alegando que apesar de estar saudável, quer usar os dias de folga que
o evento permite ao schedule para descansar e se preparar para a segunda
parte da temporada. Por enquanto ainda não foi anunciado novo capitão para a Metropolitana.
A escolha dos jogadores participantes é
feita pelo NHL’s Hockey Operations Department. Entretanto,
assim como os fãs podem votar para escolher os capitães de cada divisão, a
escolha dos jogadores que irão completar os times também será feita por voto popular
pelo segundo ano seguido. Dessa forma, os fãs do esporte poderão votar no 2020
NHL All-Star Last Men a partir do dia 1º até o dia 10 de janeiro.
Sendo assim, o
roster escolhido pela NHL ficou da
seguinte forma:
A temporada 2019/20 começou com o pé direito. A liga iniciou há duas semanas, mas já presenciamos rookies fazendo seu primeiro gol, times invictos, e performances excepcionais por parte de vários jogadores. E com um start de temporada como esse, não poderiam faltar equipes atingindo marcas históricas na liga. Portanto, hoje o Nhelas vai deixar vocês a par de todos os recordes conquistados até então nesse início de season.
Invictos da temporada 2019/20
Cinco times da liga deram start na temporada atual mostrando ao que vieram. Colorado Avalanche, Edmonton Oilers, Carolina Hurricanes, New York Rangers e Philadelphia Flyers deram início a essa temporada sendo os únicos times na liga a terem 2 ou mais vitórias consecutivas.
Os primeiros a caírem foram os Rangers e os Flyers. O time da Philadelphia manteu a sequência até a derrota para os Canucks, em seu terceiro jogo. Seguidamente, a equipe de New York também caiu em seu terceiro jogo, quando foram derrotados pelos Oilers por 4 a 1. Carolina Hurricanes foi o próximo a deixar disputa. Eles mantiveram um streak de cinco vitórias seguidas, até a derrota para os Blue Jackets, no último sábado. Este foi o melhor começo de uma season dos Hurricanes desde 1995-96, quando o time, ainda como Hartford Whalers, conseguiu 4 vitórias seguidas.
Assim, restaram apenas Oilers e Avalanche. Porém, em seu quinto jogo na temporada, os Oilers também deixaram para trás a competição de sequência de vitórias. A derrota para os Hawks deixou o time com um recorde de cinco jogos vencedoras seguidos em um início de temporada. Porém, ainda sim, este foi o melhor início de uma season na história do time de Edmonton desde a temporada 1983/84, onde a equipe conquistou uma sequência de 7 vitórias.
O Colorado Avalanche, no entanto, era o único a continuar firme e forte na disputa. Até ontem, ainda era o único a continuar invicto, com 5 vitórias. Portanto, a derrota para o Pittsburgh acabou fazendo a equipe cair e estagnar nos cinco jogos vencidos. No entanto, a equipe ainda teve, em toda sua história, nesta temporada, seu terceiro melhor início de season na Liga.
Outros recordes dos times
O Vancouver Canucks também bateu algumas marcas. O time saiu vitorioso nos seus três primeiros jogos da temporada regular 2019/20 em casa, sendo a primeira vez desde a season 2016/17. Os Kings também deixaram seu recorde registrado nessa temporada, sendo o primeiro time da Liga a marcar os 3 gols mais rápido de uma regular season desde os Penguins, em 1993.
Os Oilers se tornaram, nesta temporada, o terceiro time na história da NHL a ganhar seus 4 primeiros jogos vindos de um déficit, se juntando apenas ao Nashville Predators e ao Los Angeles Kings. O Tampa Bay Lightning e o Toronto Maple Leafs não iniciaram a temporada invictos, mas fizeram a torcida tremer. Os dois times, que se enfrentaram na última quinta, marcaram 7 gols em apenas 20 minutos de jogo. Portanto, atingiram a marca de maior número de gols marcados em apenas 1 período de um jogo da temporada regular. Além disso, o Tampa Bay também se tornou o primeiro time atualmente a vencer todos os seus jogos de abertura de temporada, sendo 6 desde a temporada 2014/15.
Na primeira semana da Liga, Mike Zibanejad, dos Rangers, também bateu algum alguns recordes. Ele se tornou o primeiro jogador a marcar 8 pontos nos 2 primeiros jogos da temporada desde 1995/96, quando Jagr também atingiu o marco. Anthony Mantha, no entanto, atingiu um recorde parecido pelo time que joga, o Detroit Red Wings. Ele se tornou o terceiro Red Wing a marcar 7 pontos em apenas dois dos primeiros jogos de uma temporada. Ele também marcou 4 gols no jogo do Detroit contra o Dallas, e assim, se tornou o segundo jogador a disputar pelo time e alcançar a mesma marca.
Morgan Rielly, do Toronto Maple Leafs, no jogo contra o Minnesota Wild, se tornou o 16º defensor da história da NHL a registrar 4 assistências em apenas um período de jogo, sendo o primeiro desde Roslilav Klesla, em 2013.
Jogadores, Hat-tricks e outros recorde de gols
Na última quinta, Brent Burns, do San Jose Sharks, atingiu a marca de 200 gols na NHL. Desta forma, ele se torna o 23º defensor na história da liga a conquistar o recorde. Também dos Sharks, Patrick Marleau se tornou o oitavo jogador da história da liga a marcar, pelo menos, um gol enquanto adolescente e um aos 40 pela mesma equipe.
Steve Stamkos, do Tampa Bay Lightning, se tornou o segundo jogador da liga a ter mais gols em power play, ficando assim apenas atrás de Alex Ovechkin. Assim, ⅓ dos gols que o jogador marcou em toda sua carreira foram durante a penalidade (147 de 397).
O defensor do Carolina Hurricanes, Dougie Hamilton, é o primeiro defensor a obter um gol em 5 jogos seguidos pelo time que disputa. Ele fica atrás de Mike Green, que conseguiu a marca de oito gols em 8 jogos seguidos. Outro recorde que saiu de Canes foi a marca pessoal do jogador Erik Haula, que se tornou o terceiro na franquia Canes/Whalers a marcar 5 ou mais gols nos primeiros 5 jogos da temporada. Antes, quem tinha realizado o mesmo feito foi Jeff Skinner, em 2017/18 (5 gols em 6 jogos) e Al Sims em 1980/81(6 gols em 6 jogos), quando o time ainda estava em Hartford.
Já Cole Makar, do Avalanche, se tornou o 11º defensor da história da NHL a ter um ponto em seus 4 primeiros jogos da temporada regular. Jeff Petry, defenser do Montreal Canadiens, marcou seu 11º gol em power play, desde a temporada 2017/18. Com isso, fica apenas atrás de Drew Doughty e Brent Burns, ambos com 12 gols. Para finalizar a lista de defensores, Zach Werenski se tornou o terceiro do Columbus Blue Jackets a marcar, pelo menos, 40 gols. Assim, ele fica atrás apenas de Rostislav Klesla (41) e David Savard (40).
Outros rookies também fizeram sua estreia na NHL batendo recordes. Victor Olofsson, do Buffalo Sabres, se tornou o primeiro jogador da NHL ao marcar seus 7 primeiros gols na liga em Power Play. Seguidamente, Ville Heinola, o 20th overall do draft 2019, selecionado pelos Jets, se tornou o primeiro rookie da seleção deste ano a marcar seu primeiro gol na temporada, na vitória do time contra o Pittsburgh Penguins, no último dia 8.
Em relação a recorde de gols, David Pastrnak tornou-se o terceiro jogador desta temporada a marcar 4 gols em um jogo. Assim, ele se junta a outros dois jogadores da Liga. Anthony Mantha, do Detroit Red Wings, e James Neal, dos Oilers. No entanto, este não é a única marca atingida por Pastrnak. Com os 4 gols, e se tornou um dos 3 jogadores na história do Bruins a obter estes em um jogo da temporada regular e marcou o 5º hat-trick de sua carreira.
O Anaheim Ducks também teve jogadores a atingir algumas marcas. Cam Fowler marcou seu 60º gol em temporadas regulares na NHL, e assim, se torna o segundo defensor da franquia a atingir tal recorde. Por fim, Ryan Getzlaf, capitão do time, se tornou o jogador dos Ducks a ter mais jogos disputados pelo time.
A lenda do Washington Capitals, Alex Ovechkin, também deixou sua marca nesse início de temporada. O russo, portanto, se tornou o 4º jogador da história da NHL a obter mais gols em power play, com 248 gols.
Recordes dos goleiros
Os goleiros também iniciaram esta nova season alcançando vários marcos. Marc Andre Fleury é um deles. O goaltender do Vegas Golden Knights chegou a marca de 800 jogos disputados na NHL no jogo dos Knights contra os Sharks, no último dia 4. Desta forma, ele também se junta aos goleiros Curtis Joseph e Martin Brodeur, ao se tornar o goleiro com mais vitórias em season openers, na história da liga.
Petr Mrazek, dos Canes, é o 4º goleiro da história do time a ter um shutout contra os Kings, e o primeiro desde Kevin Weekes, que realizou a façanha em 2003. Já o goleiro do Arizona Coyotes, Darcy Kuemper, atingiu a marca de ceder apenas 2, ou menos, gols por jogo (GAA) em cada uma das vezes que iniciou pelo time. Assim, se igualou a Nikolai Khabibulin, que era o líder da estatística em toda a história da franquia.
O veterano, Tukka Rask, do Boston Bruins, também não decepcionou. A performance do goleiro contra os Devils, no último sábado, de 31 defesas, é a melhor em um shutout de um goleiro na história do Bruins, desde que os shots começaram a ser contados na NHL, na temporada 1955/56. Desta forma, também se torna o 4º goleiro da franquia a ter um shutout em um jogo de abertura de temporada.
Por fim, Carter Hart, do Philadelphia Flyers, também registrou seu recorde. Com apenas 21 anos, o goleiro se tornou o mais novo na história dos Flyers a adquirir um shutout, na partida contra os Devils, no último dia 10.
Outras marcas dos jogadores
Dois jogadores da liga atingiram marcos históricos em sua carreira nesse início de temporada. Kris Letang, do Pittsburgh Penguins, atingiu a marca de 500 pontos na NHL. Assim, se torna o primeiro defensor da história do Pens a obter o recorde. Já Phil Kessel, dos Yotes, atingiu a marca de 1000 jogos disputados na Liga. Portanto, o jogador acaba se tornando o 3º mais novo atualmente a conseguir tal feito.
O gol de Jonathan Huberdeau, do Florida Panthers, no jogo contra os New Jersey Devils, se tornou o gol mais rápido a ser feito na temporada atual, até o momento, sendo marcado nos primeiros 16 segundos de jogo. Ainda no Panthers, outro jogador acabou por atingir mais um recorde. Mike Hoffman se tornou o primeiro jogador da franquia a marcar um hat trick em um jogo de abertura de temporada do time.
James Neal, dos Oilers, foi um dos três jogadores a marcar 4 gols pelo time que compete, neste início de temporada. Assim, é um dos únicos jogadores ativos a ter hat-tricks com 4 times diferentes (Pittsburgh, Nashville, Dallas e Oilers). Juntamente dele, com os mesmos 4 gols atualmente, estão Anthony Mantha e David Pastnark.
Não apenas tivemos um ganhador da Stanley Cup conquistando recordes, mas também o mesmo que conquistou o Conn Smythe na off season. Ryan O’Rielly, do St. Louis Blues, se tornou o primeiro jogador a marcar 7 pontos nos primeiros 4 jogos da temporada regular. Cam Atkinson, no entanto, dos Blue Jackets, se torna o jogador ativo atualmente que mais marcou nos jogos de estreia de temporada em que participou. Assim, ele passa a ter marcado, até então, em seis dos season opener games em que esteve presente.
Matt Duchene, do Nashville Predators, adquiriu 3 assistências em seu debut pelo time. Desta forma, ele se torna o segundo jogador do time a ter recorde de pontos em uma estreia, ficando atrás apenas de Steve Sullivan. Finalmente, um dos primeiros recordes a serem conquistados na liga veio do jogador do Maple Leafs, Auston Matthews. O 1st overall do Draft de 2016, portanto, se tornou o 4º jogador na história da NHL a marcar em suas 4 primeiras season openers. Consequentemente, por fim se junta a Dit Capper, Dave Andreychuch e Sergei Fedorov.
A Divisão Metropolitana provou duas coisas durante os playoffs da última temporada. Primeiro, que as previsões nem sempre são certeiras. Segundo, que geralmente quem “varre”, será “varrido”.
A principal previsão de 2018 talvez tenha sido que o campeão da Stanley Cup 2018, Washington Capitals, iria reivindicar seu título com unhas e dentes. O que ninguém esperava era que um certo time, lá da Carolina do Norte, fosse mudar a ordem das coisas. Dessa forma, deixou a competição bem mais interessante.
Mas a off-season trouxe o Draft, o free agency e diversas trades. Esse são fatores importantes que podem vir a mudar o destino dos times da divisão. Vamos contar para vocês quais são nossas previsões para as equipes da Metropolitana nessa nova temporada que começa nessa semana.
Carolina Hurricanes
Sebastian Aho, o jogador renovou o contrato com Canes na Intertemporada
Como dito anteriormente, os Canes foram o único time da Divisão a sobreviver além do segundo round dos playoffs da Stanley Cup. Há nove temporadas que o time de Raleigh não via os playoffs (desde de 2008.09).
Mas este ano as coisas foram diferentes. Desde que o time adquiriu o forward Sebastian Aho, começou-se a ver melhoras na equipe. De 2016 até aqui, a equipe tem chegado cada vez mais perto de garantir uma posição nos playoffs. A contratação de um novo técnico no início da temporada gerou trocas de jogadores e de linhas necessárias para achar a sincronia perfeita da equipe.
Rod Brind’Amour, que foi o capitão do time de Raleigh durante a conquista da Stanley Cup em 2006, chegou em Canes a fim de desenvolver uma nova forma de jogar. Logo no início da temporada, fez a escolha ousada em permanecer com Andrei Svechnikov, left wing adquirido no Draft 2018, diretamente na NHL. O jovem jogador começou sua carreira na Liga marcando em seus seis primeiros jogos, quatro pontos. Sendo assim, foi peça essencial para colocar os Hurricanes nos playoffs em 2019.
O resultado foi eficaz. O time avançou e, com 99 pontos, conquistou uma vaga por wildcard nos playoffs deste ano. Como se não bastasse chegar à pós-temporada, técnica e talento levou o time às Conferências Finais, onde teve sua participação interrompida. No entanto, terminaram a temporada com sensação de dever cumprido.
Os Canes ainda passam por um período de renovação, mas o time já se encaixa melhor do que antes. É mais ofensivo, defende, encara os demais times olho no olho.
Além de Aho e Svechnikov, Teuvo Teravainen é outro nome para ficarmos atentos na próxima temporada. Ele marcou 76 pontos na regular season e, nos playoffs, fez um score de 10 pontos. Desta forma, é o segundo jogador do Carolina, nas duas ocasiões, a ter mais pontos marcados na temporada. A tendência é que continue com o mesmo ritmo na próxima.
Para complementar o time, os Canes assinaram com o defensor, Jake Gardiner, um contrato de quatro anos. Assim, a equipe reforça ainda mais a defesa para a nova temporada.
A renovação que o time precisa está em nomes como Aho, Svechnikov e Teravainen. São nomes mais jovens e que podem vir a construir uma carreira no Carolina Hurricanes, tornando-se chaves na mudança pela qual a equipe vem passando. Previsões sobre times que possam vir a ganhar a cup nunca são certeiras, mas, se depender do talento de seus jogadores, os Canes estão destinados a coisas grandiosas.
New York Islanders
Por mais que a perda de John Tavares ainda doa em alguns torcedores dos Isles, o time não sofreu tanto esse impacto. Eles foram o quinto time com mais pontos ao fim da temporada regular e, consequentemente, terminaram em segundo lugar na divisão. Finalizaram com 48 vitórias.
Por sua vez, o goleiro do time, Robin Lehner, teve o segundo melhor Save Percentage da liga. Deixou apenas uma média de 2.13 pucks entrar no fundo da rede por jogo. Ou seja, o time tinha o talento necessário para chegar às finais da Stanley Cup. Porém, a história na prática foi bem diferente.
Eles venceram o Pittsburgh Penguins em quatro jogos, no primeiro round. Avançaram ao segundo contra o Carolina Hurricanes. No entanto, uma das únicas previsões certas nos playoffs da temporada passada foi que: “quem varre, será varrido”. Não foi diferente com os Isles. Perderam os quatro primeiros jogos para o Carolina Hurricanes. Desta forma, tiveram uma passagem curta na pós-temporada.
Peças essenciais para o time, como Mat Barzal, Josh Bailey, Anders Lee e Jordan Eberle, deverão ser nomes importantes para a caminhada dos Isles. Principalmente Barzal que, mesmo jovem, se tornou um dos líderes em pontos do time nas últimas temporadas. O capitão, Lee, liderou a equipe em gols. Com seu estilo de jogo, a história talvez se repita na próxima temporada.
Com a saída de Robin Lehner, contudo, o time precisou procurar outro goleiro no mercado. Portanto, assinaram um contrato de quatro anos com Semyon Varlamov, que veio do Colorado Avalanche. Na última temporada, ele teve um Save Percentage de .909%. Sendo assim, foi de extrema importância na ida do Avalanche aos playoffs. Os fãs dos Islanders apostam nele para fazer o mesmo.
No entanto, pode-se esperar, para a nova temporada, uma alternância entre Varlamov e Thomas Greiss na rede dos Islanders. Prática que, na temporada passada, foi comum para o técnico, Barry Trotz, implantar no time. Desta maneira, Lehner e Greiss jogaram quase metade dos jogos da temporada cada um.
O New York Islanders tem um elenco digno de pós-temporada, com experiência e que conhece o jogo. Portanto, com certeza, é uma das equipes que, se houver uma sincronia entre linhas e jogadores, pode vir a avançar muito mais nos playoffs.
Pittsburgh Penguins
Comparando as últimas três temporadas, é cada vez mais notável a decaída dos Penguins nos playoffs. O time saiu de uma situação na qual foi campeão por dois anos consecutivos para entrar em outra completamente diferente. Este ano foram eliminados em quatro jogos, ainda no primeiro round dos playoffs. Para uma equipe experiente na pós-temporada, é um grande baque.
É perceptível que o time precisa de renovação. Os Penguins tem um dos elencos mais talentosos dos últimos dez anos, tendo já conquistou diversos prêmios além da Stanley Cup. Comandados por Sidney Crosby, jogadores como Evgeni Malkin e Kris Letang conquistaram três Cups na última década. Duas delas seguidas, na temporada 2016/17 e 2017/18. Além disso, por mais que o Pittsburgh não tenha tido uma temporada excepcional, Crosby ainda foi o quinto jogador a marcar mais pontos na última temporada.
Quem se destacou na última temporada, no entanto, foi Jake Guentzel. Ele é um dos nomes essenciais nessa nova fase do Pittsburgh. É o líder em gols no time, ultrapassando até mesmo Crosby.
Para a próxima temporada, o aspecto do time que mais necessita melhorias é a defesa. Esta falhou diversas vezes durante os quatro jogos dos playoffs em que o Pittsburgh esteve presente. Eles estão passando por um período de reconstrução do time, que ainda vai persistir por mais alguns anos. Portanto, nomes como Guentzel serão essenciais nessa transição. Uma dica é ficar de olho nos rookies. Junto de Guentzel, eles também serão necessários nas mudanças que o Pittsburgh precisa. Principalmente os defensores que o time decidir manter para disputar a liga principal.
Mas, apesar das falhas, ainda são os Pittsburgh Penguins. O time ainda possui jogadores extremamente talentosos e respeitados. Os playoffs são incertos, já que a última temporada provou isso. Portanto, existe sim a possibilidade de os Pens disputarem pela taça, tanto quanto os demais times.
Washington Capitals
OTTAWA, ON – DECEMBER 29: Washington Capitals Left Wing Alex Ovechkin (8) prepares for a face-off during third period National Hockey League action between the Washington Capitals and Ottawa Senators on December 29, 2018, at Canadian Tire Centre in Ottawa, ON, Canada. (Photo by Richard A. Whittaker/Icon Sportswire via Getty Images)
O campeão da Stanley Cup 2018/19 não decepcionou na temporada regular. Muitos analistas de hockey esperavam que, pelo fato de as comemorações da equipe terem sido intensas, os Caps não iriam ter o mesmo desempenho da temporada anterior.
Erraram. O time finalizou como líder da Divisão Metropolitana, com 104 pontos. Além disso, foi um dos primeiros a garantir seu lugar nos playoffs. Ovechkin terminou a regular season como líder de gols em toda a liga, e o terceiro a ter mais gols em power play. Nada de diferente por aqui, já que é do feitio do forward liderare quebrar recordes.
Mas o time decepcionou e decaiu nos playoffs. Eles foram rapidamente derrotados em quatro jogos pelo Carolina Hurricanes. Da mesma forma, o Caps ainda é um time gigante e com um elenco talentoso. Liderados por Ovechkin, o time tem probabilidade altíssima de buscar um segundo título nesta temporada.
Uma linha com Ovechkin, Wilson e Backstrom pode vir a ser certeira. Apesar dos escândalos na off season, o Washington já afirmou que Evgeni Kuznetsov não irá ficar de fora de todos os jogos da temporada. Ele, junto dos veteranos Wilson, Oshie e Holtby, são peças essenciais e fazem completa diferença em jogo. Principalmente Oshie, que foi o segundo jogador do time a marcar mais gols na temporada.
Os Capitals estão indo no caminho certo. Tiveram alguns erros durante o caminho, mas vêm com força total para disputar pela Stanley.
Columbus Blue Jackets
Os Blue Jackets talvez tenham sido um dos times que menos se destacou da divisão na temporada regular. Porém, conquistaram a inédita vaga no segundo round dos playoffs, mesmo que tenham sido eliminados pelo Boston. Mesmo assim, com nomes como Artemi Panarin, Seth Jones, Cam Atkinson, Matt Duchene e Pierre Luc Dubois, o time conseguiu garantir um lugar na pós-temporada.
Pelo segundo ano consecutivo, o time teve a chance de liderar a série por 3 a 1 em casa, mas perdeu para o Boston. Mas perderam o timing e deixaram o Bruins levar a série.
Por mais que os Blue Jackets estejam em déficit com as saídas de Panarin e Duchene, o time ainda possui jogadores novos que podem influenciar no sucesso do Columbus. Um deles é Alexandre Texier, que fez três pontos em quatro jogos contra o Tampa Bay Lightning. Apesar disso, quando o time precisou de jogadores para rebater o contato físico do Boston, não houveram muitas soluções. Para a próxima temporada, o time precisa ser tão ofensivo quanto os demais, e treinar seus novos talentos da mesma forma.
Talvez a falta de experiência dos Blue Jackets tenha sido o principal fator que os cortou tão cedo dos playoffs. Sendo assim, isso é algo a se mudar a cada ano de experiência, já que possui jogadores veteranos e futuros talentos capazes de fazer do time uma presença constante nos playoffs daqui para frente.
Philadelphia Flyers
Talvez a aquisição mais importante dos Flyers na última temporada tenha sido o mascote que, sem dúvida, é um dos melhores da liga. Brincadeiras à parte, essa foi possivelmente uma das temporadas menos produtivas para o time. Nem chegaram a competir nos playoffs. Desde a season 2011/12, eles tem competido nos playoffs temporada sim, temporada não.
Por mais que a equipe possua novos talentos como Nolan Patrick e Carter Hart, além dos veteranos Claude Giroux e Sean Couturier, não foi o suficiente para levá-los para a pós-temporada. Mesmo assim, esses são os jogadores que podem encaminhar os Flyers outra vez aos playoffs.
É interessante observar como Carter Hart vai se desenvolver nesta nova temporada. O goleiro de apenas 21 anos, em sua primeira temporada pelo time, teve um percentual de defesas de .917%. É possível vermos uma alternância entre ele e Brian Elliot. Porém, com seu desenvolvimento na última temporada, talvez nós possamos ver Hart disputar mais jogos pelos Flyers.
Os rookies do time, mais especificamente Joel Farabee e Carsen Twarynski, também merecem atenção dos fãs, pois se destacaram muito no training camp. Twarynski, por exemplo, marcou dois gols nos últimos dois jogos da pre-season e fez uma perfomance excelente. Portanto, é provável que nós vejamos os dois garotos em alguns jogos dos Flyers na próxima temporada.
New York Rangers
Kaapo Kakko, jogador adiquirido pelos Rangers no segundo pick do Draft
Essa já é a segunda temporada dos Rangers fora dos playoffs. Eles adquiriram apenas 78 pontos na temporada regular passada. Com isso, terminaram em penúltimo lugar na divisão, a 20 pontos de garantir um lugar nos playoffs.
Apesar das dificuldades nos dois últimos anos, o time está disposto a deixar os empecilhos para trás e focar no futuro. O primeiro passo foi, talvez, a aquisição de Artemi Panarin na off-season. Líder em pontos pelo Blue Jackets na última temporada, o jogador será peça essencial da possível entrada dos Rangers nos playoffs, marcando gols e assistências que elevem a pontuação do time.
Adquirir Kaapo Kakko no Draft deste ano também foi um passo muito importante nessa reconstrução. Em maio, ele conquistou o Mundial de Hockey da IIHF, junto à Finlândia. Marcou apenas sete pontos durante o Mundial, mas sua maneira de jogar foi o suficiente para ser draftado em 2nd overall e chamar atenção dos Rangers. Se o ritmo se manter, será bem provável que Kakko leve o New York até a pós-temporada.
Dentro dos playoffs ou não, não se pode negar que o time tem um elenco cheio de estrelas. Primeiro, são liderados por Lundqvist, veterano dos Rangers. Além disso, se espera que o líder em pontos e gols da equipe, Mika Zibanejad, continue mantendo o padrão na próxima temporada, junto de Kreider e Vesey.
New Jersey Devils
Jack Hughes, draftado em primeiro pelos Devils
Se a última temporada não foi gratificante para os Devils, essa com certeza será bem diferente. O time, que terminou quase em último lugar, tirou a sorte grande ao conseguir o 1st pick overall no Draft deste ano, adquirindo um dos seus maiores talentos, Jack Hughes.
Hughes já provou ao que veio durante a pré-temporada. Em quatro jogos, ele marcou três gols e foi a estrela de dois dos quatro jogos. Seu estilo de jogo, sendo guiado pelo veterano Taylor Hall, pode vir a beneficiar muito os Devils nessa nova temporada.
Outra aquisição do time foi PK Subban, que vem para reforçar a desestruturada defesa de New Jersey. Um defensor, que circula pelo ataque e faz gols constantemente é o que os Devils precisam atualmente.
O que podemos garantir é que as chances dos Devils fazerem uma temporada incrível e garanta um lugar nos playoffs é grande. Hall, Hughes e companhia serão peça essencial para isso.
Quando William Nylander entrar no Air Canada Center em outubro com os Leafs, será com um novo, porém familiar, número em sua jersey. O center anunciou em suas redes sociais que, ao invés do número 29, passará a usar o 88 na próxima temporada.
Porém, para os fãs que possuem a camisa com o antigo numeral, o jogador pensou em uma solução. Irá cobrir a conta de todos aqueles que resolverem trocar o número 29 pelo 88. Desta maneira, até Dezembro de 2019, os torcedores dos Leafs poderão trocar de graça o número de suas jerseys. Cortesia do center.
Making the switch … what’s old is new again #88
I’ve got you covered Leafs Nation, go to @realsportstoronto to have your jersey recrested on me. pic.twitter.com/gQWHZVxQMo
No entanto, não é a primeira vez que Nylander troca o número de sua jersey no Maple Leafs. Na sua primeira temporada pela equipe canadense, o jogador de origem sueca costumava usar o 39. Porém, no ano seguinte, decidiu trocar para o número 29. Este que usou até a troca no início da semana.
Certamente o jogador não é o primeiro a trocar seu número mais de uma vez pelo mesmo time. O NHeLas, então, resolveu trazer quais jogadores que já trocaram o número da jersey mais de uma vez, jogando pelo mesmo time.
Jack Eichel
Eichel foi draftado no ano de 2015, pelo Buffalo Sabres. Quando começou sua carreira no time, costumava jogar com a camisa número 15. Posteriormente, com a ida de seu teammate, Evander Kane, para os Sharks, Jack teve carta branca para trocar o número de sua jersey para 9.
O motivo foi que o número tem história para o jogador. Antes de entrar na NHL, ele costumava jogar com a camisa 9 pela Universidade de Boston e ligas inferiores antes da universidade.
Maurice “Rocket” Richard
Richard, com certeza, tem seu nome marcado na história do hockey. Foi certamente a razão de muitos fãs do esporte adquirirem a camisa número 9. Quando começou a jogar no Montreal Canadiens, em 1942, o right-wing costumava usar o número 15. Porém, com o nascimento de sua filha, Maurice resolveu fazer a troca para o novo número.
O motivo? A menina nasceu com nine pounds (equivalente a 4kg). Por isso, em sua homenagem, ele optou por trocar o número de sua jersey.
Gordie Howe
Mr. Gordie Howe também marcou seu nome no esporte. Quando começou a jogar pelo Detroit Red Wings, em 1946, o jogador costumava usar o número 17. Na temporada seguinte com o clube, lhe foi oferecida a jersey número 9. Ele aceitou de muito bom grado.
No entanto, não existe nenhuma razão sentimental por trás do porquê. Em uma entrevista com Wayne Gretzky, em 2014, Mr. Hockey admitiu que fez a troca para ter “boas noites de sono”:
“Muitas pessoas podem não saber que meu primeiro número com os Red Wings era o número 17, até o início da minha primeira temporada. O nº 9 ficou disponível e foi oferecido a mim. Nós costumávamos viajar de trem naquela época, e caras com números mais altos tinham o beliche superior no vagão-cama. O nº 9 significava que eu tinha uma posição mais baixa no trem, o que era muito melhor do que engatinhar na cama de cima.”
John Davidson
Davidson foi um goleiro que atuou pelo New York Rangers. No início de sua carreira, costumava usar o número 30. No entanto, em 1977 trocou a numeração para 00. Ele queria este pois era um número mais baixo, e combinava com goleiros.
Ironicamente, com a jersey 00, o goleiro apenas defendeu um shout-out.
Ray Bourque
Bourque começou sua longa carreira em 1980, pelo Boston Bruins. Desde então, foi designado a ele o número 7. Este também pertenceu a outra lenda do clube, Phil Esposito. No entanto, em 1987, os Bruins resolveram aposentar o número 7 em homenagem a Esposito (na cerimônia, foi Bourque quem entregou a camisa 7 para o ídolo do time). Desta forma, Ray passou depois a usar o número 77 pelo Boston.
Bobby Orr
Quando Orr se juntou ao Bruins, tinha a intenção de usar o número 2 (número que usou quando jogava no juniors). Porém, os Bruins destinaram a ele a camisa 27. No entanto, quando outro jogador do time foi cortado da equipe, Bob optou por usar o número 4. Este seria o mais perto que chegaria do número que desejava.
O curioso é que, após sua aposentadoria, o número 4 virou legendário na equipe.
Vocês conhecem algum outro jogador que tenha trocado o número da sua jersey? Comenta na nossa caixa de comentários para sabermos também!
O hockey talvez seja um dos esportes mais interessantes do mundo devido a toda sua dinâmica. Com isso, vem as rivalidades entre os times. São elas que trazem intensidade ao esporte. Portanto, rivalidades nascem seja por pertencerem ao mesmo estado, por algum motivo chave, ou até mesmo pelo simples fato de se odiarem. Desde luvas no chão à sangue no rink e muitos socos e palavras mal intencionadas, as rixas entre os times da NHL assumem um outro nível de competição. Por isso, o NHeLas resolveu trazer hoje as cinco maiores rivalidades que já existiram na história da Liga.
Colorado Avalanche vs Detroit Red Wings
Esta é, com certeza, uma das mais sangrentas rivalidades que já existiram na NHL. Tal rixa foi solidificada devido a uma das maiores brigas já existentes na história da liga, protagonizada pelas duas equipes citadas. A briga, portanto, foi apelidada de “Brawl in Hockey Town”, por ter sido em Detroit. Porém, também ficou conhecida como “Bloody Wednesday”, devido ao fato de vários jogadores saírem do rinque sangrando.
A rivalidade teve seu start nos playoffs de 1996 da Stanley Cup, durante a Final da Conferência Oeste. Eventualmente, em algum momento do jogo, Claude Lemieux, jogador do Avalanche, acertou em cheio o Red Wing Kris Draper nas paredes do rinque. Draper, no entanto, acabou por bater o rosto no vidro, o que resultou na aquisição de ferimentos gravíssimos. Por conseguinte, o rancor entre as equipes foi estabelecido e a rivalidade formada. Porém, uma das maiores brigas que os torcedores da NHL viriam a presenciar aconteceria um ano depois.
Inegavelmente, o time de Detroit não conseguiu esquecer do episódio envolvendo Draper. Por isso, o último jogo da temporada regular, disputado entre as duas equipes, começou com grande tensão no ar. Tudo desencadeou devido a uma briga entre Igor Larionov e Peter Forsberg, que os árbitros não tiveram dificuldade para controlar. No entanto, quando Darren McCarty tirou as luvas e partiu para cima de Lemieux, o caos se instalou no The Joe. A briga envolveu quase todos os jogadores que estavam no rinque. Quando os árbitros chegaram a controlar o conflito, precisaram tirar o sangue espalhado pela pista. Posteriormente, após a aposentadoria, Kris Draper chegou a escrever um artigo para os “The Players Tribune”, que retrata o quanto a rivalidade teve impacto no sucesso do Detroit.
“The Brawl in Hockeytown”, protagonizada pelos Red Wings e Avalanche.
A rivalidade entre os dois times nasceu do jeito Old School de se jogar hockey. As equipes se tornaram rivais pelo nível de competição que carregavam a cada jogo disputado. Talvez não seja a primeira rivalidade que vem à cabeça do torcedor, mas, com certeza, é uma das que mais agracia a NHL.
New York Islanders vs New York Rangers
Rivalidades entre times de um mesmo país são conhecidas por serem calorosas. Porém, quando esta se instala em equipes que habitam a mesma cidade, a competição assume outro nível.
Chamada de “Batalha de Nova York”, a rivalidade entre New York Islanders e New York Rangers teve seu início em 1972. Coincidentemente, o mesmo ano em que os Isles passaram a compor a liga. Por ser o único time da liga a reinar em New York, os Rangers costumavam ser o pride and joy da cidade. Porém, a adição de um novo time, instalado não tão longe do Garden, fez a rivalidade nascer.
Desde a primeira vez que se encontraram nos playoffs, as equipes tiveram seus caminhos cruzados na pós-temporada apenas cinco vezes. Atualmente, os jogos competitivos ainda vivem quando ambas as equipes disputam. Os fãs, principalmente, preservam a rivalidade tanto quanto os jogadores.
Os Rangers, posteriormente, criaram o famoso apelido “Fish Sticks” para o rival. Isto porque os Islanders tinham na camisa, anteriormente, um logo que remetia a varas de pescar. Também inventaram uma cantiga, chamada “Potvin Sucks”. Esta surgiu devido a uma entrada que o Islander, Denis Potvin, realizou no Ranger Ulf Nilsson. Tal impacto acabou gerando um tornozelo quebrado para o center. Já os Islanders criaram um canto famoso entre a torcida: “If you know the Rangers suck”. Tal qual que é baseado na cantiga infantil, “If you’re happy and you know it”.
A rivalidade já gerou várias brigas e casa lotada para os dois times. Todo o amante de hockey sabe que, sempre que Isles e Rangers se encontram, será um bom jogo.
Montreal Canadiens vs Toronto Maple Leafs
A rivalidade Canadiens – Leafs é uma das mais antigas da NHL. Esta surgiu no ano de 1917. Ela se origina devido a grande rivalidade entre as duas maiores cidades no Canadá. Tais quais são casas para os dois times. Assim, como o Canadá vive pelo hockey, é compreensível que os dois times que ajudaram a originar a liga se tornariam rivais.
Ambos já se encontraram 15 vezes nos playoffs desde suas origens. Entre estas, no entanto, cinco foram em Stanley Cup Finals, anteriormente a colocação destes na mesma divisão/conferência.
No entanto, apesar de terem na conta uma grande lista de brigas durante os jogos que disputam entre si, a rivalidade continua viva. Assim sendo, alguns episódios provam o ponto. Como quando o Maple Leaf, Mikhail Grabovski, durante uma briga, mordeu o Canadiens, Max Pacioretty, em 2013. O capítulo gerou grande repercussão em toda a liga, em relação a conduta de Grabovski.
Em certos momentos, alguns analistas tentam explanar qual o melhor time, fazendo uma análise de ambos durante a temporada. Isto tudo com o intuito de dar um fim à rivalidade. Porém, apesar do sucesso que as duas equipes adquiriram ao longo dos anos, rivalidades assim não desaparecem. Não quando estamos falando sobre o país do hockey.
Boston Bruins vs Montreal Canadiens
A rivalidade entre os Bruins e Canadiens talvez seja a mais acalorada da liga. Esta vive até os dias atuais, desde que surgiu em 1924. Tais times foram os que mais se encontraram em jogos na NHL, principalmente playoffs. Foram 34 jogos entre as equipes na pós-temporada, ao longo de suas histórias. Assim, devido a tantos encontros, inevitavelmente seria impossível não existir uma rivalidade. Tal qual é extremamente feroz. As brigas acontecem constantemente entre os jogadores, técnicos e torcidas.
No entanto, os dois times não tem nenhuma razão geográfica para a rixa, como Canadiens e Toronto. Mesmo assim, é extremamente complicado para as duas equipes ter uma relação amigável. E isto se dá porque ambas querem sempre ter vantagem uma sobre a outra.
Vários episódios, como a briga dos goleiros Price e Thomas em 2011, ou quando ambos os times soltaram as luvas no vestiário, em 1986, ressaltam o óbvio: os times não fazem questão de se darem bem. Não importa a situação, as duas equipes se odeiam. Os próprios jogadores já expressaram que não fazem questão que a rivalidade vá embora tão cedo.
Pittsburgh Penguins vs Philadelphia Flyers
Assim como Rangers e Islanders, Pittsburgh e Philadelphia levam a rivalidade extremamente a sério. Nomeada de “Batalha da Pensilvânia”, ela surgiu em 1967, quando, coincidentemente, ambos os times passam a compor a liga devido a expansão. A partir do momento que os dois times entraram no rinque, eles sabiam que, com toda a certeza, dividiriam o estado com o inimigo.
Ambos já se encontraram seis vezes nos playoffs, com os Flyers tendo o maior número de jogos vencidos. No entanto, enquanto os Flyers lideram a rivalidade em número de vitórias, os Penguins ganham com o sucesso nos playoffs da Stanley Cup. Nos últimos dez anos, o time de Pittsburgh ganhou três Stanley Cups.
Assim como os fãs, os próprios jogadores abastecem a rivalidade. Crosby declarou, em 2012, que: “Nós não gostamos um do outro. Você pode dissecar tudo o que quiser, mas o fato é que não gostamos um do outro. Ambas as equipes trazem muitas coisas ruins umas para as outras”. Porém, também inspirou inúmeras brigas entre jogadores no rinque (Sidney Crosby e Claude Giroux são campeões), sob os olhos curiosos de casas lotadas.
Desta formada, com a paixão demasiada dos fãs da Pensilvânia pelos seus times, a rivalidade entre Pittsburgh e Filadélfia nunca morrerá.
A manhã de terça (02) começou com uma boa notícia para o hockey feminino. Isso porque o New York Rangers anunciou uma iniciativa para jovens meninas. Amanda Kessel, americana medalhista de ouro olímpico, será embaixadora oficial do Junior Rangers Girls Hockey. A iniciativa contará com 13 pistas em toda a área dos Três Estados (New Jersey, New York e Connecticut). Além disso, sediará vários programas de hockey, incluindo uma liga recreativa.
O Junior Rangers Girls Hockey foi criado especificamente para levar mais garotas ao gelo. Com isso, pretende-se aumentar a participação feminina no esporte por meio do acesso a oportunidades que não estão disponíveis no momento. O programa ajudará a aliviar a falta de opções específicas para meninas, que tendem a menores taxas de entrada e retenção no nível de 11 a 14 anos. Essa liga de recreação sub-14 será composta por diversas equipes nas 13 pistas. Além disso, oferecerá uma oportunidade de baixo custo para meninas de 14 anos ou menos jogarem.
As pistas que participam na liga recreativa incluem o Skyland’s Ice World (Stockholm, NJ), Protec Ponds (Somerset, NJ), ProSkate Ice Arena (South Brunswick, NJ), Union Sports Arena (Union, NJ), Danbury Ice Arena (Danbury, CT), Sports Center of CT (Shelton, CT), Brewster Ice Arena (Brewster, NY), Ice Time Sports Complex (Newburgh, NY), Mid-Hudson Civic Center (Poughkeepsie, NY), Long Island Sports Hub (Syosset, NY), Long Beach Arena (Long Beach, NY), Dix Hills Ice Rink (Dix Hills, NY) e Floyd Hall Arena (Little Falls, NJ).
A Divisão Metropolitana levou as últimas três Stanley Cups. Mais precisamente, os Penguins (2016, 2017) e os Capitals (2018) foram responsáveis por esse monopólio, que não acontecia desde os anos 80, quando Calgary e Edmonton combinaram na conquista de quatro títulos da NHL.
Em 2019, algumas equipes têm boas chances de brigar para manter a taça na divisão por mais um ano. Enquanto outras precisam melhorar muito para sequer sonhar com uma vaga nos playoffs.
Washington Capitals
Defender o título não é coisa fácil. Os Caps vêm de um verão de muita festa e devem começar a nova temporada com entusiasmo. Com um dos elencos mais velhos na NHL, no entanto, fica a dúvida se eles conseguirão manter o ritmo por muito tempo.
Washington volta praticamente com o mesmo elenco campeão. Subtraído de Jay Beagle e Philipp Grubauer, e sem grandes adições na intertemporada. Na falta de reforços, principalmente na defesa, qualquer lesão, ou suspensão (ahem, Tom Wilson), pode ser um obstáculo significativo para a equipe durante o ano. Porém, com enorme poder ofensivo, nas mãos de Alex Ovechkin, Evgeny Kuznetsov, Nicklas Backstrom, Lars Eller, T.J. Oshie e Andre Burakovsky (para citar alguns), o time não deve ter problemas para ultrapassar mais uma vez os 100 pontos na temporada regular.
Pittsburgh Penguins
Duas taças nos últimos três anos. Três, nos últimos dez. É difícil não colocar os Penguins entre os favoritos mais uma vez. A eliminação para o “freguês” – que acabou campeão – nos playoffs não era esperada e pode servir de motivação extra para a equipe este ano. Pittsburgh chega tão forte e perigoso quanto nas temporadas passadas. Tem um dos melhores ataques na liga e uma defesa que não deixa a desejar.
Seguindo a tendência dos últimos anos, os Pens devem começar a temporada sem muito destaque, para disparar nos meses anteriores aos playoffs. E não há dúvida de que o time pode em poucas semanas tirar diferenças significativas na tabela e chegar à liderança. Sidney Crosby e Evgeni Malkin já são sinônimos de excelência. Outros como Jake Guentzel, Phil Kessel, Derick Brassard e Kris Letang não ficam para trás. Quem ainda tem o que provar é Matt Murray, que teve um trabalho difícil na última temporada para atender às expectativas deixadas por Fleury.
Philadelphia Flyers
Os Flyers fizeram uma adição importante nessa intertemporada, e não estamos falando daquele mascote medonho. James Van Riemsdyk está de volta à Philly, equipe que o draftou em 2007 (2ª escolha overall), para complementar o ataque da equipe. JVR Ao seu lado estarão nomes como Claude Giroux, que terminou a última temporada parecendo anos mais jovem, Jakub Voracek e Sean Couturier.
Para um time que chegou aos playoffs nas últimas seis temporadas, o cenário parece promissor. A equipe teve um dos menores índices de tiros à gol contra na última temporada. E isso foi graças a nomes como Ivan Provorov e Shayne Gostisbehere na defesa. O problema é quando esses poucos tiros são o suficiente para o adversário vencer as partidas. Não podemos reclamar muito da competência de Brian Elliot ou Michal Neuvirth no gol, mas não é como se algum deles estivesse ajudando o time a passar dos primeiros rounds na pós-temporada… É muito cedo para colocar o goleiro novato Carter Hart como esperança para os Flyers?
Columbus Blue Jackets
Na última temporada foi a primeira vez na história dessa jovem franquia que os Jackets chegaram aos playoffs, por dois anos consecutivos. Da última vez, ainda chegaram perto de ganhar a primeira série do time na pós-temporada (sim, os Jackets são os únicos na NHL atualmente a ainda não ter passado da primeira rodada dos playoffs).
Apesar das movimentações durante as férias, a equipe ainda conta com muito talento para o técnico John Tortorella explorar. Artemi Panarin teve 82 pontos em 81 jogos na temporada regular, ao lado de Pierre-Luc Dubois e Cam Atikinson na primeira linha. O experiente goleiro, duas vezes vencedor do troféu Vezina, Sergei Bobrovsky, também está de volta para mais um ano com a equipe. Mesmo com alguma incerteza quanto ao futuro de alguns desses jogadores na equipe, Columbus deve se apoiar em suas estrelas para tentar ir além na pós-temporada.
Carolina Hurricanes
Desde que Tom Dundon comprou a franquia da Carolina, ainda na última temporada, muitas mudanças aconteceram. O técnico Rod Brind’Amour, ex-Hurricane, é uma das caras novas que chegam para consolidar essa nova era da equipe. A intertemporada também foi cheia de atividade para renovar o elenco da equipe da Carolina do Norte.
Depois de tantas movimentações, e ainda com uma defesa que, como um todo, pode ser considerada uma das melhores na liga, os Canes parecem uma aposta promissora para disputar a última vaga dos playoffs pela divisão Metropolitana. Seria a primeira vez em oito anos que o time passaria da temporada regular.
New Jersey Devils
Os Devils se despediram de Patrick Maroon, Micheal Grabner, Brian Gibbons, Jimmy Hayes e John Moore nessa intertemporada. Agora, mais do que nunca, podemos perguntar o que é New Jersey além de Taylor Hall?
A equioe ficou de fora dos playoffs por pouco no último ano. Mas é surpreendente que o time não tenha trazido nenhum reforço para tentar não ficar no “quase” este ano. Nico Hischier e os outros “novinhos” devem continuar se desenvolvendo para concretizar o plano de Ray Shero. Apesar da temporada espetacular que Hall teve em 2017-18, não dá para contar com ele sozinho para carregar a equipe à pós-temporada e além. Os playoffs agora parecem um sonho mais distante para NJ.
New York Rangers
Ficar de fora dos playoffs pela primeira vez em oito anos pode ter sido um choque para o torcedor dos Rangers, num primeiro momento. A equipe declarou que está em fase de reconstrução, e a temporada atual não é uma prioridade. Talvez as baixas expectativas acabem por surpreender no final.
New York Islanders
Calma, fãs dos Isles. Existe vida além do John Tavares.
Para começar, Matthew Barzal deve ter um segundo ano tão bom quanto o primeiro. Barry Trotz chega ao comando da equipe depois de levar os Caps à Stanley Cup. Não é tarefa fácil substituir um jogador e capitão como Tavares, e muitos aspectos técnicos ainda precisam de muito trabalho. Mas as coisas parecem promissoras para essa nova era do time, que acaba de começar. Para este ano, podemos esperar uma campanha ao menos mediana na temporada regular.
Na noite de sábado (7), Colorado Avalanche e St. Louis Blues disputaram, em Denver, a última vaga dos playoffs do lado Oeste. Os Avs estavam a um ponto atrás do Blues e, quem ganhasse o jogo também levava a vaga.
O jogo, com um gostinho de playoffs, foi dominado pelo Avalanche. Logo no primeiro período o time da casa fez o primeiro gol com Samuel Girard e não deixou que os Blues empatassem.
Tayson Barrie e Nathan MacKinnon fizeram mais gois na segunda parte do jogo, apesar de Schwarts ter feito um para o Blues, terminando a etapa em 3 a 1.
O capitão do Avalanche, Gabriel Landeskog, ainda deixou o dele no terceiro período, depois de já ter dado duas assistências. Brayden Schenn ainda marcou um gol para St. Louis, mas Colorado quis garantir sua vaga na pós-temporada com mais um gol, marcado por Matt Nieto. Final: 5 a 2.
Colorado Avalanche agora enfrenta o Nashville Predators na primeira fase dos playoffs no dia 12 de abril.
Outro time que se classificou de última hora para os playoffs foi o Philadelphia Flyers. Eles conquistaram sua vaga vencendo o New York Rangers em casa, por 5 a 0.
O time de Filadélfia precisava apenas de um ponto no seu último jogo da temporada regular para chegar à pós-temporada, terminando em terceiro na Divisão Metropolitana. Os Flyers se tornaram o quarto time da história da NHL a conquistar uma vaga nos playoffs depois de perder 10 jogos seguidos.
O jogo de ontem também foi importante para o capitão dos Flyers, Claude Giroux. O camisa 28 marcou o seu primeiro hat trick na temporada regular na NHL, e também chegou a 100 pontos (102 com os três gols do jogo). Foram em 34 gols e 68 assistências desde outubro do ano passado.
Philadelphia Flyers agora irá enfrentar o Pitsburgh Penguins na primeira rodada dos playoffs no dia 11 de abril.
Confrontos dos Playoffs
Um dos momentos mais esperados para os fãs de hockey está para começar. No dia 11 teremos os primeiros jogos da pós temporada e, alguns dos confrontos da primeira rodada serão interessantes em acompanhar.
No lado Oeste, o Nashville Predators, campeão da Conferência no ano passado, vem fazendo um jogo forte e competitivo, conquistando o President’s Thophy ao ganhar a temporada regular com 117 pontos. Os jogos contra o Colorado Avalanche serão apenas o início para o sonho de conquistar a Stanley Cup, depois de terem chegado tão perto no ano passado.
O Vegas Golden Knights ainda é uma criança. No início da temporada, ninguém acreditaria que um time que ainda estava se entrosando conseguiria conquistar tudo que o Vegas conseguiu. Nos playoffs, eles jogarão a primeira rodada contra o Los Angeles Kings, um confronto que poderá se tornar uma clássica rivalidade dada a proximidade das duas cidades.
Já no lado leste, Washington Capitals joga a primeira rodada contra o Columbus Blue Jackets. O Pittsburgh Penguins confronta o Philadelphia Flayers. Ambos os times querem passar sem preocupação para a segunda rodada, quando poderão se enfrentar pela 11ª vez nos playoffs. Das dez vezes que esse confronto aconteceu na pós temporada, 9 foram vencidas pelos Penguins, será que dessa vez teremos um resultado diferente para os Capitals?
Dois confrontos estavam em aberto até o jogo de ontem à noite (8). Boston não conseguiu alcançar o topo da Divisão Atlântica, pois perdeu para Flórida por 4 a 2. Os Bruins, então, enfrentam Toronto na primeira rodada, enquanto o Tampa Bay Lightning, na primeira posição, encara o New Jersey Devils.
Os Playoffs estão aí para nos deixar entretidos com hockey até junho. Não importa se o seu time do coração se classificou ou não, para o fã da modalidade, é um dos momentos mais emocionantes (e tensos). Quem será que vai levar a Stanley Cup para casa em 2018?
Algo que os Rangers tem em comum com os Islanders, além da cidade sede das equipes, seria os 4 títulos da Copa Stanley que cada equipe possue! O fato é que essas equipes têm muito em comum, além da rivalidade entre si, mas isso não se aplica atualmente à classificação geral, porque os dois time ocupam uma posição diferente um do outro na Divisão Metropolitana.
NY Rangers
Os Rangers estão em último na classificação da divisão. O time não anda muito bem, perdendo vários jogos importantes em casa e fora, estamos quase na reta final da classificação para os playoffs, e do jeito que as coisas andam para a equipe, o mais perto que vão chegar da pós-temporada será assistindo pela TV. Ficou claro que o time virou a página dessa temporada, e estão se concentrando na próxima temporada. Jeff Gorton, gerente geral dos Rangers, anunciou recentemente, que os eles estão a procura de novos jogadores, que possam ajudar a torná-los mais rápidos e concorrentes diretos para a Stanley Cup da próxima temporada. Possíveis nomes citados foram Derek Stepan, Tony DeAngelo, Dan Girardi; os Rangers selecionaram os centrais Lias Andersson e Filip Chytil na primeira rodada, e cada um faz parte do futuro da equipe de NY. Segundo Gorton, sao peças que ainda podem fazer a diferença este ano.
Os últimos resultados apresentados no gelo não agradam em nada os torcedores do time. Em 12 jogos só somaram 8 pontos, um número bem baixo, sem contar que passaram 4 jogos consecutivos sem ganhar e nem somar pontos. Na quarta-feira (7) sofreram mais uma derrota em casa diante de Boston, por 6 a 1 .
O time voltou a jogarnesta sexta-feira (9) fora de casa, contra os Flames e conseguiram uma vitória por 4 a 3. Será que veremos uma reação ou a temporada acabou para os Rangers? No momento eles parecem só ter olhos para o futuro e a renovação da equipe.
NY Islanders
Para os Islanders as coisas andam melhores, e aí está a principal diferença entre as equipes nesta temporada. O time está mais consistente, porém apresenta um aproveitamento nos jogos fora melhor que em casa.
Nas últimas 11 partidas, os Isles conseguiram 10 pontos entre derrotas e vitórias. A turminha de John Tavares, Josh Bailey, Matthew Barzal, Anders Lee, e Jordan Eberle está trabalhando muito bem junta, e atualmente a equipe ocupa a sexta colocação na Divisão Metropolitana.
Na quinta-feira (8), os Islanders jogaram contra os Sabres, e perderam por 4 a 3 fora de casa. O time voltou a jogar nesta sexta-feira (9) em casa contra Detroit,num confronto de muitos gols que ganharam no overtime por 7 a 6, com direito a um hat trick de Brock Nelson.
Sabemos que ninguém tem sua vaga garantida sem muito esforço e, mais importante ainda, sem ganhar jogos. A temporada ainda não está no final e bastante coisa pode rolar até lá.
Iniciamos a segunda-feira muito bem obrigado! Acompanhe a análises dos 4 jogos de ontem.
Ducks 4, Maple Leafs 7
Maple Leafs recebeu os Ducks, com um jogo de muitos gols. No primeiro período, Toronto saiu na frente, e Anaheimempatou com um gol de seu capitão Ryan Getzlal. 5 minutos depois, os Leafs voltaram a ficar na frente com William Mylander (que marcou duas vezes na noite). Os Ducks precisaram apenas de 6 minutos para virar a partida, com Richard Rakelle Ondrej Kase, só queo vizitantenão conseguiu segurar o ataque de Toronto,que voltou a ficar na frente no placar. No terceiro período, os Ducks até conseguiram o empate, só que a noite era mesmo dos donos da casa, que encerraram a partida com 7 a 4, num jogo de muita movimentação.
Predators 5, Islanders 4 (OT)
Os Predators foram até Nova York encarar os Islanders. Vindo de uma vitória no último jogo, o time de Nashville está muito bem na temporada, mas foram os donos da casa que começaram na frente, com gol de John Tavares no power play. Ainda no primeiro período, com dois gols de Kevin Fiala, os Predators viraram o placar, mas com um belo disparo a distância do defensor de Nova York, Ryan Pulock, sem chance nenhuma de defesa para o goleiro Pekka Rinne, os Isles voltaram a ficar na frente no marcador. No segundo período, parecia de que os Islanders ia somar seus dois pontos, mas no finalzinho do jogo, aos 42.2 segundos do fim, os Preds conseguiram empatar, levando a decisão final para a prorrogação. Aos 1:18 do tempo adicional, o capitão da equipe de Nashville, Roman Josi, marcou seu gol, e garantiu os dois pontos para os Predators.
Rangers 1, Stars 2
As coisas não anda nada bem para os Rangers, que somaram mais uma derrota. Sua última vitória foi no dia 25 de janeiro, contra os Sharks, efora de casa, antes da pausa para o All-Star Game. O jogo dessa segunda-feira foi a terceira derrota consecutiva da equipe; já Dallasconseguiu sua terceira vitória seguida, as duas última em casa. A equipe do Texas está indo bem na competição, e seu próximo jogo será contra os Hawks,fora de casa, na quinta-feira (8). Os Rangers encaram os Bruins em casa na quarta-feira (7), e precisam ganhar já que estão a 3 jogos sem pontuar.
Lightning 2, Oilers 6
Os Oilers receberam o Lightning em casa e atropelaram o time visitante. O destaque da partida sem dúvida foi o jovem capitão da equipe canadense, Connor McDavid. O jovem talento do time já soma 61 pontos, com 21 gols e 40 assistências. O hat trick foi pouco para ele, que balançou as redes 4 vezes na noite. Os Oilers voltam a jogar na quarta-feira (7), quando enfrentam os Kings em Los Angeles. Já os Boltsencaram os Canucks em casa na quinta-feira (8).