Autor: Nathália Juliana

  • St. Louis Blues vence e empata a final da Conferência Oeste

    St. Louis Blues vence e empata a final da Conferência Oeste

    O primeiro jogo dessa semana foi na segunda-feira (14), com boa notícia para os fãs dos St. Louis Blues. Depois de perder o primeiro jogo na casa dos Sharks, os Blues tiveram grande reação e conseguiram uma importante vitória na Califórnia.

    Blues 4, Sharks 2

    Antes de mais nada, é importante destacar dois pontos essenciais para essa vitória. O primeiro foi a astúcia de St. Louis Blues. Eles foram superiores em vários momentos, aproveitando melhor as chances criadas. O segundo ponto foi a impecável atuação do goleiro canadense Jordan Binnington, crucial para que o time não levasse mais gols do forte ataque dos Sharks. Binnington defendeu 24 shots dos Sharks.

    Novamente o time da Califórnia foi vítima do próprio sistema defensivo, ineficaz em alguns jogos. Mas, apesar disso, Martin Jones também fez defesas que evitaram com que o placar fosse maior.

    Logo no início, aos 2:34 do primeiro período, na primeira grande chance do St. Louis Blues, saiu o primeiro gol. Feito por Jaden Schwartz, com um wrist shot forte, impossível de defender. Depois do gol, o jogo continuou equilibrado.

    No segundo período, aos 4:16, Vince Dunn lançou um belo wrist shot para as redes do meio do rinque, após receber o puck de O’Reilly.

    Logan Couture muda o jogo, mas os Blues não se abalam e mantém vantagem

    Então com dois gols de vantagem, St. Louis tinha que tomar cuidado para não levar gol e focar em aumentar seu placar. Porém, Logan Couture mudou o rumo das coisas. O jogador dos Sharks marcou dois gols em sequência, deixando tudo empatado.

    O primeiro gol foi um belo short handed goal, no meio do power play do time de Missouri. Couture roubou o puck do capitão Alex Pietrangelo, que perdeu na corrida contra ele. Com a experiência que possui, colocou o puck nas redes.

    Aos 6:54, Couture atacaria novamente. Após receber um belo passe de Timo Meier, o canadense ficou sozinho com os jogadores adversários. Mais uma vez sua experiência falou mais alto. Ao marcar seu 13º gol nos playoffs, conseguiu deixar tudo igual na SAP Center: 2 a 2.

    Apesar de o segundo período ter sido de total dominância do time da casa, os Sharks não conseguiram fazer mais gols. O goleiro Binnington estava inspirado e agarrava pucks que pareciam indefensáveis. Até que, aos 16:34, Robert Bortuzzo marcou o terceiro gol do St. Louis Blues. Ao fim, o segundo período terminou com o time visitante liderando o placar.

    St. Louis Blues selou a vitória: marcou o quarto gol e não deu chances para o time da casa

    Conforme o terceiro período passava, Jones tinha que fazer alguns milagres, pois a defesa de seu time vacilava. Da mesma forma, os bons momentos que os Sharks tiveram no segundo período não voltaram mais. Em uma grande jogada, na qual Kevin Labanc lançou o puck em direção a Binnington, o defensor Bortuzzo se jogou na frente do gol. Conseguiu, assim, evitar o que seria o gol de empate.

    Finalmente, para a selar a vitória, Oskar Sundqvist marcou o quarto gol, aos 16:52, empatando a série do Oeste. O próximo jogo será na Enterprise Center, na quarta (15). Os Sharks, para retomarem a vantagem da série, terão que ser mais efetivos em suas marcações.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Noite de vitória para o San Jose Sharks

    Noite de vitória para o San Jose Sharks

    Nesse sábado (11), a final da Conferência Oeste chegou na Califórnia. O primeiro encontro entre San Jose Sharks e St. Louis Blues foi marcado por grande dominância do time da casa, que marcou seis gols.

    Blues 3, Sharks 6

    À primeira vista, o jogo começou bem equilibrado para as duas equipes. Alexander Steen teve ótima chance para abrir o placar ao ficar cara a cara com Martin Jones, mas o goleiro canadense logo fez uma bela defesa.

    Porém, o placar foi aberto de fato pelo time da casa aos 3:31 do primeiro período. Em uma bela troca de passes com Gustav Nyquist, Logan Couture marcou o primeiro gol do jogo e seu décimo dos playoffs desse ano.

    Pouco depois, o time adversário empatou, aos 9:13. O gol foi feito por Joel Edmundson. Os Blues não recuaram e atacavam sempre que podiam. Por isso, para que o Sharks pudesse ter um bom resultado seria necessário mais reação.

    Apesar de os Sharks possuírem um ótimo penalty kill, eles não aproveitaram os power plays que conseguiram. Mesmo assim, o segundo gol foi feito enquanto o St. Louis estava com três jogadores no rinque, após duas penalidade cometidas em cima do time da Califórnia.

    Joe Pavelski marcou seu terceiro gol após voltar da lesão sofrida ainda no primeiro round, contra o Vegas Golden Knights. Ele recebeu o passe de Brent Burns e teve que lutar contra a defesa de Jordan Binnington. Ainda assim, o puck acabou cedendo e entrou. Então, o primeiro tempo terminou em 2 a 1 para o time da casa.

    No começo do segundo período, grande chance para os tubarões. Quando Couture lançou o puck para as redes, Evander Kane perdeu a chance de finalizar. Depois, os Blues quase marcaram um shot handed goal no power play dos Sharks. Porém, Martin Jones salvou o que seria o gol de empate.

    Reação do St. Louis Blues, destruída após belos gols de Meier

    Kevin Labanc ampliou o placar aos 7:41, em um belo wrist shot com assist do veterano Joe Thornton, indefensável para Binnington. Logo após, aos 8:58, Ryan O’Reilly driblou Martin Jones em frente às redes e marcou o segundo gol do time visitante. O placar, naquele momento, era de 2 a 3.

    Timo Meier marcou o quarto gol da noite para os Sharks, depois de ter roubado o puck do stick de O’Reilly. Depois, faltando apenas três minutos para acabar o segundo período, Meier marcou seu segundo gol da noite. Sendo o quinto do time, selou as chances de reação do time adversário.

    No terceiro período, os Sharks naturalmente não precisavam mais se preocupar, pois já estavam com boa vantagem. Sendo assim, o time adversário conseguiu fazer um terceiro gol, com autoria de Tyler Bozak. Faltando quatro minutos para o término do período, St. Louis Blues ainda tentou uma ousada estratégia ao tirar seu goleiro e colocar mais um jogador no rinque.

    Não adiantou. Logan Couture fez o sexto gol dos tubarões na empty net. Todos sabem a força que times têm quando jogam em casa e, no jogo de hoje, isso não foi diferente. Porém, sabe-se também que o time do Missouri é cheio de qualidades, então espera-se que eles voltem para o segundo jogo com sede de gols e determinação.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Estreia de vitória para o Boston Bruins na final de Conferência

    Estreia de vitória para o Boston Bruins na final de Conferência

    As finais de conferência chegaram! Na noite de quinta-feira (9), no primeiro encontro entre Carolina Hurricanes e Boston Bruins, o time de Massachusetts saiu vitorioso.

    Hurricanes 2, Bruins 5

    Primeiramente, o jogo começou muito equilibrado. Os Bruins atacavam agressivamente, fazendo Petr Mrázek já demonstrar suas qualidades de goleiro logo no começo.

    Entretanto, o primeiro gol do time da casa veio aos 2:55 do primeiro período. Marcus Johansson roubou o puck de Justin Faulk na zona neutra e mandou para Steven Kampfer, que fez o gol.

    Em seguida, na disputa do faceoff na zona de defesa dos Bruins, veio o gol de empate. Andrei Svechnikov recebeu o puck e lançou para Sebastian Aho, que estava posicionado de frente ao Tuukka Rask. Restou para ele finalizar com um tip-in direto nas redes dos ursos. Depois, o time visitante ainda teve outras oportunidades ótimas, mas todas paradas majestosamente por Rask.

    No segundo período, os Canes dominaram boa parte do jogo. O resultado disso foi o gol da virada, marcado por Greg McKegg. No entanto, houve uma dúvida se o gol foi realmente legal. Kampfer empurrou McKegg em cima do goleiro Rask, fazendo ele se deslocar. Porém, antes disso acontecer, o puck já tinha entrado. O período acabou, então, 2-1 pros Canes.

    No terceiro tempo, Boston Bruins marcou quatro gols. O primeiro foi de Johansson, aos 2:26, em um power play. Os outros três aconteceram quando os Canes já tinham se desfeito de Mrazek para tentar o empate. Patrice Bergeron, Charlie Coyle e Chris Wagner foram os autores dos gols que selaram a vitória do time da casa.

    Apesar desse resultado, o Carolina Hurricanes jogou muito bem, sendo superior aos Bruins em determinados momentos. Porém, não conseguiram aproveitar alguns power plays em seu favor, além de que o goleiro finlandês tinha decidido que nenhum puck entraria naquela noite.

    Foto: NHL/Reprodução

  • Vitórias de Bruins e Sharks acirram as disputas pelas vagas das conferências

    Vitórias de Bruins e Sharks acirram as disputas pelas vagas das conferências

    Na noite de sábado (4), tivemos dois jogos muito disputados. O primeiro foi entre Boston Bruins e Columbus Blue Jackets, em TD Garden. Já o segundo, jogaram San Jose Sharks e Colorado Avalanche, no SAP Center. Ambos os times da casa saíram vitoriosos!

    Blue Jackets 3, Bruins 4

    Com a série empatada em 2 a 2, ambas as equipes estavam dispostas a dar tudo de si para saírem com a vitória. Depois de um péssimo jogo quatro em casa, os Blue Jackets vieram decididos a mudar seu destino. Eles realmente deram muito trabalho para os Bruins que, apesar de saírem vitoriosos, tiveram que suar para conseguir esse resultado.

    O primeiro período foi equilibrado para as duas equipes, com boas chances para os dois lados. Mesmo assim, todos os pucks paravam nas mãos dos goleiros, Tuukka Rask e Sergei Bobrovsky. O CBJ teve um total de sete shots e os Bruins, oito shots ao gol. Apesar disso tudo, o placar terminou zerado.

    No começo do segundo tempo, veio o primeiro gol dos Bruins. Aos 18:21, David Krejci goleou de wrist shot, em uma jogada conjunta com David Backes e Jake DeBrusk. Bobrovsky por pouco fez a defesa, porém o puck deslizou por debaixo de suas pernas.

    Apesar de os Blue Jackets crescerem depois disso, todas as suas chances foram paradas por Rask. Columbus até teve uma grande chance, quando Alexander Wennberg roubou o puck de Brandon Carlo. Dentro da área de defesa do Bruins, ele logo em seguida passou para Cam Atkinson, que ficou cara a cara com Rask. Ao tentar driblá-lo para marcar, Rask fez uma incrível defesa que impediu o gol de empate de Ohio.

    Então, no terceiro período, o jogo ainda estava muito disputado. No entanto, o segundo gol do Bruins veio aos 15:09. Feito por Brad Marchand, foi imediatamente após um rebote de uma defesa de Bobrovsky. Entretanto, nos últimos 10 minutos, o CBJ teve uma bela reação e complicou a vida do time de Boston. Após um wrist jones de Seth Jones, houve uma confusão sobre se fora gol ou não porque Rask havia ficado muito em cima do puck. O que contribuiu ainda mais para essa confusão foram os jogadores de Boston que estavam em cima da linha do gol. Depois da revisão pelos juízes, o gol foi confirmado: 1 a 2. Isso reacendeu a esperança dos Jackets.

    Logo após essa bagunça, houve um erro de marcação da defesa de Columbus. Com isso, David Pastrnak ficou livre com o puck e marcou o terceiro dos Bruins aos 8:44. Mas isso não intimidou o time adversário. Algo que já deveríamos ter aprendido nesses playoffs é que os Blue Jackets não desistem e correm atrás. Em menos de 40 segundos, eles ampliaram, fazendo 2 a 3 em Boston.

    Em uma jogada rápida, Ryan Dzingel fez uma bela transição para o campo de defesa dos Bruins, junto com Matt Duchene e David Savard. Ele marcou um lindo wrist shot, com muita emoção e força. Finalmente, aos 6:06, Dean Kukan mandou um lindo snap shot para empatar tudo. Surgia, então, a possibilidade de um overtime.

    Faltando 1:28 para o fim, porém, Pastrnak mandou um tip in para acabar com o jogo de vez. A sexta partida vai ser na segunda (6), em Ohio. Dependendo do resultado, poderá deixar os Blue Jackets em casa, sem a vaga. A outra possibilidade será forçar um jogo sete, que com certeza vai ser cheio de emoção.

    Avalanche 1, Sharks 2

    De volta em casa, o San Jose Sharks mostrou ter muita resistência. Ganhou o jogo em uma virada espetacular! O goleiro Martin Jones teve uma grande partida, assim como o atacante Tomas Hertl, autor dos dois gols da vitória. Do outro lado, o destaque foi o goleiro alemão Philipp Grubauer, principal motivo para que o placar dos Sharks não fosse maior.

    No começo do primeiro período, Gustav Nyquist recebeu um belo passe vindo de Burns, após um faceoff na área de defesa do Colorado. Mesmo cara a cara com o goleiro, Nyquist não conseguiu fazer o gol graças à defesa alemã.

    Aos 12:56, em uma harmoniosa troca de passes entre Joe Thornton e Kevin Labanc, originou-se o que teria sido o primeiro gol dos Sharks. Labanc mandou um wrist shot direto para as redes de Grubauer, que não conseguiu defender. Contudo, Timo Meier, no meio do lance, havia cometido um high-sticking em Mikko Rantanen, anulando o gol. Durante um power play, uma chance perigosa para o Colorado, tranquilamente defendida por Martin Jones. Sharks, de modo geral, manteve um bom controle e estava muito melhor em comparação ao último jogo. Anteriormente, Colorado teve muito mais controle e chances, e acabou saindo com vitória.

    No segundo período, o primeiro gol do jogo foi feito pelos Avs, quando faltavam 3 minutos para o fim. A jogada começou ainda no campo defensivo do Colorado. O defensor Samuel Girard lançou o puck para Tyson Jost, que completou a jogada com J.T. Compher. No fim, Jost fez o gol após um rebote da defesa de Jones, que acabou batendo em Brent Burns.

    Contudo, o gol de empate veio quando faltavam apenas 19 segundos para o término, em um power play. Começou em um lindo lance de troca de passes feito de forma paciente entre Joe Thornton e Erik Karlsson. Mandando o puck para Logan Couture, este lançou um wrist shot em direção às redes de Grubauer. Hertl, atentamente posicionado, finalizou com um tip in e marcou o gol. Um belíssimo gol.

    Assim que começou o terceiro período, Couture astuciosamente roubou o puck de um jogador dos Avs na zona neutra. Conseguiu ficar cara a cara com o goleiro adversário. Porém, sua jogada foi cancelada pelo goleiro alemão, que estava disposto a salvar seu time naquela noite.

    No entanto, suas grandes defesas e habilidades não foram capazes de evitar o segundo gol dos Sharks. Após Burns arriscar de longe sem sucesso, Evander Kane recebeu e mandou para Joonas Donskoi, no meio da zona neutra. Se infiltrando no meio da zona de defesa dos Avs, Marc-Edouard Vlasic mandou direto para as redes. Grubauer até defendeu, porém Hertl, novamente bem posicionado, no rebote marcou o gol da virada. Dois a um para os Sharks e os torcedores foram a loucura.

    Depois desse gol, Jones teve que trabalhar muito, pois os Avs começaram a atacar mais. Quando eles se desfizeram de Grubauer para colocar mais um jogador atacante, Jones foi muito acionado. Sendo assim, ele foi fundamental para conseguir segurar o resultado.

    Os dois times se encontram na segunda (6) para o jogo seis, agora em Denver. Paciência, destreza e esperteza são os segredos para que os Sharks consigam uma vitória e a classificação. Já para Colorado, que possui um time forte e com muita garra, jogar em casa com certeza trará confiança. Eles precisam para buscar um resultado que os mantenha vivo nos playoffs.

  • Boston Bruins e Colorado Avalanche empatam as séries

    Boston Bruins e Colorado Avalanche empatam as séries

    Na quinta (2), tivemos dois jogos nos quais Bruins e Avalanche empataram suas respectivas séries e esquentaram ainda mais a disputa pelas vagas nas finais de conferência.

    Bruins 4, Blue Jackets 1

    A noite em Ohio começou muito bem para os Bruins. De início, um magnífico slap shot de David Pastrnak deu vantagem para Boston. Logo depois, Brad Marchand cometeu um tripping em Boone Jenner enquanto este estava cara a cara com Tuukka Rask. Por causa dessa falta, foi concedido um penalty shot aos Blue Jackets. A regra indica que, se um jogador tem o domínio do puck e está de frente ao goleiro, sem ninguém ao seu redor, e o adversário faz uma falta nele, é concedido um penalty shot.

    Na cobrança, porém, Rask conseguiu defender o lance de Jenner! Depois, aos 7:18, os Bruins ainda aumentaram o placar com um gol de Patrice Bergeron.

    Alguns minutos depois, Artemi Panarin abriu para os Jackets com um lindo snap shot. Foi uma oportunidade na qual a defesa dos Bruins não conseguiu afastar o puck de perto de Rask.

    No segundo período, o jogo estava equilibrado, com grandes atuações de Sergei Bobrovsky e Rask. Por conta disso, o saldo de gols foi zero. E os Bruins não poderiam, em hipótese alguma, considerar o jogo ganho, afinal os Jackets foram um dos times que mais surpreenderam nos playoffs.

    E foi o que Boston fez. O time aumentou o placar aos 8:40, com gol feito por Sean Kuraly, e mais uma vez no final, aos 17:30, Bergeron faz o quarto da noite. Os dois times se encontrarão de novo no sábado (4), em Boston, e os Jackets terão que ser mais ofensivos se quiserem continuar vivos nessa disputa.

    Sharks 0, Avalanche 3

    Os Sharks lideravam a série em 2 a 1 e, se vencessem, aumentariam a vantagem. Porém, Colorado estava disposto a não dar sossego para eles.

    O primeiro período começou com os dois times atacando muito. Foi possível ver considerável melhora defensiva por parte do time da Califórnia. Alguns dos destaques foram os goleiros, Martin Jones e Philipp Grubauer, apesar do placar dos Sharks.

    Logo nos primeiros dez minutos, tivemos nove shots dos Sharks contra quatro dos Avs. Isso obrigava Grubauer a fazer grandes defesas logo de primeira. Apesar do primeiro período ter sido de dominância para os Sharks, não teve nenhum gol.

    No segundo período, aos 23 segundos, Timo Meier cometeu uma penalidade em Tyson Barrie. Foi a partir desse power play que o time da casa ficou muito mais soberano no jogo. O primeiro gol dos Avs veio aos 10:34, do stick de Nathan MacKinnon, grande destaque da noite.

    Já nos segundos finais para o término do segundo período, Gustav Nyquist conseguiu dominar o puck e ficou cara a cara com Grubauer. Ao tentar driblá-lo para colocar o puck nas redes, o goleiro conseguiu evitar o gol de empate ao se esticar todo no chão, formando uma barreira com seu corpo.

    Então, terceiro período começou. Os Avs estavam mais do que nunca melhor no rinque do que os Sharks, que cometeram muitos erros de passes. Brent Burns fez uma partida muito abaixo do que o esperado, falhando muito na marcação dos jogadores rivais.

    O segundo gol do time adversário veio de um power play, feito por Colin Wilson aos 3:11. Já o terceiro foi feito com empty net, enquanto os Sharks tentavam diminuir o prejuízo.

  • Vitória de Dallas empata a série e Hurricanes sai na frente com 3-0!

    Vitória de Dallas empata a série e Hurricanes sai na frente com 3-0!

    Nesta noite de quarta (1), o Carolina Hurricanes aumentou a vantagem para cima dos Islanders, ao passo que o Dallas Stars conseguiu deixar tudo igual pra cima dos Blues, em um grande jogo com direito a muitos gols.

    Islanders 3, Hurricanes 5

    Em North Carolina, na PNC Arena, o clima era de muita expectativa para uma outra vitória, agora em casa. Foi o que aconteceu! Apesar dos Islanders novamente terem lutado, não conseguiram vencer.

    Logo no começo do primeiro período, os Canes tiveram uma grande chance. Jordan Eberle teve o puck roubado por Jaccob Slavin, que rapidamente passou para Teuvo Teravainen. Mesmo de frente para Robin Lehner, o goleiro conseguiu fazer a defesa.

    O primeiro gol dos Canes veio aos 13:20, feito por Teravainen em um wrist shot, com assists de Slavin e Dougie Hamilton. Em seguida, aos 11:40, Devon Toews deixou tudo igual ao fazer um gol no power play.

    No segundo período, boas chances para ambas as equipes. Os Isles tentavam de tudo para reverter o placar e se manterem vivos na série, mas o puck não entrava. Mesmo com Petr Mrazek lesionado,
    Curtis McElhinney cumpriu o papel de goleiro reserva muito bem.

    O segundo gol do Carolina Hurricanes veio aos 8:03. Após Justin Faulk ter saído do penalty box, ele pegou o puck lançado por Jordan Staal e, sozinho e de cara a cara com Lehner, fez um golaço. Porém, ainda no final do segundo período, Josh Bailey conseguiu empatar para os Isles e deixou tudo 2 a 2 com um belo snap shot aos 5:48.

    Apesar disso, no terceiro período não houve grande reação de New York. Eles conseguiram algumas boas chances, que sempre paravam nas mãos dos goleiros. Sendo assim, aos 9:45, Justin Williams faz o terceiro gol dos Canes. Lehner havia desviado o puck de forma errônea e Sebastian Aho aproveitou para mandar diretamente para Williams. Este simplesmente completou a jogada mandando para as redes. No final do jogo, houve mais dois gols com a empty net dos Isles, feitos por Teravainen e Aho.

    No fim, a série ficou 3-0 para Carolina. O jogo quatro será na sexta, dia 3, e os Hurricanes poderão então decidir se os Islanders continuam ou não nos playoffs.

    Blues 2, Stars 4

    Agora jogando em casa, o Dallas Stars fez um grande jogo. Porém, as coisas de início não se encaminhavam assim, já que o primeiro gol foi dos St. Louis Blues, aos 14:58. O gol foi originado em um power play feito por Vladimir Tarasenko.

    O gol de empate, contudo, veio após Jason Dickinson pegar o puck do defensor do Blues, Jay Bouwmeester. Mandando-o direto para Mats Zuccarello, este lançou para as redes, mas passou por cima. Tyler Seguin, por sua vez, desviou o rebote do puck de novo para Dickinson, que enfim fez o gol. Um a um aos 8:37.

    No final do primeiro período, mais precisamente faltando 51 segundos para acabar, o Dallas ampliou o placar. Jason Spezza fez um slap shot durante um power play, depois de o lançamento de Esa Lindell ter sido desviado pelos defensores dos Blues. No rebote, o puck foi para Spezza, que simplesmente lançou para as redes e marcou um belíssimo gol. Jordan Binnington, goleiro de St. Louis, teve grande importância para que o placar não fosse maior nesse primeiro tempo. Porém, isso não bastou.

    No segundo período, vieram os dois outros gols de Dallas. Em um belo passe de Seguin, John Klingberg fez um wrist shot e marcou o terceiro. Depois, faltando 2:32 minutos, Roope Hintz fez o quarto gol.

    No terceiro tempo, ainda teve o segundo gol dos Blues em um bonito wrist shot de Robert Thomas. Eles não desistiram até o último minuto. Em vários momentos ainda ofereceram perigo à Ben Bishop, mas isso não foi suficiente para que saíssem vitoriosos.

    Com a série empatada em 2 a 2, o próximo encontro entre os times é na sexta, dia 3. É esperado uma grande reação do time de St. Louis, mas também uma pressão enorme em cima do time do Texas.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Duas derrotas importantes, de Islanders e Sharks, neste domingo de playoffs!

    Duas derrotas importantes, de Islanders e Sharks, neste domingo de playoffs!

    Neste domingo (28), tivemos mais uma noite do segundo round dos playoffs da NHL. Acabou com outra derrota para o New York Islanders e a primeira perda do San Jose Sharks.

    Hurricanes 2, Islanders 1

    No segundo jogo da série Canes x Isles, tivemos outra derrota para o time nova-iorquino, agora em tempo regular. O Carolina Hurricanes levou a vantagem de 2 a 0 na série para o próximo jogo, na quarta (1). Então, se os Islanders ainda quiserem continuar vivos nessa disputa, precisam vencer e reagir fora de casa.

    Mesmo assim, esse segundo jogo não foi tão fácil para os Canes. Houve novamente uma grande atuação de ambos os goleiros, Petr Mrazek e Robin Lehner, fundamentais para o baixo placar do jogo. Além disso, os Islanders contaram com muita má sorte. Muitos pucks acabaram na trave e alguns gols foram anulados.

    O primeiro período foi recheado de boas chances para ambas as equipes, e os Islanders foram quem mais as teve. Anthony Beauvillier perdeu uma grande chance ao tabelar com Curtis Mayfield, aos 15 minutos. Depois, aos 9 minutos, ele lançou um belo wrist shot que foi parado por Mrazek. Aos 8:09, Justin Williams cometeu um holding em Thomas Hickey, originando um power play para os Isles, muito bem aproveitado. Jordan Eberle mandou o puck para Anders Lee, que, por sua vez, passou para Mat Barzal. Com a posse, ele lançou para as redes de Mrazek, fazendo o gol do Isles. Um gol que poderia até ser considerado do contra por ter encostado no stick de Jaccob Slavin. Dessa forma acabou o primeiro período.

    Já no segundo período, logo no começo, Josh Bailey não conseguiu dominar o puck e acabou mandando para Dougie Hamilton. Sem perder tempo, tentou um bonito slap shot de longe, que Lehner defendeu.

    Talvez a maior chance perdida dos Islanders nesse período tenha sido a de Eberle e Casey Cizikas. Ao final de um power play dos Canes, na zona de defesa dos Isles, Hickey conseguiu lançar o puck para longe, na zona neutra, que Eberle controlou majestosamente. Avançando, em seguida, para a zona de defesa dos Canes, os dois jogadores do time de Nova York ficaram cara a cara com Justin Faulk, e com Petr Mazek. Cizikas finalizou, porém errou o alvo. Nessa hora, no entanto, Mazrek se lesionou. Os Canes prontamente mudaram de goleiro, chamando Curtis McElhinney, que não desapontou. Faltando 20 segundos para acabar o período, Devon Toews marcou um gol que ampliaria o placar para os Isles. Porém, foi anulado, já que o jogador usou o pé para empurrar o puck ao gol. Então, o segundo período terminou assim.

    Posteriormente, os Canes estavam dispostos a mudar o rumo das coisas. E foi exatamente o que aconteceu. Aos 19:43 do terceiro tempo, Warren Foegele marcou um belo gol de wrist shot com assists de Lucas Wallmark e Saku Mäenalanen. Logo depois, aos 18:55, veio o gol da virada, feito por
    Nino Niederreiter. Um tip in, com assists de Teuvo Teravainen e Jaccob Slavin.

    Contudo, ainda estava muito cedo para os jogadores dos Islanders se desesperarem com esse resultado. Lehner estava tendo uma atuação impecável, e terminou o jogo com 31 saves. Mat Barzal teve uma incrível chance aos 10:57, lançando uma wrist shot direto para as redes de
    McElhinney. O goleiro, porém, fez a defesa.

    Eventualmente, o jogo acabou assim. O New York Islanders não fez um jogo ruim, porém o time, no terceiro tempo, lançou o puck na trave três vezes. Acabou, no total, com 27 shots contra 18 dos Canes. Os próprios jogadores sentiram que não jogaram mal. Por outro lado, o Carolina Hurricanes está otimista e vai com tudo em busca de outra vitória no próximo jogo.

    Avalanche 4, Sharks 3

    A princípio, o San Jose Sharks liderava a série depois de uma vitória tranquila no SAP Center. Depois do jogo de hoje, no entanto, o Colorado Avalanche mudou tudo e empatou mais uma série.

    Logo no início do primeiro período, Erik Karlsson teve uma grande chance de abrir o placar quando recebeu o puck de Lukas Redil. Ele então lançou para as redes de Philipp Grubauer, que fez uma defesa espetacular. Os Sharks estavam dominantes a todo momento, enquanto que os jogadores da defesa pareciam estar mais em alerta. Martin Jones estava fazendo saves muito difíceis e importantes.

    Aos 12:03, veio o primeiro gol do Sharks. Evander Kane faz um wrist shot com assists de Brent Burns e Tomas Hertl, depois de um rebote do goleiro no qual Kane estava espertamente posicionado para colocar o puck nas redes. Logo em seguida, J.T. Compher recebeu o puck e ficou cara a cara com Martin Jones. Felizmente para os Sharks, ele fez uma defesa espetacular. Poucos minutos depois, houve uma jogada parecida, feita por Erik Johnson, e novamente Jones foi acionado. A essa altura, o Colorado fazia de tudo em busca por um empate.

    Faltando poucos segundos para o fim do período, Gabriel Landeskog lançou um puck muito forte ao gol. Jones, por sua vez, esticou toda parte do seu corpo e conseguiu desviar o disco com seu pé, mesmo com Nathan MacKinnon se jogando na sua frente tentando tampar sua visão. Após essa jogada de perigo do Colorado, Marc-Édouard Vlasic pegou o puck desviado. Atacando para a zona de defesa do Colorado, mandou para Logan Couture, que logo lançou para Kevin Labanc. Finalizou a jogada em Grubauer, mas o goleiro alemão fez uma impressionante defesa.

    No segundo período, os Sharks se acomodaram com o resultado bom do primeiro tempo, e acabaram sofrendo a virada. O time da Califórnia estava começando a cometer muitos erros defensivos, algo que vinha melhorando desde os jogos passados. Quando eles ganhavam power plays, não obtinham resultados bons.

    O primeiro gol dos Avs veio aos 11:39. Antes disso, Erik Karlsson perdeu uma grande oportunidade de fazer um short handed goal. Ele foi derrubado na zona neutra, enquanto avançava com o puck para cima de Grubauer. O gol foi feito por Gabriel Landeskog, com assists de Tyson Barrie e Nathan MacKinnon. No finalzinho do segundo período, aos 3:30, Tyson Barrie mandou um belo slap shot para as redes de Jones, selando a virada. Os assists foram de Gabriel Landesko e Gabriel Landeskog.

    Com grandes oportunidades perdidas, os Sharks não conseguiram ampliar e, aos 9:50, os Avs fizeram mais um. O gol foi de Matt Nieto. O placar ficou 3 a 1, depois de uma bela defesa de Jones e uma confusão em cima da área do gol. Faltando 4:34 para acabar o jogo, Brent Burns reacendeu uma esperança e marcou um belo wrist shot, demonstrando que nem tudo estava perdido.

    Nathan MacKinnon, por fim, selou a vitória de seu time. Marcou mais um gol assim que Martin Jones foi para o banco em troca de mais um atacante para os Sharks. Mas, ainda sim, Burns conseguiu acertar outro incrível slap shot goal durante um power play faltando apenas dez segundos para
    acabar o jogo.

    Agora, a série está empatada. Com o próximo jogo na casa dos Avs, os Sharks terão que ir com força máxima e focar em não se desligarem depois de marcar gol.

  • A segunda noite da segunda rodada, Canes e Sharks vitoriosos

    A segunda noite da segunda rodada, Canes e Sharks vitoriosos

    Nessa noite de sexta (26), tivemos o segundo round dos playoffs da NHL com um overtime em Nova York e um festival de gols em San Jose.

    New York Islanders 0, Carolina Hurricanes 1 (OT)

    Dez dias afastados dos rinques, o Islanders voltou a jogar depois de uma incrível primeira campanha contra o Pittsburgh Penguins. O Islanders ganhou todos os quatro jogos pela primeira vez desde 1983. Ano, inclusive, de sua última Stanley Cup. Agora, comandando seus jogos no Barclays Center, eles teriam a difícil missão de enfrentar o time de North Carolina, que se mostrou um adversário muito árduo ao eliminar o atual campeão da Cup, o Capitals.

    O primeiro período do jogo começou fraco, com muitos passes e pouco risco para ambas as equipes. Porém, o Hurricanes logo mudou isso, avançando e arriscando mais alguns tiros ao gol. Logo fizeram com que Robin Lehner, o goleiro do Isles, fosse acionado. Justin Williams foi punido por tripping em Cal Clutterbuck e o Isles conseguiram um PP de dois minutos. Não resultou em gol, graças a Petr Mrázek.

    Em uma disputa de puck, Mat Barzal conseguiu manter o controle de forma magnífica. Em seguida, passou para Jordan Eberle, que finalizou direto para as redes, só que Mrazek conseguiu defender. Em outra oportunidade, em um erro de passe de um jogador do Canes, Josh Bailey roubou o puck e ficou cara a cara com Mrazek. Fez um tacada que o goleiro milagrosamente conseguiu defender.

    Conforme o primeiro período chegou ao fim, o jogo foi esquentando. O Isles é um time agressivo, que apela muito para a intimidação com seus jogadores maiores e robustos. Isso só incentivou mais o Canes a reagir. Ainda nos segundos finais do primeiro período, o Canes conseguiu uma chance incrível. Em um erro de passe de Devon Toews, ele passou o puck direto para o stick de Brock McGinn, que ficou cara a cara com Lehner. Mas o goleiro, maravilhosamente, conseguiu defender. Terminou assim o primeiro período.

    O segundo período começou e, com o placar 0 a 0, era de se esperar um segundo tempo mais disputado e competitivo. E foi exatamente o que houve. O Canes teve duas boas chances frente a frente com Lehner, porém, ele conseguiu defender de forma impecável, esticando toda parte de seu corpo.

    Esse foi um jogo marcado por muitos power plays para as duas equipes que simplesmente conseguiram matar com todos. Os jogadores do Canes bloqueavam os shots, roubavam os pucks dos adversários, mandando pra longe, ou os shots simplesmente paravam na mão de Mrazek. A maior chance do Isles foi em uma disputa de face off. Barzal tinha feito o gol, porém, o capitão Anders Lee cometeu uma goalie interference em Mrazek, se jogando em cima do goleiro. O gol foi, então, anulado e Canes conseguiu um power play.

    Jordan Staal cometeu uma face off violation ao jogar o puck para cima, dando um power play para os Isles no final do segundo período. No rinque ficaram, assim, quatro jogadores de cada lado. No começo do terceiro período, no restante do power play do Isles, Mrazek logo fez uma grande defesa em uma jogada de Casey Cizikas.

    Mais tarde, Cal Clutterbuck cometeu um high stick que acabou machucando o rosto de Trevor van Riemsdyk. Assim, o Canes entrou novamente em um power play, agora de quatro minutos. Porém, logo em seguida, Lucas Wallmark cometeu outro high stick em Valtteri Filppula e, agora, o Isles também entrou em power play. Novamente, temos quatro jogadores de cada lado, que de nada adianta. Boas chances de ambas equipes, paradas pelos goleiros.

    O jogo acabou no 0 a 0 e, então, overtime. No começo, o Isles teve uma boa chance com Barzal lançando o puck nas redes, mas Mrazek mais uma vez defendeu. Logo em seguida, aos 16:00 minutos, o gol da vitória vem. De autoria de Jordan Staal, em um wrist shot com assists de Nino Niederreiter e Brett Pesce. Assim, finalmente, se encerrou o jogo mais acirrado da noite, com ambas as equipes muito equilibradas. Essas séries prometem ser uma das mais agitadas.

    Colorado Avalanches 2, San Jose Sharks 5

    Em noite de grande festa na Califórnia, San Jose Sharks fez uma bela partida em cima do Colorado Avalanches. Porém, nem tudo andava nessa direção. Como visto na série Vegas x Sharks, Martin Jones, o goleiro titular do Sharks, sofreu muitas oscilações durante as partidas. Ele sempre sofria gols nos primeiro segundos das partidas, além de não conseguir fazer defesas que, a princípio, poderiam ser consideradas fáceis. Mas isso não é só culpa dele. Erik Karlsson ainda está se acostumando ao sistema de jogo do Sharks, então todo o sistema defensivo ainda está frágil. Porém, os fãs acreditam em seus jogadores e estes acreditam demais na equipe. Isso se demonstra nos rinques, ainda mais com o capitão Joe Pavelski se recuperando da lesão que sofreu no último jogo contra o Golden Knights. Com Pavelski afastado, eles estão dando tudo de si nos jogos.

    Logo de primeira, veio o susto. Em um rebote de uma defesa de Martin Jones, Gabriel Bourque marcou o primeiro gol dos Avs, aos 17:50. Felizmente, isso não abalou os Sharks. Por ter homens a mais no gelo, o Avs foi punido e os Sharks conseguiu um power play. Nessa, Brent Burns mandou um slap shot, que bateu na lâmina do jogador do time adversário. O Avs foi logo para o ataque e mandou para as redes de Jones, porém o goleiro faz uma defesa incrível no qual ele se jogou no chão e impediu o puck de entrar. Tomas Hertl, por sua vez, lançou um puck que rebateu na trave e, por pouco, não entra. Em seguida, Erik Karlsson lançou para Lukas Radil terminar em um tip in, porém Philipp Grubauer agarrou o disco.

    O gol de empate do Sharks se originou em um face off no qual Logan Couture ganhou na zona de defesa do Avalanches. Ele mandou para Brent Burns, que lançou direto para as redes de Grubauer, que defendeu. No rebote, no entanto, Gustav Nyquist conseguiu fazer o gol, aos 5:16.

    Depois disso, o Avs reagiu, com Mikko Rantanen fazendo o que seria o gol da virada. Porém, ele usou o pé para colocar o puck nas redes, e o juiz anulou o gol. No final do primeiro período, Martin Jones fez uma grande defesa quando ele ficou cara a cara com Carl Soderberg. Enfim, terminou tudo igual no primeiro tempo na Califórnia.

    No segundo período, logo no início, Dylan Gambrell cometeu um tripping em Tyson Jost. Na primeira tentativa de gol, Jones defendeu e a defesa do Sharks jogou o puck para longe. Entretanto, posteriormente, em um belo passe de Mikko Rantanen e Nathan MacKinnon, Colin Wilson virou para os visitantes. O placar ficou 2 a 1 para o Colorado Avalanches, em um power play goal, aos 16:04.

    O Sharks deixou novamente tudo igual, aos 9:55, em uma impressionante jogada de Marcus Sörensen e Joe Thornton, logo após defesa de Jones. Sörensen conseguiu pegar o puck após afastarem do rebote e saiu deslizando, com Thornton ao seu lado. Somente um defensor, Samuel Girard, do Avs, tentava impedir o contra-ataque. De nada adiantou, pois Sörensen mandou o puck para Thornton, que finalizou em um wrist shot majestoso para as redes, indefensável para Grubauer. Os torcedores foram à loucura.

    Logo em seguida, tivemos mais um lance bonito e memorável. Começando na zona de ataque do Sharks, Brent Burns lançou o puck direto para Kevin Labanc, deslizando entre as pernas de Rantanen, que então lançou um wrist shot direto para as redes do Avs. Faltando um minuto para o término do segundo período, Burns ampliou com uma slap shot, com assists de Sörensen e Thornton. Placar de 4 a 2 para o Sharks, em uma virada fantástica.

    No terceiro tempo, o Sharks continuou dominante, com boas chances, enquanto o Avs diminuía um pouco a intensidade do jogo. Em uma grande chance aos 11 minutos, Burns usou todo seu corpo para impedir que o puck chegasse as redes de Jones. Nos segundos finais, Timo Meier fez o quinto gol nas redes vazias do Avs, selando assim a vitória da noite.

    Nos próximos jogos dessa série, esperamos uma reação imediata da equipe de Colorado, que é muito reagente e veloz. Apesar de os Sharks possuírem uma força ofensiva muito boa, ainda é preciso tomar cuidado com a defesa.

  • A esperança cessa em Boston e reacende em San Jose

    A esperança cessa em Boston e reacende em San Jose

    Nessa terça, dois jogos definiram o destino de quatro equipes: Bruins, Leafs, Sharks e Vegas. Quem passaria para o round 2 dos playoffs da NHL?

    Bruins e Leafs vinham de jogos super disputados, nos quais ambas as equipes deram tudo de si em luta pelo objetivo maior: a classificação para a segunda fase dos playoffs.

    Na franquia Sharks e Vegas, tínhamos Vegas como favorita, por conta dos deslizes do Sharks. Isso facilitou o caminho do time vice-campeão da última cup.

    Maple Leafs 1, Bruins 5

    O Leafs lutou, lutou, mas não foi suficiente. O Bruins veio com força máxima em TD Garden, onde estava mais do que confortável para cravar a vitória e garantir vaga para o segundo round dos playoffs. Essa vitória não veio somente por causa de uma atuação insegura do goleiro do Leafs, Frederik Andersen. Foi um conjunto de fatores. Por não conseguirem um resultado bom nos power plays e por um “sumiço” da força ofensiva de Marner e Tavares, entre outros.

    No primeiro período, o Leafs até teve algumas chances, todas interrompidas por Tuukka Rask, que estava em uma noite feliz. Então, aos 14:29, veio o primeiro gol do Bruins, feito por Joakim Nordstrom, com assists de Matt Grzelcyk e Sean Kuraly. O segundo gol foi aos 17:46, feito por Marcus Johansson, com um wrist shot sem assist. E o primeiro período terminou assim: 2 a 0 para o Bruins.

    O segundo período começou e nele vimos um Leafs um pouco mais reativo. Em uma disputa de puck, Tyler Ennis fez um passe para John Tavares que marcou um belo wrist shot para o gol. O placar ficou 2 a 1. Enfim, um pouco de esperança para o time canadense, que conseguiu boas chances. O jogo parecia ainda estar aberto, com o Leafs tendo mais shots que o Bruins: 26 a 19.

    No terceiro período, logo no começo, aos 02:40, Sean Kuraly destruiu o sonho dos torcedores do Leafs. Fez um gol com assists de Noel Acciari e Joakim Nordstrom. Tavares teve outra boa chance, porém foi parado por Tuukka. O goleiro decidiu naquela noite que nada entraria em suas redes: ele fez  32 saves em todo o jogo! A partir desse terceiro gol, a força ofensiva do Leafs enfraqueceu de vez. No final do jogo vieram mais dois gols de empty net feitos por Charlie Coyle e Patrice Bergeron.

    Boston Bruins avança e novamente acaba com os sonhos do Toronto Maple Leafs de seguir para o round 2 dos playoffs.

    Vegas 4, Sharks 5 (OT)

    Em um jogo cheio de emoções, e vencido no overtime, o Sharks avançou para a segunda fase dos playoffs. Mesmo em um jogo no qual tudo parecia estar perdido para eles. O jogo foi em SAP Center, na Califórnia, e foi memorável para os torcedores, jogadores e técnicos. Para todos, menos para os jogadores e fãs do Vegas, pois, para alguns, o lance que originou a virada do Sharks é no mínimo “polêmico”.

    O primeiro período foi disputado e ambas as esquipes conseguiram manter o equilíbrio. A primeira chance foi do Vegas, aos 18:26. Porém, foi parada por Martin Jones, o goleiro que até duas partidas atrás era desacreditado por todos. Depois, faltando 18:19 minutos, era hora do Sharks atacar, e  Marc-Andre Fleury fez grande defesa. A receita para o sucesso do Vegas se deveu principalmente ao seu grande poder ofensivo e a seu admirável goleiro canadense. O Sharks praticamente não conseguiu abrir o placar por conta dele. Sharks teve alguns power plays que foram executados de forma falha, com passes errados ou parados por Fleury.

    Por outro lado, a defesa frágil do Sharks deixou o Vegas marcar o primeiro gol aos 10:10 do primeiro período. O gol foi de William Karlsson, com assists de Jonathan Marchessault e Reilly Smith, em um erro de marcação de Erik Karlsson. Depois, Meier teve outra ótima chance, mais uma vez interrompida por Fleury.

    No segundo período, em um gol que pode ser considerado como falha de Jones, Cody Eakin marcou o segundo. Foi revisado pelo juiz por ter sido supostamente originado de um high stick. O juiz entendeu que não, e o gol foi validado. Depois de excelentes defesas de Jones e de Fleury, Max Pacioretty marcou o terceiro gol do time visitante aos 03:36.

    A essa altura, o jogo já parecia estar decidido, faltavam 10 minutos para o tempo acabar. Empatar parecia ser impossível! Porém, o autor do segundo gol, Cody Eakin, cometeu um cross checking, um major penalty, em cima de Joe Pavelski. O jogador do Sharks ficou caído no chão sangrando devido ao impacto com o stick.

    Isso cedeu um power play de 5 minutos e, exatamente nesses 5 minutos, vieram os quatro gols da virada do Sharks. A polêmica se originou daí. Muitos consideraram o lance inofensivo e isso aparentemente prejudicou o Vegas, que cedeu quatro gols em quatro minutos.

    Cody Eakin foi expulso aos 9:13 e, aos 9:20, Logan Couture marcou o primeiro gol. Com um belo wrist shot, despertou os torcedores, revivendo as esperanças de classificação. Tomas Hertl fez o segundo gol, aos 10:13, em uma tip in. Logan Couture novamente fez um gol de slap shot, aos 12:53, e Kevin Labanc, aos 13:21, terminou a virada com um wrist shot. Labanc, Hertl e Meier foram os jogadores de maior destaque na partida, pois buscavam a todo momento uma reação agressiva contra o Vegas. Labanc participou de todos os gols do power play.

    Porém, o jogo ainda não estava decidido, já que Vegas não é um time tranquilo e que desiste fácil. Eles procuraram o empate para levar ao overtime e conseguiram. Faltando 47 segundos para acabar o jogo, Jonathan Marchessault marcou o quarto gol do Vegas e garantiu o empate.

    No overtime, com ambas as equipes cansadas, os goleiros mais do que nunca foram fundamentais, junto com jogadores da defesa. Cada boa oportunidade que Vegas tinha, Jones agia. O mesmo do outro lado, com Fleury parando tudo que chegava até ele.

    Faltando apenas um minuto para acabar o primeiro OT, Erik Karlsson, que não vinha fazendo uma boa partida defensiva, conseguiu roubar o puck. Passou direto para Barclay Goodrow, que driblou o defensor do Vegas, Brayden McNabb, passando pelo goleiro Marc-Andre Fleury. Enfim, marcou o gol da classificação.

    Com isso, San Jose Sharks encerrou a série do Vegas Golden Knights, que até então era o favorito. O Sharks mostrou a perseverança de um time que soube usar as condições ruins a seu favor, honrando seu colega de equipe que saiu machucado.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Duas baixas em três jogos na noite de quinta!

    Duas baixas em três jogos na noite de quinta!

    Na noite de quinta-feira (18), houveram reviravoltas e indefinições nos jogos da noite! Vamos conferir o que aconteceu:

    Hurricanes 2, Capitals 1.

    Os Capitals tinham uma vantagem de 2-1, e se ganhassem, teriam uma vantagem de 3-1. Enquanto os Canes tinham a grande chance de empatarem as séries em casa, e foi exatamente isso o que aconteceu!

    O jogo foi na Carolina do Norte e começou pegando fogo. Literalmente, pois aos 17 segundos do primeiro período Warren Foegele fez o gol dos Canes, em um wrist shot com assistências de Jaccob Slavin e Justin Williams. A atmosfera da PNC Arena estava cada vez mais fervorosa. Houveram boas chances para ambas as equipes no primeiro período, mas Braden Holtby e Petr Mrázek estavam decididos a não entregarem o resultado do jogo tão fácil assim. Mrázek aguentou bem toda a pressão colocada pelo time da capital, e avançou com muita força, bloqueando 31 shots durante o jogo.

    No ínicio do segundo período, os Capitals perderam uma grande chance de empatar. Isso porque Mazrek mandou para fora o puck que Tom Wilson lançou em sua direção. Em seguida, os Canes seguiram atacando, sem recuar ou tentar segurar o resultado, já que estavam armando contra-ataques perigosos. O jogo seguiu equilibrado e disputado, com os dois times se empanhando ao máximo. O empate finalmente chegou com um gol de power play aos 10:35 do russo Alexander Ovechkin, sem novidades, o capitão dos Capitals é sempre fatal nos power plays! Nesse jogo não foi diferente, ele mandou um slap shot direto nas redes, com assistências de Dmitry Orlov e Lars Eller, que não teve a mínima chance de defesa.

    Faltando apenas 27 segundos para acabar o segundo tempo, Teuvo Teravainen fez outro wrist shot, e aumentou o placar para os Canes. Nos últimos 20 minutos de jogo, os Capitals lutavam para mudar o resultado e não sair em desvantagem. Mas os defensores do time da casa estavam se saindo muito bem desviando os pucks e utilizando o corpo para bloquear os shots. Nos últimos minutos do terceiro período T.J. Oshie sofreu uma lesão provocada por Foegele, na parte de cima do corpo, e precisou sair imediatamente do rink direto para o vestiário. Foegele recebeu penalidade por boarding e ficou na penalty box por 2 minutos. Após o término do jogo, o treinador do Capitals, Todd Reirden, disse que Oshie iria ficar de fora por alguns jogos, porém não especificou a gravidade da situação do jogador.

    E então, fim de jogo na Carolina do Norte e a série acabou empatada em 2-2.

    Blues 3, Jets 2.

    No quinto jogo da série, os Jets perderam em casa e acabaram em desvantagem, dando a liderança (3-2) para o St. Louis Blues. A vitória veio com um gol milagroso de Jaden Schwartz nos últimos 15 segundos do terceiro período. Porém, logo no início os Jets já tinham feito dois gols. O primeiro aos 12 segundos, gol de Adam Lowry com assistência de Bradon Tanev e o outro aos 13:35, feito por Kevin Hayes em um wrist shot com assistência de Dustin Byugfliegn. O time da casa conseguiu manter o resultado enquanto os Blues só não ampliaram o placar por conta dos pucks que foram rebatidos pela trave do gol. O segundo período foi equilibrado para as duas equipes, não havendo muitos destaques ou gols, diferente do que aconteceu no último período.

    Decididos a mudar o rumo do jogo, os Blues começaram a ser mais ofensivos bagunçando a defesa dos Jets. Mas contaram com Connor Hellebuyck, que somou 26 defesas. Mas mesmo com o bom desempenho o goleiro não conseguiu evitar o primeiro gol dos Blues. Gol que vbeio do power play de Ryan O’Reilly aos 01:35 do terceiro período.
    E a partir disso, a partida definitivamente esquentou: Brayden Scheen marcou o gol de empate, que só foi aprovado após a revisão por goal interference aos 13:52.

    Com isso, tudo indicava que o jogo ia para overtime, e eram os Jets que estavam se saindo melhor. Mas os Blues estavam dispostos a não deixar isso acontecer. Foi então aos 19:45 do terceiro período que Jaden Schewrtz, com assistência de Tyler Bozak e um desvio, marcou o gol da virada. St. Louis Blues leva a vitória. E agora os Jets terão que correr atrás do prejuízo no próximo jogo que será em St. Louis. No período de playoffs, se o time perde o controle e cede a pressão do outro time, apenas por um instante, o time sofrerá as consequências.

    Vegas  2, Sharks 5

    Depois de perder duas vezes seguidas na casa dos Golden Knights, os Sharks se recuperaram e reagiram na partida em casa. E como reagiram! Logo de cara, Tomas Hertl marcou um belíssimo gol. Aos 01:16 com assistências de Erik Karlsson e Gustav Nyquist. Mas o maior destaque da partida foi, sem dúvida, o goleiro Martin Jones. Ele é justamente o jogador que mais havia sofrido críticas, além de ser o mais prejudicado/exposto pela defesa dos Sharks. Assim como o próprio Hertl, quem marcou dois gols.

    O primeiro gol foi logo no começo e foi o suficiente para agitar todos os torcedores. Que transmitiram a confiança para a equipe, que aparentemente era o que faltava para o time reagir e impedir a eliminação.

    O segundo gol, que seria de Timo Meier, virou um “passe” para Logan Couture, já que Marc Andre Fleury defendeu quando Meier lançou o puck para as redes. Mas no rebote Couture, espertamente, colocou o puck nas redes e aumentou o placar aos 11 minutos. Com isso, Vegas aumentou a pressão obrigando Jones a fazer defesas espetaculares. O que não vinha acontecendo nos últimos jogos. Evander Kane cometeu um high sticking em Reilly Smith, e foi essa a enorme oportunidade para Vegas fazer um gol de power play. Smith foi o próprio autor do gol, marcado aos 19:30 do primeiro período.

    O segundo período começou e com ele Fleury interrompeu grandes oportunidades para os Sharks. Mas também faltou aproveitamento dos power plays que foram dados ao time. Entretanto, Barclay Goodrow fez seu primeiro gol dos playoffs em um desvio aos 12:22 com assistências de  Justin Braun e Joakim Ryan. O placar do segundo período terminou em 3-1 para o time de fora.

    No terceiro período Vegas estava determinado a correr atrás do prejuízo. O time avançou com outra atitude, com mais força no ataque fazendo com que os Sharks permanecessem mais na zona das redes. E tiveram que aproveitar os passes errados do time adversário para poder apostar nos contra-ataques. Vegas marca em outro power play, diferente dos power plays dos Sharks, que não saem (ou sai?) nada. Quem cometeu a penalidade foi Erik Karlsson em William Karlsson e o gol foi um wrist shot feito por Jonathan Marchessault.

    Todavia, aos 14:30 Jonathan Marchessault comenteu um terrível high sticking em Logan Couture que saiu direto para o vestiário. O stick atingiu o rosto do jogador, que possivelmente teve dois dentes caídos no rink. Mas há males que vem para o bem, pois desse terrível acidente saiu um belo power play goal de Tomas Hertl. Com assistências de Joe Pavelski e Joe Thornton. Antes do final da partida, Joe Pavelski marcou um gol de empty net, dando a vitória para os Sharks por 5-2.

    Depois desse jogo, e possível respirar, mas ainda tem muito para trabalhar, como o sistema defensivo do Sharks que ainda marca muita bobeira. E Martin Jones, que apesar de ter tido um a partida incrivel, precisa manter a consistência se quiser levar seu time para o segundo round dos playoffs.