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  • Os principais RFAs e UFAs de 2019-2020

    Os principais RFAs e UFAs de 2019-2020

    RFAs sempre dão o que falar. No primeiro post sobre isso e como funcionam os contratos dos jogadores da NHL, explicamos justamente quem são eles. Agora, retomamos a série listando os principais RFAs que garantem agitar essa off-season. De quebra, damos uma lista sobre os principais UFAs.

    Brayden Point – Tampa Bay Lightning

    Reprodução nhl.com

    Primeiramente, temos central canadense Brayden Point. Considerado um dos principais nomes, não é pra menos: em seu terceiro ano como jogador da NHL, Point terminou a temporada com 41 gols, 51 assists e 92 pontos, o terceiro maior de seu time. Uma renovação poderia acontecer, porém o cap space do Lightning é muito pequeno. Com um elenco vasto, cheio de estrelas e jogadores promissores, Point logo foi especulado pelo New York Rangers. Além disso, até mesmo o foi pelo Detroit Red Wings, onde Steve Yzerman (antigo gerente geral dos Bolts) agora trabalha.

    Mitchell Marner – Toronto Maple Leafs

    Reprodução nhl.com

    Em segundo lugar, está o centro/ala direita Mitchell Marner, que não fica atrás. Com 94 pontos, liderando o ranking de pontos da temporada 2018-2019 dos Leafs, o canadense com certeza deveria ser uma prioridade. Porém, o time de Toronto possui muitos outros talentos jovens, o que dificultaria demais a renovação. O New York Islanders, por outro lado, já deu sinal de interesse por ele. Entretanto, nada está confirmado, já que o time nova iorquino precisa também focar em outros departamentos.

    Sebastian Aho – Carolina Hurricanes

    Reprodução nhl.com

    O centro finlandês Aho foi fundamental nos playoffs para os Canes, tendo cinco gols e sete assists. Em seu terceiro ano jogando profissionalmente, Aho já tem quase 200 pontos. Suas maiores características são a alta precisão, pensamento rápido e boa química com outros jogadores nos rinques. Com isso, ele alcançou 30 gols e 83 pontos nas temporadas regulares. Porém, ao contrário dos jogadores citados, ele parece estar inclinado a ficar, já que os Canes não possuem um salary cap tão apertado.

    Matthew Tkachuk – Calgary Flames

    Reprodução nhl.com

    Apesar da curta passagem nos playoffs da Stanley Cup, Matthew Tkachuk já estava tendo muito destaque nos Flames, desde o começo da temporada 2018-2019. Liderando o terceiro lugar de gols feitos, ficando atrás somente de Johnny Gaudreau e Sean Monahan, o jovem jogador americano é rápido e habilidoso com o puck, característica marcante do time canadense. Portanto, há prioridade em seu contrato e, ao que tudo indicada, já está encaminhado. Brad Treliving, o general manager dos Flames, assegurou que faria com que Tkachuk se tornasse o jogador mais bem pago do time.

    Mikko Rantanen – Colorado Avalanche

    Reprodução nhl.com

    Enfim, Mikko Rantanen, que brilhou nos playoffs desse ano. Liderou a pontuação (14) e ficou em segundo lugar nas pontuações da temporada regular, com 87, atrás somente da estrela Nathan MacKinnon. Apesar de que manter duas estrelas possa custar muito ao salary cap dos Avs, o general manager Joe Sakic disse que isso não é um problema. Afirmou que possivelmente o jogador irá renovar em breve com o time, podendo ultrapassar o salário de seu colega MacKinnon.

    Unrestricted Free Agents

    Por fim, em breve traremos outro texto onde explicaremos do que se tratam os Unrestricted Free Agents e como funcionam. Diferente dos RFAs, os jogadores na condição de UFAs, em resumo, podem escolher para onde ir livremente. Por isso, os principais UFAs dessa temporada são:

    1. Erik Karlsson, defensor que não teve boa fase no San Jose Sharks
    2. Artemi Panarin, ala do Columbus Blue Jackets
    3. Sergei Bobrovsky, goleiro de destaque nos playoffs do Columbus Blue Jackets
    4. Matt Duchene, Columbus Blue Jackets
    5. Joe Pavelski, capitão do San Jose Sharks
    6. Anders Lee, New York Islanders
    7. Jake Gardiner, Toronto Maple Leafs
    8. Robin Lehner, goleiro indicado ao Vezina Trophy do New York Islanders
    9. Mats Zuccarello, Dallas Stars
    10. Jordan Eberle, New York Islanders
    11. Micheal Ferland, Calgary Flames
    12. Tyler Myers, Winnipeg Jets
    13. Alexander Edler, Vancouver Canucks
    14. Petr Mrazek, goleiro fundamental no desempenho bom nos playoffs do Carolina Hurricanes
    15. Wayne Simmonds, Nashville Predators
  • As conquistas do Wild Card

    As conquistas do Wild Card

    Esse texto foi uma co-autoria entre Juh Guedes e Nathália Caldeira.

    Que os playoffs da NHL são uma das melhores épocas para acompanhar o esporte todo mundo sabe. O que ninguém esperava, era que em 2019 estes playoffs fossem nos levar a resultados históricos, dignos de entrarem para os livros e recordes da liga. E que fossem atrapalhar tanto a bracket de todo mundo que seguiu as estatísticas.

    Comparado com as outras ligas americanas, os playoffs da NHL, estatisticamente, são mais difíceis de prever do que os da NBA e da NFL. O que assistimos em primeira mão este ano, prova o quão especial e único o hockey pode ser.

    Pela primeira vez na história da NHL (e de todas as ligas profissionais americanas), os ganhadores das quatro divisões na temporada regular foram eliminados na primeira fase dos playoffs. E, pela quarta vez, os quatro times que chegaram aos playoffs por Wild Card passaram para o segundo round, mostrando o porquê o nome é Wild Card.

    Avalanche, Stars, Blue Jackets e Hurricanes marcaram pela quarta vez na era da conferência que pelo menos cinco dos times que se classificaram mais baixo na tabela passaram do primeiro round. Enquanto Colombus fez história ao ser o primeiro time na história da NHL a eliminar de forma precoce o melhor time da temporada regular, o Tampa Bay Lightning.

    Mas não foi apenas CBJ que chegou a boas marcas. Os demais times que entraram nos playoffs pelas vagas de Wild Card também fizeram bonito no primeiro round.

    Série Tampa 0 x Columbus Blue Jackets 4

    Todos tinham absoluta certeza que um time que alcançou a marca histórica de 62 vitórias na temporada regular seria um forte candidato a ganhar a Stanley Cup, porém o que aconteceu esse ano foi algo totalmente contrário: Tampa Bay foi mandado embora pelo Columbus Blue Jackets na primeira rodada. E essa perda parece ter desencadeado o “caos” dos playoffs.

    O que aconteceu? Ninguém sabe, nem os jogadores de Tampa, o técnico, talvez nem mesmo os jogadores do CBJ. E, ao invés de a história ter sido feita para os Bolts, foi feita para o Jackets.

    O primeiro jogo, na Amalie Arena, começou muito bem para o Bolts: 3 gols no primeiro tempo, tudo normal até aí. Mas então, Columbus reagiu, marcando um gol no segundo tempo. No terceiro conseguiu a virada, fazendo 3 gols. A partir disso, dominância total e um Bolts enfraquecido. No segundo jogo, também em Tampa, Columbus venceu por 5 a 1. O terceiro, agora na casa de Columbus, foi 3 a 1 e a última partida foi 7 a 3. CBJ levou a série sem que ninguém pensasse que fosse possível.

    Ao tentar encontrar explicações para o porque o Lightning sofreu um apagão, pode-se pensar na suspensão de Nikita Kucherov e a lesão do defensor Victor Hedman. O trio de ataque composto por Point, Stamkos e Kucherov parecia esquecer que estavam jogando os playoffs da NHL, e só resolveram aparecer no último jogo, tarde demais.

    O time que apresentou o jogo mais dominante na temporada regular pareceu ter desaparecido por 4 dias, por mérito total do time de Ohio e especialmente de seu técnico  John Tortorella, que anulou todas as estratégias de Jon Cooper.

    Cooper se demonstrava muito tranquilo mesmo com os resultados ruins, enquanto Tortorella a todo momento motivava seus jogadores, e isso foi fundamental para a perseverança do CBJ que resultou na conquista da série.

    Série Avalanche  4 x Flames 2

    Calgary chegou nos playoffs com a divisão pacífica e o segundo lugar geral na liga debaixo do braço, além de apresentar o segundo melhor ataque da NHL. Jogando em casa, ganhou o primeiro jogo da série por 4 a 0 e se acomodou. Acreditou que seria fácil, afinal os Avs chegaram aos playoffs apenas no segundo Wild Card. Na temporada regular, dos três jogos que os dois times se encontraram, os Flames ganharam todos. Ou seja, era claro qual time estava a frente no confronto.

    Mas o que os Flames esqueceram, é que o Avalanche tem a capacidade de mudar seu jogo ao chegar na pós temporada. Colorado já tinha feito isso ano passado e, nesta temporada não foi diferente. Com um time composto por jogadores rápidos, que souberam aproveitar o meio do rinque e boas chances ao gol, opunham as características do time canadense.

    A falta de experiência dos Flames também pode ter sido um grande fator para a derrota. O time vem passando por uma reformulação, e com isso, a maioria dos seus jogadores participaram apenas uma ou nenhuma vez de playoffs, precisando se acostumar com o novo ritmo de jogo, o que não aconteceu.

    Além disso, com um jogo limpo e preciso, o Colorado Avalanche foi taticamente superior e tirou vantagem de toda decisão ruim que o Flames tomavam, ganhando os 4 jogos seguintes da série mandando a equipe de Bill Peters para casa mais cedo.

    Série Stars 4 x Preds 2

    O Nashville Predators bateu na trave algumas vezes nos últimos anos quando se trata de Stanley Cup. Chegou à final contra os Penguins em 2017, perdendo de forma eletrizante em um jogo 7. No ano passado, perdeu para os Jets na semifinal, e desde então o time não conseguiu o desempenho que apresentara antes.

    Se tratando de um confronto da divisão central, qualquer coisa poderia acontecer. Os Preds levaram o título da divisão para casa apenas no último jogo da temporada regular, e o time vinha apresentando desempenhos semelhantes na reta final.

    Os Stars, por outro lado, conseguiram chegar aos playoffs justamente pela campanha nas últimas semanas. Colocaram sua defesa no lugar e conquistaram a vaga no primeiro wild card, chegando nos playoffs aceitando o que viesse.

    Dallas ganhou o primeiro jogo em Nashville, mas os Preds levaram o segundo e o terceiro, tomando vantagem na série. Mas jogando frente a sua torcida na ACC Arena, os Stars empataram a série em 2 a 2 e desestabilizaram Nashville.

    E, se o time do Texas estava jogando de forma equilibrada, os Predators não conseguiram se encontrar, perdendo o jogo 5. No sexto jogo, jogando em Dallas, o confronto foi para o overtime, onde os Stars colocaram toda a energia da sua torcida para ganhar o jogo com um gol de Kingberg.

    Série Canes 4 x Capitals 3

    O Washington Capitals entrou para os playoffs com a certeza de que iria conseguir o mesmo feito que os Penguins dois anos antes e levar a taça para casa novamente por duas temporadas seguidas. Mas o que eles não contavam, era que os Canes, um dos últimos a se classificar para os playoffs através do wild card, fosse atrapalhar este sonho.

    A verdade, é que o próprio Capitals se sabotou. Com a vantagem de 2 a 0 na série, entrou no jogo 3 achando que ia ser fácil, mas, após levar um gol, o Capitão Ovechkin se envolveu em uma briga com o rookie dos Canes, Andrei Svechnikov. Esta foi a briga mais complicada dos playoffs, onde Ovie e Svech receberam diversas críticas: o mais velho por ter nocauteado um jogador tão jovem e o rookie por ter tentado se equiparar ao veterano. No final, Ovie se desculpou, e Svech disse que não foi ele quem chamou para a briga, apesar de no vídeo ter dado a impressão de que ele quem começou.

    De qualquer forma, este confronto fez com que os Canes passassem a jogar com honra, deixando todos os problemas fora do gelo e, sem a presença do rookie que até então liderava o ataque, ganhasse os jogos 3 e 4.

    Os Capitals ganharam o jogo 5 em casa, mas em um confronto emocionante na PNC Arena, os Canes prolongaram a série vencendo por 5 a 2 o jogo 6.

    Os Capitals não conseguiram encontrar seu jogo frente a torcida dos Hurricanes, mas o adversário não se deixou intimidar pela Capital One no jogo 7, ganhando de 4 a 3 em um double OT e prosseguindo para segundo round.

    Se na primeira rodada dos playoffs já aconteceram tantas surpresas, sem dúvidas vale a pena acompanhar até a final. Com os principais nomes de fora da competição, tudo pode acontecer. Dos que restaram, o time que conquistou a taça mais recentemente foi Boston, em 2011. Com certeza teremos um novo vencedor, correndo risco até de algum título inédito.

  • Primeiras varridas

    Primeiras varridas

    Noite passada (16) tivemos as primeiras varridas dos playoffs 2019!

    Lightning 3, Blue Jackets 7

    Temos o primeiro classificado dos playoffs: Columbus Blue Jackets. A equipe de Ohio irá ao segundo round pela primeira vez em seus quase 20 anos de história.

    Depois de uma trade deadline movimentada, que viu os Jackets adquirirem grandes nomes no mercado, como o center Duchene, a equipe gerou incertezas quando se classificou para a pós-temporada como segundo wildcard. O adversário, Tampa Bay Lightning, vinha de uma das melhores temporadas regulares da NHL moderna, e as previsões eram de uma varrida. Entretanto, antes da série começar não se esperava que os varridos seriam os Bolts.

    A equipe da Flórida chegou no Jogo 4 pressionada, afinal jogaria por sua sobrevivência, e no início da partida conseguiu demonstrar alguns sinais de que poderia forçar um Jogo 5. O destaque inicial foi Kucherov, que voltava de uma suspensão de um jogo. Mesmo assim, o primeiro gol foi de Columbus, marcado por Texier no power play, seu primeiro dos playoffs. Em seguida, Pierre Luc-Dubois ampliou para os Jackets. Ainda no primeiro período Stamkos diminuiu, com o que foi o primeiro gol do capitão dos Bolts na série. No final do primeiro período a equipe de casa ainda viu um gol ser anulado pela arbitragem.

    No segundo período o defensor Seth Jones marcou o terceiro da equipe de Ohio, enquanto Paquette diminuiu para os visitantes. Os Bolts continuaram demonstrando sinais de vida, tentando buscar o empate, que veio com um gol de Brayden Point no power play. Mas menos de um minuto depois Bjorkstrand reconquistou a vantagem para os Jackets.

    Iniciado o terceiro período, Bobrovsky mostrou a que veio nos playoffs e fez defesas difíceis. No final do jogo, quando o gol ficou vazio, Panarin, Texier e Duchene aproveitaram, e selaram a vitória e classificação para Columbus. Assim, muitos brackets caíram por terra após a conquista histórica da equipe de Ohio.

    Agora, os Blue Jackets esperam o vitorioso da série entre Leafs e Bruins, e enquanto isso, terão alguns dias a mais para descansar e comemorar o feito que até o início da série era impensável. Tampa Bay Lightning não só foi eliminado no primeiro round, como não conseguiu ganhar nem ao menos um jogo.

    Enquanto isso, os estoques de vassouras estão esgotados na cidade de Columbus, afinal elas são tão eficientes que conseguem até neutralizar os raios vindos da Flórida.

    Islanders 3, Penguins 1

    De volta à casa dos Pinguins, o jogo começou quente. Logo de cara, Jake Guentzel colocou seu gol nas redes aos 35 segundos, em uma bela tacada com direito a assist de Sid Crosby. Dois minutos depois, Mat Barzal, carregou o puck em um 2 contra 1 para Jordan Eberle, que empatou o placar.

    Apesar do empate, o primeiro período foi de dominância para o time da casa: os Penguins tiveram 10 shots contra 7 dos Islanders, e muitos gols foram salvos graças às ao todo 35 defesas de Robin Lehner. Era só questão de tempo até algum time fazer o gol, e quem respondeu primeiro foram os Islanders. Brock Nelson marcou seu terceiro dos playoffs no final do primeiro tempo, restando 1:54 para acabar. Tom Kuhnhackl tirou o puck do defensor dos Penguins, Marcus Pettersson, atrás das redes, passando para Josh Bailey que enfim passou para Nelson colocar para dentro.

    O segundo tempo foi um destaque para ambos os goleiros: só não houve mais gols pois Murray e Lehner brilharam, com grandes defesas em perigosos power plays. No final do terceiro tempo, um gol de Bailey no empty-net.

    Os Penguins se despedem da corrida pela Stanley Cup tendo jogado até o último minuto. Pittsburgh tentou a todo custo reverter o placar, porém o sistema defensivo dos Islanders se mostrou superior e mais eficaz. Agora os Isles aguardam o vencedor da série entre Washington e Carolina.

    Jets 2, Blues 1

    No Missouri, vitória dos Jets no overtime, empatando a série em 2-2.

    Com um começo lento, os Blues tiveram boas chances e os Jets logo responderam com alguns bons tiros a gol, porém sem marcar. O primeiro tempo acabou com o placar zerado, e o segundo também. O maior destaque foi o goleiro dos Jets, Connor Hellebuyck, que não deixava nenhum puck entrar.

    Porém, aos 35 segundos do terceiro tempo, Vladimir Tarasenko fez o primeiro de St. Louis, um wrist shot que passou por cima da luva de Hellebuyck. Os Jets não desistiram. Continuaram a jogar e a complicar o que seria, a princípio, uma vitória em casa fácil para os Blues.

    Aos 7:33, enfim, Mark Scheifele empatou o jogo para Winnipeg, e o placar se manteve até o final do tempo regulamentar. No overtime, Kyle Connor marcou o gol da vitória para o canadense.

    Para o Jogo 5, as equipes voltam ao Canadá, na quinta-feira (18).

    Sharks 0, Golden Knights 5

    Novamente, vemos o San Jose Sharks cedendo nos primeiro minutos. E os Knights saem com uma vitória importante e um shutout para Fleury.

    Em Las Vegas, quem marcou o primeiro gol aos 1:11 foi Max Pacioretty. Depois, Martin Jones, faz uma bela defesa, e os Sharks logo partiram para o ataque, mas Marc-André Fleury bloqueou a tentativa. Aos 19:13, Shea Theodore ampliou para o time de casa. 2-0.

    No segundo tempo, Jones foi substituído por Aaron Dell, porém essa troca não adiantou muito para o Tubarão. O terceiro gol veio aos 12:33 do segundo, novamente por Max Pacioretty (seu quarto dos playoffs). Erik Karlsson teve uma ótima chance de diminuir o saldo, mas o puck bateu na trave. Outras chances que os Sharks acharam para conseguir fazer um gol foram impedidas por Fleury.

    Alex Tuch marcou o quarto gol, aos 6:37, e Jonathan Marchessault, aos 16:24 do terceiro tempo. Agora, Vegas lidera as séries por 3-1, e está a uma vitória do segundo round.

    O quinto jogo acontece na casa dos Sharks, em San Jose. O time possui um grande elenco e pode contar com a volta da suspensão de Joe Thornton, então ainda é possível contornar essa situação e se recuperar na série.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Decepções para alguns, orgulho para outros

    Decepções para alguns, orgulho para outros

    Domingo (14) à noite, apesar de surpreender, teve uma sensação de que já sabíamos o que estava por vir.

    Islanders 4, Penguins 1

    O terceiro jogo da série foi na arena dos Penguins, e mostrou exatamente a inconsistência dos donos da casa.

    O primeiro gol foi aos 12:54, de Garett Wilson, no qual o jogo se mostrava de igual para igual: ambos os times atacavam, se defendiam bem, os goleiros brilhando. Porém, logo em seguida, Jordan Eberle colocou o seu quarto gol dos playoffs nas redes, aos 13:22. Isso pareceu desequilibrar os Penguins.

    O segundo gol, de virada, dos Islanders veio aos 14:22, com apenas diferença de 1:22 minutos entre os dois gols. O maior carrasco do time da casa talvez tenha sido Robin Lehner, e isso pode ter desmotivado a reação dos Penguins.

    O segundo período não teve nenhum gol, e Pittsburgh conseguiu segurar esse resultado, até Brock Nelson marcar, aos 10:27 do terceiro tempo, seu segundo gol dos playoffs. Leo Komarov fez o terceiro gol do Islanders em uma linda tacada, a qual o goleiro Matt Murray não poderia defender. Nisso, os marinheiros de Nova Iorque já estavam gritando vitória, e o capitão Anders Lee fez seu gol no empty-net dos Penguins.

    Mais uma vez, os Islanders brilharam em cima dos Penguins. A jornada do time de Nova York tem sido até agora muito boa, e agora os Penguins terão que ir com a força total se quiserem mudar o rumo desses playoffs. O Jogo 4 será novamente em Pittsburgh, na terça (16).

    Lightning 1, Blue Jackets 3

    Novamente, Tampa Bay Lightning perde para Columbus Blue Jackets, agora na casa do adversário. Porém, de forma mais amena, com momentos intensos e dramáticos.

    Nos primeiros minutos, vimos um Jackets superior, avançando e atacando sempre que possível. A defesa do time da Flórida estava fragilizada, sem Hedman e o ataque, sem Kucherov, que foi suspenso, e não tinha bons resultados quando tentava avançar.

    As defesas milagrosas de Vasilevskiy impediam alguns pucks de entrar, mas o primeiro gol dos Jackets veio aos 1:44 do segundo tempo, gol marcado por Matt Duchene. O segundo gol do Jackets foi em um power play, gol de Oliver Bjorkstrand. Foi um jogo com algumas penalidades cometidas pelos jogadores do Tampa Bay Lightning, visivelmente abalados pelo resultados, e pela presssão de ganhar.

    O terceiro período foi um período de grandes destaques, pois vimos um outro Tampa Bay Lightning. Se no primeiro tempo, os Bolts terminaram o jogo com o total de 3 tiros contra 12 do CBJ, no segundo esse número dobrou, e Tampa Bay conseguiu se equivaler ao número de shots (10 contra 11 de Columbus) . No último período, foram 15 contra 8 para os Jackets.

    E enfim, saiu o gol do Tampa Bay, aos 4:40 minutos, por Palat. Porém, essa reação veio tarde demais. Ao colocar um sexto jogador e se desfazer de Vasilevskiy, o Tampa não conseguiu fazer o gol de empate e Columbus fez o terceiro gol para selar de fato a vitória.

    A eliminação de Tampa pode acontecer na terça-feira, no Jogo 4 da série, na casa dos Blue Jackets.

    Jets 6, Blues 3

    Com St. Louis Blues liderando a primeira rodada por 2-0, os Jets tiveram a calma e paciência para virarem o jogo (literalmente) e fazerem uma disputa muito acirrada pela dominância da série.

    O primeiro gol foi logo aos 19:12 do primeiro período, um gol de power play para os Blues, feito por David Perron. O segundo tempo, porém, foi todo do Winnipeg Jets: TRÊS gols nos primeiros nove minutos, por Kevin Hayes, Patrik Laine e Kyle Connor, o último em um power play.

    No terceiro período, veio o segundo gol de St. Louis, em um power play também, com autoria de Vladimir Tarasenko. Bradon Tanev,
    Dustin Byfuglien e Connor, novamente, fecharam a conta de gols para os Jets. O terceiro gol de St Louis foi feito por Alexander Steen.

    Na casa dos Blues, quem comandou as emoções foram os Jets. Vamos ver se a tendência se mantém no Jogo 4, na terça.

    Sharks 3, Golden Knights 6

    Com direito a hat-trick de Mark Stone, os Knights foram os melhores na noite passada.

    Já nos primeiros segundos do jogo, um susto em cima dos Sharks: Vegas já havia marcado. Foi o primeiro gol de Stone, aos 16 segundos. Depois, Max Pacioretty fez um no power play, abrindo 2-0 aos 12:16. Aos 15:26, Kevin Labanc fez o primeiro gol dos Sharks, que foi desafiado por interferência no goleiro. O gol, no entanto, foi confirmado.

    No segundo tempo, a defesa bagunçada dos Sharks deixou Paul Statsny livre para fazer o terceiro gol de Vegas, aos 21 segundos. Kane quase conseguiu marcar short-handed, mas Fleury fez uma defesa incrível com o taco, e o time da casa continuou com a vantagem. Paul Statsny fez outro gol, de longe, impossível de defender.

    A essa altura, já estava 4 a 1, e no terceiro período, novamente eles levaram um gol nos primeiros segundos. Mark Stone assinou o quinto gol, 0:36. Então Logan Couture fez o segundo do Sharks aos 4:57, e Timo Meier o terceiro, aos 5:51. Com 3-5, dava até para pensar em um empate, porém Mark Stone estava inspirado e terminou de vez com os sonhos de recuperação dos tubarões, completando hattrick aos 13:57.

    A quarta partida da série também acontece na terça, em Las Vegas.

    Foto: Reprodução/Twitter.com

  • Nikita Kucherov e o veredito da Liga

    Nikita Kucherov e o veredito da Liga

    O Tampa Bay Lightning definitivamente não começou os playoffs de uma forma tão gloriosa como sua temporada. Foram duas derrotas consecutivas na Amalie Arena, com um estilo de jogo irreconhecível e distante do que costumavam jogar.

    Os gols do Columbus Blue Jackets vieram principalmente de erros bobos dos defensores do Tampa, principalmente de Rutta e Hedman. Mesmo que eles não possuam o mesmo nível técnico de Tampa, foi nítida, nos dois jogos, a superioridade do time visitante, e é válido destacar a incrível partida do goleiro Bobrovsky.

    Esse tipo de falha logicamente mexe com o psicológico dos jogadores de um time considerado favorito a ganhar a Stanley. E quando você é o favorito a ganhar algo mas não alcança as expectativas, você se frustra. Isso foi claramente o que aconteceu com Nikita Kucherov durante o segundo jogo contra o CBJ.

    Uma das figuras principais do time da Flórida, com seus incríveis 128 pontos e 41 gols na temporada, em ambos os jogos das séries dos playoffs Kucherov teve atuação discreta: todos seus shots foram na trave e ele fez muitos passes errados.

    Conforme o tempo passava, e o jogo ficava mais difícil, a pressão aumentava e a esperança acabava. Sergachev faria um gol que reacenderia a esperança que faltava para todos os jogadores e fãs. Porém, essa chama logo acabou. Em seguida o Columbus fez 4-1.

    Então, Kucherov aplica um boarding perigoso no defensor Markus Nativaara, que já estava no chão da borda de gelo. Considerado uma major penalty, Kucherov foi afastado da partida por 15 minutos. A liga reconheceu que o lance não foi necessariamente perigoso e suspendeu Kucherov para passar uma lição, pois o uso da força do russo foi mais uma questão de imprudência em cima de um jogador indefeso. Kucherov foi suspendido por um jogo, portanto não estará presente no jogo de domingo.

    Agora, Tampa possui uma tarefa difícil, porém não impossível: procurar uma vitória como visitante na casa do Columbus sem seu principal jogador. Mesmo sem brilhar nas duas partidas, Kucherov ainda é peça fundamental para o time engrenar. A falta de prudência na atitude do russo pode gerar, novamente, um resultado ruim para o time e destruir de vez o sonho da Stanley Cup, tão almejada para o melhor time da liga. E o resultado de domingo é essencial para que saibamos se o Tampa ainda pode respirar e sonhar com o troféu.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Sorte dos visitantes no terceiro dia de playoffs

    Sorte dos visitantes no terceiro dia de playoffs

    A terceira noite dos playoffs voltou a surpreender grande parte das torcidas.

    Blue Jackets 5, Lightning 1

    Se no Jogo 1 os Blue Jackets ganharam de virada, no segundo já começaram com tudo. Aos 5:15 do primeiro período, Cam Atkinson abriu o placar ao colocar o puck para dentro do gol após um passe de Duchene. 6 minutos depois Werenski fez o segundo de Columbus no power play.

    O 3-0 veio no início do segundo período do stick de Matt Duchene. Sergachev fez o primeiro, e único, gol dos Bolts aos 5 minutos. E então Nash e Panarin finalizaram o placar para os Blue Jacket no terceiro.

    Além do próprio gol, Warenski ainda teve uma assistência no de Duchene e participou de uma briga com Brayden Point, acabando o jogo com um Gordie Howe Hat Trick.

    Quem também se envolveu em confusão foi o atacante de Tampa, Nikita Kucherov. O russo recebeu uma minor por tripping, além de uma major penalty e um game misconduct por conta de um boarding em Markus Nutivaara no fim do jogo.

    Kucherov terá uma audiência com o Departamento de Segurança da Liga no sábado.  A audiência será por conta do boarding, porém o departamento de segurança tem o direito de fazer ajustes à infração caso sinta a necessidade. Alguns sites estão comparando a infração de Kucherov com a de Nazem Kadri, dos Maple Leafs, no ano passado, quando o time canadense perdeu seu atacante por 3 jogos.

    Os Blue Jackets lideram a série por 2-0. Os dois times voltam a se enfrentar no domingo, em Columbus.

    Penguins 1, Islanders 3

    Em Pittsburgh, o jogo foi físico e cheio de hits. Tudo estava equilibrado até a metade do segundo período, quando Gudbranson marcou seu primeiro gol em playoffs para o time da casa. Três minutos depois, Beauvillier empatou a partida.

    Enquanto parte dos Islanders comemoravam, o resto entrou numa briga com os Penguins, o que resultou em uma double-minor para Barzal e dois minutos para Pettersson.

    O jogo foi decidido por Jordan Eberle, aos 7:54 do terceiro período, que conseguiu marcar depois de um passe de Matt Barzal. Três minutos depois Bailey completou o placar durante um power play.

    New York lidera a série por 2-0. Os dois times voltam a se enfrentar do domingo, na casa dos Penguins.

    Blues 4, Jets 3

    Sundqvist abriu o placar para os Blues com pouco mais de cinco minutos de jogo. Com duas penalidades, os Jets ficaram com apenas 3 jogadores no gelo durante 17 segundos. No entanto, foi logo após o fim dessas penalty kills que Wheeler conseguiu empatar para Winnipeg.

    No início do segundo período, foi a vez de Laine marcar e virar o jogo, com o seu segundo gol nos playoffs. Porém a alegria dos Jets durou pouco. Maroon empatou 4 minutos depois e Sundqvist fez o terceiro dos Blues aos 9:50 do segundo período.

    Adam Lowry sofreu um hooking de Robert Thomas, e, durante o power play, os Jets conseguiram marcar com Scheifele e empataram o jogo novamente. O gol da decisão veio do taco de Ryan O’Reilly, aos 3:46 do terceiro período. O ponto deu a vitória para St. Louis, que faz 2-0 na série.

    Os times se enfrentam novamente no domingo.

    Golden Knights 5, Sharks 3

    Até então, Sharks e Vegas são os únicos times empatados nesses playoffs. Na noite de sexta-feira, os Sharks foram derrotados em casa.

    Vegas começou marcando o primeiro, antes mesmo de completar um minuto de jogo. Ainda no primeiro período, Miller e Pacioretty, respectivamente, fizeram o segundo e terceiro para os Golden Knights.

    Surpreendentemente, em 3 minutos San Jose conseguiu o empate. Couture marcou aos 16:59, Hertl aos 17:38 e Thornton finalizou o período com um gol aos 19:08.

    Os Sharks pareciam ter assumido a liderança aos 0:51 do segundo período, mas foi sinalizada uma interferência de goleiro, o que anulou a marcação e tirou Couture do gelo por dois minutos.

    Quem marcou durante esse power play foi Mark Stone, devolvendo a vantagem à Vegas. O time ainda finalizou no terceiro período com um gol de William Karlsson, enquanto os Knights estavam com um jogador a menos.

    A série agora vai para Las Vegas, onde eles se enfrentam no domingo para o Jogo 3.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Columbus surpreende melhor equipe da liga

    Columbus surpreende melhor equipe da liga

    A pós-temporada começou na noite de quarta (10) com uma partida emocionante entre Lightning e Blue Jackets.

    Durante o primeiro período, parecia clara a superioridade da equipe da Florida. Com muita velocidade, passes precisos e intensidade de jogo, os Bolts logo abriram três gols de vantagem, com Alex Killorn, Anthony Cirelli e Yanni Gourde.

    Porém, o jogo estava prestes a virar para Columbus. Aos 9:15 do segundo período, Nick Foligno aproveitou um contra-ataque para marcar o primeiro dos Jackets. David Savard fez o segundo da equipe aos 7:56 do terceiro período, seu primeiro gol em partidas de pós-temporada.

    O empate veio com Josh Anderson, aos 11:54, durante um power play de Tampa. Com 5:55 no cronômetro, o defensor Seth Jones aproveitou a vantagem numérica de Columbus para fazer 4-3, dando a vitória aos Blue Jackets no Jogo 1.

    Bobrovsky, com 26 defesas, foi uma peça importante para a virada da equipe nos períodos finais. Do outro lado, o outro russo, Vasilevskiy, parou ao todo 22 pucks.

    O Jogo 2 da série acontece na sexta-feira (12), também em Tampa.

    Penguins 3, Islanders 4 (OT)

    Mesmo com um gol anulado aos 30 segundos de jogo, New York insistiu em abrir o placar da série contra Pittsburgh. Jordan Eberle, com menos de dois minutos jogados, aproveitou um rebote de Murray e fez 1-0. Aos 5:42, Phil Kessel empatou para os visitantes.

    A partida seguiu neste padrão. Novamente com participação de Eberle, os Islanders retomaram a vantagem aos 15:46 do primeiro período, com um gol de Brock Nelson no power play. No segundo período, Evgeni Malkin fez 2-2 no power play, aos 13:41. No minuto seguinte, Nick Leddy colocou New York mais uma vez à frente.

    A vitória dos Isles poderia ter vindo no tempo regulamentar, não fosse por Justin Schultz, que empatou a partida com um minuto e meio para o fim e levou o jogo para overtime. Após 4:39 jogados na prorrogação, Josh Bailey marcou o quarto de New York, numa jogada originada por Mathew Barzal, dando a vitória para o time da casa.

    Apesar dos três gols sofridos, Robin Lehner teve uma partida exemplar no gol dos Islanders. Foram 41 defesas em 44 tiros sofridos. Matt Murray, por sua vez, parou 33 dos 37 discos lançados contra sua meta.

    As equipes se enfrentam novamente no Nassau Coliseum na sexta-feira, para o Jogo 2.

    Blues 2, Jets 1

    Os playoffs começaram no Oeste com o confronto entre St. Louis e Winnipeg, na casa do canadense.

    Os Jets abriram o placar aos 13:28 do primeiro período, com Patrik Laine. O atacante finlandês recebeu o puck de Bryan Little e passou um tiro certeiro por Jordan Binnington. Winnipeg manteve a vantagem até o primeiro intervalo e por todo o segundo período.

    A reação dos Blues veio nos 20 minutos finais. Aos 4:05 do terceiro, David Perron fez o primeiro do visitante. A partida seguiu empatada até os 17:55, quando Patrick Maroon e Tyler Bozak combinaram para superar Hellebuyck e fazer 2-1 para St. Louis.

    Ambos os goleiros fizeram 24 defesas ao todo na partida. Os Jets tentarão novamente a vitória em casa na sexta-feira, antes da série embarcar para os Estados Unidos.

    Stars 3, Predators 2

    Com dois gols de Miko Heiskanen, Dallas abre seu retorno à pós-temporada com uma vitória importante em solo inimigo.

    Nashville abriu o placar com um belo gol de Roman Josi aos 12:12 do primeiro período. Quase um período inteiro depois, o finlandês de 19 anos fez o seu primeiro para os Stars. Heiskanen abriu, então, o terceiro período com seu segundo gol, aos 6:10. Aproveitando um rebote de Pekka Rinne, que contou com 26 defesas na partida, Mats Zuccarello fez 3-1 para Dallas, quatro minutos depois.

    P.K. Subban diminuiu a vantagem do visitante com um gol espetacular aos 13:24. Mas com Ben Bishop fazendo um total de 30 defesas, o ataque dos Preds, não conseguiu dar sequência à recuperação.

    A equipe do Texas tem a vantagem na série por 1-0, e volta a enfrentar Nashville no sábado, na Bridgestone Arena.

    Golden Knights 2, Sharks 5

    A noite foi dos defensores em San Jose. Marc-Edouard Vlasic, Brent Burns e Erik Karlsson tiveram dois pontos cada na vitória dos Sharks no Jogo 1 contra Vegas.

    Joe Pavelski abriu o placar desviando com o queixo (AI!) um tiro de Brent Burns. A jogada custou um dente do capitão, mas colocou os Sharks à frente no primeiro período.

    No segundo período, novamente Brent Burns atirou para o gol, e dessa vez acertou sem a “ajuda” de nenhum companheiro de equipe. Vlasic fez 3-0 para os Sharks aos 7:44, e Mark Stone, em seguida, marcou o primeiro dos Knights. Segundos antes do fim do período, Evander Kane concluiu o lance de Erik Karlsson para fazer 4-1.

    No terceiro período, novamente Mark Stone diminuiu a vantagem dos Sharks para dois gols, com cinco minutos no cronômetro. Tomas Hertl, no entanto, selou a vitória fazendo o quinto do time da casa nos minutos finais.

    Vegas terminou a partida com um total de 26 tiros a gol, contra 33 de San Jose. O segundo jogo da série acontece na sexta, novamente na Califórnia, antes das equipes se dirigirem para Las Vegas para o Jogo 3, no domingo.

    Os playoffs têm sequência nesta quinta (11), com os primeiros jogos entre Toronto e Boston, Carolina e Washington, e Colorado e Calgary. A ESPN transmite Canes e Caps a partir das 20h30 BRT.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Prévia 2018-19: Divisão Atlântica

    Prévia 2018-19: Divisão Atlântica

    Apenas três dias para o início da temporada 2018-19 da NHL e as previsões continuam! No último ano, a Divisão Atlântica foi a única que teve três times com pelo menos 105 pontos durante a temporada regular. Com a menor pontuação estava Toronto Maple Leafs (105), e no topo, Boston Bruins com 112 pontos e Tampa Bay Lightning com 113 pontos!

    Ao ponderar as forças e fraquezas de cada time da divisão, eis o que podemos esperar para essa temporada:

    Boston Bruins

    Em relação a qualidade do time, se comparado com a temporada anterior, pode-se dizer que os Bruins têm a vantagem de contar com mais jogadores mais velhos, e assim, mais experientes. Nomes como David Pastrnak, Jake DeBrusk, Charlie McAvoy, Brandon Carlo, Anders Bjork e Ryan Donato por si só fazem um jogo espetacular. Isso não é nada bom para o restante da liga, já que Boston ainda conta com Patrice Bergeron, Brad Marchand, David Krejci, David Backes, Zdeno Chara e Tuukka Rask no elenco.

    No time, a maior força é possuir uma das melhores linhas ofensivas da NHL, com o trio Marchand, Bergeron e Pastrnak. Mas uma preocupação da equipe é conseguir a pontuação suficiente para alcançar as outras na competição. As chances de chegar aos playoffs são, de qualquer forma, grandes. De modo geral, os Bruins são uma equipe saudável e com garra para competir.

    Buffalo Sabres

    Um dos piores times da liga na temporada passada, os Sabres brigam para não terminarem o próximo ano na mesma situação. Já que ganharam a loteria do último draft, o time pôde escolher importantes reforços, como o novato sueco Rasmus Dahlin (pick nº1), e o americano Mattias Samuelsson. Ryan O’Reilly foi para St. Louis, e o time colocou o artilheiro veterano Jeff Skinner no elenco por um preço razoável. Não é como se os Sabres fossem magicamente acabar nos playoffs desse ano, mas de fato já estão melhores.

    Um jogador de grande destaque no time é o central Jack Eichel. Ainda não chegou a uma pós-temporada, mas é alguém que os outros times disputariam para ter em sua equipe. Sua pontuação subiu de 57 em 61 jogos, para 64 em 67 jogos na última temporada. Se continuar nesse ritmo, seus números ofensivos devem subir ainda mais.

    Uma desvantagem que a equipe enfrenta na defesa. Apenas Dahlin, Ristolainen e Scandella devem agregar de fato à posição, enquanto o restante do time precisa de muito trabalho. Além disso, vai ser difícil deixar o puck fora da rede, considerando que o goleiro não está tão preparado para o ritmo dos jogos. Pode-se dizer que Buffalo está crescendo aos poucos ao contratarem esses jogadores com grande potencial.

    Detroit Red Wings

    Detroit trouxe de volta Thomas Vanek e Mike Green, mas perder Henrik Zetterberg para uma lesão nas costas os prejudicou. O time, que sempre foi conhecido como franquia modelo, agora está em uma fase de reconstrução. A equipe conta com jovens jogadores, como o impressionante Dylan Larkin, que com apenas 22 anos fez 63 pontos em 82 partidas. Além dele, também contam com Anthony Mantha, Andreas Athanasiou e os novatos Michael Rasmussen, Filip Zadina e Evgeny Svechnikov.

    No entanto, os Wings tem algumas cartas ruins na NHL, com defensores ultrapassando os 32 anos comprometendo sua competitividade. Infelizmente, para os fãs de Detroit, as esperanças de chegar aos playoffs não são muitas. O time carece de pontuação e a zona defensiva está bastante danificada.

    Florida Panthers

    Perder por 1 ponto o jogo decisivo que os colocariam nos playoffs foi a gota d’água para o GM Dale Tallon. A adição de Mike Hoffman na pós-temporada deu a eles mais um atacante. Além disso, os jogadores jovens tiveram tempo de adquirir experiência e devem constituir um time melhor.

    As duas linhas principais de Flórida podem ser consideradas de grande força no campeonato. Na primeira, Aleksander Barkov, Evgenii Dadonov e Nick Bjugstad, seguidos por Hoffman, Vincent Trochech e Jonathan Huberdeau na segunda. Pode-se dizer que os Panthers vão ser um ataque difícil de parar. Uma incerteza atual é o goleiro Roberto Luongo. Com 39 anos, ele deve se manter saudável nessa temporada para poder jogar a maioria dos jogos, ou então será trocado e substituído por James Reimer.

    Barkov, o capitão de 23 anos, tem grandes chances de melhorar ainda mais nessa temporada. Ele marcou 78 pontos em 79 partidas em 2017-18, e está sob pressão para subir esses números.

    Montreal Canadiens

    Se comparado com o ano passado, parece que as coisas melhoraram para os Habs, no geral. Mas, mesmo assim é difícil dizer que o time está de fato melhor, especialmente porque perderam Shea Weber até o final do ano. E também porque trocaram dois dos melhores pontuadores da equipe, Max Pacioretty e Alex Galchenyuk.

    Um ponto muito positivo para a equipe é ter Carey Price no gol. Se aproveitar todo seu potencial nos jogos, os Canadiens tem grandes chances de surpreender nessa temporada. A equipe ainda não tem grandes chances de ser vista nos playoffs, e a fragilidade na linha permanece. Podemos dizer, no entanto, que Montreal está no caminho certo.

    Ottawa Senators

    Para essa temporada é quase impossível afirmar que os Sens estao melhores do que no ano passado. Agora sem Erik Karlsson e Mike Hoffman, os jogadores que os substituíram não vão conseguir preencher as lacunas que foram deixadas. Mesmo sem essas peças importantíssimas, por enquanto a equipe ainda tem Mark Stone e Matt Duchene na escalação. Mas a permanência de ambos na equipe é uma incerteza até o fim do próximo ano.

    Não vai ser uma temporada fácil para a capital canadense. Mesmo com toda a capacidade de Thomas Chabot, a falta Karlsson tem um peso enorme para a defesa. Além disso, se Craig Anderson não mudar a atual postura no gol, a temporada vai ser bem longa para Ottawa. A parte mais difícil é imaginar o time chegando na pós-temporada. A própria alta-gerência admitiu publicamente que o time está numa fase de reconstrução. Se os Senators pretendem surpreender ainda esse ano, isso vai demandar um esforções tremendo de todos os jogadores, e alguma sorte no caminho.

    Tampa Bay Lightning

    Quem não teve “dor de cabeça” durante o verão, foi o Lightning, que está em vantagem depois de adquirir J.T. Miller e Ryan McDonagh para a temporada toda. Tampa nem precisa fazer uma grande jogada para entrar para a “elite da divisão”, eles são visivelmente os melhores.

    A maior força do time são os principais jogadores, os outros jogadores, e também o resto dos jogadores. Não dá para apontar fraquezas, já que eles têm boa pontuação, uma defesa de qualidade e talvez o melhor dos goleiros! Não é querer inflar o ego dos jogadores – ou da torcida -, mas não fica dúvida que o time tem total potencial de seguir para os playoffs e representar o Leste na Final da Stanley Cup.

    Toronto Maple Leafs

    Ao trazer John Tavares para o time, Toronto já ficou melhor. Fazendo par com Auston Matthews e garantindo qualidade no rinque, só são páreo pra dupla de Sidney Crosby e Evgeni Malkin nos Penguins. O ex-Islander está animado por jogar em casa, e já mostrou a que veio mesmo antes da temporada começar. E Matthews que, com 21 anos, marcou 40 gols só no seu rookie year, e 34 gols em 62 jogos ano passado.

    A defesa dos Leafs, no entanto, ainda deixa a desejar. Morgan Reilly precisa de um par à altura se o time quiser ir além da primeira rodada dos playoffs.

    Sem dúvida tem muito o que acompanhar na Divisão Atlântica, e a gente bem sabe que os cenários podem mudar a qualquer momento na NHL. Fique ligado, na terça voltamos com as duas últimas divisões: Pacífica e Metropolitana!

  • Bolts vencem jogo 3 da série

    Bolts vencem jogo 3 da série

    Nessa terça-feira (16) tivemos a garantia de que não haverá varrida em nenhuma série das finais de conferência, com a vitória dos Bolts em Washington.

    Lightning 4, Capitals 2

    Os Caps lideravam a série em 2-0, mas o jogo de ontem mudou esse cenário. Steven Stamkos abriu o placar da noite para Tampa, aos 13:53 do primeiro período. Em um powerplay, no início do segundo, Nikita Kutcherov fez 2-0 em Holtby.

    Pouco depois, aos 3:37, Victor Hedman aumentou o placar dos visitantes para 3-0, com seu primeiro gol nos playoffs. O capitão dos Bolts, Steven Stamkos, afirmou que o time sabia da qualidade de jogo dos Caps, mas precisavam fazer ajustes e trabalhar nisso, e foi o que fizeram. E o goleiro de Tampa, Andrei Vasilevsky. fez 36 defesas no jogo.

    Ainda no segundo período, aos 10:31 Bett Connolly fez o primeiro do time da casa. Mas não durou muito, pois aos 16:03 Brayden Point fez o quarto gol de Tampa. O último gol da noite ficou por conta de Evgeny Kuznetsov, que marcou o segundo gol dos Capitals, aos 16:52 do terceiro período. O placar final da partida terminou em 4-2.

    Após a partida, Ovechkin afirmou que “ninguém falou que ia ser fácil… eles não vão nos dar duas vitórias consecutivas em nossa casa… Nós temos que jogar de forma mais inteligente”. As duas equipes voltam a se enfrentar na quinta-feira à noite, pelo quarto jogo da série. A partida será novamente em Washington.

    No Jogo 4, o Lightning tenta empatar a série e seguir na busca por sua segunda final da Stanley Cup em quatro anos. Quanto aos Capitals, com mais duas vitórias a equipe pode chegar à primeira decisão da franquia desde 1998.

     

    Foto: Reprodução/NHL.com

     

     

  • Capitals começam forte

    Capitals começam forte

    O Washington Capitals marcou quatro gols nos 15 primeiros tiros (dois em powerplay) para segurar o Tampa Bay Lightning e vencer fora de casa a primeira partida da Final da Conferência Leste.

    Capitals 4, Lightning 2

    Alex Ovechkin e Lars Eller marcaram um PPG cada na vitória por 4-2 dos Caps sobre os Bolts, na sexta-feira (11). O primeiro jogo da série foi na Amalie Arena, em Tampa.

    Washington começou forte e ditou o ritmo do jogo na maior parte do tempo. O Lightning só conseguiu seu primeiro tiro a gol na metade do primeiro período. Michal Kempny abriu para os visitantes aos 8 minutos com seu primeiro gol em playoffs na carreira.

    No final do primeiro período, Nikita Kucherov quase empatou para Tampa, mas a equipe sofreu um too many men on the ice e, em vez de igualar o placar, foi para a penalty kill. Os Capitals aproveitaram a vantagem numérica para marcar mais um, com Alex Ovechkin.

    Depois do intervalo, Washington voltou para fazer mais dois. Jay Beagle aumentou a diferença para a equipe visitante e, quatro minutos mais tarde, Lars Eller também anotou o seu.

    O Lightning finalmente respondeu com um gol de Steven Stamkos no começo do terceiro período, no powerplay. A equipe conseguiu mais um no final da partida, com Ondrej Palat, mas não foi suficiente para superar os Caps. Tampa não lançou mais que 20 pucks na direção de Braden Holtby. Do outro lado, Vasilevskiy deixou 4 passar em 25 tiros, e foi substituído por Louis Domingue, que teve 7 defesas até o final.

     

    Foto e vídeo: Reprodução/NHL.com