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  • 12 momentos que entraram para a história em 2019

    12 momentos que entraram para a história em 2019

    O ano de 2019 para o hockey foi intenso e lotado. De pontos à shutouts, a NHL registrou acontecimentos que entraram para a história da Liga e colocaram jogadores e times em colocações também históricas. Portanto, a equipe do NHeLas resolveu fazer um top 10 de todos os recordes ultrapassados ao longo dos últimos 12 meses.

    04/02: Carter Hart se tornou o 4º goleiro na história da NHL a ter uma sequência de vitórias de, pelo menos, 7 jogos antes mesmo de completar 21 anos. A marca foi registrada em um jogo dos Flyers contra os Canucks. 

    06/04: O Tampa Bay Lightning se tornou o 4º time na história da NHL a adquirir mais pontos em uma temporada. Ao fim da season 2018/19, registrou um total de 128 pontos. Seguidamente, tornaram-se o segundo time na história da Liga a possuir mais vitórias durante uma temporada, com 62 somadas. 

    12/06: O St. Louis Blues se tornou, o primeiro time de expansão da NHL a ganhar a StanleyCup depois de ter ocupado o último lugar na classificação geral da temporada.

    14/10:  Victor Olofsson, rookie do Winnipeg Jets na temporada 2019/20, atingiu um recorde histórico no início de sua carreira. Ele marcou todos os seus 7 primeiros gols na Liga em Power Play. Desta forma, se torna o primeiro jogador na história da NHL a conquistar tal feito. 

    15/11: O forward do Boston Bruins, Brad Marchand, entrou para a história da NHL. Ele se tornou, por fim, o único jogador da Liga a marcar, em 7 ocasiões,  nos primeiros 15 segundos de uma partida.

    16/11: Connor McDavid e Leon Draisaitl, do Edmonton Oilers, se tornaram a terceira dupla de jogadores na história da NHL, nos últimos 30 anos, a marcar mais de 40 pontos nos primeiros 22 jogos de sua equipe na temporada. 

    25/11: Em um jogo do New York Rangers contra o Minnesota Wild, Henrik Lundqvist bate outro recorde em sua carreira. O jogador chegou a marca de 455 vitórias com o time. Desta forma, se tornou, por fim, o 5º goleiro na história da NHL com mais vitórias. 

    10/12: Sebastian Aho, do Carolina Hurricanes tornou-se o jogador mais novo dos Cannes a atingir a marca de 100 gols no jogo contra o Oilers. Desta forma, também passou a ocupar o 6º lugar em toda a história da NHL entre os jogadores que marcaram 100 pontos em poucos jogos (no caso dele, 273).

    13/12: O Vegas Golden Knights, no último jogo da equipe contra o Dallas Stars, também conquistou um grande recorde para equipe. Este sendo o maior recorde na história da NHL em pontos nos 100 primeiros jogos fora de casa de uma franquia, somando, por fim, 109 pontos. 

    14/12: Frederik Andersen, do Toronto Maple Leafs, alcançou a marca de 200 vitórias durante a temporada regular, em 344 partidas ou menos. Portanto, se torna o 5º goleiro na história da NHL a conquistar tal marca.

    27/12: Cale Makar, do Avalanche, no jogo do time contra o Minnesota Wild, atinge a marca de 29 pontos nos 30 primeiros jogos de sua carreira. Desta forma, se torna o 5º jogador na história da NHL a alcançar o Marco. 

    27/12: Alex Ovechkin, no último jogo dos Capitals contra os Blue Jackets, conquista seu 36º ponto em OT durante a temporada regular. Assim, se torna o segundo jogador, na história da liga, com mais pontos em overtime.

  • Cinco momentos inesquecíveis na história da Stanley Cup Final

    Cinco momentos inesquecíveis na história da Stanley Cup Final

    É senso comum para todo o fã e jogador de hockey que, em playoffs da NHL, vale tudo. Os times mudam, os jogadores também. É, basicamente, uma nova equipe. Porém, se passamos a falar de Stanley Cup Finals, a competição atinge um outro nível. As coisas ficam intensas entre os dois times que precisam disputar arduamente pela taça em sete jogos. Junto de tanta competição, vem também os melhores momentos e jogos que o torcedor espera ver durante toda a regular season. Por isso, o NHeLas resolveu trazer os cinco momentos mais inesquecíveis na história das finais da Stanley Cup.

    Stanley Cup Final 1928, Jogo 2 – New York Rangers vs Montreal Maroons

    Sendo sua primeira aparição na história das Finais da Stanley Cup, a última coisa que os Rangers pretendiam era desapontar seus fãs. O time havia perdido o primeiro jogo da série para os Maroons. Porém, apesar dos imprevistos, a equipe de New York fez o possível e impossível para ficar à frente no placar no jogo 2. Inclusive, escalar o próprio técnico para defender suas redes. 

    O goleiro regular dos Rangers, Lorne Chabot, acabou sofrendo uma concussão em seu olho. Esta durante um lance, ainda no segundo período do jogo. Apesar de terem dois goleiros reservas para assumir o papel, os Maroons se negaram a aceitar que qualquer um destes assumisse a posição. Portanto, sem maiores alternativas, o técnico da equipe, Lester Patrick, tomou a responsabilidade (e as luvas) e assumiu a goleira do time. Atuou pelo restante dos últimos períodos. Com seus incansáveis esforços, e palavras de incentivo, o time conseguiu uma vitória de 2 a 1, em OT, no time do Canadá. Seguidamente, o time de New York acabou levando a taça. Esta foi a segunda a ser levantada por um time estadunidense. A primeira havia sido pelo Seattle Metropolitans, em 1917. 

    Chabot acabou se tornando um dos jogadores mais velhos a disputar uma Stanley Cup Final, com 44 anos de idade. No entanto, mais tarde, perderia o posto para Chris Chelios, em 2008, que tinha 46 anos. 

    Red Wings entregam a taça para Vladimir Konstantinov, 1998

    Esta talvez seja uma das histórias mais emocionantes que poderiam acontecer em uma Stanley Cup Final. Em 1997, após eliminarem o Philadelphia Flyers em quatro jogos, o Detroit Red Wings levantou sua oitava taça. Porém, aqueles que deveriam ser dias de pura comemoração, acabaram se tornando em tragédia.

    O defensor do time, Vladimir Konstantinov, se envolveu em um acidente gravissímo, que resultou no final trágico de sua carreira. O carro em que o jogador estava acabou colidindo, causando a este lesões severas no cérebro. Por conseqüência, passou o restante de sua vida em uma cadeira de rodas. 

    Na temporada de 1998, os jogadores do Red Wings dedicaram a maior parte dos jogos ao seu teammate. No entanto, mais ainda, eles fizeram da tragédia uma motivação para chegar às finais e ganhar a segunda taça seguida por Konstantinov. E conseguiram. 

    O time de Detroit venceu o Washington Capitals em quatro jogos. Sendo este último na casa dos Capitals, levantando a Lord Stanley pela nona vez. Porém, sabendo que Vladimir estava na arena, os jogadores dos Red Wings chamaram o defensor ao rinque para levantar a taça junto dele. Isso por que, apesar dos pesares, ele merecia a vitória tanto quando a atual equipe de Detroit. 

    Não havia um olho sem lágrimas enquanto o russo levantava a taça. Mais uma prova de que o hockey é muito mais do que um simples esporte. 

    Bob Baun marca o gol da vitória com perna quebrada, em 1964

    Baun não era conhecido por ser o goleador do Toronto Maple Leafs. Porém, foi com sua ajuda que a equipe conquistou seu 12º campeonato na NHL. Tal defensor marcou um dos gols mais memoráveis da história da Stanley Cup, no jogo 6. 

    Depois de uma grave entrada, Bob precisou ser retirado do rinque em uma maca, devido a situação da lesão. O resultado da colisão foi uma perna quebrada para o jogador e, aparentemente, o fim da temporada para este. 

    No entanto, por algum motivo, Baun acabou voltando para o jogo, quando este já estava em overtime. Em uma jogada incrível, e com muito esforço, o camisa 21 dos Leafs acabou marcando o gol da vitória do time. Assim, o Toronto insistiu com um jogo 7 e ganhou mais uma chance de ganhar a taça. O que acabou por acontecer, já que os Maple Leafs acabaram derrotando o Detroit Red Wings no jogo 7. Desta forma, o time levantou a sua décima segunda Stanley Cup. 

    Bob marcou apenas 37 gols em 964 jogos em sua carreira na NHL. No entanto, foi esse famoso gol, e sua insistência durante o jogo, disputando com uma lesão, que fizeram com que ele tivesse para sempre seu nome marcado na história do hockey.

    O primeiro campeonato do Dallas Stars, em 1999

    O Dallas demorou algum tempo para se estabelecer como um dos melhores times da NHL. Porém, anos como o de 1999, mostram o quanto essas palavras não poderiam ser mais verdadeiras. 

    Aquela seria a terceira aparição do Dallas em uma Stanley Cup Final. O time, que tinha como adversário o Buffalo Sabres, apareceu somente em duas. Apesar de o Dallas ter feito uma ótima campanha até as finais, o fato que ficou marcado na história do jogo final foi o controverso gol do Dallas em OT. 

    O jogo, no entanto, em si, foi completamente intenso. Ambos os times fizeram cada um apenas um gol. Assim, levando o jogo para aqueles que foram um dos maiores OTs da história de uma Stanley Cup Final. O jogo teve nada mais, nada menos, do que três OTs. Depois de cinco jogos intensos, os dois times estavam jogando os períodos finais da partida completamente esgotados. Nenhum puck passava por nenhum dos dois goleiros. Até que um lance de Brett Hull acabou dando sorte ao Dallas. 

    Aos 14:51 do terceiro OT, Hull, através de um rebote do goleiro dos Sabres, colocou o puck no fundo da rede. Porém, muitos fãs dos Sabres reclamaram impedimento, já que os skates de Brett estavam à frente da linha, antes mesmo de o puck chegar. No entanto, o gol foi considerado pela arbitragem. Finalmente, após aquilo que foi uma das melhores (e mais cansativas) campanhas já feitas, o Dallas Stars acabou levantando sua primeira taça, na casa do Buffalo Sabres. Apesar das controvérsias, foi um gol memorável para uma temporada mais memorável ainda. 

    Desta forma, o jogo entra para a história como a partida de maior duração em um jogo decisivo de Stanley Cup Final, e o segundo maior entre todos os jogos da final.

    A temporada histórica do St. Louis Blues em 2019 e seu amuleto da sorte, Laila Anderson

    Sendo fã ou não do time, é necessário reconhecer que o St. Louis percorreu um vasto caminho até a chegar à final da Stanley Cup. Do último lugar na temporada regular à conquista de seu primeiro campeonato. O time, certamente, é um exemplo de superação. Outro exemplo de superação é Laila Anderson.

    Laila é, com toda certeza, uma das maiores torcedoras do St. Louis Blues. Com apenas 11 anos, a garotinha já enfrentou mais batalhas que podemos imaginar. Ela possui HLH, uma doença rara e não imune. Vivendo entre sua casa e corredores de hospital, Laila encontrou no St. Louis um motivo a mais para continuar lutando. Mesmo quando os Blues estavam fazendo sua pior campanha na temporada, esta continuou torcendo fielmente pelo time, e acreditando em seu potencial para trazer sua primeira Stanley Cup para casa. 

    A menina acabou se tornando o amuleto da sorte do time, e acompanhou grande parte dos jogos do time na final dentro das arenas. E os Blues acabaram levando seu primeiro campeonato, sobre o Boston Bruins. Assim como os demais jogadores, Laila também foi chamada ao rinque, para levantar a taça que era tão dela quanto deles. O time inteiro admira e reconhece a força de Laila, levando sua jornada e batalhas como inspiração. Eles acabaram a adotando como uma parte do time.

     

    Mais um exemplo sobre como o hockey pode ser bem mais que apenas um esporte na maior parte das vezes. 

    E vocês, quais são seus momentos preferidos das finais da Stanley Cup? Conta para nós nos comentários!

    Foto: Reprodução/washingtonpost.com

  • “PLAY GLORIA!”

    “PLAY GLORIA!”

    Curioso para saber como uma música dos anos 1980 se tornou o hino da campanha do St. Louis Blues pelo título inédito da Stanley Cup? O NHeLas te conta!

    Quem é Gloria?

    A canção foi originalmente lançada pelo cantor italiano Umberto Tozzi em 1979, escrita por ele em parceria com Giancarlo Bigazzi. A letra foi traduzida para o inglês por Jonathan King. Entretanto, o sucesso nos Estados Unidos só aconteceu com um cover feito por uma norte-americana em 1982. A cantora Laura Branigan foi posteriormente indicada ao Grammy pela performance, que passou 36 semanas na parada da Billboard.

    Branigan tem uma conexão improvável com a NHL. Após o sucesso de “Gloria” e sua indicação ao Grammy, ela foi convidada para cantar o hino nacional dos EUA no All Star Game de 1983. Em 2019, contudo, a canção voltou à tona no mundo dos esportes, se tornando um hino improvável para a campanha vitoriosa dos Blues. Infelizmente, Branigan não pôde ver o revival do seu hit, pois faleceu em 2004 aos 52 anos, vítima de um aneurisma.

    Como chegou aos jogadores de St. Louis?


    Os jogadores do St. Louis no bar “The Jacks NYB“, na Filadélfia em 06 de janeiro de 2019

    Em janeiro deste ano, enquanto estavam na Filadélfia para um jogo contra os Flyers, os jogadores Alexander Steen, Joel Edmundson, Robert Bortuzzo, Jaden Schwartz e Robby Fabbri foram a um bar para assistir ao jogo entre Philadelphia Eagles e Chicago Bears com amigos da cidade. Durante o intervalo, os locais pediam para o DJ tocar “Gloria”, e todos no estabelecimento dançavam e cantavam. Fascinados pelo efeito da canção, os jogadores dos Blues decidiram tocá-la também depois de suas vitórias.

    Na noite seguinte, St. Louis venceu com uma shutout e “Gloria” virou um hino instantâneo. Até então, a canção escolhida era “Runaround Sue” de Dion, mas perdeu o lugar para “Gloria”. Nasceu aí o “Play Gloria”, que ecoou no vestiário durante a remontada dos Blues, que chegaram a estar em último lugar na Liga, até chegarem nas finais da Stanley Cup. O bar na Filadélfia, por sua vez, começou a receber os torcedores dos Blues para assistirem à campanha do seu time do coração. Isso porque todos estavam curiosos para visitarem o local onde o fenômeno “Gloria” começou.

    O efeito Gloria

    A vitória dos Blues foi, com razão, comemorada com muitas reproduções de “Gloria”. Separamos alguns vídeos para vocês, como Brett Hull cantando a canção no desfile e a atriz Jenna Fischer comemorando com um bolo temático. Além disso, tanto a torcida no Busch Stadium em St. Louis quanto as bandas Phish e Vampire Weekend também cantaram a música.

    Brett Hull cantando Gloria durante o desfile em St. Louis, no sábado (15)
    A atriz Jenna Fischer comemora (ao som de Glória) com um bolo temático
    A torcida canta Gloria após o final do jogo, no Busch Stadium em St. Louis
    As bandas Phish e Vampire Weekend cantaram Gloria durante seu show em St. Louis, que aconteceu durante o Jogo 7

    Foto: NHL.com/Reprodução

  • Blues vencem e fazem história

    Blues vencem e fazem história

    Pode ter sido Dia dos Namorados aqui no Brasil, mas quem comemorou mesmo foi o St. Louis Blues, que venceu e levantou a primeira Stanley Cup da história da franquia.

    Noite de quarta-feira (12). Jogo 7. St. Louis Blues, que até o início de janeiro estava em último lugar na liga, surpreende, dá a volta por cima e chega às finais do campeonato.

    Depois de 49 anos, os Blues chegaram em mais uma final de playoffs. Ironicamente, contra o mesmo time que foi seu adversário em 1970, o Boston Bruins. As expectativas eram altas; ganhar esse campeonato significava muito para o time, afinal seria se tornar pela primeira vez campeão da Stanley Cup. Mas os Blues não se deixaram abalar, mantendo a garra até o final, para enfim vencer por 4 a 1 o time da casa, levantando a Stanley Cup.

    Blues 4, Bruins 1

    O time do Missouri estava indo bem nessa última série. Vinha com 2 vitórias consecutivas e só precisavam ganhar o Jogo 6. Mas os Ursos pressionaram e conseguiram um Jogo 7. Partida marcada e o próximo a ganhar seria o campeão.

    No primeiro período os Bruins até tentou, fez um jogo mais ofensivo, muitos tiros a gol, mas ainda assim não foi o suficiente.

    Por outro lado os Blues marcaram duas vezes. O primeiro ficou por conta de Ryan O’Reilly. O segundo gol, aos 19:52 foi o capitão Alex Pietrangelo quem mandou para dentro, fazendo 2-0.

    O segundo período foi mais tranquilo e nenhum dos dois times marcaram. No terceiro período o campeão do troféu Clarence S. Campbell atacou novamente. Dessa vez quem marcou foi Brayden Schenn, com assistências de Vladimir Tarasenko e Jaden Schwartz. Quem fechou com chave de ouro o placar foi Zach Sanford aos 15:22.

    Jordan Binnington foi espetacular e defendeu 32 dos 33 shoots feitos pelo time da casa. O goleiro deixou passar somente um tiro de Matt Grzelcyk no final do terceiro período. Jogo finalizado, o placar era 4-1 e o St. Louis Blues se tornou pela primeira vez campeão da Stanley Cup.

    Conn Smythe Trophy

    O center O’Reilly teve motivo em dobro para comemorar. Responsável por 5 gols nos últimos quatro jogos, o canadense levou o troféu Conn Smythe, dado ao jogador considerado “mais valioso” dos playoffs. Ryan foi o primeiro jogador desde Wayne Gretzky a marcar em quatro jogos consecutivos em uma Final da Stanley Cup.

    História no gelo

    Em novembro, o Blues demitiu o técnico Mike Yeo. Consequentemente, Craig Berube acabou por assumir, como interino, até que a equipe nomeasse oficialmente alguém para o cargo.

    Ainda assim o time continuava indo de mal a pior. Até janeiro, quando Berube decidiu arriscar e colocar o novato Jordan Binnington para jogar.

    O que ninguém esperava aconteceu; Binnington mostrou que estava ali para vencer. Do dia 23 de janeiro a 19 de fevereiro foram 11 vitórias consecutivas. O time se tornou tinha o segundo melhor recorde de vitórias da NHL.

    Técnico novo, goleiro novo e equipe ganhando. Essa era a receita que o time precisava para levantar os ânimos e chegar nos playoffs.

    Sobre a mudança do Blues dentro e fora do gelo, você pode ler mais nessa análise que conta um pouco mais a história dessa temporada.

    Amuleto da sorte?

    A noite foi inesquecível também para (e por conta de) a menina Laila Anderson, que ficou conhecida após um vídeo gravado por sua mãe ser tornar viral. No vídeo, Laila, que luta contra uma doença rara, a Linfohistiocitose Hemofagocítica (LHH), descobre que está liberada pelos médicos para ir aos jogos dos playoffs.

    A super fã do time foi convidada pelos jogadores a voar para Boston e participar do Jogo 7. Não só isso, ela também foi convidada pelos jogadores a entrar no gelo e beijar a tão sonhada Stanley Cup. Sem dúvidas, o Blues marcou a vida dessa menina, que com certeza será lembrada na história do St. Louis Blues como um amuleto da sorte.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Principais candidatos ao Conn Smythe 2019

    Principais candidatos ao Conn Smythe 2019

    Com o Jogo 7 marcado para logo mais, os Capitals passarão o bastão, ou melhor, a Stanley Cup, para outra equipe. Enquanto os Bruins já foram campeões seis vezes, St. Louis tenta o título inédito. No entanto, essa é sua quarta aparição nas finais (a equipe de Missouri também disputou em 1968, 1969 e 1970). Quem são, então, os principais candidatos para o troféu Conn Smythe, de MVP dos playoffs?

    O atual detentor do troféu é Alexander Ovechkin. Além dele, seus últimos vencedores incluem Sidney Crosby (duas vezes), Duncan Keith, Justin Williams, Patrick Kane e Jonathan Quick. Na última campanha vitoriosa de Boston, em 2011, o vencedor foi o goleiro Tim Thomas. Será que teremos outro goleiro MVP? Isso não acontece desde 2012, quando Quick venceu a Stanley Cup com o Los Angeles Kings pela primeira vez.

    É importante ressaltar que um atleta da equipe perdedora só venceu o troféu em cinco ocasiões. Ou seja, o campeão é tradicionalmente votado como MVP pelos jornalistas que cobrem o último jogo das finais. Para este ano, as nossas apostas são as seguintes:

    TUUKKA RASK, G, BOSTON BRUINS

    O finlandês teve seu ressurgimento nessa temporada e se mostrou quase invencível nestes playoffs. O arqueiro, que sempre foi muito criticado por sua inconstância e muito culpado pelo desfecho das finais de 2013, tem feito defesas antológicas e tido atuações magistrais durante a campanha dos Bruins. Ele lidera os playoffs no quesito de menos gols sofridos, com apenas 1.93 e uma porcentagem de .938. No Jogo 6, defendeu 28 de 29 tiros ao gol, o que vai de acordo com seu desempenho espetacular fora de casa, para o qual tem uma porcentagem de .966. É definitivamente o favorito caso Boston vença.

    RYAN O’REILLY, C, ST. LOUIS BLUES

    Quando sua equipe mais precisou dele, o center foi, no linguajar do hóquei, clutch, ou seja, decisivo. Seus dois gols no Jogo 4 ajudaram a equipe de Missouri a igualar a série. Além disso, no Jogo 5 o canadense marcou mais dois pontos. O’Reilly é o líder dos Blues em pontos, com 21. Devido ao seu surgimento como principal arma ofensiva da equipe, com nove pontos nos últimos sete jogos, o jogador afinal surge como principal candidato de St. Louis ao prêmio de MVP.

    TOREY KRUG, D, BOSTON BRUINS

    O pequeno defensor de Boston lidera sua equipe em assistências, com 16, e totaliza 18 pontos na campanha. Desde Ray Bourque, com seus 25 pontos em 1991, nenhum defensor dos Bruins pontuou tanto. O americano é peça chave no esquema tático de sua equipe. Além disso, é também fundamental no power play e bateu um recorde da equipe quando marcou quatro pontos no Jogo 3 das finais.

    JORDAN BINNINGTON, G, ST. LOUIS BLUES

    Sensação durante a temporada, o goleiro novato dos Blues continuou forte na pós-temporada. Ainda que seus números, .911 na porcentagem de defesas e 2.52 gols contra, não sejam tão impressionantes quanto os de Rask, o arqueiro tem sido uma constância para a defesa de St. Louis. A sua melhor atuação foi, de longe, o Jogo 5, quando teve sucesso em 38 de 39 defesas. Após sua temporada surpreendente, Binnington foi indicado ao Calder, troféu que vai para o melhor novato. Sua prioridade, entretanto, é dar a St. Louis sua primeira Stanley Cup.

    BRAD MARCHAND, LW, BOSTON BRUINS

    Existem poucas figuras que são mais polêmicas no hóquei atual que o winger canadense dos Bruins, mas seus números não mentem. Marchand tem 23 pontos em 23 jogos e ainda especula-se que ele está jogando machucado. Ainda assim, ele já marcou dois gols nas finais da Stanley Cup e pelo menos um ponto em quatro dos últimos seis jogos.

    VLADIMIR TARASENKO, RW, ST. LOUIS BLUES

    O winger russo foi pivô de rumores de trocas até a trade deadline. Mesmo assim, foi aumentando sua efetividade na medida em que os Blues passavam de round. Tarasenko teve um ponto em nove dos últimos 12 jogos da equipe de Missouri, inclusive pontuando em todas as partidas da final da conferência Oeste. Com 11 gols, é o segundo em sua equipe, e nessas finais já marcou três vezes em seis jogos.

    PATRICE BERGERON, C, BOSTON BRUINS

    Se Marchand é divisivo, seu center é o completo oposto. Ele é querido por todos da Liga, inclusive os fãs adversários. Empatado na liderança de gols em sua equipe, com nove, o canadense já tem 17 pontos nestes playoffs. Tido como um dos melhores atacantes defensivos do hóquei, Bergeron é importante para a equipe de Boston, tanto no power play quanto no penalty kill.

    JADEN SCHWARTZ, LW, ST. LOUIS BLUES

    O winger foi decisivo na campanha de St. Louis até a chegada nas finais da Stanley Cup, com 16 pontos e 12 gols. Mas, desde então, conseguiu apenas duas assistências em seis jogos. Além disso, não marcou nenhum gol, o que faz com que ele esteja muito longe de vencer o prêmio. Ainda assim, foi peça importante nos outros três rounds durante o caminho percorrido pelos Blues.

    O resultado será revelado depois da conclusão do Jogo 7, que começa às 21h nesta quarta-feira (12). E aí, qual é o seu palpite para o vencedor do Conn Smythe?

  • Boston força Jogo 7 e faz goleada nos Blues

    Boston força Jogo 7 e faz goleada nos Blues

    Neste domingo (9), no Jogo 6, os Bruins fizeram uma goleada em cima dos Blues em pleno Missouri. Com erros bobos e penalidades desnecessárias, os Blues não levaram a cup. Agora, teremos o último jogo na quarta.

    Bruins 5, Blues 1

    Logo de início, o jogo começou esquentado. Os Blues estavam dominantes, controlando o puck em cima da área de defesa dos Bruins. Todos os shots dados foram parados por Tuukka Rask, o grande nome não só dessa noite, como também dos playoffs.

    Os Blues não estavam tendo bons power plays. Logo de início, eles tiveram a chance de fazer um gol, porém não conseguiram. Em seguida, o time adversário ficou com a vantagem do 5-on-3. Além de Brayden Schenn ter feito um boarding, Ryan O’Reilly fez, logo depois, um delay of game. Com isso, os Bruins marcaram. O gol foi de Brad Marchand em um belo wrist shot, indefensável para Jordan Binnington. Entretanto, esse foi o único gol do primeiro período, pois Rask e o próprio Binnington impediram os pucks de balançar as redes.

    Então, veio o segundo período. Com ele, mais disputas, mais chances. Todas paradas por ambos os goleiros. Rask fez uma incrível defesa com ajuda de Charlie McAvoy, e o puck parou nas costas do goleiro finlandês.

    Finalmente gol dos Blues, porém tarde demais

    Os outros quatro gols dos Bruins vieram todos somente no terceiro período. Apesar de estarem em casa, a campanha dos Blues em sua própria arena não têm sido boa. Brandon Carlo, do time adversário, marcou logo no início, aos 2:30.

    Logo após, aos 7:17, Karson Kuhlman lançou um lindo wrist shot do meio da arena, encontrando seu destino nas redes de Binnington. Faltando oito minutos, finalmente veio o gol dos Blues. O puck até pareceu ter sido parado por Rask, porém já tinha entrado antes de ele defender. Contudo, esse acontecimento não foi o bastante para motivar uma reação dos Blues. David Pastrnak fez o quarto da noite, aos 14:06, e Zdeno Chara marcou o quinto na empty net dos Blues.

    Enfim, o jogo terminou, e a cup será decidida nessa quarta, às 21h, no TD Garden, em Boston. Os Blues precisam trabalhar com seu power play e no penalty kill. Já os Bruins devem talvez ser mais cuidadosos na parte defensiva. Será um jogo disputado e decisivo e, mais do que nunca, os goleiros terão que brilhar se quiserem terminar o dia com a cup do seu lado.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Blues ganha e avança na série

    Blues ganha e avança na série

    Nesta quinta-feira (06) aconteceu o Jogo 5 em Boston, com vitória de 2-1 para St. Louis Blues. A torcida do Boston Bruins estava bastante animada, principalmente porque o capitão Zdeno Chara estava no gelo mesmo após quebrar a mandíbula no jogo passado. Infelizmente, isso não foi suficiente e o time de St. Louis avançou na série, ficando a um jogo de fazer história.

    Blues 2, Bruins 1.

    Com oportunidades perdidas de ambas as partes e poucos gols, o jogo não foi de muitas emoções. Jordan Binnington parou 38 tiros, enquanto Tuukka Rask parou somente 19. Assim, o primeiro período foi lento e, apesar das tentativas dos jogadores, nenhum gol foi marcado.

    O segundo período, no entanto, foi diferente. Ryan O’Reilly, aos 55 segundos, abriu o placar, com ajuda de Alex Pietrangelo e Zach Sanford. Esse foi o terceiro gol de O’Reilly nos dois últimos jogos. Ainda nesse período, os Blues tentaram marcar novamente. Com Rask fora do gol, quem fez a impressionante defesa foi David Krejci com o próprio corpo. O período finalizou, então, em 1-0 para St. Louis.

    No terceiro período, os Bruins tentaram mudar o placar, mas quando o puck chegou a entrar no gol, o juiz já tinha apitado. A partida continuou 1-0. Novamente vimos mais algumas oportunidades perdidas e boas defesas dos goleiros no período.

    A frustração dos Ursos aumentou após Noel Acciari ter sido derrubado, em um golpe que o time considerou ilegal. Os juízes não marcaram a penalidade e, logo em seguida, David Perron marcou o segundo gol do time visitante. Com os jogadores e torcida frustados, os ânimos estavam exaltados no TD Garden. A torcida começou a vaiar e foi necessário que o locutor pedisse que parassem de jogar coisas no gelo.

    Aos 13:32, Torey Krug não parou, mesmo após levar uma vara alta no rosto. Ele conseguiu, enfim, passar o puck para Jake DeBrusk, que marcou o primeiro gol de seu time na partida. O time preto e amarelo até tentou novamente, inclusive com um empty net numa tentativa de marcar. Mas não teve jeito, os Blues ganharam a partida com 2-1. Essa foi a primeira vez na série que um time ganha dois jogos consecutivos.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Blues empatam série com vitória de 4 a 2 no Boston

    Blues empatam série com vitória de 4 a 2 no Boston

    Jogando novamente em casa, o St. Louis Blues deixou o Jogo 3 no passado e manejou uma vitória espetacular sobre o Boston Bruins. Com dois gols de Ryan O’Reilly, o time de Missouri venceu o de Massachusetts, assim ficando empatados na série.

    Boston 2, Blues 4

    O St. Louis veio do Jogo 3 pressionado. Com derrota de 7 a 2 para os Bruins, em sua própria casa, os Blues sabiam, com toda certeza, o quão importante seria ganhar o Jogo 4. Precisavam provar que ainda estavam na batalha pela taça, da mesma forma que seu rival. Foi desta maneira que o time de Missouri decidiu as cartas ao longo do jogo.

    O primeiro período começou logo de cara com dominância do time da casa. Dessa forma, logo no início, aos 43 segundos, a equipe de Missouri foi quem abriu o placar. Assim, com gol de O’Reilly, os Blues passaram a liderar o jogo em 1 a 0.

    Mas, apesar do explêndido início do St. Louis, foi o Boston quem respondeu, aos 13:14 ainda do primeiro tempo. Aproveitando um rebound de Binnington, Charlie Coyle colocou o puck no fundo da rede e marcou para os Bruins. Assim, o jogo ficou empatada num placar de 1 a 1. Entretanto, apesar dos esforços do Boston, os Blues voltaram a liderar a partida, marcando seu segundo gol no jogo com Vladimir Tarasenko. Aos 15:30, o camisa 91 do time de St. Louis aproveitou outro rebound de Rask, assim deixando o time na frente, com vantagem de 2 a 1 sobre o Boston.

    No segundo período, Rask tentou salvar o gol dos Bruins a todo o custo. Com ataque ativo dos Blues em sua linha ofensiva, o goleiro do Boston salvou 12 shots a gol no segundo tempo. Certamente um alívio para o time de Massachusetts, que depois de muito tentar, conseguiu finalmente deixar a partida empatada outra vez. Brandon Carlo, com assistência de Patrice Bergeron, marcou o segundo dos Bruins no jogo e seu primeiro nos playoffs.

    Glória para St. Louis

    Com a partida agora empatada, St. Louis e Boston foram para o terceiro tempo, ambos dispostos a conseguir a vitória. Apesar da dominância do time da casa, os Bruins ainda assim tentaram atacar o gol de Binnington constantemente, criando algumas boas chances.

    Porém, a sorte não estava ao lado do time visitante esta noite. Aos 10:38 do último período, os Blues voltaram a assumir o controle da partida. Com gol de O’Reilly (seu segundo no jogo), o St. Louis Blues aumentou sua vantagem em 3 contra 2 no Boston Bruins.

    O Boston ainda tentou, deixando assim sua rede vazia e arriscando um jogador a mais em campo nos últimos minutos da partida. No entanto, os Blues finalizaram a partida em casa com chave de ouro: faltando dois minutos para o fim do jogo, Brayden Schenn marcou. Assim, o St. Louis finalizou o jogo com o placar de 4 a 2 contra o Boston, voltando desta forma empatar a série.

    Com tudo igual para os dois times, o Boston Bruins agora tem a chance de ganhar o Jogo 5 em sua própria casa, com a série voltando a ser disputada no TD Garden.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Boston assume a liderança na Stanley Cup Final

    Boston assume a liderança na Stanley Cup Final

    Em um jogo morno, Boston encontra o caminho para o gol e leva o Jogo 3 por 7 a 2. Os Blues, mesmo jogando em casa, pareciam não se encontrar no gelo. Além disso, o técnico Craig Berube demorou para tirar Binnington do jogo, mesmo após o goleiro ter levado cinco gols em 19 shoots. Bruins agora lideram a série por 2 a 1.

    Bruins 7, Blues 2

    Apesar do apagão no restante do jogo, Binnington começou o primeiro tempo fazendo uma boa defesa para os Blues. O goleiro parou um shoot de David Pastrnak ao se jogar no gelo e impedir o puck de entrar no gol. Mas, poucos minutos depois, Patrice Bergeron marcou um power play goal, abrindo o placar para os Bruins.

    Charlie Coyle marcou o segundo dos Bruins aos 17:40. Logo depois, Sean Kuraly marcou o terceiro, aos 19:50. No entanto, essa foi uma jogada duvidosa, que foi desafiada pelos Blues. Após revisão, o gol foi validado constatando que o patins do jogador do Boston o colocava em posição legal.

    O segundo período começou com uma power play para os Bruins, devido ao desafio não convertido no gol do final do primeiro tempo. Assim, o time visitante soube aproveitar a vantagem. Pastrnak marcou o quarto gol aos 0:41, após uma jogada brilhante iniciada por Bergeron na entrada da área ofensiva.

    Aos 11:05, Ivan Barbashev marcou para os Blues em uma jogada certeira, sem dar a chance de defesa para Tuukka Rask. Contudo, para a decepção da torcida do time da casa, a comemoração durou pouco. Torey Krug rapidamente marcou o quinto gol dos Bruins aos 12:12. Esse shoot até que foi desviado por Binnington, mas ainda assim foi para o fundo do gol.

    Troca de goleiros

    Com menos de oito minutos para o fim do segundo período, Jake Allen assumiu o gol dos Blues, fazendo a sua primeira participação nesta pós-temporada. O time da casa ainda tentou uma jogada nos últimos segundos do período, mas o puck bateu na trave.

    O terceiro período começou com o mesmo ritmo lento de jogo. Mesmo com algumas pequenas confusões e muitos encontrões, os Bruins dominaram o placar. Enquanto isso, os Blues pareciam cada vez mais perdidos.

    Em um último suspiro, Colton Parayko marcou um power play goal para os Blues, em outra jogada de longe certeira e sem chance de defesa para o goleiro. Os Blues tiraram o goleiro e o homem a mais no gelo proporcionou alguns shoots a gol para o time da casa. Entretanto, mesmo assim, eles acabaram perdendo o puck e Noel Acciari marcou no empty net aos 18:12.

    Poucos segundos depois, Marcus Johansson ainda marcou o sétimo gol dos Bruins, selando de vez o Jogo 3. Agora, os times se enfrentam na segunda-feira (3) para o Jogo 4, também em St. Louis.

    Foto: Reproducão/NHL.com

  • Primeira vitória dos Blues em uma final de Stanley Cup

    Primeira vitória dos Blues em uma final de Stanley Cup

    Em jogo cheio de golpes e grandes defesas dos goleiros, foi o time de Missouri quem levou a melhor. Conquistando sua primeira vitória em uma série final da Stanley Cup, St. Louis Blues venceu o Boston Bruins em overtime, assim empatando a série.

    Blues 3, Bruins 2

    O primeiro período do jogo foi movimentado, para ambos os times. As duas equipes disputaram a posse do puck constantemente, mostrando um jogo extremamente ofensivo.

    Aos 4:58, no entanto, o time de Missouri ficou com um jogador a menos no rinque. Devido a uma interferência no goleiro, Sammy Blais foi parar na penalty box, portanto desfalcando os Blues.

    Apesar de os dois times terem feito um ótimo começo de jogo, foi o Boston quem saiu na frente. Charlie Coyle, com assistência de Jake DeBrusk, marcou o primeiro do jogo, deixando o placar 1-0.

    Não muito tempo depois, aos 9:37, os Blues deixaram a partida de igual para igual. Em uma jogada que começou com Carl Gunnarsson, Robert Bortuzzo, com assistência de Tyler Bozak, marcou o primeiro dos Blues e o segundo do jogo.

    Sem tempo para pensar em reagir, os Blues viram a rede de Binnington balançar novamente. Aos 10:17, Joakim Nordstrom, com assistência de Sean Kuraly, marcou para o time de Massachusetts e, assim, deixou os Bruins com a liderança do placar.

    Ainda que o time de Boston estivesse a frente, os Blues resolveram atacar novamente o gol de Rask. Faltando apenas cinco minutos para o final do primeiro tempo, Vladmir Tarasenko aproveitou um rebound do goleiro dos Bruins e colocou o puck dentro da rede, assim estacionando o placar em 2-2.

    O segundo tempo foi inteiro dos goleiros. Com os ânimos à flor da pele, ambos os times disputaram constantemente a posse do puck, mas sem sucesso de gols. Por mais que tenha tentado um slapshot de Colton Parayko, os Blues tiveram a sua melhor tentativa bloqueada em uma defesa espetacular de Nordstrom. O Boston também tentou. Faltando um segundo para o fim do segundo período, Clifton tentou um slapshot a gol. Entretanto, foi bloqueado por Jordan Binnington.

    O terceiro tempo também foi movimentado pelas duas equipes. Mesmo assim, Tuukka Rask que foi a estrela do período. Em todo o jogo, o goleiro chegou a fazer 34 defesas. Faltando dois minutos para o fim do último tempo, Gunnarsson tentou outra vez para os Blues. Porém, o puck acabou por bater na trave, fazendo com que os Bruins ganhassem mais tempo.

    O jogo então se encaminhou para overtime. Apesar dos esforços gigantescos das duas equipes, foi o St. Louis quem levou a melhor no Jogo 2. Aos 4:51, com assistência de Ryan O’Reilly, os Blues marcaram seu terceiro na disputa, com um incrível slapshot de Gunnarsson. Deste modo, a partida foi finalizada com o placar de 3 a 2 para os visitantes.

    Portanto, com a série agora empatada, o St. Louis Blues tem a chance de assumir a liderança na próxima partida, dia 1 de junho, jogando em casa.

    Foto: Reprodução/NHL.com