Autor: Mafe Pavanello

  • Seu time da NHL é uma seleção da Copa do Mundo de 2018

    Seu time da NHL é uma seleção da Copa do Mundo de 2018

    Mais de cinquenta dias desde que os esportes foram cancelados, ou “pausados” no caso da nossa querida NHL. O retorno ainda é incerto, mas precisamos nos manter otimistas.

    Nem preciso dizer que a volta dos esportes é a menor das prioridades em tempos de uma pandemia. No mínimo, poder assistir a um jogo ao vivo de novo será um indicador de que as coisas estão caminhando na direção certa.

    Enquanto esse dia não chega, seguimos em casa, tentando ocupar nossas mentes com o que quer que seja. A última distração que encontrei foi comparar os times da NHL com as 32 seleções que participaram da Copa do Mundo da FIFA de 2018, pelo simples fato de “por que não?” Vale lembrar que em breve serão 48 times participando do Mundial, então é preciso aproveitar enquanto é possível fazer uma lista assim.

    A princípio me pareceu uma tarefa simples, os paralelos praticamente se criando sozinhos. Não demorou muito até eu perceber o erro que havia cometido e me arrepender de todas as decisões tomadas em minha vida que me levaram àquele momento.

    É claro que não existe resposta certa ou errada (a não ser no caso de Toronto, mas ainda vamos chegar lá), e a seção de comentários está aberta para quem quiser compartilhar outras possíveis comparações. Vou ficar feliz de lê-las e saber como vocês chegaram nelas.

    Também gostaria de lembrar que essa foi a Copa em que muitos times dignos de analogias ficaram de fora, como a Itália, Países Baixos, Chile, Estados Unidos. A lista provavelmente teria ficado bem diferente com estas seleções na disputa.

    Sem mais delongas, as 32 equipes da NHL (Seattle foi incluída na lista por razões meramente matemáticas) e suas respectivas seleções da Copa do Mundo de 2018:

    Quem tem mais tem cinco (ou 24)

    Montreal Canadiens: Brasil

    Como bom site brasileiro que é o NHeLas, começo ressaltando quem realmente importa. A seleção brasileira é uma equipe singular, a única a participar de todas as Copas do Mundo. Da mesma forma, os Canadiens vêm ganhando Stanley Cups mesmo antes da NHL ser fundada, em 1917. A paixão do torcedor é exemplar no caso das duas equipes, e eles adoram ressaltar que são “os maiores campeões de todos os tempos”, mesmo que a última das conquistas tenha sido alguns bons anos atrás.

    A semelhança é ainda mais evidente quando comparamos os anos do último título de cada um: Montreal levantou sua 24ª Stanley Cup em 1993. 1 + 9 + 9 + 3 = 22. Vinte e dois. 20 e 02. 2002, também conhecido como o ano do Penta. Incrível!

    Europa

    Toronto Maple Leafs: Inglaterra

    Essa é de longe minha comparação favorita. Assim como o Brasil, a Inglaterra tem uma relação fortíssima com o futebol, afinal eles “inventaram” o esporte como o conhecemos hoje. O país teve jogadores ilustres em toda a sua história, a Premier League é o campeonato mais assistido, seus clubes conhecidos e com torcidas por todo o planeta.

    Toronto por sua vez é uma das cidades mais importantes da “terra-mãe” do hockey no gelo. A população respira o esporte em todos os níveis, e, muitas estrelas da NHL se não passaram pela equipe em sua carreira, muitas vezes cresceram torcendo para os Leafs. A cidade ainda é casa do Hall da Fama do Hockey, e o próprio time tem uma história de causar inveja até nas mais tradicionais das equipes, com suas 13 Stanley Cups. E este é o ponto exato em que queremos chegar: Tanto a Inglaterra quanto Toronto levantaram a taça pela última vez em 1966-67! Mesmo assim, não há eliminação inesperada ou derrota humilhante que faça a torcida deixar de acreditar que “no próximo ano o título vem”, e isso é algo a se admirar.

    Boston Bruins: Alemanha

    Mais duas equipes de tradição em seus respectivos esportes. Assim como a Alemanha, os Bruins têm alguns títulos bem distribuídos ao longo das décadas, passando a imagem de uma equipe consistente, que sempre pode ser considerada uma ameaça a seus adversários, mesmo quando esse não é bem o caso. Ambos os times também costumam ser um divisor de águas para o fã do respectivo esporte: ou você ama, ou você odeia.

    New York Rangers: França

    A primeira justificativa são os lugares em si. Nova York e França são paraísos turísticos, arquitetônicos, artísticos, culturais, gastronômicos, e o que mais você puder pensar. Fora isso, ambos os times vestem o “azul, branco e vermelho” como ninguém. Em seus respectivos elencos, as equipes contam com a experiência de veteranos aliada a jovens talentos e promessas futuras, e são dois times “fáceis” de se virar fã. Talvez a quantidade de títulos conquistados não faça jus à tamanha história dos Rangers ou dos Bleus, mas tudo bem porque esta ainda está sendo escrita.

    Chicago Blackhawks: Espanha

    De fanáticos desde o século passado a “torcedores modinha”, esses times podem oferecer de tudo. Por praticamente cinco anos, tanto os Hawks quanto a seleção espanhola foram extremamente dominantes, e eles têm o que mostrar por isso: três Stanley Cups (2010, 2013, 2015) e uma Copa do Mundo (2010). No entanto, recentemente ambas as equipes apresentaram performances medíocres, até abaixo do esperado dado o histórico da década que passou. Alguém conta para eles que é hora de parar de olhar para trás e focar no que vem pela frente.

    Washington Capitals: Rússia

    Tanto a Copa Stanley quanto a Copa do Mundo passaram o verão de 2018 na Rússia. Para uma, este marcou o fim de uma longa temporada, que viu um dos maiores jogadores na NHL finalmente levantar a taça pela primeira vez. Para outra, foi o começo de uma jornada emocionante e de uma festa enorme, que os russos (e principalmente os franceses) não vão esquecer tão cedo.

    Edmonton Oilers: Portugal

    O paralelo aqui é simples: têm o melhor jogador da atualidade na equipe, mas ele não vai carregar o time sozinho até o primeiro lugar. Ainda, os dois gostam de vestir cores complementares.

    Winnipeg Jets: Sérvia

    Causa um certo estranhamento ouvir que a Sérvia só “existe” desde 2006. “Eu tenho certeza que ouvi falar deles bem antes daquele ano!” Sim, o povo sérvio tem séculos e mais séculos de história, mas o país em si, ao qual nos referimos hoje, é mais jovem que a própria estagiária do NHeLas. Pela maior parte do século XX, os sérvios disputaram a Copa do Mundo sob a bandeira da Iugoslávia, e depois ainda como Sérvia e Montenegro, até a dissolução desta em 2006.

    Da mesma maneira, fãs de hockey de outras gerações se lembram de “um tal de Winnipeg Jets” dos anos 70 até os anos 90. Até troféu eles ganharam (na World Hockey Association, antes de irem para a NHL). Só que o time de antigamente não é o mesmo que conhecemos hoje. Aquela franquia se tornou quem atualmente chamamos de Arizona Coyotes, e os Jets que chegaram à NHL em 2011 eram à princípio o Atlanta Thrashers. No entanto, para o torcedor de Winnipeg, o que importa mesmo é ter um time para chamar de seu.

    Philadelphia Flyers: Polônia

    Os anos 1970 foram o ápice da seleção polonesa, com uma medalha de ouro nas Olimpíadas de 1972, a prata em 1976, e um terceiro lugar na Copa de 1974. O time ainda se manteve relevante no cenário mundial, principalmente europeu, dando trabalho para outros times “grandes” e vez ou outra conquistando um segundo ou terceiro lugar. Se pensarmos nos Flyers, as duas Stanley Cups da equipe também datam da década de 1970, mais precisamente das temporadas 1973-74 e 1974-75. A partir daí foram mais anos de luta do que de glória. Porém, na Divisão Metropolitana as outras equipes bem sabem que é melhor não subestimar o Gritty.

    Carolina Hurricanes: Bélgica

    Equipes jovens, talentosas, rápidas, divertidas de assistir e claro, vestindo vermelho. Todo mundo ama, até eles chegarem para eliminar o time que você torce.

    Colorado Avalanche: Suíça

    Os Alpes suíços estão entre os locais com a maior incidência de avalanches no mundo. Fora isso, nem os Avs nem a Suíça querem guerra com ninguém.

    Tampa Bay Lightning: Suécia

    Entre os países nórdicos, a Suécia é o mais bem-sucedido no quesito futebol. Igualmente, o Tampa Bay Lightning pode se declarar o “Maior da Flórida”, sem muito protesto por parte da competição. Contudo, ambas as equipes chegam com um elenco cheio de promessas e nomes de peso, às vezes com campanhas surpreendentes nas primeiras fases, para no final se deixar eliminar assim que a competição fica séria. Um já foi vice, o outro já até ganhou. Por enquanto, ninguém duvida do seu potencial, mas isso pode mudar logo.

    Minnesota Wild: Dinamarca

    Frio. Vikings. Saem nas oitavas.

    San Jose Sharks: Croácia

    “Eu juro que o meu time é bom!” “Tá, mas quantas Copas?” “A gente foi vice uma vez…” Nada é mais frustrante para um torcedor do que ver sua equipe, ano após ano, nadar, nadar, e morrer na praia. Pelo menos as praias são lindas!

    Seattle: Islândia

    Estreante que eu mal conheço e já considero pacas. Se na última Copa a seleção islandesa não conquistou o seu coração, é meu dever avisá-lo que você estava torcendo errado. O mesmo serve para a futura nova equipe da NHL, que ainda sem nome e sem camisa para comprar, já tem fãs por toda parte ansiosos para vê-los no gelo!

    Américas

    New York Islanders: México

    Dois times marcados por grandes escândalos nos anos 90. As torcidas são apaixonadas e fiéis, às vezes na base do puro sofrimento. O México nunca ganhou uma Copa do Mundo, mas tem Copas Ouro de sobra para exibir aos rivais. Do outro lado, os Isles venceram quatro Stanley Cups seguidas de 1979-80 a 1983-84, e em outros anos não chegaram nem perto. Recentemente, são duas equipes que todo mundo espera ver passar de fase, mas ninguém se surpreende se são eliminados sem atingir todo seu potencial.

    Florida Panthers: Costa Rica

    Não quero desmerecer, mas é muita hype pra quem nunca ganhou nada…

    Calgary Flames: Uruguai

    Os Flames tiveram um final de século muito promissor, vencendo a Stanley em 1988-89, e até hoje ainda entram na briga, às vezes, literalmente. Ou melhor, na maioria das vezes, literalmente. Pode-se dizer que a coisa mais “quente” no time é a cabeça dos jogadores. Quem tem um histórico de pontapés (ou mordidas, para quem preferir) à altura, além de duas Copas ainda nos primórdios do torneio, é o Uruguai. 

    Detroit Red Wings: Argentina

    Os “arqui-inimigos”. Se Detroit até hoje tem fama de “bad boys” é porque eles mereceram. Como brasileira, também é meu dever comparar a seleção hermana ao time com “A Pior Campanha De Todos Os Tempos”. Sempre no bom espírito de camaradagem, é claro. Dito isso, reitero que se tratam de times de muita história, grandes jogadores e títulos para relembrar. Fases ruins todos nós temos, mas só os grandes sobrevivem e dão a volta por cima.

    Pittsburgh Penguins: Colômbia

    Diga-me que os seus Penguins mereciam uma seleção mais campeã, e eu te direi… que é verdade. Infelizmente, o número de times com uma ou mais estrelas em seu escudo foi ainda mais limitado nessa Copa (palmas à Itália), e nem toda franquia da NHL pôde ser comparada ao número de títulos que lhe cabem. E não, Pittsburgh não seria a Itália. Mas voltando à nossa lista, a Colômbia é um time muito talentoso, que no entanto sofre com lesões de peças importantes ao longo da competição. Quem sabe onde eles teriam chegado não fosse por esses desfalques? 

    New Jersey Devils: Peru

    Entra ano, sai ano, entra contrato, sai contrato. Você acha que o time melhorou, e no final da temporada lá estão eles, de volta ao fim da tabela. Ao mesmo tempo, foram muitos passos dados até aqui para desistir agora. Se este é o inferno, abrace o capeta e acredite que dias melhores estão por vir!

    Arizona Coyotes: Panamá

    Confesso que havia esquecido que tínhamos outro estreante nessa Copa. Da mesma forma, estou sempre esquecendo que os Coyotes existem.

    África, Ásia e Oceania

    Ottawa Senators: Egito

    O Egito não sabe o que é chegar na segunda fase da Copa desde que inventaram o rádio FM. Os Sens das 11 Stanley Cups entre 1903 e 1927 também são uma memória distante do torcedor do time atual. Honestamente, não sei porque estão aqui.

    Dallas Stars: Nigéria

    Quem melhor para representar o Victory Green do que a seleção que decidiu ter o verde como cor principal nas duas camisas da última Copa?

    Nashville Predators: Senegal

    Seguindo a tendência de comparar uniformes, em 2018 a seleção senegalesa deu um destaque especial para o leão de seu escudo nas camisas dos jogadores. O detalhe foi mais discreto que o utilizado da Copa das Nações Africanas no ano anterior, mas ainda serviu no paralelo com a camisa de Nashville. Além do fato de felinos serem animais maravilhosos, os Preds também têm um dos meus logos favoritos na NHL.

    Los Angeles Kings: Tunísia

    Os times estão aí há mais tempo do que parece, e a maioria das pessoas nem se lembra. Assim como os Kings de hoje, a Tunísia é aquela seleção que todos já sabem que não vai fazer mal a ninguém, mas ela é bem-vinda a participar mesmo assim.

    Anaheim Ducks: Marrocos

    Marrocos. Marrecos. Patos. Ducks. Isso, e também o fato de estar pertinho de Los Angeles/da Tunísia.

    Vegas Golden Knights: Arábia Saudita

    A escolha foi exclusivamente geográfica, pois é o país mais próximo de onde se encontra a “Las Vegas do Mundo”: Dubai. É uma comparação preguiçosa entre as duas cidades, mas que atende aos requisitos básicos de “deserto” e “ostentação”.

    Buffalo Sabres: Irã

    Vou me abster de comentar questões “administrativas”, para só dizer uma coisa: será que dá para passar da fase de grupos uma vez na vida, minha gente?!

    Columbus Blue Jackets: Coreia do Sul

    Dois times que ninguém coloca muita fé, mas sempre dão um jeito de aparecer. Podem não chegar muito longe, mas ficam felizes em eliminar um favorito ou dois por onde passam.

    Vancouver Canucks: Austrália

    Primeiramente, o fuso-horário é sempre um problema. Antes da competição começar, ninguém sabe muito bem o que esperar dessas equipes, e o ideal é não fazer muitas apostas, ainda que os times possam surpreender. Além disso, Vancouver está para sua divisão como a Austrália está para seu continente: cansou de ser o melhor time da região, mas nunca conquistou título maior que esse.

    St. Louis Blues: Japão

    “Mas o Japão não é campeão…” Nem eram vocês durante a última Copa. E agora que são, olha o estado do planeta! Coincidência? Acho que não. Meu paralelo aqui vai um pouco além das Copas em si. A história recente do Japão é marcada por superação e recuperação em tempos de crise. Da mesma forma, a temporada 2018-19 de St. Louis é o exemplo de uma equipe que chegou ao fundo do poço e ascendeu ao topo da Liga, desafiando todas as probabilidades. Histórias desse tipo não são a regra, mas servem de inspiração nos momentos que mais precisamos, e é isso o que as torna essenciais.

    Foto: Reprodução nhl.com

  • Blues vencem e forçam Jogo 7 contra Stars

    Blues vencem e forçam Jogo 7 contra Stars

    Com a quinta vitória em seis jogos fora de casa nessa pós-temporada, St. Louis evitou a eliminação no Jogo 6, domingo (5), empatando a série contra Dallas.

    O time visitante não perdeu tempo para assumir a liderança no placar. Alex Pietrangelo fez 1-0 para os Blues, com apenas 1:03 jogados no primeiro período.

    Ainda no período inicial, os Stars aproveitaram um power play para empatar a partida. Aos 11:35, Tyler Seguin marcou por entre as pernas de Binnington, depois de receber um passe certeiro de Mats Zuccarello.

    No entanto, este foi o único gol de Dallas no jogo. A equipe teve ao todo 23 tiros a gol, sua menor marca nesses playoffs.

    Já o gol da vitória dos Blues saiu do stick de David Perron, no final do segundo período.

    No terceiro tempo, St. Louis só fez crescer a vantagem. Um tiro de Colton Parayko acertou Ben Bishop no ombro, e o goleiro foi ao gelo com o hit. Como a jogada não foi paralizada, Jaden Schwartz aproveitou para desviar um tiro de Alex Steen no gol “livre” e fazer 3-1.

    Sem nenhuma lesão, Bishop continuou no jogo, mas deixou outro puck passar apenas 33 segundos depois. O gol foi de Samuel Blais, que balançou a rede nos playoffs pela primeira vez na carreira.

    Com quatro gols sofridos em 20 tiros, o goleiro de Dallas foi eventualmente substituído por Anton Khudobin pelo restante da partida. O russo fez cinco defesas e o placar final se manteve 4-1 para os visitantes.

    Por outro lado, no gol dos Blues, Jordan Binnington parou 22 dos 23 discos lançados em sua direção.

    Três anos atrás, os dois rivais da Divisão Central também fizeram uma série de sete jogos no segundo round. St. Louis venceu a partida por 6-1, em Dallas. O Jogo 7 acontece na terça-feira (7), às 21h BRT.

    Foto: Reprodução/SI.com

  • Hat trick de Couture coloca Sharks à frente; Columbus assume lideraça na série

    Hat trick de Couture coloca Sharks à frente; Columbus assume lideraça na série

    A noite de terça (30) terminou com duas equipes alcançando a vantagem em suas séries, depois de dois disputados Jogos 3.

    Bruins 1, Blue Jackets 2

    Quase 20 mil espectadores lotaram a Nationwide Arena em Columbus para ver o time jogar uma partida de segundo round em casa pela primeira vez em 18 anos.

    O jogo contou desde o início com boas chances dos dois lados do gelo. De tiros na trave a grandes defesas, não parecia que nenhuma das equipes abriria o placar antes do segundo período. Porém, com 1:23 no cronômetro, Boone Jenner mandou um tiro preciso no gol de Tuukka Rask e o “canhão” soou pela primeira vez na noite.

    No período seguinte, a pressão continuou, e aos 12:42 Columbus aumentou a vantagem. Matt Duchene aproveitou um rebote durante um powerplay dos Jackets e fez 2-0. Esse foi o 21º gol em vantagem numérica para Columbus desde o início da pós-temporada.

    Do outro lado, o poder ofensivo de Boston segue tímido nessa série. Nomes como Patrice Bergeron e Brad Marchand ainda não marcaram nenhum ponto contra os Blue Jackets. O único gol dos Bruins na partida saiu do backhand de Jake DeBrusk, aos 19:20 do segundo período.

    No terceiro período, Boston impediu que os Blue Jackets marcassem novamente, mas também não conseguiu o empate. O goleiro de Columbus, Sergei Bobrovsky, não facilitou o trabalho do ataque adversário. Foram ao todo 36 defesas na partida, contra 32 de Rask.

    O Jogo 4 acontece novamente em Columbus, na quinta-feira (2).

    Sharks 4, Avalanche 2

    A torcida de Colorado não favoreceu muito a equipe local em seu primeiro jogo em casa. Depois de uma vitória em território adversário no Jogo 2, os Avs foram respondidos na mesma moeda na partida seguinte.

    San Jose abriu 2-0 no primeiro período. Logan Couture fez seu primeiro da noite, e seu sétimo nos playoffs, aos 15:45, aproveitando a “sobra de puck” na área de Grubauer. Timo Meier, 3 minutos mais tarde, mandou um tiro no travessão que foi direto para dentro do gol.

    Aos 15:51 do segundo período, Nathan MacKinnon interceptou um passe e diminuiu a vantagem do adversário. No período seguinte, Matt Nieto conseguiu o empate para Colorado, mas a igualdade durou pouco para o time da casa.

    Couture novamente balançou a rede aos 12:50 do terceiro período, só um minuto depois do gol de empate dos Avs. Aos 19:30, o atacante contou com o gol vazio de Colorado e uma recuperação de Erik Karlsson para completar seu hat trick e selar a vitória dos Sharks.

    Com a vantagem na série, San Jose enfrenta os Avalanche novamente no Colorado na quinta à noite.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Bruins resistem em Toronto

    Bruins resistem em Toronto

    Mesmo perdendo no quesito tiros a gol (42-31), os Bruins conseguiram vencer os Maple Leafs no Canadá e empatar a série em 2-2.

    A partida foi emocionante do início ao fim. O time de Boston começou abrindo a vantagem de 2-0 no placar, com Charlie McAvoy e Brad Marchand. Ainda no primeiro período, aos 17:55, Toronto marcou o primeiro, com um gol de Zach Hyman.

    O segundo período começou com Auston Matthews empatando o jogo para o time da casa, mas Boston logo assumiu a liderança novamente. David Pastrnak marcou dois gols (seus primeiros na série), aos 3:16 e aos 4:51, deixando o placar em 4-2.

    O capitão Zdeno Chara aumentou ainda mais a vantagem do visitante, na primeira metade do terceiro período. Aos 11:52, com Matthews novamente, Toronto tenta a recuperação. Travis Dermott deixa os Leafs a apenas um gol de diferença com quase oito minutos por jogar. No entanto, com Toronto na busca pelo empate, Joakim Nordstrom marca no gol vazio a dois segundos da sirene final, e confirma a vitória de Boston por 6-4.

    A série volta para o TD Garden na noite de sexta (19), para o Jogo 5.

    Predators 1, Stars 5

    Com menos 10 minutos jogados, Dallas já liderava a partida por três gols. 4-0 no placar antes do primeiro intervalo.

    Os Stars se aproveitaram da indisciplina dos Preds no começo do jogo para construir a vantagem no placar. Três dos quatro primeiros gols da equipe foram marcados no power play.

    Roope Hintz abriu o placar, na vantagem numérica, aos 3:42, com um wrist shot saindo da jogada iniciada por John Klingberg. Alexander Radulov também aproveitou outro power play e marcou o seu aos 4:58. O terceiro gol foi de Andrew Cogliano, no 5-contra-5, seguido de Mats Zuccarello com outro PPG.

    Aos 10:09 do segundo período, Hintz marcou mais um, enquanto Nashville falhava vez após vez em sair do zero no placar. Ben Bishop fez ao todo 33 defesas no jogo, quase saindo de lá com um shutout. Do outro lado, Pekka Rinne foi substituído por Juuse Saros após o quarto gol, que parou 20 pucks no restante da partida.

    Foi Roman Josi quem anotou o único gol dos Preds na noite, aos 8:11 do terceiro período, e contou com assistência de Johansen e Ellis.

    Essa vitória importante de Dallas deixa a série empata em 2-2. O Jogo 5 acontece em Nashville no sábado (20) à tarde.

    Flames 2, Avalanche 3 (OT)

    Com mais uma vitória em casa, Colorado fica a uma vitória do próximo round.

    Foi uma partida de poucos gols, em comparação às outras duas da noite, e foi também um primeiro período sem gols em Denver. Aos 3:25 do segundo, os Flames abriram o placar com um gol de Elias Lindholm, em um power play.

    A vantagem foi para 2-0 no início do terceiro, com um gol de backhand de Derek Ryan. Porém, J.T. Compher e Mikko Rantanen também balançaram a rede no terceiro período, empatando a partida para os Avs.

    Os poucos gols no tempo regulamentar foram resultado de uma noite de muito trabalho para ambos os goleiros. No final, mesmo com a derrota, Mike Smith havia parado ao todo 49 pucks. Do outro lado, Philipp Grubauer não ficou muito atrás, com suas 35 defesas na noite.

    Além de mandar o jogo para o overtime, Rantanen também foi o herói da noite em Colorado. O finlandês marcou o gol da vitória aos 10:23 da primeira prorrogação, deixando Calgary numa posição desconfortável.

    A equipe precisa vencer em casa e depois novamente no território do Avalanche para forçar um Jogo 7 e ter chances de chegar à rodada seguinte. O próximo encontro, em Calgary, acontece na sexta-feira, e o Jogo 6, se necessário, será no domingo.

    Foto: Reprodução/CBC.ca

  • Maple Leafs vencem a primeira em Boston

    Maple Leafs vencem a primeira em Boston

    Com quatro gols em sequência, Toronto fez do TD Garden a própria casa para garantir a vitória no Jogo 1, na noite de quinta (11).

    Boston abriu o placar em um power play no primeiro período. Com um grande passe de Brad Marchand, Patrice Bergeron marcou no gol completamente aberto de Andersen. Aos 16:44, os Leafs responderam com um gol de Mitch Marner. Ele pegou Tuukka Rask de surpresa após um tiro de Jake Muzzin acertar o poste.

    No começo do segundo período, durante um power play de Boston, Jake DeBrusk impediu um breakaway de Mitch Marner, conferindo um penalty shot ao canadense. O camisa 16 converteu a cobrança e colocou os Leafs à frente no placar. Com 1:35 para o intervalo, Nazem Kadri deu um longo passe para William Nylander, que saiu no contra-ataque e fez 3-1.

    Nos últimos 20 minutos de jogo, as duas equipes tiveram 9 tiros a gol cada, quase metade do total de tiros no segundo período. Foram ao todo 37 defesas para Frederik Andersen, que não permitiu a recuperação dos Bruins no placar.

    Rask parou 29 pucks na partida, e não deixou nenhum passar no último período. Nos minutos finais, com um atacante extra no gelo para Boston, John Tavares marcou no gol vazio, selando a vitória por 4-1.

    O Jogo 2 acontece no sábado (12), em Boston.

    Capitals 4, Hurricanes 2

    O atual campeão da Stanley Cup, Washington Capitals, começou defendendo o título com vitória nesses playoffs. Depois de vencer os Hurricanes nos quatro confrontos da temporada regular, os Caps abrem 1-0 na série da primeira rodada.

    A equipe da casa terminou o primeiro período vencendo por 3-0. Nicklas Backstrom marcou os dois primeiros, chegando aos 100 pontos em jogos de pós-temporada. O capitão, Alex Ovechkin, fez o terceiro, no power play, e John Carlson, por sua vez, anotou uma assistência em cada um dos três gols.

    Washington manteve a vantagem intacta no segundo período, mas no terceiro, os Canes se colocaram de volta no jogo. Andrei Svechnikov, estreante nos playoffs, e Petr Mrazek foram os dois nomes da recuperação de Carolina nos últimos 20 minutos. Aos 5:07, e depois aos 7:26, Svech marcou os dois gols da equipe na partida. Mrazek fez importantes defesas para impedir que a vantagem dos Caps crescesse. Foram ao todo 17 no jogo para o goleiro tcheco.

    No último minuto do terceiro período, os Hurricanes já buscavam o empate com um sexto atacante no gelo. Holtby parou ao todo 27 pucks na partida. Tentando consolidar a vitória, os Caps mandaram alguns tiros para fora, até que Lars Eller fizesse 4-2 no empty-net.

    O Jogo 2 também acontece em Washington, na tarde de sábado.

    Avalanche 0, Flames 4

    Mike Smith não deu nenhuma chance para Nathan MacKinnon e sua trupe no Jogo 1. O goleiro de Calgary fez 26 defesas no que foi a primeira vitória da equipe em playoffs desde 2015.

    Do outro lado, Philipp Grubauer não teve a mesma sorte. O goleiro alemão fez importantes defesas (ao todo 28) mas não foi suficiente para segurar o poder ofensivo dos Flames.

    Depois de um primeiro período sem gols, Andrew Mangiapane, sozinho, mandou o disco por trás de Grubauer e abriu o placar aos 14:25. Com apenas dois segundos no cronômetro, Matthew Tkachuk dobrou a vantagem, e Calgary foi para o vestiário vencendo por 2-0.

    A vantagem se manteve por grande parte do último período. Aos 17:01, Mikael Backlund anotou o terceiro da equipe no power play. Quinze segundos depois, Tkachuk balançou a rede mais uma vez e fechou o placar da vitória do canadense.

    Este é o primeiro encontro entre Flames e Avalanche na pós-temporada na história da NHL. O Jogo 2 será no sábado, novamente em Calgary.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Columbus surpreende melhor equipe da liga

    Columbus surpreende melhor equipe da liga

    A pós-temporada começou na noite de quarta (10) com uma partida emocionante entre Lightning e Blue Jackets.

    Durante o primeiro período, parecia clara a superioridade da equipe da Florida. Com muita velocidade, passes precisos e intensidade de jogo, os Bolts logo abriram três gols de vantagem, com Alex Killorn, Anthony Cirelli e Yanni Gourde.

    Porém, o jogo estava prestes a virar para Columbus. Aos 9:15 do segundo período, Nick Foligno aproveitou um contra-ataque para marcar o primeiro dos Jackets. David Savard fez o segundo da equipe aos 7:56 do terceiro período, seu primeiro gol em partidas de pós-temporada.

    O empate veio com Josh Anderson, aos 11:54, durante um power play de Tampa. Com 5:55 no cronômetro, o defensor Seth Jones aproveitou a vantagem numérica de Columbus para fazer 4-3, dando a vitória aos Blue Jackets no Jogo 1.

    Bobrovsky, com 26 defesas, foi uma peça importante para a virada da equipe nos períodos finais. Do outro lado, o outro russo, Vasilevskiy, parou ao todo 22 pucks.

    O Jogo 2 da série acontece na sexta-feira (12), também em Tampa.

    Penguins 3, Islanders 4 (OT)

    Mesmo com um gol anulado aos 30 segundos de jogo, New York insistiu em abrir o placar da série contra Pittsburgh. Jordan Eberle, com menos de dois minutos jogados, aproveitou um rebote de Murray e fez 1-0. Aos 5:42, Phil Kessel empatou para os visitantes.

    A partida seguiu neste padrão. Novamente com participação de Eberle, os Islanders retomaram a vantagem aos 15:46 do primeiro período, com um gol de Brock Nelson no power play. No segundo período, Evgeni Malkin fez 2-2 no power play, aos 13:41. No minuto seguinte, Nick Leddy colocou New York mais uma vez à frente.

    A vitória dos Isles poderia ter vindo no tempo regulamentar, não fosse por Justin Schultz, que empatou a partida com um minuto e meio para o fim e levou o jogo para overtime. Após 4:39 jogados na prorrogação, Josh Bailey marcou o quarto de New York, numa jogada originada por Mathew Barzal, dando a vitória para o time da casa.

    Apesar dos três gols sofridos, Robin Lehner teve uma partida exemplar no gol dos Islanders. Foram 41 defesas em 44 tiros sofridos. Matt Murray, por sua vez, parou 33 dos 37 discos lançados contra sua meta.

    As equipes se enfrentam novamente no Nassau Coliseum na sexta-feira, para o Jogo 2.

    Blues 2, Jets 1

    Os playoffs começaram no Oeste com o confronto entre St. Louis e Winnipeg, na casa do canadense.

    Os Jets abriram o placar aos 13:28 do primeiro período, com Patrik Laine. O atacante finlandês recebeu o puck de Bryan Little e passou um tiro certeiro por Jordan Binnington. Winnipeg manteve a vantagem até o primeiro intervalo e por todo o segundo período.

    A reação dos Blues veio nos 20 minutos finais. Aos 4:05 do terceiro, David Perron fez o primeiro do visitante. A partida seguiu empatada até os 17:55, quando Patrick Maroon e Tyler Bozak combinaram para superar Hellebuyck e fazer 2-1 para St. Louis.

    Ambos os goleiros fizeram 24 defesas ao todo na partida. Os Jets tentarão novamente a vitória em casa na sexta-feira, antes da série embarcar para os Estados Unidos.

    Stars 3, Predators 2

    Com dois gols de Miko Heiskanen, Dallas abre seu retorno à pós-temporada com uma vitória importante em solo inimigo.

    Nashville abriu o placar com um belo gol de Roman Josi aos 12:12 do primeiro período. Quase um período inteiro depois, o finlandês de 19 anos fez o seu primeiro para os Stars. Heiskanen abriu, então, o terceiro período com seu segundo gol, aos 6:10. Aproveitando um rebote de Pekka Rinne, que contou com 26 defesas na partida, Mats Zuccarello fez 3-1 para Dallas, quatro minutos depois.

    P.K. Subban diminuiu a vantagem do visitante com um gol espetacular aos 13:24. Mas com Ben Bishop fazendo um total de 30 defesas, o ataque dos Preds, não conseguiu dar sequência à recuperação.

    A equipe do Texas tem a vantagem na série por 1-0, e volta a enfrentar Nashville no sábado, na Bridgestone Arena.

    Golden Knights 2, Sharks 5

    A noite foi dos defensores em San Jose. Marc-Edouard Vlasic, Brent Burns e Erik Karlsson tiveram dois pontos cada na vitória dos Sharks no Jogo 1 contra Vegas.

    Joe Pavelski abriu o placar desviando com o queixo (AI!) um tiro de Brent Burns. A jogada custou um dente do capitão, mas colocou os Sharks à frente no primeiro período.

    No segundo período, novamente Brent Burns atirou para o gol, e dessa vez acertou sem a “ajuda” de nenhum companheiro de equipe. Vlasic fez 3-0 para os Sharks aos 7:44, e Mark Stone, em seguida, marcou o primeiro dos Knights. Segundos antes do fim do período, Evander Kane concluiu o lance de Erik Karlsson para fazer 4-1.

    No terceiro período, novamente Mark Stone diminuiu a vantagem dos Sharks para dois gols, com cinco minutos no cronômetro. Tomas Hertl, no entanto, selou a vitória fazendo o quinto do time da casa nos minutos finais.

    Vegas terminou a partida com um total de 26 tiros a gol, contra 33 de San Jose. O segundo jogo da série acontece na sexta, novamente na Califórnia, antes das equipes se dirigirem para Las Vegas para o Jogo 3, no domingo.

    Os playoffs têm sequência nesta quinta (11), com os primeiros jogos entre Toronto e Boston, Carolina e Washington, e Colorado e Calgary. A ESPN transmite Canes e Caps a partir das 20h30 BRT.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Rastreamento de puck e de jogadores chegando na próxima temporada

    Rastreamento de puck e de jogadores chegando na próxima temporada

    Quem assistiu ao All-Star Game neste final de semana pôde acompanhar a demonstração da nova tecnologia que a NHL espera introduzir a partir do próximo ano.

    Na sexta-feira (25), o comissário da liga Gary Bettman anunciou que, em parceria com a empresa alemã Jogmo World Corporation, a NHL vai contar com microchips nas camisas dos jogadores e nos pucks de jogo. Todos os dados serão coletados em tempo real por antenas instaladas a partir da próxima temporada nas 31 (em breve 32) arenas da liga.

    Anos depois dos pucks brilhantes e trajetórias coloridas na tela da Fox nos anos 90, a NHL passou a investir no próprio sistema de tracking. Junto à NFL, ambas serão as duas grandes ligas profissionais da América do Norte com esse tipo de tecnologia que pode ser “vestida” pelos jogadores. A NBA e MLB usam sistema sofisticados que contam com câmeras e radares.

    Desde 2013, vários testes foram realizados nos All-Star Games (incluindo o deste ano), na Copa do Mundo de Hockey de 2016, e também em alguns jogos em Las Vegas no início da temporada. O objetivo é enriquecer as transmissões televisivas sem distrair o espectador do jogo. Assim, os fãs experientes podem contar com mais informações em tempo real, e o jogo também fica mais “acessível” para quem ainda está se familiarizando com o esporte.

    “[O sistema] vai continuar a evoluir e vai ser monitorado, testado e aperfeiçoado durante o resto dessa temporada e partes da próxima,” disse o diretor financeiro da NHL Keith Wachtel. “Mas é nossa chance de dizer que estamos num ponto em que o comissário está confortável com os dados e as emissoras e a NHLPA estão confortáveis de que podemos ir em frente e lançar [o recurso], e obviamente estamos muito animados com isso.”

    Nesse final de semana, a NBC deu “um gostinho” em sua transmissão principal do Jogo das Estrelas do que pode estar pela frente. Para quem assistiu no site ou no app da NBC Sports, a demonstração foi ainda mais intensa.

    Segundo o produtor da NBC Sports Steve Greenberg, eles queriam “jogar tudo ali e ver a reação das pessoas.” Por método de tentativa e erro, diferentes recursos foram testados, ligados e desligados ao longo da transmissão, enquanto os produtores decidiam como incorporar cada novo dado disponível. Da mesma forma, os comentaristas decidiam como usar essas novas informações em suas análises.

    Entre os recursos disponibilizados estavam tags identificando cada jogador no gelo, duração dos shifts, velocidade e distância percorrida individualmente, tempo da equipe na zona ofensiva, velocidade do puck, e claro, a tragetória do disco, representada por um rastro acinzentado, e dos próprios jogadores, com um rastro azul.

    Os comentaristas ressaltaram que ainda vai levar um tempo para entendermos o que é realmente relevante e o que não é, mas o potencial dessas informações é enorme.

    “Os fãs de esporte estão acostumados a ver, por exemplo, o tempo de posse no futebol americano, e isso pode dizer muito sobre o andamento de um jogo,” disse o comentarista Kenny Albert. “Esse não é um stat oficial no hockey, mas eu sei que algums times tomam nota disso. Acho que é algo muito legal de se ver.”

    De acordo com o feedback nas redes sociais monitoradas pela NBC, o rastro do puck e o cronômetro com a duração dos shifts de cada jogador agradaram bastante os espectadores.

    “Nós vamos conversar com a [Jogmo] e a liga e vamos traçar os próximos passos,” disse Greenberg. “Obviamente a liga tem a intenção de [lançar] isso no próximo ano, e tem coisas que você pode implementar rapidamente numa transmissão que vão melhorar o jogo.”

    A NHL está confiante da precisão do sistema e de sua instalação para os 1271 jogos da temporada regular e dos playoffs de 2019-20.

    Fotos: Reprodução/NHL.com

  • Confrontos definidos para outdoor games de 2020

    Confrontos definidos para outdoor games de 2020

    Há algumas semanas, ficamos sabendo que o Cotton Bowl, em Dallas, seria a casa do Winter Classic 2020. No mesmo dia, o Avalanche foi escolhido para sediar uma partida da Stadium Series no estádio da Força Aérea em Colorado Springs, em 20 de fevereiro de 2020. Na tarde de sexta (25), a NHL anunciou enfim os adversários de Dallas e Colorado para cada partida.

    Em 1º de janeiro, os Stars jogarão contra os Predators, no que será o primeiro outdoor game das duas equipes. Já para a Stadium Series, os Avs vão receber os Kings. Esse vai ser o segundo jogo ao ar livre de Colorado e o terceiro de LA.

    Para completar o calendário outdoor da próxima temporada, a NHL havia anunciado também a volta do Heritage Classic. A cidade de Regina, em Saskatchewan no Canadá, vai receber Calgary Flames e Winnipeg Jets no dia 26 de outubro de 2019. Vai ser o primeiro Heritage Classic desde 2016.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Ex-jogador da NHL Dan Carcillo luta por melhor proteção contra concussões, educação para jogadores

    Ex-jogador da NHL Dan Carcillo luta por melhor proteção contra concussões, educação para jogadores

    Texto original disponível em: 
    Dan Carcillo’s NHL career ended after concussions. Now he wants the league to better protect players from the same fate  (21/12/2018) | SB Nation 

    O bicampeão da Stanley Cup chama a atenção da NHL por falhar em proteger seus jogadores e educá-los sobre os riscos de traumatismo craniano.

    Dan Carcillo se aposentou da NHL três anos atrás, aos 30 anos. Durante sua carreira de 9 anos, ele foi um dos “brigões” mais notáveis no hockey. Você o amava quando ele estava vestindo a camisa de seu time e amava odiá-lo quando não vestia. Mas agora o jogador que levou nove suspensões na carreira está tentando fazer um impacto diferente. Ele está divulgando os riscos das concussões e convocando a NHL a fazer mais para proteger e ducar seus jogadores.

    A NHL chegou a um acordo preliminar não-coletivo em novembro em um processo levantado por mais de 100 jogadores aposentados, incluindo Carcillo. O processo acusava a NHL de negligência no tratamento de lesões na cabeça e também alegava que a liga omitiu informação sobre os riscos a longo prazo de traumtismo craniano associado à prática do hockey. O acordo incluiu pagamentos que não poderiam, ao todo, exceder U$18,92 milhões, mas não exigiu que a NHL admitisse responsabilidade por nenhuma acusação dos denunciantes. Carcillo disse que vai optar por se reirar da ação para seguir em sua luta por responsabilização.

    De Brigão a Porta-voz

    A missão de mudar a maneira como o mundo do hockey e o público em geral pensam sobre concussões, traumatismos cranianos, e Encefalopatia Traumática Crônica (ETC) é pessoal para o bicampeão da Stanley Cup.

    Começou em 15 de fevereiro de 2015 quando Steve Montador faleceu aos 35 anos, três anos após ter sido afastado de um carreira de 11 anos na NHL. Montador e Carcillo se tornaram colegas de time em Chicago em 2011 e os dois se aproximaram ao longo de lutas contra o vício. Carcillo reconhece o papel de Montador ajudando a viver uma vida sóbria e o considera seu melhor amigo no hockey. A presença de ETC foi descoberta postumamente em Montador pelo Canadian Sports Concussion Project. Ele foi o quinto ex-jogador da NHL a ser diagnosticado.

    “[Ele é] a razão pela qual eu sou um porta-voz,” disse Carcillo à SB Nation. “O dia em que eu recebi a ligação em 15 de fevereiro, foi um dia antes de um jogo. Meu telefone estava tocando sem parar e meu filho tinha nascido em novembro, então eu estava preocupado que fosse algo relacionado a ele. Quando eu atendi era uma amiga e ela estava chorando histericamente dizendo que Steve tinha nos deixado.”

    Apenas um mês após a morte de Montador, Carcillo jogou o que teria sido sua última partida antes de ser afastado pelo resto da temporada após ser diagnosticado com sintomas de concussão. Em abril de 2015, ele publicou um vídeo emotivo na The Players’ Tribune falando sobre o falecimento de seu amigo.

    “Quando você tem uma concussão, e você passa por isso, é muito sombrio,” Carcillo diz no vídeo. “Eu recentemente tive uma. Eu caí numa calmaria, numa depressão, especialmente depois de Monty falecer.”

    Em setembro de 2015, Carcillo anunciou sua aposentadoria na The Players’ Tribune. Nesse texto, ele anunciou que estava fundando a Chapter 5 Foundation ao lado de sua esposa, Ela, para ajudar na transição de jogadores à vida após o hockey. Sua transparência sobre o assunto chamou a atenção do esporte. Mais de três anos depois, ele segue com a iniciativa.

    2015 NHL Stanley Cup Final - Game Six
    Foto de Bruce Bennett/Getty Images

    Em maio de 2018, Carcillo prometeu seu cérebro ao Carrick Institute, uma instituição que ele afirma ter salvo sua vida duas vezes, para estudo mais aprofundado sobre as consequências de traumatismos cranianos. Um mês depois, a The Players’ Tribune publicou um vídeo em que ele discutia sua crença de que a NHL está falhando para com os jogadores ao não incorporar todas as opção possíveis no tratamento de concussões. Seu médico aontou ao The New York Times em novembro que Carcillo sofreu sete concussões diagnosticadas durante sua carreira. Durante esse tempo, seu feed no Twitter tem se enchido de ativismo por tratamento de concussões e conscientização sobre saúde mental, bem como letras de músicas, sua opinião sobre suspensões, e outras notícias da NHL.

    “O tratamento está disponível e você pode se otimizar,” Carcillo disse quando questionado sobre a mensagem que ele espera transmitir. “Isso pode salvar a sua vida.”

    Responsabilização

    Poucos meses após seu primeiro depoimento publicado na The Players’ Tribune, Carcillo se juntou à lista de jogadores da NHL processando a liga pelas lesões cerebrais sofridas durantes suas carreiras como jogadores e pela falta de avisos quanto ao risco de traumatismo craniano.

    “Eu era responsável pelas minhas ações na liga — se eu me atrasasse ou se não jogasse de acordo com as regras eu era suspenso, multado, e eu aceitava. Eles me responsabilizavam. E agora isso é tudo o que eu estou tentando fazer [com] esses caras, que são responsáveis por mentir para nós.”

    A NHL introduziu um “Protocolo de Avaliação e Controle de Concussão” para os times seguirem antes da temporada 2016-17, mas Carcillo não foi o único que o achou inadequado. Destinado a ajudar os times com educação, teste, identificação, avaliação e controle das concussões, [o protocolo] tem sido avaliado desde sua implementação. Entre as deficiências percebidas no sistema destacam-se o uso de olheiros nas arquibancadas para identificar jogadores demonstrando sinais de traumatismo craniano, o modo como exames para determinar se um jogador está pronto para voltar à ação podem ser manipulados, e a falta de instrução atualizada no que diz respeito aos impactos a longo prazo do traumatismo craniano, incluindo ETC.

    “Eles podiam ter nos mostrado uma apresentação de slides sobre os riscos de levar um soco na cabeça sem luvas se é para os que gostam de brigar,” Carcillo mencionou mesmo as mínimas coisas que ele acredita que a liga poderia ter feito pelos jogadores entrando na liga. “Eles podiam ter mostrado às superestrelas um vídeo do Crosby sofrendo aquelas concussões.

    Pittsburgh Penguins v Buffalo Sabres
    Foto de Kevin Hoffman/Getty Images

    Outra questão que frustra Carcillo quanto ao tratamento da NHL para com jogadores vítimas de concussões – e uma que foi levantada durante o processo – é a forma perigosa como medicamentos são prescritos aos jogadores pelos médicos. Jeffrey Kutcher, um neuropsicoólogo que já tratou jogadores da NHL com problemas relacionados às concussões e prestou consultoria à NHLPA, afirmou que ele já viu casos em que antidepressivos foram receitados a jogadores da NHL; amantadina, uma droga que Kutcher diz ser normalmente administrada a pacientes em condições como de esclerose múltipla ou Parkinson; e em casos mais raros opióides para tratar sintomas de concussões.

    “Uma vez que você vai por esse caminho,” Carcillo disse, “é realmente repugnante, você sabe, a maneira como eles tratam seres humanos, a maneira como tratam crianças.”

    Durante seu tempo como comissário da NHL, Gary Bettman tem se recusado a admitir qualquer ligação potecial entre hockey e o efeito a longo prazo de lesões na cabeça que o jogo pode causar, incluindo ETC. Enquanto isso, diversos grupos de pesquisa — incluindo a Universidade de Boston, o Instituto de Pesquisa de Lesão Cerebral, e o Instituto Nacional de Saúde — têm conduzido estudos que mostram a conexão entre esportes de contato e ETC. A Universidade de Boston e o Instituto de Pesquisa de Lesão Cerebral, entre outros, têm trabalhado com o hockey especificamente, o que inclui a examinação de cérebros de ex-jogadores falecidos da NHL.

    Ainda em abril deste ano, Bettman disse durante uma entrevista de rádio que cientistas “não têm evidência suficiente para chegar a nenhuma conclusão” de que hockey e ETC estejam relacionados. Bettman respondia a uma questão sobre a pesquisa sendo conduzida na Universidade de Boston pela neuropatologista Dra. Ann McKee. Ela respondeu seu comentário, destacando que ele citava uma conversa de 2012 quando a amostragem do estudo era baixa. 

    “No entando, é uma afirmação equívoca do Sr. Bettman de que nós não chegamos a nenhuma conclusão,” ela disse, via TSN. “A evidência claramente sustenta que ETC está associado com a prática do hockey no gelo. Desde o encontro com o Sr. Bettman em 2012, a equipe de pesquisa da VA-BU-CLF [Veterans Affairs-Boston University-Concussion Legacy Foundation] identificou ETC em mais jogadores de hockey, incluindo quatro jogadores amadores, dos quais nem todos haviam tido uma exposição significativa à brigas. Isso fornece evidência de que a exposição regular à impactos na cabeça de jogadores de hockey pode ser associada com ETC.”

    Para Carcillo, não pode haver mudança significativa até que a conexão entre o hockey e ETC seja reconhecida pela liga e que os riscos a longo prazo de lesão cerebral sejam explicados a seus jogadores.

    A Associação Americana de Neurocirurgiões define uma lesão intracraniana como um “golpe ou abalo na cabeça ou uma lesão incisiva na cabeça que perturba o funcionamento normal do cérebro. O traumatismo cranioencefálico (TCE) pode resultar de uma batida repentina e violentana cabeça, ou de um objeto que adentra o crânio e o tecido cerebral.”

    Carcillo olha para o hockey e vê riscos por toda parte no gelo.

    “Isso é uma tacada no rosto, uma torção do tronco encefálico, um disco no rosto, seu dente é nocauteado, um golpe forte no corpo, um check inocente que não é tranco muito forte,” ele disse.

    As frustrações de Carcillo se originam no fato de que todos esses riscos não são divulgados para os jogadores.

    “Tudo isso que eu aprendi deveria ter sido dito a mim,,” Carcillo continua. “Nunca foi, e é aí que meu problema começa. Você está colocando a vida das pessoas em risco.”

    Mudando a Cultura

    Carcillo se acanha ao compartilhar a história a seguir, mas também fica irritado. Como jogador, ele sabia como manipular o teste ImPACT – a avaliação do funcionameno cerebral utilizada para determinar quando um jogador podia voltar ao gelo após sofrer uma concussão. De acordo com Carcillo, o segredo era ir mal no teste durante o training camp que seria usado como base de comparação durante a temporada.

    “O sintoma número um de uma concussão é se sentir confuso ou devagar,” ele disse. “Então o que você faz? Você já viu o teste, você o viu todos os anos. Você sabe que vai estar um pouco fora de si ou devagar, então você bomba no começo do ano de propósito de modo que você consiga passar se tiver alguma lesão. Dessa forma, você consegue voltar mais cedo.

    Seja motivado por um caráter de jogar apesar de tudo ou por medo de perder o emprego enquanto está fora do gelo, tentar voltar cedo demais ou sub-relatar seus sintomas de concussão é prejudicial ao futuro dos jogadores. A opinião de Carcillo é de que os médicos das equipes não são confiáveis para fazer dos interesses dos jogadores uma prioridade quando o assunto é prazo de recuperação.

    “Essa narrativa é tão velha e cansativa,” Carcillo disse. “Contando às crianças e as convencendo de se colocarem em risco — promovendo violência e golpes e brigas, e queestá tudo bem em jogar com dor. Para mim, sim, jogar com dor, sacrificar seu corpo como um atleta faz parte, mas não deveria ser divulgado como tal.”

    Jogadores da NHL têm sido retratados e promovidos como guerreiros por jogarem mesmo machucados. Patrice Bergeron foi exaltado após ter jogado com um ombro deslocado, cartilagem rompida e uma costela quebrada que perfurou seu pulmão durante a Final da Stanley Cup de 2013. Joe Thornton, segundo seu técnico, foi corajoso por jogar com o LCM e o LCA rompidos durante os playoffs de 2017.

    Na opinião de Carcillo, que passou por cinco times durante sua carreira, a visão ultrapassada de que se deveria jogar apesar das lesão física também faz com que falar sobre saúde mental seja um tabu nos vestiráios.  

    “[A palavra] ‘concussão’ nunca foi usada, nem mesmo pelos médicos, ele afirma. “Saúde mental nunca é discutida,” Carcillo disse.

    Carcillo passou a se sentir desconfortável sendo aberto sobre questões de saúde mental durante sua carreira depois de conversar com um especialista em saúde mental providenciado pelos Blackhawks. Ele diz depois ter descoberto “pelas más línguas” que a diretoria foi informada da conversa. Carcillo não especificou quais informações podem ter sido compartilhadas, mas deu sua opinião sobre o impacto de uma dinâmica como esta.

    “Esse é o estigma por trás da saúde mental,” ele disse. “Quando você sai em busca de ajuda — principalmente em um trabaho em que você precisa ser visto como mentalmente forte, um guerreiro mental, um assassino mental — você tem ansiedade ou depressão, e Deus o livre você conta para alguém, e aí eles quebram sua confiança assim. Isso abre um mau precedente para outra pessoa se abrir depois. Quando na realidade, abrir-se e tirar aquilo do peito te deixa mais focado individualmente para fazer o seu trabalho no gelo — então isso na verdade te faz um atleta melhor, então os caras não precisavam ter medo disso.”

    Enquanto jogadores incorporam a mentalidade de guerreiro da NHL, Carcillo vê a liderança da NHL como o grupo que pode catalizar uma mudança significativa.

    “Você precisa entender quem está dirigindo a NHL. Precisa dar uma olhada em Colin Campbell, Gary Bettman, Bill Daly, and os caras na [Associação de Jogadores],” Carcillo disse. “Tudo isso é velha guarda, clube dos veteranos, uma mentalidade ultrapassada de que ‘se você não é forte, você é um você-sabe-o-quê’ e esse ‘oh meu Deus, você está machucado então nós podemos jogar machucados’ e ‘você é um guerreiro agora, obrigado por colocar seu cérebro e corpo em risco pelo bem do time.’ F***-se isso.”

    No mesmo dia do anúncio do acordo da NHL com os ex-jogadores, Bettman foi introduzido ao Hall da Fama como um builder.

    “E mais uma trama para tirar o seu pensamento do que está realmente acontecendo,” Carcillo disse sobre a introdução de Bettman ao HHOF, “e o que está realmente acontecendo é que a NHL está colocando seres humanos em uma posição muito, muito ruim por não tratar traumatismos cranianos.”

    Enquanto a NHL ainda não aceitou que existe uma ligação entre hockey e os impactos a longo prazo de traumatismos cranianos, para jogadores como Carcillo e Montador, os efeitos são muito claros para se deixar passsar. Esta falta de aceitação, junta à crença de Carcillo de que a NHL não tem feito o suficiente para educar e assistir seus jogadores sobre lesões na cabeça, levou a consequências que ele acredita que devem pesar na consciência da NHL. “É simples. Se você olha para o passado, pode ver que eles mataram pessoas.”

    A NHL não respondeu ao pedido da SB Nation por comentários.

  • Seattle chega à NHL em 2021

    Seattle chega à NHL em 2021

    A cidade de Seattle confirmou oficialmente seu retorno à elite do hockey. Na manhã desta terça-feira (4), o NHL Board of Governors aprovou a expansão da liga para sua 32ª equipe, e a “Cidade Esmeralda” será a sua casa.

    A notícia, que já era esperada por muitos, veio junto à outra decisão. O conselho também aprovou um “realinhamento” na NHL, e o Arizona Coyotes passará a fazer parte da Divisão Central. Dessa forma, Seattle ficará na Pacífica, e cada divisão contará com oito times.

    A equipe – ainda sem nome – fará sua estreia na liga na temporada de 2021-22. Os jogos serão no Seattle Center Arena, antiga KeyArena. A casa vai passar por reformas estimadas em U$700 milhões antes que possa receber os jogos da equipe. Com capacidade para 17.400 torcedores em partidas de hockey, a arena deve ficar pronta bem às vésperas da temporada inaugural do “Seattle No Names”.

    Em março deste ano foi realizada uma pré-venda de “cadeiras cativas” para os fãs interessados em acompanhar o time de Seattle jogando em casa. Só nos primeiros 12 minutos de abertura das vendas, 10.000 pessoas já tinham garantido seu lugar. Depois de um dia, o número chegou a 32.000.

    Como aconteceu com Vegas, o time participará do Draft de expansão em 2021. Mas mais esperado que o roster nesse momento é o nome (e todo o pacote que vem com ele, como logo, uniformes etc.) que eles vão levar. No entanto, este anúncio só deve ocorrer em 2020, um ano antes da estreia da franquia.

     

    Foto: Reprodução/NHL.com