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  • NHL anuncia novas mudanças nas regras

    NHL anuncia novas mudanças nas regras

    Foi anunciada, nessa quinta (21), mudanças no livro de regras pela NHL. Algumas delas incluem revisão para major penalties e expansão das revisões em vídeos para challenges de técnicos. Durante os playoffs, os erros de arbitragem chamaram atenção, por isso, a conversa sobre as regras precisou acontecer.

    Como serão as novas regras?

    Gols validados anulados no momento errado, lances duvidosos, muitos questionamentos. Estes foram alguns exemplos dos muitos erros que aconteceram nesses playoffs. Como resultado, e depois de muita pressão, houve uma conversa entre os GMs dos times, a Associação de Comitê de Competição de Toronto e o comissário Gary Bettman para a modificação de algumas regras. Bettman disse que “os aprimoramentos são a forma mais lógica de avançar e que é possível ser implantada agora”.

    Algumas dessas regras são:

    • Juízes terão que checar todas as major penalties para confirmar a gravidade da lesão. Major poderão mudar para minor penalty, porém não poderão ser canceladas.
    • Juízes poderão cancelar uma double minor por hick sticking se vier de um companheiro de time.
    • Se a equipe prestes a jogar no power play cometer um icing, o power play da equipe vai ser na zona ofensiva.
    • A equipe que tirar o gol do lugar (seja propositalmente ou por acidente) e isso levar uma parada no jogo, não poderá trocar as linhas do time. A equipe adversária poderá escolher qual circulo da zona ofensiva para o face-off.
    • Se o goleiro tirar a rede do lugar durante um breakway, isso resultará em um gol automático pra equipe que está atacando.
    • Se um tiro ao gol de fora da linha vermelha for segurado pelo goleiro, não haverá troca de linha.
    • O jogador que perder seu capacete terá que ir ao banco para colocar de volta antes de participar de uma jogada. Se um jogador sem capacete jogar, isso resultará em uma minor penalty.
    • Os challenges dos técnicos serão expandidos para incluir outros lances como handpass, pucks na rede e high sticks.
    • Qualquer challenge que não resultar em nada será punido com uma minor penalty de delay of game. E, se houver outro challenge sem sucesso, uma double minor penalty.

    Bettman disse que “Na teoria, não queremos tantas mudanças, pois isso atrapalharia a fluidez do jogo. Os challenges serão somente para confirmar com toda certeza se houve algum erro da arbitragem” .

    As regras aprovadas podem ser encontradas no site oficial da NHL (em inglês).

    Não é familiar com os termos citados? Cheque no nosso site o Glossário com as regras, penalidades e termos.

  • Os jogadores premiados da NHL Awards

    Os jogadores premiados da NHL Awards

    Nesta quarta (19), em Las Vegas, houve a cerimônia de premiação da Liga, o NHL Awards. Nesse evento, os jogadores são premiados com base em suas atuações na temporada regular. Confira os principais ganhadores das principais categorias.

    Hart Trophy: Nikita Kucherov (Tampa Bay Lightning)

    Nikita Kucherov, jogador do Tampa Bay Lightning, foi o vencedor do Hart Trophy. O troféu é dado ao MVP (Most Valuable Player) da temporada. Os concorrentes ao prêmio eram: Connor McDavid (Edmonton Oilers) e Sidney Crosby (Pittsburgh Penguins). Curiosamente, antes de Kucherov, apenas Martin St. Louis tinha faturado o prêmio para o time de Tampa.

    Kucherov, afinal, terminou a temporada com 128 pontos, 41 gols e 87 assists. Ultrapassou, portanto, os 127 pontos do ex-jogador Alexander Mogilny, do Buffalo Sabres. Assim, ele faturou também o Art Ross Trophy, prêmio dado ao jogador com mais pontos da temporada.

    Além disso, o russo faturou o Ted Lindsay Trophy. Esse prêmio é votado pelos próprios jogadores da Liga e é dado ao jogador mais excepcional.

    Calder Trophy: Elias Pettersson (Vancouver Canucks)

    O Calder Trophy, prêmio dado ao rookie (novato) do ano, foi dado ao sueco de 20 anos Elias Pettersson, centro do Vancouver Canucks. Ele terminou sua primeira temporada na NHL com 66 pontos, 28 gols e 39 assists, além de ser o novato com mais gols em powerplay.

    Juntamente com Pavel Bure, que ganhou o prêmio em 1992, Pettersson foi o segundo rookie do Canucks a ganhar. Seus concorrentes eram Jordan Binnington (St. Louis Blues) e Rasmus Dahlin (Buffalo Sabres).

    Vezina Trophy: Andrei Vasilevskiy (Tampa Bay Lightning)

    Outro russo do Tampa Bay ganhou um prêmio importante, agora dado aos goleiros. O Vezina Trophy é dado para o melhor goleiro da temporada.

    Vasilevskiy ganhou 18 de 21 partidas nos últimos jogos da temporada. Por isso, suas habilidades ajudaram o time a conquistar o recorde de 62 vitórias em uma temporada. Por fim, ele liderou o ranking da NHL com 39 vitórias.

    Seus concorrentes eram Robin Lehner (New York Islanders) e seu antigo colega de time Ben Bishop (Dallas Stars). Vasilevskiy foi o primeiro goleiro a ganhar o prêmio na história do Tampa Bay Lightning.

    Norris Trophy: Mark Giordano (Calgary Flames)

    O prêmio para o melhor jogador de defesa da temporada foi para Mark Giordano, do Calgary Flames. Ele foi o segundo defensor que mais fez pontos (74 pontos, 17 gols e 57 assists) e liderou a temporada com plus-39. Foi o jogador com a média de mais tempo em rinque e teve 21 pontos no powerplay.

    Dessa forma, Giordano foi o primeiro jogador dos Flames a ganhar o Norris Trophy. Seus concorrentes eram Brent Burns (San Jose Sharks) e Victor Hedman (Tampa Bay Lightning).

    Jack Adams Award: Barry Trotz (New York Islanders)

    Barry Trotz faturou seu segundo prêmio Jack Adams, porém agora liderando outra equipe. O prêmio é dado ao melhor técnico da temporada, e sua estréia no New York Islanders confirma isso.

    Ele ajudou o time a conquistar 23 pontos a mais em relação a temporada anterior. Principalmente, se tornaram a primeira equipe da NHL em 100 anos que menos levou gols, com um saldo de 296.

    Seus concorrentes eram Jon Cooper (Tampa Bay Lightning) e Craig Berube (St. Louis Blues).

    Selke Trophy: Ryan O’Reilly (St. Louis Blues)

    Enfim, o campeão da Stanley Cup, Ryan O’Reilly. Ele faturou o Selke Trophy, dado ao melhor avançado defensivo. Ou seja, o melhor atacante com habilidades defensivas.

    O’Reilly liderou a temporada, pela segunda vez consecutiva, com o maior número de face-offs vencidos (1,086). O’Reilly ficou em primeiro lugar entre os atacantes dos Blues na média de tempo de gelo (20:46) e foi também o quarto na NHL com 94 takeaways. Além disso, ele foi vencedor do Conn Smythe Trophy, de MVP dos playoffs, liderando o número de pontos pós-temporada. Por fim, o jogador canadense foi o segundo a ganhar o prêmio na história dos Blues.

    Embora seu concorrentes fossem Patrice Bergeron (Boston Bruins) e Mark Stones (Vegas Golden Knights), eles não foram páreo para O’Reilly.

    É possível conferir a lista inteira, incluindo outros prêmios, no site oficial da NHL.

    Fotos: NHL.com/Reprodução

  • Como funciona o NHL Draft

    Como funciona o NHL Draft

    O Draft da NHL acontece no próximo final de semana (sexta e sábado) em Vancouver, no Canadá. O evento é realizado anualmente após o fim dos playoffs. É o momento no qual os times da NHL escolhem seus prospects e fazem trocas visando à próxima temporada. Tem dúvida de como funciona esse processo? O NHeLas explica.

    Por que o Draft acontece?

    O Draft é a solenidade na qual os 31 times da liga selecionam novos jogadores para sua equipe. Os atletas que participam do Draft tem pelo menos 18 anos e chegam com grandes expectativas de jogar na NHL. Normalmente, os primeiros a serem draftados são cotados para virarem estrelas na liga. Entretanto, não é porque um jogador foi draftado que ele automaticamente vá jogar pelo time que o selecionou.

    Todo ano, o evento acontece após o fim da temporada. Sabemos que a temporada 2018-2019 acabou com a vitória inédita do St. Louis Blues no dia 12 de junho. Como resultado dessa conquista, o time tradicionalmente vai para o fim da fila das escolhas por novos jogadores. Isso acontece, porque a ordem de escolha no draft é inversa à classificação nos playoffs.

    No geral, o Draft por novos jogadores conta com sete rodadas. Cada time tem a oportunidade de ter uma escolha (pick) por rodada. Ou seja, cada time tem, em teoria, sete escolhas no Draft, uma por rodada. Existem, contudo, diversas trocas e picks compensatórias que fazem times terem mais ou menos escolhas no total. O evento é dividido, assim, em dois dias. No primeiro dia, acontece o first round. Os outros seis acontecem no segundo dia.

    O Draft Lottery: definindo a ordem de seleção no Draft

    De forma geral, a loteria define a ordem na qual os times poderão escolher jogadores no Draft. Isso é importante porque quem fica em primeiro lugar tem a chance de escolher o melhor jogador disponível no Draft. No Draft Lottery de 2019, ficou definido que os Devils terão direito a essa primeira escolha.

    A loteria, então, é realizada antes do início dos playoffs com os 14 times que não passaram para essa fase. Em um sorteio entre essas equipes non-playoffs, as probabilidades de cada uma são definidas com base na sua classificação. Ou seja, quanto pior a posição do time na classificação da temporada regular, melhores suas chances na loteria.

    O sorteio acontece apenas para a seleção dos três primeiros lugares, de forma que os times selecionados sejam os primeiros três a escolher jogadores no Draft. Os times restantes são ordenados na ordem reversa da sua classificação na temporada regular. Sendo assim, fica o famoso “os últimos serão os primeiros”. 

    O resultado do Draft Lottery de 2019 é o seguinte:

    1. New Jersey Devils
    2. New York Rangers
    3. Chicago Blackhawks
    4. Colorado Avalanche (troca com Ottawa Senators)
    5. Los Angeles Kings
    6. Detroit Red Wings
    7. Buffalo Sabres
    8. Edmonton Oilers
    9. Anaheim Ducks
    10. Vancouver Canucks
    11. Philadelphia Flyers
    12. Minnesota Wild
    13. Florida Panthers
    14. Arizona Coyotes
    15. Montreal Canadiens

    E as outras equipes?

    O vencedor da Stanley Cup, St. Louis Blues, vai para o último lugar da fila, de número 31. Em sequência, o outro finalista fica com o penúltimo lugar (30), no caso, o Boston Bruins. As posições 28 e 29 ficam com os outros finalistas de Conferência. As posições 24 a 27 são preenchidas pelos líderes de cada uma das quatro divisões. Por fim, entre as posições 16 e 23 ficam o resto dos times, ordenados na ordem reversa da sua classificação (por pontuação) na temporada regular. 

    Importante lembrar que, apesar dessas regras todas, os times podem trocar posições entre si. É comum times trocarem posições no Draft por jogadores durante a temporada, ou até mesmo segundos antes do momento de sua escolha. Isso também vale para as outras seis rodadas do Draft, que também são organizadas com base na ordem reversa da classificação, considerando possíveis escolhas compensatórias incluídas.

    Para 2019, contemplando as trocas, o restante do first round é o seguinte: (para a ordem das outras seis rodadas, veja aqui)

    • 16. Colorado Avalanche
    • 17. Vegas Golden Knights
    • 18. Dallas Stars
    • 19. Ottawa Senators (troca com CBJ)
    • 20. Winnipeg Jets
    • 21. Pittsburgh Penguins
    • 22. Los Angeles Kings (troca com TOR)
    • 23. New York Islanders
    • 24. Nashville Predators
    • 25. Washington Capitals
    • 26. Calgary Flames
    • 27. Tampa Bay Lightning
    • 28. Carolina Hurricanes
    • 29. Anaheim Ducks (troca com SJ-BUF)
    • 30. Boston Bruins
    • 31. Buffalo Sabres (troca com STL)

    Quais jogadores são elegíveis para o Draft?

    Qualquer jogador da América do Norte (EUA e Canadá) que faz 18 anos até 15 de setembro e que não completa 20 anos até 31 de dezembro pode se candidatar ao Draft. Se o jogador tem 18 anos, ele deve se declarar elegível. Por outro lado, se ele completa 19 anos até 15 de setembro, se torna automaticamente elegível para seleção. Jogadores maiores de 20 anos, por sua vez, podem assinar diretamente com times.

    Jogadores universitários da NCAA são exceções. Os jogadores com 18 anos podem ser draftados e continuar jogando por suas universidades. Com algumas exigências. Primeiramente, não podem jogar em nenhum time profissional além do universitário. Além disso, não podem contratar um agente. Um time que escolhe no Draft um desses jogadores têm os direitos sobre ele até 30 dias após sua saída da universidade.

    Jogadores de outras nacionalidades podem se candidatar a qualquer idade, desde que tenham ao menos 18 anos até 15 de setembro. Ou seja, não existe um limite máximo de idade para eles se inscreverem no Draft. Esses estrangeiros, no entanto, devem ser draftados para poderem assinar contrato com um time da NHL.

    Possibilidades pós-Draft

    Se um jogador não é draftado até os 20 anos, ele se torna um unrestricted free agent. Se um jogador draftado não assina um contrato com o time que o draftou dentro de dois anos, ele pode voltar ao Draft, desde que seja elegível (20 anos ou menos). Caso não seja mais elegível, ele também se torna um unrestricted free agent.

    Um jogador que volta ao Draft e é escolhido pela segunda vez não pode participar do Draft por uma terceira vez. No entanto, se o jogador participa do Draft duas vezes e não é selecionado, ele se torna free agent independentemente de idade. 

    Existe também o que é chamado de escolhas compensatórias. Se um time não assina contrato com sua escolha de primeira rodada dentro de dois anos, eles são agraciados com uma “escolha compensatória” no Draft do ano seguinte. Essa escolha fica no second round. Logo mais publicaremos mais informações sobre esses entry-level contracts para explicar tudo para vocês.

    Classificação dos jogadores pré-Draft

    A lista oficial da NHL de classificação de jogadores para o Draft pode ser encontrada nesse site.

    A lista é dividida em quatro categorias, de acordo com o país onde a pessoa joga: skatistas da América do Norte, skatistas europeus, goleiros da América do Norte e goleiros europeus.

    Os rankings preliminares são lançados em novembro. Um segundo é lançado em janeiro e o ranking final, em abril. A classificação se baseia nas habilidades necessárias para se jogar na NHL, de acordo com a opinião de 23 olheiros na América do Norte e seis na Europa.

    Neste ano, o jogador cotado para ser a primeira escolha do Draft é o americano Jack Hughes. Ainda temos alguns dias antes da sexta-feira, mas a expectativa para saber quem estará no Top 3 já é alta.

  • As escolhas do Ottawa Senators no Draft 2019

    As escolhas do Ottawa Senators no Draft 2019

    O Draft 2019 da NHL irá acontecer nos dias 21 e 22 de junho, em Vancouver, no Canadá. Assim como existem diversas especulações sobre os top prospects da Liga, o futuro de alguns times também vem sendo especulado. O Ottawa Senators é um deles. Por meio de algumas trades durante a temporada 2018/19, os Senators conseguiram cinco picks top 100 no Draft deste ano. Além disso, tem mais dois abaixo dos cem. Isso pode ser o fator essencial responsável por reconstruir o time de Ontário do zero e fazer deste um forte concorrente das demais equipes nos playoffs.

    As trades Duchene e Karlsson

    Não é surpresa para os fãs de hockey que o Ottawa terminou em último lugar na temporada 2018/19. Até o início deste ano, os Senators não possuíam mais seu first round pick. Isso devido a uma trade com o Colorado Avalanche em 2017, que resultou na vinda de Matt Duchene para o time. Além da vinda de Duchene, a trade resultou também em uma escolha no terceiro round do Draft de 2019 para o Ottawa.

    Porém, em fevereiro deste ano, um acordo com o Columbus Blue Jackets viria a ser de extrema importância para a equipe de Ontário. Acordo que, por fim, resultou na ida de Duchene para os Blue Jackets. Dessa forma, os Senators voltaram a adquirir, via o time de Columbus, um first round pick. Assim sendo, o time de Ottawa acabou por ficar com a 19ª posição. Apesar de não ter um dos três primeiros picks, o Ottawa ainda possui grandes chances de conseguir jogadores que se encaixem bem no time. Espera-se, com isso, que estes possam ser peças principais no sucesso da equipe nas próximas temporadas.

    Além da escolha no first round, os Senators também garantiram mais duas escolhas no segundo round do Draft. Acabaram com escolhas de 32º e 44º lugares. Este último sendo um extra, foi adquirido devido a trade de Erik Karlsson para os Sharks. Esse acordo envolveu o Florida Panthers e o time de San Jose. Afirmaram, assim, que a ida dos Sharks para os playoffs na temporada atual resultaria num second round pick para os Senators.

    Os picks nos rounds consecutivos

    No terceiro round, o Ottawa possui apenas uma seleção. Esta foi adquirida em uma trade entre Senators, Pittsburgh Penguins e Vegas Golden Knights. De início, o third round pick pertencia ao Pittsburgh. O time da Pensilvânia recebeu este e mais dois jogadores dos Senators, um deles sendo Derick Brassard. Porém, Brassard foi adquirido pelo Vegas mais tarde em uma trade com os Peguins. Logo depois, o Ottawa Senators voltou a adquirir sua seleção do terceiro round do Draft, sendo este o 83º lugar.

    No quarto round, o time de Ontario tem seu próprio pick, o 94º lugar. Além disso, tem outro no quinto, com a 125ª posição, e no sétimo (187ª). Estas foram adquiridas devido à colocação dos Senators na temporada 2018/2019. E o time de Ontario foi o último na tabela. Em regra, os últimos colocados ganham mais prioridade no Draft do que os times que se classificaram para os playoffs. Desta forma, o Ottawa acabou por adquirir um primeiro lugar nos rounds 2, 4, 5 e 7. Estas colocações, no entanto, podem mudar se o time fizer alguma trade com alguma outra equipe até lá. Podendo resultar na compra de um pick de outro time – caso dos Senators no primeiro e terceiro rounds.

    Inicialmente, o Ottawa também possuía um pick no sexto round, na 156ª posição. Porém, fez uma trade com o Vancouver Canucks. A equipe de Ontario destinou sua seleção na sexta etapa aos Canucks pela vinda de Anders Nilsson e Darren Archibald para o time.

    Com sete sólidas escolhas, sendo uma delas no primeiro round, o Ottawa Senators continua a tentar, de todas as formas, uma reconstrução no time. Tudo isso por meio de drafts e trades, pelo segundo ano consecutivo. Apostando em jogadores novos (a escolha de Brady Tkachuk no draft de 2018 só prova o ponto), os Senators tentam dar uma nova cara ao time. Além disso, esperam que os esforços os coloquem novamente na corrida pelos playoffs e o mais perto possível de uma Stanley Cup.

    Foto: Reprodução/tsn.ca

  • Qual pick do Draft você seria?

    Qual pick do Draft você seria?

    Já parou pra pensar qual pick do Draft da NHL você seria?

    Nessa época, todo mundo fica curioso para saber quais jovens jogadores cada time irá escolher. Sempre há apostas de quem serão os três primeiros selecionados e quais nomes poderão entrar para a NHL nos anos seguintes.

    Agora chegou a sua vez de descobrir se você seria ou não selecionado no Draft!

  • “PLAY GLORIA!”

    “PLAY GLORIA!”

    Curioso para saber como uma música dos anos 1980 se tornou o hino da campanha do St. Louis Blues pelo título inédito da Stanley Cup? O NHeLas te conta!

    Quem é Gloria?

    A canção foi originalmente lançada pelo cantor italiano Umberto Tozzi em 1979, escrita por ele em parceria com Giancarlo Bigazzi. A letra foi traduzida para o inglês por Jonathan King. Entretanto, o sucesso nos Estados Unidos só aconteceu com um cover feito por uma norte-americana em 1982. A cantora Laura Branigan foi posteriormente indicada ao Grammy pela performance, que passou 36 semanas na parada da Billboard.

    Branigan tem uma conexão improvável com a NHL. Após o sucesso de “Gloria” e sua indicação ao Grammy, ela foi convidada para cantar o hino nacional dos EUA no All Star Game de 1983. Em 2019, contudo, a canção voltou à tona no mundo dos esportes, se tornando um hino improvável para a campanha vitoriosa dos Blues. Infelizmente, Branigan não pôde ver o revival do seu hit, pois faleceu em 2004 aos 52 anos, vítima de um aneurisma.

    Como chegou aos jogadores de St. Louis?


    Os jogadores do St. Louis no bar “The Jacks NYB“, na Filadélfia em 06 de janeiro de 2019

    Em janeiro deste ano, enquanto estavam na Filadélfia para um jogo contra os Flyers, os jogadores Alexander Steen, Joel Edmundson, Robert Bortuzzo, Jaden Schwartz e Robby Fabbri foram a um bar para assistir ao jogo entre Philadelphia Eagles e Chicago Bears com amigos da cidade. Durante o intervalo, os locais pediam para o DJ tocar “Gloria”, e todos no estabelecimento dançavam e cantavam. Fascinados pelo efeito da canção, os jogadores dos Blues decidiram tocá-la também depois de suas vitórias.

    Na noite seguinte, St. Louis venceu com uma shutout e “Gloria” virou um hino instantâneo. Até então, a canção escolhida era “Runaround Sue” de Dion, mas perdeu o lugar para “Gloria”. Nasceu aí o “Play Gloria”, que ecoou no vestiário durante a remontada dos Blues, que chegaram a estar em último lugar na Liga, até chegarem nas finais da Stanley Cup. O bar na Filadélfia, por sua vez, começou a receber os torcedores dos Blues para assistirem à campanha do seu time do coração. Isso porque todos estavam curiosos para visitarem o local onde o fenômeno “Gloria” começou.

    O efeito Gloria

    A vitória dos Blues foi, com razão, comemorada com muitas reproduções de “Gloria”. Separamos alguns vídeos para vocês, como Brett Hull cantando a canção no desfile e a atriz Jenna Fischer comemorando com um bolo temático. Além disso, tanto a torcida no Busch Stadium em St. Louis quanto as bandas Phish e Vampire Weekend também cantaram a música.

    Brett Hull cantando Gloria durante o desfile em St. Louis, no sábado (15)
    A atriz Jenna Fischer comemora (ao som de Glória) com um bolo temático
    A torcida canta Gloria após o final do jogo, no Busch Stadium em St. Louis
    As bandas Phish e Vampire Weekend cantaram Gloria durante seu show em St. Louis, que aconteceu durante o Jogo 7

    Foto: NHL.com/Reprodução

  • Blues vencem e fazem história

    Blues vencem e fazem história

    Pode ter sido Dia dos Namorados aqui no Brasil, mas quem comemorou mesmo foi o St. Louis Blues, que venceu e levantou a primeira Stanley Cup da história da franquia.

    Noite de quarta-feira (12). Jogo 7. St. Louis Blues, que até o início de janeiro estava em último lugar na liga, surpreende, dá a volta por cima e chega às finais do campeonato.

    Depois de 49 anos, os Blues chegaram em mais uma final de playoffs. Ironicamente, contra o mesmo time que foi seu adversário em 1970, o Boston Bruins. As expectativas eram altas; ganhar esse campeonato significava muito para o time, afinal seria se tornar pela primeira vez campeão da Stanley Cup. Mas os Blues não se deixaram abalar, mantendo a garra até o final, para enfim vencer por 4 a 1 o time da casa, levantando a Stanley Cup.

    Blues 4, Bruins 1

    O time do Missouri estava indo bem nessa última série. Vinha com 2 vitórias consecutivas e só precisavam ganhar o Jogo 6. Mas os Ursos pressionaram e conseguiram um Jogo 7. Partida marcada e o próximo a ganhar seria o campeão.

    No primeiro período os Bruins até tentou, fez um jogo mais ofensivo, muitos tiros a gol, mas ainda assim não foi o suficiente.

    Por outro lado os Blues marcaram duas vezes. O primeiro ficou por conta de Ryan O’Reilly. O segundo gol, aos 19:52 foi o capitão Alex Pietrangelo quem mandou para dentro, fazendo 2-0.

    O segundo período foi mais tranquilo e nenhum dos dois times marcaram. No terceiro período o campeão do troféu Clarence S. Campbell atacou novamente. Dessa vez quem marcou foi Brayden Schenn, com assistências de Vladimir Tarasenko e Jaden Schwartz. Quem fechou com chave de ouro o placar foi Zach Sanford aos 15:22.

    Jordan Binnington foi espetacular e defendeu 32 dos 33 shoots feitos pelo time da casa. O goleiro deixou passar somente um tiro de Matt Grzelcyk no final do terceiro período. Jogo finalizado, o placar era 4-1 e o St. Louis Blues se tornou pela primeira vez campeão da Stanley Cup.

    Conn Smythe Trophy

    O center O’Reilly teve motivo em dobro para comemorar. Responsável por 5 gols nos últimos quatro jogos, o canadense levou o troféu Conn Smythe, dado ao jogador considerado “mais valioso” dos playoffs. Ryan foi o primeiro jogador desde Wayne Gretzky a marcar em quatro jogos consecutivos em uma Final da Stanley Cup.

    História no gelo

    Em novembro, o Blues demitiu o técnico Mike Yeo. Consequentemente, Craig Berube acabou por assumir, como interino, até que a equipe nomeasse oficialmente alguém para o cargo.

    Ainda assim o time continuava indo de mal a pior. Até janeiro, quando Berube decidiu arriscar e colocar o novato Jordan Binnington para jogar.

    O que ninguém esperava aconteceu; Binnington mostrou que estava ali para vencer. Do dia 23 de janeiro a 19 de fevereiro foram 11 vitórias consecutivas. O time se tornou tinha o segundo melhor recorde de vitórias da NHL.

    Técnico novo, goleiro novo e equipe ganhando. Essa era a receita que o time precisava para levantar os ânimos e chegar nos playoffs.

    Sobre a mudança do Blues dentro e fora do gelo, você pode ler mais nessa análise que conta um pouco mais a história dessa temporada.

    Amuleto da sorte?

    A noite foi inesquecível também para (e por conta de) a menina Laila Anderson, que ficou conhecida após um vídeo gravado por sua mãe ser tornar viral. No vídeo, Laila, que luta contra uma doença rara, a Linfohistiocitose Hemofagocítica (LHH), descobre que está liberada pelos médicos para ir aos jogos dos playoffs.

    A super fã do time foi convidada pelos jogadores a voar para Boston e participar do Jogo 7. Não só isso, ela também foi convidada pelos jogadores a entrar no gelo e beijar a tão sonhada Stanley Cup. Sem dúvidas, o Blues marcou a vida dessa menina, que com certeza será lembrada na história do St. Louis Blues como um amuleto da sorte.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Principais candidatos ao Conn Smythe 2019

    Principais candidatos ao Conn Smythe 2019

    Com o Jogo 7 marcado para logo mais, os Capitals passarão o bastão, ou melhor, a Stanley Cup, para outra equipe. Enquanto os Bruins já foram campeões seis vezes, St. Louis tenta o título inédito. No entanto, essa é sua quarta aparição nas finais (a equipe de Missouri também disputou em 1968, 1969 e 1970). Quem são, então, os principais candidatos para o troféu Conn Smythe, de MVP dos playoffs?

    O atual detentor do troféu é Alexander Ovechkin. Além dele, seus últimos vencedores incluem Sidney Crosby (duas vezes), Duncan Keith, Justin Williams, Patrick Kane e Jonathan Quick. Na última campanha vitoriosa de Boston, em 2011, o vencedor foi o goleiro Tim Thomas. Será que teremos outro goleiro MVP? Isso não acontece desde 2012, quando Quick venceu a Stanley Cup com o Los Angeles Kings pela primeira vez.

    É importante ressaltar que um atleta da equipe perdedora só venceu o troféu em cinco ocasiões. Ou seja, o campeão é tradicionalmente votado como MVP pelos jornalistas que cobrem o último jogo das finais. Para este ano, as nossas apostas são as seguintes:

    TUUKKA RASK, G, BOSTON BRUINS

    O finlandês teve seu ressurgimento nessa temporada e se mostrou quase invencível nestes playoffs. O arqueiro, que sempre foi muito criticado por sua inconstância e muito culpado pelo desfecho das finais de 2013, tem feito defesas antológicas e tido atuações magistrais durante a campanha dos Bruins. Ele lidera os playoffs no quesito de menos gols sofridos, com apenas 1.93 e uma porcentagem de .938. No Jogo 6, defendeu 28 de 29 tiros ao gol, o que vai de acordo com seu desempenho espetacular fora de casa, para o qual tem uma porcentagem de .966. É definitivamente o favorito caso Boston vença.

    RYAN O’REILLY, C, ST. LOUIS BLUES

    Quando sua equipe mais precisou dele, o center foi, no linguajar do hóquei, clutch, ou seja, decisivo. Seus dois gols no Jogo 4 ajudaram a equipe de Missouri a igualar a série. Além disso, no Jogo 5 o canadense marcou mais dois pontos. O’Reilly é o líder dos Blues em pontos, com 21. Devido ao seu surgimento como principal arma ofensiva da equipe, com nove pontos nos últimos sete jogos, o jogador afinal surge como principal candidato de St. Louis ao prêmio de MVP.

    TOREY KRUG, D, BOSTON BRUINS

    O pequeno defensor de Boston lidera sua equipe em assistências, com 16, e totaliza 18 pontos na campanha. Desde Ray Bourque, com seus 25 pontos em 1991, nenhum defensor dos Bruins pontuou tanto. O americano é peça chave no esquema tático de sua equipe. Além disso, é também fundamental no power play e bateu um recorde da equipe quando marcou quatro pontos no Jogo 3 das finais.

    JORDAN BINNINGTON, G, ST. LOUIS BLUES

    Sensação durante a temporada, o goleiro novato dos Blues continuou forte na pós-temporada. Ainda que seus números, .911 na porcentagem de defesas e 2.52 gols contra, não sejam tão impressionantes quanto os de Rask, o arqueiro tem sido uma constância para a defesa de St. Louis. A sua melhor atuação foi, de longe, o Jogo 5, quando teve sucesso em 38 de 39 defesas. Após sua temporada surpreendente, Binnington foi indicado ao Calder, troféu que vai para o melhor novato. Sua prioridade, entretanto, é dar a St. Louis sua primeira Stanley Cup.

    BRAD MARCHAND, LW, BOSTON BRUINS

    Existem poucas figuras que são mais polêmicas no hóquei atual que o winger canadense dos Bruins, mas seus números não mentem. Marchand tem 23 pontos em 23 jogos e ainda especula-se que ele está jogando machucado. Ainda assim, ele já marcou dois gols nas finais da Stanley Cup e pelo menos um ponto em quatro dos últimos seis jogos.

    VLADIMIR TARASENKO, RW, ST. LOUIS BLUES

    O winger russo foi pivô de rumores de trocas até a trade deadline. Mesmo assim, foi aumentando sua efetividade na medida em que os Blues passavam de round. Tarasenko teve um ponto em nove dos últimos 12 jogos da equipe de Missouri, inclusive pontuando em todas as partidas da final da conferência Oeste. Com 11 gols, é o segundo em sua equipe, e nessas finais já marcou três vezes em seis jogos.

    PATRICE BERGERON, C, BOSTON BRUINS

    Se Marchand é divisivo, seu center é o completo oposto. Ele é querido por todos da Liga, inclusive os fãs adversários. Empatado na liderança de gols em sua equipe, com nove, o canadense já tem 17 pontos nestes playoffs. Tido como um dos melhores atacantes defensivos do hóquei, Bergeron é importante para a equipe de Boston, tanto no power play quanto no penalty kill.

    JADEN SCHWARTZ, LW, ST. LOUIS BLUES

    O winger foi decisivo na campanha de St. Louis até a chegada nas finais da Stanley Cup, com 16 pontos e 12 gols. Mas, desde então, conseguiu apenas duas assistências em seis jogos. Além disso, não marcou nenhum gol, o que faz com que ele esteja muito longe de vencer o prêmio. Ainda assim, foi peça importante nos outros três rounds durante o caminho percorrido pelos Blues.

    O resultado será revelado depois da conclusão do Jogo 7, que começa às 21h nesta quarta-feira (12). E aí, qual é o seu palpite para o vencedor do Conn Smythe?

  • Quem são você e o crush nesse Dia dos Namorados?

    Quem são você e o crush nesse Dia dos Namorados?

    O dia dos namorados chegou e nós do NHeLas fizemos uma pequena brincadeira com os casais que tanto amamos!

    E aí, qual casal da NHL você e o crush são? Faça o teste e confira!

    Não esqueça de compartilhar o resultado e marcar a gente nas redes sociais: Twitter, Instagram!

  • Como funciona a arbitragem salarial na NHL?

    Como funciona a arbitragem salarial na NHL?

    O mecanismo é utilizado para solucionar controvérsias entre duas partes que não chegam a um acordo entre elas. Assim, um terceiro ouve as duas partes e toma uma decisão da maneira mais imparcial possível. No caso da NHL, esse terceiro é um árbitro credenciado tanto pela Liga quanto pela NHLPA (NHL Players Association, o sindicato dos jogadores). A arbitragem é, portanto, uma maneira muito comum de se resolver negociações salariais.

    Quem pode requerer a arbitragem?

    Tanto o clube quanto o jogador podem usar o mecanismo como uma forma de resolver disputas salariais. O time pode levar um jogador para a arbitragem uma vez em sua carreira. Além disso, não pode requerer uma redução salarial menor do que 15%. Isso se aplica mesmo se o atleta trocar de equipes durante sua carreira profissional. No entanto, uma vez utilizado por um dos clubes para os quais ele jogou, o próximo não poderá fazê-lo. Por fim, os clubes só podem requerer a arbitragem salarial apenas duas vezes por temporada.

    Quanto à elegibilidade dos jogadores, eles precisam necessariamente ser restricted free agents, que explicamos aqui quem são. Também devem seguir a tabela abaixo:

    Idade do atleta no primeiro contratoMínimo de experiência profissional exigida
    18-20 anos4 anos de experiência profissional
    213 anos de experiência profissional
    21-232 anos de experiência profissional
    24+1 ano de experiência profissional

    A questão da experiência profissional é calculada da seguinte forma (também explicado aqui):

    • quando o jogador tem 18 ou 19 anos, ele precisa atuar em dez ou mais jogos da NHL em uma temporada;
    • quando o jogador tem 20 anos ou mais, ganha um ano de experiência jogando 10 ou mais jogos profissionais sob um contrato standard em uma temporada. Aqui também se encaixa o jogador que completa 20 anos entre 16 de Setembro e 31 de Dezembro.

    E como funciona?

    Quando o jogador é elegível para a arbitragem, ele tem o direito a uma audiência perante um árbitro independente. Nessa situação, tanto o atleta quanto o clube enviam suas pretensões salariais. O profissional, então, toma uma decisão. O contrato pode ter a duração de um ou dois anos, o que é decidido pelo clube. Uma vez decidido um valor, já se trata de um contrato oficial, a não ser que o valor passe de $4,084,219. Nesta situação, a equipe tem 48 horas para desistir do acordo e abrir mão dos direitos sobre o jogador. Como resultado, ele se transforma em um unrestricted free agent.

    Ocorre que, a partir do momento que a situação chega no ponto da audiência, o relacionamento entre clube e jogador pode estar tão comprometido ao ponto de ser irreparável. Na audiência, geralmente o time basicamente lista os porquês de não acreditar que o atleta vale o dinheiro que está pedindo. Além disso, a incerteza de um valor complica o planejamento interno do clube, que tem um teto salarial na temporada e deve cumpri-lo. Entretanto, na maioria dos casos, a discussão salarial não chega na audiência arbitral. As duas partes chegam em um acordo antes de ela ser necessária.

    Casos recentes que envolveram arbitragem

    Na última off-season, William Karlsson, center de Vegas, entrou com o pedido de arbitragem salarial. O caso do sueco é peculiar. Ele foi de um jogador bottom six e dispensável em Columbus (a equipe de Ohio abriu mão do jogador no draft de expansão) para a primeira linha dos Golden Knights. Por ter mais minutos no gelo e companheiros de linha com habilidades melhores, a sua produção superou todas as expectativas possíveis. Sendo assim, chegou à marca de 43 gols. Neste caso, felizmente, clube e atleta chegaram em um acordo antes da necessidade de uma audiência.

    Por outro lado, o Ottawa Senators não conseguiu chegar a um acordo com Cody Ceci e Mark Stone antes das datas das audiências. A questão do desgaste entre clube e atleta ficou clara no caso de Stone. O jogador, por fim, foi trocado para Vegas na trade deadline e assinou sua extensão com a equipe de Nevada. Ceci, por sua vez, continua sendo RFA e tendo direito à arbitragem salarial mais uma vez, e o seu futuro ainda é incerto.