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  • Principais candidatos ao Conn Smythe 2019

    Principais candidatos ao Conn Smythe 2019

    Com o Jogo 7 marcado para logo mais, os Capitals passarão o bastão, ou melhor, a Stanley Cup, para outra equipe. Enquanto os Bruins já foram campeões seis vezes, St. Louis tenta o título inédito. No entanto, essa é sua quarta aparição nas finais (a equipe de Missouri também disputou em 1968, 1969 e 1970). Quem são, então, os principais candidatos para o troféu Conn Smythe, de MVP dos playoffs?

    O atual detentor do troféu é Alexander Ovechkin. Além dele, seus últimos vencedores incluem Sidney Crosby (duas vezes), Duncan Keith, Justin Williams, Patrick Kane e Jonathan Quick. Na última campanha vitoriosa de Boston, em 2011, o vencedor foi o goleiro Tim Thomas. Será que teremos outro goleiro MVP? Isso não acontece desde 2012, quando Quick venceu a Stanley Cup com o Los Angeles Kings pela primeira vez.

    É importante ressaltar que um atleta da equipe perdedora só venceu o troféu em cinco ocasiões. Ou seja, o campeão é tradicionalmente votado como MVP pelos jornalistas que cobrem o último jogo das finais. Para este ano, as nossas apostas são as seguintes:

    TUUKKA RASK, G, BOSTON BRUINS

    O finlandês teve seu ressurgimento nessa temporada e se mostrou quase invencível nestes playoffs. O arqueiro, que sempre foi muito criticado por sua inconstância e muito culpado pelo desfecho das finais de 2013, tem feito defesas antológicas e tido atuações magistrais durante a campanha dos Bruins. Ele lidera os playoffs no quesito de menos gols sofridos, com apenas 1.93 e uma porcentagem de .938. No Jogo 6, defendeu 28 de 29 tiros ao gol, o que vai de acordo com seu desempenho espetacular fora de casa, para o qual tem uma porcentagem de .966. É definitivamente o favorito caso Boston vença.

    RYAN O’REILLY, C, ST. LOUIS BLUES

    Quando sua equipe mais precisou dele, o center foi, no linguajar do hóquei, clutch, ou seja, decisivo. Seus dois gols no Jogo 4 ajudaram a equipe de Missouri a igualar a série. Além disso, no Jogo 5 o canadense marcou mais dois pontos. O’Reilly é o líder dos Blues em pontos, com 21. Devido ao seu surgimento como principal arma ofensiva da equipe, com nove pontos nos últimos sete jogos, o jogador afinal surge como principal candidato de St. Louis ao prêmio de MVP.

    TOREY KRUG, D, BOSTON BRUINS

    O pequeno defensor de Boston lidera sua equipe em assistências, com 16, e totaliza 18 pontos na campanha. Desde Ray Bourque, com seus 25 pontos em 1991, nenhum defensor dos Bruins pontuou tanto. O americano é peça chave no esquema tático de sua equipe. Além disso, é também fundamental no power play e bateu um recorde da equipe quando marcou quatro pontos no Jogo 3 das finais.

    JORDAN BINNINGTON, G, ST. LOUIS BLUES

    Sensação durante a temporada, o goleiro novato dos Blues continuou forte na pós-temporada. Ainda que seus números, .911 na porcentagem de defesas e 2.52 gols contra, não sejam tão impressionantes quanto os de Rask, o arqueiro tem sido uma constância para a defesa de St. Louis. A sua melhor atuação foi, de longe, o Jogo 5, quando teve sucesso em 38 de 39 defesas. Após sua temporada surpreendente, Binnington foi indicado ao Calder, troféu que vai para o melhor novato. Sua prioridade, entretanto, é dar a St. Louis sua primeira Stanley Cup.

    BRAD MARCHAND, LW, BOSTON BRUINS

    Existem poucas figuras que são mais polêmicas no hóquei atual que o winger canadense dos Bruins, mas seus números não mentem. Marchand tem 23 pontos em 23 jogos e ainda especula-se que ele está jogando machucado. Ainda assim, ele já marcou dois gols nas finais da Stanley Cup e pelo menos um ponto em quatro dos últimos seis jogos.

    VLADIMIR TARASENKO, RW, ST. LOUIS BLUES

    O winger russo foi pivô de rumores de trocas até a trade deadline. Mesmo assim, foi aumentando sua efetividade na medida em que os Blues passavam de round. Tarasenko teve um ponto em nove dos últimos 12 jogos da equipe de Missouri, inclusive pontuando em todas as partidas da final da conferência Oeste. Com 11 gols, é o segundo em sua equipe, e nessas finais já marcou três vezes em seis jogos.

    PATRICE BERGERON, C, BOSTON BRUINS

    Se Marchand é divisivo, seu center é o completo oposto. Ele é querido por todos da Liga, inclusive os fãs adversários. Empatado na liderança de gols em sua equipe, com nove, o canadense já tem 17 pontos nestes playoffs. Tido como um dos melhores atacantes defensivos do hóquei, Bergeron é importante para a equipe de Boston, tanto no power play quanto no penalty kill.

    JADEN SCHWARTZ, LW, ST. LOUIS BLUES

    O winger foi decisivo na campanha de St. Louis até a chegada nas finais da Stanley Cup, com 16 pontos e 12 gols. Mas, desde então, conseguiu apenas duas assistências em seis jogos. Além disso, não marcou nenhum gol, o que faz com que ele esteja muito longe de vencer o prêmio. Ainda assim, foi peça importante nos outros três rounds durante o caminho percorrido pelos Blues.

    O resultado será revelado depois da conclusão do Jogo 7, que começa às 21h nesta quarta-feira (12). E aí, qual é o seu palpite para o vencedor do Conn Smythe?

  • Boston força Jogo 7 e faz goleada nos Blues

    Boston força Jogo 7 e faz goleada nos Blues

    Neste domingo (9), no Jogo 6, os Bruins fizeram uma goleada em cima dos Blues em pleno Missouri. Com erros bobos e penalidades desnecessárias, os Blues não levaram a cup. Agora, teremos o último jogo na quarta.

    Bruins 5, Blues 1

    Logo de início, o jogo começou esquentado. Os Blues estavam dominantes, controlando o puck em cima da área de defesa dos Bruins. Todos os shots dados foram parados por Tuukka Rask, o grande nome não só dessa noite, como também dos playoffs.

    Os Blues não estavam tendo bons power plays. Logo de início, eles tiveram a chance de fazer um gol, porém não conseguiram. Em seguida, o time adversário ficou com a vantagem do 5-on-3. Além de Brayden Schenn ter feito um boarding, Ryan O’Reilly fez, logo depois, um delay of game. Com isso, os Bruins marcaram. O gol foi de Brad Marchand em um belo wrist shot, indefensável para Jordan Binnington. Entretanto, esse foi o único gol do primeiro período, pois Rask e o próprio Binnington impediram os pucks de balançar as redes.

    Então, veio o segundo período. Com ele, mais disputas, mais chances. Todas paradas por ambos os goleiros. Rask fez uma incrível defesa com ajuda de Charlie McAvoy, e o puck parou nas costas do goleiro finlandês.

    Finalmente gol dos Blues, porém tarde demais

    Os outros quatro gols dos Bruins vieram todos somente no terceiro período. Apesar de estarem em casa, a campanha dos Blues em sua própria arena não têm sido boa. Brandon Carlo, do time adversário, marcou logo no início, aos 2:30.

    Logo após, aos 7:17, Karson Kuhlman lançou um lindo wrist shot do meio da arena, encontrando seu destino nas redes de Binnington. Faltando oito minutos, finalmente veio o gol dos Blues. O puck até pareceu ter sido parado por Rask, porém já tinha entrado antes de ele defender. Contudo, esse acontecimento não foi o bastante para motivar uma reação dos Blues. David Pastrnak fez o quarto da noite, aos 14:06, e Zdeno Chara marcou o quinto na empty net dos Blues.

    Enfim, o jogo terminou, e a cup será decidida nessa quarta, às 21h, no TD Garden, em Boston. Os Blues precisam trabalhar com seu power play e no penalty kill. Já os Bruins devem talvez ser mais cuidadosos na parte defensiva. Será um jogo disputado e decisivo e, mais do que nunca, os goleiros terão que brilhar se quiserem terminar o dia com a cup do seu lado.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Charlotte vence Chicago e leva a Calder Cup 2019

    Charlotte vence Chicago e leva a Calder Cup 2019

    Após uma temporada espetacular, o Charlotte Checkers levou ontem (08) o troféu da AHL, a Calder Cup, da temporada 2018/2019. O time da Carolina do Norte venceu o Chicago Wolves em 4 jogos a 1. E assim, terminaram os playoffs sendo recompensados com sua primeira taça da Liga Americana de Hockey.

    Um dos mais cotados a levar o prêmio, os Checkers finalizaram a temporada regular com 110 pontos. E dessa forma, acabaram por garantir o Macgregor Kilpatrick trophy. Este troféu é destinado ao time com maior pontuação na temporada regular. Portanto, com vantagem de home ice nos playoffs, os Checkers utilizaram todos os fatores a seu favor para garantir sua primeira taça.

    O Chicago Wolves também terminou a temporada regular nas partes mais altas da tabela. Com 98 pontos, o time finalizou a season em primeiro lugar da divisão central e com a maior pontuação da Conferência Oeste. E assim, foram para sua 20ª campanha nos playoffs da AHL também com vantagem.

    Com 16 times no total, sendo oito da Conferência Oeste e oito da Conferência Leste, os playoffs da Calder Cup contaram com as seguintes equipes:

    Bracket final dos playoffs da Calder Cup / Fonte: theahl.com

    Campanha Playoffs Charlotte Checkers

    Assim como na temporada regular, os Checkers fizeram uma excelente campanha nos playoffs. Com tanto êxito que a maior parte das séries foram ganhas em apenas 4 jogos.

    Seu primeiro adversário foi o Providence Bruins. Os Checkers dominaram a maior parte do Round, tendo vitórias com mais de 4 gols por jogos. E assim, acabaram por levar a série em 3 a 1, avançando para o segundo round.

    A segunda etapa foi disputada contra os Hershey Bears. Sem maiores dificuldades, e novamente com saldo de gols alto em todos os jogos, os Checkers “varreram” os Bears. E assim, garantiram um lugar na Final da Conferência.

    O terceiro round dos playoffs foi o que o Charlotte mais enfrentou dificuldade ao jogar contra os Marlies, campeões da temporada passada. No entanto, os Checkers levaram a série no jogo 6. Desta maneira, o time de Charlotte avançou para a final da Calder Cup.

    Campanha Playoffs Chicago Wolves

    O primeiro adversário dos Wolves nos playoffs foi o Grand Rapids Griffins. O Chicago começou a série em desvantagem, com derrota no jogo 1 para os Griffins. Porém, a equipe de Illinois assume a liderança no jogo 4, e assim, na casa do rival, levam a série com 3 jogos a 2.

    O Iowa Wilds talvez tenha sido o adversário mais difícil do time. Embora a série estivesse empatada até o jogo 4, os Wolves ganharam o jogo 5, adquirindo assim grande vantagem sobre o adversário. No jogo 6, com placar de 3 a 1, o Chicago ganhou a série em 4 a 2. Desta maneira, o time de Illinois avançou para a Conferência Final.

    Posteriormente, a equipe de Illinois venceu o jogo 1 da conferência final contra o San Diego Gulls. Porém, empataram a série contra o rival até o jogo 4. Após a vantagem de uma vitória no jogo 5, os Wolves vencem o jogo 6 e avançam para a final da Calder Cup. Enfim classificado, o próximo oponente do Chicago seriam os Checkers, time que chegou forte à final.

    Série: Charlotte Checkers 4, Chicago Wolves 1

    Foram os Chicago Wolves quem saíram na frente no round final da Calder Cup. Vencendo o jogo 1 no overtime, os Wolves ganharam vantagem contra os Checkers, assumindo assim a liderança da série. Porém, a sensação de vitória durou por pouco tempo. No jogo 2, com um dos melhores marcadores da liga nos playoffs a seu favor, Andrew Poturalski, os Checkers empataram a série num placar de 5 a 3. E desta maneira que se seguiram os outros dois jogos, até a partida final.

    No jogo 5, liderando a série por 3 a 1 sobre os Wolves, o Charlotte Checkers mostrou suas melhores qualidades no gelo. Sem maiores pressões, Poturalski não perdeu tempo, e abriu o placar do jogo a favor dos Checkers. Com assistência de Aleksi Sarela, o líder de gols nos playoffs marcou para o time da Carolina do Norte logo nos primeiros 91 segundos do primeiro período.

    No entanto, no terceiro período, vendo a vantagem do seu oponente de 3 a 1, os Wolves reagiram. E desta forma, correndo contra o tempo, marcaram dois gols. Mas o esforço do time de Illinois foi em vão. Fazendo mais dois gols no último período, os Charlotte Checkers garantiu a vitória. E desta forma, finalizaram o jogo levando o maior troféu da liga, a Calder Cup. A equipe ganhou a série em 4 jogos a 1 contra os Wolves. Essa foi a primeira conquista da Calder Cup do Checkers em toda a história da equipe na AHL.

    Além da taça principal do torneio, o troféu de MVP também foi para um jogador dos Checkers. Com 23 pontos em 17 jogos (12 gols e 11 assistências), Andrew Poturalski levou para casa o Jack A. Butterfield Trophy, com o intuito de premiar os líderes de pontos nos playoffs.

    Foto: Reprodução / gocheckers.com

  • Blues ganha e avança na série

    Blues ganha e avança na série

    Nesta quinta-feira (06) aconteceu o Jogo 5 em Boston, com vitória de 2-1 para St. Louis Blues. A torcida do Boston Bruins estava bastante animada, principalmente porque o capitão Zdeno Chara estava no gelo mesmo após quebrar a mandíbula no jogo passado. Infelizmente, isso não foi suficiente e o time de St. Louis avançou na série, ficando a um jogo de fazer história.

    Blues 2, Bruins 1.

    Com oportunidades perdidas de ambas as partes e poucos gols, o jogo não foi de muitas emoções. Jordan Binnington parou 38 tiros, enquanto Tuukka Rask parou somente 19. Assim, o primeiro período foi lento e, apesar das tentativas dos jogadores, nenhum gol foi marcado.

    O segundo período, no entanto, foi diferente. Ryan O’Reilly, aos 55 segundos, abriu o placar, com ajuda de Alex Pietrangelo e Zach Sanford. Esse foi o terceiro gol de O’Reilly nos dois últimos jogos. Ainda nesse período, os Blues tentaram marcar novamente. Com Rask fora do gol, quem fez a impressionante defesa foi David Krejci com o próprio corpo. O período finalizou, então, em 1-0 para St. Louis.

    No terceiro período, os Bruins tentaram mudar o placar, mas quando o puck chegou a entrar no gol, o juiz já tinha apitado. A partida continuou 1-0. Novamente vimos mais algumas oportunidades perdidas e boas defesas dos goleiros no período.

    A frustração dos Ursos aumentou após Noel Acciari ter sido derrubado, em um golpe que o time considerou ilegal. Os juízes não marcaram a penalidade e, logo em seguida, David Perron marcou o segundo gol do time visitante. Com os jogadores e torcida frustados, os ânimos estavam exaltados no TD Garden. A torcida começou a vaiar e foi necessário que o locutor pedisse que parassem de jogar coisas no gelo.

    Aos 13:32, Torey Krug não parou, mesmo após levar uma vara alta no rosto. Ele conseguiu, enfim, passar o puck para Jake DeBrusk, que marcou o primeiro gol de seu time na partida. O time preto e amarelo até tentou novamente, inclusive com um empty net numa tentativa de marcar. Mas não teve jeito, os Blues ganharam a partida com 2-1. Essa foi a primeira vez na série que um time ganha dois jogos consecutivos.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Blues empatam série com vitória de 4 a 2 no Boston

    Blues empatam série com vitória de 4 a 2 no Boston

    Jogando novamente em casa, o St. Louis Blues deixou o Jogo 3 no passado e manejou uma vitória espetacular sobre o Boston Bruins. Com dois gols de Ryan O’Reilly, o time de Missouri venceu o de Massachusetts, assim ficando empatados na série.

    Boston 2, Blues 4

    O St. Louis veio do Jogo 3 pressionado. Com derrota de 7 a 2 para os Bruins, em sua própria casa, os Blues sabiam, com toda certeza, o quão importante seria ganhar o Jogo 4. Precisavam provar que ainda estavam na batalha pela taça, da mesma forma que seu rival. Foi desta maneira que o time de Missouri decidiu as cartas ao longo do jogo.

    O primeiro período começou logo de cara com dominância do time da casa. Dessa forma, logo no início, aos 43 segundos, a equipe de Missouri foi quem abriu o placar. Assim, com gol de O’Reilly, os Blues passaram a liderar o jogo em 1 a 0.

    Mas, apesar do explêndido início do St. Louis, foi o Boston quem respondeu, aos 13:14 ainda do primeiro tempo. Aproveitando um rebound de Binnington, Charlie Coyle colocou o puck no fundo da rede e marcou para os Bruins. Assim, o jogo ficou empatada num placar de 1 a 1. Entretanto, apesar dos esforços do Boston, os Blues voltaram a liderar a partida, marcando seu segundo gol no jogo com Vladimir Tarasenko. Aos 15:30, o camisa 91 do time de St. Louis aproveitou outro rebound de Rask, assim deixando o time na frente, com vantagem de 2 a 1 sobre o Boston.

    No segundo período, Rask tentou salvar o gol dos Bruins a todo o custo. Com ataque ativo dos Blues em sua linha ofensiva, o goleiro do Boston salvou 12 shots a gol no segundo tempo. Certamente um alívio para o time de Massachusetts, que depois de muito tentar, conseguiu finalmente deixar a partida empatada outra vez. Brandon Carlo, com assistência de Patrice Bergeron, marcou o segundo dos Bruins no jogo e seu primeiro nos playoffs.

    Glória para St. Louis

    Com a partida agora empatada, St. Louis e Boston foram para o terceiro tempo, ambos dispostos a conseguir a vitória. Apesar da dominância do time da casa, os Bruins ainda assim tentaram atacar o gol de Binnington constantemente, criando algumas boas chances.

    Porém, a sorte não estava ao lado do time visitante esta noite. Aos 10:38 do último período, os Blues voltaram a assumir o controle da partida. Com gol de O’Reilly (seu segundo no jogo), o St. Louis Blues aumentou sua vantagem em 3 contra 2 no Boston Bruins.

    O Boston ainda tentou, deixando assim sua rede vazia e arriscando um jogador a mais em campo nos últimos minutos da partida. No entanto, os Blues finalizaram a partida em casa com chave de ouro: faltando dois minutos para o fim do jogo, Brayden Schenn marcou. Assim, o St. Louis finalizou o jogo com o placar de 4 a 2 contra o Boston, voltando desta forma empatar a série.

    Com tudo igual para os dois times, o Boston Bruins agora tem a chance de ganhar o Jogo 5 em sua própria casa, com a série voltando a ser disputada no TD Garden.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Boston assume a liderança na Stanley Cup Final

    Boston assume a liderança na Stanley Cup Final

    Em um jogo morno, Boston encontra o caminho para o gol e leva o Jogo 3 por 7 a 2. Os Blues, mesmo jogando em casa, pareciam não se encontrar no gelo. Além disso, o técnico Craig Berube demorou para tirar Binnington do jogo, mesmo após o goleiro ter levado cinco gols em 19 shoots. Bruins agora lideram a série por 2 a 1.

    Bruins 7, Blues 2

    Apesar do apagão no restante do jogo, Binnington começou o primeiro tempo fazendo uma boa defesa para os Blues. O goleiro parou um shoot de David Pastrnak ao se jogar no gelo e impedir o puck de entrar no gol. Mas, poucos minutos depois, Patrice Bergeron marcou um power play goal, abrindo o placar para os Bruins.

    Charlie Coyle marcou o segundo dos Bruins aos 17:40. Logo depois, Sean Kuraly marcou o terceiro, aos 19:50. No entanto, essa foi uma jogada duvidosa, que foi desafiada pelos Blues. Após revisão, o gol foi validado constatando que o patins do jogador do Boston o colocava em posição legal.

    O segundo período começou com uma power play para os Bruins, devido ao desafio não convertido no gol do final do primeiro tempo. Assim, o time visitante soube aproveitar a vantagem. Pastrnak marcou o quarto gol aos 0:41, após uma jogada brilhante iniciada por Bergeron na entrada da área ofensiva.

    Aos 11:05, Ivan Barbashev marcou para os Blues em uma jogada certeira, sem dar a chance de defesa para Tuukka Rask. Contudo, para a decepção da torcida do time da casa, a comemoração durou pouco. Torey Krug rapidamente marcou o quinto gol dos Bruins aos 12:12. Esse shoot até que foi desviado por Binnington, mas ainda assim foi para o fundo do gol.

    Troca de goleiros

    Com menos de oito minutos para o fim do segundo período, Jake Allen assumiu o gol dos Blues, fazendo a sua primeira participação nesta pós-temporada. O time da casa ainda tentou uma jogada nos últimos segundos do período, mas o puck bateu na trave.

    O terceiro período começou com o mesmo ritmo lento de jogo. Mesmo com algumas pequenas confusões e muitos encontrões, os Bruins dominaram o placar. Enquanto isso, os Blues pareciam cada vez mais perdidos.

    Em um último suspiro, Colton Parayko marcou um power play goal para os Blues, em outra jogada de longe certeira e sem chance de defesa para o goleiro. Os Blues tiraram o goleiro e o homem a mais no gelo proporcionou alguns shoots a gol para o time da casa. Entretanto, mesmo assim, eles acabaram perdendo o puck e Noel Acciari marcou no empty net aos 18:12.

    Poucos segundos depois, Marcus Johansson ainda marcou o sétimo gol dos Bruins, selando de vez o Jogo 3. Agora, os times se enfrentam na segunda-feira (3) para o Jogo 4, também em St. Louis.

    Foto: Reproducão/NHL.com

  • NWHL divulga release sobre #ForTheGame

    NWHL divulga release sobre #ForTheGame

    Dez dias depois da Profissional Women’s Hockey Player ser anunciada, a NWHL publicou um pronunciamento sobre as exigências das atletas para jogar em uma liga norte-americana. A hashtag #ForTheGame foi criada pelas jogadoras para pedir a formação de uma liga feminina de hóquei com mais segurança e condições de trabalho para as atletas.

    Traduzimos o release da NWHL sobre o movimento:

    “Desde o lançamento da National Women’s Hockey League em 2015, nossa missão tem sido clara: garantir oportunidades para essa geração e inspirar sonhos maiores para a próxima. Em pouco tempo, nós estabelecemos marcas, montamos negócios, providenciamos uma plataforma para que jogadoras de hóquei competissem e se desenvolvessem, e ajudamos a criar/acender uma discussão maior sobre o hóquei feminino profissional na América do Norte.

    A NWHL vem de temporadas consecutivas de crescimento substancial e com isso, o conselho autorizou um crescimento no teto salarial para cada equipe de 50 porcento. Como sempre, todas as jogadoras são asseguradas em caso de lesões sofridas em práticas ou jogos. Começando a partir dessa temporada, as atletas também recebem metade da receita gerada pelas parcerias na liga e nos contratos com a mídia. Essa fórmula alinha o sucesso da NWHL com as jogadoras, e o NHWHLPA estão trabalhando juntos para procurar mais parcerias que possam gerar receita e aumentar o salário das atletas.

    A NWHL está aqui, e aberta para negócios. As jogadoras fazem o jogo, e elas merecem ver os resultados de seus esforços para avançarem. Estaremos sempre disponíveis para dialogar com todas as atletas para alcançar nossos objetivos comuns.

    Nunca nos desculparíamos por ver valor no hóquei feminino e suas atletas. Para fins de transparência na métrica dos negócios, vejam esse relatório publicado em Março. É uma declaração sobre os incríveis fãs de hóquei feminino, então agradecemos à eles.

    Temos orgulho de sermos líderes nesse movimento e de nunca termos ficado no meio do caminho do progresso. Nossos esforços tem sido em detrimento do crescimento da liga, e tivemos avanços significativos. Nunca iremos atrapalhar isso e sempre estivemos a disposição para colaborar com o interesse de construir nosso esporte. Isso nunca irá mudar. Nós lutamos por progresso. Nós nos esforçamos para evoluir. E nós sempre iremos fazer o que for bom para o esporte.

    Se indivíduos ou grupos se manifestarem e declararem que estão prontos para começar a investir em uma nova liga onde mulheres possam receber um salário integral substancial e tenham plano de saúde, estaríamos extasiados para uma conversa sobre parceria ou passar o bastão. Nos reunimos com stakeholders do hóquei e levantamos a questão, mas, de acordo com nosso conhecimento, ninguém está desenvolvendo isso no momento.

    A temporada de 2019-2020 da NWHL irá começar em Outubro com nossos cinco atuais times: o Pride, os Riveters, os Beauts, os Whales e os Whitecaps. Se mais times aparecerão nessa temporada continua sendo uma questão aberta por mais algumas semanas. Estamos explorando todas as opções de construir nossa liga.

    Como dito em Abril, nós garantimos investimento para adicionar pelo menos duas novas equipes. Porém, para expandirmos de fato, como feito em Minnesota, tempo, cooperação e preparação é necessário. Nós adoraríamos ter mais times em 2019-2020 e faremos isso se houver um espirito de parceria por todas as partes. Ao menos que haja uma mudança de opinião em breve, nós iremos deixar a expansão para a temporada 2020-21.

    A NWHL continuará trabalhando com as atletas para fazer melhorias, avanços, aumento salarial e acrescentar mais visibilidade. Nós nos alinharemos com negociantes e líderes que acreditam que essa oportunidade deveria continuar a existir agora, amanhã, essa temporada e além.

    À medida que, coletivamente, produzirmos um esforço de navegar nesse momento crucial para o hóquei feminino, iremos considerar que estamos discutindo sobre nosso esporte e as pessoas nele. Embora respeitemos o desejo de todos, considerando todas as opções, o esporte feminino não avançará com tentativas de derrubar umas as outras.

    Esse é o momento em que jogadores, líderes, investidores e qualquer um que genuinamente queira que o hóquei feminino avance deveria estar trabalhando em conjunto. No final das contas, estamos aqui pelo esporte. Não há razão para a NWHL desistir do hóquei feminino, e não iremos.”

  • Primeira vitória dos Blues em uma final de Stanley Cup

    Primeira vitória dos Blues em uma final de Stanley Cup

    Em jogo cheio de golpes e grandes defesas dos goleiros, foi o time de Missouri quem levou a melhor. Conquistando sua primeira vitória em uma série final da Stanley Cup, St. Louis Blues venceu o Boston Bruins em overtime, assim empatando a série.

    Blues 3, Bruins 2

    O primeiro período do jogo foi movimentado, para ambos os times. As duas equipes disputaram a posse do puck constantemente, mostrando um jogo extremamente ofensivo.

    Aos 4:58, no entanto, o time de Missouri ficou com um jogador a menos no rinque. Devido a uma interferência no goleiro, Sammy Blais foi parar na penalty box, portanto desfalcando os Blues.

    Apesar de os dois times terem feito um ótimo começo de jogo, foi o Boston quem saiu na frente. Charlie Coyle, com assistência de Jake DeBrusk, marcou o primeiro do jogo, deixando o placar 1-0.

    Não muito tempo depois, aos 9:37, os Blues deixaram a partida de igual para igual. Em uma jogada que começou com Carl Gunnarsson, Robert Bortuzzo, com assistência de Tyler Bozak, marcou o primeiro dos Blues e o segundo do jogo.

    Sem tempo para pensar em reagir, os Blues viram a rede de Binnington balançar novamente. Aos 10:17, Joakim Nordstrom, com assistência de Sean Kuraly, marcou para o time de Massachusetts e, assim, deixou os Bruins com a liderança do placar.

    Ainda que o time de Boston estivesse a frente, os Blues resolveram atacar novamente o gol de Rask. Faltando apenas cinco minutos para o final do primeiro tempo, Vladmir Tarasenko aproveitou um rebound do goleiro dos Bruins e colocou o puck dentro da rede, assim estacionando o placar em 2-2.

    O segundo tempo foi inteiro dos goleiros. Com os ânimos à flor da pele, ambos os times disputaram constantemente a posse do puck, mas sem sucesso de gols. Por mais que tenha tentado um slapshot de Colton Parayko, os Blues tiveram a sua melhor tentativa bloqueada em uma defesa espetacular de Nordstrom. O Boston também tentou. Faltando um segundo para o fim do segundo período, Clifton tentou um slapshot a gol. Entretanto, foi bloqueado por Jordan Binnington.

    O terceiro tempo também foi movimentado pelas duas equipes. Mesmo assim, Tuukka Rask que foi a estrela do período. Em todo o jogo, o goleiro chegou a fazer 34 defesas. Faltando dois minutos para o fim do último tempo, Gunnarsson tentou outra vez para os Blues. Porém, o puck acabou por bater na trave, fazendo com que os Bruins ganhassem mais tempo.

    O jogo então se encaminhou para overtime. Apesar dos esforços gigantescos das duas equipes, foi o St. Louis quem levou a melhor no Jogo 2. Aos 4:51, com assistência de Ryan O’Reilly, os Blues marcaram seu terceiro na disputa, com um incrível slapshot de Gunnarsson. Deste modo, a partida foi finalizada com o placar de 3 a 2 para os visitantes.

    Portanto, com a série agora empatada, o St. Louis Blues tem a chance de assumir a liderança na próxima partida, dia 1 de junho, jogando em casa.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • 49 anos depois, Boston voa contra Blues e leva Jogo 1

    49 anos depois, Boston voa contra Blues e leva Jogo 1

    O Boston Bruins e o St. Louis Blues jogaram ontem (27) a primeira partida da final da Stanley Cup.

    Blues 2, Bruins 4

    A partida começou com os dois times equilibrados no gelo. Boston viu seu puck ser parado nada menos do que oito vezes por Jordan Binnington nos primeiros 20 minutos. Enquanto isso, do outro lado, Tuukka Rask deixou passar o primeiro gol dos Blues. Brayden Schenn marcou aos 7:23 após um rebote.

    Com a vantagem no começo do segundo período, não demorou para St. Louis aumentar o placar. David Pastrnak acabou se atrapalhando e passou o puck para Shenn. O canadense, então, assistiu Vladimir Tarasenko para marcar o segundo, e último, gol dos Blues. Daí para frente só teve espaço no gelo para o time da casa.

    Com 76 segundos depois do gol dos Blues, Boston finalmente respondeu. Connor Clifton fez o seu segundo na Liga ao colocar o puck para dentro do gol de Binnington. Depois disso, cometendo muitas penalidades e um 4-on-5 não muito eficiente, os Blues deram a chance de Boston empatar. Charlie McAvoy aproveitou o power play para marcar, sem assistência, logo após que Oskar Sundqvist deu um cross-checking em Clifton. Se o primeiro período acabou com oito tiros a gol para cada time, o segundo teve St. Louis mais apagado com apenas três, 15 a menos que os Bruins.

    Os Blues até tentaram se recuperar no último período, mas nenhuma das nove tentativas de colocar o puck na rede obtiveram sucesso. O gol do desempate veio do taco de Sean Kuraly aos 5:21 do terceiro período. A jogada começou com Zdeno Chara, que mandou o puck para Binnington defender. Noel Acciari, então, achou e passou para Kuraly. Este, por sua vez, conseguiu passar o disco pelo goleiro dos Blues.

    A jogada mais comentada da noite aconteceu na metade do terceiro período. Torey Krug e David Perron se atracaram na frente do gol de Boston. Na ocasião, Perron arrancou o capacete de Krug, que certamente não ficou nada contente. Ao ver Perron se aproximar do banco, Krug seguiu do puck e “repetiu” a icônica cena de 49 anos atrás, atingindo Robert Thomas.

    Para finalizar a partida, Marchand fez o quarto gol de Boston no empty net. Os dois times agora se enfrentam novamente na quarta-feira (29), em Boston.

    Foto: Reprodução/USA Today

  • Finlândia surpreende favoritos e conquista o ouro no Mundial de Hóquei

    Finlândia surpreende favoritos e conquista o ouro no Mundial de Hóquei

    A equipe nórdica chegou na competição desacreditada. Mesmo assim, eliminou os favoritos Suécia e Rússia, além de ter vencido o Canadá na final, pelo placar de 3-1. Curiosamente, o segundo ouro dos finlandeses na competição também foi na Eslováquia, em 2011. Os russos, por fim, levaram o bronze, vencendo a equipe tcheca pelo placar de 3-2.

    Seleções fortes com surpresas dos playoffs da NHL

    O Mundial de Hóquei costuma ser injusto com as seleções lotadas de estrelas em times competitivos. Isso se deve pois o evento coincide com o auge dos playoffs da NHL. Entretanto, com as surpresas nos dois primeiros rounds deste ano, equipes como Suécia, Rússia e Estados Unidos conseguiram montar um plantel cheio de estrelas.

    A equipe escandinava, inclusive, vinha de duas campanhas bem sucedidas. Havia conquistado o ouro contando com o MVP da competição de 2017, William Nylander. Além dele, os suecos contaram com jogadores importantes como Henrik Lundqvist, Elias Pettersson, Patric Hornqvist e Gabriel Landeskog. No fim, foram eliminados pelos arquirrivais finlandeses nas quartas de final.

    A Rússia, por sua vez, levou estrelas como Alex Ovechkin, Evgeni Malkin, Ilya Kovalchuk, Nikita Kucherov e Andrei Vasilevskiy, dentre outros. O país já é conhecido por sempre levar equipes competitivas para o campeonato. Dessa vez, contou com suas principais estrelas se juntando aos compatriotas logo após eliminação dos playoffs. Mesmo assim, os russos deixaram de ter a presença de atletas como Artemi Panarin, Sergei Bobrovsky e Ivan Provorov. Esses três jogadores estão sem contratos na NHL e, consequentemente, sem a segurança de poderem competir internacionalmente. Os russos também caíram para os finlandeses nas semifinais.

    Rússia perde para Finlândia na semifinal
    Fim de jogo para Rússia na derrota contra a Finlândia na semifinal. (Foto: Reprodução/fhr.ru)

    Prospect Jack Hughes estreia pela equipe adulta dos EUA

    Quanto aos americanos, a sua equipe foi formada por um misto de experiência e juventude, liderados por seu capitão Patrick Kane. A seleção contou com o prospect ranqueado em primeiro lugar entre norte-americanos para o draft deste ano, Jack Hughes. O jogador até começou a competição com a proteção no rosto devido à sua idade. Além disso, figuras importantes e experientes como Ryan Suter, James Van Riemsdyk, Alec Martinez e Cory Schneider fizeram parte da equipe. Também contaram com jovens como Alex DeBrincat, Zach Werenski, Jack Eichel, Noah Hanifin e Colin White. Os americanos perderam para os russos nas quartas de final.

    Ineditismo de equipes não favoritas

    Desde o início da competição, a equipe da Grã-Bretanha ganhou a simpatia do público. O país foi recém promovido para a primeira divisão do hóquei no gelo. Desde suas tradições durante os treinamentos ao canto um tanto quanto não ortodoxo após sua única vitória, os britânicos foram felizes no campeonato. Conseguiram se manter na divisão e, principalmente, rebaixaram sua grande rival, a França.

    Já a Itália chamou a atenção nas redes sociais por outro motivo: sua inabilidade de marcar gols. A equipe da terra da bota só conseguiu chegar ao fundo das redes no jogo contra a Áustria, ganhando por 4-3.

    A Itália perdeu todos os jogos e marcou apenas um gol
    A Itália tentou e conseguiu fazer um único gol na competição. Aqui, é derrotada pela Suíça. (Foto: Reprodução/IIHF)

    Dentre os destaques, temos a República Tcheca. A equipe chegou às semifinais com nomes importantes como Jakub Voracek e Jakub Vrana. Além dos tchecos, a Suíça até sonhou com uma classificação às semis. Vencia o Canadá até o último minuto do confronto, quando Severson levou a partida para a prorrogação e Stone virou o jogo. Os alemães, por sua vez, liderados por Leon Draisaitl, também fizeram boa campanha. No entanto, não conseguiram vencer os tchecos e caíram nas quartas. Ainda participaram da competição a Eslováquia, a Noruega, a Dinamarca e a Letônia.

    Finlândia vive história de Cinderela na conquista do ouro

    Os canadenses sofreram o primeiro baque logo antes do início da competição. John Tavares foi cortado da equipe por lesão. Ainda assim, a equipe contou com jogadores de destaque na NHL, como Mark Stone, Jonathan Marchessault, Sean Couturier e Matt Murray. Mesmo com algumas estrelas, o Canadá passou por alguns apuros. Ficou muito próximo de ser eliminado pela Suíça nas quartas de final. No jogo decisivo contra a Finlândia, o goleiro Murray deixou a desejar e o ataque canadense não conseguiu se impor perante a atuação do goleiro finlandês Kevin Lankinen.

    Desfalcada pela ausência de figuras importantes como Mikko Rantanen, Sebastian Aho e Patrik Laine, todos sem contratos (são restricted free agents) na NHL, a Finlândia chegou na competição desacreditada. Com apenas dois jogadores que atuam na América do Norte, a equipe nórdica teve um desempenho memorável. Desde o dominante prospect Kappo Kakko, ranqueado em primeiro lugar entre os patinadores europeu, à atuação heróica do goleiro Lankinen. O goleiro também é representante de equipes americanas, já que pertence ao Rockford IceHogs, parceiro do Chicago Blackhawks na AHL. Quanto a Kakko, com este ouro, o jovem chegou à vitória em três níveis diferentes: sub-18, sub-20 e adulto.

    Foto de capa: Reprodução/IIHF.com