Categoria: Notícias

  • 100 gols para Connor McDavid

    100 gols para Connor McDavid

    A estrela de Edmonton, Connor McDavid, marcou seu centésimo gol na NHL na única partida dessa terça-feira (20), contra o San Jose Sharks. O capitão dos Oilers ainda anotou duas assistências, chegando à marca de 31 pontos na temporada atual.

    O 100º gol do canadense foi o primeiro de Edmonton na partida. Os Oilers ficaram atrás do placar com apenas 45 segundos de jogo. Aos 8 minutos, McDavid recebeu um passe de Leon Draisatl e colocou para dentro. Antes do primeiro intervalo, Sorensen colocou os Sharks novamente à frente. Ele contou com a ajuda de Joe Thornton, que alcançou Mario Lemieux em número de assistências na NHL (1033).

    No segundo período, Edmonton empatou novamente, com Nugent-Hopkins. No entanto, não levou muito até que  Logan Couture fizesse o terceiro para o time da casa. 3-2 Sharks.

    Aos 3:32 do terceiro período, assistido por McDavid e Draisatl, Drake Caggiula igualou 3-3. O placar permaneceu empatado até o fim do tempo regulamentar. No overtime, Draisatl e McDavid combinaram para obter o terceiro ponto de cada um no jogo, e o alemão fez o gol da vitória dos Oilers.

    McDavid é o segundo jogador a chegar aos 30 pontos nessa temporada, depois de Mikko Rantanen (Colorado Avalanche). Com 21 anos e 311 dias, ele é o segundo jogador mais jovem da história dos Oilers a marcar 100 gols na Liga. O mais jovem do time foi ninguém menos que Wayne Gretzky, aos 20 anos e 40 dias.

     

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Quenneville – o fim de uma era nos Blackhawks

    Quenneville – o fim de uma era nos Blackhawks

    O Chicago Blackhawks demitiu na manhã dessa terça-feira (6) o técnico Joel Quenneville. Junto com ele, a equipe se despediu de seus assistentes Kevin Dineen and Ulf Samuelsson.

    Com 890 vitórias na temporada regular, Quenneville é o segundo técnico com mais vitórias na Liga. Essa marca o deixa atrás apenas de Scott Bowman. Joel comandava os Blackhawks desde o começo da temporada 2008-09 e com ele o time ganhou três Stanley Cups.

    Quenneville levou os Hawks aos playoffs em 9 das 10 temporadas completas como técnico da equipe. Porém, após o time não se classificar temporada passada, e ter um começo ruim este ano, a organização deciciu cortá-lo.

    O atual vice-presidente e GM dos Blackhawks, Stan Bowman, reconheceu em um comunicado oficial que se tratava de uma decisão muito difícil, mas necessária para o bem da equipe. “Depois de muito refletir nos últimos dias, e com o maior respeito pelo que Joel conquistou conosco, nós sabemos que preci´svamos de mudanças” disse Bowman.

    Quem entra no lugar dele é o, agora, ex-técnico dos Rockford IceHogs, Jeremy Colliton. Com a nomeação, o ex-Isles passa a ser o mais jovem técnico da liga atualmente. Barry Smith será o assistente de Colliton no time.

    “Nós temos muita sorte de ter Jeremy Colliton na organização e estamos convencidos de que ele é o mais qualificado para dirigir nossos jogadores. Ele tem muitos atributos que o farão o treinador de sucesso nessa liga”, afirmou Bowman sobre a escolha do novo técnico.

    Os Blackhawks atualmente fazem uma temporada mediana (6-6-3) e ocupam a sexta posição na Divisão Central. Eles perderam as últimas três partidas e estreiam sob novo comando na próxima quinta-feira (8), contra o Carolina Hurricanes.

     

  • 2018 Global Series chega à Finlândia

    2018 Global Series chega à Finlândia

    Nos dias 1º e 2 de novembro, o Florida Panthers e o Winnipeg Jets disputaram pela temporada regular da NHL dois jogos em Helsinki, Finlândia. Estes jogos fazem parte do 2018 Global Series e do 2018 Global Series Challenge, jogos realizados fora dos Estados Unidos promovidos pela liga.

    O intuito é mostrar que a NHL é uma liga global, com aproximadamente 26% dos seus jogadores nascidos fora da América do Norte. Os jogos entre Jets e Panthers foram os 30º e 31º jogos fora da América do Norte, e o sexto e sétimo jogos na Finlândia.

    Estes jogos permitiram que Aleksander Barkov (Panthers) e Patrik Laine (Jets) se enfrentassem frente a torcida do seu país natal. Ambos os jogadores estão no top 5 maiores goleadores finlandeses atuante na NHL.

    O evento teve também a participação do ex-jogador de hockey finlandês Teemu Selanne, responsável por soltar o puck no início do primeiro jogo . Selanne começou a sua carreira na NHL nos Jets, e levou rookie do ano na temporada 92-93. Em 96 foi transferido para os Mighty Ducks of Anaheim, onde ficou famoso e levou a Stanley Cup em 2007. Selanne encerrou a sua carreira na NHL em 2014 e teve a jersey aposentada no time de Anaheim.

    Os jogos:

    Jets 4, Panthers 2

    O primeiro jogo da série terminou com uma vitória de 4 a 2 dos Jets. Laine deu a volta por cima depois de um início de temporada ruim, e marcou um hat trick em casa.

    Perreault abriu o placar para os Jets no final do primeiro período. Yandle empatou para os Panthers no início do segundo período, mas Laine marcou o seu primeiro gol para desempate. Dadonov empatou novamente para o time da Flórida no final do segundo período.

    Coube a Laine receber um passe perfeito de Wheeler aos 3:28 do terceiro período em um power play para fazer 3 a 2. O último gol que fechava o jogo para o Winnipeg Jets  e deu a Laine o hat trick veio com um empty-net faltando 43 segundos para terminar a partida. Dessa forma, os Jets levaram o primeiro jogo de dois do Global Series na Finlândia.

    Panthers 4, Jets 2

    Na segunda noite do NHL Global Series na Finlândia foi a vez dos Panthers levarem os dois pontos para casa. Quem salvou o jogo foi o goleiro Luongo, que realizou 32 defesas.

    No oitavo minuto do jogo Ehlers abriu o placar para os Jets. Dadonov empatou. Laine abriu vantagem para Winnipeg, mas não durou muito.

    No início do segundo período, Hoffman empatou para os Panthers. No final  Yandle deixou o time da Flórida a frente pela primeira vez no confronto. Vatrano marcou o quarto gol dos Panthers aos 12 minutos do terceiro período definindo o jogo.

    No final dos dois confrontos da NHL Global Series 2018, cada um dos times levou dois pontos para casa.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Ducks aposentam o número 9

    Ducks aposentam o número 9

    A noite de ontem (21) foi especial para o Anaheim Ducks. O time aposentou o número 9, de Paul Kariya, considerado hoje um dos grandes ídolos da equipe. O banner com o número do jogador foi erguido no Honda Center e ficará ao lado do de seu ex-companheiro de time e grande amigo, Teemu Selanne. Esse foi o segundo número aposentado na história da franquia.

    Paul Kariya em cerimônia dos Ducks

    A história de Kariya profissionalmente se entrelaça à dos Ducks. O jogador foi a primeira escolha de draft da história do time, quando ainda era chamado Mighty Ducks of Anaheim. Em sua primeira temporada na liga, ele chegou a ser comparado com Wayne Gretzky e Pavel Bure, pois era um jogador com visão e velocidade.

    As concussões sempre fizeram parte da carreira do jogador. Em 1998, ele recebeu um cross-check tão forte que o fez perder as Olimpíadas. Na época, dizia-se que a intenção de Gary Suter ao dar o hit era justamente essa. Kariya ficou 3 meses sem pisar no gelo por conta de uma síndrome pós-concussão e perda de memória recente.

    Logo depois que retornou ao ringue, com um capacete diferente e mais jogadores o protegendo, Kariya chegou a reclamar para a imprensa da falta de respeito que os jogadores têm pelos outros, insinuando que parte do problema das lesões era esse.

    Paul Kariya fez parte dos Mighty Ducks por nove temporadas, sete delas como capitão da equipe, e os ajudou a chegar à sua primeira final da Stanley Cup em 2003.

    O início do fim

    Foi nessa final que a carreira de Kariya começou a acabar. A quinta grande concussão do jogador aconteceu quando Scott Stevens o deixou imóvel no gelo após um hit no jogo 6. Mesmo assim, ele retornou e marcou o gol que forçou o jogo sete. Depois da derrota para os Devils, Kariya não voltou para os Ducks.

    Passou suas próximas seis temporadas em Colorado, St. Louis e Nashville, mas jogou apenas parte das temporadas com diversas contusões. Em 2009 sua sexta concussão acabou com sua carreira. Uma cotovelada do atacante dos Sabres, Patrick Kaleta, foi o golpe final ao cérebro de Paul Kariya. A liga,no entanto, esperava que o jogador retornasse. Porém, depois de uma temporada inteira fora, Kariya acatou os conselhos médicos e decidiu se aposentar.

    Foram muitas controvérsias na carreira do jogador. A nominação dele no Hall of Fame não foi bem aceita por muitos. Por muito tempo o próprio Paul Kariya não queria mais saber do esporte. Anos passaram até que a franquia pudesse prestar a homenagem que ele merece. Além de ter sido um excelente jogador, numa época em que o jogo era feito para destruí-lo, ele era muito além de seu tempo. Finalmente, o número nove de Paul Kariya está de em casa. E lá ficará para sempre.

     

  • Red Wings ganham primeira partida após um mau começo

    Red Wings ganham primeira partida após um mau começo

    As coisas não estão indo bem neste começo de temporada para os Red Wings. Após perder os 7 primeiros jogos da temporada, os Red Wings finalmente conseguiram uma vitória no jogo de sábado (20), contra os Panthers por 4 a 3 no overtime fora de casa. Este foi o maior número de sequência de derrotas da história da franquia.

    Red Wings 4, Panthers 3

    O jogo contra os Panthers começou com o time da casa marcando com Yandle logo no primeiro período. Os Red Wings quase empataram quando Rasmussem colocou o puck para dentro do gol pela primeira vez na NHL, porém os juízes constataram goaltender interference e anularam o ponto.

    Bjugtad aumentou a vantagem para os Panthers indo para o intervalo com 2 a 0 no placar. No segundo período foi a vez dos Red Wings tomarem conta e virarem o jogo marcando 3 gols (Cholowski, Vanek, Larking) em apenas 4 minutos. Os Panthers empataram novamente no terceiro com um gol de Hoffman faltando 3 minutos para acabar o jogo, levando o confronto para o OT.

    Gustav Nyquist marcou o gol que definiu o jogo no OT aos 3:44 em uma  jogada limpa e certeira, com tempo para controlar o puck e fazer o chute para dentro do gol, sem chances de defesa para o goleiro Hutchinson.

    Próximos jogos

    Os Red Wings jogam nesta segunda (22) contra o Carolina Hurricanes em casa. Os Canes vem fazendo uma boa temporada e estão em primeiro na Divisão Metropolitana com 4 vitórias e 9 pontos no total.

    Detroit vai precisar mostrar muito mais jogo do que teve contra os Panthers se quiser conquistar duas vitórias seguidas e sair de vez dessa fase ruim.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Matheson suspenso por arremessar Pettersson na parede

    Matheson suspenso por arremessar Pettersson na parede

    Matheson foi suspenso de dois jogos, por ações cometidas no jogo entre Panthers e Canucks. O defensor foi penalizado pela interferência feita contra o atacante dos Canucks, Elias Pettersson. O novato foi empurrado bruscamente para as bordas e “caiu” no gelo, sem conseguir reagir. 10 segundos após o ataque Matheson estava fora do gelo e Pattersson chegou ao vestiário com a ajuda de técnicos.

    O acontecido foi sábado (13) durante o 64º jogo da NHL no BB&T Center na Florida. Mas a suspenção foi anunciada apenas na segunda-feira (15) pelo departamento de segurança dos jogadores da NHL.

    Confira o vídeo do hit aqui.

    O incidente ocorreu no último período de jogo, aos 4:47 do terceiro período. Além da suspensão em dois jogos, Matheson vai doar mais de 50 mil dólares para o Fundo de Assistência de Emergência dos Jogadores. O treinador de Vancouver, Travis Green, disse que foi uma jogada suja e que a liga tenta proteger os jogadores novos e bons.

    Apesar do ocorrido, os Canucks saíram vitoriosos da casa dos Panthers, vencendo por 3 a 2. Esse é a segunda derrota consecutiva dos Panthers depois de liderarem o placar. Flórida saiu na frente, com um gol do Huberdeau aos 12:31 do segundo período. E justamente Pettersson, virou o placar pouco mais de dois minutos depois em um power play. Com esse gol, ele ampliou sua sequência de pontos para cinco partidas no início da carreira, empatando o recorde de Don Tannahill (1972-73).

    A punição aplicada a Matheson gerou polêmica. A questão principal é se o hit teria resultado em suspensão se não se tratasse de um jogador importante para os Canucks, e se ele não houvesse se machucado após o ocorrido. Como o Departamento de Segurança do Jogador (DoPS) explicou, muitos fatores implicaram decisão. Mas não se pode negar que hits desse tipo não são tão “incomuns” assim no hockey.

    Ao que parece, o DoPS e a Liga estão pegando cada vez mais “pesado” com jogadas dessa natureza. Está cada vez mais raro olhar para uma suspensão e discordar completamente da decisão. Essa nova postura deve ter um impacto cada vez mais positivo para o jogo e a NHL.

     

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Washington abre temporada com goleada

    Washington abre temporada com goleada

    O clima de festa tomou conta da Capital One Arena na abertura da temporada 2018-19. Antes do faceoff inicial, os Caps realizaram uma cerimônia emocionante para hastear o primeiro banner de campeões da Stanley Cup da franquia. A equipe desfilou com a taça uma última vez e se despediu dela por enquanto.

    Após as celebrações dessa intertemporada, deve ter sido um grande alívio para a Stanley voltar para a paz e tranquilidade de sua caixa.

    O jogo

    A celebração realmente colocou Washington no clima certo para a partida que vinha a seguir. Apenas 24 segundos depois do puck drop, TJ Oshie marcou o primeiro dos Capitals, com assistência de Backstrom e Matt Niskanen. Em seguida, aos 1:47, no powerplay, Kuznetsov fez 2-0. O russo ainda teve três assistências até o final da partida e mais um gol no período seguinte.

    O terceiro gol foi de Alex Ovechkin. No powerplay, aos 4:17 do segundo período, o capitão dos Caps acertou o gol num tiro de primeira do círculo de faceoff esquerdo, na zona ofensiva da equipe. 83 segundos depois, Nic Dowd fez o quarto e, aos 7:28, Kuznetsov fez o quinto. Boston substituiu Tuukka Rask no gol por Jaroslav Halak, mas ele também não conseguiu segurar por muito tempo o ataque de Washington.

    Para concluir a goleada, John Carlson marcou num 5-on-3 ainda no segundo período, e então Lars Eller fez mais um, com 10 minutos para o final da partida. O placar terminou 7-0 para os Capitals. No final, Braden Holtby fez ao todo 25 defesas e conquistou seu 33º shutout na carreira. Do outro lado, Halak parou 18 pucks para os Bruins.

    Impressões da derrota

    Rask foi bem duro sobre sua performance no gelo. “Eu não vou nem falar do trabalho [da equipe] como um todo. Olhe para mim. Eu estou lá para nos dar uma chance e isso não aconteceu hoje”, ele disse. Brad Marchand, no entanto, que foi mandado para o vestiário mais cedo, depois um desentendimento com Lars Eller, já foi mais positivo quanto ao revés. “É um jogo. Não é nada. Nós vamos deixar isso para trás e nos preocupar com [quinta-feira, contra o Buffalo Sabres].”

    A segunda partida dos Bruins está marcada para as 20h BRT, mas também será fora de casa. O time só faz sua estreia em Boston na segunda-feira (8), contra os Senators. Washington também joga essa noite, às 20h, contra os Penguins, em Pittsburgh. Vale lembrar que a última vez que o time esteve lá foi para eliminar o rival da briga pela taça. Podemos esperar, então, um confronto bastante disputado, dos dois lados.

     

    Foto: Reprodução/NHL.com

     

  • Prévia 2018-19: Divisão Metropolitana

    Prévia 2018-19: Divisão Metropolitana

    A Divisão Metropolitana levou as últimas três Stanley Cups. Mais precisamente, os Penguins (2016, 2017) e os Capitals (2018) foram responsáveis por esse monopólio, que não acontecia desde os anos 80, quando Calgary e Edmonton combinaram na conquista de quatro títulos da NHL.

    Em 2019, algumas equipes têm boas chances de brigar para manter a taça na divisão por mais um ano. Enquanto outras precisam melhorar muito para sequer sonhar com uma vaga nos playoffs.

    Washington Capitals

    Defender o título não é coisa fácil. Os Caps vêm de um verão de muita festa e devem começar a nova temporada com entusiasmo. Com um dos elencos mais velhos na NHL, no entanto, fica a dúvida se eles conseguirão manter o ritmo por muito tempo.

    Washington volta praticamente com o mesmo elenco campeão. Subtraído de Jay Beagle e Philipp Grubauer, e sem grandes adições na intertemporada. Na falta de reforços, principalmente na defesa, qualquer lesão, ou suspensão (ahem, Tom Wilson), pode ser um obstáculo significativo para a equipe durante o ano. Porém, com enorme poder ofensivo, nas mãos de Alex Ovechkin, Evgeny Kuznetsov, Nicklas Backstrom, Lars Eller, T.J. Oshie e Andre Burakovsky (para citar alguns), o time não deve ter problemas para ultrapassar mais uma vez os 100 pontos na temporada regular.

    Pittsburgh Penguins

    Duas taças nos últimos três anos. Três, nos últimos dez. É difícil não colocar os Penguins entre os favoritos mais uma vez. A eliminação para o “freguês” – que acabou campeão – nos playoffs não era esperada e pode servir de motivação extra para a equipe este ano. Pittsburgh chega tão forte e perigoso quanto nas temporadas passadas. Tem um dos melhores ataques na liga e uma defesa que não deixa a desejar.

    Seguindo a tendência dos últimos anos, os Pens devem começar a temporada sem muito destaque, para disparar nos meses anteriores aos playoffs. E não há dúvida de que o time pode em poucas semanas tirar diferenças significativas na tabela e chegar à liderança. Sidney Crosby e Evgeni Malkin já são sinônimos de excelência. Outros como Jake Guentzel, Phil Kessel, Derick Brassard e Kris Letang não ficam para trás. Quem ainda tem o que provar é Matt Murray, que teve um trabalho difícil na última temporada para atender às expectativas deixadas por Fleury.

    Philadelphia Flyers

    Os Flyers fizeram uma adição importante nessa intertemporada, e não estamos falando daquele mascote medonho. James Van Riemsdyk está de volta à Philly, equipe que o draftou em 2007 (2ª escolha overall), para complementar o ataque da equipe. JVR  Ao seu lado estarão nomes como Claude Giroux, que terminou a última temporada parecendo anos mais jovem, Jakub Voracek e Sean Couturier.

    Para um time que chegou aos playoffs nas últimas seis temporadas, o cenário parece promissor. A equipe teve um dos menores índices de tiros à gol contra na última temporada. E isso foi graças a nomes como Ivan Provorov e Shayne Gostisbehere na defesa. O problema é quando esses poucos tiros são o suficiente para o adversário vencer as partidas. Não podemos reclamar muito da competência de Brian Elliot ou Michal Neuvirth no gol, mas não é como se algum deles estivesse ajudando o time a passar dos primeiros rounds na pós-temporada… É muito cedo para colocar o goleiro novato Carter Hart como esperança para os Flyers?

    Columbus Blue Jackets

    Na última temporada foi a primeira vez na história dessa jovem franquia que os Jackets chegaram aos playoffs, por dois anos consecutivos. Da última vez, ainda chegaram perto de ganhar a primeira série do time na pós-temporada (sim, os Jackets são os únicos na NHL atualmente a ainda não ter passado da primeira rodada dos playoffs).

    Apesar das movimentações durante as férias, a equipe ainda conta com muito talento para o técnico John Tortorella explorar. Artemi Panarin teve 82 pontos em 81 jogos na temporada regular, ao lado de Pierre-Luc Dubois e Cam Atikinson na primeira linha. O experiente goleiro, duas vezes vencedor do troféu Vezina, Sergei Bobrovsky, também está de volta para mais um ano com a equipe. Mesmo com alguma incerteza quanto ao futuro de alguns desses jogadores na equipe, Columbus deve se apoiar em suas estrelas para tentar ir além na pós-temporada.

    Carolina Hurricanes

    Desde que Tom Dundon comprou a franquia da Carolina, ainda na última temporada, muitas mudanças aconteceram. O técnico Rod Brind’Amour, ex-Hurricane, é uma das caras novas que chegam para consolidar essa nova era da equipe. A intertemporada também foi cheia de atividade para renovar o elenco da equipe da Carolina do Norte.

    Depois de tantas movimentações, e ainda com uma defesa que, como um todo, pode ser considerada uma das melhores na liga, os Canes parecem uma aposta promissora para disputar a última vaga dos playoffs pela divisão Metropolitana. Seria a primeira vez em oito anos que o time passaria da temporada regular.

    New Jersey Devils

    Os Devils se despediram de Patrick Maroon, Micheal Grabner, Brian Gibbons, Jimmy Hayes e John Moore nessa intertemporada. Agora, mais do que nunca, podemos perguntar o que é New Jersey além de Taylor Hall?

    A equioe ficou de fora dos playoffs por pouco no último ano. Mas é surpreendente que o time não tenha trazido nenhum reforço para tentar não ficar no “quase” este ano. Nico Hischier e os outros “novinhos” devem continuar se desenvolvendo para concretizar o plano de Ray Shero. Apesar da temporada espetacular que Hall teve em 2017-18, não dá para contar com ele sozinho para carregar a equipe à pós-temporada e além. Os playoffs agora parecem um sonho mais distante para NJ.

     

    New York Rangers

    Ficar de fora dos playoffs pela primeira vez em oito anos pode ter sido um choque para o torcedor dos Rangers, num primeiro momento. A equipe declarou que está em fase de reconstrução, e a temporada atual não é uma prioridade. Talvez as baixas expectativas acabem por surpreender no final.

    New York Islanders

    Calma, fãs dos Isles. Existe vida além do John Tavares.

    Para começar, Matthew Barzal deve ter um segundo ano tão bom quanto o primeiro. Barry Trotz chega ao comando da equipe depois de levar os Caps à Stanley Cup. Não é tarefa fácil substituir um jogador e capitão como Tavares, e muitos aspectos técnicos ainda precisam de muito trabalho. Mas as coisas parecem promissoras para essa nova era do time, que acaba de começar. Para este ano, podemos esperar uma campanha ao menos mediana na temporada regular.

     

  • Prévia 2018-19: Divisão Pacífica

    Prévia 2018-19: Divisão Pacífica

    A Divisão Pacífica é provavelmente a que atrairá mais atenção nessa temporada. Depois de uma primeira temporada inusitada, os vice-campeões Vegas Golden Knights voltam à busca de ser o time mais novo a levar a Stanley e continuar quebrando recordes. Em contrapartida, a troca mais falada da intertemporada aconteceu para os Sharks, que adquiriram o ex-capitão dos Sens e um dos melhores defensores da liga, Erik Karlsson. Enquanto com certeza os dois times lutarão pela liderança, alguns outros podem entrar numa briga para não ficarem para trás.

    Mas o que esperar dessa divisão na temporada 2018-2019?

    San Jose Sharks

    Um dos favoritos ao primeiro lugar da divisão teve apenas uma grande adição ao time. Depois de tentar adquirir John Tavares e não conseguir, Erik Karlsson passou a fazer parte da equipe de San Jose. A troca mandou para Ottawa Chris Tierney e Dylan DeMelo. Além disso o time também perdeu Mikkel Boedker, Jannik Hansen e Eric Fehr.

    Com a aquisição de Karlsson, os Sharks se igualam ao patamar da defesa dos Preds e dos Bolts. A equipe também conseguiu estender o contrato de Evander Kane. Ele chegou em San Jose pouco antes do fim da janela de trocas passada e marcou 9 gols e 5 assistências em apenas 17 jogos pelo time.

    Mesmo com poucas alterações no elenco, pode-se esperar um grande avanço em comparação com outras equipes da divisão. Além disso, um de seus principais jogadores está envelhecendo e o time pode vir com a mesma sede de vitória que os Caps tiveram, para tentar honrar Joe Thornton, que está beirando os 40. No melhor dos mundos, os Sharks usam Brent Burns e Erik Karlsson para serem imbatíveis, no pior, se vêem a frente de novas lesões como a de Thornton na última temporada.

    Vegas Golden Knights

    Mesmo com uma primeira temporada impressionante e imprevisível, os Golden Knights não se acomodaram e realizaram algumas troca importantes. Dentre as principais perdas, Tomas Tatar e James Neal, que ajudaram o time a chegar tão longe em sua temporada inaugural. Tatar foi para os Habs em troca de Max Pacioretty, que mesmo com um time manco, conseguiu fazer 17 gols em apenas 64 jogos.

    Marchessault, Smith e Karlsson fazem uma excelente primeira linha de ataque, e as novas adições melhoram a segunda com Pacioretty e Stastny. Pode não parecer o melhor da liga, mas o ataque de Vegas tem potencial para chegar entre os top 3, se bem trabalhado. Um problema para o time no início da temporada vai ser a perda de Nate Schmidt, que foi punido pela liga por violação da conduta anti-drogas, e não pode jogar as primeiras 20 partidas. Porém, Shea Theodore deve conseguir segurar a onda por um tempo.

    Não pode-se esperar que o time surpreenda na mesma proporção que na última temporada, dado a dimensão do ocorrido, mas difícil que alguém tire uma das vagas de playoff deles.

    Anaheim Ducks

    Os Ducks continuam basicamente com o mesmo time da temporada passada, um time de veteranos que não fica mais novo com o passar do tempo. Dentre as principais ameaças para o time estão seus próprios jogadores. Corey Perry ficará 5 meses afastado por conta de uma cirurgia no joelho. Ryan Kesler voltou ao rink, mas ainda não se sabe ao certo suas condições e quando ele volta a jogar de fato. Patrick Eaves não teve um bom ano, com diversas contusões e o fantasma da síndrome Guillain-Barré sobre sua cabeça. Espera-se que o jogador se recupere bem de todos os problemas de saúde que o tiraram da maior parte da temporada passada, mas ainda assim, é uma incógnita para o time.

    Não pode-se esquecer que o time continua com um John Gibson consistente e que teve uma média de .926 defesas na última temporada. E se ele não der conta, o Ryan Miller com certeza entra para fazer um belíssimo trabalho. Se as lesões derem uma trégua, eles podem sim chegar longe nos playoffs. Não se a ponto de uma final, mas dois rounds podem ser bem possíveis.  

    Calgary Flames

    Com um novo técnico tudo é possível, mas pode levar um tempo até que a equipe consiga se adaptar ao novo comando. O time trouxe James Neal e Elias Lindholm para ajudar nas secundárias, mesmo tendo talento para a primeira linha. Tudo isso para tentar melhorar o ataque, que hoje não está longe de ser dos mais eficientes da liga. Gaudreau, Monahan e Tkachuk com certeza são os principais trunfos desse ataque. Provavelmente o time verá uma melhora em pontuação em casa

    O que o time com certeza pode esperar é ser mais disciplinado, coisa que os Hurricanes provaram quando tinham Bill Peters como técnico.

    Los Angeles Kings

    Se a temporada passada foi um aquecimento para essa, é possível ver os Kings indo um pouco mais longe. Kopitar fez sua melhor temporada enquanto Quick voltou a ser o goleiro que todos sabiam que ele era, levando o Jennings Trophy. Porém Vegas acabou logo com as esperanças do time nos únicos 4 jogos de playoffs que a equipe de Los Angeles teve.

    A volta de Ilya Kovalchuk para a NHL traz algumas dúvidas. Será que ele continua sendo um dos melhores snipers da liga cinco anos depois? Na KHL ele conseguiu fazer 30 gols na última temporada, será que ele consegue o mesmo na NHL?

    O melhor do mundos para L.A  é a volta de um Jeff Carter saudável e o retorno do Kovalchuk jogando exatamente como quando ele saiu. Isso combinado com ter sido o melhor time no penalty kill pode gerar bons frutos aos Kings.

    Edmonton Oilers

    Um nome: Connor McDavid. Porém um nome não faz o time, e parece que os Oilers não conseguiram entender isso nessa intertemporada.

    Arizona Coyotes

    Com um começo difícil, os Coyotes conseguiram não ser o último time no fim da temporada (título que mantiveram por bastante tempo). Com um grande avanço do meio para o fim da temporada, o time tem potencial se continuar jogando daquele jeito. Se Antti Raanta permanecer saudável, os Coyotes podem esperar não serem os últimos a ganharem seu primeiro jogo. Além disso, duas das adições feitas ao time devem render muitos frutos, Galchenyuk e Grabner prometem ajudar o time num talvez, possível, quem sabe, wild card.

    No papel parece possível, no gelo só o tempo dirá…

    Vancouver Canucks

    A maior perda dos Canucks não foi para um rival, foi para a aposentadoria. Os irmão Sedin serão sem dúvida alguma os que mais farão falta nessa nova temporada. Com um time muito novo e em processo de reconstrução, acho difícil Vancouver chegar aos playoffs. Hovart e Boser tem tudo para fazerem parte da elite da liga, mas isso não acontecerá esse ano ainda. Markstrom e Nilsson conseguem fazer um bom trabalho juntos, mas com certeza Demko fará um trabalho melhor quando a hora chegar.

    O maior problema de Vancouver é esse, a hora não chegou para o time, e não deve chegar agora. A reestruturação do time está acontecendo, mas os frutos devem demorar a serem colhidos.

     

  • Prévia 2018-19: Divisão Atlântica

    Prévia 2018-19: Divisão Atlântica

    Apenas três dias para o início da temporada 2018-19 da NHL e as previsões continuam! No último ano, a Divisão Atlântica foi a única que teve três times com pelo menos 105 pontos durante a temporada regular. Com a menor pontuação estava Toronto Maple Leafs (105), e no topo, Boston Bruins com 112 pontos e Tampa Bay Lightning com 113 pontos!

    Ao ponderar as forças e fraquezas de cada time da divisão, eis o que podemos esperar para essa temporada:

    Boston Bruins

    Em relação a qualidade do time, se comparado com a temporada anterior, pode-se dizer que os Bruins têm a vantagem de contar com mais jogadores mais velhos, e assim, mais experientes. Nomes como David Pastrnak, Jake DeBrusk, Charlie McAvoy, Brandon Carlo, Anders Bjork e Ryan Donato por si só fazem um jogo espetacular. Isso não é nada bom para o restante da liga, já que Boston ainda conta com Patrice Bergeron, Brad Marchand, David Krejci, David Backes, Zdeno Chara e Tuukka Rask no elenco.

    No time, a maior força é possuir uma das melhores linhas ofensivas da NHL, com o trio Marchand, Bergeron e Pastrnak. Mas uma preocupação da equipe é conseguir a pontuação suficiente para alcançar as outras na competição. As chances de chegar aos playoffs são, de qualquer forma, grandes. De modo geral, os Bruins são uma equipe saudável e com garra para competir.

    Buffalo Sabres

    Um dos piores times da liga na temporada passada, os Sabres brigam para não terminarem o próximo ano na mesma situação. Já que ganharam a loteria do último draft, o time pôde escolher importantes reforços, como o novato sueco Rasmus Dahlin (pick nº1), e o americano Mattias Samuelsson. Ryan O’Reilly foi para St. Louis, e o time colocou o artilheiro veterano Jeff Skinner no elenco por um preço razoável. Não é como se os Sabres fossem magicamente acabar nos playoffs desse ano, mas de fato já estão melhores.

    Um jogador de grande destaque no time é o central Jack Eichel. Ainda não chegou a uma pós-temporada, mas é alguém que os outros times disputariam para ter em sua equipe. Sua pontuação subiu de 57 em 61 jogos, para 64 em 67 jogos na última temporada. Se continuar nesse ritmo, seus números ofensivos devem subir ainda mais.

    Uma desvantagem que a equipe enfrenta na defesa. Apenas Dahlin, Ristolainen e Scandella devem agregar de fato à posição, enquanto o restante do time precisa de muito trabalho. Além disso, vai ser difícil deixar o puck fora da rede, considerando que o goleiro não está tão preparado para o ritmo dos jogos. Pode-se dizer que Buffalo está crescendo aos poucos ao contratarem esses jogadores com grande potencial.

    Detroit Red Wings

    Detroit trouxe de volta Thomas Vanek e Mike Green, mas perder Henrik Zetterberg para uma lesão nas costas os prejudicou. O time, que sempre foi conhecido como franquia modelo, agora está em uma fase de reconstrução. A equipe conta com jovens jogadores, como o impressionante Dylan Larkin, que com apenas 22 anos fez 63 pontos em 82 partidas. Além dele, também contam com Anthony Mantha, Andreas Athanasiou e os novatos Michael Rasmussen, Filip Zadina e Evgeny Svechnikov.

    No entanto, os Wings tem algumas cartas ruins na NHL, com defensores ultrapassando os 32 anos comprometendo sua competitividade. Infelizmente, para os fãs de Detroit, as esperanças de chegar aos playoffs não são muitas. O time carece de pontuação e a zona defensiva está bastante danificada.

    Florida Panthers

    Perder por 1 ponto o jogo decisivo que os colocariam nos playoffs foi a gota d’água para o GM Dale Tallon. A adição de Mike Hoffman na pós-temporada deu a eles mais um atacante. Além disso, os jogadores jovens tiveram tempo de adquirir experiência e devem constituir um time melhor.

    As duas linhas principais de Flórida podem ser consideradas de grande força no campeonato. Na primeira, Aleksander Barkov, Evgenii Dadonov e Nick Bjugstad, seguidos por Hoffman, Vincent Trochech e Jonathan Huberdeau na segunda. Pode-se dizer que os Panthers vão ser um ataque difícil de parar. Uma incerteza atual é o goleiro Roberto Luongo. Com 39 anos, ele deve se manter saudável nessa temporada para poder jogar a maioria dos jogos, ou então será trocado e substituído por James Reimer.

    Barkov, o capitão de 23 anos, tem grandes chances de melhorar ainda mais nessa temporada. Ele marcou 78 pontos em 79 partidas em 2017-18, e está sob pressão para subir esses números.

    Montreal Canadiens

    Se comparado com o ano passado, parece que as coisas melhoraram para os Habs, no geral. Mas, mesmo assim é difícil dizer que o time está de fato melhor, especialmente porque perderam Shea Weber até o final do ano. E também porque trocaram dois dos melhores pontuadores da equipe, Max Pacioretty e Alex Galchenyuk.

    Um ponto muito positivo para a equipe é ter Carey Price no gol. Se aproveitar todo seu potencial nos jogos, os Canadiens tem grandes chances de surpreender nessa temporada. A equipe ainda não tem grandes chances de ser vista nos playoffs, e a fragilidade na linha permanece. Podemos dizer, no entanto, que Montreal está no caminho certo.

    Ottawa Senators

    Para essa temporada é quase impossível afirmar que os Sens estao melhores do que no ano passado. Agora sem Erik Karlsson e Mike Hoffman, os jogadores que os substituíram não vão conseguir preencher as lacunas que foram deixadas. Mesmo sem essas peças importantíssimas, por enquanto a equipe ainda tem Mark Stone e Matt Duchene na escalação. Mas a permanência de ambos na equipe é uma incerteza até o fim do próximo ano.

    Não vai ser uma temporada fácil para a capital canadense. Mesmo com toda a capacidade de Thomas Chabot, a falta Karlsson tem um peso enorme para a defesa. Além disso, se Craig Anderson não mudar a atual postura no gol, a temporada vai ser bem longa para Ottawa. A parte mais difícil é imaginar o time chegando na pós-temporada. A própria alta-gerência admitiu publicamente que o time está numa fase de reconstrução. Se os Senators pretendem surpreender ainda esse ano, isso vai demandar um esforções tremendo de todos os jogadores, e alguma sorte no caminho.

    Tampa Bay Lightning

    Quem não teve “dor de cabeça” durante o verão, foi o Lightning, que está em vantagem depois de adquirir J.T. Miller e Ryan McDonagh para a temporada toda. Tampa nem precisa fazer uma grande jogada para entrar para a “elite da divisão”, eles são visivelmente os melhores.

    A maior força do time são os principais jogadores, os outros jogadores, e também o resto dos jogadores. Não dá para apontar fraquezas, já que eles têm boa pontuação, uma defesa de qualidade e talvez o melhor dos goleiros! Não é querer inflar o ego dos jogadores – ou da torcida -, mas não fica dúvida que o time tem total potencial de seguir para os playoffs e representar o Leste na Final da Stanley Cup.

    Toronto Maple Leafs

    Ao trazer John Tavares para o time, Toronto já ficou melhor. Fazendo par com Auston Matthews e garantindo qualidade no rinque, só são páreo pra dupla de Sidney Crosby e Evgeni Malkin nos Penguins. O ex-Islander está animado por jogar em casa, e já mostrou a que veio mesmo antes da temporada começar. E Matthews que, com 21 anos, marcou 40 gols só no seu rookie year, e 34 gols em 62 jogos ano passado.

    A defesa dos Leafs, no entanto, ainda deixa a desejar. Morgan Reilly precisa de um par à altura se o time quiser ir além da primeira rodada dos playoffs.

    Sem dúvida tem muito o que acompanhar na Divisão Atlântica, e a gente bem sabe que os cenários podem mudar a qualquer momento na NHL. Fique ligado, na terça voltamos com as duas últimas divisões: Pacífica e Metropolitana!