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  • 49 anos depois, Boston voa contra Blues e leva Jogo 1

    49 anos depois, Boston voa contra Blues e leva Jogo 1

    O Boston Bruins e o St. Louis Blues jogaram ontem (27) a primeira partida da final da Stanley Cup.

    Blues 2, Bruins 4

    A partida começou com os dois times equilibrados no gelo. Boston viu seu puck ser parado nada menos do que oito vezes por Jordan Binnington nos primeiros 20 minutos. Enquanto isso, do outro lado, Tuukka Rask deixou passar o primeiro gol dos Blues. Brayden Schenn marcou aos 7:23 após um rebote.

    Com a vantagem no começo do segundo período, não demorou para St. Louis aumentar o placar. David Pastrnak acabou se atrapalhando e passou o puck para Shenn. O canadense, então, assistiu Vladimir Tarasenko para marcar o segundo, e último, gol dos Blues. Daí para frente só teve espaço no gelo para o time da casa.

    Com 76 segundos depois do gol dos Blues, Boston finalmente respondeu. Connor Clifton fez o seu segundo na Liga ao colocar o puck para dentro do gol de Binnington. Depois disso, cometendo muitas penalidades e um 4-on-5 não muito eficiente, os Blues deram a chance de Boston empatar. Charlie McAvoy aproveitou o power play para marcar, sem assistência, logo após que Oskar Sundqvist deu um cross-checking em Clifton. Se o primeiro período acabou com oito tiros a gol para cada time, o segundo teve St. Louis mais apagado com apenas três, 15 a menos que os Bruins.

    Os Blues até tentaram se recuperar no último período, mas nenhuma das nove tentativas de colocar o puck na rede obtiveram sucesso. O gol do desempate veio do taco de Sean Kuraly aos 5:21 do terceiro período. A jogada começou com Zdeno Chara, que mandou o puck para Binnington defender. Noel Acciari, então, achou e passou para Kuraly. Este, por sua vez, conseguiu passar o disco pelo goleiro dos Blues.

    A jogada mais comentada da noite aconteceu na metade do terceiro período. Torey Krug e David Perron se atracaram na frente do gol de Boston. Na ocasião, Perron arrancou o capacete de Krug, que certamente não ficou nada contente. Ao ver Perron se aproximar do banco, Krug seguiu do puck e “repetiu” a icônica cena de 49 anos atrás, atingindo Robert Thomas.

    Para finalizar a partida, Marchand fez o quarto gol de Boston no empty net. Os dois times agora se enfrentam novamente na quarta-feira (29), em Boston.

    Foto: Reprodução/USA Today

  • A estrada até aqui: St. Louis Blues

    A estrada até aqui: St. Louis Blues

    Ao som de “Gloria”, de Laura Branigan, os torcedores do St. Louis Blues comemoraram a classificação do time à final da Stanley Cup. Vencedores do troféu Clarence S. Campbell, derrotaram o San Jose Sharks. Se tornaram, então, campeões da Conferência Oeste.

    Se superando até o último minuto dos 82 jogos regulares, o time de Missouri enfrenta agora o Boston Bruins. Time esse que vem sendo cotado para ganhar o troféu desde a temporada regular. Com jogo ofensivo e apostas como Jaden Schwartz e Vladimir Tarasenko, o St. Louis tem um elenco recheado de jogadores com condições suficientes de levar o time a levantar a taça mais cobiçada da Liga.

    A estrada até aqui

    Diferente do seu oponente, o St. Louis Blues esteve longe de fazer a melhor temporada de sua carreira. Foram necessárias mudanças na comissão técnica e elenco. Como consequência, o campeão da Conferência Oeste teve a oportunidade de fazer uma das melhores campanhas nos playoffs de sua história.

    Em novembro, a situação fora do rinque não era agradável. Com jogadores que não se entendiam, ocupavam a última posição na tabela da Divisão Central. Assim, os Blues demitiram o técnico, Mike Yeo. Com isso, elevaram para o posto de técnico interino o assistente, Craig Berube. O time tinha resultados caóticos no último mês do ano. Na época, as chances de os Blues chegarem à final da Stanley Cup eram de 0.6%.

    Em janeiro, Berube resolveu dar folga ao veterano das redes dos Blues, Jake Allen. Ao invés, arriscou o rookie Jordan Binnington, reserva da equipe. E este não decepcionou. Binnington parou 25 shots no seu primeiro jogo na NHL, contra o Philadelphia Flyers. Por fim, levou o time a uma vitória de 3 a 0, fazendo com que os Blues ficassem com 38 pontos. No final do mês, o time estava a três pontos de conseguir um lugar para os playoffs no wildcard.

    No início de fevereiro, com 11 vitórias consecutivas, o time tinha o segundo maior recorde de vitórias em toda a NHL. Binnington, com um percentual de defesa em .947%, solidificou sua posição como goleiro regular do time. Os Blues, com 69 pontos e após muito trabalho dentro e fora do rinque, chegaram ao terceiro lugar da Divisão Central. Assumiam, assim, uma posição para disputar os playoffs.

    O St. Louis chegou ao final da temporada com 99 pontos, um a menos que Nashville. Permaneceram na terceira posição da Divisão Central, com um percentual de 10.1% de chances de conquistar sua primeira Stanley Cup. Nada mal para um time que precisou recomeçar do zero. Além disso, ao final de dezembro, não tinha sequer esperanças de competir por uma posição na disputa dos playoffs.

    A jornada nos Playoffs

    O time da cidade de St. Louis começou o Round 1 com uma equipe totalmente diferente. Mais ofensiva, tentava ter para si ao máximo a posse do puck.

    Seu primeiro adversário na longa jornada até a Stanley Cup foi o Winnipeg Jets. A disputa na série foi acirrada entre os dois times. Os Blues ganharam cinco dos seis jogos disputados, com apenas um gol de diferença. O time de St. Louis assumiu o controle de toda a série. Sendo assim, no Jogo 6, com hat-trick de Schwartz, a equipe de Missouri derrotou os Jets e passou para a segunda fase dos playoffs. Até então, dos sete times que mudaram seus técnicos durante a temporada regular, os Blues eram o único que ainda continuavam na disputa. A influência de Craig Berube no time foi tão grande que o técnico foi escolhido como um dos finalistas do troféu Jack Adams, para melhor técnico da temporada.

    O oponente dos Blues agora era o Dallas Stars, que também não teve uma temporada espetacular. Ambos os times, nos sete jogos disputados na série, atacaram de forma quase brutal. Mas foram os Blues que obtiveram melhor desempenho nas partidas disputadas. Mostraram um jogo defensivo, impossibilitando o ataque dos Stars de chegar no gol de Binnington. Também extremamente ofensivo, criaram diversas chances e não deram descanso algum para o goleiro dos Stars, Ben Bishop.

    Mas foi jogando em casa, no Jogo 7 da série, após uma falha da defesa do time de Texas durante o segundo OT da partida, que o orgulho da cidade de St. Louis, Patrick Maroon, marcou o segundo gol do jogo. Assim, os Blues avançaram para a Conferência Final em um jogo emocionante para a equipe. Agora, cada vez mais perto do troféu da temporada.

    Final de Conferência

    A série contra os Sharks talvez tenha a sido a de mais facilidade para o St. Louis. Apesar de terem começado com uma derrota de 6-3, no Jogo 4 os Blues começaram a dar indícios de que poderiam vir a levar o troféu da Conferência Oeste. No Jogo 6, vindo de duas vitórias consecutivas, os Blues não enfrentaram nenhuma resistência. Assim, derrotaram o time da Califórnia com um placar de 5-0. Destaque para o hat-trick e jogo espetacular de Schwartz, figura essencial tanto na temporada regular, quanto nos playoffs, sendo o líder do time em saldo de gols.

    Depois de uma das temporadas mais instáveis da NHL, os Blues se classificaram para a final da Stanley Cup. Saindo da última posição para uma vaga na disputa pelo prêmio mais valioso da temporada. E, finalmente, com uma das equipes mais ofensivas dos playoffs. O único time que apresenta uma equipe mais ofensiva que os Blues é justamente o Boston Bruins, seu oponente na fase final.

    História antiga

    Não é a primeira vez que os dois times se encontram em uma final de Stanley Cup. A última vez foi na década de 1970, quando os Bruins venceram num placar de 4-3. Desde então, os Blues nunca mais estiveram em uma final dos playoffs. É uma conquista merecida para o time de St. Louis, que se superou mais do que qualquer outro durante a temporada regular. Eles tentarão vencer Boston utilizando seus melhores jogadores e estratégias dentro do gelo. Mas o principal fator é a torcida. Essa que espera há anos por esse acontecimento e está ansiosa pelo momento em que o time irá levantar sua primeira taça em casa. Para o bem dos fãs e da cidade de St. Louis, ficamos na torcida para que esse seja seu ano de sorte.

    Confira também a jornada do Boston Bruins até a final da Stanley Cup aqui.

  • Para quem você deve torcer nessa Stanley Cup Final?

    Para quem você deve torcer nessa Stanley Cup Final?

    Seu time já caiu fora na temporada e você está se sentindo órfã?

    Perdeu tudo o que aconteceu até aqui e está perdida?

    Está na dúvida entre os dois times muito bons?

    Rask ou Binnington?

    A gente te ajuda a decidir pra quem torcer nessa final de Stanley Cup! Preparamos um teste para te iluminar!

    E não se esqueça que a série final começa hoje e, como sempre, estaremos acompanhando tudo via Twitter, Instagram e com recaps aqui no site!

  • A estrada até aqui: Boston Bruins

    A estrada até aqui: Boston Bruins

    Boston Bruins chegou à final da Stanley Cup, que começa na segunda-feira (27), com grandes expectativas. Campeões em 2011, os ganhadores do troféu Prince of Whales tiveram uma pós-temporada bastante movimentada. De início, levaram o Round 1 no Jogo 7 contra o Toronto Maple Leafs. Depois, o Round 2, após seis jogos contra o Columbus Blue Jackets. Por fim, eliminaram o Carolina Hurricanes na final da Conferência Leste. O time tem sido uma grande aposta para ganhar a Stanley Cup.

    Com uma folga de 11 dias após a vitória contra os Canes, o time está bastante confiante e tranquilo para as finais. Apesar de não ter treinado no sábado devido a uma doença, David Krejci deve estar preparado para o jogo de segunda. Infelizmente, não podemos dizer o mesmo sobre Chris Wagner. O jogador que deve ficar fora do Jogo 1, segundo o treinador Bruce Cassidy.

    Mesmo com as possíveis baixas, o time está em boas mãos. Apesar de sete dos seus jogadores já terem jogado em finais da Stanley Cup, para 14 deles é a primeira vez. Essa expectativa de ver uma temporada de altos e baixos sendo bem sucedida está deixando o torcedor ansioso para essa série final. Além disso, a expectativa de levantar a taça pode ser algo produtivo para o rendimento do time no gelo.  

    A estrada até aqui

    Jogando 82 jogos na temporada regular, Boston conquistou 49 vitórias, conseguindo oito jogos acima da média da Liga. O time conseguiu manter um placar estável durante a temporada, com algumas séries boas com no mínimo três gols em sua maioria. Em um confronto em Janeiro, com o agora adversário St. Louis Blues, saiu vencedor com o placar de 5 a 2. Por outro lado, os Bruins sofreram uma derrota novamente contra os Blues em fevereiro por 2 a 1.

    Para alguns jogadores, as estatísticas individuais também se mostraram positivas. O veterano Brad Marchand terminou a temporada regular com 100 pontos, David Pastrnák, mesmo lesionado, fez 235 shots e Patrice Bergeron ajudou com 32 gols e 47 assistências. Na defesa, o destaque foi de Torey Krug que, participando de 64 jogos ao total, marcou seis gols e fez 47 assistências. Ficando à frente de Charlie McAvoy, que foi responsável por 21 assistências e sete gols ao total. Os dois jogadores conquistaram pontuações altas ficando no top 10 da pontuação geral na temporada regular, junto com Krejci e Jake DeBrusk.

    A jornada nos playoffs

    Se na temporada regular o Boston teve como destaque seus veteranos, nos playoffs nada menos do que 19 jogadores diferentes marcaram. Entre eles estão Marcus Johansson e Charlie Coyle que só chegaram no time recentemente. Destaque também para o capitão Zdeno Chara sendo um grande auxiliador nos jogos. Novamente se destacando, McAvoy conquistou um gol e seis assistências nos 16 jogos que participou. Krug, por sua vez, fez onze assistências em 17 jogos.

    O goleiro Tuukka Rask pode não ter aparecido tanto na temporada regular, mas nos playoffs não podemos dizer o mesmo. Com 549 defesas somente nos playoffs, o finlandês tem sido a grande aposta do público para ganhar o Conn Smythe Trophy.

    Rask deixou o puck passar somente 32 vezes nesses 17 jogos, ficando com uma média de 1,8 gols por jogo. Foram 12 vitórias, somente cinco derrotas e ainda conseguiu dois shutouts. O camisa 40 tem sido um dos grandes responsáveis para os Ursos chegarem nas finais.

    História antiga

    Essa será a primeira vez que os times se enfrentam em uma final de Stanley Cup desde 1970. Na época, Bobby Orr fez um icônico gol na final do Jogo 4. Gol esse que fechou a varrida contra os Blues, garantindo a taça para o time preto e amarelo. Será que eles conseguirão esse feito novamente? Lembrando que na chave do Leste, todo time que varreu, foi varrido na rodada seguinte.

    Outro que também tem história antiga com o time de St. Louis é David Backes, que jogou durante 10 anos com o time, sendo cinco como capitão. Backes mantém uma amizade com seu antigo time, mas revelou durante uma entrevista, em tom de brincadeira, que nos próximos dias a amizade será deixada de lado até o fim do campeonato. Afinal, ele não esperou 13 temporadas por esse momento à toa!

    Foto: Reprodução Twitter/Boston Bruins

    Confira também a jornada do St. Louis BLues até a final da Stanley Cup aqui.

  • St. Louis Blues vence e empata a final da Conferência Oeste

    St. Louis Blues vence e empata a final da Conferência Oeste

    O primeiro jogo dessa semana foi na segunda-feira (14), com boa notícia para os fãs dos St. Louis Blues. Depois de perder o primeiro jogo na casa dos Sharks, os Blues tiveram grande reação e conseguiram uma importante vitória na Califórnia.

    Blues 4, Sharks 2

    Antes de mais nada, é importante destacar dois pontos essenciais para essa vitória. O primeiro foi a astúcia de St. Louis Blues. Eles foram superiores em vários momentos, aproveitando melhor as chances criadas. O segundo ponto foi a impecável atuação do goleiro canadense Jordan Binnington, crucial para que o time não levasse mais gols do forte ataque dos Sharks. Binnington defendeu 24 shots dos Sharks.

    Novamente o time da Califórnia foi vítima do próprio sistema defensivo, ineficaz em alguns jogos. Mas, apesar disso, Martin Jones também fez defesas que evitaram com que o placar fosse maior.

    Logo no início, aos 2:34 do primeiro período, na primeira grande chance do St. Louis Blues, saiu o primeiro gol. Feito por Jaden Schwartz, com um wrist shot forte, impossível de defender. Depois do gol, o jogo continuou equilibrado.

    No segundo período, aos 4:16, Vince Dunn lançou um belo wrist shot para as redes do meio do rinque, após receber o puck de O’Reilly.

    Logan Couture muda o jogo, mas os Blues não se abalam e mantém vantagem

    Então com dois gols de vantagem, St. Louis tinha que tomar cuidado para não levar gol e focar em aumentar seu placar. Porém, Logan Couture mudou o rumo das coisas. O jogador dos Sharks marcou dois gols em sequência, deixando tudo empatado.

    O primeiro gol foi um belo short handed goal, no meio do power play do time de Missouri. Couture roubou o puck do capitão Alex Pietrangelo, que perdeu na corrida contra ele. Com a experiência que possui, colocou o puck nas redes.

    Aos 6:54, Couture atacaria novamente. Após receber um belo passe de Timo Meier, o canadense ficou sozinho com os jogadores adversários. Mais uma vez sua experiência falou mais alto. Ao marcar seu 13º gol nos playoffs, conseguiu deixar tudo igual na SAP Center: 2 a 2.

    Apesar de o segundo período ter sido de total dominância do time da casa, os Sharks não conseguiram fazer mais gols. O goleiro Binnington estava inspirado e agarrava pucks que pareciam indefensáveis. Até que, aos 16:34, Robert Bortuzzo marcou o terceiro gol do St. Louis Blues. Ao fim, o segundo período terminou com o time visitante liderando o placar.

    St. Louis Blues selou a vitória: marcou o quarto gol e não deu chances para o time da casa

    Conforme o terceiro período passava, Jones tinha que fazer alguns milagres, pois a defesa de seu time vacilava. Da mesma forma, os bons momentos que os Sharks tiveram no segundo período não voltaram mais. Em uma grande jogada, na qual Kevin Labanc lançou o puck em direção a Binnington, o defensor Bortuzzo se jogou na frente do gol. Conseguiu, assim, evitar o que seria o gol de empate.

    Finalmente, para a selar a vitória, Oskar Sundqvist marcou o quarto gol, aos 16:52, empatando a série do Oeste. O próximo jogo será na Enterprise Center, na quarta (15). Os Sharks, para retomarem a vantagem da série, terão que ser mais efetivos em suas marcações.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Noite de empate para Stars e Blue Jackets!

    Noite de empate para Stars e Blue Jackets!

    Stars 4, Blues 2.

    Depois de ter ganhando o primeiro jogo, St. Louis Blues viu sua vantagem ir embora. O primeiro período foi bastante agitado, com Jordan Binnington fazendo duas boas defesas logo nos primeiros minutos de jogo.

    Mesmo assim, nem Binnington foi capaz de prever Jason Dickinson e Mats Zuccarello dando a chance perfeita para Roope Hintz abrir o placar. Assim, aos 7:11, foi dada a largada para o que seria a noite de Hintz brilhar!

    Durante um 4 on 4, com Benn e Tarasenko na penalty box, o jogo ficou ainda mais apertado. Foram mais três gols em 72 segundos. Hintz mandou um tiro certeiro para Heiskanen, que marcou um golaço para o Stars, deixando o placar 2 a 0. Parayko, por sua vez, não deu mole e mandou o puck entre as pernas de Bishop, abrindo o placar para o Blues.

    Nos segundos finais do 4 on 4, Janmark conseguiu mais uma oportunidade. Com uma assistência de Dickinson, marcou o terceiro gol. No final do primeiro período, o Blues teve uma chance única de 5 on 3, mas infelizmente não conseguiu marcar nenhum gol.

    O segundo período foi mais tranquilo e nenhuma das equipes conseguiu marcar. Mas o Blues conseguiu mudar isso rapidamente no início do terceiro período. Apesar de o Stars desafiar, pedindo um goalie interference, o gol foi mantido e o placar ficou 3 a 2, marcado por Schwartz.

    Numa tentativa de empatar, o Blues tirou seu goleiro. Acabou sendo um tiro no pé, pois Hintz, com um passe de Benn, fechou o placar em 4 a 2 pro Stars. Temos, agora, uma série empatada.

    Blue Jackets 3, Bruins 2.

    Após ganhar o primeiro jogo da série, o Bruins estava ansioso para iniciar a partida. Foi Anderson, ao derrubar dois jogadores de uma só vez, que deu a chance perfeita. Aos 07:50, com uma assistência de McAvoy e Krejci, Grzelcyk abriu o placar para o Bruins no primeiro power play da noite.

    No segundo período, foi a vez do Blue Jackets abrir o placar também no power play. Aos 63 segundos, Atkinson interceptou o puck e, com um shot certeiro, Panarin marcou. Mas esse empate durou pouco, graças a Coyle que, com um belíssimo passe, deixou o puck na cara do gol. Pastrnak marcou com um shot certeiro, deixando o placar 2 a 1 para o Bruins.

    Ainda no segundo período, com Chara já no penalty box, Anderson se juntou a ele, após um high-stick que deixou Kuraly sangrando, ficando 59 segundos de 4 on 4. Com um turnover na zona defensiva e um shot de Panarin, o Blue Jackets empata em 2 a 2.

    Com chances perdidas e sem nenhum time marcando no terceiro período, o jogo acabou indo para overtime. No segundo overtime, o Blue Jackets marcou, com um shot de Duchene aos 03:42 de power play. Agora, a série segue empatada enquanto aguardamos o jogo de terça-feira (30).

  • Duas baixas em três jogos na noite de quinta!

    Duas baixas em três jogos na noite de quinta!

    Na noite de quinta-feira (18), houveram reviravoltas e indefinições nos jogos da noite! Vamos conferir o que aconteceu:

    Hurricanes 2, Capitals 1.

    Os Capitals tinham uma vantagem de 2-1, e se ganhassem, teriam uma vantagem de 3-1. Enquanto os Canes tinham a grande chance de empatarem as séries em casa, e foi exatamente isso o que aconteceu!

    O jogo foi na Carolina do Norte e começou pegando fogo. Literalmente, pois aos 17 segundos do primeiro período Warren Foegele fez o gol dos Canes, em um wrist shot com assistências de Jaccob Slavin e Justin Williams. A atmosfera da PNC Arena estava cada vez mais fervorosa. Houveram boas chances para ambas as equipes no primeiro período, mas Braden Holtby e Petr Mrázek estavam decididos a não entregarem o resultado do jogo tão fácil assim. Mrázek aguentou bem toda a pressão colocada pelo time da capital, e avançou com muita força, bloqueando 31 shots durante o jogo.

    No ínicio do segundo período, os Capitals perderam uma grande chance de empatar. Isso porque Mazrek mandou para fora o puck que Tom Wilson lançou em sua direção. Em seguida, os Canes seguiram atacando, sem recuar ou tentar segurar o resultado, já que estavam armando contra-ataques perigosos. O jogo seguiu equilibrado e disputado, com os dois times se empanhando ao máximo. O empate finalmente chegou com um gol de power play aos 10:35 do russo Alexander Ovechkin, sem novidades, o capitão dos Capitals é sempre fatal nos power plays! Nesse jogo não foi diferente, ele mandou um slap shot direto nas redes, com assistências de Dmitry Orlov e Lars Eller, que não teve a mínima chance de defesa.

    Faltando apenas 27 segundos para acabar o segundo tempo, Teuvo Teravainen fez outro wrist shot, e aumentou o placar para os Canes. Nos últimos 20 minutos de jogo, os Capitals lutavam para mudar o resultado e não sair em desvantagem. Mas os defensores do time da casa estavam se saindo muito bem desviando os pucks e utilizando o corpo para bloquear os shots. Nos últimos minutos do terceiro período T.J. Oshie sofreu uma lesão provocada por Foegele, na parte de cima do corpo, e precisou sair imediatamente do rink direto para o vestiário. Foegele recebeu penalidade por boarding e ficou na penalty box por 2 minutos. Após o término do jogo, o treinador do Capitals, Todd Reirden, disse que Oshie iria ficar de fora por alguns jogos, porém não especificou a gravidade da situação do jogador.

    E então, fim de jogo na Carolina do Norte e a série acabou empatada em 2-2.

    Blues 3, Jets 2.

    No quinto jogo da série, os Jets perderam em casa e acabaram em desvantagem, dando a liderança (3-2) para o St. Louis Blues. A vitória veio com um gol milagroso de Jaden Schwartz nos últimos 15 segundos do terceiro período. Porém, logo no início os Jets já tinham feito dois gols. O primeiro aos 12 segundos, gol de Adam Lowry com assistência de Bradon Tanev e o outro aos 13:35, feito por Kevin Hayes em um wrist shot com assistência de Dustin Byugfliegn. O time da casa conseguiu manter o resultado enquanto os Blues só não ampliaram o placar por conta dos pucks que foram rebatidos pela trave do gol. O segundo período foi equilibrado para as duas equipes, não havendo muitos destaques ou gols, diferente do que aconteceu no último período.

    Decididos a mudar o rumo do jogo, os Blues começaram a ser mais ofensivos bagunçando a defesa dos Jets. Mas contaram com Connor Hellebuyck, que somou 26 defesas. Mas mesmo com o bom desempenho o goleiro não conseguiu evitar o primeiro gol dos Blues. Gol que vbeio do power play de Ryan O’Reilly aos 01:35 do terceiro período.
    E a partir disso, a partida definitivamente esquentou: Brayden Scheen marcou o gol de empate, que só foi aprovado após a revisão por goal interference aos 13:52.

    Com isso, tudo indicava que o jogo ia para overtime, e eram os Jets que estavam se saindo melhor. Mas os Blues estavam dispostos a não deixar isso acontecer. Foi então aos 19:45 do terceiro período que Jaden Schewrtz, com assistência de Tyler Bozak e um desvio, marcou o gol da virada. St. Louis Blues leva a vitória. E agora os Jets terão que correr atrás do prejuízo no próximo jogo que será em St. Louis. No período de playoffs, se o time perde o controle e cede a pressão do outro time, apenas por um instante, o time sofrerá as consequências.

    Vegas  2, Sharks 5

    Depois de perder duas vezes seguidas na casa dos Golden Knights, os Sharks se recuperaram e reagiram na partida em casa. E como reagiram! Logo de cara, Tomas Hertl marcou um belíssimo gol. Aos 01:16 com assistências de Erik Karlsson e Gustav Nyquist. Mas o maior destaque da partida foi, sem dúvida, o goleiro Martin Jones. Ele é justamente o jogador que mais havia sofrido críticas, além de ser o mais prejudicado/exposto pela defesa dos Sharks. Assim como o próprio Hertl, quem marcou dois gols.

    O primeiro gol foi logo no começo e foi o suficiente para agitar todos os torcedores. Que transmitiram a confiança para a equipe, que aparentemente era o que faltava para o time reagir e impedir a eliminação.

    O segundo gol, que seria de Timo Meier, virou um “passe” para Logan Couture, já que Marc Andre Fleury defendeu quando Meier lançou o puck para as redes. Mas no rebote Couture, espertamente, colocou o puck nas redes e aumentou o placar aos 11 minutos. Com isso, Vegas aumentou a pressão obrigando Jones a fazer defesas espetaculares. O que não vinha acontecendo nos últimos jogos. Evander Kane cometeu um high sticking em Reilly Smith, e foi essa a enorme oportunidade para Vegas fazer um gol de power play. Smith foi o próprio autor do gol, marcado aos 19:30 do primeiro período.

    O segundo período começou e com ele Fleury interrompeu grandes oportunidades para os Sharks. Mas também faltou aproveitamento dos power plays que foram dados ao time. Entretanto, Barclay Goodrow fez seu primeiro gol dos playoffs em um desvio aos 12:22 com assistências de  Justin Braun e Joakim Ryan. O placar do segundo período terminou em 3-1 para o time de fora.

    No terceiro período Vegas estava determinado a correr atrás do prejuízo. O time avançou com outra atitude, com mais força no ataque fazendo com que os Sharks permanecessem mais na zona das redes. E tiveram que aproveitar os passes errados do time adversário para poder apostar nos contra-ataques. Vegas marca em outro power play, diferente dos power plays dos Sharks, que não saem (ou sai?) nada. Quem cometeu a penalidade foi Erik Karlsson em William Karlsson e o gol foi um wrist shot feito por Jonathan Marchessault.

    Todavia, aos 14:30 Jonathan Marchessault comenteu um terrível high sticking em Logan Couture que saiu direto para o vestiário. O stick atingiu o rosto do jogador, que possivelmente teve dois dentes caídos no rink. Mas há males que vem para o bem, pois desse terrível acidente saiu um belo power play goal de Tomas Hertl. Com assistências de Joe Pavelski e Joe Thornton. Antes do final da partida, Joe Pavelski marcou um gol de empty net, dando a vitória para os Sharks por 5-2.

    Depois desse jogo, e possível respirar, mas ainda tem muito para trabalhar, como o sistema defensivo do Sharks que ainda marca muita bobeira. E Martin Jones, que apesar de ter tido um a partida incrivel, precisa manter a consistência se quiser levar seu time para o segundo round dos playoffs.

  • Kovalchuk é o culpado pela situação dos Kings?

    Kovalchuk é o culpado pela situação dos Kings?

    O Los Angeles Kings terminou a temporada passada com uma das melhores defesas da liga. Mesmo que tenham chegado aos playoffs perdendo na primeira rodada para o Vegas Golden Knights. Idealizando alcançar os playoffs na temporada 18-19, os Kings contrataram o ala esquerda russo Ilya Kovalchuk (35). Sendo que o jogador tinha se aposentado da liga em 2013 e até então jogava pelo SKA St. Petersburg na KHL.

    Kovalchuk assinou o seu contrato de retorno à NHL no dia 23 de junho, por 3 anos, com o time de Los Angeles. No momento do contrato e na pré-temporada, o jogador foi elogiado pela sua capacidade de marcar gols. “Ele nos dá um elemento adicional de habilidade e pontuação junto com o desejo de vencer.” disse o vice-presidente e GM dos Kings, Rob Blake, na época.

    O jogador russo liderou a KHL em pontos na temporada passada, marcando 63 pontos e 31 gols. Kovalchuk esteve nas Olímpiadas de PyeongChang 2018, em que ajudou os Atletas Olímpicos da Rússia a conquistar a medalha de ouro. E ainda foi eleito como o MVP dos Jogos Olímpicos. Lembrando que na ocasião, a Rússia não pôde levar seu nome à delegação. Devido a investigação de esquema doping patrocinado pelo próprio país.

    Apesar das boas previsões iniciais, o Los Angels Kings está tendo um início de temporada péssimo. Sendo o último colocado na Liga com apenas 19 pontos. Dos 24 jogos, em 14 deles o Kings permitiu que o time adversário marcasse primeiro, e apenas contra o Rangers no dia 28 de Outubro, conseguiu reverter o placar. Com isso, Kovalchuk é o segundo maior pontuador do time, com 14 pontos em 24 jogos.

    Portanto o time se vê na posição de deixar de sonhar novamente com os playoffs, devido a essas estatísticas negativas. E tentam buscar apenas o direito de fazer a primeira escolha do Draft 2019.

    Os Kings só ganharam dois jogos consecutivos nessa temporada, cada um deles comandado por um técnico diferente. John Stevens foi demitido depois da derrota para o CBJ em 3 de Novembro, e o time promoveu Willie Desjardins como técnico. Quem conseguiu vencer na sua estreia, dia 6 de Novembro contra os Ducks.

    Mas mesmo com tantos resultados negativos, o novo técnico deixou Kovalchuk no banco. E ainda alegou que o jogador não marcava nos últimos nove jogos. Antes do jejum do ala começar, houve uma discussão sobre o estilo de jogo na NHL ter mudado. E isso ser razão para o jogador russo não desenvolver da mesma forma.

    Porém, Kovalchuk não se deixou abater pelas críticas.Ele defendeu que Hockey continua sendo Hockey independente de onde você joga. “O rinque é menor, então tudo é mais rápido. Os melhores jogadores competem aqui. É um bom desafio para mim, pessoalmente, porque é preciso sair da sua zona de conforto de vez em quando e ser ainda melhor. Mesmo com 35 anos, não importa. Você sempre pode ser melhor e aprender alguma coisa”, declarou.

    Ninguém conseguiu compreender o porque Kovalchuk está passando tanto tempo no banco. Inclusive em momentos críticos que os Kings precisariam de um jogador tão versátil no gelo. Além da capacidade de transitar pelo line-up, jogar tanto do lado direito quanto do esquerdo, o jogador tem experiência em finalizações. Esses pontos poderiam fazer uma diferença para o agora longínquo sonho de uma Stanley Cup para os Kings.

  • Vegas se classifica para a final da Stanley Cup em sua temporada inaugural.

    Vegas se classifica para a final da Stanley Cup em sua temporada inaugural.

    O Vegas Golden Knight eliminou o Winnipeg Jets no jogo 5 e garantiu a vaga na Final da Stanley Cup.

    O último jogo da Final de Conferência Oeste foi o jogo 5, que aconteceu no domingo (20) no Canadá, com um placar de 2-1 para o time visitante. O goleiro dos Golden Knights, Marc-Andre Fleury fez 31 defesas na partida, mas os Jets não ficaram muito atrás. Connor Hellebuyck, goleiro dos Jets, fez 30 defesas para o time da casa e disse: “Eu ainda acho que fizemos as coisas certas, tivemos nossas chances… a sorte estava do lado deles, definitivamente. Eu nunca vi algo assim… É difícil de engolir”. O atacante do time, Blake Wheeler, também comentou sobre a partida, dizendo “Durante todo esse processo… não achei que não encontraríamos um caminho de volta… então podemos usar qualquer coisa, mas você precisa dar créditos a eles por estarem fazendo isso. É o sinal de um bom time”.

    O jogo começou com Alex Tuch abrindo o placar para Vegas aos 5:11 do primeiro período, quando um turnover de Morrissey bateu no skate de Ryan Carpenter e saltou para Tuch, que marcou com um wrist shot. Ainda no primeiro período, aos 17:44, Josh Morrissey empatou o jogo com um slap-shot depois que Bryan Little venceu o  face-off . No segundo período, Ryan Reaves marcou o gol do desempate e da vitória do Vegas Golden Knights, aos 13:21; ao redirecionar o chute de Luca Sbisa’s.

    Com essa vitória os Golden Knights se tornam o terceiro time a avançar para a Final da Stanley Cup em sua temporada inaugural e o sexto time a alcançar a Final da Stanley Cup em sua primeira participação na pós temporada. O adversário de Vegas na Final depende do resultado do jogo 7 da Final da Conferência Leste, que será disputado por Washington Capitals e Tampa Bay Lightining nessa quarta-feira dia 23 de maio.

     

    Capitals 3, Lightning 0

    Os Capitals forçaram o jogo 7 contra os Bolts. Na noite da segunda-feira, o time comandado por Alexander Ovechkin anulou o ataque dos Bolts. T.J Oshie começou marcando no primeiro power play dos Caps desde o segundo período do jogo 4. Na metade do terceiro período, Smith-Pelly fez o segundo dos Caps no jogo. E T.J Oshie finalizou com um empty-net. Esse foi o primeiro shut out de Holtby na temporada inteira, e o quinto da carreira do goleiro durante playoffs. Essa também foi a primeira vez que Tampa não conseguiu marcar nessa pós-temporada.

    Para o capitão dos Bolts, Steven Stamkos, os Caps “Jogaram como se fosse o último jogo.”. Stamkos também acha que seu time deve se desesperar mais.

    Os dois se enfrentam no jogo 7, em Tampa, na quarta-feira.

    Foto: Reprodução/ NHL.com