Etiqueta: All-Star Game

  • Divisão Metropolitana vence o All Star Game 2022

    Divisão Metropolitana vence o All Star Game 2022

    A divisão Metropolitana foi a grande campeã do All Star Game de 2022, que aconteceu neste sábado (05). Contando com quatro estreantes no espetáculo, a equipe derrotou a divisão Central por 5 a 3. O evento aconteceu em Las Vegas, casa dos Golden Knights. 

    A programação do fim de semana começou na sexta-feira (04) com as tradicionais competições de habilidades. Este ano, o evento contou com mais dois desafios especiais, totalizando sete diferentes desafios propostos aos jogadores participantes. Em dois deles, tivemos a presença de jogadoras do hóquei feminino: Jocelyn Lamoureux-Davison e Manon Rheaume.

    Entretanto, a diversão não parou por aí. No segundo dia de evento (05), as equipes das quatro divisões da liga se enfrentaram no gelo em partidas de 3 contra 3. Na primeira semifinal, as duas divisões do oeste competiram pela vaga na final do evento. A divisão Metropolitana foi a vencedora da partida por 6 a 4. Em seguida, foi a vez das divisões do leste, que trouxe a segunda finalista da competição: a divisão Central derrotou a Atlântica por 8 gols a 5.

    Com direito a muitas atrações dignas de Las Vegas, o fim de semana foi recheado de surpresas. Além de DJ Zedd tocando na introdução dos jogadores, com direito a um show de luzes igual à uma boate, tivemos truques de mágica e a apresentação inusitada do cantor Machine Gun Kelly.

    Machine Gun Kelly no NHL All Star Game 2022
    Imagem: Reprodução/Las Vegas Review-Journal

     

    COVID-19 e lesões

    Em meio a uma temporada imersa na pandemia do coronavírus, alguns jogadores perderam a chance de estrear (ou jogar de novo) no evento que reúne as maiores estrelas da liga. Tirando a divisão Pacífica, que foi inteira para a competição, todas as outras tiveram ao menos uma troca de participações.

    Na divisão Metropolitana, Adam Fox (NYR) foi substituído por Evgeny Kuznetsov (WSH) após sofrer uma lesão. Além dele, Alex Ovechkin (WSH), que testou positivo para COVID-19, não pôde comparecer. Assim sendo, Tom Wilson ganhou a chance de fazer sua primeira aparição em um All Star Game, substituindo o capitão do Washington Capitals.

    Já na divisão Atlântica, o jovem Drake Batherson (OTT) foi azarado o suficiente para perder a sua primeira chance de participar do evento. Batherson machucou o tornozelo durante uma partida contra o Buffalo Sabres e estará fora dos rinques por alguns meses. Ele foi substituído pelo capitão dos Senators, Brady Tkachuk.

    Assim como a equipe vizinha, o time da divisão Central teve que substituir um de seus integrantes. Nathan MacKinnon (COL) quebrou o nariz ao receber um high-stick de Taylor Hall enquanto disputavam um overtime em 26 de janeiro. MacKinnon, que seria o capitão no evento, passou o posto para Joe Pavelski (DAL). Além disso, sua vaga no evento foi preenchida por Roman Josi (NSH).

    Verizon Fastest Skater

    O desafio contou com 8 participantes, que patinaram o mais rápido possível pelo rinque da T-Mobile Arena. Aquele que fizesse a volta completa em menos tempo seria o campeão.

    1. Jordan Kyrou, St. Louis Blues – 13.550
    2. Adrian Kempe, Los Angeles Kings – 13.585
    3. Chris Kreider, New York Rangers – 13.664
    4. Connor McDavid, Edmonton Oilers – 13.690
    5. Cale Makar, Colorado Avalanche – 13.834
    6. Kyle Connor, Winnipeg Jets – 13.851
    7. Dylan Larkin, Detroit Red Wings – 14.116
    8. Evgeny Kuznetsov, Washington Capitals – 14.559

    Dunkin’ NHL Save Streak

    Quatro duplas, cada uma representando sua divisão, deve defender a maior quantidade de gols consecutivos.

    1. Atlântica – Jack Campbell (TOR) e Andrei Vasilevskiy (TBL) – 9 
    2. Pacífica – Thatcher Demko (VAN) e John Gibson (ANA)  – 3 
    3. Central – Cam Talbot (MIN) e Juuse Saros (NSH) – 3
    4. Metropolitana – Frederik Andersen (CAR) e Tristan Jarry (PIT) – 2

     

    Discover NHL Fountain Face-Off

    Criado somente para essa edição, o desafio acontece em meio às fontes de Bellagio, um dos hotéis luxuosos de Las Vegas. Os jogadores ficam em uma plataforma central e têm que jogar os pucks acesos em quatro dos cinco alvos espalhados pelo ambiente – isso tudo no menor tempo possível.

    Rodada final:

    1. Zach Werenski, Columbus Blue Jackets – 25.634
    2. Roman Josi, Nashville Predators – 47.454

    Primeira rodada:

    1. Roman Josi, Nashville Predators – 11.855
    2. Zach Werenski, Columbus Blue Jackets – 15.16
    3. Jocelyn Lamoureux-Davison- 16.253
    4. Nick Suzuki, Montreal Canadiens – 22.155
    5. Claude Giroux, Philadelphia Flyers – 22.688
    6. Mark Stone, Vegas Golden Knights – 24.696
    7. Jordan Eberle, Seattle Kraken – 27.934
    8. Jonathan Huberdeau, Florida Panthers – 39.9 segundos 

    EA SPORTS NHL Hardest Shot

    Os jogadores participantes devem jogar o puck para dentro do gol na maior velocidade possível. Eles têm duas chances.

    1. Victor Hedman, Tampa Bay Lightning – 103.2
    2. Adam Pelech, New York Islanders – 102.2  
    3. Tom Wilson, Washington Capitals – 101.1
    4. Timo Meier, San Jose Sharks – 100.1

    adidas NHL Breakaway Challenge

    Provavelmente uma das melhores categorias do NHL All Star, o Breakaway Challenge consiste em demonstrar toda a sua criatividade quando for fazer um gol. 

    Os participantes foram Kirill Kaprizov (MIN), que fez uma homenagem a Alex Ovechkin; Jack Hughes (NJD), que fez uma mágica e surgiu com um mini-Hughes; Trevor Zegras (ANA), que fez o gol vendado e com mascotes jogando bolas em sua direção; Alex DeBrincat (CHI), que veio fantasiado como no filme “Se Beber, Não Case”; e Alex Pietrangelo (VGK), que trouxe o grupo de bateria dos Golden Knights para formar um corredor iluminado e vencer a categoria.

    Las Vegas NHL 21 in ’22

    Também criado somente para essa edição, o 21 in ‘22 é basicamente como o jogo de cartas Blackjack. Os jogadores precisam acertar o puck nas cartas até formarem uma mão com 21. 

    Joe Pavelski (DAL) foi o vencedor do desafio no desempate com Steven Stamkos (TBL). O defensor dos Stars acertou a carta da rainha, enquanto Stamkos acertou uma carta de número 4.

    Além deles, Brady Tkachuk (OTT), Nazem Kadri (COL) e Auston Matthews (TOR) participaram do desafio.

    Honda NHL Accuracy Shooting

    Para fechar a competição das habilidades, os jogadores precisaram acertar quatro alvos no gol o mais rápido possível.

    1. Sebastian Aho, Carolina Hurricanes – 10.937 
    2. Jake Guentzel, Pittsburgh Penguins – 12.017
    3. Troy Terry, Anaheim Ducks – 13.491
    4. Rasmus Dahlin, Buffalo Sabres – 17.205 
    5. Johnny Gaudreau, Calgary Flames – 17.811
    6. Clayton Keller, Arizona Coyotes – 18.997
    7. Patrice Bergeron, Boston Bruins- 20.947
    8. Jonathan Marchessault, Vegas Golden Knights – 27.782
    9. Leon Draisaitl, Edmonton Oilers – 36.543

    All Star Game 2022

    No sábado (05), o rinque da T-Mobile Arena recebeu as quatro equipes para a competição final do evento. Com direito a muitos gols em todas as partidas e intervalos divertidos, podemos dizer que a finalização do All Star Weekend foi incrível.

    Metropolitana 6, Pacífica 4

    Com direito a dois gols de Jack Hughes (NJD), a divisão Metropolitana foi ao gelo para mostrar que estavam preparadíssimos para derrotar todos que aparecessem à sua frente. Jake Guentzel (PIT) e Claude Giroux (PHI) tiveram um gol e uma assistência cada. 

    Jonathan Marchessault (VGK), Mark Stone (VGK) e Timo Meier (SJD) também garantiram à divisão Pacífica um gol e uma assistência cada. John Gibson (ANA) e Thatcher Demko (VAN) fizeram a mesma quantidade de gols durante a partida: 10.

    Central 8, Atlântica 5

    Só pelo placar já sabemos que a partida foi literalmente um show de gols. Jordan Kyrou (STL) foi o maior pontuador do jogo, com dois gols e duas assistências. Além dele, Alex DeBrincat (CHI) teve dois gols e uma assistência.

    Joe Pavelski (DAL), Nazem Kadri (COL) e Roman Josi (NSH) também garantiram seus pontos. Os três fizeram um gol e uma assistência para garantir a vitória da divisão Central. 

    Auston Matthews (TOR), Jonathan Huberdeau (FLA) e Rasmus Dahlin (BUF) foram os pontuadores para a divisão Atlântica, tendo cada um um gol e uma assistência.

    A grande final: Metropolitana 5, Central 3

    Claude Giroux, capitão do Philadelphia Flyers, foi considerado o MVP do evento após levar o puck ao fundo do gol diversas vezes durante o evento. Ele foi o dono de 2 dos 5 gols da final contra a divisão Central, se juntando a Jack Hughes, Chris Kreider e Evgeny Kuznetsov. Pavelski (DAL), Keller (ARI) e Nazem Kadri (COL) foram os pontuadores para os vice-campeões.

    É a terceira vez que a divisão Metropolitana vence o All Star Game desde que o formato 3-on-3 foi estabelecido.

     

     

    Imagem: Reprodução/NHL

  • PHF divulga capitãs para o All-Star Showcase de 2022

    PHF divulga capitãs para o All-Star Showcase de 2022

    No último dia 17 de dezembro, a Premier Hockey Federation revelou mais detalhes para o All-Star Showcase da temporada 2021-22. Marcado para o dia 29 de janeiro, o evento será duplamente especial para os fãs. Isso porque essa será a primeira edição em solo canadense, com o Toronto Six fazendo a sua estreia no evento e como anfitrião.

    No entanto, a edição não será especial somente por isso, esse também é o primeiro evento desse tipo da liga desde o início da pandemia de COVID-19. Além é claro, de ser o primeiro evento desde a remodelação da ex-NWHL, assim marcando uma nova era.

    A escolha das capitãs para os time do evento foi feita através de uma votação de duas etapas. Na primeira, as equipes indicaram duas jogadoras cada para formar o time com 12 candidatas. Por fim, as jogadoras votaram nas três melhores, e assim as capitães Shiann Darkangelo do Toronto Six, Jillian Dempsey do Boston Pride e Allie Thunstrom do Minnesota Whitecaps foram as grandes escolhidas.

    Agora, os treinadores dos times irão selecionar 30 jogadoras, enquanto os fãs irão escolher três jogadoras de linha e uma goleira extra. Assim, as três capitães selecionarão as jogadoras de seus times através de um draft virtual em janeiro.

    Para este ano, a PHF reformulou um pouco o evento também dentro do gelo. Agora com três times, as partidas irão acontecer com o formato round-robin (todos contra todos). Cada partida será de período único com 10 minutos de 5 contra 5, seguido de cinco minutos de 3 contra 3 e os pênaltis.

    Os gols irão contar como pontuação final de cada time e no fim o melhor registro no ranking vence o All-Star Showcase. Com isso, a liga optou por eliminar as competições de habilidades.

    O evento, que será transmitido no Brasil através do serviço de streaming Star+, terá mais novidades divulgadas nos próximos dias. 

    Foto: Reprodução / theicegarden.com

  • John Scott, o capitão improvável do All-Star Game

    John Scott, o capitão improvável do All-Star Game

    A NHL é conhecida pelo jogo físico, as famosas brigas do hockey e jogadores que fizeram carreiras conquistando estatísticas nesse confrontos. Um destes jogadores foi John Scott. O ex-jogador é um dos enforcers mais famosos que teve uma carreira reduzida na NHL. Isso porque Scott teve apenas 286 aparições na Liga, dos quais somou cerca de 500 minutos de penalidade. Por outro lado, marcou apenas 11 pontos em sua carreira. Contudo, mesmo com números baixos, ele conseguiu a façanha de ser capitão de um time no All Star Game. 

    Neste capítulo do 10 for 10 contamos a história do jogador que, apesar de não ter brilhado em sua trajetória no esporte, brilhou no All-Star Game de 2016 após ser o campeão de votação para capitão do Time da Divisão Pacífica. 

    A carreira de John Scott

    John Scott nasceu em Edmonton, Alberta, porém cresceu em Ontário, como torcedor do Boston Bruins. Quando criança, ele almejava ser igual o defensor dos Bruins, Ray Bourque.

    Bourque foi um lendário defensor de hockey, cinco vezes vencedor do Norris Trophy e com o maior recorde de gols, assistências e pontos por um defensor.

    Contudo, sendo um jogador não-drafrado, Scott começou a jogar hockey pela universidade Michigan Tech. Como um defensor enforcer, Scott marcou 19 pontos com 347 minutos de penalidade em seu tempo com os Huskies.

    Basicamente, a marca dos enforcers na NHL é a de brigar e agitar os jogos como forma de intimidar o time adversário. Considerada uma “classe” antes muito necessária no hockey, atualmente, existem poucos jogadores assim na liga, já que habilidade e dinâmica vem crescendo como características mais atraentes para os espectadores. 

    O primeiro time de John Scott na NHL foi o Minnesota Wild. Ele jogava pelo Houston Aeros, time da AHL afiliado do Wild, quando foi chamado para a equipe princiapal. Na temporada de 2006-07, Scott assinou seu primeiro contrato entry level e sua primeira partida foi contra o Detroit Red Wings. 

    Após dois anos com o Wild, ele foi para o Chicago Blackhawks, após se tornar free agent. Em sua carreira, Scott passou por outros cinco times: New York Rangers, San Jose Sharks, Buffalo Sabres, Arizona Coyotes e Montreal Canadiens.

    Como característica dos enforcers, Scott já foi suspenso alguns jogos na NHL. Em outubro de 2013, quando jogava pelo Sabres, Scott foi suspenso sete jogos por um contato ilegal na cabeça de Loui Eriksson. Hits na cabeça se tornaram ilegais na NHL desde 2011.

    Outra briga famosa do jogador aconteceu em 2014. Isso porque, em seu tempo com o San José Sharks, Scott saiu do banco imediatamente para brigar com Jackman, do Anaheim Ducks. Por esse motivo ele foi suspenso por quatro jogos. 

    O All Star Game de 2016

    Na temporada 2015-16, em 2 de janeiro de 2016, Scott foi anunciado como o vencedor da votação dos fãs do NHL All-Star Game, que aconteceria em Nashvillle. Ele foi votado capitão da Divisão do Pacífica da Conferência Oeste, numa campanha histórica, visto que normalmente os melhores jogadores são selecionados pelo público para representar seus times.

    Scott foi quem teve o maior número de votos, apesar de ter registrado apenas 1 ponto em 11 jogos disputados com os Coyotes, uma vez que Scott passou grande parte da temporada como um healthy scratch. Muitos compararam essa situação com a de Rory Fitzpatrick em 2007, uma vez que os fãs votaram em um jogador que não seria convencionalmente escolhido como um All-Star.

    Entretanto, essa não foi uma tarefa fácil. Após os jogos, jornalista confirmaram que a NHL tentou sabotar a campanha de capitão do All-Star Game de John Scott.

    A liga, junto ao Arizona Coyotes, pediram que Scott não fosse participar dos jogos de exibição. O próprio afirmou que não merecia jogar no evento e pediu para que os torcedores votassem em outros jogadores. Por fim, quando ele foi finalmente declarado campeão, Scott decidiu jogar.

    Contudo, em 15 de janeiro de 2016, Scott foi negociado para o Montreal Canadiens junto com outros três jogadores. Logo após essa negociação, o Canadiens imediatamente enviaram-no para seu então afiliado da AHL, o St. John’s IceCaps. 

    O então gerente geral do Arizona, Don Maloney, insistiu que a troca foi apenas um movimento empresarial e não uma tentativa de manter Scott fora do jogo All-Star. Surgiram especulações de que Scott seria potencialmente considerado inelegível para fazer parte da equipe All-Star por causa de sua mudança para uma lista da AHL e para uma equipe da NHL na divisão do Atlântico. 

    Entretanto, apesar das alegações, no dia 19 de janeiro Scott foi oficialmente declarado pela NHL como o capitão da Divisão do Pacífico no All-Star Game de 2016. 

    A campanha no All-Star Game

    Sua passagem o All-Star Game foi memorável. Scott marcou dois gols na semifinal do torneio, levando sua equipe para a final. Posteriormente, o jogador contribuiu para que a  Divisão Pacífica saísse vitoriosa no evento.

    Ele então foi nomeado All-Star Game MVP, apesar de não ter sido incluído na votação. Assim, quando ele foi excluído, fãs, jogadores como Henrik Lundqvist e contas oficiais de outros times da Liga, como a do Ottawa Senators, Philadelphia Flyers, Vancouver Canucks e Edmonton Oilers fizeram uma hashtag “#VoteMVPScott” para que Scott fosse de fato incluído na campanha de MVP.

    Diante desse massivo apoio, a NHL concedeu o título a Scott. Por fim, o capacete de Scott no jogo All-Star foi enviado para o Hockey Hall of Fame, em Toronto.

    Consequências

    Voltando para o time afiliado do Canadiens, St. John’s IceCaps, ele foi convocado para jogar pelo Habs no dia 3 de abril de 2016. Esta foi sua primeira vez na NHL desde 31 de dezembro de 2015. Em 7 de dezembro de 2016, Scott anunciou sua aposentadoria do hockey em um artigo no The Players’ Tribune.

    A fim de evitar campanhas parecidas, a NHL criou uma nova regra: atualmente, jogadores machucados ou que transferidos para a AHL não poderão ser nomeados capitães do All Star Game. Isso porque a brincadeira de nomear um jogador não tão famoso surgiu da premissa dos fãs de mostrarem como os jogos de exibição não são levados à sério. Contudo, ao possibilitar um jogador menos promissor ou com uma carreira curta como a de Scott ter seu momento de estrela, mostra como o hockey tem um poder de união, já que ele foi ovacionado pelos seus colegas de gelo. Dessa maneira, também podemos ver como pequenas peças são fundamentais e podem ocasionar momentos únicos na história da NHL. 

  • Auston Matthews: da seleção americana ao estrelato

    Auston Matthews: da seleção americana ao estrelato

    Na última quarta-feira (08) o jogador Auston Matthews teve motivos para comemorar. Apesar de seu time, o Toronto Maple Leafs, ter perdido a partida contra o Winnipeg Jets, o capitão alternativo entrou para a história da NHL. Isso porque Matthews se tornou o sexto jogador dos Leafs a marcar 30 gols em quatro ou mais temporadas consecutivas. Além disso, o jogador é o primeiro da franquia a conseguir o feito nas suas primeiras quatro temporadas na Liga e o 15º na história da NHL.

    O jovem de 22 anos tem sido uma excelente aposta para o Leafs. Além de ter tido uma carreira promissora com os juniores, o jogador tem quebrado recordes por onde passa. Marcas estas não somente em seu próprio time como também na NHL. Auston tem mostrado um belo desempenho no gelo e as suas estatísticas não mentem, afinal, ele também se mostra capaz de quebrar os próprios recordes. O jogador tem conseguido marcar ao menos 30 gols em cada uma de suas temporadas, incluindo aquelas que por algum motivo precisou perder jogos. Não somente isso, ele tem conseguido realizar o feito cada vez mais rápido desde a sua estreia. Dessa forma, tem se superado a cada temporada.

    Número de jogos que o jogador atingiu a marca do 30º gol (Foto: Reprodução/@nhlonnbcsports)

    O começo

    Apesar de ter sido selecionado no draft de 2012 na Liga WHL, Auston preferiu iniciar a sua carreira no hockey pelo U.S. National Development Team da Liga USHL na temporada 2013-14. Naquela mesma temporada, ele jogou no campeonato sub-17 pela seleção americana. Assim, chamou a atenção dos olheiros da NHL, já de olho em suas estatísticas da época. Em sua segunda temporada no programa, o jogador bateu recorde ao terminar em primeiro lugar em pontos, com 116 pontos (55 gols e 61 assistências). Superando Patrick Kane e Jack Eichel, donos dos recordes anteriores. 

    Dessa forma, o jogador começou a colecionar prêmios, além das medalhas de ouro com a seleção nos anos de 2014 e 2015. Auston Matthews também ganhou como MVP, scoring leader e o troféu Bob Johnson por sua excelência em competições internacionais. Após seu tempo com o programa de desenvolvimento dos EUA, Matthews não pode se candidatar ao draft, uma vez que sua data de nascimento passava da data limite para o draft daquele ano. Com isso, enquanto aguardava o draft do ano seguinte, o center recebeu uma proposta para jogar na Suíça pelo time ZSC Lions da Liga NLA. Com o time suíço, o Auston conquistou prêmios como Rising Star Award e NLA Media Most Improved Player.

    Matthews durante a sua temporada com o time ZSC Lions da Liga NLA. (Foto: Reprodução/NHL.com)

    Primeira escolha no draft

    No ano seguinte, em 2016, Matthews pode enfim se candidatar ao draft. Dessa forma, as especulações se o jogador seria o primeiro a ser escolhido começaram meses antes, uma vez que Auston já vinha sendo observado pela NHL. No dia 24 de junho, as especulações chegaram ao fim quando o nome de Matthews foi chamado pelo Toronto Maple Leafs, em primeiro lugar, se tornando o primeiro americano desde Patrick Kane em 2007 a ser a melhor escolha. Posteriormente o jogador assinou um contrato com o time, dando início a sua carreira na NHL naquele mesmo ano. 

    Fazendo jus às expectativas, em sua estréia no dia 12 de outubro de 2016, o jogador entrou para a história ao marcar quatro gols. Esse recorde só foi quebrado duas vezes antes na história da Liga pelos jogadores Joe Malone e Harry Hyland, onde cada um fez cinco gols no dia 19 de dezembro de 1917, o primeiro jogo na história da NHL. Após a sua estréia a jersey com seu nome foi colocada a venda e rapidamente se tornou a mais vendida na NHL. Posteriormente, em dezembro, o jogador ganhou como NHL’s Rookie of the Month após fazer 12 pontos e oito gols em apenas 12 jogos. 

    Carreira de recordes

    Embora Matthews seja o dono do recorde nos Leafs por ser o primeiro a conquistar 30 gols em suas primeiras quatro temporadas, o jogador também quebrou recordes em cada uma dessas temporadas. Em sua temporada de estreia, mais precisamente no dia 28 de março de 2017, Auston marcou o seu 35º gol. Dessa forma, quebrou o recorde de mais gols marcados por um rookie, que anteriormente pertencia a Wendel Clark.

    Posteriormente Auston quebrou o recorde da franquia de mais pontos de uma temporada ao marcar seu 39º gol e 67º ponto, se tornando assim, o rookie de nacionalidade americana a marcar mais gols. Ao marcar seu 40º gol poucos dias depois, Matthews se tornou o segundo rookie com mais gols desde o bloqueio de 2004-05. Além disso, passou a ser ser o quarto adolescente na história da NHL a bater o recorde. Naquele mesmo ano o jogador conquistou o troféu Calder Memorial, assim se tornando o primeiro jogador dos Leafs a receber o troféu em 50 anos. 

    Na temporada seguinte Auston Matthews não obteve o mesmo desempenho. Isso porque ele se lesionou algumas vezes ao longo da temporada, ficando fora por 20 jogos ao todo. Mesmo com uma temporada mais fraca, Matthews ainda assim conseguiu marcar 34 gols e conquistou uma média de mais de um ponto por jogo na temporada regular. O time de Toronto até chegou a ir para os playoffs, porém foi eliminado no primeiro round.

    Diferentemente na temporada 2018-19, Matthews voltou com tudo e já começou brilhando ao marcar cinco gols e três assistências em apenas três jogos. Como resultado, ele foi nomeado a primeira estrela da semana na NHL. Continuando com a quebrar recordes, o jogador marcou mais quatro gols nos dois jogos seguintes, dando um total de 12 pontos em cinco jogos. Assim, se tornou o jogador mais jovem na história da Liga a marcar múltiplos pontos em cinco jogos no início da temporada, recorde que pertencia a Wayne Gretzky em 1983. 

    Ainda em 2018-19, o center se lesionou e precisou ficar de fora por quatro semanas, porém nem isso foi o suficiente para impedir a estrela de Matthews brilhar. Após retornar ao gelo foi eleito pela primeira vez capitão da Divisão Atlântica dos jogos All-Star 2019, entretanto, essa foi a terceira vez que participava do evento. O jogador também renovou seu contrato com o time para mais cinco anos no valor de 11.634 milhões de dólares por ano.

    Mais tarde, naquele mesmo ano, no dia 14 de fevereiro marcou o seu 100º e 101º gol na NHL. Dessa forma, se tornou o terceiro Maple Leafs a atingir o marco mais rápido. Apenas alguns dias depois, o jogador marcou seu 30º gol da temporada. Ao realizar o feito, Matthews passou a ser o primeiro jogador na história do time a marcar 30 gols em cada uma das três primeiras temporadas.

    Durante a temporada 2018-19 com seu time Toronto Maple Leafs (Foto: Reprodução/NHL.com)

    Temporada atual

    Com o início da temporada atual, Auston Matthews foi então nomeado como capitão alternativo dos Leafs. No entanto, essa não foi o único motivo de alegria para o jogador. No dia 03 de outubro, no primeiro jogo da temporada para o time de Toronto, Matthews marcou dois gols. Desta maneira, ele entrou para a história da NHL ao ser o quarto jogador a marcar em cada um dos quatro primeiros jogos de cada temporada. Neste mesmo jogo, ele ficou em terceiro lugar da Liga com 116 gols em 215 jogos desde a sua estreia em 2016. Naquela semana, o jogador foi nomeado em terceiro lugar para a estrela da semana na NHL.

    No último dia 08 de janeiro, Matthews entrou para história novamente ao marcar seu 30° e 31º gol da temporada pela quarta temporada consecutiva ficando atrás apenas de Alex Ovechkin, o capitão do Washington Capitals. Os dois juntos se tornaram os únicos jogadores na ativa que marcaram tal recorde. 

    Apesar do time ter se envolvido em polêmicas na intertemporada e não ter tido um bom início de temporada, Auston tem corrido atrás e mostrado ser um jogador nível MVP. O seu tempo no gelo aumentou e, consequentemente, ele tem conseguido mostrar maior desempenho. O jogador é líder em pontuação do seu time com um total de 54 pontos. Além do primeiro lugar em gols (31), Auston também aparece em segundo lugar como jogador com mais assistências (23).

    Todas estas marcas foram alcançadas em apenas 45 jogos. Entretanto, chegou a este número de pontos em menor tempo, sendo assim, sua menor marca na carreira desde 2016. Ao todo, desde o início da sua carreira na NHL, o jogador já contabiliza 142 gols em 257 jogos, sendo que estamos apenas na metade da temporada atual. Ou seja, Auston Matthews é capaz de superar a si mesmo e bater seu próprio recorde de 2016-17 de 40 gols. Sendo assim, acompanhar o jovem americano no gelo se torna uma tarefa interessante, uma vez que só temos que aguardar para descobrir quais serão os próximos recordes que ele irá quebrar. 

    Foto: Reprodução/Patrick Gorski-USA TODAY Sports

  • Roster do All Star Weekend é anunciado

    Roster do All Star Weekend é anunciado

    Ontem foi anunciado os jogadores que irão participar do All Star Weekend 2020. O evento vai acontecer nos dias 24 e 25 de janeiro em St. Louis e os times serão liderados por Connor McDavid (Pacífica), Nathan MacKinnon (Central) e David Pastrnak (Atlântica).

     A princípio, Alex Ovechkin foi o mais votado para ser o Capitão da Metropolitana, entretanto, o jogador do Capitals anunciou que não irá participar do All Star Game pelo segundo ano consecutivo. A justificativa do russo foi a mesma do ano passado, alegando que apesar de estar saudável, quer usar os dias de folga que o evento permite ao schedule para descansar e se preparar para a segunda parte da temporada. Por enquanto ainda não foi anunciado novo capitão para a Metropolitana.

    A escolha dos jogadores participantes é feita pelo NHL’s Hockey Operations Department. Entretanto, assim como os fãs podem votar para escolher os capitães de cada divisão, a escolha dos jogadores que irão completar os times também será feita por voto popular pelo segundo ano seguido. Dessa forma, os fãs do esporte poderão votar no 2020 NHL All-Star Last Men a partir do dia 1º até o dia 10 de janeiro.

    Sendo assim, o roster  escolhido pela NHL ficou da seguinte forma:

    Divisão Atlântica

    David Pastrnak, Boston Bruins (C)

    Jack Eichel, Buffalo Sabres

    Tyler Bertuzzi, Detroit Red Wings

    Jonathan Huberdeau, Florida Panthers

    Auston Matthews, Toronto Maple Leafs

    Anthony Duclair, Ottawa Senators

    Shea Weber, Montreal Canadiens

     Victor Hedman, Tampa Bay Lightning

    Frederik Andersen, Toronto Maple Leafs

    Tuukka Rask, Boston Bruins

    Divisão Metropolitana

    Kyle Palmieri, New Jersey Devils

    Mathew Barzal, New York Islanders

     Artemi Panarin, New York Rangers

    Travis Konecny, Philadélphia Flyers

    Jake Guentzel, Pittsburgh Penguins

    Dougie Hamilton, Carolina Hurricanes

     John Carlson, Washington Capitals

    Seth Jones, Columbus Blue Jackets

    Braden Holtby, Washington Capitals

    Joonas Korpisalo, Columbus Blue Jackets

    Divisão Central

    Patrick Kane, Chicago Blackhawks

    Nathan MacKinnon, Colorado Avalanche (C)

    Tyler Seguin, Dallas Stars

    Eric Staal, Minnesota Wild

    Ryan O’Reilly, St. Louis Blues

    Mark Scheifele, Winnipeg Jets

    Roman Josi, Nashville Predators

    Alex Pietrangelo, St. Louis Blues

    Jordan Binnington, St. Louis Blues

    Connor Hellebuyck, Winnipeg Jets

    Divisão Pacífica

    Jakob Silfverberg, Anaheim Ducks

    Matthew Tkachuk, Calgary Flames

    Connor McDavid, Edmonton Oilers (C)

    Leon Draisaitl, Edmonton Oilers

    Anze Kopitar, Los Angeles Kings

    Logan Couture, San Jose Sharks

    Elias Pettersson, Vancouver Canucks

    Mark Giordano, Calgary Flames

    Marc-Andre Fleury, Vegas Golden Knights

    Darcy Kuemper, Arizona Coyotes

    Foto Reprodução: NHL.com

  • Rastreamento de puck e de jogadores chegando na próxima temporada

    Rastreamento de puck e de jogadores chegando na próxima temporada

    Quem assistiu ao All-Star Game neste final de semana pôde acompanhar a demonstração da nova tecnologia que a NHL espera introduzir a partir do próximo ano.

    Na sexta-feira (25), o comissário da liga Gary Bettman anunciou que, em parceria com a empresa alemã Jogmo World Corporation, a NHL vai contar com microchips nas camisas dos jogadores e nos pucks de jogo. Todos os dados serão coletados em tempo real por antenas instaladas a partir da próxima temporada nas 31 (em breve 32) arenas da liga.

    Anos depois dos pucks brilhantes e trajetórias coloridas na tela da Fox nos anos 90, a NHL passou a investir no próprio sistema de tracking. Junto à NFL, ambas serão as duas grandes ligas profissionais da América do Norte com esse tipo de tecnologia que pode ser “vestida” pelos jogadores. A NBA e MLB usam sistema sofisticados que contam com câmeras e radares.

    Desde 2013, vários testes foram realizados nos All-Star Games (incluindo o deste ano), na Copa do Mundo de Hockey de 2016, e também em alguns jogos em Las Vegas no início da temporada. O objetivo é enriquecer as transmissões televisivas sem distrair o espectador do jogo. Assim, os fãs experientes podem contar com mais informações em tempo real, e o jogo também fica mais “acessível” para quem ainda está se familiarizando com o esporte.

    “[O sistema] vai continuar a evoluir e vai ser monitorado, testado e aperfeiçoado durante o resto dessa temporada e partes da próxima,” disse o diretor financeiro da NHL Keith Wachtel. “Mas é nossa chance de dizer que estamos num ponto em que o comissário está confortável com os dados e as emissoras e a NHLPA estão confortáveis de que podemos ir em frente e lançar [o recurso], e obviamente estamos muito animados com isso.”

    Nesse final de semana, a NBC deu “um gostinho” em sua transmissão principal do Jogo das Estrelas do que pode estar pela frente. Para quem assistiu no site ou no app da NBC Sports, a demonstração foi ainda mais intensa.

    Segundo o produtor da NBC Sports Steve Greenberg, eles queriam “jogar tudo ali e ver a reação das pessoas.” Por método de tentativa e erro, diferentes recursos foram testados, ligados e desligados ao longo da transmissão, enquanto os produtores decidiam como incorporar cada novo dado disponível. Da mesma forma, os comentaristas decidiam como usar essas novas informações em suas análises.

    Entre os recursos disponibilizados estavam tags identificando cada jogador no gelo, duração dos shifts, velocidade e distância percorrida individualmente, tempo da equipe na zona ofensiva, velocidade do puck, e claro, a tragetória do disco, representada por um rastro acinzentado, e dos próprios jogadores, com um rastro azul.

    Os comentaristas ressaltaram que ainda vai levar um tempo para entendermos o que é realmente relevante e o que não é, mas o potencial dessas informações é enorme.

    “Os fãs de esporte estão acostumados a ver, por exemplo, o tempo de posse no futebol americano, e isso pode dizer muito sobre o andamento de um jogo,” disse o comentarista Kenny Albert. “Esse não é um stat oficial no hockey, mas eu sei que algums times tomam nota disso. Acho que é algo muito legal de se ver.”

    De acordo com o feedback nas redes sociais monitoradas pela NBC, o rastro do puck e o cronômetro com a duração dos shifts de cada jogador agradaram bastante os espectadores.

    “Nós vamos conversar com a [Jogmo] e a liga e vamos traçar os próximos passos,” disse Greenberg. “Obviamente a liga tem a intenção de [lançar] isso no próximo ano, e tem coisas que você pode implementar rapidamente numa transmissão que vão melhorar o jogo.”

    A NHL está confiante da precisão do sistema e de sua instalação para os 1271 jogos da temporada regular e dos playoffs de 2019-20.

    Fotos: Reprodução/NHL.com

  • Divisão Pacífica vence o All-Star Game 2018

    Divisão Pacífica vence o All-Star Game 2018

    O time da Divisão Pacífica, liderado por Connor McDavid (Oilers), foi o grande vencedor do All-Star Game que aconteceu em Tampa neste fim de semana. Os destaques foram para Rickard Rakel (Ducks) e o novato Brock Boeser (Canucks), eleito MVP do jogo, o primeiro na história da franquia de Vancouver.

    1º jogo: Central 2 x 3 Pacífica

    A primeira partida foi entre as divisões Pacífica e Central, e terminou 3 a 2 para a equipe de McDavid. Nathan MacKinnon (Avalanche) abriu o placar para a Divisão Central em um primeiro período disputado, mas na segunda parte do jogo Drew Doughty (Kings) e James Neal (Golden Knights) viraram para a Pacífica. P.K. Subban (Predators) ainda conseguiu um empate, mas mesmo assim não foi suficiente para segurar a divisão campeã que definiu o jogo com um gol de Boeser (Canucks).

    2º jogo: Metropolitana 4 x 7 Atlântica

    O segundo jogo foi entre a Divisão Metropolitana e a Divisão Atlântica, que venceu a partida por 7 a 5. O capitão da Metropolitana, Alexander Ovechkin (Capitals), deu assistência para Sidney Crosby (Penguins) abrir o placar, mas não demorou muito para Auston Matthews (Maple Leafs) deixar tudo igual. Ainda no primeiro período, Claude Giroux (Flyers) e Ovechkin marcaram para a divisão Metropolitana, contudo, no finalzinho da etapa, Nikita Kucherov (Lightning) diminuiu para a Atlântica.

    Na segunda parte do jogo, Kucherov começou empatando o placar, mas Kris Letang (Penguins) deixou o dele para a Metropolitana. Brayden Point (Lightning) empatou em seguida, e Jake Eichel deixou a divisão Atlântica na frente pela primeira vez. Brad Marchand (Bruins) e Kucherov ainda tiveram tempo de marcar, este último realizando um hat trick no All-Star Game e levando o time para a final.

    FINAL: Atlântica 2 x 5 Pacífica

    Apesar de ter a torcida a seu favor, a Divisão Atlântica foi dominada pela Pacífica desde o início. Rickard Rakell (Ducks) marcou o primeiro gol e não demorou para Boeser aumentar a vantagem para 2 a 0. Mike Green (RedWings) diminuiu para a Altântica, e Doughty fechou o primeiro período com 2 gols de vantagem para a Pacífica.

    O segundo período mais uma vez foi dominado pela divisão vencedora do Jogo das Estrelas 2018. Johnny Gaudreau (Flames) marcou para a Pacífica e Mike Green diminuiu para a Atlântica, mas o time da casa não estava com sorte. Rakell marcou mais uma vez fechando o jogo em 5 a 2 e garantindo o All-Star Game (e o prêmio de 1 milhão de dólares) para a Divisão Pacífica.

     

    All-Star Skills Competition

    O All-Star Weekend também foi marcado pelas competições de habilidades que aconteceram no sábado (27) à noite. Neste ano, o evento contou com seis modalidades e uma diferença na premiação: o prêmio foi individual para cada atleta vencedor, no valor de 25 mil dólares.

    Abaixo os participantes e vencedores de cada competição:

    Shooting Accuracy

    Brian Boyle (New Jersey Devils)

    Blake Wheeler (Winnipeg Jets)

    James Neal (Vegas Golden Knights)

    Brock Boeser (Vancouver Canucks)

    Brad Marchand (Boston Bruins)

    Anze Kopitar (Los Angeles Kings)

    Sidney Crosby (Pittsburgh Penguins)

    Steven Stamkos (Tampa Bay Lightning)

    Fastest Skater

    Brayden Point (Tampa Bay Lightning)

    Zach Werenski (Columbus Blue Jackets)

    Rickard Rakell (Anaheim Ducks)

    Noah Hanifin (Carolina Hurricanes)

    Josh Bailey (New York Islanders)

    Nathan MacKinnon (Colorado Avalanche)

    Jack Eichel (Buffalo Sabres)

    Connor McDavid (Edmonton Oilers)

    Passing Challenge

    Nikita Kucherov (Tampa Bay Lightning)

    Claude Giroux (Philadelphia Flyers)

    Brayden Schenn (St. Louis Blues)

    Oliver Ekman-Larsson (Arizona Coyotes)

    Eric Staal (Minnesota Wild)

    Alex Pietrangelo (St. Louis Blues)

    Kris Letang (Pittsburgh Penguins)

    Drew Doughty  (Los Angeles Kings)

    Save Streak

    Henrik Lundqvist (New York Rangers) x Central Division

    Connor Hellebuyck (Winnipeg Jets) x Pacific Division

    Pekka Rinne (Nashville Predators) x Metropolitan Division

    Marc-Andre Fleury (Vegas Golden Knights) x Atlantic Division

    Andrei Vasilevskiy (Tampa Bay Lightning) x Central Division

    Puck Control Relay

    Johnny Gaudreau (Calgary Flames)

    Aleksander Barkov (Florida Panthers)

    Erik Karlsson (Ottawa Senators)

    John Tavares (New York Islanders)

    Connor McDavid (Edmonton Oilers)

    Auston Matthews (Toronto Maple Leafs)

    Tyler Seguin (Dallas Stars)

    Patrick Kane (Chicago Blackhawks)

    Hardest Shot

    John Klingberg (Dallas Stars)

    Alex Ovechkin (Washington Capitals)

    P.K. Subban (Nashville Predators)

    Brent Burns (San Jose Sharks)

    Steven Stamkos (Tampa Bay Lightning)

    O All Star Weekend de 2019 já tem local: ele irá acontecer em San Jose, onde os Sharks irão receber o evento na SAP Center.

     

    Foto Reprodução: Getty Images / Mike Ehrmann