Os últimos dias têm sido de movimento intenso para o New Jersey Devils. Após inúmeras perdas, o GM do time, Ray Shero, decidiu pôr fim ao contrato do técnico John Hynes. No entanto, essa não foi a única perda que o time sofreu nos últimos dias. A estrela do time, Taylor Hall, também disse adeus aos Devils.
O adeus de Hall já era esperado pelos fãs porque em 2020 o jogador se tornaria free agent. Sendo assim, as especulações sobre os possíveis destinos já vinham acontecendo há um tempo. Hall, assim como qualquer outro jogador, sonha em ganhar uma Stanley Cup. Infelizmente, para os Devils conseguir isso ainda nessa temporada será necessário um milagre, não deixando outra alternativa para o canadense a não ser a troca de time.
Foi exatamente isso que aconteceu na última segunda (16), quando enfim o winger foi trocado para nada menos que o líder de divisão, o Arizona Coyotes. Para que a troca fosse possível, os Coyotes precisaram enviar seus prospects Nick Merkley e Nate Schnarr, que jogavam pelo Tucson Roadrunners da AHL, e Kevin Bahl, do Ottawa 67’s na OHL. Além disso, ofereceu duas escolhas de drafts: a primeira no Draft de 2020 e a terceira em 2021.
Entretanto, a escolha de 2021 tem duas cláusulas. Caso o jogador assine com os Yotes ou o time vença uma série dos playoffs deste ano, a escolha muda de terceira para segunda. Se, por um acaso, as duas situações aconteçam, os Devils terão então direito a primeira escolha no draft de 2021. Enquanto isso, os Devils mandaram, além de Hall, o prospect Blake Speers, que jogava pelo Binghamton Devils na AHL.
O que muda para os Coyotes
O time do Arizona também tem tido mudanças nessa temporada. Em julho deste ano, o time foi vendido para Alex Meruelo. Na mesma época, já tinha feito uma troca vantajosa pelo jogador Phil Kessel, que jogava pelo Pittsburgh Penguins. Além de estar com excelentes goleiros e uma defesa constante, os Yotes têm conseguido manter uma linha de 20 vitórias e quatro em overtime, contra 12 derrotas, em 36 partidas jogadas. O time tem se mantido líder de Divisão, ficando apenas um ponto na frente do Vegas Golden Knights. Essa situação difere do antigo time de Hall, que coleciona derrotas nesta temporada. Por fim, essa é exatamente a mudança que Taylor desejava.
Apesar de estar com muitas vitórias em suas estatísticas, o time é o oitavo na classificação geral da Liga. Eles precisavam de um jogador que marcasse gols, e Taylor é o jogador perfeito para isso. Além de ter ganhado o Hart Trophy na temporada 2017-18 como MVP, o winger também possui uma média de ao menos 20 pontos em cada temporada. Ele era o maior pontuador dos Devils, marcando seis gols e 19 assistências nesta temporada. Resumindo, o time já tinha chances de ir para os playoffs e Hall deve ser a adição perfeita para aumentar suas chances.
A estréia nos Coyotes
Prova disso foi a estréia do jogador com os Coyotes no jogo da última terça (17). Mesmo estando sem jogar há mais de uma semana e sem dormir direito devido à viagem para seu novo lar, o jogador conseguiu marcar um ponto em sua primeira partida com seu novo time. Hall vinha sendo mantido no banco desde o dia 10 de dezembro, quando as negociações para a troca foram iniciadas. Consequentemente o jogador não via a hora de voltar ao gelo. Por isso, quando surgiu a oportunidade de jogar contra o San Jose Sharks na noite de terça, ele agarrou com as duas mãos. Para que isso fosse possível, Andrew Barroway, proprietário minoritário dos Coyotes, enviou um avião particular. Taylor viajou durante à noite, chegando às 7h30 (horário local) para se juntar ao time e poder patinar com seus novos colegas antes de descansar para a partida.
Apesar de não ter tido um tempo ainda para se ajustar, Hall mostrou que está ali para vencer. Ele foi o responsável pela assistência do gol da vitória de 3-2 contra os Sharks, além de ter sido uma das estrelas de seu time. Por mais que seja cedo para avaliar o desempenho no gelo e afirmar como Hall irá influenciar a longo prazo, o canadense é um jogador de elite. Ele é rápido e capaz de jogar ofensivamente para aumentar as chances de o time marcar um gol. O forward tem sede pelos playoffs já que, em dez temporadas, só conseguiu participar uma vez por cinco jogos.
Boas vindas ao time
Na conferência realizada na quarta de manhã, Hall se mostrou otimista. No mesmo espírito estavam o GM John Chayka e o treinador Rick Tocchet. O jogador acredita que a data da troca foi perfeita, pois é o tempo necessário para que ele possa se adaptar ao novo time antes dos playoffs. Tocchet ainda completou dizendo que em casos de negociações envolvendo jogadores de elite, todo o sistema de um time pode mudar e este que irá se adaptar ao jogador, não o contrário. Com certeza, a adição de Hall é muito bem vinda a ambas as partes. Os Coyotes estão prontos para mostrar um novo estilo de jogo.
Nas últimas semanas, diversos rumores sobre a possível saída de Taylor Hall do New Jersey Devils vêm se destacando na mídia. Devido a mais um péssimo início de temporada, a estrela do New Jersey Devils estaria procurando uma nova casa ainda nessa temporada.
Contudo, desde que Alain Nasreddine assumiu o time, os Devils perderam dois jogos, sendo um deles no OT. Claramente ainda é cedo para que o desempenho de Nasreddine seja avaliado, porém a situação atual do time ainda é alarmante, principalmente para sua maior estrela.
Taylor Hall chegou ao time em 2016, vindo do Edmonton Oilers. Nos Devils, ele ganhou o primeiro Hart Trophy da franquia. Além disso, foi o principal responsável por levar o time aos primeiros playoffs desde 2012, na temporada 2017-2018.
O maior desejo de Hall, como de qualquer atleta na NHL, é de jogar os playoffs e ganhar a Stanley Cup. Em sua carreira, o canadense de 28 anos tem apenas cinco jogos de playoffs disputados.
Visto que Hall se torna free agent em 2020, rumores sobre seu destino têm surgindo com muita intensidade. Alguns afirmam que essa troca ocorrerá ainda esta semana.
Alguns times demonstraram interesse em Taylor Hall ou, pelo menos, é o que dizem os rumores. Sendo assim, levantamos quais os pontos positivos, negativos e as dificuldades desse possível negócio.
Colorado Avalanche
Joe Sakic, ex-jogador do Colorado Avalanche, é o GM do time. (Foto: RJ Sangosti)
O Colorado Avalanche possui ótimos forwards. A combinação de Gabriel Landeskog, Mikko Rantanen e Nathan MacKinnon é uma das melhores na Liga, sem dúvida. Entretanto, Landeskog e Rantanen sofreram lesões que os deixaram fora por algumas semanas.
Mesmo com a falta de jogadores importantes, a segunda linha, composta por JT Compher, Andre Burakovsky e Joonas Donskoi, conseguiu um desempenho satisfatório no gelo. Com eles, o time produziu 26 gols e somou 62 pontos em 29 jogos.
As novas aquisições do Avalanche estão mostrando boa adaptação no time, e talvez esse seja um ponto importante a considerar para uma possível chegada de Hall. Burakovsky foi adquirido do Washington Capitals e já marcou 12 gols. Outro jogador que também vem mostrando resultados positivos é Donskoi, adquirido dos Sharks, que apresenta boas estatísticas. Atualmente é o terceiro colocado da equipe na lista de pontos, com 22. Isso nos mostra que o time não depende de somente uma linha para ter resultados bons.
A adição de Taylor Hall ao elenco poderia trazer o poder ofensivo que o time precisa para poder chegar em uma final de Stanley Cup. Mas a chegada de Hall implicaria em menos minutos no gelo de Burakovsky e Donskoi, que estão dando resultado exatamente por terem mais tempo jogando do que tinham em suas antigas equipes.
Ray Shero, GM dos Devils, poderia querer uma combinação de algum prospect de alto nível (Bowen Byram, por exemplo, considerado um dos melhores prospects da farm system do Avalanche), somado a draft picks e/ou outro jogador do elenco atual. Contudo, Joe Sakic, GM do time, só teria interesse nisso se Taylor Hall assinasse por longo prazo.
Então, entramos na parte mais complexa desse cenário. Muitos contratos vencerão nos próximos anos. A começar pelo contrato do goleiro Philipp Grubauer e do capitão Landeskog. Grubauer recebe, atualmente, 3.3 milhões e Landeskog, 5.1 milhões. Manter estes contratos é algo fundamental, pois Grubauer nas redes é um dos diferenciais que o Avalanche adquiriu nos anos em que ficou de fora da pós-temporada. Além do goleiro, Landeskog é essencial na primeira linha e, acima de tudo, é o capitão da equipe.
Outro jogador que precisa pensar no cap para oferecer um futuro contrato é Cale Makar. O defensor, que já é candidato ao Calder Trophy, torna-se RFA em 2021. Dessa forma, ele poderia muito bem pedir um salário idêntico ao de Thomas Chabot, do Ottawa Senators, que assinou por 8 milhões nessa offseason.
Sem dúvida, estas questões precisam ser levadas em conta pelo time frente a esse possível cenário de Taylor Hall no Colorado Avalanche. Adicionado ao elenco, com certeza o time de Denver viraria um candidato à Stanley Cup. Entretanto, sacrificar alguns dos melhores jogadores da talvez melhor farm system da Liga soa arriscado se Hall não estiver disposto a assinar um contrato longo.
Montreal Canadiens
Marc Bergevin, GM dos Habs. (Foto: TVA Sports)
Por mais arriscado que seja assinar com um jogador de 28 anos, fazer isso com Taylor Hall talvez não seja má ideia para o Montreal Canadiens. Apesar da pouca experiência nos playoffs, Hall continua sendo um dos melhores jogadores de elite da NHL. Ele possui habilidades importantes, como a de redirecionar jogadas e finalizar. Dessa forma, sua capacidade de matar jogadas, lançado pucks às redes, seria de bom grado para um time que notavelmente peca nesse quesito.
Além disso, a franquia de Quebec há muito tempo não possui um jogador no ataque que seja a estrela do time. Taylor Hall certamente é o tipo de jogador que transformaria qualquer equipe, em ambos os sentidos. Ele seria a cara da franquia e ajudaria o time com suas habilidades.
Embora Marc Bergevin, GM dos Habs, tenha admitido que procura uma estrela para seu time, esta não é a maior prioridade neste momento.
Com uma média de quatro gols permitidos por jogo, a defesa dos Habs possui defensores veteranos, como Shea Weber e Jeffy Petry. Muito dos motivos para que a defesa seja fraca é por conta deles, que são facilmente alcançados no rinque por outros jogadores mais rápidos e ágeis.
Um dos principais prospects dos Habs é um defensor, Cole Fleury. Ele seria a esperança de uma melhora, todavia, só ele não basta para que a defesa do time de Montreal tome forma..
Montreal possui o espaço necessário no cap, caso eles procurem uma negociação como a de Mark Stone, mandado para Vegas Golden Knights. Após ser trocado do Ottawa Senators, ele assinou um contrato de oito anos por 8 milhões. Atualmente, os Canadiens têm exatamente 8 milhões de cap space.
Um cenário para esta troca seria mandar Cole Caufield (que ainda não tem contrato assinado pois joga esta temporada pela Universidade de Wisconsin), Charles Hudon e mais uma escolha da segunda rodada por Hall e mais um jogador mediano dos Devils. Outros prospects importantes que poderiam ser envolvidos na troca seriam Ryan Suzuki, Ryan Poehling e Josh Brook.
Ainda assim, Taylor Hall não é defensor. Porém, ele possui habilidades defensivas razoáveis. Isso poderia trazer benefícios para o time. A presença de um forte atacante mudaria o cenário dos Habs, ao ser fatal na hora de matar jogos que poderiam ser ganhos caso alguém fizesse o gol na hora certa. Hall, sem dúvida, seria esse jogador.
Enfim, Bergevin precisaria agir, afinal, há uma certa emergência para os Canadiens ir aos playoffs. O melhor prazo seria por agora, pois há chances de que, na deadline de 1º de julho, outros times irão atrás e a disputa por Hall ficará mais concorrida.
Menção honrosa: Edmonton Oilers
Este rumor talvez soe um pouco improvável, pois Taylor Hall jogou no Oilers por cinco temporadas. Além disso, o cap space dos Oilers é de aproximadamente 1 milhão. Então, quais seriam os motivos para que os Oilers recorressem a ele?
O Oilers tem tido uma temporada 2019-2020 relativamente boa.Porém, o time ainda depende da linha composta por Connor McDavid e Leon Draisaitl. A adição de Taylor Hall nesta line up poderia equilibrar o time, além de dividir a responsabilidade ofensiva, que está atualmente concentrada em McDavid e Draisaitl.
Para que esta troca ocorresse, Ken Holland, GM do Oilers, teria de ser criativo para criar espaço no cap. Uma das possibilidades seria mandar três bons jogadores da afiliada Bakersfield Condors e Jesse Pulijujarvi para New Jersey Devils, em troca de Taylor Hall e de mais um jogador mediano.
A seleção da primeira rodada no draft de 2020 talvez seja o que os Oilers possuam de mais valioso no momento. Porém, há muito risco em disponibilizar as escolhas em uma troca pelo veterano Hall. Este é definitivamente um risco que Holland não quer correr, ainda mais em seu primeiro ano de exercício.
A permanência no New Jersey Devils
Para que os Devils possam ir aos playoffs, eles precisariam vencer 35 jogos dos 55 que restam até o final da temporada. Isso é uma tarefa difícil, não só para eles, como para qualquer time da Liga. O St. Louis Blues conseguiu algo parecido, mas nunca é bom se basear nas exceções.
O New Jersey Devils não precisa de somente um jogador para ganhar a Stanley Cup. O que os Devils precisam vai muito além disso, a começar por um técnico propriamente dito. Ademais, precisam ainda retirar algumas peças do elenco e um goleiro melhor.
Mas e se o time conseguisse tudo isso? Afinal de contas, o elenco possui bons nomes. Além de veteranos como PK Subban, Wayne Simmonds e Nikita Gusev, Jack Hughes, first round pick, poderia ser a cara de uma nova reconstrução, em conjunto com os prospects Ty Smith, Nico Hischier e alguns picks altos do draft de 2020. Entretanto, esse processo poderia levar em média três a quatro anos, com os jogadores mais jovens ainda se desenvolvendo.
Apesar da permanência de Hall nos Devils soar incoerente após termos listado as vantagens de uma possível troca, existem motivos para isso. Pensando em um novo rebuild, ele poderia assinar um contrato não tão longo e caro. Com um outro técnico, outras perspectivas. Se então, o time conseguisse ter nenhuma melhora, a troca seria feita.
Algo é certo: com Hall indo embora, que é o rosto da franquia, o New Jersey Devils ou iria a declínio, ou iria melhorar. Um caso recente, que pode servir como parâmetro, foi o de John Tavares.
Após a maior estrela do New York Islanders sair, o time conseguiu ir aos playoffs após duas temporadas de fora. Muito disso se deve, também, ao técnico Barry Trotz, que ganhou a primeira cup da franquia do Washington Capitals.
Contudo, a frustração de não poder dar o seu melhor e continuar em um lugar no qual avanços não são visíveis, podem fazer com que Hall de fato seja trocado.
Nesta quarta-feira, 20, rolou em Las Vegas a entrega dos prêmios para jogadores e membros das comissões técnicas da NHL. O evento que normalmente tem os ganhadores como estrelas, foi ofuscado por homenagens ao sobreviventes dos Humboldt Broncos, time de Junior Hockey League Canadense que sofreu um grave acidente em 6 de abril de 2018. O ônibus que levava o time para um jogo se chocou contra um caminhão num cruzamento em Saskatchewan matando 16 pessoas (10 jogadores, 4 pessoas da equipe técnica, um locutor e o motorista do ônibus.)
10 dos sobreviventes estavam na cerimônia ontem, juntamente com a mulher do falecido técnico dos Humboldt Broncos para receber o primeiro prêmio Willie O’Ree Community Hero Award, dado a alguém que use o esporte para transformar a sua comunidade.
Um tributo emocionante ao time tirou o nervosismo dos indicados. O ganhador do Hart Trophy, dado do MVP (Most Valuable Player) da temporada, Taylor Hall disse que ver a homenagem feita ao time o deixou mais tranquilo. “Quando você está naquele palco a noite toda está girando em torno de um momento específico, e é fácil você se ver envolvido por tudo aquilo. Mas quando você vê esse vídeo, aquela homenagem, ao falar com alguns dos jogadores e suas famílias ontem, isso coloca tudo em perspectiva. Não é só sobre você. Não é sobre ganhar prêmios. É sobre aproveitar a vida e fazer o que você ama.” Hall foi o primeiro jogador dos Devils a levar o Hart Trophy.
Além dos sobreviventes dos Broncos, estavam lá também o time de hockey da Marjory Stoneman Douglas High School, escola na Flórida que foi palco de um tiroteio no início do ano. O time da escola foi campeão do campeonato da Flórida depois da tragédia.
Victor Hedman, que levou o Norris Trophy, disse em seu discurso que “Isso mostra que o hockey é mais que um esporte. É uma família”. O defensor ainda mencionou os sobreviventes e a equipe de resgate do tiroteio em Las Vegas.
O time que mais levou foi o Vegas Golden Knights com quatro prêmios. Karlsson foi o primeiro premiado com o Lady Byng Trophy, por ser o jogador que melhor combina espírito esportivo, cavalheirismo e habilidade. O prêmio de melhor técnico, o Jack Adams Award, foi para Gerard Gallant por ter levado Vegas às finais da Stanley Cup na primeira temporada do time. O terceiro prêmio dos Golden Knight foi o Mark Messier NHL Leadership Award pra Deryk Engelland por ser um exemplo de liderança para o time dentro e fora do gelo, além de ajudar o hockey a crescer na comunidade. Pra finalizar, o General Managers de Vegas, George McPhee, foi escolhido como o General Manager do ano.
Quem levou o Masterton Trophy, foi Bryan Boyle. O prêmio vai para o jogador que tem mais perseverança, espírito esportivo e dedicação ao Hockey. Boyle leva o prêmio na temporada em que descobriu ter Leucemia Mieloide Crônica. Mesmo assim, fez sua estreia da temporada em 1º de novembro e ajudou os Devils a chegar na pós temporada. Desde o começo da temporada, Boyle perdeu apenas 3 jogos e acabou a temporada regular com 69 pontos.
Os irmãos Sedin também não ficaram de fora e levaram pra casa o King Clancy Trophy. Daniel Sedin e Henrik Sedin anunciaram a aposentadoria após 17 anos na liga no final da temporada regular.
Segue a lista completa de vencedores dos prêmios dessa temporada: