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  • Como funciona a realocação dos times?

    Como funciona a realocação dos times?

    Talvez o time que você torça já tenha mudado de cidade. Na NHL, é possível que um time mude de cidade e seja, portanto, realocado. Ou franquias/ times podem, simplesmente, parar de existir. Porém, quais os motivos por trás de tais mudanças? Explicamos, a seguir, todo o processo de realocação e os times defuntos da liga.

    Como funciona o processo de realocação

    Mapa com times relocados/extintos e
    Mapa com times realocados/extintos em destaque. Foto: Wikipedia/Reprodução

    Primeiramente, o órgão governante da NHL (denominado Conselho de Governadores) é responsável por estabelecer as políticas do campeonato e também por defender sua constituição.

    Além disso, é esse o órgão que analisa e aprova as realocações. Cada equipe nomeia um indivíduo para representar sua equipe. Em seguida, uma votação majoritária é necessária para efetuar a realocação de um time ou franquia.

    Para que um time seja considerado de fato realocado, é necessário que ele esteja fora de sua cidade originária. E que esteja a 50 milhas dos limites corporativos da cidade.

    A realocação

    A partir de 1967, houve um intenso fluxo de realocações. Seja por conta de pouco retorno financeiro das franquias, ou por uma pequena fan base interessada no esporte, remover um time de sua cidade original se tornou uma opção viável ao invés de continuar mantendo um mercado com dificuldades.

    Goleiro do California Golden Seals, time que passou por diversas relocações até virar o Dallas Stars. Foto: Bruce Bennett/Getty Images

    Como por exemplo, é o caso dos California Golden Seals (1967-1976). O time da Califórnia teve sua realocação para Cleveland, virando o Cleveland Barons. Os dois times eram considerados fracos e duraram somente dois anos, de 1976 a 1978. Em 1978 se juntaram ao já existente Minnesota North Stars. O North Stars, diferente dos Barons, tinham um sucesso moderado nos playoffs, inclusive chegaram a duas finais nos anos 1980 e 1990.

    Contudo, com pouco apoio de grandes empresas e empresários, e a participação dos fãs nos jogos diminuindo gradativamente, a ideia de a franquia ser realocada foi crescendo. Além disso, nos anos 1990 a NHL estava interessada em expandir a liga mais uma vez.

    Enfim a solução encontrada foi mover o time de Minnesota para o Texas. Em busca de melhores condições, a franquia se instalou em Dallas. Parece ter dado certo, pois a franquia mantém-se até a hoje e ainda ganharam a Stanley Cup em 1999. Curioso notar que a única semelhança entre o time original e o time atual são as cores verde e amarelo.

    Dallas Stars ganhando a cup em 1999
    Apenas seis anos depois de terem sido realocados para Dallas, no Texas, o time ganhou a Stanley Cup em 1999. Foto: Reprodução/NHL.com

    Nomes iguais, franquias diferentes

    A história de uma franquia inclui os feitos conquistados em diferentes cidades. Para que os atuais Ottawa Senators e Winnipeg Jets pudessem usar o nome do time e o logos, ele tiveram que obter a permissão do Conselho de Governadores. Por exemplo, o Kansas City Scouts, o Colorado Rockies e o New Jersey Devils são uma franquia. Do mesmo modo que o Hartford Whalers, time que existiu até 1997, e depois virou o Carolina Hurricanes também são uma franquia.

    O logo do primeiro Ottawa Senators, de 1883. Ao lado, o Ottawa Senators conhecido hoje. Apesar de possuírem o mesmo nome, a história do primeiro time não pode ser misturada com a história do time atual.

    A primeira franquia de hockey chamada Ottawa Senators existiu de 1883 a 1954, passando por uma realocação (em 1934, virariam o St. Louis Eagles). No entanto, não partilham sua história com o atual Ottawa Senators, time fundado em 1992. Diferente do time de 1992, o Ottawa Senators de 1883 possuía 11 Stanley Cups, porém foi realocado e eventualmente extinto em 1954.

    Após 54 anos, por esforços de um investidor de Ottawa em conjunto com outros interessados em trazer um time de hockey canadense para a NHL, o Ottawa Senators atual foi criado.

    Os casos de Winnipeg Jets e Arizona Coyotes

    Winnipeg Jets de 1972 e Winnipeg Jets de 2011. Apesar do mesmo nome e mesma localidade, os dois times não possuem a mesma história.

    À primeira vista, é possível achar que o Winnipeg Jets atual é o mesmo de 1972, já que ambos os times são canadenses que compartilham o mesmo nome. Porém, essa é a única semelhança entre os dois.

    Embora possuíssem uma fan base leal, os Jets sempre tiveram um mercado pequeno. Consequentemente, acabaram sofrendo em especial com as dívidas financeiras. Enfim, em busca de melhores condições financeiras, o time foi vendido em 1996 e foi renomeado. Então, foram realocados para o Arizona e passaram a ser chamados de Arizona Coyotes.

    Atualmente, o Winnipeg Jets de 1972 é o Arizona Coyotes, enquanto o Winnipeg Jets de hoje derivou de uma realocação do time Atlanta Trashers.

    Já os Jets de hoje derivaram do Atlanta Trashers, time da cidade da Geórgia. Considerado um time fraco, os Trashers nunca ganharam um jogo de playoff em seus 12 anos de existência. Logo, possuíam dificuldades em atrair os cidadãos para os jogos.

    A franquia foi vendida para investidores de Winnipeg. Eles duraram como Atlanta Trashers de 1999 até 2011, tornando assim, a franquia mais recente a ter sido renomeada e realocada.

    Como fica a história dos times?

    Portanto, os Jets atual compartilham a história dos Trashers. E o Arizona Coyotes compartilha a história dos Jets de 1972. Em hipótese, se o primeiro Jets e os Trashers tivessem ganhado uma cup enquanto ainda estavam em suas cidades antigas, essas cups contariam na história do atual Yotes e Jets, respectivamente.

    Outro caso parecido é o do Quebec Nordiques, time também realocado, que em 1995 viraria o Colorado Avalanche. Assim como o Dallas Stars, o resultado foi bom. Colorado ganhou a cup do ano em que se fixaram em Denver, a de 1995-1996, e a segunda em 2000-2001.

    Mesmo que a realocação seja um modo de não extinguir uma franquia de vez, vale a pena ressaltar que ela não é uma solução definitiva ou mágica para os problema financeiros.

    É possível ver, nos dias de hoje, o Arizona Coyotes com fortes problemas de público nos jogos e problemas financeiros. Também vale ressaltar que eles não vão para os playoffs desde 2012.

    Os times extintos

    Ao longo da história da liga, os motivos pelos quais os times foram extintos foram diversos. Entretanto, assim como as realocações, todos eles tinham um denominador comum financeiro.

    Montreal Wanderers em 1915. Foto: Reprodução/Hockeygods.com

    O Montreal Wanderers (1917-1918), campeão de quatro Stanley Cups, foi o primeiro time a ser extinto. O motivo seria a falta de jogadores por conta da Primeira Guerra Mundial. Outro time canadense, o Hamilton Tigers, também acabou devido à greve de jogadores.

    Time de Nova Iorque, o Brooklyn Americans acabaram por problemas financeiros. Foto: Reprodução/Neil Best

    Similarmente aos Wanderers, o Brooklyn Americans (1925-1948) sofreu com problemas financeiros e também com a falta de jogadores devido à Segunda Guerra Mundial.

    Por outro lado, Philadelphia Quakers (1930-1931), St. Louis Eagles (1934-1935) e Montreal Maroons (1924-1948) foram dissolvidos por conta de problemas financeiros oriundos da Grande Depressão. Sendo que, antes de acabar, o Quakers tinha sido realocado de Pittsburgh (antes conhecidos como Pittsburgh Pirates, franquia que durou de 1925 a 1930) pelos mesmos problemas financeiros. Já os Eagles eram antes conhecidos como Ottawa Senators (1917-1934).

    No site puckreport.com é possível ver em detalhes a lista de todos os times realocados.

  • Cinco momentos inesquecíveis na história da Stanley Cup Final

    Cinco momentos inesquecíveis na história da Stanley Cup Final

    É senso comum para todo o fã e jogador de hockey que, em playoffs da NHL, vale tudo. Os times mudam, os jogadores também. É, basicamente, uma nova equipe. Porém, se passamos a falar de Stanley Cup Finals, a competição atinge um outro nível. As coisas ficam intensas entre os dois times que precisam disputar arduamente pela taça em sete jogos. Junto de tanta competição, vem também os melhores momentos e jogos que o torcedor espera ver durante toda a regular season. Por isso, o NHeLas resolveu trazer os cinco momentos mais inesquecíveis na história das finais da Stanley Cup.

    Stanley Cup Final 1928, Jogo 2 – New York Rangers vs Montreal Maroons

    Sendo sua primeira aparição na história das Finais da Stanley Cup, a última coisa que os Rangers pretendiam era desapontar seus fãs. O time havia perdido o primeiro jogo da série para os Maroons. Porém, apesar dos imprevistos, a equipe de New York fez o possível e impossível para ficar à frente no placar no jogo 2. Inclusive, escalar o próprio técnico para defender suas redes. 

    O goleiro regular dos Rangers, Lorne Chabot, acabou sofrendo uma concussão em seu olho. Esta durante um lance, ainda no segundo período do jogo. Apesar de terem dois goleiros reservas para assumir o papel, os Maroons se negaram a aceitar que qualquer um destes assumisse a posição. Portanto, sem maiores alternativas, o técnico da equipe, Lester Patrick, tomou a responsabilidade (e as luvas) e assumiu a goleira do time. Atuou pelo restante dos últimos períodos. Com seus incansáveis esforços, e palavras de incentivo, o time conseguiu uma vitória de 2 a 1, em OT, no time do Canadá. Seguidamente, o time de New York acabou levando a taça. Esta foi a segunda a ser levantada por um time estadunidense. A primeira havia sido pelo Seattle Metropolitans, em 1917. 

    Chabot acabou se tornando um dos jogadores mais velhos a disputar uma Stanley Cup Final, com 44 anos de idade. No entanto, mais tarde, perderia o posto para Chris Chelios, em 2008, que tinha 46 anos. 

    Red Wings entregam a taça para Vladimir Konstantinov, 1998

    Esta talvez seja uma das histórias mais emocionantes que poderiam acontecer em uma Stanley Cup Final. Em 1997, após eliminarem o Philadelphia Flyers em quatro jogos, o Detroit Red Wings levantou sua oitava taça. Porém, aqueles que deveriam ser dias de pura comemoração, acabaram se tornando em tragédia.

    O defensor do time, Vladimir Konstantinov, se envolveu em um acidente gravissímo, que resultou no final trágico de sua carreira. O carro em que o jogador estava acabou colidindo, causando a este lesões severas no cérebro. Por conseqüência, passou o restante de sua vida em uma cadeira de rodas. 

    Na temporada de 1998, os jogadores do Red Wings dedicaram a maior parte dos jogos ao seu teammate. No entanto, mais ainda, eles fizeram da tragédia uma motivação para chegar às finais e ganhar a segunda taça seguida por Konstantinov. E conseguiram. 

    O time de Detroit venceu o Washington Capitals em quatro jogos. Sendo este último na casa dos Capitals, levantando a Lord Stanley pela nona vez. Porém, sabendo que Vladimir estava na arena, os jogadores dos Red Wings chamaram o defensor ao rinque para levantar a taça junto dele. Isso por que, apesar dos pesares, ele merecia a vitória tanto quando a atual equipe de Detroit. 

    Não havia um olho sem lágrimas enquanto o russo levantava a taça. Mais uma prova de que o hockey é muito mais do que um simples esporte. 

    Bob Baun marca o gol da vitória com perna quebrada, em 1964

    Baun não era conhecido por ser o goleador do Toronto Maple Leafs. Porém, foi com sua ajuda que a equipe conquistou seu 12º campeonato na NHL. Tal defensor marcou um dos gols mais memoráveis da história da Stanley Cup, no jogo 6. 

    Depois de uma grave entrada, Bob precisou ser retirado do rinque em uma maca, devido a situação da lesão. O resultado da colisão foi uma perna quebrada para o jogador e, aparentemente, o fim da temporada para este. 

    No entanto, por algum motivo, Baun acabou voltando para o jogo, quando este já estava em overtime. Em uma jogada incrível, e com muito esforço, o camisa 21 dos Leafs acabou marcando o gol da vitória do time. Assim, o Toronto insistiu com um jogo 7 e ganhou mais uma chance de ganhar a taça. O que acabou por acontecer, já que os Maple Leafs acabaram derrotando o Detroit Red Wings no jogo 7. Desta forma, o time levantou a sua décima segunda Stanley Cup. 

    Bob marcou apenas 37 gols em 964 jogos em sua carreira na NHL. No entanto, foi esse famoso gol, e sua insistência durante o jogo, disputando com uma lesão, que fizeram com que ele tivesse para sempre seu nome marcado na história do hockey.

    O primeiro campeonato do Dallas Stars, em 1999

    O Dallas demorou algum tempo para se estabelecer como um dos melhores times da NHL. Porém, anos como o de 1999, mostram o quanto essas palavras não poderiam ser mais verdadeiras. 

    Aquela seria a terceira aparição do Dallas em uma Stanley Cup Final. O time, que tinha como adversário o Buffalo Sabres, apareceu somente em duas. Apesar de o Dallas ter feito uma ótima campanha até as finais, o fato que ficou marcado na história do jogo final foi o controverso gol do Dallas em OT. 

    O jogo, no entanto, em si, foi completamente intenso. Ambos os times fizeram cada um apenas um gol. Assim, levando o jogo para aqueles que foram um dos maiores OTs da história de uma Stanley Cup Final. O jogo teve nada mais, nada menos, do que três OTs. Depois de cinco jogos intensos, os dois times estavam jogando os períodos finais da partida completamente esgotados. Nenhum puck passava por nenhum dos dois goleiros. Até que um lance de Brett Hull acabou dando sorte ao Dallas. 

    Aos 14:51 do terceiro OT, Hull, através de um rebote do goleiro dos Sabres, colocou o puck no fundo da rede. Porém, muitos fãs dos Sabres reclamaram impedimento, já que os skates de Brett estavam à frente da linha, antes mesmo de o puck chegar. No entanto, o gol foi considerado pela arbitragem. Finalmente, após aquilo que foi uma das melhores (e mais cansativas) campanhas já feitas, o Dallas Stars acabou levantando sua primeira taça, na casa do Buffalo Sabres. Apesar das controvérsias, foi um gol memorável para uma temporada mais memorável ainda. 

    Desta forma, o jogo entra para a história como a partida de maior duração em um jogo decisivo de Stanley Cup Final, e o segundo maior entre todos os jogos da final.

    A temporada histórica do St. Louis Blues em 2019 e seu amuleto da sorte, Laila Anderson

    Sendo fã ou não do time, é necessário reconhecer que o St. Louis percorreu um vasto caminho até a chegar à final da Stanley Cup. Do último lugar na temporada regular à conquista de seu primeiro campeonato. O time, certamente, é um exemplo de superação. Outro exemplo de superação é Laila Anderson.

    Laila é, com toda certeza, uma das maiores torcedoras do St. Louis Blues. Com apenas 11 anos, a garotinha já enfrentou mais batalhas que podemos imaginar. Ela possui HLH, uma doença rara e não imune. Vivendo entre sua casa e corredores de hospital, Laila encontrou no St. Louis um motivo a mais para continuar lutando. Mesmo quando os Blues estavam fazendo sua pior campanha na temporada, esta continuou torcendo fielmente pelo time, e acreditando em seu potencial para trazer sua primeira Stanley Cup para casa. 

    A menina acabou se tornando o amuleto da sorte do time, e acompanhou grande parte dos jogos do time na final dentro das arenas. E os Blues acabaram levando seu primeiro campeonato, sobre o Boston Bruins. Assim como os demais jogadores, Laila também foi chamada ao rinque, para levantar a taça que era tão dela quanto deles. O time inteiro admira e reconhece a força de Laila, levando sua jornada e batalhas como inspiração. Eles acabaram a adotando como uma parte do time.

     

    Mais um exemplo sobre como o hockey pode ser bem mais que apenas um esporte na maior parte das vezes. 

    E vocês, quais são seus momentos preferidos das finais da Stanley Cup? Conta para nós nos comentários!

    Foto: Reprodução/washingtonpost.com

  • Melhores momentos na história da NHL

    Melhores momentos na história da NHL

    Que a NHL é cheia de momentos históricos todo mundo sabe. Alguns são inusitados; já outros são emocionantes, como recentemente o da menina Laila, fã do atual campeão St. Louis Blues. São tantos momentos que dá até para se perder. Por isso, nós do NHeLas decidimos fazer uma pequena seleção de alguns desses momentos.

    Ace Bailey, o primeiro jogo beneficente

    No dia 12 de dezembro de 1933, Ace Bailey, jogador do Toronto Maple Leafs, viu a sua carreira acabar após sofrer um hit violento de Eddie Shore, jogador do Boston Bruins. Bailey bateu a cabeça no gelo e fraturou o crânio, chegando a convulsionar no local. O jogador, então, foi submetido a várias cirurgias, onde os médicos faziam o possível para salvar a sua vida. Após acordar do coma e com a certeza de que Ace ficaria bem, a liga tomou as providências e penalizou Shore devidamente. No entanto, Ace não poderia jogar hockey nunca mais. Com isso, o time decidiu então fazer um jogo beneficente para arrecadar dinheiro para o jogador.

    O jogo, que aconteceu no dia 14 de fevereiro de 1934, conseguiu arrecadar quase 21 mil dólares e o time de Boston doou mais 6 mil dólares para o jogador. No final do evento, o então proprietário dos Leafs, Conn Smythe, aposentou o número de Bailey. Assim tornando Bailey o primeiro jogador a ter seu número aposentado por uma equipe na história da NHL. Mas o ponto alto da noite foi a icônica foto de Bailey e Shore apertando as mãos antes da partida. A partida é considerada o primeiro jogo all-stars apesar de o evento só ter se tornado anual 13 anos depois.

    Primeira transmissão de um jogo na TV canadense

    Quando a liga foi criada em 1917, os fãs de hockey só podiam ver os jogos ao vivo. Até que em 1923 os jogos passaram a ser transmitidos também pela rádio. Somente anos depois que os fãs enfim iriam poder assistir os jogos do conforto de sua casa. Isso porque no dia 11 de outubro de 1952, os times Montreal Canadiens e Detroit Red Wings jogaram a primeira partida televisionada no Canadá. Canadiens ganhou do Red Wings por 2-1 e assim os times entraram para história do hockey. 

    Willie O’Ree, o primeiro jogador negro na NHL

    Apesar de hoje em dia já ter jogadores negros na liga, isso só foi possível porque, em 18 de janeiro de 1958, o canadense Willie O’Ree fazia a sua estreia pelo Boston Bruins. O’Ree jogava em uma liga menor quando um jogador do Bruins se lesionou, deixando o time com um jogador a menos. Assim Willie, que na época estava cego de um olho devido a um puck no rosto dois anos antes, omitiu a sua lesão e fez a sua estreia na liga. Em 2018 foi nomeado para o Hockey Hall of Fame na categoria Builders.

    Primeiro goleiro a marcar um gol

    Apesar de muitos goleiros já terem tentado marcar um gol, o primeiro goleiro a ter seu nome creditado a um gol foi por acidente. Foi em 1979, numa partida entre New York Islanders e Colorado Rockies. Billy Smith, goleiro dos Islanders, ao impedir que um jogador adversário marcasse um gol, bateu no puck. Por não ter nenhum goleiro na rede dos Rockies, acabou marcando um gol por “acidente”. Como Smith foi o último jogador do Islanders a tocar no puck, o gol foi creditado a ele.

    Mr. Hockey retorna para jogo all-stars

    Após ter se aposentado da NHL em 1971 e jogado alguns anos pelo WHA com seus dois filhos, Gordie Howe retornou a NHL para a temporada 1979-80, quando jogou pelo time Hartford Whalers (atualmente Carolina Hurricanes). Na mesma temporada, Howe foi chamado para participar dos jogos all-stars que, naquele ano, seria na cidade de Detroit. Ao ser anunciado nas apresentações pré-jogo, Gordie teve uma grande surpresa ao ser aplaudido de pé durante dois minutos. Foi necessário que o jogador saísse do gelo para que o público se acalmasse. Mas essa não foi a única vez, durante a partida o jogador foi ovacionado diversas vezes pelo público.

    Evento inédito na Filadélfia

    Em 1993, Mario Lemieux foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin. Com isso, o jogador precisou fazer tratamento e consequentemente perdeu alguns jogos. Mas isso não parou Lemieux completamente. Após terminar sua última sessão de radiação, o canadense voou para a Filadélfia para participar de uma partida contra o Philadelphia Flyers. Para a surpresa de todos, ao entrar no gelo, o capitão do Pittsburgh Penguins foi aplaudido de pé pelos fãs da equipe rival. Um evento inédito já que os torcedores dos Flyers são conhecidos por serem mais duros e ter uma grande rivalidade contra os Penguins.

    Aposentadoria de Wayne Gretzky

    No dia 18 de abril de 1999, Wayne Gretzky estava jogando a última partida de sua carreira antes da aposentadoria. Apesar de não ter marcado tantos gols como de costume, Gretzky, em sua última temporada, ainda conseguiu quebrar o recorde que até então era de Gordie Howe. Numa partida entre New York Rangers e Pittsburgh Penguins, a NHL quebrou o protocolo e cantou o hino do Canadá e do EUA. Com isso, Wayne teve uma pequena homenagem. Bryan Adams, ao cantar o hino do Canadá, mudou a letra de “O Canada, we stand on guard for thee”. Cantou: “We’re going to miss you, Wayne Gretzky”. John Amirante, ao cantar o hino dos EUA, mudou a letra para incluir a frase “in the land of Wayne Gretzky”. Em sua última partida, Gretzky marcou uma assistência, assim ajudando no único gol que seu time marcou na noite.

    Foto: Reprodução / nhl.com

  • Seis jogadores que trocaram o número de sua jersey

    Seis jogadores que trocaram o número de sua jersey

    Quando William Nylander entrar no Air Canada Center em outubro com os Leafs, será com um novo, porém familiar, número em sua jersey. O center anunciou em suas redes sociais que, ao invés do número 29, passará a usar o 88 na próxima temporada.

    Porém, para os fãs que possuem a camisa com o antigo numeral, o jogador pensou em uma solução. Irá cobrir a conta de todos aqueles que resolverem trocar o número 29 pelo 88. Desta maneira, até Dezembro de 2019, os torcedores dos Leafs poderão trocar de graça o número de suas jerseys. Cortesia do center

    No entanto, não é a primeira vez que Nylander troca o número de sua jersey no Maple Leafs. Na sua primeira temporada pela equipe canadense, o jogador de origem sueca costumava usar o 39. Porém, no ano seguinte, decidiu trocar para o número 29. Este que usou até a troca no início da semana. 

    Certamente o jogador não é o primeiro a trocar seu número mais de uma vez pelo mesmo time. O NHeLas, então, resolveu trazer quais jogadores que já trocaram o número da jersey mais de uma vez, jogando pelo mesmo time. 

    Jack Eichel

    Eichel foi draftado no ano de 2015, pelo Buffalo Sabres. Quando começou sua carreira no time, costumava jogar com a camisa número 15. Posteriormente, com a ida de seu teammate, Evander Kane, para os Sharks, Jack teve carta branca para trocar o número de sua jersey para 9. 

    O motivo foi que o número tem história para o jogador. Antes de entrar na NHL, ele costumava jogar com a camisa 9 pela Universidade de Boston e ligas inferiores antes da universidade. 

    Maurice “Rocket” Richard

    Richard, com certeza, tem seu nome marcado na história do hockey. Foi certamente a razão de muitos fãs do esporte adquirirem a camisa número 9. Quando começou a jogar no Montreal Canadiens, em 1942, o right-wing costumava usar o número 15. Porém, com o nascimento de sua filha, Maurice resolveu fazer a troca para o novo número. 

    O motivo? A menina nasceu com nine pounds (equivalente a 4kg). Por isso, em sua homenagem, ele optou por trocar o número de sua jersey. 

    Gordie Howe

    Mr. Gordie Howe também marcou seu nome no esporte. Quando começou a jogar pelo Detroit Red Wings, em 1946, o jogador costumava usar o número 17. Na temporada seguinte com o clube, lhe foi oferecida a jersey número 9. Ele aceitou de muito bom grado. 

    No entanto, não existe nenhuma razão sentimental por trás do porquê. Em uma entrevista com Wayne Gretzky, em 2014, Mr. Hockey admitiu que fez a troca para ter “boas noites de sono”:

    “Muitas pessoas podem não saber que meu primeiro número com os Red Wings era o número 17, até o início da minha primeira temporada. O nº 9 ficou disponível e foi oferecido a mim. Nós costumávamos viajar de trem naquela época, e caras com números mais altos tinham o beliche superior no vagão-cama. O nº 9 significava que eu tinha uma posição mais baixa no trem, o que era muito melhor do que engatinhar na cama de cima.”

    John Davidson

    Davidson foi um goleiro que atuou pelo New York Rangers. No início de sua carreira, costumava usar o número 30. No entanto, em 1977 trocou a numeração para 00. Ele queria este pois era um número mais baixo, e combinava com goleiros. 

    Ironicamente, com a jersey 00, o goleiro apenas defendeu um shout-out. 

    Ray Bourque

    Bourque começou sua longa carreira em 1980, pelo Boston Bruins. Desde então, foi designado a ele o número 7. Este também pertenceu a outra lenda do clube, Phil Esposito. No entanto, em 1987, os Bruins resolveram aposentar o número 7 em homenagem a Esposito (na cerimônia, foi Bourque quem entregou a camisa 7 para o ídolo do time). Desta forma, Ray passou depois a usar o número 77 pelo Boston. 

    Bobby Orr

    Quando Orr se juntou ao Bruins, tinha a intenção de usar o número 2 (número que usou quando jogava no juniors). Porém, os Bruins destinaram a ele a camisa 27. No entanto, quando outro jogador do time foi cortado da equipe, Bob optou por usar o número 4. Este seria o mais perto que chegaria do número que desejava. 

    O curioso é que, após sua aposentadoria, o número 4 virou legendário na equipe. 

    Vocês conhecem algum outro jogador que tenha trocado o número da sua jersey? Comenta na nossa caixa de comentários para sabermos também!

    Foto: Reprodução/editorinleaf.com

  • As 5 maiores rivalidades da NHL

    As 5 maiores rivalidades da NHL

    O hockey talvez seja um dos esportes mais interessantes do mundo devido a toda sua dinâmica. Com isso, vem as rivalidades entre os times. São elas que trazem intensidade ao esporte. Portanto, rivalidades nascem seja por pertencerem ao mesmo estado, por algum motivo chave, ou até mesmo pelo simples fato de se odiarem. Desde luvas no chão à sangue no rink e muitos socos e palavras mal intencionadas, as rixas entre os times da NHL assumem um outro nível de competição. Por isso, o NHeLas resolveu trazer hoje as cinco maiores rivalidades que já existiram na história da Liga.  

    Colorado Avalanche vs Detroit Red Wings

    Esta é, com certeza, uma das mais sangrentas rivalidades que já existiram na NHL. Tal rixa foi solidificada devido a uma das maiores brigas já existentes na história da liga, protagonizada pelas duas equipes citadas. A briga, portanto, foi apelidada de “Brawl in Hockey Town”, por ter sido em Detroit. Porém, também ficou conhecida como “Bloody Wednesday”, devido ao fato de vários jogadores saírem do rinque sangrando. 

    A rivalidade teve seu start nos playoffs de 1996 da Stanley Cup, durante a Final da Conferência Oeste. Eventualmente, em algum momento do jogo, Claude Lemieux, jogador do Avalanche, acertou em cheio o Red Wing Kris Draper nas paredes do rinque. Draper, no entanto, acabou por bater o rosto no vidro, o que resultou na aquisição de ferimentos gravíssimos. Por conseguinte, o rancor entre as equipes foi estabelecido e a rivalidade formada. Porém, uma das maiores brigas que os torcedores da NHL viriam a presenciar aconteceria um ano depois.

    Inegavelmente, o time de Detroit não conseguiu esquecer do episódio envolvendo Draper. Por isso, o último jogo da temporada regular, disputado entre as duas equipes, começou com grande tensão no ar. Tudo desencadeou devido a uma briga entre Igor Larionov e Peter Forsberg, que os árbitros não tiveram dificuldade para controlar. No entanto, quando Darren McCarty tirou as luvas e partiu para cima de Lemieux, o caos se instalou no The Joe. A briga envolveu quase todos os jogadores que estavam no rinque. Quando os árbitros chegaram a controlar o conflito, precisaram tirar o sangue espalhado pela pista. Posteriormente, após a aposentadoria, Kris Draper chegou a escrever um artigo para os “The Players Tribune”, que retrata o quanto a rivalidade teve impacto no sucesso do Detroit. 

    “The Brawl in Hockeytown”, protagonizada pelos Red Wings e Avalanche.

    A rivalidade entre os dois times nasceu do jeito Old School de se jogar hockey. As equipes se tornaram rivais pelo nível de competição que carregavam a cada jogo disputado. Talvez não seja a primeira rivalidade que vem à cabeça do torcedor, mas, com certeza, é uma das que mais agracia a NHL. 

    New York Islanders vs New York Rangers

    Rivalidades entre times de um mesmo país são conhecidas por serem calorosas. Porém, quando esta se instala em equipes que habitam a mesma cidade, a competição assume outro nível. 

    Chamada de “Batalha de Nova York”, a rivalidade entre New York Islanders e New York Rangers teve seu início em 1972. Coincidentemente, o mesmo ano em que os Isles passaram a compor a liga. Por ser o único time da liga a reinar em New York, os Rangers costumavam ser o pride and joy da cidade. Porém, a adição de um novo time, instalado não tão longe do Garden, fez a rivalidade nascer.

    Desde a primeira vez que se encontraram nos playoffs, as equipes tiveram seus caminhos cruzados na pós-temporada apenas cinco vezes. Atualmente, os jogos competitivos ainda vivem quando ambas as equipes disputam. Os fãs, principalmente, preservam a rivalidade tanto quanto os jogadores. 

    Os Rangers, posteriormente, criaram o famoso apelido “Fish Sticks” para o rival. Isto porque os Islanders tinham na camisa, anteriormente, um logo que remetia a varas de pescar. Também inventaram uma cantiga, chamada “Potvin Sucks”. Esta surgiu devido a uma entrada que o Islander, Denis Potvin, realizou no Ranger Ulf Nilsson. Tal impacto acabou gerando um tornozelo quebrado para o center. Já os Islanders criaram um canto famoso entre a torcida: “If you know the Rangers suck”. Tal qual que é baseado na cantiga infantil, “If you’re happy and you know it”.

    A rivalidade já gerou várias brigas e casa lotada para os dois times. Todo o amante de hockey sabe que, sempre que Isles e Rangers se encontram, será um bom jogo.

    Montreal Canadiens vs Toronto Maple Leafs

    A rivalidade Canadiens – Leafs é uma das mais antigas da NHL. Esta surgiu no ano de 1917. Ela se origina devido a grande rivalidade entre as duas maiores cidades no Canadá. Tais quais são casas para os dois times. Assim, como o Canadá vive pelo hockey, é compreensível que os dois times que ajudaram a originar a liga se tornariam rivais. 

    Ambos já se encontraram 15 vezes nos playoffs desde suas origens. Entre estas, no entanto, cinco foram em Stanley Cup Finals, anteriormente a colocação destes na mesma divisão/conferência. 

    No entanto, apesar de terem na conta uma grande lista de brigas durante os jogos que disputam entre si, a rivalidade continua viva. Assim sendo, alguns episódios provam o ponto. Como quando o Maple Leaf, Mikhail Grabovski, durante uma briga, mordeu o Canadiens, Max Pacioretty, em 2013. O capítulo gerou grande repercussão em toda a liga, em relação a conduta de Grabovski. 

    Em certos momentos, alguns analistas tentam explanar qual o melhor time, fazendo uma análise de ambos durante a temporada. Isto tudo com o intuito de dar um fim à rivalidade. Porém, apesar do sucesso que as duas equipes adquiriram ao longo dos anos, rivalidades assim não desaparecem. Não quando estamos falando sobre o país do hockey. 

    Boston Bruins vs Montreal Canadiens

    A rivalidade entre os Bruins e Canadiens talvez seja a mais acalorada da liga. Esta vive até os dias atuais, desde que surgiu em 1924. Tais times foram os que mais se encontraram em jogos na NHL, principalmente playoffs. Foram 34 jogos entre as equipes na pós-temporada, ao longo de suas histórias. Assim, devido a tantos encontros, inevitavelmente seria impossível não existir uma rivalidade. Tal qual é extremamente feroz. As brigas  acontecem constantemente entre os jogadores, técnicos e torcidas. 

    No entanto, os dois times não tem nenhuma razão geográfica para a rixa, como Canadiens e Toronto. Mesmo assim, é extremamente complicado para as duas equipes ter uma relação amigável. E isto se dá porque ambas querem sempre ter vantagem uma sobre a outra. 

    Vários episódios, como a briga dos goleiros Price e Thomas em 2011, ou quando ambos os times soltaram as luvas no vestiário, em 1986, ressaltam o óbvio: os times não fazem questão de se darem bem. Não importa a situação, as duas equipes se odeiam. Os próprios jogadores já expressaram que não fazem questão que a rivalidade vá embora tão cedo. 

    Pittsburgh Penguins vs Philadelphia Flyers

    Assim como Rangers e Islanders, Pittsburgh e Philadelphia levam a rivalidade extremamente a sério. Nomeada de “Batalha da Pensilvânia”, ela surgiu em 1967, quando, coincidentemente, ambos os times passam a compor a liga devido a expansão. A partir do momento que os dois times entraram no rinque, eles sabiam que, com toda a certeza, dividiriam o estado com o inimigo. 

    Ambos já se encontraram seis vezes nos playoffs, com os Flyers tendo o maior número de jogos vencidos. No entanto, enquanto os Flyers lideram a rivalidade em número de vitórias, os Penguins ganham com o sucesso nos playoffs da Stanley Cup. Nos últimos dez anos, o time de Pittsburgh ganhou três Stanley Cups.

    Assim como os fãs, os próprios jogadores abastecem a rivalidade. Crosby declarou, em 2012, que: “Nós não gostamos um do outro. Você pode dissecar tudo o que quiser, mas o fato é que não gostamos um do outro. Ambas as equipes trazem muitas coisas ruins umas para as outras”. Porém, também inspirou inúmeras brigas entre jogadores no rinque (Sidney Crosby e Claude Giroux são campeões), sob os olhos curiosos de casas lotadas.

    Desta formada, com a paixão demasiada dos fãs da Pensilvânia pelos seus times, a rivalidade entre Pittsburgh e Filadélfia nunca morrerá.

    Foto: Reprodução/ftw.usatoday.com

  • Brasil conquista 11º lugar no hockey inline

    Brasil conquista 11º lugar no hockey inline

    Nesse mês de Julho está acontecendo a segunda edição do World Roller Games. Esta é a olimpíada dos esportes sobre patins e skateboarding, na cidade de Barcelona, Espanha. Esse ano, a competição contou com a participação de 1.044 jogadores de diferentes categorias somente no hockey. Ao todo foram mais de 4 mil atletas participando do torneio, dentre eles, o time brasileiro de hockey inline.

    Mas não foi só no hockey inline que o Brasil se destacou. Apenas na modalidade Downhill, o Brasil conquistou seis medalhas. O piloto Alexandre Cerri Machado conquistou duas medalhas de ouro. Alexandre venceu a categoria Street Luge Racing Senior Open ficando a frente de Ryan Farmer (EUA) e Walter Andre Werbinski Ribeiro (Brasil). Isso se deu apenas 24 horas depois de se colocar no topo da tabela no Street Luge Time Trial. Na categoria Skateboarding Racing Senior Women, por sua vez, a brasileira Vitória Mallmann Pacheco ficou em segundo lugar, atrás da americana Emily Pross. 

    Na patinação artística, as atletas Bruna Wurts, Sara Castillo e Bianca Ameixeiro se destacara. Elas entraram para o Top10 Mundial Livre Sênior. Ficando em 5º, 6º e 10º lugar, respectivamente, no ranking.  

    Hockey Inline

    Para quem não conhece, a modalidade inline é praticada utilizando o patins inline e, dentre as modalidades do hockey, é o que mais se aproxima do hockey no gelo. Entretanto, essa modalidade não é um esporte de contato, sendo permitido apenas um jogador por vez com o puck

    A seleção brasileira de hockey inline entrou com tudo no campeonato,  estreando com vitória de 3 a 2 contra a Grã Bretanha. Com gol de Gustavo Tecchio e Bruno Sano no primeiro período, e de Gabriel Bossi no segundo. Contra o Japão, o time fez bonito novamente, com uma vitória de 3 a 1. Contamos novamente com um gol de Sano e dois gols de Rafael Calhelha.

    Após uma derrota contra a seleção da Eslováquia por 6 a 0, a nossa seleção deu a volta por cima. Ganhamos de 5 a 4 contra a China Taipei. Por fim, com muito esforço e muita garra, a seleção brasileira conquistou o 11ª no ranking mundial, após uma vitória de 5 a 4 contra a Grã Bretanha.

    Foto: Reprodução / facebook.com/HockeyInlineCBHP

  • Um resumo do Free Agency

    Um resumo do Free Agency

    A Free Agency começou no dia 1º de julho. Desde então, os fãs de hockey puderam acompanhar grandes transações entre os times da NHL. Algumas trades foram surpresa, outras nem tanto; alguns contratos entry level foram assinados – como o de Kaapo Kakko e Jack Hughes. Por isso, o NHeLas resolveu fazer um resumo sobre os melhores acordos entre jogadores e equipes que tem acontecido na última semana. 

    ANAHEIM DUCKS

    O time de Anaheim assinou um acordo de um ano com o left wing, Andreas Martinsen. Este, que veio dp Rockford (AHL) de Chicago, concordou, por fim, em um contrato no valor de 750 mil dólares. 

    Também assinaram com o ex-goleiro dos Oilers, Anthony Stolarz. Este concordou em um contrato de dois anos com o time, no valor de 750 mil dólares. Outro a assinar com o time foi o defensor Jani Hakanpaa. O finlandês, que veio da liga finlandesa de hockey, assinou por uma temporada com o time. Desta forma, passa a receber anualmente um valor de 850 mil dólares. 

    Outros dois jogadores também vieram da AHL para integrar a equipe. Andrew Poturalski, ex-center do Charlotte Checkers, assinou um acordo de um ano com o time. Este no valor de 700 mil dólares. Blake Pietila, do Binghamton Devils, também concordou em um contrato de uma temporada com a equipe. Porém, no valor de 750 mil dólares. 

    Seguidamente, o time também assinou com Michael Del Zotto. O defensor chegou ao acordo de uma temporada com o time. Desta forma, o jogador irá receber um salário anual de 750 mil dólares. Outros jogadores, como Chase de Leo e Justin Kloos, também entraram em acordo com o Anaheim. Ambos tem contratos de um ano. De Leo assinou por um cap hit de 750 mil dólares. Já Kloos, no entanto, chegou a um acordo de 700 mil dólares. Por fim, Chris Wideman também assinou com a equipe. Tal acordo é de uma temporada pelo time, também no valor de 700 mil dólares.

    ARIZONA COYOTES

    Os Yotes acertaram um acordo com seu first round pick no Draft deste ano, Victor Soderstrom. Desta forma, o defensor sueco assina um contrato de três anos com o time de Arizona. O valor será de 925 mil dólares por temporada. O time de Arizona também assinou acordos com dois jogadores do seu afiliado na AHL, Tucson Roadrunners. Michael Bunting e Hudson Fasching concordaram em ficar por duas temporadas no time, com um salário anual de 737,500 mil dólares. Dysin Mayo, também dos Roadrunners, assinou com o time, idem aos colegas. No entanto, Mayo chegou ao acordo de apenas uma temporada pelo time, esta com um salário anual de 715 mil dólares.

    Andy Miele, Aaron Ness também assinaram com a equipe. Ambos em contrato de dois anos, com valor anual de 725 mil dólares. Por último, assinaram seguidamente com Lawson Crouse um contrato de três temporadas. Este, no entanto, no valor de 1,533,333 milhões de dólares anuais. 

    BOSTON BRUINS

    O Boston assinou uma extensão de contrato com seu forward, Danton Heinen. Este concordou em mais duas temporadas no time de Massachusetts. Assim, com um cap hit de 2.8 milhões de dólares.

    Os Bruins também assinaram com Peter Cehlarik, que jogava pelo afiliado do time na AHL, o Providence. Cehlarik, portanto, concordou em um contrato de um ano, com cap hit de 700 mil dólares. 

    O time também chegou a um acordo com o russo, Pavel Sheen, de três temporadas pela equipe. Desta forma, o jogador recebe um salário anual 809,167 mil dólares.

    BUFFALO SABRES

    Em uma trade com o Chicago Blackhawks, os Sabres adquiriram o defensor Henri Jokiharju. O time assinou também com Marcus Johansson, ex forward do Bruins. O jogador concordou em passar duas temporadas com a equipe. Desta forma, irá ter um AAV anual de 4.5 milhões de dólares. Outro a assinar com o time foi Zemgus Girgensons. Este ficará por mais uma temporada no time, com um cap hit de 1.6 milhões de dólares. C.J. Smith também assinou um contrato de dois anos no valor anual de 700 mil dólares. 

    Os Sabres também assinaram com Evan Rodrigues. Assim, em um acordo de uma temporada pelo clube, o forward terá um AAV de 2 milhões de dólares. Selecionado pelo Buffalo no primeiro round do Draft 2019, Dylan Cozens também chegou a um acordo com o time. Desta forma, num contrato de três anos com o time, o jogador, por fim, terá um salário anual de 925 mil dólares.

    CALGARY FLAMES

    Os Flames assinaram com um ex jogador do Milwaukee Admirals, da AHL. O forward concordou em um contrato de um ano pelo time. Desta forma, receberá um salário anual no valor de 700 mil dólares. 

    O time também chegou a um acordo com Sam Bennet. Atual jogador do time, o forward assinou um contrato para disputar duas temporadas com a equipe. Desta forma, anualmente, Bennet passa a receber 2,550 milhões de dólares anuais. Seguidamente, em uma trade com os Oilers, o Calgary também adquiriu Milan Lucic (Desta maneira, James Neal vai para o Edmonton). Juntamente do jogador, o time também recebe um third round pick no Draft de 2020.

    CAROLINA HURRICANES

    Além de cobrir oficialmente a offer sheet do Montreal Canadiens em Sebastian Aho, os Cannes assinaram com o defensor Alex Lintuniemi. Este, que jogava pelo Ontario Reign, concordou finalmente em um contrato de um ano no valor de 700 mil dólares.

    Assinaram também com Brian Gibbons, ex jogador do Senators, por uma temporada. Assim, o jogador irá ganhar, 725 mil dólares. Também reassinaram com Ryan Lomberg e Rinat Valiev, ambos com contratos de um ano. Desta forma, os jogadores passam a receber, anualmente, cerca de 700 mil dólares.

    CHICAGO BLACKHAWKS

    Os Blackhawks acabaram por adquirir o forward Alexander Nylander, em uma trade com o Buffalo Sabres. Por último, o time também assinou com seu first round pick no Draft 2019, Kirby Dach. Este, que foi o 3rd overall, concordou em um contrato de três anos. Assim, o rookie ganhará, anualmente, 925 mil dólares.

    Em outra trade, agora com o Ottawa Senators, o time também adquiriu Zach Smith. O contrato de Smith foi assinado para que ele disputasse duas temporadas pelo Chicago. Desta forma, o jogador passa a ter um AAV de 3,250 milhões de dólares.

    COLORADO AVALANCHE

    O Colorado tirou a sorte grande na trade com o Toronto. Além disso, também fez uma bela jogada ao assinar uma extensão de contrato com seu técnico, Jared Bednar, por mais duas temporadas. Uma vitória para o Avalanche, já que Bednar foi peça essencial no avanço do time nos playoffs

    O time também assinou uma extensão de contrato com defensor do time, Ryan Graves, por mais um ano. Desta forma, o jogador ganhará 735 mil dólares. Outro a re-assinar com o clube foi Nikita Zadorov. O defensor, portanto, assinou um contrato de mais um ano e assim, terá um cap hit anual de 3,200,000 milhões de dólares. 

    Sheldon Dries também entrou em acordo com o time. Desta forma, num contrato de uma temporada pelo Avalanche, o forward terá um AAV de 735 mil dólares. Também assinaram com o jogador do Colorado Eagles (afiliado do Avalanche na AHL), Anton Lindholm, por dois anos. Desta maneira, o forward recebrá, anualmente, 742,500 mil dólares.

    Selecionado pelo Colorado Avalanche no primeiro round do Draft de 2019, Bowen Byram também assinou com a equipe um contrato de três anos. Assim, anualmente, o jogador terá um AAV de 925 mil dólares.

    O time também assinou com Andre Borakvsky, ex forward do Washington Capitals, por uma temporada. Desta forma, o jogador terá um AAV de 3,520 milhões de dólares.

    COLUMBUS BLUE JACKETS

    O Columbus Blue Jackets assinou um contrato de duas vias (NHL/AHL) com o center Justin Scott. Tendo um contrato de um ano pelo clube, desta forma o jogador terá um cap hit de 700 mil dólares. O time também assinou uma extensão de contrato com seu jogador Scott Harrington. Assim, num contrato de três temporadas pela equipe, o jogador receberá, por fim, 1,63 milhões de dólares anualmente.

    DALLAS STARS

    O Dallas assinou uma extensão de contrato com seu jogador Jason Dickinson por mais dois anos. Assim, o center receberá, por fim, um AAV de 1,5 milhão de dólares. O time do Texas também assinou um contrato de um ano com Dillon Heatherington. O jogador, que fez sua aparição no time durante os playoffs da temporada, irá receber 700 mil dólares por ano. 

    Os Stars assinaram seguidamente com o defensor Gavin Bayreuther por um ano. Assim, o ex jogador do Texas Stars irá ter um AAV de também 700 mil dólares. Reece Scarlett, do mesmo time de Bayreuther, assinou, portanto, por um ano um contrato do mesmo valor deste. 

    EDMONTON OILERS

    O time de Edmonton enfim assinou com seu first round pick no Draft 2019, Philip Broberg. O defensor concordou, finalmente, em um contrato de três anos com o time. Dessa forma, passará a ter um AAV de 925 mil dólares. 

    Os Oilers também assinaram com Gaëtan Haas. O defensor suíço ficará por uma temporada no time devido ao acordo, e assim, recebendo também 925 mil dólares. Por último, chegaram também a um acordo com um de seus jogadores, Alex Chiasson. O forward assinou, portanto, um contrato de duas temporadas pelo time. Assim, receberá um cap hit de 2,150,000 milhões de dólares. 

    Em um trade com os Penguins, os Oilers adquiriram sixth round pick no Draft de 2021. Desta forma, cedem para o Pittsburgh seu pick do Draft de 2015, que não havia assinado contrato com o time, John Marino. Outra trade, desta vez com o Calgary, resultou na aquisição de James Neal. Assim, o time cede para os Flames Milan Lucic e um third round pick no Draft de 2020. Também assinaram com o free agent Josh Archibald, por uma temporada. Portanto, o jogador terá um AAV de 1 milhão de dólares.

    FLORIDA PANTHERS

    Os Panthers assinaram com Kevin Roy, ex jogador do San Diego Gulls (AHL). O forward concordou em ficar no time por uma temporada e, assim, ter um AAV de 850 mil dólares. Jake Massie também assinou com o time. O defensor, que irá ficar por um ano no time, receberá, por consequência,  um valor de 770 mil dólares. 

    A equipe também assinou com dois jogadores da AHL, Joel Lowry e Philippe Desrosiers. Por finalidade, ambos acabaram estabelecendo contratos de um ano. Lowry, ex jogador do Springfield Thunderbirds, irá receber 700 mil dólares. Desrosiers, que é ex goleiro do Texas Stars, por conseguinte, também receberá o mesmo valor do último. 

    L.A. KINGS

    Samuel Fagemo, 50th overall pick do Draft deste ano, assinou com os Kings um contrato de três anos. Assim, o rookie passa a ter um AAV de 700 mil dólares. Por outro lado, Alex Iafallo assinou uma extensão de seu antigo acordo. Disputando mais duas temporadas pelo time, o forward de 25 anos, portanto, passa então a ter um cap hit anual de 2.425 milhões de dólares. 

    Os Kings também assinaram com Mario Kempe, irmão do atual jogador do time, Adrian Kempe. Mario concordou em assinar um acordo de uma temporada pelo time, assim, recebendo um valor de 700 mil dólares. 

    MINNESOTA WILD

    Além de assinar com Zucarello, os Wild chegaram também a um acordo de dois anos com o forward do Syracuse Crunch (AHL), Gabriel Dumont. Assim, o jogador receberá pelas duas temporadas no time 700 mil dólares. Seguidamente, Luke Johnson, center do Rockford IceHogs, também assinou um contrato de dois anos pelo time no mesmo valor. 

    O Minnesota também assinou uma extensão de contrato de dois anos com Ryan Donato. Desta forma, o forward terá um AAV de 3.8 milhões de dólares.

    MONTREAL CANADIENS

    Além da offer sheet sem êxito em Sebastian Aho, os Canadiens acabaram por chegar a alguns acordos durante a semana. Na quinta passada, o Montreal anunciou que havia assinado um acordo de dois anos com o forward Artturi Lehkonen. O finlandês receberá, anualmente, um total de 2,400,000 milhões de dólares. Joel Armia também aceitou um contrato de dois anos com os Habs. Portanto, o forward passará, por fim, a receber um AAV de 2,6 milhões. 

    O time de Montreal assinou também outro contrato, dessa vez com o ex forward do Arizona Coyotes, Nick Cousins, por um ano. O jogador, no entanto, receberá dos Canadiens um cap hit anual de 1 milhão de dólares. Ben Chiarot, dos Jets, assinou também com o Montreal, porém por três anos. Assim, o defensor receberá um salário anual de 3,5 milhões de dólares. Por último, o ex jogador dos Flyers, Phil Varone, assinou um acordo de uma temporada pelo time (AAV de 700 mil dólares). 

    Também entraram em acordo com Charles Hudon, para que o jogador dispute uma temporada com o time. Assim, o forward terá um salário de 800 mil dólares anuais.

    NASHVILLE PREDATORS

    O maior acordo do Nashville nesta off season foi, com certeza, o contrato de Duchene com o time. Porém, os Predators também conseguiram assinar outros contratos que beneficiassem de certa forma a equipe na próxima temporada. Um deles foi feito com Daniel Carr. O ex forward do Vegas deu luz verde para um contrato de uma temporada com os Preds. Este, portanto, no valor de 700 mil dólares. 

    O Nashville também assinou um acordo de 20 milhões de dólares com Colton Sissons. Assim, o jogador disputará 7 temporadas pelo time.

    NEW JERSEY DEVILS

    Os Devils com certeza tiraram a sorte grande ao draftar Jack Hughes, 1st overall pick do Draft deste ano. Porém, além da vinda de Wayne Simmons, PK Subban também vem para integrar o time de Nova Jersey. Este que, com tais aquisições, possui as cartas certas para conseguir um spot nos playoffs da próxima temporada. 

    O acordo mais esperado do New Jersey foi o com Jack Hughes. Desta forma, o rookie assinou com o time que o draftou um entry level contract de três anos. Portanto, passa a receber um AAV de 925 mil dólares.

     

    https://twitter.com/NJDevils/status/1149664609067921411

    Também assinaram com o defensor do time, Mirco Mueller. Assim, com um contrato de um ano, o jogador passa a ter um AAV de 1.4 milhões de reais. O defensor da equipe, Connor Carrick, também chegou a um acordo com os Devils. Com um contrato de dois anos, Carrick passa a receber um salário de 1.5 milhões de dólares.

    NEW YORK RANGERS

    Os Rangers também tiveram muito êxito ao obter um 2nd overall pick no Draft. Mais ainda ao assinar Artemi Panarin. No entanto, todos esperavam que, ao ser draftado pelo time, Kaapo Kakko fosse também assinar com o time. E assim foi feito. Ontem, por fim, o finlandês acabou chegando a um acordo com o time de Nova York. Desta forma, o rookie passa a disputar três temporadas pelos Rangers, com um AAV de 925 mil dólares. 

    Jacob Trouba, ex Winnipeg Jets, também chegou a um acordo com os Rangers. Portanto, em um contrato de 7 temporadas, o jogador passa a ter, por fim, um AAV de 8 milhões de dólares. Desta maneira, se torna o terceiro jogador mais bem pago da equipe de New York.

    OTTAWA SENATORS

    Os Senators assinaram com o defensor Christian Wolanin um contrato de dois anos. Assim, o jogador passa a receber, por temporada, 900 mil dólares. Nick Paul também assinou com o time, porém um contrato de apenas um ano. Tal contrato no valor de 750 mil dólares. Ambos os jogadores vieram do time afiliado do Ottawa na AHL, Belleville Senators. 

    Em uma trade com os Blackhawks, o time também adquiriu Artem Anisimov. Assim, cedem para o Chicago seu o forward Zack Smith. Por útlimo, assinaram com seu first round pick do Draft desse ano, Lassi Thomson. Assim, com um contrato de três anos, o jogador passa a ganhar 925 mil dólares por temporada.

    PITTSBURGH PENGUINS

    Após a má experiência nos playoffs da temporada passada, os Penguins precisaram fazer algumas mudanças no elenco. Portanto, manter o técnico responsável pelos êxitos do Penguins em 2016 e 2017 era essencial. O time chegou a um acordo com o técnico Mike Sullivan. Assim, o head coach vitorioso permanece por mais quatro temporadas em Pittsburgh. 

    Em relação aos jogadores, os Penguins re-assinaram com o forward Joseph Blandisi por um ano. Desta forma, o jogador passa, portanto, a receber o valor total de 700 mil dólares pela temporada que disputará no time. 

    O time também reassinou com seu forward, Teddy Blueguer, um contrato de dois anos. Consequentemente, passará a ter um AAV de 750 mil dólares. Por último, em uma trade com o Edmonton Oilers, os Pens cedem seu sixth round pick no Draft de 2021. Porém, adquirem a escolha do draft de 2015 dos Oilers, John Marino, este que optou por não assinar contrato com seu ex time.

    ST. LOUIS BLUES

    O St. Louis teve uma temporada grandiosa. No entanto, para que os feitos pudessem se repetir, era necessário assinar com bons reforços para o time. Um deles foi Zach Sanford, atual jogador do time. Este, por fim,  concordou em um contrato de dois anos pelo time, que vale 1.5 milhões por temporada. Numa trade com os Maple Leafs, os Blues também adquirem Andreas Borgman. No entanto, cedem para o time seu ex defensor, Jordan Schmaltz. O time também reassinou com seu atual jogador, Oskar Sundqvist, por mais quatro anos. Assim, o jogador passa a ganhar, portanto, um salário anual de 2.75 milhões.

    Um dos motivos do sucesso do St. Louis foi Jordan Binnington. E, por isso, o time acabou chegando a um acordo com o goleiro. Assim, com um contrato de dois anos, o jogador passa a receber 4.4 milhões de dólares por temporada.

    SAN JOSE SHARKS

    Após o primeiro dia da Free Agency, o primeiro a assinar com os Sharks foi Kevin Labanc, por uma temporada. Portanto, o forward receberá o valor anual de 1 milhão de dólares. Seguidamente, o time re-assinou com Dylan Gambrell. O também forward concordou em jogar duas temporadas pelo time de San Jose. Por consequência, receberá um AAV de 700 mil dólares. Re-assinaram também com Antti Suomela, por mais uma temporada. Desta forma, o jogador, que se dividiu no último ano entre NHL e AHL, passa a receber um salário de 700 mil dólares anuais. 

    Kyle Wood e Maxim Letunov ambos re-assinaram um contrato de um ano no time. Wood, que é defensor, receberá um AAV de 700 mil dólares, assim como Letunov (forward). O defensor, Nick DeSimone, chegou a um acordo de duas temporadas na equipe. Portanto, passa a receber um cap hit anual de também 700 mil dólares.  

    TAMPA BAY LIGHTNING

    O Tampa Bay re-assinou com Danick Martel um contrato de um ano. Assim, o forward passa a receber um AAV de 700 mil dólares. Gemel Smith também assinou um contrato de um ano. O forward, que vem do Providence Bruins, concordou, portanto, com o mesmo valor de Martel. Outro a re-assinar com a equipe foi Carter Verhaeghe. Este, que jogou pelo Syracuse Crunch, concordou com os termos do contrato que vale também 700 mil dólares. 

    Cedric Paquette concordou em assinar por dois anos com o Lightning. Assim, o forward passa a receber, por temporada, um total de 1,650,000 milhões de dólares. 

    TORONTO MAPLE LEAFS

    Os Leafs adquiriram alguns bons reforços no primeiro dia de Free Agency, por meio de algumas trades e contratos com jogadores. Mas, além disso, o time também assinou extensões de contrato com Cody Ceci e Alexander Kerfoot. Ceci receberá um AAV de 4.5 milhões por uma temporada no time. Kerfoot, no entanto, por assinar um contrato de quatro anos, receberá mais. Assim, o jogador passa a ganhar, por temporada, 3.5 milhões de dólares. 

    Em uma trade com o St. Louis, os Leafs acabaram por adquirir Jordan Schmaltz. No entanto, em troca, cedem para os Blues o defensor Andreas Borgman.

    VANCOUVER CANUCKS

    Os Canucks assinaram com o ex Hurricanes, Micheal Ferland. O left wing concordou com um contrato de quatro anos. Assim, por temporada, passa a receber 3.5 milhões de dólares. 

    Também re-assinaram com três veteranos do time: Josh Teves, Brogan Rafferty e Reid Boucher. Teves assinou por um ano um contrato que vale 700 mil dólares. Rafferty assinou por dois anos, mas também um contrato no mesmo valor de 700 mil dólares. Boucher assinou também por dois anos, no entanto, seu contrato vale, anualmente, 750 mil dólares. Josh Leivo, que foi um grande reforço para o time na última temporada, também re-assinou um contrato com o Vancouver por mais um ano. Assim, o forward receberá um AAV de 1.5 milhões de reais. 

    Justin Bailey, do Philadelphia Flyers, também assinou com o time por uma temporada. Desta maneira, o jogador recebe um salário anual no valor de 700 mil dólares. Por último, o time do Canadá chegou a um acordo com Tyler Motte. Assim, por um um ano, o center ganhará 975 mil dólares. 

    VEGAS GOLDEN KNIGHTS

    Os Golden Knights assinaram com seu goleiro Malcom Subban por mais um ano. Por consequência, o jogador passa a receber um AAV de 850 mil dólares. O defensor do time, Deryk Engelland, também reassinou com o time. Assim, passa a ter um AAV de 700 mil dólares. No entanto, os bônus podem fazer seu salário aumentar em cerca 1.5 milhões de dólares.

    WASHINGTON CAPITALS

    Colby Williams re-assinou um contrato de mais uma temporada com o Capitals. O acordo terá um AAV de 700 mil dólares. Brett Leason também assinou com o time, porém um contrato de três anos. Consequentemente, o forward passa a receber por temporada 750 mil dólares, mais um bônus por anos de 92,500 mil dólares.

    O defensor, Christian Djoos também assinou um contrato com o time. Porém, apenas por mais uma temporada. Desta forma, o jogador passa a receber um cap hit anual 1.25 milhões de dólares. Jakub Vrana também assinou. No entanto, por dois anos. Por consequência, o jogador passa a ter um AAV de 6.7 milhões de dólares.

    Os Caps também assinaram com seu third round pick no Draft, Aliaksei Protas. Assim, em um contrato de três anos pelo time, o jogador passa a receber, por temporada, um total de 716,666 mil dólares.

    WINNIPEG JETS

    Os Jets assinaram com dois jogadores após o primeiro dia de Free Agency. Um deles Mark Letestu. O forward concordou, portanto, com os termos de um acordo no valor de 700 mil dólares. Por fim, Anthony Bitetto, ex Minnesota Wild, também assinou por uma temporada pelo mesmo valor de Letestu.

    Andrew Copp e Neal Pionk também assinaram com o time. Ambos com um contrato de dois anos. Desta maneira, Copp passa a ter um AAV de 2.280 milhões de dólares, enquanto Pionk terá um de 3 milhões de dólares.

    Os Jets também assinaram com seu first round pick do Draft deste ano. Ville Heinola chegou a um acordo de três temporadas pelo time. Desta forma, o defensor passa a receber, anualmente, cerca de 1.1 milhão de dólares.

    *Times como Detroit Red Wings não foram citados no texto pois acabaram por não assinar nenhum contrato após o primeiro dia de Free Agency. 

    *Este post foi atualizado no dia 26/07/2019, às 21:27.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Perfil Sebastian Aho

    Perfil Sebastian Aho

    Essa semana o nome de Sebastian Aho foi um dos assuntos mais comentados no universo do hockey. Isso porque, durante o Free Agency Day, o Montreal Canadiens ofereceu uma offer sheet pelo jogador. Entretanto, o Carolina Hurricanes igualou a oferta e Aho será um jerk por mais cinco temporadas.

    O center nasceu em Rauma, na Finlândia, em 26 de Julho de 1997. Assim, elegível para o Draft de 2015, Aho foi selecionado por Canes na escolha 35 overall e já está fazendo história no time. Nessa temporada, Sebastian Aho se tornou o quarto jogador da franquia a marcar 80 pontos antes de completar 22 anos. Sem dúvida, apenas o início de uma carreira que iremos acompanhar de perto.

    Modo iniciante

    Sebastian ganhou o seu primeiro par de patins com dois anos de idade. Contudo, antes disso, já acompanhava seu pai em jogos de hockey. Harri Aho, o pai, jogava profissionalmente em um time local chamado Lukko. Isso fez com que Sebastian e seus irmãos crescessem no meio, frequentando vestiários e arenas. Com três anos, Harri levou Sebastian para a escola de patinação de Kärpät. Foi ali que Aho, enfim, começou a praticar o esporte.

    Sua pouca idade não importava. Aho já estava acostumado a jogar em espaços abertos com seu irmão e amigos mais velhos. Ele podia não ser o mais forte, mas já se mostrava um jogador inteligente. Nesse meio tempo, Aho já começava a desenvolver seus instintos e habilidades de jogo que, posteriormente, o fariam chegar a NHL com um diferencial.

    Sua carreira no hockey profissional teve início no Oulun Kärpät, na liga Finlandesa, estreando pelo time na temporada 2013-14. Mas, foi na sua segunda temporada pelo time, primeira que jogou desde o início, que Sebastian Aho se destacou. Não apenas marcou o gol que deu o campeonato para o Karpat, em um overtime duplo de um jogo 7, como também chamou atenção para seu jogo. Sua habilidade no gelo fez com que ele fosse considerado um dos principais jogadores da Liiga. Além disso, despertou o interesse do Carolina Hurricanes no ano do seu Draft.

    Contudo, apesar de ter sido draftado, na temporada 2015-16 Aho voltou para Kärpät, terminando a temporada com um total de 45 pontos, dentre eles 24 gols.  

    Modo Carreira

    Sua chegada à NHL aconteceu um ano após o Draft, assinando o contrato de entrada por três anos em 13 de junho de 2016. Em outubro do mesmo ano, Aho fez sua estreia pelo Carolina Hurricanes. Já no primeiro jogo da temporada 2016-17, Sebastian Aho marcou uma assistência para um gol de Victor Rask na derrota para os Jets por 5 a 4 no overtime.

    Entretanto, o primeiro gol do finlandês pela NHL veio acontecer apenas em 12 de novembro. Não satisfeito em marcar apenas um gol, Aho marcou logo dois na vitória dos Canes em cima dos Capitals por 5 a 1. Nessa mesma temporada, Aho ainda marcou um hat trick contra os Flyers em 31 de janeiro. Com isso, se tornou o jogador mais jovem a marcar um hat trick na franquia. Por fim, Aho terminou a sua temporada de rookie com 49 pontos em 82 jogos.

    Na temporada 2017-18, Aho marcou 65 pontos em 78 jogos, mas com os Canes fora dos playoffs, ainda faltava algo para ele se firmar como uma jovens estrela da NHL.

    Foi na temporada 2018-19 que Sebastian Aho mostrou porque não deve ser subestimado. Ao comando de Brind’Amour, Sebastian quebrou o recorde da franquia, que antes era de Ron Francis, ao marcar um ponto em 12 jogos consecutivos. Com esse feito, ele também empatou o recorde da NHL de um gol por jogo a partir do início da temporada. Essa onda terminou em 3 de novembro com a derrota no overtime para os Yotes por 4 a 3.

    Sebastian Aho participou do 2019 NHL All-Star Game, ficando em segundo lugar no desafio Enterprise NHL Premier Passer™. Além disso, ajudou a Metropolitana a levar o prêmio.

    O Carolina Hurricanes chegou à final da Conferência desses playoffs, e, sem dúvida, Aho foi um dos responsáveis pelo time ter ido tão longe. Após dez anos de seca, os Canes jogaram 15 jogos nessa pós-temporada. Neles, Aho marcou 12 pontos.

    Sebastian Aho terminou a temporada como líder de pontos do Carolina Hurricanes, tanto na temporada regular quanto nos playoffs. Em 82 jogos, ele marcou um total de 83 pontos.

    Ao fim de uma temporada de sucesso e com o término do seu contrato de entry level, Aho assinou a offer sheet oferecida pelo Montreal Canadiens. Isso fez com que os Canes precisassem igualar a oferta do time canadense e ofertar um novo contrato para garantir Sebastian Aho para a próxima temporada. Por fim, o novo contrato do finlandês tem validade de cinco anos.

    Modo internacional

    Sebastian Aho não esteve no Mundial desse ano quando a Finlândia levou o ouro, pois estava competindo nos playoffs. Mesmo assim, ele também já fez sua contribuição para a seleção do seu país.

     Ele esteve presente no time finlandês que levou a medalha de prata no  IIHF World Under-18 Championship em 2015, assim como no 2016 IIHF World Junior Championship, quando sua seleção levou o ouro. Em 2016, Aho marcou 15 pontos na competição, dentre eles cinco gols e nove assistências. Ficou atrás apenas do seu companheiro de time Jesse Puljujarvi, que marcou 17 pontos.

    Em 2018, após os Canes não terem se classificado para os playoffs, Aho competiu pelo IIHF World Championship. Lá marcou sete pontos (três gols, quatro assistências) em dez jogos. Dentre as assistências, duas delas foi na vitória de 3 a 1 contra a Russia na semifinal. Apesar de terem ficado com a prata após perderem para o Canadá, Aho ainda foi eleito melhor jogador do jogo.

    Entre recordes, sucessos e polêmicas, o jogador que completa 22 anos no final desse mês ainda tem muito a oferecer. Ele faz parte de um grupo de jovem jogadores que o Carolina Hurricanes está reunindo para voltar ainda mais forte na próxima temporada. Como disse o general manager Don Waddell, não se deve subestimar o Carolina Hurricanes.

    Foto: Reprodução/canescountry.com

  • A história das mulheres no hockey

    A história das mulheres no hockey

    Quem vê o hockey feminino hoje não imagina há quanto tempo as mulheres lutam por isso. Os primeiros casos documentados foram no Canadá na década de 1890, quando algumas mulheres se juntaram e competiram em nível universitário. A Women’s Hockey Association alega que a cidade de Ottawa, em Ontário, sediou o primeiro jogo em 1891. 

    O início

    A filha de Lord Stanley de Preston, Lady Isobel Stanley, foi pioneira no jogo feminino. Ela teria sido inclusive uma das primeiras a ser fotografada usando puck e stick na pista de gelo natural em Rideau Hall, na cidade de Ottawa, no Canadá. Stanley, o sexto Governador Geral do Canadá, forneceu o gelo para os jogos de hockey feminino. Para isso, transformou um grande gramado em Rideau Hall em uma pista. O governador é mais conhecido por sua contribuição ao troféu que mais tarde seria referido como Stanley Cup. Lord Stanley, além disso, desempenhou um papel significativo no desenvolvimento e crescimento do hockey das mulheres canadenses.

    Na década de 1890, o hockey feminino foi introduzido no nível universitário. A equipe feminina da McGill University estreou, assim, em 1894. A Universidade de Toronto e a Queen’s University, em Kingston, Ontário, também foram algumas das primeiras universidades canadenses a apresentar equipes femininas de hockey. Em 1920, Lady Isabella Brenda Meredith, de Montreal, doou a Lady Meredith Cup. Este seria o primeiro campeonato de hockey no Canadá a ser disputado entre mulheres.

    Na mesma época, o hockey feminino finalmente chegou aos EUA. Em 1916, foi organizado um torneio internacional em Cleveland, Ohio. O torneio contou com equipes femininas canadenses e americanas. 

    A princípio, os árbitros no jogos femininos eram do sexo masculino. Quando as mulheres caíam no gelo, esperava-se que o árbitro masculino as ajudasse a se levantar. Até 1914, as mulheres jogadores no oeste do Canadá deveriam usar saias longas.

    Mulheres na história

    Em 1927, Elizabeth Graham usou uma máscara de esgrima para supostamente proteger os dentes após um tratamento odontológico recente. Assim, ela se tornou pioneira no uso da máscara. Depois disso, em 1930, o goleiro Clint Benedict do Montreal Maroons, usou uma máscara para proteger o nariz quebrado, tornando-se o primeiro goleiro a usar uma na NHL. No entanto, o uso da máscara só foi se tornar popular em 1959. A partir de então, o goleiro Jacques Plante passou a usá-la regularmente durante os jogos.

    Abigail “Abby” Hoffman, medalhista de ouro no evento de 880 jardas nos Jogos da Commonwealth de 1966, também fez seu nome no hockey. Ela cortou o cabelo curto e fingiu ser um garoto para jogar com o St. Catharines Teepees em uma liga de meninos. Uma vez descoberto que Hoffman estava disfarçada, a história fez manchetes em todo o mundo. Uma decisão da Suprema Corte de Ontário impediu-a de participar. Embora seus pais tenham desafiado a regra “somente meninos” da liga, a política foi mantida pelo tribunal da província. Nos últimos anos, Hoffman ajudaria a organizar um campeonato nacional de hockey feminino (com representação de cada província). 

    Em 1994, Leslie Castle fez parte do movimento que levou Minnesota a se tornar o primeiro estado a reconhecer o hockey feminino como esporte universitário. Sendo assim, é considerada a avó do hockey feminino em Minnesota.

    Em 2011, Lexi Peters tornou-se a primeira jogadora a participar de um videogame de hockey, no EA Sports NHL 12. Isso porque, após uma sugestão de seu pai, Peters escreveu uma carta para a empresa perguntando por que não existiam personagens femininas. David Littman, o principal produtor do jogo, recebeu permissão dos advogados da NHL e da EA para incluir Lexi Peters. A EA Sports, então, informou Lexi que eles a teriam como a jogadora “padrão” do jogo, que os jogadores poderiam personalizar.

    Hockey na atualidade

    Muitas ligas foram criadas e dissolvidas desde 1890. A mais recente sendo a CWHL (Canadian Women’s Hockey League) que teve seu fim anunciado em março deste ano. Com isso a NWHL (National Women’s Hockey League) anunciou equipes de expansão aprovadas em Toronto e Montreal. Essa Liga foi fundada em 2015 nos EUA como a primeira liga de hockey profissional feminino que pagava um salário. Contudo, a notícia não agradou muito, já que as jogadoras lutam por salários melhores, segurança e melhores condições de trabalho.

    Como resultado, as jogadoras se uniram e criaram a PWHPA (Professional Women’s Hockey Players Association). Essa associação busca tanto melhores condições de trabalho quanto maior inclusão das mulheres no mundo do hockey. Recentemente o New York Rangers anunciou uma iniciativa no hockey feminino para jovens.

  • Free Agency Day: um recap

    Free Agency Day: um recap

    O primeiro dia de Free Agency ocorreu ontem (01), Canada Day, e provou que nenhum time está a salvo. Nomes como Artemi Panarin, Anders Lee e Matt Duchene participaram da janela que se abriu ao meio dia. A data, além disso, contou com contratos grandiosos para algumas equipes da NHL. No entanto, algumas trades entre times, como Toronto Maple Leafs e Ottawa Senators, foram surpresas para os torcedores. O NHeLas fez um recap de tudo que aconteceu em um dos dias mais esperados do calendário da NHL. 

    Anaheim Ducks

    O time da Califórnia não teve muitas trocas ou grandes contratos no free agency. Mesmo assim, assinaram um contrato de extensão de mais um ano com o atual jogador, Sam Carrick. Ele veio a princípio do San Diego Gulls, time afiliado dos Ducks na AHL, e assinou o contrato no valor de 700 mil dólares. 

    Por meio de uma trade com o Montreal Canadiens, o Anaheim adquiriu também o forward Nicolas Deslauriers. Assim, cederam para o time de Montreal um fourth-round pick no Draft de 2020. 

    Arizona Coyotes

    O Arizona Coyotes não assinou com nenhum free agent. Entretanto, recebeu um dos melhores jogadores da Liga por meio de uma trade com o Pittsburgh Penguins. Phil Kessel se tornou jogador dos Yotes com um contrato anual de 6,8 milhões de dólares. Com esse valor, ele se tornou o jogador mais bem pago da equipe. Junto com Kessel, o Arizona recebeu também o jogador Dane Birks e um fourth-round pick no Draft de 2021. 

    Boston Bruins

    A equipe de Boston assinou com três free agents. Um deles já era jogador da equipe, Connor Clifton. O defensor do time assinou uma extensão de contrato de três anos com a equipe, com um cap hit anual de um milhão de dólares. 

    O forward Brett Ritchie, que jogava no Dallas Stars, também assinou um contrato de um ano com a equipe de Massachusetts. Desta forma, o jogador também terá um cap hit anual de um milhão de dólares. Par Lindholm, por fim, também assinou com o Boston. Em um contrato de dois anos, o também forward receberá 850 mil dólares por ano. 

    Buffalo Sabres

    O time de Buffalo assinou com com quatro UFAs: Andrew Hammond, Curtis Lazar, John Gilmour e Jean Sébastien Dea. 

    Hammond, ex-goleiro do Iowa Wild (afiliado do Minnesota Wild na AHL), assinou contrato de um ano com o time, por 700 mil dólares. Lazar, que veio de Stockton Heat, afiliado do Calgary Flames na AHL, assinou contrato também de um ano, com o mesmo cap hit. John Gilmour, ex-defensor do Rangers, também assinou com os Sabres pelo mesmo valor. 

    Por fim, Dea, que veio do Pittsburgh Penguins, assinou um contrato de dois anos com o Buffalo, de 1,4 milhões de dólares. Desta forma, o center ganhará 700 mil dólares anualmente do time. 

    Posteriormente, por meio de uma trade com os Rangers, os Sabres também adquiriram o forward Jimmy Vesey. Em um contrato de um ano, o valor foi de 2,275,000 milhões de dólares. Assim, o time cede aos Rangers um third-round pick no Draft de 2021.

    Calgary Flames

    Os Flames, com saída de Mike Smith, adquiriram para si um goleiro no Free Agency. Cam Talbot vem do Philadelphia Flyers e assinou com Calgary um contrato de um ano. Dessa forma, o goleiro receberá um cap hit de 2,750,000 milhões de dólares.

    Carolina Hurricanes

    Talvez a maior surpresa para os fãs dos Hurricanes tenha sido a offer sheet em Sebastian Aho. O time da Carolina cobriu a oferta do Montreal Canadiens sobre o forward. Como consequência, assinaram uma extensão de contrato de cinco anos, no valor total de 42,27 milhões de dólares. Desta forma, o jogador se torna o mais bem pago dos Cannes, tendo um cap hit anual de 8,454,000 milhões de dólares. 

    O time também assinou uma extensão de contrato de dois anos com seu goleiro, Petr Mrazek, num valor de 6,25 milhões de dólares. Outro a assinar um contrato de mais dois anos foi o também goleiro Ned Nedeljkovic, no valor de 737,500 mil dólares anuais.

    Em uma trade com o Vegas Golden Knights, o Carolina também recebeu mais reforços para a nova temporada. Desta forma, os Canes recebem o forward Erik Haula, em um contrato de um ano no valor de 2,750,000 milhões de dólares. 

    Chicago Blackhawks

    Os Blackhawks receberam grandes reforços para a temporada 2019-20, um deles sendo antigo conhecido do time. Em uma troca com o Montreal Canadiens, Andrew Shaw voltou para o time de Chicago, juntamente com um seventh-round pick no Draft de 2021. Assim, os Blackhawks cedem para o time do Canadá três escolhas no Draft. 

    Em segundo lugar, Robin Lehner também foi para o time de Chicago no primeiro dia de free agency. O ex-goleiro do New York Islanders concordou em um acordo de um ano no valor de cinco milhões de dólares. Tendo sido nomeado um dos finalistas ao Vezina Trophy no NHL Awards, dado aos melhores goleiros da NHL, Lehner pode ser uma peça importante para o Chicago na próxima temporada. 

    Ryan Carpenter, ex-forward dos Knights, igualmente assinou um contrato de três anos com os Hawks, no valor de um milhão de dólares anuais, que vai até a temporada 2021-22. Enfim, David Kämpf (forward), jogador do Chicago, assinou uma extensão de contrato com o time. A princípio, a equipe e o jogador chegaram em um acordo de dois anos, no valor de um milhão de reais anuais. 

    Colorado Avalanche

    O Colorado participou de uma das maiores trades no free agency deste ano. Juntamente com Toronto Maple Leafs, o Avalanche recebeu o forward Nazem Kadri, que jogou por dez anos no time de Toronto e foi peça essencial no sucesso do time. Com Kadri, também vieram o defensor Calle Rosén e um third-round pick no Draft de 2020. Assim, o time cede para os Maple Leafs seu defensor, Tyson Barrie, o forward Alex Kerfoot, e um sixth-round pick no Draft de 2020. 

    Procurando reforços também na AHL, o Colorado assinou contrato com alguns jogadores da liga. Dan Renouf, vencedor da Calder Cup junto ao Charlotte Checkers, assinou um contrato de dois anos no valor de 700 mil dólares anuais. Jayson Megna (Hershey Bears) e T.J. Tynan (Chicago Wolves) assinaram ambos contratos de um ano, no valor de 700 mil dólares. 

    Do mesmo modo, os Avs assinaram com Pierre-Edouard Bellemare, ex-forward dos Golden Knights. Tal jogador chegou a um acordo de dois com o time, por um salário anual de 1,800,000 milhões de dólares. Vindo do San Jose Sharks, o free agent Joonas Donskoi assinou um contrato de quatro anos com os Avs (a $3,900,000 anuais). 

    Extensões de contratos também foram feitas. Primeiro, Colin Wilson reassinou com o time por mais um ano. Recebendo, assim, um cap hit anual de 2,600,000 milhões de dólares. Numa trade com os Panthers, o Avalanche adquiriu Jacob Macdonald em troca de Dominic Toninato. Do Washington Capitals, por outro lado, o time adquiriu Andre Burakovsky. Assim, os Capitals ficarão com Scott Kosmachuk, e um second- e third-round pick no Draft 2020. 

    Columbus Blue Jackets

    Os Blues Jackets não tiveram um ótimo início na Free Agency. Com a perda de Matt Duchene (para o Nashville Predators) e Artemi Panarin, o time precisou assinar bons reforços para a próxima temporada. Contudo, mesmo com a saída de peças importantes da equipe, os Jackets acabaram garantindo um de seus goleiros por mais uma temporada. Joonas Korpisalo assinou contrato de um ano com o time no valor de 1,150,000 milhões de dólares. Outro Blue Jackets a assinar extensão de contrato foi o defensor Ryan Murray. Desta forma, Murray ficará por mais dois anos no time, com cap hit anual de 4,600,000 milhões de dólares. 

    Assim como outros times, os Blue Jackets também assinaram com um Free Agent. Gustav Nyquist chegou a um acordo de quatro temporadas jogando pelo time, por um valor anual de 5,500,000 milhões de dólares. 

    Dallas Stars

    Com a saída de Mats Zuccarello, o time de Dallas também precisou procurou bons esforços. Um deles foi Joe Pavelski. O free agent, e ex-jogador dos Sharks, assinou um contrato de três anos com o time, num valor anual de sete milhões de dólares. Desta forma, o forward se torna o terceiro jogador mais bem pago dos Stars, ficando apenas atrás de Benn e Seguin. 

    O próximo a assinar com o time foi Corey Perry, do Anaheim Ducks. Este chegou a um acordo para jogar por um ano no time, pelo valor de 1,5 milhões de dólares. Andrej Sekera também assinou por um ano pelo mesmo valor. Da AHL, o time assinou também com Tanner Kero (do Utica Comets). Dessa maneira, o jogador chegou a um acordo de duas temporadas pelo time do Texas, por 1,500,000 milhões de dólares anuais.

    Um técnico assistente também foi contratado. John Stevens vem do L.A. Kings para reforçar a comissão técnica dos Stars.  

    Detroit Red Wings

    Os Red Wings assinaram um contrato de dois anos com Valtteri Filppula. Assim, o ex-jogador do New York Islanders passa a receber, anualmente, três milhões de dólares. O defensor Patrik Nemeth e o goleiro Calvin Pickard também assinaram contratos de dois anos com o time. O primeiro, receberá um valor anual de três milhões de dólares e o segundo, 750 mil dólares anuais. 

    Edmonton Oilers

    Os Oilers assinaram com o free agent, e ex-Calgary Flames, Mike Smith. O goleiro concordou em um contrato de um ano pelo time, no valor de dois milhões de dólares. Markus Granlund também assinou um contrato de um ano no valor de 1,3 milhões de dólares. Vindo dos Blackhawks, Tomas Jurco assinou com o time canadense um acordo de uma temporada no valor de 750 mil dólares. Diretamente da liga de hockey da Suíça, os Oilers assinaram com Gaëten Haas também um contrato de um ano, no valor de 925 mil dólares. 

    O time também assinou duas extensões de contrato, com Alex Chiasson e Jujhar Khaira. O primeiro receberá 2,150,000 milhões dólares anuais, e o segundo, um valor 1,200,000 milhões de dólares. 

    Florida Panthers

    Com a aposentadoria de Roberto Luongo, os Panthers precisavam de um goleiro que pudesse cumprir o mesmo papel. Por isso, assinaram com Sergei Bobrovsky, ex-goaltender dos Blue Jackets. Desta forma, ele irá jogar por sete anos no time, com um cap hit anual de dez milhões de dólares. Bobrovsky se torna, portanto, o jogador mais bem pago do time. 

    Do Tampa Bay Lightning, o Panthers adquiriu o defensor Anton Stralman. O jogador assinou contrato de três anos com o time, no valor de 5,500,000 milhões de dólares anuais. Noel Acciari, ex-Boston, vem para reforçar o ataque. Desta forma, acabou por assinar um acordo com o time por três anos, com cap hit anual de 1,666,667 milhões de dólares. Do Washington Capitals, Brett Connolly vem também como reforço, assinando um contrato de quatro anos com o time (3,250,000 milhões de dólares anuais).

    L.A. Kings

    Os Kings assinaram com dois free agents: Joakim Ryan e Martin Frk. Ryan, ex-defensor dos Sharks, assinou um contrato de um ano com a equipe, no valor de 725 mil dólares. No entanto, apesar de Frk (ex-jogador de Detroit) também assinar por apenas um ano com o Los Angeles, o valor de seu contrato vale apenas 700 mil dólares.  

    Minnesota Wild

    O Wild teve sorte nesse início de Free Agency. O time recebeu Zuccarello, que jogou a última temporada pelo Dallas Stars. Foi assinado com o Minnesota um contrato de cinco anos, com um valor anual de seis milhões de dólares. Desta maneira, o jogador se torna o segundo mais bem pago do time. Ryan Hartman também assinou com o time um contrato de dois anos, com cap hit de 1,900,000 milhões de dólares anuais. Por fim, Luke Johnson e Gabriel Dumont, ambos minors, assinaram por dois anos, num valor de 700 mil dólares por ano. 

    Montreal Canadiens

    Keith Kinkaid (ex-Blue Jackets) e Riley Barber (Hershey Bears, AHL) assinaram contratos de um ano com o time. Kinkaid, que é goleiro, concordou em assinar por 1,75 milhões de dólares. Já Barber, que pertence à minor league, assinou um contrato de 700 mil dólares. 

    Em relação as trades, foram feitas duas. Uma delas com o Chicago Blackhawks e outra com o Anaheim Ducks. Com os Hawks, o time recebeu um second e seventh-round pick no Draft 2020 e um third-round pick no Draft 2021. Assim, a equipe cede Andrew Shaw à Chicago e um seventh-round pick no Draft 2021. Com os Ducks, o Montreal recebeu um fourth-round pick no Draft 2020, mas cedeu ao Anaheim Nicolas Deslauriers.

    Nashville Predators

    A maior aquisição do Nashville nesse início de Free Agency foi, com certeza, Matt Duchene. O free agent nascido no Canadá saiu dos Blue Jackets e assinou um contrato de sete anos com os Predators. Assim, Duchene passa a receber o segundo maior salário do time, sendo oito milhões de dólares anuais (56 milhões de dólares no total de sete anos). 

    Outra aquisição foi o forward, Daniel Carr. Jogador do Chicago Wolves na última temporada, ele concordou em um acordo de um ano, com valor de 700 mil dólares. 

    New Jersey Devils

    O time de New Jersey assinou com o ex-forward do Nashville, Wayne Simmonds. Este concordou num acordo de uma temporada pelo time, no valor de cinco milhões de reais. Ben Street (de Anaheim Ducks) e Dakota Mermis ambos assinaram contratos de um ano pelo time. O primeiro, vai receber um valor de 750 mil dólares pela temporada. O segundo, 700 mil dólares. Matt Tennyson, que vem dos Sabres, assinou um contrato de dois anos com os Devils. Assim, terá um cap hit de 700 mil dólares. 

    New York Rangers

    Os Rangers ganharam na loteria no Free Agency. O time de New York assinou com um dos jogadores mais cobiçados da Liga, Artemi Panarin. Este concordou em um contrato de sete anos com o time, que vale um total de 81,5 milhões de dólares. Desta forma, o jogador passa a receber o maior salário anual do time, sendo 11,642,000 milhões de dólares. 

    Ottawa Senators

    Sendo um time que vem tentando se reconstruir por meio de algumas trocas nos últimos anos, os Senators fizeram boas escolhas para a próxima temporada. Em uma trade com o Toronto, o time de Ottawa adquiriu os jogadores Nikita Zaitsev, Connor Brown e Michael Carcone. Em troca, outros três jogadores do Senators foram para os Leafs: Cody Ceci, Ben Harpur e Aaron Luchuk. Além disso, o time do Canadá recebeu um third-round pick adquirido do Columbus. 

    Outros dois jogadores do Toronto Maple Leafs também assinaram com o time. Tyler Ennis (forward) assinou um contrato de um ano, no valor de 800 mil dólares. Já Ron Hainsey assinou um acordo com o Ottawa também de um ano. Porém, no valor de 3,5 milhões de dólares. 

    Philadelphia Flyers

    Andy Andreoff veio do Tampa Bay para reforçar a equipe de Philadelphia. Em um contrato de dois anos, o jogador receberá anualmente 750 mil dólares. Kurtis Gabriel, que era do New Jersey Devils, assinou um contrato de dois anos num valor de 700 mil dólares. O defensor do Minnesota, Nate Prosser, assinou com o clube por dois anos também no valor de 700 mil dólares. Andy Welinski (Anaheim Ducks) e Tyler Wotherspoon (Calgary Flames) também assinaram contratos de 700 mil dólares anuais. Mas o primeiro assinou por um ano com a equipe, enquanto que o segundo por dois.

    Pittsburgh Penguins

    Os Penguins assinaram com dois free agents. Destes dois, Brandon Tanev, que veio do Winnipeg Jets, foi contratado por 3,5 milhões de dólares anuais por seis anos. Também foi contratado o defensor David Warsofsky (Colorado Avalanche) e Andrew Agozzino, em contratos de dois anos cada. Além disso, o contrato de ambos os jogadores vale 700 mil dólares anuais. 

    Por meio de uma trade com os Yotes, os Pens receberam os jogadores Alex Galchenyuk e Pierre-Olivier Joseph. 

    St. Louis Blues

    Os Blues assinaram contratos com seis jogadores. Nick Lappin e Michael Vecchione ambos assinaram contratos de um ano no valor de 700 mil dólares. Por outro lado, Evan Polei assinou um contrato de dois anos com a equipe, no valor de 925 mil dólares anuais. Da mesma forma que os dois primeiros, Nathan Walker também assinou por dois anos com o time. Porém, com um contrato no valor de 700 mil dólares. 

    Derrick Pouliot, que veio dos Canucks, assinou com o time de St. Louis um contrato de um ano no valor de 700 mil dólares. Já o defensor Jake Dotchin, do Anaheim Ducks, concordou em assinar com os Blues por um ano, pelo mesmo valor. 

    San Jose Sharks

    Timo Meier e Tim Heed assinaram extensões de contrato com os Sharks. O primeiro assinou um contrato de quatro anos, no valor de seis milhões de dólares anuais. Desta forma, se torna o terceiro jogador mais bem pago da franquia. Heed, por outro lado, assinou com os Sharks por mais um ano, e seu contrato vale 900 mil dólares. 

    O time de San Jose também assinou com Dalton Prout, do Calgary Flames, um contrato de um ano que vale 800 mil dólares. Jonny Brodzinski, do L.A. Kings, também chegou a um acordo com o time. Este concordou em jogar uma temporada nos Sharks por 700 mil dólares. Da mesma forma, Zachary Gallant, que jogava pela Ontario Hockey League, assinou contrato de um ano com o time, no valor de 925 mil dólares. Por fim, Nikolai Knyzhov, jogador da Liga Russa de Hockey, assinou com os Sharks um contrato de 716,667 mil dólares anuais, durante três anos. 

    Tampa Bay Lightning

    O Tampa Bay assinou, primeiramente, com o goleiro Curtis McElhinney, do Carolina Hurricanes, por dois anos. Tal contrato foi assinado no valor de 1,3 milhões de dólares anuais. Luke Shenn, ex-defensor do Vancouver, assinou por um ano um contrato que vale 700 mil dólares. Luke Witkowski, por sua vez, retorna do Red Wings para ficar mais dois anos com Tampa.

    O time também assinou com os goleiros Scott Wedgewood e Spencer Martin, assim como o forward Chris Mueller, em contratos de uma única temporada. Desta forma, Wedgewood, Martin e Mueller terão um cap hit de 700 mil dólares. 

    Toronto Maple Leafs

    Mitch Marner era um dos nomes mais esperados a assinar com o Toronto. Porém, desde o início da Free Agency, não houve nenhuma notícia de acordo entre o canadense e o Maple Leafs. No entanto, um dos jogadores da equipe, Kasperi Kapanen, assinou uma extensão de contrato de três anos. Este, no valor de 3,200,000 milhões de dólares anuais. 

    Outro free agent a assinar com o time foi Jason Spezza, ex-jogador do Dallas. Este chegou a um acordo com Toronto para jogar uma temporada com a equipe. Tal contrato será no valor de 700 mil dólares. Cody Ceci, do Senators, e também free agent, foi mais um que assinou com o time. 

    Em uma trade entre o Toronto e o Colorado Avalanche, o time do Canadá recebeu outros dois reforços. São eles: Tyson Barrie e Alex Kerfoot. Além disso, conseguiram um sixth-round pick no Draft de 2020.

    Vancouver Canucks

    O time de Vancouver assinou com três jogadores da NHL e dois da AHL. Primeiramente, a equipe assinou um contrato de cinco anos com Tyler Myers, ex-jogador dos Jets. Este foi no valor seis milhões de dólares anuais. Em segundo lugar, Jordie Benn, do Montreal Canadiens, assinou um acordo de dois anos que vale dois milhões de dólares anuais. Por último, vindo do Calgary, o defensor Oscar Fantenberg assinou por um ano, no valor de 850 dólares. 

    Zane McIntyre, goleiro do Providence Bruins, da AHL, também assinou com o time. Tal contrato será de um ano e vale 700 mil dólares. Por fim, Tyler Graovac, do Stockton Heat, também assinou contrato por um ano, valendo 700 mil dólares.

    Vegas Golden Knights

    Os Knights já tinham assinado uma extensão de contrato com William Karlsson há uma semana. Na segunda, porém, o time também assinou com mais dois de seus jogadores: Brandon Pirri e Tomas Nosek. Pirri assinou por dois anos, num valor de 775 mil dólares anuais. Por outro lado, Nosek assinou por um ano, mas em um contrato de um milhão de dólares. 

    Por fim, o Vegas também assinou com Patrick Brown, Tyrell Goulbourne, Brett Lernout e Jaycob Megna. Brown, que alternou entre os Cannes e os Checkers na última temporada, assinou com Las Vegas por dois anos. Tal contrato vale 700 mil dólares anuais. O mesmo contrato foi assinado com Goulbourne, dois anos com o mesmo valor. Lernout e Megna, por último, assinaram pelo mesmo valor dos dois primeiros, mas por apenas um ano. 

    Washington Capitals

    Os Capitals assinaram com Richard Panik, do Arizona Coyotes, por quatro anos no valor de 11 milhões de dólares. Garnet Hathaway, da mesma forma, assinou por quatro anos. Porém, conseguiu um valor de 1,5 milhões de dólares por ano. Por último, Brendan Leipsic assinou por 700 mil reais um contrato de um ano. 

    Winnipeg Jets

    Por meio de free agency, vieram do Minnesota Wild Anthony Bitetto e do Columbus Blue Jackets Mark Letestu. Bitetto e Letestu ambos assinaram contratos de um ano no valor de 700 mil dólares. 

    Os Jets também tiveram algumas extensões de contrato. Nathan Beaulieu assinou novamente com o time por mais uma temporada no valor de um milhão de dólares. Cameron Schilling, por sua vez, também entrou em acordo. Apesar de também por um ano, conseguiu apenas o valor de 700 mil reais.