Autor: Juh Guedes

  • Perfil Jack Hughes

    Perfil Jack Hughes

    Na última sexta-feira (21), o New Jersey Devils confirmou o que todos estavam esperando ao draftar o americano Jack Hughes em primeiro lugar no NHL Draft 2019. O center nasceu em Orlando, na Flórida, no dia 14 de Maio de 2001. No entanto, poucos dias depois, sua família mudou para Oklahoma, de onde continuaram mudando por causa do trabalho dos pais.

    Hughes teve desde muito cedo uma relação com o hockey. Isso aconteceu porque sua mãe, Ellen Hughes, jogou pela seleção feminina de hockey no início dos anos 1990. Ellen foi, então, uma das medalhistas de prata do World Championship de 1992.

    Apesar de seu pai, Jim Hughes, também ter jogado hockey e ter trabalhado no Toronto Marlies e nos Leafs, Jack diz que sua maior referência é a mãe. Ellen foi, inclusive, quem lhe ensinou a patinar. Quando Jim estava fora de casa, os três Hughes (Jack, Quinn, jogador do Canucks, e Luke, o caçula), recorriam à Ellen para pedir dicas e ensinamentos sobre o esporte.

    Criado em um ambiente propício para desenvolver seu jogo, Jack Hughes desde muito cedo demostrava talento para esporte. Aos cinco anos, Jack jogava com crianças mais velhas do que ele. Durante esse período, ele logo começou a demonstrar habilidades que já assinalavam que tinha algo diferente acontecendo ali.

    Prova disso é que Jack Hughes se tornou apenas o oitavo americano a ser draftado em primeiro da NHL. Sendo assim, ele entrou para o seleto grupo de Auston Matthews (2016), Patrick Kane (2007), Erik Johnson (2006), Rick DiPietro (1995), Mike Modano (1988) e Brian Lawton (1983).

    Modo Iniciante

    Jack Hughes começou a sua carreira no hockey quando sua família estava em Toronto. Ele jogou pelo Toronto Marlboros Bantam na temporada 2014-15, na GTBHL. Na temporada 2015-16, Hughes foi para o Mississauga Rebels na Greater Toronto Hockey League (GTHL), quando tentou ingressar um ano mais cedo na Canadian Hockey Legue. Entretanto, ao ser recusado, ele passou a treinar no Toronto Marlboros na temporada 2016-17, onde marcou 159 pontos em sua última temporada na equipe.

    Mas sua carreira no Marlboros não durou muito. Logo Hughes foi draftado em oitavo lugar pelo Mississauga Steelheads na OHL, apesar do seu comprometimento com o U.S. National Team Development Program.

    Na temporada 2017-18, Hughes jogou ao lado do USNTDP, revezando entre os times U17 e U18. Ele quase bateu o recorde de Auston Matthews ao marcar 116 pontos na temporada. Por isso, ele levou o prêmio Dave Tyler Junior Player of the Year e o melhor jogador nascido nos EUA no junior hockey.

    Durante a temporada 2018-19, Jack Hughes bateu todos os recordes de pontos do NTDP, chegando ao NHL Draft com boas estatísticas que chamaram atenção dos olheiros.

    Modo Carreira

    Jack foi draftado pelo New Jersey Devils no Draft 2019. Entretanto, apesar das expectativas que ele inicie sua carreira na NHL na temporada 2019-20, ainda é preciso saber se ele irá profissionalizar este ano. Ele pode continuar desenvolvendo seu jogo por mais uma temporada antes de chegar à Liga, agora no hockey universitário. Hughes pode, seguindo os passos do irmão mais velho, competir pela Universidade de Michigan antes de chegar ao profissional.

    Modo Internacional

    Como parte do U.S. National Team Development Program, Jack Hughes teve oportunidade de jogar alguns torneios pela seleção americana. Com maior destaque, Hughes participou do 2018 IIHF World U18 Championships, quando os Estados Unidos levou a prata. Nesse torneio, Jack foi o líder em gols, marcando 12 vezes. Isso o ajudou a entrar no All Star Team do torneio, além de ter sido considerado o MVP da competição.

    Em dezembro de 2018, Jack foi convocado para competir no 2019 World Junior Ice Hockey Championships ao lado do seu irmão, Quinn. Nesse torneio, Hughes terminou com quatro assistências na derrota do Team USA para a Finlândia na final.

    Em 2019, Hughes participou do 2019 IIHF World U18 Championships, quando o Team USA levou a medalha de bronze. Para Jack, essa competição foi especial pois quebrou o recorde de gols de Alexander Ovechkin.

    Mais tarde, no dia primeiro de maio, Jack se tornou o jogador mais jovem a representar o Team USA no IIHF World Championship com apenas 17 anos. Na competição, o Team USA foi eliminado nas quartas de final pela Rússia.

    Jack Hughes é um jogador que promete chegar à NHL mudando a dinâmica de seu time. Com sua experiência no Mundial deste ano, Hughes já entende a dinâmica de competir com jogadores profissionais. Entretanto, a rotina da NHL é ainda mais intensa e seus números poderão precisar de tempo para se ajustar.

    Foto: Reprodução/ESPN.com

  • Qual pick do Draft você seria?

    Qual pick do Draft você seria?

    Já parou pra pensar qual pick do Draft da NHL você seria?

    Nessa época, todo mundo fica curioso para saber quais jovens jogadores cada time irá escolher. Sempre há apostas de quem serão os três primeiros selecionados e quais nomes poderão entrar para a NHL nos anos seguintes.

    Agora chegou a sua vez de descobrir se você seria ou não selecionado no Draft!

  • Perfil: Elias Pettersson

    Perfil: Elias Pettersson

    A temporada de rookie de Elias Pettersson foi um dos assuntos mais comentados da temporada 2018-2019. O jovem jogador dos Canucks demonstrou destrezas no gelo elogiadas inclusive por Wayne Gretzky, que o chamou de “jogador mais habilidoso que já vi jogar”. O Vancouver Canucks pode não ter chegado nos playoffs ainda, mas, com Pettersson no ataque, é questão de tempo para o time se ajustar.

    Elias Pettersson nasceu em Sundsvall, na Suécia, em 12 de novembro de 1998. Desde o início da sua carreira, ele ouviu muitas críticas: era magro para o esporte. Dessa forma, em um jogo em que força física conta muito, Pettersson teve que aprender a usar outras habilidades a seu favor.

    Mas isso nunca o desmotivou. Ficava depois dos treinos para melhorar shoots e se aperfeiçoar. Assim, desenvolveu um estilo de jogo único. Chamou tanta atenção com este jogo diferenciado que foi selecionado pelo Vancouver Canucks como quinta escolha do Draft de 2017. Além disso, foi ranqueado como o segundo melhor europeu daquele ano pelo NHL Central Scouting Bureau.

    O jogador, com apenas 20 anos, se encontrou na NHL. Manteve o nível alto e se destacou entre os rookies até pelo menos metade da temporada. Não à toa, Pettersson é um dos finalistas do Calder Trophy, concorrendo com Rasmus Dahlin (Buffalo Sabres) e Jordan Binnington (goleiro do St. Louis Blues).

    Modo Iniciante

    Elias Pettersson passou sua infância em Ange, na Suécia, onde começou a jogar pelo Timrå IK da Hockey Allsvenskan. Depois, subiu para a categoria profissional no mesmo time. Logo em sua segunda temporada, foi o segundo marcador do time. Em 43 jogos, Pettersson fez 41 pontos em 2016-2017.

    Mesmo assim, não foi o suficiente para o Timrå IK ascender. Buscando jogar na SHL, Pettersson assinou um contrato de três anos com o Växjö Lakers, em Abril de 2017. E foi justamente no Växjö que ele teve a oportunidade de criar a sua própria forma de jogar, apreciada na NHL hoje.

    Antes de chegar ao Växjö Lakers, Pettersson não estava feliz com sua forma de jogar. Apresentava cerca de 12 movimentos diferentes ao fazer um shoot. Então, resolveu passar 15 minutos depois do treino todos os dias praticando os mínimos movimentos. Foi assim que aos poucos foi criando a sua característica marcante que impulsionou sua carreira.

    Um adolescente jogando entre homens já formados e mais musculosos que ele, foi fazendo gols e definindo jogos. Pettersson marcou 24 gols, um total de 56 pontos em 44 jogos. Com essas marcas, o sueco levou o prêmio de maior pontuador da SHL, além de rookie do ano na temporada regular e MVP dos playoffs. Por fim, foi eleito foward do ano.

    Modo Carreira

    Um ano após ser selecionado no NHL Draft, Pettersson assinou o contrato (entry-level) com o Vancouver Canucks em Maio de 2018. Uma das especulações dos Canucks ter escolhido o sueco no Draft foi o seu desempenho ao lado de Jonathan Dahlén quando ambos jogavam no Timrå IK. Porém, posteriormente Dahlém foi trocado para os Sharks e hoje joga no afiliado San Jose Barracuda. Vancouver buscou uma dupla de jogadores, mas saiu no lucro ficando com Pettersson que, desde sua estreia na NHL, vem mostrando que de fato é um jogador diferenciado.

    O sueco estreou pelos Canucks em 3 de outubro de 2018, na vitória em cima do Calgary Flames por 5 a 2. Ele marcou seu primeiro ponto e seu primeiro gol na liga neste mesmo jogo. Essa partida era a penas uma amostra do que seria sua temporada.

    Mesmo com lesões, Pettersson foi nomeado rookie do mês em outubro e dezembro (2018), chegando no final do ano com 17 pontos em 14 jogos. Logo depois, em 2 de Janeiro, ele marcou o seu primeiro hat-trick durante a vitória em cima do Ottawa Senators por 4 a 3. Ainda no primeiro mês do ano, ele foi o representante do Vancouver no All Star Game, ficando com a quinta colocação no desafio de velocidade.

    Na vitória de 3 a 2 em cima dos Hawks, no dia 18 de março, o sueco deu uma assistência, marcando seu 61º ponto na temporada. Esta marca fez Pettersson ultrapassar o recorde da franquia em pontos marcados por um rookie, lugar que antes era de Pavel Bure e Ivan Hlinka.

    Elias Pettersson terminou a temporada com um total de 66 pontos em 71 jogos. Dentre eles, 28 foram gols. Sua temporada de rookie foi destacada como uma das melhores dos últimos anos. Sendo considerada a melhor temporada de um novato desde Crosby e Ovechkin em 2005-06.

    Modo Internacional

    A carreira de Elias Pettersson ao lado da seleção Sueca também chama atenção. Ele ajudou a Suécia a levar a medalha de prata no 2018 World Junior Ice Hockey Championships. Em seguida, foi a medalha de ouro no 2018 IIHF World Championship.

    Em 2019, a Suécia foi eliminada pela campeã Finlândia nas quartas do World Championships. Mesmo assim, Pettersson chamou atenção durante o campeonato. Com uma seleção cheia de estrelas da NHL, o jovem jogador dos Canucks atuou ao lado de Gabriel Landeskog, Henrik Lundqvist e Patric Hornqvist, sempre pronto para armar jogadas e marcar gols. Seu formato de jogo foi elogiado com frequência. Sem dúvida, sua primeira temporada na NHL o ajudou a chegar no Mundial com maior experiência no gelo.

    Este foi o primeiro ano de uma carreira que está apenas no início. Elias Pettersson mostra ser um jogador interessado em crescer, e seus números não mentem. Estamos diante de um jogador que pode fazer história dentro da NHL.

    Foto: Reprodução/dailyhive.com

  • Boston assume a liderança na Stanley Cup Final

    Boston assume a liderança na Stanley Cup Final

    Em um jogo morno, Boston encontra o caminho para o gol e leva o Jogo 3 por 7 a 2. Os Blues, mesmo jogando em casa, pareciam não se encontrar no gelo. Além disso, o técnico Craig Berube demorou para tirar Binnington do jogo, mesmo após o goleiro ter levado cinco gols em 19 shoots. Bruins agora lideram a série por 2 a 1.

    Bruins 7, Blues 2

    Apesar do apagão no restante do jogo, Binnington começou o primeiro tempo fazendo uma boa defesa para os Blues. O goleiro parou um shoot de David Pastrnak ao se jogar no gelo e impedir o puck de entrar no gol. Mas, poucos minutos depois, Patrice Bergeron marcou um power play goal, abrindo o placar para os Bruins.

    Charlie Coyle marcou o segundo dos Bruins aos 17:40. Logo depois, Sean Kuraly marcou o terceiro, aos 19:50. No entanto, essa foi uma jogada duvidosa, que foi desafiada pelos Blues. Após revisão, o gol foi validado constatando que o patins do jogador do Boston o colocava em posição legal.

    O segundo período começou com uma power play para os Bruins, devido ao desafio não convertido no gol do final do primeiro tempo. Assim, o time visitante soube aproveitar a vantagem. Pastrnak marcou o quarto gol aos 0:41, após uma jogada brilhante iniciada por Bergeron na entrada da área ofensiva.

    Aos 11:05, Ivan Barbashev marcou para os Blues em uma jogada certeira, sem dar a chance de defesa para Tuukka Rask. Contudo, para a decepção da torcida do time da casa, a comemoração durou pouco. Torey Krug rapidamente marcou o quinto gol dos Bruins aos 12:12. Esse shoot até que foi desviado por Binnington, mas ainda assim foi para o fundo do gol.

    Troca de goleiros

    Com menos de oito minutos para o fim do segundo período, Jake Allen assumiu o gol dos Blues, fazendo a sua primeira participação nesta pós-temporada. O time da casa ainda tentou uma jogada nos últimos segundos do período, mas o puck bateu na trave.

    O terceiro período começou com o mesmo ritmo lento de jogo. Mesmo com algumas pequenas confusões e muitos encontrões, os Bruins dominaram o placar. Enquanto isso, os Blues pareciam cada vez mais perdidos.

    Em um último suspiro, Colton Parayko marcou um power play goal para os Blues, em outra jogada de longe certeira e sem chance de defesa para o goleiro. Os Blues tiraram o goleiro e o homem a mais no gelo proporcionou alguns shoots a gol para o time da casa. Entretanto, mesmo assim, eles acabaram perdendo o puck e Noel Acciari marcou no empty net aos 18:12.

    Poucos segundos depois, Marcus Johansson ainda marcou o sétimo gol dos Bruins, selando de vez o Jogo 3. Agora, os times se enfrentam na segunda-feira (3) para o Jogo 4, também em St. Louis.

    Foto: Reproducão/NHL.com

  • Professional Women’s Hockey Players Association é anunciada

    Professional Women’s Hockey Players Association é anunciada

    A hashtag #ForTheGame, criada pelas atletas norte-americanas após o encerramento das atividades da CWHL, está começando a dar resultados, mesmo que ainda exista um longo caminho a percorrer. O objetivo das atletas é reivindicar a criação de uma liga feminina de hockey com melhores condições de trabalho, melhores salário e segurança, o que para elas, a NWHL não oferece.

    Nesta semana, o New Jersey Devils anunciou que está desfazendo a sua parceria com o Metropolitan Riveters, time feminino da NWHL. O Rivers deve continuar existindo, mas não mais atuará na Prudential Center e deve ser relocado. O Devils também disse que irá abrir espaço no gelo para mulheres que desejarem praticar o esporte.

    Mas, se por um lado essa notícia possa ser um pouco desanimadora, outra notícia dessa semana deu uma pontinha de esperança para o hockey feminino. Nessa segunda (20), foi anunciado a criação da Professional Women’s Hockey Players Association, em resultado da união das jogadoras ao apresentar as reivindicações.


    Atletas divulgam a PWHPA nas redes sociais

    Mais uma vez as atletas norte-americanas usaram o twitter e o instagram para se manifestar sobre a PWHLA. Dessa vez, comemoraram a criação da PWHPA  não apenas pela situação atual do hockey feminino, como também visando futuras jogadoras.

    Relase divulgado pelas jogadoras em suas redes sociais

    A Associação irá funcionar como um veículo dedicado à construção de uma liga feminina viável, seguindo os critérios exigidos pelas atletas. Também será sua função ajudar as jogadoras a conseguir patrocinadores e os equipamentos necessários para treinos.

    “Os membros da PWHPA querem uma liga profissional que irá promover recursos financeiros e estrutura para as jogadoras, proteger e apoiar seus direitos e talentos, promover seguro saúde, e trabalhar com companhias, empresários e esportistas profissionais ao redor do mundo que já manifestaram apoio ao hockey feminino”, diz o release postado pela associação em seu site oficial e também nas redes sociais das jogadoras (imagem acima).

    A Professional Women’s Hockey Players Association, irá abrigar todas as atletas norte americanas e europeias, mesmo aquelas que não possuem vínculo com as seleções. O intuito não é apenas imediato. O objetivo da PWHPA também inclui promover programas e treinamento para jovens jogadoras. Além disso, desenvolver um ambiente com diversidade e a inclusão em todos os níveis do esporte. Mostrar que o hockey é para todos, e que as mulheres também tem direito a ter seu espaço no gelo.

    Foto: Reprodução PWHPA

  • San Jose Sharks vence Jogo 7 e se classifica para a final da Conferência!

    San Jose Sharks vence Jogo 7 e se classifica para a final da Conferência!

    San Jose Sharks se classificou para a final da Conferência, depois de vencer o Colorado Avalanche em um Jogo 7 controverso. Agora, enfrenta os Blues por uma vaga na Stanley Cup Final. A série começa já nessa sexta (10).

    Avalanche 2, Sharks 3

    Com dois minutos de jogo, o Avalanche teve uma baixa quando Nathan MacKinnon se chocou contra a barreira e deslocou o ombro como resultado. Ele, em seguida, foi para o vestiário e retornou ao jogo apenas no final do primeiro período.

    Com o time visitante abalado, os Sharks aproveitaram as brechas e marcaram dois gols seguidos. Primeiro, aos 5:57, os Sharks abriram o placar com Joe Pavelski. Cinco minutos depois, Grubauer até defendeu um shoot, mas Hertl encontrou o caminho para o gol e marcou 2-0 para o time da casa.

    O Avalanche teve a sua melhor chance no primeiro período quando Soderberg recebeu o puck de Copher, mas o atacante errou o gol. Ficou com Rantanen a responsabilidade de marcar para os Avs. Aos 19:53, Ele recebeu o puck de Girard, em uma jogada toda armada pelo capitão do Colorado, Landeskog.

    No segundo período, Colin Wilson empatou o jogo para os Avs, aos 7:49. No entanto, o técnico dos Sharks, Peter DeBoer, contestou por offside. O vídeo mostrou Landeskog demorando a entrar no banco, momentos antes do gol. Pela dúvida, os juízes optaram por anular o gol de Wilson. Com isso, jogo seguiu 2-1 para o time da casa.

    Depois disso, os Sharks tomaram conta do gol e Denskoi marcou o terceiro para o time da casa, aos 12:37.

    Em menos de um minuto no terceiro período, Jost marcou para o Avalanche, permitindo que o time desse um último suspiro na série. Soderberg, contudo, perdeu a sua segunda chance de marcar para os Avs quando, aos três minutos, perdeu um gol em um lance inacreditável. O jogador primeiro conseguiu passar o puck por debaixo das pernas do goleiro. Só que foi na direção errada e o puck deslizou para fora…

    O Avalanche continuou atacando no restante do período, em uma tentativa de forçar OT. Enquanto isso, Jones fechou o gol do Sharks e garantiu a vitória por 3 a 2.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Atletas lutam pelo Hockey feminino

    Atletas lutam pelo Hockey feminino

    Enquanto a comunidade do hockey está com os olhos voltados para os playoffs da NHL, as atletas norte-americanas movimentaram as redes sociais essa semana mostrando que elas estão presente e irão continuar lutando para um maior investimento no hockey feminino.

    Depois de ser anunciado em março que a CWHL (Canadian Women’s Hockey League) deixaria de existir, a única opção para as atletas continuarem praticando seu esporte na America seria a NWHL (National Women’s Hockey League). A liga, criada em 2015, é formada pelos times Boston Pride, Buffalo Beauts, Connecticut Whale, Metropolitan Riveters e Minnesota Whitecaps. Após o anuncio do fim da CWHL, a NWHL estuda inclusive a criação de times em Toronto e Montreal. Porém, para as atletas, a NWHL ainda está longe de ser o ideal.

    Na última quinta (2), cerca de 200 atletas publicaram em suas redes que não irão se juntar à NWHL na próxima temporada se não houver uma busca por melhores condições de trabalho e apoio da NHL à liga feminina. A maior ponderação é que está na hora de criar uma Liga Feminina de Hockey que seja sustentável, uma vez que continuar com salários abaixo de 2 mil dólares a temporada e falta de seguro saúde são o pacote certeiro para um treinamento inadequado.

    Usando a hashtag #ForTheGame, a iniciativa foi inspirada na conquista das atletas americanas frente à USA Hockey em março de 2017, quando ameaçaram boicotar o World Championship Tournament se não fossem tratadas da mesma maneira que os homens pela instituição. Na época, as atletas conquistaram um aumento salarial, benefícios médicos e transporte depois que a mensagem se espalhou pelas redes sociais.

    Em tradução livre, a declaração diz: “Nós somos felizardas em sermos embaixadoras deste esporte que reverenciamos tão profundamente e por isso, mais que nunca, entendemos as responsabilidades que chegam com essa posição: Deixar este jogo em um formato melhor do que quando entramos. E por isso nós nos unimos, cerca de 200 atletas, para dizer que é hora de criar uma liga profissional Feminina de Hockey sustentável.

    Enquanto conquistamos tanto, não há melhor conquista do que o potencial que temos aqui e agora – não apenas para essa geração de jogadoras, mas também para as que estão por vir. Com este propósito, nós nos unimos, não como atletas individuais, mas como uma voz coletiva para ajudar a planejar um futuro e proteger as necessidades das jogadoras. Nós não podemos ter uma vida sustentável jogando no atual estado deste esporte profissional. Sem ter seguro saúde e produzindo tão pouco quanto dois mil dólares a temporada significa que jogadoras não podem treinar adequadamente e se preparar para jogar no alto nível.

    Por causa disso, juntas como jogadoras, nós não iremos jogar em QUALQUER liga profissional da América do Norte nesta temporada até conseguirmos os recursos que jogadores de hockey profissionais precisam e merecem.

    Nós podemos representar diversos times, ligas e países – mas este esporte é uma família. E é a hora dessa família se unir é agora. Este é o momento pelo qual estávamos esperando – nosso momento de nos unir e dizer que merecemos mais. É hora para uma liga profissional viável de longo prazo, que mostrará o ótimo produto das mulheres jogadoras profissionais de hockey para o mundo.”

    Ainda não há uma lista completa das atletas que aderiram a este movimento, mas Lisa Knox, presidente da C.W.H.L. Players’ Association afirmou que cerca de 98% das jogadoras da liga aderiram ao movimento com o apoio de atletas da Finlândia, Suécia, Noruega, Suíça e Dinamarca.

    NHLPA comenta o posicionamento das atletas

    Dois dias depois do movimento #ForTheGame começar nas redes sociais, a National Hockey League Players’ Association publicou uma declaração encorajando as jogadoras a adquirirem um posicionamento ativo ao futuro do esporte.

    “A NHLPA encoraja as jogadoras a ter um papel ativo no futuro do Hockey Profissional Feminino. A voz delas é importante para garantir que o jogo continue crescendo, e seus julgamentos precisam ser respeitados”

    Eles também anunciaram que irão aumentar os salários na próxima temporada, dividir a receita dos patrocinadores e promover acordos de direito de mídia. Completaram dizendo que desde a extinção da CWHL, a Liga vem levantando investimentos significativos, embora os detalhes destas operações financeiras não tenham sido divulgados.

    Foto: Reprodução/www.nwhl.zone

  • Canes chega à final da conferência leste! Já Stars lidera por 3-2

    Canes chega à final da conferência leste! Já Stars lidera por 3-2

    Na noite de sexta (03), o Canes chegou à final da Conferência Leste. Feito inédito para a franquia, o time eliminou os Islanders por 4 a 0 na série. Já o Dallas Stars ganhou fora de casa e lidera a série contra o Blues por 3 a 2.

    Isles, 2, Canes 5

    Em um jogo no qual era tudo ou nada, o Carolina Hurricanes entraram no gelo com a confiança que precisavam para levar a série. De início, Barzal abriu o placar para os Islanders, aos 2:30 do primeiro tempo. Os Canes, no entanto, logo empataram com um gol de Aho aos 4:44. Depois de um gol para cada lado, o jogo foi ficando cada vez mais intenso.

    Teravainen começou o segundo período com um gol para o time da casa aos 2:11. A partir de então, os Islanders abriram a porteira, deixando Canes marcar o terceiro menos de um minuto depois. Foi uma jogada que começou na linha azul com um passe de Pesce e foi defendido pelo goleiro do Islanders. No entanto, Lahner deixou o puck escapar e McKegg não pensou duas vezes para finalizar.

    O time de Nova York, então, trocou o goleiro, mas mesmo com Greiss protegendo a caixa, os Canes continuaram atacando. O capitão Williams recebeu o puck de Staal e, aos 8:51 do segundo período, marcou o quarto para Carolina. Mesmo assim, os Islanders ainda tentaram marcar no final do período, mas McElhinney realizou defesas impressionantes. Com isso, conseguir manter o placar em 4 a 1.

    No terceiro período, os dois times apresentaram um jogo mais físico. Ainda assim, não foi o suficiente para os Islanders reverterem o placar. Bailey lançou para o gol, mas McElhinney mais uma vez defendeu pegando o puck no ar, antes que este pudesse entrar no gol.

    Aos 15:13, Svechnikov recebeu um passe de Faulk e, sozinho de frente para o goleiro, marcou seu primeiro gol na série. Faltando apenas dois minutos para terminar o jogo, McElhinney perdeu o tempo do puck e permitiu um gol de misericórdia dos Isles. Assim, Nelson fechou o placar em 5 a 2.

    Canes fechou a série em 4 a 0 e agora espera o resultado de CBJ x Bruins para saber quem vai enfrentar na final da conferência.

    Stars 2, Blues 1

    Essa é uma série que está sendo interessantíssima de acompanhar. Stars e Blues vêm apresentando um jogo físico muito forte e, por consequência, com poucas oportunidades de gols. Quando os times conseguiam chegar ao gol, Bishop ou Binnington faziam a defesa.

    O Dallas abriu o placar logo no primeiro período, com 2:42 de jogo, em um passe de Seguin para Spezza finalizar. Pietrangelo armou uma jogada para os Blues, mas a defesa do Dallas estava atenta. Hitz conseguiu mandar o puck para longe.

    Com 5 minutos do segundo período, Seguin fez um shoot ao gol dos Blues, mas Binnington estava atento e defendeu. Dois minutos depois, Bishop saiu do gol para fazer uma defesa quase na área de faceoff, recuperando o puck para o Dallas. Radulov, então, recebeu o passe e deu assistência para Lindell marcar o segundo gol dos Stars, aos 6:13. Perron ainda teve a chance de marcar para os Blues no final do período, mas mandou o puck na trave. Essa jogada precisou até de revisão para confirmar o no-goal.

    Aproveitando um erro do goleiro de Dallas, Schwartz marcou o único gol dos Blues, nos 8:26 do terceiro período. Depois disso, a defesa do Dallas se fechou para evitar que o jogo fosse para o overtime. Dallas Stars ganhou o jogo por 2 a 1 e agora lidera a série por 3 a 2. Pode, assim, passar para as finais no jogo de domingo (5), em casa.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • As conquistas do Wild Card

    As conquistas do Wild Card

    Esse texto foi uma co-autoria entre Juh Guedes e Nathália Caldeira.

    Que os playoffs da NHL são uma das melhores épocas para acompanhar o esporte todo mundo sabe. O que ninguém esperava, era que em 2019 estes playoffs fossem nos levar a resultados históricos, dignos de entrarem para os livros e recordes da liga. E que fossem atrapalhar tanto a bracket de todo mundo que seguiu as estatísticas.

    Comparado com as outras ligas americanas, os playoffs da NHL, estatisticamente, são mais difíceis de prever do que os da NBA e da NFL. O que assistimos em primeira mão este ano, prova o quão especial e único o hockey pode ser.

    Pela primeira vez na história da NHL (e de todas as ligas profissionais americanas), os ganhadores das quatro divisões na temporada regular foram eliminados na primeira fase dos playoffs. E, pela quarta vez, os quatro times que chegaram aos playoffs por Wild Card passaram para o segundo round, mostrando o porquê o nome é Wild Card.

    Avalanche, Stars, Blue Jackets e Hurricanes marcaram pela quarta vez na era da conferência que pelo menos cinco dos times que se classificaram mais baixo na tabela passaram do primeiro round. Enquanto Colombus fez história ao ser o primeiro time na história da NHL a eliminar de forma precoce o melhor time da temporada regular, o Tampa Bay Lightning.

    Mas não foi apenas CBJ que chegou a boas marcas. Os demais times que entraram nos playoffs pelas vagas de Wild Card também fizeram bonito no primeiro round.

    Série Tampa 0 x Columbus Blue Jackets 4

    Todos tinham absoluta certeza que um time que alcançou a marca histórica de 62 vitórias na temporada regular seria um forte candidato a ganhar a Stanley Cup, porém o que aconteceu esse ano foi algo totalmente contrário: Tampa Bay foi mandado embora pelo Columbus Blue Jackets na primeira rodada. E essa perda parece ter desencadeado o “caos” dos playoffs.

    O que aconteceu? Ninguém sabe, nem os jogadores de Tampa, o técnico, talvez nem mesmo os jogadores do CBJ. E, ao invés de a história ter sido feita para os Bolts, foi feita para o Jackets.

    O primeiro jogo, na Amalie Arena, começou muito bem para o Bolts: 3 gols no primeiro tempo, tudo normal até aí. Mas então, Columbus reagiu, marcando um gol no segundo tempo. No terceiro conseguiu a virada, fazendo 3 gols. A partir disso, dominância total e um Bolts enfraquecido. No segundo jogo, também em Tampa, Columbus venceu por 5 a 1. O terceiro, agora na casa de Columbus, foi 3 a 1 e a última partida foi 7 a 3. CBJ levou a série sem que ninguém pensasse que fosse possível.

    Ao tentar encontrar explicações para o porque o Lightning sofreu um apagão, pode-se pensar na suspensão de Nikita Kucherov e a lesão do defensor Victor Hedman. O trio de ataque composto por Point, Stamkos e Kucherov parecia esquecer que estavam jogando os playoffs da NHL, e só resolveram aparecer no último jogo, tarde demais.

    O time que apresentou o jogo mais dominante na temporada regular pareceu ter desaparecido por 4 dias, por mérito total do time de Ohio e especialmente de seu técnico  John Tortorella, que anulou todas as estratégias de Jon Cooper.

    Cooper se demonstrava muito tranquilo mesmo com os resultados ruins, enquanto Tortorella a todo momento motivava seus jogadores, e isso foi fundamental para a perseverança do CBJ que resultou na conquista da série.

    Série Avalanche  4 x Flames 2

    Calgary chegou nos playoffs com a divisão pacífica e o segundo lugar geral na liga debaixo do braço, além de apresentar o segundo melhor ataque da NHL. Jogando em casa, ganhou o primeiro jogo da série por 4 a 0 e se acomodou. Acreditou que seria fácil, afinal os Avs chegaram aos playoffs apenas no segundo Wild Card. Na temporada regular, dos três jogos que os dois times se encontraram, os Flames ganharam todos. Ou seja, era claro qual time estava a frente no confronto.

    Mas o que os Flames esqueceram, é que o Avalanche tem a capacidade de mudar seu jogo ao chegar na pós temporada. Colorado já tinha feito isso ano passado e, nesta temporada não foi diferente. Com um time composto por jogadores rápidos, que souberam aproveitar o meio do rinque e boas chances ao gol, opunham as características do time canadense.

    A falta de experiência dos Flames também pode ter sido um grande fator para a derrota. O time vem passando por uma reformulação, e com isso, a maioria dos seus jogadores participaram apenas uma ou nenhuma vez de playoffs, precisando se acostumar com o novo ritmo de jogo, o que não aconteceu.

    Além disso, com um jogo limpo e preciso, o Colorado Avalanche foi taticamente superior e tirou vantagem de toda decisão ruim que o Flames tomavam, ganhando os 4 jogos seguintes da série mandando a equipe de Bill Peters para casa mais cedo.

    Série Stars 4 x Preds 2

    O Nashville Predators bateu na trave algumas vezes nos últimos anos quando se trata de Stanley Cup. Chegou à final contra os Penguins em 2017, perdendo de forma eletrizante em um jogo 7. No ano passado, perdeu para os Jets na semifinal, e desde então o time não conseguiu o desempenho que apresentara antes.

    Se tratando de um confronto da divisão central, qualquer coisa poderia acontecer. Os Preds levaram o título da divisão para casa apenas no último jogo da temporada regular, e o time vinha apresentando desempenhos semelhantes na reta final.

    Os Stars, por outro lado, conseguiram chegar aos playoffs justamente pela campanha nas últimas semanas. Colocaram sua defesa no lugar e conquistaram a vaga no primeiro wild card, chegando nos playoffs aceitando o que viesse.

    Dallas ganhou o primeiro jogo em Nashville, mas os Preds levaram o segundo e o terceiro, tomando vantagem na série. Mas jogando frente a sua torcida na ACC Arena, os Stars empataram a série em 2 a 2 e desestabilizaram Nashville.

    E, se o time do Texas estava jogando de forma equilibrada, os Predators não conseguiram se encontrar, perdendo o jogo 5. No sexto jogo, jogando em Dallas, o confronto foi para o overtime, onde os Stars colocaram toda a energia da sua torcida para ganhar o jogo com um gol de Kingberg.

    Série Canes 4 x Capitals 3

    O Washington Capitals entrou para os playoffs com a certeza de que iria conseguir o mesmo feito que os Penguins dois anos antes e levar a taça para casa novamente por duas temporadas seguidas. Mas o que eles não contavam, era que os Canes, um dos últimos a se classificar para os playoffs através do wild card, fosse atrapalhar este sonho.

    A verdade, é que o próprio Capitals se sabotou. Com a vantagem de 2 a 0 na série, entrou no jogo 3 achando que ia ser fácil, mas, após levar um gol, o Capitão Ovechkin se envolveu em uma briga com o rookie dos Canes, Andrei Svechnikov. Esta foi a briga mais complicada dos playoffs, onde Ovie e Svech receberam diversas críticas: o mais velho por ter nocauteado um jogador tão jovem e o rookie por ter tentado se equiparar ao veterano. No final, Ovie se desculpou, e Svech disse que não foi ele quem chamou para a briga, apesar de no vídeo ter dado a impressão de que ele quem começou.

    De qualquer forma, este confronto fez com que os Canes passassem a jogar com honra, deixando todos os problemas fora do gelo e, sem a presença do rookie que até então liderava o ataque, ganhasse os jogos 3 e 4.

    Os Capitals ganharam o jogo 5 em casa, mas em um confronto emocionante na PNC Arena, os Canes prolongaram a série vencendo por 5 a 2 o jogo 6.

    Os Capitals não conseguiram encontrar seu jogo frente a torcida dos Hurricanes, mas o adversário não se deixou intimidar pela Capital One no jogo 7, ganhando de 4 a 3 em um double OT e prosseguindo para segundo round.

    Se na primeira rodada dos playoffs já aconteceram tantas surpresas, sem dúvidas vale a pena acompanhar até a final. Com os principais nomes de fora da competição, tudo pode acontecer. Dos que restaram, o time que conquistou a taça mais recentemente foi Boston, em 2011. Com certeza teremos um novo vencedor, correndo risco até de algum título inédito.

  • Canes eliminam os Capitals no jogo 7 e entram para o “clube dos Wild Cards”

    Canes eliminam os Capitals no jogo 7 e entram para o “clube dos Wild Cards”

    Se tem uma coisa que estes playoffs estão fazendo, é mostrar que no hockey tudo é possível! Depois de Columbus Blue Jackets eliminar Tampa por 4 a 0, o Avalanche mandou os Flames para casa por 5 a 1 e os Stars conquistou a vitória sobre os Preds no jogo 6. Enquanto isso, os Canes entraram no jogo 7 com garra para levar a série em uma virada impressionante! E eliminaram o atual campeão da Stanley Cup, o Washington Capitals.

    Essa virada na série começou no jogo 3, após Ovie entrar numa briga com Svechnikov que tirou o jovem jogador dos Hurricanes da série. Washington liderava por 2 a 0, mas os Canes conseguiram empatar e conquistou o jogo 7 de forma impressionante. Mas é claro, com muita emoção até o último segundo.

    Canes 4, Capitals 3 (OT)

    O jogo na One Arena começou com Burakovsky abrindo o placar para o time da casa aos 2:13. Quatro minutos depois Tom Wilson aumentou a diferença para 2 a 0 após receber um passe brilhante de Ovechkin. Os Caps ainda tentaram colocar pressão no primeiro período, mas Mrazek parou todas as jogadas.

    No segundo período, os Canes entraram no gelo parecendo outro time. Sebastian Aho marcou o primeiro para os Hurricanes em um powerplay aos 9:51. Mas os Capitals rapidamente recuperaram a vantagem de 2 gols quando Kuznetsov marcou o primeiro dele na série aos 13:22, após infiltrar na defesa de Canes sem nenhuma dificuldade, abrindo 3 a 1 no placar.

    Então foi a vez dos Canes aparecerem com um jogo ofensivo e decisivo. Aos 16:34, Teravainen estava se afastando do gol quando recebeu o puck de Pesce e, de costas, conseguiu fazer o shoot pro gol e marcar o segundo de Canes.

    Com apenas um gol atrás do placar, o time de Carolina sabia que o empate no terceiro período era fundamental. Por outro lado, os Capitals precisava garantir a vitória, mas os jogadores pareciam achar que ela já estava nas mãos. Mas Jordan Staal tinha outros planos e, com dois minutos do terceiro período, ele empatou o jogo.

    O restante do tempo regular foi marcado por belíssimas defesas dos Canes. Mrazek pegou um puck no ar e, minutos depois, cometeu um rebound que quase resultou em um gol para os Capitals, mas McGinn mergulhou para impedir Blackstorm de colocar o puck no gol.

    O jogo foi para o tempo extra, e os Canes dominaram o primeiro overtime, dando poucas oportunidades para os Capitals marcarem. No segundo overtime, o time da casa teve a oportunidade de terminar o jogo quando os Canes sofreram um powerplay, mas mesmo com a vantagem no gelo, não conseguiu marcar. Foi McGinn que apareceu, mais uma vez para salvar o jogo para Canes, marcando o gol da vitória aos 11 minutos do segundo OT.

    Carolina Hurricanes agora enfrenta os Islanders pelo segundo round dos playoffs. A série começa na sexta.

    FotoReprodução: NHL.com