Autor: Juh Guedes

  • Perfil: Brayden Point

    Perfil: Brayden Point

    Tampa Bay Lightning está tendo uma temporada extraordinária. Mantém a primeira posição da Divisão Atlântica e também está em primeiro na liga, com 79 pontos em 55 jogos. Brayden Point, apesar da pouca idade, é um dos principais responsáveis por essa colocação: ele já soma 46 pontos, e é o terceiro em número de gols dos Bolts.

    Point nasceu em 13 de março de 1996, em Calgary, Canadá. Em 2011, foi draftado pelo Moose Jaw Warriors da WHL, time em que ficou até a temporada 2014-15, quando assinou um contrato de entrada com os Bolts após ter sido draftado pela equipe da Flórida em 2014, na terceira rodada.

    Após assinar seu contrato, Brayden jogou mais uma temporada pelos Warriors, quando participou do training camp do Tampa Bay para a temporada 2016-17, impressionando o capitão dos Bolts, Steven Stamkos, após marcar três gols na pré-temporada. Stamkos insistiu que ele deveria jogar na NHL.

    E assim, em 13 de Outubro de 2016, Brayden Point fez sua estreia pelo Tampa na vitória de 6 a 4 em cima do Detroit Red Wings. Dois dias depois, ele deu uma assistência a Valtteri Filppula no gol da vitória por 3 a 2 contra os Devils, marcando o seu primeiro ponto na NHL.

    No entanto, seu primeiro gol aconteceu em um shootout em cima do Florida Panthers. Com isso, Point se tornou o 27° jogador a marcar no shootouts antes do seu primeiro gol em tempo regular, o qual veio apenas em 5 de novembro, quando marcou na vitória de 4 a 1 em cima do New Jersey Devils fora de casa.

    Brayden Point participou do All-Star Game em 2018, substituindo o colega Victor Headman, que se lesionou dias antes do evento. Ele participou do desafio de habilidades Fastest Skater, onde foi o primeiro a se apresentar e ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Connor McDavid, ganhador da competição no ano anterior.

    Jogando pela seleção canadense, Point participou do 2013 World U17 Hockey Challenge, em que foi nomeado capitão assistente e terminou em 5º lugar. Naquele mesmo ano, já com 17 anos completos, ele foi chamado para jogar o 2013 Ivan Hlinka Memorial Tournament, no qual ganhou a medalha de ouro e recebeu o MVP. Point também esteve na conquista do bronze pelo Canadá no 2014 IIHF World U18 Championship, e, no ano seguinte, ganhou medalha de ouro no 2015 IIHF U20 World Junior Championships.

    Em 2017, Point mais uma vez foi chamado para jogar pelo seu país no 2017 IIHF World Championship, e ficou com a medalha de prata após perderem para a Suécia na final por 2 a 1.

     

    Foto Reprodução/NHL.com

     

  • Seleções Femininas fazem história

    Seleções Femininas fazem história

    Os Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang tiveram início oficialmente na sexta-feira (9) e o hockey começou com um jogo histórico no sábado de manhã. As seleções femininas de Suíça e Coreia se enfrentaram na vitória por 8 a 0 das suíças, mas o que chamou atenção desse jogo não foi o placar, e sim que, pela primeira vez em 65 anos, Coreia do Sul e Coreia do Norte jogaram juntas em uma mesma seleção.

    A torcida coreana tinha maioria originária do sul, mas também esteve presente um grupo de “lideres de torcida” do norte. Os fãs não pararam de cantar um segundo sequer, mostrando apoio às jogadoras que entraram para a história. E este foi apenas um dos primeiros jogos da competição que vai até 22 de fevereiro.

    O hockey no gelo teve sua estreia como modalidade olímpica em 1920 nas Olimpíadas de verão, passando a ser uma modalidade de inverno em 1924 com a criação dos Jogos de Inverno.

    No início, ele era considerado um esporte amador, e atletas das principais ligas não competiam nos jogos. Apenas em 1986 o Comitê Olímpico Internacional (COI) permitiu que jogadores profissionais participassem das Olimpíadas seguintes, em 1988.

    Entretanto, o hockey feminino continuava à margem e só teve sua primeira aparição nas Olimpíadas de Nagano, no Japão, em 1998. Desde então, a medalha de ouro vem sendo disputada por Estados Unidos e Canadá, tendo as canadenses como maiores vencedoras: em 5 olimpíadas, elas levaram 4 ouros e uma prata.

    A tabela abaixo mostra as medalhistas de cada ano:

    Em PyoengChang, as seleções femininas do Canadá e Estados Unidos são mais uma vez favoritas ao pódio. E, se as seleções masculinas destes país estão desfalcadas de seus principais atletas pela proibição da NHL, as mulheres estão chegando com força total atrás dessa medalha.

    A rivalidade entre as duas seleções é uma das maiores do esporte e, se as canadenses querem o pentacampeonato, as americanas estão prontas para entrar no gelo e superar as adversárias. E ai, quem será que leva essa?

    As Olimpíadas de Inverno estão sendo transmitidas pelos canais SporTV.

     

    Foto Reprodução/BBC.com

  • Perfil: Kevin Fiala

    Perfil: Kevin Fiala

    Com apenas 21 anos de idade, Kevin Fiala, winger do Nashville Predators, vem mostrando seu talento ao marcar gols em momentos importantes. Ele nasceu em 22 de Julho de 1996, em St. Gallen na Suíça, apesar dos seus pais serem tchecos. Seu pai, Jan, foi jogador de hockey e após se aposentar foi um dos primeiros técnicos do filho, estimulando-o a seguir seus passos. Fiala fala cinco línguas: tcheco, francês, alemão, inglês e sueco.

    Kevin Fiala começou jogando em várias ligas junior diferentes, e em 2013 que ele entrou para o HV71 (Suécia), estreando durante o 2013 European Trophy. Na temporada 2013-14, ele revezou entre o HV71 e o J20 SuperElit para disputar a Liga Sueca de Hockey (SHL), sendo finalista no prêmio de rookie do ano na SHL e liderando a SHL Junior em número de pontos.

    Kevin Fiala foi draftado pelos Predators em 2014, sendo considerado um dos top-3 jogadores europeus do draft daquele ano. Ele retornou ao HV71, para jogar mais uma temporada antes de mudar de vez para os Estados Unidos e passar a temporada seguinte revezando entre os Preds e o Milwaukee Admirals, associado de Nashville na AHL.

    Sua estreia na NHL aconteceu em 24 de Março no final da temporada 2014-15, em um jogo contra o Montreal Canadiens, também jogando nos playoffs em um dos confrontos contra o Chicago Blackhawks, em 21 de Abril. Mas seu primeiro gol na NHL veio apenas em 14 de Janeiro de 2016, marcando contra os Jets.

    A sua temporada de calouro na NHL, jogando oficialmente pelos Nashville Predators, foi a 2016-17, começando a jogar desde a abertura da temporada. Fiala entrou em 54 jogos e marcou 11 gols.  Nos playoffs, Fiala ajudou os Preds na conquista da Conferência, marcando dois gols contra os Hawks na primeira rodada, mas se machucou no primeiro jogo contra os Blues na segunda rodada, em 26 de abril. Na ocasião, seus companheiros de times lamentaram a perda, afinal, Fiala sempre se mostrou decisivo na hora de marcar gols.

    Na jogada que o tirou dos playoffs, Fiala foi em busca do puck em uma disputa com o defensor Robert Bortuzzo e acabou caindo e batendo com as pernas direto na lateral do gelo, quebrando o fêmur esquerdo ainda no início do segundo período. Mas sua recuperação foi rápida e o jogador já estava patinando novamente em junho, retornando ao time na pré-temporada.

    Na temporada atual, Kevin Fiala vem sendo decisivo e se afirmando dentro do Nashville Predators. Ele é o quarto jogador em número de pontos, com 35 no total, empatado com Viktor Arvidsson, e atrás apenas de P. K. Subban (41) e Filip Forsberg (38). No entanto, em número de gols, Fiala está em segundo lugar, com 17 gols em 51 jogos, atrás apenas do próprio Arvidsson (18 gols). Atualmente, os Preds estão no segundo lugar da Divisão Central com 72 pontos.

    Se eles realmente confirmarem sua vaga nos playoffs mais uma vez, vamos torcer para que Fiala jogue todos os jogos, como uma peça sem dúvida importante para a equipe.

     

    Foto Reprodução/NHL.com

  • Perfil: Brock Boeser

    Perfil: Brock Boeser

    Brock Boeser foi um dos principais nomes no All-Star Weekend, que aconteceu no último fim de semana. O rookie do Vancouver Canucks não apenas ajudou a Divisão Pacifica a ganhar o ASG, como também mostrou sua habilidade individual nos shooting accuracy, vencendo o desafio. Além disso, ele foi eleito pelos fãs como MVP do jogo.

    Mas os resultados alcançados por Boeser neste fim de semana são apenas uma amostra do que o jogador está fazendo no Canucks. Em 48 jogos, ele já alcançou 44 pontos distribuídos em 24 gols e 20 assistências, se tornando assim, o líder em pontos do time.

    Boeser tem apenas 20 anos. Ele nasceu no dia 25 de Fevereiro de 1997, em Burnsville, Minnesota. Sua carreira começou na temporada 2014-15, jogando para a United States Hockey League, onde fez 35 gols e foi nomeado ao USHL All-Rookie Team e ao First All-Star Team. Na temporada seguinte, Boeser representou os EUA no IIHF Under-20 Championships, quando a seleção americana levou o bronze para casa.

    Na temporada 2015-16, Boeser jogou pelo time da Universidade de Dakota do Norte, liderando a Divisão I do hockey universitário tanto em gols (27) quanto em pontos (60). Estes números seriam importantes para o jogador por ter sido draftado, ainda no ano de 2015, pelo Vancouver Canucks, como a 23º escolha da primeira rodada.

    Sua estreia pelo time canadense aconteceu em 25 de março de 2017, em um jogo justamente contra a equipe do seu estado natal: o Minessota Wild. Na ocasião, Boeser entrou como starter e ainda marcou o seu primeiro gol na liga, numa vitória de 4 a 2.

    E se, no momento de sua estreia Boeser era uma promessa, na temporada atual ele está mostrando o porque é um dos nomes indicados a se tornar uma estrela. Em 4 de Novembro de 2017, ele marcou o seu primeiro hat trick em cima de ninguém mais ninguém menos que o campeão Pittsburgh Penguins, se tornando o primeiro jogador do Canucks com até 20 anos a marcar um hat trick desde Trevor Linden em 1990. Vancouver ganhou do Pens por 4 a 2 naquele jogo.

    O mês de novembro apenas começou com um hat trick para Brock Boeser. O jogador foi eleito o rookie do mês, pois liderou em número de gols em toda a liga, ao marcar 11 em 15 jogos. E, não satisfeito, Boeser repetiu o feito em dezembro, quando foi mais uma vez nomeado rookie do mês, com 8 gols e 13 pontos em 13 jogos.

    De fato, o que vimos no ASG é apenas uma amostra do que Brock Boeser pode fazer. Ele se tornou uma mania entre os fãs dos Canucks, mas não sem uma razão para isso. Talvez, este seja o início de mais um jogador a fazer história na NHL, ou melhor, a continuar fazendo história — como já faz ao quebrar recordes para sua franquia.

     

    FotoReprodução/NHL.com

  • Mike Fisher de volta a Nashville

    Mike Fisher de volta a Nashville

    O ex-capitão do Nashville Predators anunciou que voltará ao gelo. Mike Fisher havia se aposentado no final da última temporada, mas, aparentemente ele sentiu que sua carreira ainda não tinha chegado ao fim.

    Na quarta (31), pela manhã, Fisher foi até a Bridgestone Arena em Nashville onde voltou a patinar, dando o primeiro passo ao seu retorno à NHL. Ele irá treinar individualmente e pretende assinar o contrato com os Preds em 26 de fevereiro, quando termina o prazo para as trades.

    Fisher retornará ao time principal para ajudar Nashville mais uma vez na corrida pelos playoffs, como fez na última temporada, quando o Predators foi o vencedor da Conferência Oeste e perdeu a Stanley Cup para os Penguins no sexto jogo da série dentro de casa, por 4 a 2.

    Mike Fisher chegou a Nashville em 2011, vindo do Ottawa Senators em uma troca pela primeira escolha dos Preds no draft do mesmo ano e uma escolha condicional em 2012. Os Senators tinham outras ofertas para Fisher, mas a escolha do Tennesse era pautada na oportunidade do jogador de ficar mais próximo da esposa, a cantora country Carrie Underwood. Seu primeiro jogo com o Nashville Predators foi em 12 de fevereiro de 2011, no qual Fisher marcou na vitória de 5 a 3 em cima do Colorado Avalanche.

    Em 2012, ele foi o vencedor do NHL Foundation Player Award, prêmio conferido ao jogador que mais demonstra os valores do hockey – comprometimento, perseverança e trabalho em equipe – não apenas no gelo, mas também como forma de melhorar a vida das pessoas em sua comunidade.

    Fisher recebeu o “C” de capitão em 7 de setembro de 2016, tornando-se o sexto capitão da franquia, e substituindo Shea Weber que havia sido trocado com o Montreal Canadiens pelo defensor P. K. Subban.

    Em agosto de 2017, Fisher anunciou sua aposentadoria da NHL com uma carta aos fãs no jornal The Tennessean, o que fez dele o primeiro capitão dos Preds a se aposentar com o time. Porém, esta aposentadoria não teve uma duração muito longa.

    Levou apenas um almoço com o atual capitão dos Preds, Roman Josi, e o apoio de sua esposa Carrie Underwood, para Fisher tomar uma decisão que aceitaria apenas algumas semanas depois: voltaria a calçar os patins.

    Mas a volta de Fisher será diferente do que ele estava habituado. Sem dúvida, seu impacto e figura de liderança dentro do vestiário e no banco será importante, principalmente pela sua experiência como um dos mais respeitados jogadores da NHL. No entanto, Nashville tem uma nova – e forte – liderança. O capitão Roman Josi, juntamente com os auxiliares Ryan Ellis, Flilip Forsberg, Ryan Johansen e Mattias Ekholm estão à frente de um time renovado e ainda mais focado do que na temporada anterior. Além destes, a presença dos veteranos P. K. Subban, Nick Bonino e Pekka Rinne também mostra peso e importância no vestiário.

    Depois que Nashville adquiriu Kyle Turris em Novembro, sua linha de centro passou a ser uma das melhores da liga. Com Fisher de volta, ao lado de Johansen e Bonino, o time ganha ainda mais força para disputar uma vaga nos playoffs na divisão mais concorrida desta temporada.

    Mas a grande pergunta é: após 17 temporadas na NHL e diversas boas estatísticas, o que Mike Fisher poderia querer de mais com esse retorno?

    Sem dúvidas, ele foi um dos principais responsáveis pelo sucesso dos Nashville Predators na temporada passada, e o desejo de conquistar a taça ainda existe. Ter Fisher por perto diariamente, dentro e fora do gelo, sendo uma presença forte tanto como jogador quanto como pessoa, pode ser exatamente o que o Nashville precisa para realizar o sonho de ganhar uma Stanley Cup.

     

    FotoReprodução/NHL.com

  • Divisão Pacífica vence o All-Star Game 2018

    Divisão Pacífica vence o All-Star Game 2018

    O time da Divisão Pacífica, liderado por Connor McDavid (Oilers), foi o grande vencedor do All-Star Game que aconteceu em Tampa neste fim de semana. Os destaques foram para Rickard Rakel (Ducks) e o novato Brock Boeser (Canucks), eleito MVP do jogo, o primeiro na história da franquia de Vancouver.

    1º jogo: Central 2 x 3 Pacífica

    A primeira partida foi entre as divisões Pacífica e Central, e terminou 3 a 2 para a equipe de McDavid. Nathan MacKinnon (Avalanche) abriu o placar para a Divisão Central em um primeiro período disputado, mas na segunda parte do jogo Drew Doughty (Kings) e James Neal (Golden Knights) viraram para a Pacífica. P.K. Subban (Predators) ainda conseguiu um empate, mas mesmo assim não foi suficiente para segurar a divisão campeã que definiu o jogo com um gol de Boeser (Canucks).

    2º jogo: Metropolitana 4 x 7 Atlântica

    O segundo jogo foi entre a Divisão Metropolitana e a Divisão Atlântica, que venceu a partida por 7 a 5. O capitão da Metropolitana, Alexander Ovechkin (Capitals), deu assistência para Sidney Crosby (Penguins) abrir o placar, mas não demorou muito para Auston Matthews (Maple Leafs) deixar tudo igual. Ainda no primeiro período, Claude Giroux (Flyers) e Ovechkin marcaram para a divisão Metropolitana, contudo, no finalzinho da etapa, Nikita Kucherov (Lightning) diminuiu para a Atlântica.

    Na segunda parte do jogo, Kucherov começou empatando o placar, mas Kris Letang (Penguins) deixou o dele para a Metropolitana. Brayden Point (Lightning) empatou em seguida, e Jake Eichel deixou a divisão Atlântica na frente pela primeira vez. Brad Marchand (Bruins) e Kucherov ainda tiveram tempo de marcar, este último realizando um hat trick no All-Star Game e levando o time para a final.

    FINAL: Atlântica 2 x 5 Pacífica

    Apesar de ter a torcida a seu favor, a Divisão Atlântica foi dominada pela Pacífica desde o início. Rickard Rakell (Ducks) marcou o primeiro gol e não demorou para Boeser aumentar a vantagem para 2 a 0. Mike Green (RedWings) diminuiu para a Altântica, e Doughty fechou o primeiro período com 2 gols de vantagem para a Pacífica.

    O segundo período mais uma vez foi dominado pela divisão vencedora do Jogo das Estrelas 2018. Johnny Gaudreau (Flames) marcou para a Pacífica e Mike Green diminuiu para a Atlântica, mas o time da casa não estava com sorte. Rakell marcou mais uma vez fechando o jogo em 5 a 2 e garantindo o All-Star Game (e o prêmio de 1 milhão de dólares) para a Divisão Pacífica.

     

    All-Star Skills Competition

    O All-Star Weekend também foi marcado pelas competições de habilidades que aconteceram no sábado (27) à noite. Neste ano, o evento contou com seis modalidades e uma diferença na premiação: o prêmio foi individual para cada atleta vencedor, no valor de 25 mil dólares.

    Abaixo os participantes e vencedores de cada competição:

    Shooting Accuracy

    Brian Boyle (New Jersey Devils)

    Blake Wheeler (Winnipeg Jets)

    James Neal (Vegas Golden Knights)

    Brock Boeser (Vancouver Canucks)

    Brad Marchand (Boston Bruins)

    Anze Kopitar (Los Angeles Kings)

    Sidney Crosby (Pittsburgh Penguins)

    Steven Stamkos (Tampa Bay Lightning)

    Fastest Skater

    Brayden Point (Tampa Bay Lightning)

    Zach Werenski (Columbus Blue Jackets)

    Rickard Rakell (Anaheim Ducks)

    Noah Hanifin (Carolina Hurricanes)

    Josh Bailey (New York Islanders)

    Nathan MacKinnon (Colorado Avalanche)

    Jack Eichel (Buffalo Sabres)

    Connor McDavid (Edmonton Oilers)

    Passing Challenge

    Nikita Kucherov (Tampa Bay Lightning)

    Claude Giroux (Philadelphia Flyers)

    Brayden Schenn (St. Louis Blues)

    Oliver Ekman-Larsson (Arizona Coyotes)

    Eric Staal (Minnesota Wild)

    Alex Pietrangelo (St. Louis Blues)

    Kris Letang (Pittsburgh Penguins)

    Drew Doughty  (Los Angeles Kings)

    Save Streak

    Henrik Lundqvist (New York Rangers) x Central Division

    Connor Hellebuyck (Winnipeg Jets) x Pacific Division

    Pekka Rinne (Nashville Predators) x Metropolitan Division

    Marc-Andre Fleury (Vegas Golden Knights) x Atlantic Division

    Andrei Vasilevskiy (Tampa Bay Lightning) x Central Division

    Puck Control Relay

    Johnny Gaudreau (Calgary Flames)

    Aleksander Barkov (Florida Panthers)

    Erik Karlsson (Ottawa Senators)

    John Tavares (New York Islanders)

    Connor McDavid (Edmonton Oilers)

    Auston Matthews (Toronto Maple Leafs)

    Tyler Seguin (Dallas Stars)

    Patrick Kane (Chicago Blackhawks)

    Hardest Shot

    John Klingberg (Dallas Stars)

    Alex Ovechkin (Washington Capitals)

    P.K. Subban (Nashville Predators)

    Brent Burns (San Jose Sharks)

    Steven Stamkos (Tampa Bay Lightning)

    O All Star Weekend de 2019 já tem local: ele irá acontecer em San Jose, onde os Sharks irão receber o evento na SAP Center.

     

    Foto Reprodução: Getty Images / Mike Ehrmann

  • A incrível sequência de pontos do Boston Bruins

    A incrível sequência de pontos do Boston Bruins

    O ano parece ter começado com o pé direito para um Boston Bruins que já vinha de uma boa sequência de jogos. Das dez partidas em Janeiro, o Bruins perdeu apenas duas e ambas no overtime: a primeira contra o Penguins no dia 7 (6-5) e a segunda contra o Stars no dia 15 (2-3). No último jogo antes da pausa, Boston ganhou do Ottawa Senators por 3-2, com gols de Heinen, Schaller e DeBrusk.

    Somando os jogos do final do ano, o time de Boston tem uma sequência de 14 vitórias e 4 empates no tempo regulamentar em 18 jogos. Esta é a maior sequência de pontos da franquia desde a temporada 1968-69, quando fizeram uma sequência de 13 vitórias e 5 empates no mesmo número de jogos entre 28 de Dezembro e 5 de Fevereiro. Aquele time contava com Phil Esposito (126 pontos e líder da NHL), Ken Hodge (90 pontos) e Johnny Bucyk (66 pontos).

    Voltando para a temporada atual, os Bruins têm como destaque o atacante Brad Marchad, que já fez 50 pontos nessa temporada. Entretanto, ele pegou cinco jogos de suspensão por uma cotovelada no jogador do Devils, Marcus Johansson, no jogo das duas equipes no dia 23 de Janeiro. Apesar disso, Marchad participa do All Star Game neste domingo (28).

    Outro responsável pela boa fase do Bruins é Patrice Bergeron. Apesar de estar na sua 14ª temporada na NHL, esta parece ser uma das melhores, se não a melhor temporada do jogador. Em 42 jogos, ele soma 42 pontos, sendo 9 deles nos últimos 5 jogos. Aparentemente Bergeron ainda está longe de iniciar o seu declínio e, com 32 anos, é um dos fortes concorrentes ao Troféu Memorial Hart, o prêmio destinado ao jogador mais valioso para uma equipe na temporada da NHL.

    Bergeron também ficou em primeiro nos votos da Professional Hockey Writers Association’s Midseason Awards para receber o Troféu Selke que premia o melhor forward a exercer funções defensivas durante o jogo. Ele já ganhou esse troféu quatro vezes ao longo de sua carreira e, se ganhar novamente, ele se torna o primeiro jogador na história da NHL a ganhá-lo uma quinta vez.

    E Bergeron não é o único jogador do Bruins candidato a receber prêmios por essa temporada. Charlie McAvoy é um dos top-3 candidatos ao Troféu Calder, destinado ao jogador considerado o melhor novato da temporada, ficando atrás apenas de Mathew Barzal (Islanders) e de Brock Boeser (Canucks). McAvoy já acumula 25 pontos em 45 jogos, com 5 gols e 20 assistências. Se ele ganhar, será o primeiro jogador do Bruins a conquistar o troféu desde a temporada 2003-2004, quando o goleiro Andrew Raycroft recebeu um Calder.

    O Rod Langway Award, prêmio dado ao defenseman que mais se destacou, também tem um jogador de Boston como candidato. O capitão do Bruins, Zdeno Chara, por enquanto está em segundo lugar na votação para receber o prêmio, ficando atrás apenas do defenseman do L.A. Kings, Drew Doughty e de Victor Hedman do Tampa Bay. Mesmo com quase 20 temporadas na carreira, Chara continua sendo um nome forte quando se trata de bloquear jogadas do adversário: em 47 jogos, ele já bloqueou 83 shots e tem 97 hits.

    Estamos na metade da temporada e a disputa pode ficar mais acirrada, mas os Bruins não parecem dispostos a abrir mão da sua vaga nos playoffs. Até este momento, Boston está no segundo lugar na Divisão Atlântica, cinco pontos atrás do líder Tampa Bay, e o mesmo número de pontos à frente dos Leafs, terceiro colocado. Entretanto, equipe ainda tem dois jogos a menos que Tampa e quatro a menos que Toronto.

    Após a pausa do All-Star Weekend, Boston joga em casa contra os Ducks no dia 30, com os Blues no dia 1º e com os Leafs no dia 2.

     

    FotoReprodução/NHL.com

  • Uma semana para o All-Star Game

    Uma semana para o All-Star Game

    A metade da temporada representa para os fãs a chegada do All-Star Weekend: um final de semana em que jogadores das diferentes conferências jogam amistosos entre si. A festividade acontece em três dias, nos quais são realizados shows, mostra de habilidades e, por fim, partidas amistosas entre as divisões.

    O 63º All-Star Weekend acontece no próximo final de semana, na Amalie Arena em Tampa, na Flórida. No sábado, 27, os jogadores escolhidos para participar do evento irão demonstrar as suas habilidades em disparos, agilidade, rapidez, força, além de participar de provas como o Breakaway Challenge e o Elimination Shootout, uma espécie de eliminação por pênaltis durante o All-Star Skills Competition.

    Os amistosos, que foram divididos em três jogos de vinte minutos cada, serão realizados no domingo, 28. Os jogadores, selecionados através do Esporte Fantasy e divididos em quatro times, irão representar a divisão pela qual competem.

    As escalações de cada divisão foram definidas da seguinte forma:

    Atlantic:

    Técnico: Jon Cooper (TBL)

    Aleksander Barkov (Panthers), Jack Eichel (Sabres), Nikita Kucherov (Lightning), Brad Marchand (Bruins), Auston Matthews (Leafs), Stevem Stamkos (C) (Lighting), Mike Green (Wings), Victor Hedman (Lightning), Erik Karlsson (Senators), Cary Price (Canadiens) e Andrei Vasilevskiy (Lightning).

    Central:

    Técnico: Peter Laviolette (NSH)

    Patrick Kane (Hawks), Nathan MacKinnon (Avalanche), Brayden Schenn (Blues), Tyler Seguin (Stars), Eric Staal (Wild), Blake Wheeler (Jets), John Klingberg (Stars), Alex Pietrangelo (Blues), P. K. Subban (C) (Predators), Connor Hellebuyck (Jets) e Pekka Rinne (Predators).

    Metropolitan:

    Técnico: Barry Trotz (WSH)

    Josh Bailey (Islanders), Sidney Crosby (Penguins), Claude Giroux (Flyers), Taylor Hall (Devils), Alex Overchkin (C) (Capitals), John Tavares (Islanders), Noah Hanifin (Hurricanes), Seth Jones (CBJ), Kris Letang (Penguins), Braden Holtby (Capitals) e Henrik Lundqvist (Rangers).

    Pacific:

    Técnico: Gerard Gallant (VGK)

    Brock Boeser (Canucks), Johnny Gaudreau (Flames), Anze Kopitar (Kings), Connor McDavid (C) (Oilers), James Neal (Golden Knights), Richard Rakell (Ducks), Brent Burns (Sharks), Drew Doughty (Kings), Oliver Ekman-Larsson (Coyotes), Marc – Andre Fleury (Golden Knights) e Jonathan Quick (Kings).

     

    Foto Reprodução/NHL.com

  • Perfil: Mathew Barzal

    Perfil: Mathew Barzal

    Este é o primeiro “perfil” de uma série que faremos sobre jovens jogadores que estão se destacando nesta temporada na NHL. A ideia é apresentar quem são as novas promessas que estão na sua primeira ou segunda temporada na Liga. O primeiro a ser apresentado é o forward do New York Rangers, Mathew Barzal.

    Toda temporada tem aqueles jogadores que começam a se destacar. Alguns são surpresas, outros já chegam à NHL como promessa de sucesso. Este foi o caso de Mathew Barzal, número 13 no New York Islanders. Ele foi draftado pelo time de NY em 2015, assinando um contrato de entrada de três anos no dia 10 de Setembro do mesmo ano.

    Mathew nasceu no dia 26 de Maio de 1997 em Coquitlam, uma cidade localizada na Columbia Britânica, no Canadá. Suas impressionantes marcas começaram a surgir quando ainda jogava pelo Seattle Thunderbirds (WHL), entre os anos de 2012 e 2014. Ele chegou a marcar 14 gols e 40 assistências em sua primeira temporada pelo time.

    Depois de ser selecionado pelo Islanders, Mathew ainda jogou mais uma temporada pelo Thunderbirds, onde ganhou em 2017 o título da Western Hockey League como co-capitão da equipe. Além disso, recebeu o troféu de Most Valuable Player dos playoffs da WHL, após marcar 25 pontos em 16 jogos.

    Em 2014, Barzal conquistou a medalha de bronze pelo Canadá no Mundial Sub-18 da IIHF. Três anos depois, Mathew e a seleção canadense perderam nos shootouts para os Estados Unidos na final do IIHF World Junior Championship, ficando com a medalha de prata.

    O que chama atenção em Barzal é o que ele vem demonstrando nesta temporada na NHL: em 47 jogos ele já soma 48 pontos. Seu primeiro gol na liga foi em 19 de Outubro, na vitória por 4 a 3 nos shootouts em cima do New York Rangers fora de casa.

    Depois disso, Mathew Barzal seguiu quebrando recorde atrás de recorde. Tornou-se o primeiro rookie do NY Islanders a dar 5 assistências em um único jogo, em cima do Colorado Avalanche no dia 5 de Novembro, partida que os Isles venceram por 6 a 4. Ainda nessa temporada de estreia, Barzal já marcou seu primeiro hat trick na vitória contra o Winnipeg Jets, em 23 de Dezembro, e, quatro dias depois, marcou o seu primeiro gol no overtime contra o Buffalo Sabres.

    Sem dúvidas o jogador de apenas 20 anos está tendo uma temporada cheia de primeiros marcos e, por este motivo, é um dos favoritos para receber o Troféu Calder, que vai para aquele jogador iniciante que mais se destacou na temporada.

     

    FotoReprodução/NHL.com

  • Recap: Islanders 7, Rangers 2

    Recap: Islanders 7, Rangers 2

    O derby de Nova York deste sábado teve muitos gols em um confronto equilibrado, apesar do resultado. Os Rangers receberam os Islanders em um Madison Square Garden lotado e perderam de 7 a 2 para os visitantes.

    O primeiro período começou disputado e marcou a estreia de Michael Dal Colle pelos Islanders. Beauvillier abriu o placar com seis minutos, mas não demorou para Hayes empatar para os Rangers. Ainda na primeira parte do jogo, Prince abriu vantagem novamente para os Islanders fazendo o seu primeiro gol da temporada. Apesar do placar, o período terminou com maior aproveitamento para os Rangers com 16 a 14 shots a gol.

    A diferença de placar aberta pelos Islanders só aumentou no segundo período e deu-se início à goleada. Barzal marcou duas vezes e Beauvillier fez o 5º gol. Esta foi uma marca história para o time do Brooklyn, pois pela primeira vez dois jogadores com menos de 21 anos marcaram dois gols em um mesmo jogo.

    Os Rangers tiveram dificuldade de reagir e Lundqvist entrou no lugar de Pavalec para tentar segurar os Islanders. Esta mudança fez com que o time da casa voltasse a se arriscar a jogar. Apesar de ser um clássico, o jogo estava equilibrado e sem confusões.

    Casey Cizikas, center do Islanders, deixou o jogo no meio do segundo período devido a uma lesão. Ele será avaliado na segunda, mas espera-se que desfalque o time por alguns jogos.

    O terceiro período começou mais disputado e os Rangers conseguiram diminuir e diferença com um gol de Zibanejad. Mas ao longo do período as coisas esfriaram novamente, e o Islanders achou espaço para marcar mais dois gols: um de Hickey e um de Cluttebuck.

    Com este resultado, o Islanders chega a 48 pontos, apenas um atrás do próprio Rangers e do Pittsburgh Penguins, que ocupam as duas primeiras vagas do wild cards.

    O New York Islanders joga na segunda-feira contra o Montreal Canadiens fora de casa. Já o New York Rangers vai até Pittsburgh em um confronto contra o Penguins neste domingo.

     

    FotoReprodução/NHL.com