Autor: Nathália Juliana

  • Florida Panthers aposentará o número 1 de Roberto Luongo

    Florida Panthers aposentará o número 1 de Roberto Luongo

    O time, que surgiu após a expansão de 1993, nunca antes em sua história havia aposentado um número de jogador. Após anunciar sua aposentadoria da NHL, o goleiro Roberto Luongo será homenageado. O canadense natural de Montreal jogou pelos Florida Panthers por 11 temporadas.

    Esperança canadense na Flórida

    Roberto Luongo possui alguns recordes memoráveis. Ele é um dos três goleiros de toda a liga a ter jogado mais de 1,000 jogos. Além disso, é o terceiro em jogos ganhos (489) e o nono goleiro a ter mais shutouts (77).

    Na história dos Panthers, Luongo é o líder em jogos como goleiro (230) assim como em shutouts (38). Apesar de ter jogado também no New York Islanders e no Vancouver Canucks, no qual participou de oito temporadas, Luongo será eternizado pelo time da Flórida.

    Seu número será pendurado na BB&T Center, arena do Florida Panthers, no dia 07 de março de 2020. Será antes do jogo contra o time de sua cidade natal, o Montreal Canadiens.

    “Será uma honra, já que muitas pessoas da minha cidade vão poder ver a cerimônia mesmo não estando na Flórida. Isso acaba tornando tudo muito especial.”

    Roberto Luongo

    Mesmo não tendo nenhuma Stanley Cup com o Florida Panthers em seu currículo, Luongo não poderá ser esquecido da história do hockey. Ele foi campeão duas vezes da Liga Júnior de Quebec. Além disso, tem dois ouros no World Championship, dois ouros no Mundial de Hóquei no Gelo e dois ouros nas Olimpíadas.

    Enfim, Luongo disse que o plano nunca foi se aposentar. Contudo, por conta de lesões, ele sentiu que seu corpo precisava de descanso.

    Mas os fãs dos Cats podem ter um pouquinho de esperança. O ex-goleiro disse que ainda não tomou nenhuma decisão quanto a seu futuro. Sendo assim, há a possibilidade de ele voltar, atuando em alguma outra função nos Panthers. “Hockey é minha vida. Definitivamente, ainda quero estar envolvido nisso. Entretanto, nada foi decidido. Em algum momento, vocês me verão de volta”, disse Luongo.

    Foto: Eliot J. Schechter/NHL

  • Como funciona a realocação dos times?

    Como funciona a realocação dos times?

    Talvez o time que você torça já tenha mudado de cidade. Na NHL, é possível que um time mude de cidade e seja, portanto, realocado. Ou franquias/ times podem, simplesmente, parar de existir. Porém, quais os motivos por trás de tais mudanças? Explicamos, a seguir, todo o processo de realocação e os times defuntos da liga.

    Como funciona o processo de realocação

    Mapa com times relocados/extintos e
    Mapa com times realocados/extintos em destaque. Foto: Wikipedia/Reprodução

    Primeiramente, o órgão governante da NHL (denominado Conselho de Governadores) é responsável por estabelecer as políticas do campeonato e também por defender sua constituição.

    Além disso, é esse o órgão que analisa e aprova as realocações. Cada equipe nomeia um indivíduo para representar sua equipe. Em seguida, uma votação majoritária é necessária para efetuar a realocação de um time ou franquia.

    Para que um time seja considerado de fato realocado, é necessário que ele esteja fora de sua cidade originária. E que esteja a 50 milhas dos limites corporativos da cidade.

    A realocação

    A partir de 1967, houve um intenso fluxo de realocações. Seja por conta de pouco retorno financeiro das franquias, ou por uma pequena fan base interessada no esporte, remover um time de sua cidade original se tornou uma opção viável ao invés de continuar mantendo um mercado com dificuldades.

    Goleiro do California Golden Seals, time que passou por diversas relocações até virar o Dallas Stars. Foto: Bruce Bennett/Getty Images

    Como por exemplo, é o caso dos California Golden Seals (1967-1976). O time da Califórnia teve sua realocação para Cleveland, virando o Cleveland Barons. Os dois times eram considerados fracos e duraram somente dois anos, de 1976 a 1978. Em 1978 se juntaram ao já existente Minnesota North Stars. O North Stars, diferente dos Barons, tinham um sucesso moderado nos playoffs, inclusive chegaram a duas finais nos anos 1980 e 1990.

    Contudo, com pouco apoio de grandes empresas e empresários, e a participação dos fãs nos jogos diminuindo gradativamente, a ideia de a franquia ser realocada foi crescendo. Além disso, nos anos 1990 a NHL estava interessada em expandir a liga mais uma vez.

    Enfim a solução encontrada foi mover o time de Minnesota para o Texas. Em busca de melhores condições, a franquia se instalou em Dallas. Parece ter dado certo, pois a franquia mantém-se até a hoje e ainda ganharam a Stanley Cup em 1999. Curioso notar que a única semelhança entre o time original e o time atual são as cores verde e amarelo.

    Dallas Stars ganhando a cup em 1999
    Apenas seis anos depois de terem sido realocados para Dallas, no Texas, o time ganhou a Stanley Cup em 1999. Foto: Reprodução/NHL.com

    Nomes iguais, franquias diferentes

    A história de uma franquia inclui os feitos conquistados em diferentes cidades. Para que os atuais Ottawa Senators e Winnipeg Jets pudessem usar o nome do time e o logos, ele tiveram que obter a permissão do Conselho de Governadores. Por exemplo, o Kansas City Scouts, o Colorado Rockies e o New Jersey Devils são uma franquia. Do mesmo modo que o Hartford Whalers, time que existiu até 1997, e depois virou o Carolina Hurricanes também são uma franquia.

    O logo do primeiro Ottawa Senators, de 1883. Ao lado, o Ottawa Senators conhecido hoje. Apesar de possuírem o mesmo nome, a história do primeiro time não pode ser misturada com a história do time atual.

    A primeira franquia de hockey chamada Ottawa Senators existiu de 1883 a 1954, passando por uma realocação (em 1934, virariam o St. Louis Eagles). No entanto, não partilham sua história com o atual Ottawa Senators, time fundado em 1992. Diferente do time de 1992, o Ottawa Senators de 1883 possuía 11 Stanley Cups, porém foi realocado e eventualmente extinto em 1954.

    Após 54 anos, por esforços de um investidor de Ottawa em conjunto com outros interessados em trazer um time de hockey canadense para a NHL, o Ottawa Senators atual foi criado.

    Os casos de Winnipeg Jets e Arizona Coyotes

    Winnipeg Jets de 1972 e Winnipeg Jets de 2011. Apesar do mesmo nome e mesma localidade, os dois times não possuem a mesma história.

    À primeira vista, é possível achar que o Winnipeg Jets atual é o mesmo de 1972, já que ambos os times são canadenses que compartilham o mesmo nome. Porém, essa é a única semelhança entre os dois.

    Embora possuíssem uma fan base leal, os Jets sempre tiveram um mercado pequeno. Consequentemente, acabaram sofrendo em especial com as dívidas financeiras. Enfim, em busca de melhores condições financeiras, o time foi vendido em 1996 e foi renomeado. Então, foram realocados para o Arizona e passaram a ser chamados de Arizona Coyotes.

    Atualmente, o Winnipeg Jets de 1972 é o Arizona Coyotes, enquanto o Winnipeg Jets de hoje derivou de uma realocação do time Atlanta Trashers.

    Já os Jets de hoje derivaram do Atlanta Trashers, time da cidade da Geórgia. Considerado um time fraco, os Trashers nunca ganharam um jogo de playoff em seus 12 anos de existência. Logo, possuíam dificuldades em atrair os cidadãos para os jogos.

    A franquia foi vendida para investidores de Winnipeg. Eles duraram como Atlanta Trashers de 1999 até 2011, tornando assim, a franquia mais recente a ter sido renomeada e realocada.

    Como fica a história dos times?

    Portanto, os Jets atual compartilham a história dos Trashers. E o Arizona Coyotes compartilha a história dos Jets de 1972. Em hipótese, se o primeiro Jets e os Trashers tivessem ganhado uma cup enquanto ainda estavam em suas cidades antigas, essas cups contariam na história do atual Yotes e Jets, respectivamente.

    Outro caso parecido é o do Quebec Nordiques, time também realocado, que em 1995 viraria o Colorado Avalanche. Assim como o Dallas Stars, o resultado foi bom. Colorado ganhou a cup do ano em que se fixaram em Denver, a de 1995-1996, e a segunda em 2000-2001.

    Mesmo que a realocação seja um modo de não extinguir uma franquia de vez, vale a pena ressaltar que ela não é uma solução definitiva ou mágica para os problema financeiros.

    É possível ver, nos dias de hoje, o Arizona Coyotes com fortes problemas de público nos jogos e problemas financeiros. Também vale ressaltar que eles não vão para os playoffs desde 2012.

    Os times extintos

    Ao longo da história da liga, os motivos pelos quais os times foram extintos foram diversos. Entretanto, assim como as realocações, todos eles tinham um denominador comum financeiro.

    Montreal Wanderers em 1915. Foto: Reprodução/Hockeygods.com

    O Montreal Wanderers (1917-1918), campeão de quatro Stanley Cups, foi o primeiro time a ser extinto. O motivo seria a falta de jogadores por conta da Primeira Guerra Mundial. Outro time canadense, o Hamilton Tigers, também acabou devido à greve de jogadores.

    Time de Nova Iorque, o Brooklyn Americans acabaram por problemas financeiros. Foto: Reprodução/Neil Best

    Similarmente aos Wanderers, o Brooklyn Americans (1925-1948) sofreu com problemas financeiros e também com a falta de jogadores devido à Segunda Guerra Mundial.

    Por outro lado, Philadelphia Quakers (1930-1931), St. Louis Eagles (1934-1935) e Montreal Maroons (1924-1948) foram dissolvidos por conta de problemas financeiros oriundos da Grande Depressão. Sendo que, antes de acabar, o Quakers tinha sido realocado de Pittsburgh (antes conhecidos como Pittsburgh Pirates, franquia que durou de 1925 a 1930) pelos mesmos problemas financeiros. Já os Eagles eram antes conhecidos como Ottawa Senators (1917-1934).

    No site puckreport.com é possível ver em detalhes a lista de todos os times realocados.

  • NHL anuncia novas mudanças nas regras

    NHL anuncia novas mudanças nas regras

    Foi anunciada, nessa quinta (21), mudanças no livro de regras pela NHL. Algumas delas incluem revisão para major penalties e expansão das revisões em vídeos para challenges de técnicos. Durante os playoffs, os erros de arbitragem chamaram atenção, por isso, a conversa sobre as regras precisou acontecer.

    Como serão as novas regras?

    Gols validados anulados no momento errado, lances duvidosos, muitos questionamentos. Estes foram alguns exemplos dos muitos erros que aconteceram nesses playoffs. Como resultado, e depois de muita pressão, houve uma conversa entre os GMs dos times, a Associação de Comitê de Competição de Toronto e o comissário Gary Bettman para a modificação de algumas regras. Bettman disse que “os aprimoramentos são a forma mais lógica de avançar e que é possível ser implantada agora”.

    Algumas dessas regras são:

    • Juízes terão que checar todas as major penalties para confirmar a gravidade da lesão. Major poderão mudar para minor penalty, porém não poderão ser canceladas.
    • Juízes poderão cancelar uma double minor por hick sticking se vier de um companheiro de time.
    • Se a equipe prestes a jogar no power play cometer um icing, o power play da equipe vai ser na zona ofensiva.
    • A equipe que tirar o gol do lugar (seja propositalmente ou por acidente) e isso levar uma parada no jogo, não poderá trocar as linhas do time. A equipe adversária poderá escolher qual circulo da zona ofensiva para o face-off.
    • Se o goleiro tirar a rede do lugar durante um breakway, isso resultará em um gol automático pra equipe que está atacando.
    • Se um tiro ao gol de fora da linha vermelha for segurado pelo goleiro, não haverá troca de linha.
    • O jogador que perder seu capacete terá que ir ao banco para colocar de volta antes de participar de uma jogada. Se um jogador sem capacete jogar, isso resultará em uma minor penalty.
    • Os challenges dos técnicos serão expandidos para incluir outros lances como handpass, pucks na rede e high sticks.
    • Qualquer challenge que não resultar em nada será punido com uma minor penalty de delay of game. E, se houver outro challenge sem sucesso, uma double minor penalty.

    Bettman disse que “Na teoria, não queremos tantas mudanças, pois isso atrapalharia a fluidez do jogo. Os challenges serão somente para confirmar com toda certeza se houve algum erro da arbitragem” .

    As regras aprovadas podem ser encontradas no site oficial da NHL (em inglês).

    Não é familiar com os termos citados? Cheque no nosso site o Glossário com as regras, penalidades e termos.

  • Os jogadores premiados da NHL Awards

    Os jogadores premiados da NHL Awards

    Nesta quarta (19), em Las Vegas, houve a cerimônia de premiação da Liga, o NHL Awards. Nesse evento, os jogadores são premiados com base em suas atuações na temporada regular. Confira os principais ganhadores das principais categorias.

    Hart Trophy: Nikita Kucherov (Tampa Bay Lightning)

    Nikita Kucherov, jogador do Tampa Bay Lightning, foi o vencedor do Hart Trophy. O troféu é dado ao MVP (Most Valuable Player) da temporada. Os concorrentes ao prêmio eram: Connor McDavid (Edmonton Oilers) e Sidney Crosby (Pittsburgh Penguins). Curiosamente, antes de Kucherov, apenas Martin St. Louis tinha faturado o prêmio para o time de Tampa.

    Kucherov, afinal, terminou a temporada com 128 pontos, 41 gols e 87 assists. Ultrapassou, portanto, os 127 pontos do ex-jogador Alexander Mogilny, do Buffalo Sabres. Assim, ele faturou também o Art Ross Trophy, prêmio dado ao jogador com mais pontos da temporada.

    Além disso, o russo faturou o Ted Lindsay Trophy. Esse prêmio é votado pelos próprios jogadores da Liga e é dado ao jogador mais excepcional.

    Calder Trophy: Elias Pettersson (Vancouver Canucks)

    O Calder Trophy, prêmio dado ao rookie (novato) do ano, foi dado ao sueco de 20 anos Elias Pettersson, centro do Vancouver Canucks. Ele terminou sua primeira temporada na NHL com 66 pontos, 28 gols e 39 assists, além de ser o novato com mais gols em powerplay.

    Juntamente com Pavel Bure, que ganhou o prêmio em 1992, Pettersson foi o segundo rookie do Canucks a ganhar. Seus concorrentes eram Jordan Binnington (St. Louis Blues) e Rasmus Dahlin (Buffalo Sabres).

    Vezina Trophy: Andrei Vasilevskiy (Tampa Bay Lightning)

    Outro russo do Tampa Bay ganhou um prêmio importante, agora dado aos goleiros. O Vezina Trophy é dado para o melhor goleiro da temporada.

    Vasilevskiy ganhou 18 de 21 partidas nos últimos jogos da temporada. Por isso, suas habilidades ajudaram o time a conquistar o recorde de 62 vitórias em uma temporada. Por fim, ele liderou o ranking da NHL com 39 vitórias.

    Seus concorrentes eram Robin Lehner (New York Islanders) e seu antigo colega de time Ben Bishop (Dallas Stars). Vasilevskiy foi o primeiro goleiro a ganhar o prêmio na história do Tampa Bay Lightning.

    Norris Trophy: Mark Giordano (Calgary Flames)

    O prêmio para o melhor jogador de defesa da temporada foi para Mark Giordano, do Calgary Flames. Ele foi o segundo defensor que mais fez pontos (74 pontos, 17 gols e 57 assists) e liderou a temporada com plus-39. Foi o jogador com a média de mais tempo em rinque e teve 21 pontos no powerplay.

    Dessa forma, Giordano foi o primeiro jogador dos Flames a ganhar o Norris Trophy. Seus concorrentes eram Brent Burns (San Jose Sharks) e Victor Hedman (Tampa Bay Lightning).

    Jack Adams Award: Barry Trotz (New York Islanders)

    Barry Trotz faturou seu segundo prêmio Jack Adams, porém agora liderando outra equipe. O prêmio é dado ao melhor técnico da temporada, e sua estréia no New York Islanders confirma isso.

    Ele ajudou o time a conquistar 23 pontos a mais em relação a temporada anterior. Principalmente, se tornaram a primeira equipe da NHL em 100 anos que menos levou gols, com um saldo de 296.

    Seus concorrentes eram Jon Cooper (Tampa Bay Lightning) e Craig Berube (St. Louis Blues).

    Selke Trophy: Ryan O’Reilly (St. Louis Blues)

    Enfim, o campeão da Stanley Cup, Ryan O’Reilly. Ele faturou o Selke Trophy, dado ao melhor avançado defensivo. Ou seja, o melhor atacante com habilidades defensivas.

    O’Reilly liderou a temporada, pela segunda vez consecutiva, com o maior número de face-offs vencidos (1,086). O’Reilly ficou em primeiro lugar entre os atacantes dos Blues na média de tempo de gelo (20:46) e foi também o quarto na NHL com 94 takeaways. Além disso, ele foi vencedor do Conn Smythe Trophy, de MVP dos playoffs, liderando o número de pontos pós-temporada. Por fim, o jogador canadense foi o segundo a ganhar o prêmio na história dos Blues.

    Embora seu concorrentes fossem Patrice Bergeron (Boston Bruins) e Mark Stones (Vegas Golden Knights), eles não foram páreo para O’Reilly.

    É possível conferir a lista inteira, incluindo outros prêmios, no site oficial da NHL.

    Fotos: NHL.com/Reprodução

  • Boston força Jogo 7 e faz goleada nos Blues

    Boston força Jogo 7 e faz goleada nos Blues

    Neste domingo (9), no Jogo 6, os Bruins fizeram uma goleada em cima dos Blues em pleno Missouri. Com erros bobos e penalidades desnecessárias, os Blues não levaram a cup. Agora, teremos o último jogo na quarta.

    Bruins 5, Blues 1

    Logo de início, o jogo começou esquentado. Os Blues estavam dominantes, controlando o puck em cima da área de defesa dos Bruins. Todos os shots dados foram parados por Tuukka Rask, o grande nome não só dessa noite, como também dos playoffs.

    Os Blues não estavam tendo bons power plays. Logo de início, eles tiveram a chance de fazer um gol, porém não conseguiram. Em seguida, o time adversário ficou com a vantagem do 5-on-3. Além de Brayden Schenn ter feito um boarding, Ryan O’Reilly fez, logo depois, um delay of game. Com isso, os Bruins marcaram. O gol foi de Brad Marchand em um belo wrist shot, indefensável para Jordan Binnington. Entretanto, esse foi o único gol do primeiro período, pois Rask e o próprio Binnington impediram os pucks de balançar as redes.

    Então, veio o segundo período. Com ele, mais disputas, mais chances. Todas paradas por ambos os goleiros. Rask fez uma incrível defesa com ajuda de Charlie McAvoy, e o puck parou nas costas do goleiro finlandês.

    Finalmente gol dos Blues, porém tarde demais

    Os outros quatro gols dos Bruins vieram todos somente no terceiro período. Apesar de estarem em casa, a campanha dos Blues em sua própria arena não têm sido boa. Brandon Carlo, do time adversário, marcou logo no início, aos 2:30.

    Logo após, aos 7:17, Karson Kuhlman lançou um lindo wrist shot do meio da arena, encontrando seu destino nas redes de Binnington. Faltando oito minutos, finalmente veio o gol dos Blues. O puck até pareceu ter sido parado por Rask, porém já tinha entrado antes de ele defender. Contudo, esse acontecimento não foi o bastante para motivar uma reação dos Blues. David Pastrnak fez o quarto da noite, aos 14:06, e Zdeno Chara marcou o quinto na empty net dos Blues.

    Enfim, o jogo terminou, e a cup será decidida nessa quarta, às 21h, no TD Garden, em Boston. Os Blues precisam trabalhar com seu power play e no penalty kill. Já os Bruins devem talvez ser mais cuidadosos na parte defensiva. Será um jogo disputado e decisivo e, mais do que nunca, os goleiros terão que brilhar se quiserem terminar o dia com a cup do seu lado.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Os principais RFAs e UFAs de 2019-2020

    Os principais RFAs e UFAs de 2019-2020

    RFAs sempre dão o que falar. No primeiro post sobre isso e como funcionam os contratos dos jogadores da NHL, explicamos justamente quem são eles. Agora, retomamos a série listando os principais RFAs que garantem agitar essa off-season. De quebra, damos uma lista sobre os principais UFAs.

    Brayden Point – Tampa Bay Lightning

    Reprodução nhl.com

    Primeiramente, temos central canadense Brayden Point. Considerado um dos principais nomes, não é pra menos: em seu terceiro ano como jogador da NHL, Point terminou a temporada com 41 gols, 51 assists e 92 pontos, o terceiro maior de seu time. Uma renovação poderia acontecer, porém o cap space do Lightning é muito pequeno. Com um elenco vasto, cheio de estrelas e jogadores promissores, Point logo foi especulado pelo New York Rangers. Além disso, até mesmo o foi pelo Detroit Red Wings, onde Steve Yzerman (antigo gerente geral dos Bolts) agora trabalha.

    Mitchell Marner – Toronto Maple Leafs

    Reprodução nhl.com

    Em segundo lugar, está o centro/ala direita Mitchell Marner, que não fica atrás. Com 94 pontos, liderando o ranking de pontos da temporada 2018-2019 dos Leafs, o canadense com certeza deveria ser uma prioridade. Porém, o time de Toronto possui muitos outros talentos jovens, o que dificultaria demais a renovação. O New York Islanders, por outro lado, já deu sinal de interesse por ele. Entretanto, nada está confirmado, já que o time nova iorquino precisa também focar em outros departamentos.

    Sebastian Aho – Carolina Hurricanes

    Reprodução nhl.com

    O centro finlandês Aho foi fundamental nos playoffs para os Canes, tendo cinco gols e sete assists. Em seu terceiro ano jogando profissionalmente, Aho já tem quase 200 pontos. Suas maiores características são a alta precisão, pensamento rápido e boa química com outros jogadores nos rinques. Com isso, ele alcançou 30 gols e 83 pontos nas temporadas regulares. Porém, ao contrário dos jogadores citados, ele parece estar inclinado a ficar, já que os Canes não possuem um salary cap tão apertado.

    Matthew Tkachuk – Calgary Flames

    Reprodução nhl.com

    Apesar da curta passagem nos playoffs da Stanley Cup, Matthew Tkachuk já estava tendo muito destaque nos Flames, desde o começo da temporada 2018-2019. Liderando o terceiro lugar de gols feitos, ficando atrás somente de Johnny Gaudreau e Sean Monahan, o jovem jogador americano é rápido e habilidoso com o puck, característica marcante do time canadense. Portanto, há prioridade em seu contrato e, ao que tudo indicada, já está encaminhado. Brad Treliving, o general manager dos Flames, assegurou que faria com que Tkachuk se tornasse o jogador mais bem pago do time.

    Mikko Rantanen – Colorado Avalanche

    Reprodução nhl.com

    Enfim, Mikko Rantanen, que brilhou nos playoffs desse ano. Liderou a pontuação (14) e ficou em segundo lugar nas pontuações da temporada regular, com 87, atrás somente da estrela Nathan MacKinnon. Apesar de que manter duas estrelas possa custar muito ao salary cap dos Avs, o general manager Joe Sakic disse que isso não é um problema. Afirmou que possivelmente o jogador irá renovar em breve com o time, podendo ultrapassar o salário de seu colega MacKinnon.

    Unrestricted Free Agents

    Por fim, em breve traremos outro texto onde explicaremos do que se tratam os Unrestricted Free Agents e como funcionam. Diferente dos RFAs, os jogadores na condição de UFAs, em resumo, podem escolher para onde ir livremente. Por isso, os principais UFAs dessa temporada são:

    1. Erik Karlsson, defensor que não teve boa fase no San Jose Sharks
    2. Artemi Panarin, ala do Columbus Blue Jackets
    3. Sergei Bobrovsky, goleiro de destaque nos playoffs do Columbus Blue Jackets
    4. Matt Duchene, Columbus Blue Jackets
    5. Joe Pavelski, capitão do San Jose Sharks
    6. Anders Lee, New York Islanders
    7. Jake Gardiner, Toronto Maple Leafs
    8. Robin Lehner, goleiro indicado ao Vezina Trophy do New York Islanders
    9. Mats Zuccarello, Dallas Stars
    10. Jordan Eberle, New York Islanders
    11. Micheal Ferland, Calgary Flames
    12. Tyler Myers, Winnipeg Jets
    13. Alexander Edler, Vancouver Canucks
    14. Petr Mrazek, goleiro fundamental no desempenho bom nos playoffs do Carolina Hurricanes
    15. Wayne Simmonds, Nashville Predators
  • NWHL divulga release sobre #ForTheGame

    NWHL divulga release sobre #ForTheGame

    Dez dias depois da Profissional Women’s Hockey Player ser anunciada, a NWHL publicou um pronunciamento sobre as exigências das atletas para jogar em uma liga norte-americana. A hashtag #ForTheGame foi criada pelas jogadoras para pedir a formação de uma liga feminina de hóquei com mais segurança e condições de trabalho para as atletas.

    Traduzimos o release da NWHL sobre o movimento:

    “Desde o lançamento da National Women’s Hockey League em 2015, nossa missão tem sido clara: garantir oportunidades para essa geração e inspirar sonhos maiores para a próxima. Em pouco tempo, nós estabelecemos marcas, montamos negócios, providenciamos uma plataforma para que jogadoras de hóquei competissem e se desenvolvessem, e ajudamos a criar/acender uma discussão maior sobre o hóquei feminino profissional na América do Norte.

    A NWHL vem de temporadas consecutivas de crescimento substancial e com isso, o conselho autorizou um crescimento no teto salarial para cada equipe de 50 porcento. Como sempre, todas as jogadoras são asseguradas em caso de lesões sofridas em práticas ou jogos. Começando a partir dessa temporada, as atletas também recebem metade da receita gerada pelas parcerias na liga e nos contratos com a mídia. Essa fórmula alinha o sucesso da NWHL com as jogadoras, e o NHWHLPA estão trabalhando juntos para procurar mais parcerias que possam gerar receita e aumentar o salário das atletas.

    A NWHL está aqui, e aberta para negócios. As jogadoras fazem o jogo, e elas merecem ver os resultados de seus esforços para avançarem. Estaremos sempre disponíveis para dialogar com todas as atletas para alcançar nossos objetivos comuns.

    Nunca nos desculparíamos por ver valor no hóquei feminino e suas atletas. Para fins de transparência na métrica dos negócios, vejam esse relatório publicado em Março. É uma declaração sobre os incríveis fãs de hóquei feminino, então agradecemos à eles.

    Temos orgulho de sermos líderes nesse movimento e de nunca termos ficado no meio do caminho do progresso. Nossos esforços tem sido em detrimento do crescimento da liga, e tivemos avanços significativos. Nunca iremos atrapalhar isso e sempre estivemos a disposição para colaborar com o interesse de construir nosso esporte. Isso nunca irá mudar. Nós lutamos por progresso. Nós nos esforçamos para evoluir. E nós sempre iremos fazer o que for bom para o esporte.

    Se indivíduos ou grupos se manifestarem e declararem que estão prontos para começar a investir em uma nova liga onde mulheres possam receber um salário integral substancial e tenham plano de saúde, estaríamos extasiados para uma conversa sobre parceria ou passar o bastão. Nos reunimos com stakeholders do hóquei e levantamos a questão, mas, de acordo com nosso conhecimento, ninguém está desenvolvendo isso no momento.

    A temporada de 2019-2020 da NWHL irá começar em Outubro com nossos cinco atuais times: o Pride, os Riveters, os Beauts, os Whales e os Whitecaps. Se mais times aparecerão nessa temporada continua sendo uma questão aberta por mais algumas semanas. Estamos explorando todas as opções de construir nossa liga.

    Como dito em Abril, nós garantimos investimento para adicionar pelo menos duas novas equipes. Porém, para expandirmos de fato, como feito em Minnesota, tempo, cooperação e preparação é necessário. Nós adoraríamos ter mais times em 2019-2020 e faremos isso se houver um espirito de parceria por todas as partes. Ao menos que haja uma mudança de opinião em breve, nós iremos deixar a expansão para a temporada 2020-21.

    A NWHL continuará trabalhando com as atletas para fazer melhorias, avanços, aumento salarial e acrescentar mais visibilidade. Nós nos alinharemos com negociantes e líderes que acreditam que essa oportunidade deveria continuar a existir agora, amanhã, essa temporada e além.

    À medida que, coletivamente, produzirmos um esforço de navegar nesse momento crucial para o hóquei feminino, iremos considerar que estamos discutindo sobre nosso esporte e as pessoas nele. Embora respeitemos o desejo de todos, considerando todas as opções, o esporte feminino não avançará com tentativas de derrubar umas as outras.

    Esse é o momento em que jogadores, líderes, investidores e qualquer um que genuinamente queira que o hóquei feminino avance deveria estar trabalhando em conjunto. No final das contas, estamos aqui pelo esporte. Não há razão para a NWHL desistir do hóquei feminino, e não iremos.”

  • St. Louis Blues na Stanley Cup ao vencer Jogo 6

    St. Louis Blues na Stanley Cup ao vencer Jogo 6

    Nesta terça (21), houve o sexto jogo na Enterprise Center, no Missouri, com o time da casa levando a melhor. Com um placar de 5 a 1, os Blues estão oficialmente na final depois de 49 anos!

    Sharks 1, Blues 5

    Primeiramente, os Blues estavam jogando de forma superior aos Sharks, principalmente por conta dos desfalques do time adversário.

    Três dos seus principais jogadores se lesionaram no jogo anterior em San Jose. Foram eles, Tomas Hertl, Erik Karlsson e Joe Pavelski. Esse último, inclusive, recebeu outra concussão na cabeça completamente ignorada pela arbitragem. O resultado disso foi um Sharks bem mais enfraquecido.

    O primeiro gol dos Blues veio aos 1:32 do primeiro período, feito por David Perron. Os Blues ofereciam perigo a todo momento e, com muito esforço, Martin Jones tentava seu melhor para evitar que os pucks entrassem. Mesmo assim, veio o segundo gol, aos 16:16. Um gol de power play feito por Vladimir Tarasenko. Com o placar 2 a 0, a esperança parecia já acabava para os Sharks.

    Entretanto, no segundo período, Dylan Gambrell marcou um gol e pareceu ter acordado os jogadores do time da Califórnia. Mesmo assim, isso não impediu Brayden Schenn de fazer o terceiro dos bluenotes, aos 12:47.

    Porém, no terceiro tempo, os Sharks mudaram totalmente de atitude. No total, foram dez shots ao gol contra apenas três dos Blues. Mas Jordan Binnington estava inspirado e simplesmente defendeu todos. Inclusive pegou um shot de Logan Couture quando este ficou cara a cara com o goleiro canadense.

    Definitivamente, não era a noite dos Sharks, já que no final ainda saiu mais dois gols dos Blues para acabar com os sonhos dos fins. Tyler Bozak e Ivan Barbashev foram os autores.

    Assim terminou o terceiro período. O St. Louis Blues avançam para as finais contra o Boston Bruins. Missouri torce agora para que o final seja diferente do que ocorreu nos anos 70, quando foram varridos pelos ursos.

    Foto: Reprodução NHL.com

  • St. Louis Blues empata a série em emocionante Jogo 4

    St. Louis Blues empata a série em emocionante Jogo 4

    Nessa sexta (17), o St. Louis Blues venceu o San Jose Sharks após aquele polêmico terceiro jogo.

    Sharks 1, Blues 2

    Novamente no Missouri, o St. Louis Blues fez um jogo memorável onde o maior destaque foi sem dúvida Jordan Binnington. O goleiro canadense fez 29 defesas e sofreu apenas um gol.

    Apesar disso, não foi um jogo fácil. No primeiro período, totalmente dominado pelo time da casa, vieram os dois gols dos Blues na partida. Já não foi tão bom para o time californiano, que estava tendo dificuldades de sair da marcação pesada do time adversário.

    De início, Alexander Steen fez enorme pressão em Brent Burns, desequilibrando-o na sequência da jogada. Acabou deixando escapulir o puck direto para o stick de Ivan Barbashev. O russo, então, finalizou para as redes de Jones e, aos 35 segundos, saiu o primeiro gol do St. Louis Blues.

    Conforme o primeiro tempo ia acabando, os Blues chegavam cada vez mais perto de marcar o segundo. Assim o fez em um power play, aos 17:53. Tyler Bozak foi o autor desse gol. No entanto, Marc-Edouard Vlasic que acabou empurrando com a lâmina dos patins para as redes, após tentar tirar o puck da zona de defesa dos Fins. No geral, o gol só saiu por conta da bagunça que estava a defesa dos Sharks.

    Enfim, o primeiro tempo terminou 2-0. Martin Jones foi o maior responsável pelo placar não ter sido maior, pois, assim como Binnington, ele fazia defesas incríveis. Era esperado, no segundo período, uma reação do time visitante.

    E foi exatamente o que houve. No segundo período, logo de primeira, Marcus Sorensen teve uma grande chance parada por Binnington. Assim como Timo Meier também teve, com o goleiro dos Blues defendendo duas vezes. Apesar dos grandes lances, o segundo período terminou sem nenhum gol.

    Reação dos Sharks no terceiro período, porém não o bastante para uma virada

    Finalmente, o terceiro período começou e, com ele, uma queda de rendimento do time da casa, devido ao cansaço causado pelo primeiro tempo de alta intensidade. Isso possibilitou mais ataques e perigos causados pelos Sharks.

    Primeiramente, os Sharks ofereceram muito perigo, o que exigiu de todos os jogadores da defesa muito esforço para que o puck não entrasse. Mas isso não impediu o gol, feito por Tomáš Hertl, no power play. Aos 6:48, depois de Burns ter lançado um belo passe direto na zona do gol dos Blues, Hertl só teve de empurrar o puck nas redes.

    Porém, mesmo assim, a equipe californiana não soube aproveitar seus power plays. Tyler Bozak saiu-se melhor numa disputa com Burns e quase fez seu segundo ao ficar cara a cara com Jones, que majestosamente fez a defesa. Então, o jogo terminou 2 a 1 para o time da casa. O quinto jogo, que promete ser muito emocionante também, será no SAP Center, na Califórnia.

    Foto: NHL/Reprodução

  • San Jose Sharks sai na frente no Round 3 após vitória contra os Blues

    San Jose Sharks sai na frente no Round 3 após vitória contra os Blues

    San Jose Sharks e St. Louis Blues fizeram um Jogo 3 disputadíssimo na noite dessa quarta-feira (15), resolvido no overtime. O jogo teve vários lances polêmicos, entre eles, o gol de Erik Karlsson. O ponto que resolveu tudo para os Sharks, por exemplo, se originou de um handpass de Timo Meier não apitado pelos juízes.

    Sharks 5, Blues 4 (OT)

    Agora no Missouri, St. Louis Blues tinha tudo a seu favor para conseguir uma vitória importante. Isso garantiria a vantagem na série da final da Conferencia Oeste. Porém, quem começou jogando muito bem foi o visitante da casa.

    Em primeiro lugar, os Blues tiveram uma grande chance parada por Martin Jones. Apesar de o goleiro ter cedido quatro gols, ele teve uma atuação impecável, impedindo muitos pucks de entrar. Por outro lado, os Sharks estavam muito ofensivos também. O resultado disso foi o primeiro gol da noite, aos 13:37, feito por Karlsson, marcando seu primeiro gol dos playoffs.

    O sueco mandou um belo wrist shot do meio da zona neutra. Mesmo com toda sua incrível habilidade, Jordan Binnington não pode fazer nada. Aos 16:58, menos de quatro minutos depois, Joe Thornton ampliou, após um rebote de defesa.

    Começando o segundo período, logo depois de Binnington defender um puck perigoso, Alexander Steen dominou e, jogando com
    Ivan Barbashev, conseguiu o primeiro gol do time da casa. Foi uma bela jogada de contra-ataque dos bluenotes.

    Entretanto, os tubarões responderam logo em seguida, apenas 18 segundos depois de os Blues marcarem o primeiro gol. Joe Thornton marcou seu segundo da noite, deixando o time em vantagem por 3 a 1.

    Desatenção dos Sharks possibilitou incrível virada do Blues

    A partir do segundo período, os Sharks não tiveram uma boa atuação e deixaram o time da casa comandar o jogo. O resultado disso foi um golaço de Vladimir Tarasenko para deixar os Blues vivos no jogo. Placar 2 a 3.

    Por consequência da falta de atenção do time da Califórnia, David Perron empatou o placar aos 16:03, deixando tudo 3 a 3. Além disso, quando faltava apenas um minuto para terminar o segundo tempo, Perron fez seu segundo durante o power play. Placar ficou 4 a 3 em Missouri.

    O terceiro período, portanto, seria muito disputado. Quem basicamente salvou para os tubarões foi Jones, que segurou pucks muito importantes e necessários. Ao final, quando Jones foi para o banco para colocar um atacante extra, Logan Couture marcou seu 14° gol dos playoffs. Com o gol de empate para os Sharks, o jogo iria para o overtime.

    Em overtime, Erik Karlsson marcou seu segundo gol da noite

    O jogo foi decidido no overtime, após Timo Meier ter sofrido um tripping não marcado pelos juízes e ter lançado o puck com sua mão para Erik Karlsson. De acordo com as regras da NHL, se um jogador faz um handpass para seu colega fora da zona defensiva do seu time, os juízes deveriam parar a jogada. Além do mais, esse tipo de lance não é revisável. Ou seja, no fim, o que valeu é o que foi decidido naquele momento no rinque.

    Com isso, o San Jose Sharks ganhou. Porém, o jogo foi marcado por muitos lances não apitados. No meio do jogo houve um delay of game óbvio do time da casa, e os juízes deixaram passar. Os times se encontram novamente no Missouri nessa sexta (17). Com certeza, será um jogo muito disputado.