Autor: Juh Guedes

  • Capitals perde mais um fora de casa; Dallas vence a série no Jogo 6

    Capitals perde mais um fora de casa; Dallas vence a série no Jogo 6

    A segunda-feira foi agitada nos playoffs da NHL. O Carolina Hurricanes venceu o jogo contra o Washington Capitals, forçando o jogo 7. Enquanto isso, no Texas, o Dallas Stars venceu o Nashville Predators e se classificou para o segundo round.

    Capitals 2, Hurricanes 5

    Em Raleigh a pressão estava toda nos ombros dos Canes, que dependiam de seus próprios esforços para continuar na briga. No primeiro período Brett Connolly abriu o placar para os visitantes, mas Foegele empatou para os Canes. Além disso, antes do intervalo Ovechkin abriu vantagem para seus Capitals.

    Já no segundo Teuvo Teravainen empatou para os Canes. Mas as coisas esquentaram no terceiro período, pois Staal virou o jogo para o time da casa. Em seguida, Ovechkin marcou o que seria o gol de empate, que foi anulado por interferência.

    O capitão dos Canes, Justin Williams, pareceu ampliar no primeiro lance após deixar a penalty box, mas o gol foi anulado por high-sticking. O mesmo Williams marcou novamente, desta vez de forma legal, redirecionando o tiro do defensor Brett Pesce. Por fim, Dougie Hamilton marcou o gol de empty net, finalizando o placar em 5-2.

    A série continua esquentando, culminando em Ovechkin sendo ejetado da partida após se desentender com os árbitros. Os Canes, por sua vez, têm uma estatística curiosa ao seu lado: seu capitão é conhecido como Mr. Game 7 devido ao número de pontos em partidas decisivas na carreira.

    Será que os atuais campeões exercerão seu favoritismo? Ou Carolina seguirá o exemplo dos outros wildcards e conseguirá a classificação? O jogo acontece nesta quarta-feira (24) em DC.

    Stars 2, Predators 1 (OT)

    Dallas Stars levou a série jogando em casa em um confronto emocionante. Um jogo com poucas chances a gols, belas defesas dos goleiros e pouquíssimas penalidades, apesar de ambos os times buscarem a vitória.

    O jogo começou com boas chances para os dois times, mas foi o Nashville que saiu na frente com um gol de Austin Watson aos 5:47 do primeiro período. O jogo permaneceu truncado, com poucas chances a gol e, quando acontecia, Pekka Rine e Ben Bishop protegeram seus times.

    No segundo período, foi a vez de Dallas marcar o seu gol no tempo regular. Aos 5:20, Blake Comeau marcou o dele, empatando o jogo e aumentando a sua intensidade.

    Apesar disso, ao longo do tempo regular foram realizadas poucas tentativas a gol dos dois times. Ao todo, Dallas chegou ao gol 37 vezes e Nashville apenas um pouco mais, 40.

    Dallas sofreu um powerplay nos últimos minutos do terceiro período, quando Comeau fez um tripping em cima de Jarnkrok, mas conseguiu levar o jogo para o tempo extra.

    No overtime, a partida aumentou o ritmo, mas as defesas continuaram intensas e John Klingberg só conseguiu marcar o gol de ouro aos 17:02 minutos, após receber um belíssimo passe de Radulov.

    Dallas Stars ganhou a série por 4 a 2, e agora enfrenta os Blues no segundo round dos playoffs.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Flames se despede dos playoffs, Leafs garantem a vantagem

    Flames se despede dos playoffs, Leafs garantem a vantagem

    A sexta-feira santa trouxe mais decisões nos playoffs.

    Leafs 2, Bruins 1

    A série de Toronto e Boston estava sendo uma interessante de assistir, até este quinto jogo. Com a série empatada e um sexto jogo garantido, nem Boston nem Leafs conseguiram muitas chances no gelo.

    O primeiro período começou morno e menos físico que o jogo 4. Boston começou a colocar pressão nos últimos 10 minutos do período, mas foram os Leafs quem teve a melhor oportunidade aos 7:35 com um shoot de Hyman defendido por Rask. Faltando poucos minutos para terminar o período, Andersen defendeu dois shoots do Boston, realizados por Johnansson e Bergeron, segurando o jogo no 0 a 0.

    Aos 4:13 do segundo período Bruins ganhou um Power Play após Marleau cometer hooking contra Krejci e conseguiu sua primeira chance de marcar no período com um shoot de Bergeron defendido por Andersen. Aos 13:39 que o Bruins deu um susto na torcida. Krejci mandou o puck que acertou a trave, mas não entrou. Os juízes precisaram verificar a jogada para confirmar o 0 a 0.

    Toronto conseguiu abrir o placar somente aos 11:33 do terceiro período, quando Auston Matthews mandou o puck para o gol após receber de Muzzin. O Bruins desafiou o gol por goaltander interferance, mas os zebras não conseguiram chegar em uma conclusão mantendo a gol legal. Dois minutos depois, Kappanen deixou o dele abrindo a vantagem para os Leafs.

    No último minuto de jogo, Krejci conseguiu marcar para o Boston após diversas tentativas defendidas por Andersen. O jogo terminou 2 a 1 para Toronto, que agora volta para casa para disputar o jogo 6 com a vantagem na série de 3 a 2.

    Avalanche 5, Flames 1

    Calgary pode até ter ganhado a conferência na temporada regular, mas não obteve o sucesso desejado nos playoffs. Colorado liderava a série por 3 a 1 e no jogo 5 mostrou o porque mereceu seguir para o segundo round.

    Landerkog abriu o placar para os Avs aos 9:40 do primeiro período. Flames teve a chance de empatar em um penalty shot cobrado por Gaudreau, mas Grubauer conseguiu fazer a defesa e manter a vantagem dos Avs. Aos 15:38 Ratanen marcou o segundo para o time do Colocado após um rebound. Brodie diminuiu a diferença para o Flames ao final do primeiro período.

    O segundo período começou com um início de confusão na frente do gol do Avalanche, mas os juízes logo evitaram qualquer contato dos jogadores. Flames teve a oportunidade de empatar em um powerplay, mas mais uma vez Grubauer fez a defesa.

    Wilson marcou para aos 6:52 do segundo período, repetindo o feito mais tarde, aos 14:47 em um powerplay goal, abrindo a vantagem de 3 a 1 para o Avalanche. Gaudreau tentou marcar mais uma vez para o time da casa, mas Bennet empurrou Grubauer e, por causa do contato com o goleiro, o gol não foi validado. Wilson marcou o seu segundo no jogo aos 14:47, aumentando a diferença do placar para 4 a 1.

    Nos últimos segundos do jogo, Rantanen o quinto gol do Colorado Avalanche, conquistando a vitória da série por 4 a 1.

    O Avs agora aguarda o vencedor de Sharks x Golden Nights.

    FotoReprodução: NHL.com

  • A estrela do sul continuará brilhando na pós-temporada

    A estrela do sul continuará brilhando na pós-temporada


    Que torcedor que nunca quis ver o seu time indo o mais longe possível em um campeonato? Ganhar prêmios, levantar taças, chegar aos playoffs depois de anos buscando este objetivo e falhando? Há três anos comecei a acompanhar hockey e, em pouco tempo, me apaixonei pelo Dallas Stars. Brinco que foi por causa do Jamie Benn, mas a verdade foi que me peguei sofrendo por um jogo, não lembro contra qual time, às 2 da manhã em um dia de semana que eu teria que acordar apenas três horas depois.

    Quando você começa a gostar de um esporte, e percebe que um belo dia você começa a respirar curto durante um jogo, chorar e rir histericamente, significa que aquele time te conquistou. Foi assim que começou este amor que a cada dia cresce mais.

    Março de 2018. Acompanhar hockey tinha se tornado um Porto Seguro no meio de incertezas. Falar sobre hockey, ler sobre hockey, ver jogos do Dallas. Não estava confiante que chegaríamos aos playoffs, mas coração de torcedor tem lógica? Esperava um milagre! Com Ken Hitchcock a frente do time seria nossa chance, ele já trouxe a única Stanley Cup, traria outra vez. Ha-Ha. Era claro que íamos perder dez jogos em sequência e afundar de vez qualquer chance de ir para os playoffs.

    Um ano depois. Abril de 2019. Mais uma vez, minha vida pessoal me levava a um outro rumo inesperado e, de novo, busco no hockey uma refúgio. Sabia que esta temporada tinha sido diferente. As falhas que o time vinha apresentando nos anos anteriores, de alguma forma, tinham sido corrigidas. Estávamos ganhando de times que em temporadas anteriores teríamos tido dificuldade. Estávamos fazendo gol e evitando gols.

    Desde o início eu acreditara que a escolha do time de ter buscado o técnico Monty no hockey universitário para comandar um time jovem tinha sido uma das melhores coisas para a temporada. Jogadores jovens, como Miro Heiskanen  e Tyler Pitlick, em uma forma impressionante e com oportunidade de jogar (e fazer gols!). A defesa se encaixando, coisa que há anos o time do Texas não via acontecer. Dois goleiros que pareciam imbatíveis, afinal, quem teria coragem de negar uma vaga nos playoffs para um homem chamado Dobby?

    A corrida para os playoffs começou e, conhecendo o Dallas Stars, é claro que ela seria fora de casa. Se podemos complicar, para que simplificar? E uma coisa que sempre deixa o meu coração de torcedora agitado, são jogos fora de casa e em como, em temporadas anteriores, os Stars pareciam dois times diferentes jogando na ACC e fora de casa. A temporada 17-18 ainda estava fresca na minha memória. Mas dessa vez o time estava completo.

    Dessa vez, ouvíamos mais nomes da boca do técnico do que apenas os jogadores de ataque. A dependência de Tyler Seguin e Jamie Benn já não era mais uma realidade. Tínhamos conseguido contratar Zucarello para construir um ataque mais consistente, tínhamos Radulov com sangue nos olhos querendo chegar nestes playoffs, e daí que iríamos ter quatro jogos contra times canadenses? A estrela do sul poderia ser de um lugar quente, mas estava provado que sabia muito bem competir no gelo tanto quanto os times do norte.

    Passamos pelos Jets, passamos por Calgary, passamos pelos Oilers. Nem acreditei quando vi que tínhamos conseguido vencer dois dos principais times da temporada regular. O jogo em Vancouver seria decisivo, mas a derrota no SO não pareceu tão amarga ao chegar em casa com 7 dos 8 pontos possíveis daquela viagem.

    Noite de terça! American Airline Center! O que eu não daria para ter estado presente naquele jogo? Mas da tela do meu celular, acompanhei cada jogada. Os Flyers não eram um time de intimidar, mas se tem uma coisa que já aprendi com hockey, é que neste esporte qualquer jogada pode ser fatal e quanto mais decisivo for o jogo, maior a pedra de sapato que o time adversário poderia ser.

    Primeiro período. 2 a 0, gols de Dickson e Lindell. Defensor fazendo gols foi o que não faltou nessa temporada dos Star. Segundo período. Flyers empatou o jogo, mas Radulov estava com sangue nos olhos e fez o terceiro pro time da casa. Pitlick fez o quarto, começando a dar vantagem para Dallas. Terceiro período. Meu coração já estava acelerado e o grito preso na garganta querendo que aqueles vinte minutos passassem voando. Mas nenhum dos jogadores estavam satisfeitos com aquele resultado e queriam mostrar que além de chegar nos playoffs, que eles estavam prontos para a pós-temporada. Comeau marcou o quinto gol. Radulov marcou o sexto e eu não conseguia acreditar.

    Uma da madrugada, sem me importar com o silêncio que deveria manter no prédio ou que os vizinhos achassem que era por causa de futebol, apenas comecei a gritar “estamos nos playoffs”!!!

    Depois de três anos, poder dizer essas três palavras era um alívio para o torcedor. Poder acreditar no time, ver que estamos preparados para jogar mais uma vez contra os times canadenses e qualquer outro que precisássemos enfrentar.

    O sentimento de finalmente ver um trabalho dando resultado não caberia em palavras, por mais que eu procurasse redigi-las. Torcer para um time de hockey é estar acostumado com uma montanha russa de sentimentos sem fim. É chorar, se emocionar, gritar e rir sem parar, tudo ao mesmo tempo. Ah, como eu queria estar em Dallas em um momento destes! E mesmo de longe, tenho certeza que um pedacinho do meu coração estará acompanhando o Dallas Stars nessa caminhada que está apenas começando. Não somos favoritos, longe disso inclusive, mas tenho certeza que com o jogo apresentado nestas últimas semanas, seremos nós a pedra no sapato dos adversários.

    FotoReprodução/Dallas Stars

  • Global Series chega à Praga

    Global Series chega à Praga

    A NHL anunciou nesta semana a Global Series de 2019. O jogo será realizado em Praga no dia 4 de Outubro e será a abertura da temporada 19-20 para o Philadélfia Flyers e o Chicago Blackhawks. Esta será a primeira vez que os Flyers vão jogar na Europa.

    Antes do confronto em Praga, os Flyers vão completar o seu training camp em Lausanne, na Suíça e jogará com o clube da cidade em uma exibição no dia 30 de setembro na Vaudoise Arena.

    Já o Hawks, que chegam à Europa pela terceira vez, finalizarão o training camp em Berlin, na Alemanha, onde enfrentarão o Eisbaren Berlin da Deutsche Eishockey Liga (Liga Alemã) em um jogo de exibição.

    Jogadores visitam seus países

    Jogadores tanto do Hawks quanto do Flyers terão oportunidade de jogar em seus países natal.

    Jakub Voracek, ala direita dos Flyers, disse que este jogo “é algo que você sonha quando criança, mas nunca acha que um dia vai ser possível”. O jogador cresceu em Kladno, a alguns quilimetros de Praga. “Da forma como a NHL acontece, eu acho ótimo para nós. Amigos e familiares terem oportunidade de ir a um jogo da NHL, onde você pode participar, vai ser especial”.

    O ala direita dos Backhawks, Dominik Kahun, nasceu em Jirkov, na República Tcheca, cerca de uma hora e meia de Praga, mas sua família mudou para Wieden, na Alemanha, quando ele tinha 3 anos. Kahun esteve nas Olimpíadas de PeyongChang em 2018, quando a Alemanha levou a medalha de prata para casa. Kahun diz que a Alemanha começou a dar mais atenção ao hockey depois das Olimpíadas, e espera que o Chicago Blackhawks ajude a aumentar a popularidade do hockey no país. “Todos os anos nós tentamos fazer hockey crescer na Alemanha. Então, vai ser legal jogar no país”, completou.

  • Perspectivas para o Calder Trophy 2019

    Perspectivas para o Calder Trophy 2019

    Com o calendário regular se aproximando do fim, voltamos a falar dos rookies que chamaram a atenção em 2018-19 e que poderão levar o Calder Trophy no final da temporada. Alguns nomes já eram esperados, seja pelo ranking do draft ou pelo seu histórico, outros foram surpresas agradáveis.

    Por mais que um jogador se destaque nos seus times anteriores, é quando ele chega na NHL que apresenta o seu verdadeiro estilo de jogo. E, para premiar aquele que mais se destaca, ajuda seu time a conquistar vitórias, demonstra inteligência de jogo e faz a diferença, a NHL criou o Calder Trophy.

    Para levar o troféu pra casa, o novato precisa ter até 26 anos completos antes da temporada atual, além de não ter jogado mais de 25 jogos em uma única temporada anterior nem seis ou mais em cada uma das duas temporadas anteriores em ligas profissionais. Ou seja, ele precisa ter chegado à NHL com pouca experiência no hockey profissional.

    Na última semana a NHL divulgou a lista com os nomes dos candidatos a levarem o troféu este ano. Agora, a Professional Hockey Writers’ Association irá votar nos 3 candidatos que serão apresentados no dia da cerimônia de premiação, além, é claro, do vencedor.

    Abaixo, vamos conhecer um pouquinho sobre a temporada de cada um dos candidatos:

    Elias Petterson – Vancouver Canucks

    O favorito a levar o troféu, foi destaque único entre os rookies até a metade da temporada quando já marcava 22 gols, em um total de 42 pontos em 38 jogos. Petterson começou sua caminhada na NHL marcando em 5 jogos consecutivos. Conquistou 10 pontos até o final de Outubro, sendo destes, 7 gols. Porém, o que poderia ser uma vitória certeira do Calder Trophy, foi desviada por causa de lesões. Perder muitos jogos na temporada pode ser um adeus ao prêmio. Ainda assim, Petterson segue na corrida. Em 60 jogos ele conta com 59 pontos.

    Jordan Binnington – St. Louis Blues

    Só de estar nesta lista já é uma vitória para Jordan Binnington. O goleiro dos Blues chegou a achar que sua carreira com o time estava terminada há 18 meses atrás. Em seis anos, ele só tinha entrado em um jogo na NHL, em 2016. No início da temporada, ele era o quarto goleiro do time, e foi mandado para o time afilhiado dos Blues em San Antonio, Texas. Mas, para sorte de Binnington, e talvez do próprio St. Louis Blues, após lesões e trocas, Jordan foi clamado para defender o time principal mais uma vez. Dessa vez, Binnington aproveitou a sua chance e, sozinho, conseguiu colocar o Blues na corrida por uma vaga para os playoffs após conquistar uma sequência inédita de 9 vitórias, recorde de um goleiro rookie da franquia.

    Carter Hart – Philadelphia Flyers

    Carter Hart é outro goleiro que entrou para esta lista. Se um dos critérios para levar o Calder Trophy é comandar o time de uma forma produtiva, Hart sem dúvida é um dos candidatos mais fortes. Os Flyers sempre é um time que nos deixa intrigados pela instabilidade. Já se tornaram uma caixinha surpresa o que acontece com eles durante uma temporada, mas em 2018-19, eles conseguiram surpreender mais ainda quebrando um recorde que ninguém pensou que fosse possível: saíram da 31ª colocação para uma corrida direto para os playoffs no período de um mês. E o nome do responsável por isso é Carter Hart.

    Hart foi chamado para estrear na NHL na vitória contra o Red Wings no dia 18 de dezembro. De lá pra cá, conquistou sequencias de vitórias consecutivas, uma delas chegando a 9 jogos sem perder. Outra qualidade do jogador, foi conseguir chegar à Liga mantendo o mesmo padrão que apresentava antes, exibindo uma precisão importante para um jogador tão jovem. Com apenas 20 anos, Carter Hart pode vir a levar o Calder na sua temporada de estreia, e, mais que isso, pode fazer com que os Flyers finalmente encontrem uma consistência.

    Rasmus Dahlin – Buffalo Sabres

    O NheLas já falou sobre a carreira deste jogador no início da temporada, uma vez que Dahlin chegou sendo uma sensação e com altas expectativas sobre a sua performance. Ele foi o primeiro a ser selecionado no Draft de 2018, mas apesar dos bons indicadores, ele demorou a engatar no ritmo da NHL.  Entretanto, quando chegou ao nível que precisava, Dahlin marcou 37 pontos e está ajudando o Sabres a brigar pela vaga nos playoffs.

    Brady Tkachuk – Ottawa Senators

    O Ottawa Sanators está passando por diversas crises internas não é de hoje. Mas, apesar disso, Brady Tkachuk conseguiu se destacar na sua primeira temporada na NHL. Ele foi draftado no quarto lugar geral em 2018, uma escolha até mesmo questionada, mas Tkachuck vem mostrando porque merece ser destaque.

    Mais uma vez, vemos um jogador mostrar serviço para o seu time. Quando esta no gelo, Tkachuk permite que o Senators ao menos tente jogar, apesar de ser um ala esquerda e não ter o controle do jogo, o que depende dele, realiza com maestria. Brady Tkachuk consegue dominar os espaços, proteger o puck do adversário e atacar no momento certo os espaços em aberto. Talvez está seja o seu segredo para levantar a o Calder Trophy mesmo jogando em um time que vai de mal a pior.

    Miro Haiskanen – Dallas Stars

    Assim como Dahlin, Miro Haiskanen é defensor e vem se mostrando importante para o Stars na corrida pelos playoffs. Ele marcou dez gols em 71 jogos, mas sempre que marca, é de forma decisiva que muda o rumo do jogo. Haiskanen precisou assumir responsabilidade junto aos principais defensores do Stars, uma vez que o time mais uma vez sofreu desfalques por lesões. E, como o Dallas já apresentava uma defesa problemática nas últimas temporadas, Miro Haiskanen chamou a atenção do técnico Monty que lhe deu a chance de mostrar o porquê foi o terceiro escolhido no Draft de 2017 e ajudando o time a também estar na corrida pelos playoffs.

    E para vocês? Quem leva este troféu? Os nomes são muitos e cada um tem sua característica que pode levar o Calder Thophy para casa. Ainda está sendo para prevermos quais desses rookies levantará o troféu, apesar de Peterson ser sem dúvidas o favorito. Mas, cada um destes jogadores já estão fazendo uma excelente temporada nos seus respectivos times ao realizar marcas pessoas que permitiram que seu nome estivesse entre os indicados.

  • Canadá vence a Rivalry Series 2019

    Canadá vence a Rivalry Series 2019

    A Rivalry Series, série de jogos que abriu a Semana do Hockey nos Estados Unidos, aconteceu no último final de semana e terminou com a vitória das canadenses por 2 jogos a 1 de uma série melhor de 3. A final da competição foi disputada no Little Caesars Arena em Detroit.

    A Rivalry Series aconteceu entre os dias 12 e 17 de Fevereiro, e fazem parte do Hockey Week Across America, iniciativa da comunidade do hockey de disseminar o esporte nos EUA. O torneio foi disputado entre a seleção feminina de hockey americana e a canadense, na qual as jogadoras reviveram a final das Olimpíadas de Inverno do ano passado, quando os Estados Unidos conquistaram a inédita medalha de ouro. Dessa vez, as canadenses queriam revanche e levaram melhor sobre as americanas.

    Os jogos

    As americanas levaram o primeiro confronto com apenas um gol marcado por Hillary Knight no segundo período, enquanto Alex Rigsby fez 33 defesas. O jogo aconteceu em London, Ontário, Canadá.

    No segundo jogo, que foi realizado em Toronto, a seleção canadense venceu por 4 a 3. O primeiro período foi mais disputado, mas ainda assim o Canadá saiu na frente e as americanas não conseguiram recuperar.

    A final, realizada na arena dos Red Wings, definiu a vitória do Canadá por 2 a 0. Gols marcados por Brianne Jenner no primeiro período e Blayre Tumbull, no segundo.

    Próximos confrontos

    As duas seleções se enfrentarão novamente em abril, durante o World Champioship que acontece na Finlândia. Para a goleira americana Alex Rigsby, está é a parte mais complicada do clássico. “Você vem de uma derrota e agora temos que esperar outras seis, sete semanas até nos enfrentarmos de novo” ela disse.

    Entretanto, o evento deu tão certo, que a USA Hockey vai transformar este confronto em um jogo anual. Para as atletas, isso significa mais uma possibilidade de se enfrentarem fora das Olimpíadas e se prepararem para futuros jogos Olímpicos e outras competições internacionais.

    Apoio da NHL

    A NHL ajudou a divulgar o evento assim como autorizou o uso das arenas do Red Wings e dos Maple Leafs. Este apoio foi importante para atrair a marca de 8.725 expectadores nos dois primeiros jogos, e ainda mais público no Motor City.

    Vale lembrar que a NHL convidou atletas da USA Hockey a participarem do All Star Game em Janeiro, e doou 25.000 dólares para a instituição. Coyne Schofield, que esteva no All-Star Game, acredita que jogar sobre o escudo da NHL, vai mostrar que o hockey de fato é um esporte para todos.

    Talvez este seja o início de uma parceria produtiva entre a liga, a USA Hockey e a Hockey Canada para promover o hockey feminino.

    FotoReprodução: www.budweisergardens.com

  • Metropolitana grande campeã do All-Star Game

    Metropolitana grande campeã do All-Star Game

    O All-Star Weekend aconteceu no último final de semana em San Jose, Califórnia. Na sexta (25), aconteceu o concurso de habilidades, onde tivemos a presença de jogadoras femininas e até homenagens para ex-jogadores do Sharks. Os jogos entre as divisões aconteceram no sábado (26) à noite, e não faltaram gols. Crosby foi eleito o MVP do jogo, depois de ter passado os dias que antecederam o evento passando mal no seu quarto de hotel.

    Jogo 1: Divisão Central 10, Divisão Pacifica 4

    MacKinnon como assistente técnico no jogo/ Fonte: NHL.com

    O primeiro jogo da noite foi da Divisão Central contra a Divisão Pacífica. A central levou a melhor, ganhando por 10 a 4. A vitória veio mesmo sem o capitão Nathan Mackinnon, que se machucou e acabou conhecendo o outro lado do banco atuando como treinador assistente. Esta foi a primeira vitória da Central na semifinais nos últimos 4 anos.

    Melhores momentos:

    Jogo 2: Divisão Metropolitana 7, Divisão Atlântica 4

    No confronto entre as divisões do Leste, o jogo começou interessante, com cada uma das equipes se revezando ao fazer gols. Até que a Metropolitana resolveu decidir o jogo com gols de Crosby, Letang, Aho e Atkinson.

    Confira os gols:

    Na final do All-Star Game, o primeiro período foi dominado pela Divisão Metropolitana, que chegou a fazer 5 a 0 com a linha Letang-Barzal-Crosby. No segundo tempo, os jogadores da central resolveram acordar e marcaram o 5 gols, sendo dois do jogador do Avalanche, Rantanen. Mas a Metropolitana queria o prêmio de 1 milhão de dólares e também marcou mais 5 gols com Corsby, Aho, Atkinson (2x) e Barzal, levando assim o All Star Game 2019.

    Jogo 3: Divisão Metropolitana 10, Divisão Central 5

    Habilidades

    A competição de habilidades foi dividida em 6 categorias: Bridgestone NHL Fastest Skater™, Gatorade NHL Puck Control™, Ticketmaster NHL Save Streak™, Enterprise NHL Premier Passer™, SAP NHL Hardest Shot™, e Honda NHL Accuracy Shooting.

    A novidade, foi a presença das mulheres na competição por habilidades. Coyne Schofield se tornou a primeira mulher a participar da competição, ficando acima de Clayton Keller na disputa do patinador mais rápido. Schofield substituiu Nathan MacKinnon, do Colorado Avalanche, após o jogador se machucar.

    Resultado da competição

    No, Bridgestone NHL Fastest Skater™, o vencedor pelo terceiro ano consecutivo foi o capitão do Oilers, Connor McDavid com 13.378 segundos.

    A classificação ficou da seguinte maneira:

    Vencedor: Connor McDavid, Edmonton Oilers | 13.378

    Jack Eichel, Buffalo Sabres | 13.582

    Mathew Barzal, New York Islanders | 13.780 

    Miro Heiskanen, Dallas Stars | 13.914

    Elias Pettersson, Vancouver Canucks | 13.930

    Cam Atkinson, Columbus Blue Jackets | 14.152  

    Kendall Coyne Schofield, U.S. Women’s National Team | 14.346

    Clayton Keller, Arizona Coyotes | 14.526

    O Gatorade NHL Puck Control™  é a competição na qual o jogador precisa realizar 3 habilidades: 1. Manipulação: controlar um disco através de uma séroe de dez discos em linha reta; 2. Cone Control: controlar o puck através de uma série de 8 cones em zig-faz; e 3. Portões: onde o patinador se aproxima de cada portão e é obrigado a atirar ou guiar o puck através do degrau do portão.

    A classificação ficou da seguinte forma:

    Vencedor: Johnny Gaudreau, Calgary Flames (27.045)

    Patrick Kane, Chicago Blackhawks (28.611)

    John Tavares, Toronto Maple Leafs (35.210)

    Claude Giroux, Philadelphia Flyers (30.270)

    Mark Scheifele, Winnipeg Jets (32.161)

    Gabriel Landeskog, Colorado Avalanche (33.425)

    Jeff Skinner, Buffalo Sabres (35.407)

    Elias Pettersson, Vancouver Canucks (43.622)

     O Ticketmaster NHL Save Streak™ é a competição da qual os goleiros participam. Cada um dos goleiros enfrenta uma divisão oposta com o mínimo de 9 tiros a gol. Vence o goleiro que fizer mais defesas seguidas.

    O vencedor deste desafio foi o goleiro do New York Rangers, Henrik Lundqvist, que salvou 12 tiros consecutivos dos jogadores da Divisão Atlântica. Também participaram do desafio Pekka Rinne do Nashville Predators (2 defesas contra a Pacífica), Andrei Vasilevskiy do Tampa Bay Lightning (8 defesas contra a Metropolitana), John Gibson do Anaheim Ducks (3 defesas contra a Central), Braden Holtby do Washington Capitals (2 defesas contra a Atlântica), Devan Dubnyk do Minnesota Wild (7 defesas contra a Pacífica), Jimmy Howard do Detroit Red Wings (2 defesas contra a Metropolitana) e Marc-Andre Fleury do Vegas Golden Knights (6 defesas contra a Central).

    No Enterprise NHL Premier Passer™, a classificação ficou da seguinte forma:

    Vencedor: Leon Draisaitl, Edmonton Oilers | 1:09.088

    Sebastian Aho, Carolina Hurricanes | 1:18.530

    Ryan O’Reilly, St. Louis Blues | 1:25.897

    Keith Yandle, Florida Panthers | 1:34.611

    Thomas Chabot, Ottawa Senators | 1:40:568

    Roman Josi, Nashville Predators | 1:47.128

    Erik Karlsson, San Jose Sharks | 1:58.824

    Mikko Rantanen, Colorado Avalanche | 2:17.379

    Nessa modalidade, tivemos a participação de
    Brianna Decker que conseguiu uma marca maior que a de Draisaitl, mas de forma não oficial e, dessa forma, a NHL concedeu o prêmio para o jogador do Edmonton Oilers.

    No, SAP NHL Hardest Shot™ o grande vencedor foi John Carlson, do Washington Capitals. Também participaram Seth Jones (CBJ), Steven Stamkos (Tampa Bay Lightning) e Brent Burns (Sharks)

    Durante o Honda NHL Accuracy Shooting tivemos uma cena inédita. Auston Matthews homenageou Patrick Marleau durante a prova, usando uma Jersey do companheiro de equipe. Marleau jogou pelos Sharks por 19 temporadas antes de se mudar para Toronto. Os fãs aplaudiram o gesto de Matthews e a Jersey foi assinada pelos jogadores da casa Erik Karlsson, Joe Pavelski e Burns, e será leiloada em benefício da MLSE Foundarion.

    A classificação do desafio ficou da seguinte forma:

    Vencedor: David Pastrnak, Boston Bruins | 11.309

    Kris Letang, Pittsburgh Penguins | 12.683

    Drew Doughty, Los Angeles Kings | 13.591

    Joe Pavelski, San Jose Sharks | 14.423

    Blake Wheeler, Winnipeg Jets | 18.585

    Nikita Kucherov, Tampa Bay Lightning | 19.076

    Kyle Palmieri, New Jersey Devils | 20.209

    Auston Matthews, Toronto Maple Leafs | 31.256

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Stars provam que hockey é muito mais que um esporte

    Stars provam que hockey é muito mais que um esporte

    Na última quarta-feira (16) o Dallas Stars mostrou que nem tudo no hockey é competição, e que, às vezes, o esporte é muito mais do que uma taça na prateleira. A fundação do time, em parceria com a ONG Make a Wish, realizou o sonho do jovem Anderson McDuffie de não só conhecer a equipe do Texas, como também jogar contra os Stars.

    Anderson McDuffie nasceu com um problema cardíaco e, aos 10 anos de idade, já havia realizado duas cirurgias. Mas nem por isso ele deixa de jogar hockey, uma das coisas preferidas do menino.

    O The EKGs, time juvenil de McDuffie, teve a experiência completa de um jogo da NHL, com direito a escolta policial, entrevista pós jogo e posts de escalação e placar nas redes sociais do Dallas. Os jogadores também ganharam jerseys personalizadas com nome e logo do time que estavam a espera deles no vestiário da unidade de treinamento do Dallas, o StarCenter em Frisco, Texas.

    O jogo terminou com a vitória do The EKGs, tento McDuffie feito o gol da vitória! Além disso, o garoto fez o defensor do Stars, Klingberg se envolver na primeira briga da carreira, alegando que o jogador tinha ido para cima dele. O sueco entrou na brincadeira, se jogou no gelo e deixou que McDuffie levasse a vantagem. “Terrível. Minha primeira briga na carreira foi terrível. Eu estava parado na linha de defesa, fazendo o meu trabalho e ele veio atrás de mim, tive que me proteger”, disse Klingberg com um sorriso no rosto após o confronto.

    Mais que um jogo

    O capitão de Dallas, Jamie Benn, disse que para ele, a história de Anderson coloca as coisas em perspectiva e desejou que pudessem jogar um pouco mais. “No final, nós estamos apenas jogando um jogo. Existe mais na vida do que apenas hockey. Claro que somos sortudos por jogar neste time e vir para o rinque todos os dias e batalhar e eu acredito que encontramos inspiração na história de Anderson hoje”, concluiu Benn emocionado.

    Para quem quiser ver mais imagens do evento, o Twitter do Dallas Stars reuniu uma thread com os principais acontecimentos do dia:

    Today was a special day, a thread. pic.twitter.com/xHL2HqzW6i— Dallas Stars (@DallasStars) 16 de janeiro de 2019

    O Dallas Stars ganhou da Make a Wish uma taça denominando o jogo como “Wish Cup 2019”, além de uma fala da entrevista de McDuffie que diz “Obrigado por ser o mais legal, mais impressionante time da NHL e por fazer meu sonho se tornar real”. Tem mais alguém com lágrimas nos olhos aí?

    fonte: MikeHeika Twitter

    Foto Reprodução: NHL.com

  • Rick Nash anuncia aposentadoria

    Rick Nash anuncia aposentadoria

    Na última sexta-feira (11), Rick Nash anunciou sua aposentadoria do hockey aos 34 anos de idade. Segundo seus representantes, a decisão foi tomada devido a complicações e sintomas de uma concussão sofrida pelo jogador em março do ano passado.

    “Sob o conselho de sua equipe médica, o risco de mais lesões cerebrais é grande demais se Rick voltar a jogar. Rick gostaria de agradecer a todos que o apoiaram durante esse período difícil”, anunciou a Top Shelf Hockey, representantes de Nash.

    Rick Nash foi draftado no primeiro lugar geral pelo Columbus Blue Jackets em 2002, jogou um total de 1060 jogos em 15 temporadas, marcando um total de 805 pontos divididos em 437 gols e 368 assistências. Seus últimos 11 jogos foram na temporada 17-18 pelo Boston Bruins após ter sido trocado com os Rangers.

    Nash começou sua carreira no dia 10 de Outubro de 2002 com o CBJ, marcando já na sua estreia na vitória de 2 a 1 em cima dos Blackhawks. Naquele ano, ele foi indicado para o Rookie do ano. Apesar de não ter ganhado o prêmio, Nash foi selecionado para o NHL All Rookie Team.

    Na temporada 2012-13, encurtada por causa do lockout, Nash estreou com o New York Rangers onde jogou até Fevereiro de 2018. Foi nos Rangers que Nash atingiu a marca de mil jogos na Liga, no dia 6 de outubro de 2017. Com isso, ele se tornou o 321º jogador da história a jogar pelo menos 1000 jogos em sua carreira.

    Despedida

    No domingo (13), Rick Nash foi homenageado pelo Columbus Blue Jackets antes do jogo contra o New York Rangers na Nationwide Arena. Nash foi o responsável em soltar o puck que deu início ao jogo ao lado de sua esposa e filhos.

    Ao ser questionado sobre a decisão, Rick disse que a aposentadoria está indo bem, que agora tem mais tempo para ficar com sua família. Eles retornaram a Columbus, onde Nash e sua esposa Jessica mantiveram uma casa. O casal pretende continuar morando na cidade. “Agora eu posso educar meus filhos nessa cidade e viver aqui pelo resto da vida”, disse Nash.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • All-Star Game chega à Califórnia

    All-Star Game chega à Califórnia

    A 64ª edição do All Star Games acontece entre os dias 24 e 27 de Janeiro. Neste ano, o evento que marca a metade da temporada, acontece na arena do Sharks, em San José, Califórnia. O concurso de habilidades acontece no dia 25 e os jogos entre as divisões no dia 26, mas durante todo o final de semana acontecerá a 2019 NHL Fan Fair™.

    Os times de cada divisão e seus capitães já foram selecionados. A NHL determinou quatro critérios para a escolha dos jogadores que participarão do evento este ano, uma vez que é impossível levar todos os talentos em uma só edição. Dessa vez, foi avaliado quatro pontos chave, são eles:  

    • Um representante de cada um dos 31 times da Liga.
    • Os 10 a 15 marcadores da Liga no momento da seleção.
    • O jogador possuir o maior número de “estrelas” possível  
    • Variedade de jogadores do time da casa (no caso, dos Sharks)

    Mas neste ano, a NHL implementou uma novidade: até o dia 10 de Janeiro os fãs poderão votar para enviar mais um jogador para o ASG. Nomes importantes de edições anteriores como Tyler Seguin e Brock Boeser correm o risco de ficar de fora em 2019 se não passarem na peneira do NHL All-Star Last Man.

    A principal ausência do ASG este ano vai ser Alex Ovechkin do Washington Capitals. O jogador foi selecionado para participar dos jogos, mas comunicou à NHL que preferiu ficar de fora e descansar, uma vez que a semana de férias do Caps antecede o All-Star Break e o jogador terá a oportunidade de uma folga prolongada.

    Se liga na lista de jogadores já confirmados para o All-Star Weekend (separado por divisões):

    Divisão Atlântica:

    • Jack Eichel, Buffalo Sabres
    • Nikita Kucherov, Tampa Bay Lightning
    • Auston Matthews, Toronto Maple Leafs
    • David Pastrnak, Boston Bruins
    • Steven Stamkos, Tampa Bay Lightning
    • John Tavares, Toronto Maple Leafs
    • Thomas Chabot, Ottawa Senators
    • Keith Yandle, Florida Panthers
    • Jimmy Howard, Detroit Red Wings
    • Carey Price, Montreal Canadiens

    Divisão Metropolitana:

    • Sebastian Aho, Carolina Hurricanes
    • Cam Atkinson, Columbus Blue Jackets
    • Mathew Barzal, New York Islanders
    • Sidney Crosby, Pittsburgh Penguins
    • Claude Giroux, Philadelphia Flyers
    • Taylor Hall, New Jersey Devils
    • John Carlson, Washington Capitals
    • Seth Jones, Columbus Blue Jackets
    • Braden Holtby, Washington Capitals
    • Henrik Lundqvist, New York Rangers

    Divisão Central:

    • Patrick Kane, Chicago Blackhawks
    • Nathan MacKinnon, Colorado Avalanche
    • Ryan O’Reilly, St. Louis Blues
    • Mikko Rantanen, Colorado Avalanche
    • Mark Scheifele, Winnipeg Jets
    • Blake Wheeler, Winnipeg Jets
    • Miro Heiskanen, Dallas Stars
    • Roman Josi, Nashville Predators
    • Devan Dubnyk, Minnesota Wild
    • Pekka Rinne, Nashville Predators

    Divisão Pacífica:

    • Johnny Gaudreau, Calgary Flames
    • Clayton Keller, Arizona Coyotes
    • Connor McDavid, Edmonton Oilers
    • Joe Pavelski, San Jose Sharks
    • Elias Pettersson, Vancouver Canucks
    • Brent Burns, San Jose Sharks
    • Drew Doughty, Los Angeles Kings
    • Erik Karlsson, San Jose Sharks
    • Marc-Andre Fleury, Vegas Golden Knights
    • John Gibson, Anaheim Ducks

    Como nos anos anteriores, o All-Star Game será um torneio de 3 jogos de 20 minutos. A Metropolitana disputa com a Atlântica primeiro, depois acontece o jogo da Central contra a Pacífica. O vencedor destes confrontos disputam a final (também de 20 minutos) valendo o prêmio de 1 milhão de dólares que os jogadores dividem entre si.

    Foto Reprodução: NHL.com