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  • Hockey Hall of Fame apresenta a Classe de 2019 no Induction Weekend

    Hockey Hall of Fame apresenta a Classe de 2019 no Induction Weekend

    Neste último final de semana aconteceu o Induction Weekend 2019. O evento foi promovido pelo Hockey Hall of Fame (HHOF) para a apresentação dos novos membros: Guy Carbonneau, Vaclav Nedomansky, Hayley Wickenheiser, Sergei Zubov, Jim Rutherford e Jerry York. Com duração de quatro dias, o evento teve início na sexta (15) com o Hall of Fame Game e terminou na segunda (18) com o evento de gala. Nesse dia, houve a introdução da classe de 2019. Além disso, as festividades contaram também com um Q&A com os homenageados e com o Legends Classic.

    O jogo de abertura foi entre os times Toronto Maple Leafs e Boston Bruins, na arena Scotiabank em Toronto, Canadá. A partida, que terminou em 4-2 para os Bruins, contou com cobertura completa do NHeLas diretamente de Toronto. É possível ver os vídeos da partida nos destaques do nosso instagram

    Legends Classic

    O domingo foi reservado para o Legends Classic, o jogo entre as lendas do hockey. Os jogadores foram divididos em duas equipes, Sudin e Lindstrom. O primeiro time contou com o próprio Mats Sudin como capitão e Andrew Raycrift como goleiro. Os outros jogadores eram: Nik Antropov, Wendel Clark, Carlo Colaiacovo, Mike Gartner, Al Lafrate, Tomas Kaberle, Eric Lindros, Bryan McCabe, Dmitri Mironov, Fredrik Modin, Marie-Philip Poulin, Steve Thomas e Hayley Wickenheiser. Como treinadores, tivemos Anders Hedberg e Jim Rutherford.

    Do outro lado, o time Lindstrom contou com Nicklas Lidstrom como capitão e Marty Turco como goleiro. O time ainda contou com Lanny McDonald e Jerry York como treinadores. Para o restante do time foram: Guy Carbonneau, Dino Ciccarelli, Jayna Hefford, Nick Kypreos, Joe Kocur, Igor Larionov, Brenden Morrow, Larry Murphy, Rob Ray, Wade Redden, Stephane Richer, Jeremy Roenick, Ryan Smyth e Sergei Zubov.

    Como de costume, os jogos entre as estrelas do hockey são de confraternização e era exatamente esse o clima entre os jogadores. Os capitães chegaram juntos a arena uma hora antes da partida, enquanto conversavam amigavelmente. Enquanto isso, as três mulheres da partida dividiram o vestiário mesmo sendo de times opostos. 

    O Legends Classic tem um formato diferente de partida, ele consiste em dois períodos e um shootout. Após uma cerimônia pré-jogo para a homenagem dos novos membros do HHOF, eles foram se preparar para a partida. Com gols de Cammalleri e Smyth (dois cada), de Kocur, Richer, Lidstrom e Ciccarelli, o time Lidstrom caminhava para a vitória. Sendo assim, foi exatamente isso que fizeram no shootout, dessa vez com gols de Zubov, Hefford, Lidstrom e Smyth.

    Por outro lado, o time Sundin contou com gols de Clark e Sundin (dois cada), Wickenheiser, Poulin, Iafrate e Antropov, nos dois períodos. Durante o shootout, Wickenheiser e Sundin marcaram novamente, mas, desta vez, contaram também com um gol de Thomas. O placar da noite, enfim, ficou 12-11 para o time Lidstrom.

    Classe de 2019

    Na última noite, aconteceu enfim a cerimônia de indução dos novos membros. Além da presença dos grandes homenageados da noite, vimos outras lendas do hockey e membros das classes anteriores. Em discursos emocionantes, os homenageados lembraram de suas carreiras no esporte – não somente na NHL, mas no começo de tudo, quando iniciaram na escola. Alguns ainda lembraram das trocas e adaptações nos times em que passaram, além é claro de agradecer as pessoas que foram importantes durante todos esses anos.

    A emoção foi tanta que Vaclav Nedomanskey esqueceu de agradecer algumas pessoas durante a sua fala. Após o discurso de Guy Carbonneau, a jogadora Hayley Wickenheiser, última a discursar, chamou Nedomanskey para que enfim pudesse finalizar seus agradecimentos. Os elogios aos homenageados eram infinitos nas entrevistas durante o red carpet com outros jogadores e membros. Eles lembraram como era jogar junto, do companheirismo e como era estar no gelo com os homenageados. Entre jogos, comemorações e lembranças, esse fim de semana certamente foi de muita emoção para a classe de 2019.

    Foto: Reprodução/hhof.com

  • New York Islanders aumentam streaks para 13 pontos

    New York Islanders aumentam streaks para 13 pontos

    Os torcedores do New York Islanders têm motivos de sobra para sorrir. O time vem em uma maré boa e conta com um streak de 13 pontos consecutivos. Ao todo, os Isles participaram de 17 jogos nesta temporada, conquistando 13 vitórias e um overtime. No entanto, o destaque mesmo vai para as dez vitórias consecutivas, um feito histórico para o time que não conseguia isso há mais de 37 anos. Curiosamente, nenhum dos jogadores atualmente ativos nos Islanders eram nascidos ainda. Apesar de ter perdido para o Pittsburgh Penguins no 11º jogo, o time conseguiu dar a volta por cima e voltar à série de vitórias. 

    Dez vitórias seguidas

    Tudo começou na partida do dia 12 de outubro, entre os Isles e o Florida Panthers, no Nassau Coliseum na cidade de Nova York. O time da casa venceu os Panthers em um shootout por 3-2, no qual o goleiro Semyon Varlamov fez 35 incríveis defesas. Posteriormente, o time conquistou vitórias contra St. Louis Blues, Winnipeg Jets, Columbus Blue Jackets, Arizona Coyotes, Tampa Bay Lightning, Buffalos Sabres e duas vezes contra Ottawa Senators.

    Um dos grandes destaques é o goleiro Varlamov. Anteriormente free agent, chegou em New York nesta temporada. O russo tem feito incríveis defesas e, com isso, tem mostrado ser uma peça importante nessas vitórias. Da mesma forma, Mathew Barzal, jovem de 22 anos, tem se mostrado importante ao liderar as estatísticas do time com oito gols, oito assistências e 16 pontos. 

    A série de vitórias tem mostrado ser benéfica porque ela representou momentos de estreias para os jogadores. O jogador Nick Leddy entrou para a história do time ao se tornar o primeiro defensor a marcar um pênalti. Outro jogador que também teve estreia foi Cole Bardreau, center que marcou o seu primeiro gol na NHL num jogo contra os Senators. Por sua vez, o center Derick Brassard também teve uma série boa, marcando cinco gols em cinco jogos consecutivos. Como resultado, essa foi a maior série na carreira do jogador.

    Derrota contra os Penguins e volta por cima

    No dia 07 de novembro, no entanto, os Isles viram sua série de vitórias chegar ao fim. Foi em uma partida disputada no Barclays Center, na cidade de New York, contra os Penguins. O jogo estava indo bem, já que o time da casa havia marcado um gol no primeiro período, logo nos primeiros segundos – cortesia de Casey Cizikas. Posteriormente, aumentaram a vantagem com gols de Cal Clutterbuck e Adam Pelech no segundo período.

    Entretanto, aconteceu o que ninguém esperava. Os Penguins conseguiram não somente marcar um gol, como empatar a partida. O primeiro a balançar a rede foi Jared McCann com menos de dois minutos do terceiro período. Seguido de Bryan Rust aos 06:16 e de Evgeni Malkin, aos 08:48. Depois disso, os goleiros conseguiram segurar as pontas, mas não teve jeito, foi necessário ir para OT. Com pouco mais de três minutos, Rust fez o seu segundo gol da noite e fechou o placar com 4-3 para o time visitante.

    O jogo seguinte foi contra os Panthers. Dessa vez, Thomas Greiss foi o responsável pelo gol e fez 37 defesas, deixando passar somente um puck. Os Islanders conseguiram marcar dois gols, com Barzal abrindo o placar no primeiro período e Scott Mayfield conseguindo virar após o time da Flórida ter empatado.

    No jogo do último dia 13 (quarta), foi a vez do Toronto Maple Leafs fazer os Islanders suarem. A partida foi acirrada e o time precisou manter a guarda para não perder. Com dois gols de Anthony Beauvillier, um gol e duas assistências de Brassard, um gol e uma assistência de Barzal e, por fim, Cizikas marcando o gol da vitória, o time venceu por 5-4. O goleiro Varlamov conseguiu defender 23 dos 27 shots dos Leafs.

    Outras temporadas

    Essa não é a primeira vez que o time consegue esse feito. A primeira vez, e a mais importante na história do time, foi na temporada 1981-82. Os Isles tiveram a sua melhor temporada na história da franquia e foram líderes na Liga com 118 pontos, sete a mais que o segundo colocado, o Edmonton Oilers. Naquele ano, eles tiveram uma série de 15 vitórias consecutivas entre os dias 21 de janeiro a 20 de fevereiro. Não somente isso, eles ganharam pela terceira vez consecutiva a Stanley Cup após varrer o Vancouver Canucks. 

    Na temporada seguinte, eles fizeram novamente. Desta vez o time de New York venceu oito vezes consecutivas. Posteriormente, eles ganharam a sua quarta Stanley Cup. Alguns anos depois, durante a temporada 1989-90, eles tiveram uma série de nove vitórias consecutivas. Naquele ano eles conseguiram novamente ir para os playoffs, mas foram eliminados pelo rival New York Rangers.

    Essa série de vitórias tem dado um gás para o time. Resta descobrir se eles irão conseguir manter essa série boa e garantir a tão disputada vaga nos playoffs. Ou até mesmo quem sabe fazer que nem seus antecessores e conquistarem a Stanley Cup. De uma coisa o fã do esporte tem certeza: o mundo do hockey é imprevisível e só aguardando para descobrir. 

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • Toews Schedule, o calendário de Jonathan Toews

    Toews Schedule, o calendário de Jonathan Toews

    Quem pensa que vida de jogador de hockey é fácil está enganado. É necessário muito preparo físico e emocional para aguentar a correria do dia-a-dia dentro de um time da NHL. Em muitos desses casos, os jogadores precisam sair da arena, ir direto para o aeroporto pegar um voo de horas, para depois chegar em casa e aí sim poder dormir. Portanto, na maioria das vezes os jogadores só conseguem concluir essa rotina as 4 da manhã. O maior detalhe é que no dia seguinte tem que treinar porque já tem outro jogo marcado.

    É pensando nessa correria que Jonathan Toews do Chicago Blackhawks, com a ajuda de especialistas criou o que ficou conhecido como “Toews Schedule”. Um calendário de jogos pensado na saúde e bem-estar do jogador. A verdade é que a correria cobra o seu preço todos os dias nos corpos dos jogadores. Eles estão cansados o que pode resultar num empenho razoável no gelo e muitas lesões. Com o passar da temporada esse cansaço vai acumulando e a situação vai piorando. Em uma conversa com o The Athletic, o jogador explicou um pouco sobre esse calendário e pode falar o porquê ele criou o mesmo. Para mais informações você pode ler a matéria em inglês aqui.  

    Como funciona?

    Atualmente o calendário da NHL é separado em três etapas: pre-season, regular season e playoffs. A pre-season em geral acontece nas duas últimas semanas de setembro e tem uma média de seis a oito jogos. Esses jogos são os que permitem os treinadores a avaliar os novos jogadores, tanto os novos draftados quanto os que foram trocados. Também servem para avaliar a dinâmica do time em relação aos novos jogadores. É nos confrontos da pre-season que as equipes costumam ser divididas e é comum que os principais jogadores do time não participem de todos os jogos. 

    Na regular season já é diferente. Cada equipe joga 82 jogos onde são divididos em 41 em casa e 41 na estrada. Esses 82 jogos são divididos da seguinte forma: quatro ou cinco jogos contra cada time da mesma divisão, três jogos contra cada equipe de outra divisão porém da mesma conferência e ao menos dois jogos contra cada equipe da outra conferência. Desta maneira cada equipe da NHL joga ao menos uma vez em cada arena. Esses 82 jogos são distribuídos de uma forma que um time não jogue contra o mesmo duas vezes seguidas. 

    Ao todo são 31 equipes atualmente na Liga, dessas equipes apenas 16 se classificam para os playoffs. Os playoffs são divididos em três rounds além da final. Cada time precisa ganhar quatro da série melhor de 7 jogos, ou seja, quem ganhar primeiro quatro confrontos, passa para o próximo round. Esses jogos são divididos entre casa e estrada, a equipe que tiver mais vantagem tem o direito de ter mais jogos em casa. Desta forma uma equipe é capaz de jogar até 53 jogos na estrada. 

    Toews Schedule

    A proposta de Jonathan Toews não é mexer na quantidade de jogos, mas sim em como esses jogos ficam organizados. Muitas equipes costumam jogar fora de casa e voltar para casa no mesmo dia porque tem jogo marcado para o dia seguinte. Nessa proposta, os jogos foram divididos da seguinte forma: seis jogos contra cada equipe da mesma divisão, três jogos contra os times da mesma conferência mas divisão diferente e um jogo contra cada time da outra conferência. 

    Assim, restariam jogos extras para alguns times, um ou dois jogos extras entre as conferências e alguns jogos extras para a conferência Oeste. A grande diferença entre o calendário atual e o proposto por Toews seria a organização dos jogos. A sugestão é de que os jogos contra cada equipe seja organizado de maneira mais agrupada. Como por exemplo os jogos entre a mesma divisão que são três em casa e três na estrada. Os três em casa seriam jogados na mesma semana e no meio da temporada as equipes se enfrentariam do mesmo modo na casa do adversário. 

    Desta maneira a equipe acabaria por viajar menos e descansar mais, em alguns casos, as viagens caíriam pela metade. O canadense defende que com o novo calendário os jogadores poderiam descansar mais o que resultaria em melhores partidas. A ideia é que os jogadores teriam melhor desempenho e menos lesões. Ele também defende que com a diminuição das viagens as equipes gastariam menos e o planeta agradeceria com a diminuição da emissão de carbono (CO2) por parte dos aviões.

    Por que não é viável?

    A ideia do jogador é interessante, no entanto quando a NHL organiza o calendário, eles levam em consideração várias pontos que a proposta publicada no The Athletic não fez. A disponibilidade das arenas é uma delas. As arenas utilizadas para os jogos também são usadas por outros esportes, concertos de música entre outros eventos. Três jogos seguidos acabaria por atrapalhar esses outros eventos que já estão marcados. Outro ponto a ser levado em consideração é o marketing. A Liga diz já ter pensando em algumas dessas ideias ao longo dos anos, porém os times preferem variedade. O marketing é melhor movimentado quando os jogadores estrelas visitam as cidades com mais frequência. 

    As redes de televisão também precisam ser levadas em consideração, pois elas dividem as grades entre o hockey e outras programações. Se acontecer de não conseguirem transmitir os dois, elas terão que preferir os de maiores audiências. A logística por trás do calendário é muito mais complexa do que se imagina. É necessário organizar 82 jogos entre os 31 times da Liga, ao total são 1.271 jogos onde 480 são entre conferências. E este número poderá aumentar na temporada 20-21, quando o time de Seattle foi oficialmente introduzido à Liga.

    Desses 1.271 é necessário levar em consideração data, local e horário para cada um deles, sem contar as datas comemorativas e os possíveis contratempos. Da mesma forma cada time precisa fazer a própria logística para a temporada, já que os mesmos precisam viajar para chegar nas cidades que irão jogar.

    Em suma, apesar do calendário proposto por Toews parecer uma boa ideia, ele não é viável para NHL na forma como foi idealizado para a matéria em questão. Em outras palavras, a complexidade do calendário é grande e tentar ajustar ele para diminuir as viagens é complicado. Muitos pontos, no entanto, podem ser aproveitados pelos profissionais que montam o calendário se a Liga optar por pequenas mudanças que otimizem o tempo e as viagens no futuro. A discussão foi levantada e gerou repercussão. Basta saber agora o que a Liga vai decidir para a próxima temporada, já que vem time novo por aí.

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • Global Series termina com segunda vitória de Tampa Bay

    Global Series termina com segunda vitória de Tampa Bay

    Neste sábado (09), Buffalo Sabres e Tampa Bay Lightning disputaram a segunda partida pela Global Series que, este ano, aconteceu na cidade de Estocolmo, na Suécia. Na sexta-feira, o Tampa Bay saiu vitorioso na primeira disputa.

    O projeto visa aproximação da Liga com os fãs internacionais. Estas partidas são válidas pela temporada regular na NHL, mas ocorrem na Europa, permitindo que vários jogadores tenham a chance de competir em seu país Natal.

    Lightning 5, Sabres 3

    Apesar do Sabres ter feito 43 disparos ao gol no total, os esforços não foram o bastante para que pudesse ganhar a segunda partida. Sam Reinhart, autor de dois gols na sexta, fez o primeiro gol da partida, aos 9:30 minutos do primeiro período.

    Entretanto, Tampa respondeu quando faltavam 3 minutos para o término do terceiro período. Pat Maroon recebeu o puck de Yanni Gourd, no power play, e enterrou para as redes.

    Dessa forma acabou o primeiro período, com ambas as equipes jogando bem. Porém, Buffalo Sabres estava melhor no jogo, pois oferecia mais perigo na zona de defesa de Tampa.

    Em outro power play, o sueco Victor Hedman virou o jogo para Tampa, deixando o placar em 2-1. O defensor já tinha feito fez uma assist na sexta-feira, marcando definitivamente sua presença na Global Series em casa.

    Pat Maroon fez seu segundo gol da noite e ampliou a vantagem para o time da Flórida, quando faltava apenas 3 segundos para acabar o período. Carter Hutton, goleiro do Sabres, conseguiu defender o puck duas vezes, mas não o suficiente para o terceiro rebote ao gol.

    Já no terceiro período, outro sueco marcou um gol: dessa vez, Victor Olofsson fez o segundo para os Sabres, aos 4:14 minutos. Foi o primeiro gol em even strength da temporada para ele, e o sétimo da temporada. Mas isso não foi o bastante para a força ofensiva do Tampa. Yanni Gourde ampliou, aos 10:14, e Mathieu Joseph fez mais um poucos minutos depois.

    O capitão do Sabres, Jack Eichel, conseguiu descontar ao fazer um gol faltando apenas 38 segundos para terminar a partida. O placar final foi de 5 a 3 para o Tampa.

    Integração fez diferença para os resultados

    Em suma, o jogo, de certa forma, foi similar ao de sexta-feira. Ambos os times contavam com o melhor de seus goleiros, e é importante ressaltar que a atmosfera de estar em outro país, por muitos dias, ajudou na integração entre os jogadores.

    Contudo para o Sabres, definitivamente mais poderoso ofensivamente, essa integração não foi o bastante para uma vitória. Por mais que tenha sido uma experiência única, o que de fato aconteceu foi a perda de pontos importantes para um rival da divisão.

    Por fim, Sabres aumentou sua sequência de derrotas em 0-4-1, e na quarta jogarão contra Carolina Hurricanes em casa. Já o Lightning joga contra o New York Rangers, na próxima quinta em Tampa, vindo de duas vitórias.

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • NHL Winter Classic 2020: a batalha no Sul

    NHL Winter Classic 2020: a batalha no Sul

    Faltam menos de dois meses para um dos eventos mais esperados da NHL: o Winter Classic. E dessa vez, a liga resolveu trazer o outdoor hockey para o Sul dos Estados Unidos. No início do ano, foi anunciado que o Dallas Stars irá sediar a 12ª edição do jogo, no Cotton Bowl Stadium, disputando este contra o Nashville Predators. Por isso, o NHeLas reuniu um compilado sobre as informações mais importantes sobre o clássico para todos os fãs de hockey.

    O Clássico pela primeira vez em Dallas

    No dia 25 de Janeiro de 2019, a NHL anunciou que o Winter Classic 2020 será sediado em Dallas, Texas. Dessa forma, 2020 vai começar com um confronto entre o Dallas Stars e o Nashville Predators, que repete o confronto da primeira rodada dos playoffs 2019, mas, desta vez, leva seus jogadores para um jogo de festa. A partida entre as duas equipes será sediada no Cotton Bowl Stadium, que já foi palco de times como Dallas Cowboys e de diversos clássicos no futebol. Ele é o 4º maior estádio do Texas, e o 10º em todo os Estados Unidos, tendo assim capacidade para 92,100 pessoas.

    No entanto, a importância do clássico de 2020 vai muito mais além do que grandes estádios. Isso porque é a primeira vez, desde que o Winter Classic foi criado em 2008, que um estado do sul dos EUA irá sediar a partida. Além disso, também é a primeira vez que ambos os times irão participar do evento que acontece anualmente no dia 1º de Janeiro. 

    O evento

    Os Stars listaram mais de 50,000 pessoas que teriam interesse em ingressos para o jogo. No entanto, para atrair o público mais jovem, eles vão realizar um torneio de hockey em oito pistas locais ao mesmo tempo em que o jogo estiver acontecendo, e contam com a presença de 10 a 15 mil pequenos jogadores nas arquibancadas. 

    “Eu realmente quero usar este jogo como um catalisador para introduzir crianças e jovens ao hockey, que provavelmente não estariam prestando atenção. Quero ver em 20 anos estas mesmas crianças dizendo ‘Ei, fui ao Winter Classic, e foi isso que me fez querer ser jogador de hockey.”, disse Brad Alberts, presidente dos Stars, na conferência entre os dois times, que aconteceu em 20 de março deste ano.

    Os Predators também contam com a participação da sua torcida em grande escala, apesar dos quase 700 km que separam Nashville de Dallas. “Os Stars tem fãs ótimos. Nós temos fãs apaixonados. Isso tem todos os ingredientes para ser o melhor jogo de todos os tempos.”, disse o GM dos Preds, David Poile, na mesma conferência.

    A Jersey do Dallas: homenagem ao hockey no Texas

    Desde de 2008, todos os times que disputaram o Winter Classic tentam trazer em seus uniformes alguma coisa que remeta história da equipe, ou da cidade/estado. Portanto, não seria diferente com o Dallas. Nesta quarta (06), os Stars revelaram o tão esperado uniforme que comemora a história do hockey no Texas e a rica herança que precede a franquia.

    A jersey é composta de diversos detalhes. Na manga esquerda, foi bordado o estado do Texas em feltro cinza, com o “D” de Dallas ao meio. Desta forma, o time homenageia seu estado de origem. O uniforme apresenta também as clássicas cores dos Stars, o Victory Green e Branco. Seu design é inspirado nos uniformes históricos de times de hockey do Texas, com a palavra “STARS” sobreposta a letra “D”. A letra “A” de “STARS” assume o formato de uma estrela, referenciando assim a bandeira do Texas. 

    As vendas das Jerseys abriram ontem, e devem estar disponível em lojas físicas no dia 15 de novembro. Porém, os jogadores e seus respectivos números, disponíveis nas camisas serão apenas Benn, Seguin, Heiskanen, Klingberg, Radulov, Bishop e Hintz, devido à questões de produção. Além do Winter Classic, as jerseys também serão usadas pela equipe em mais dois jogos ao longo da temporada. 

    A Jersey dos Preds: resgatando os Dixie Flyers

    Assim como os demais times, os Preds também trouxeram para o clássico um uniforme repleto de tradição. O time anunciou no último dia 2 a Jersey que o time irá usar na partida. E ela é uma homenagem Nashville Dixie Flyers, o primeiro time profissional de hockey da cidade, que 1962 à 1971, que fazia parte da Eastern Hockey League. 

    No ombro esquerdo da camisa foi bordado o logo do tigre tradicional dos Preds nas cores azul escuro e amarelo, com design baseado no vintage. Seguidamente, o lettering do nome do time, no centro da jersey, grifado em azul, tem a intenção de imitar o visual das camisas dos Dixies Flyers. O nome da equipe é escrito dentro de uma faixa amarela, cor tradicional do time. 

    As jerseys do time irão fazer sua estreia no clássico, porém, o plano é que o time use o uniforme em mais dois jogos adicionais durante a temporada. 

    A história do Winter Classic

    No ano de 2008, o presidente da Liga, Gary Bettman, e a NHL decidiram iniciar uma tradição no hockey que prestasse homenagem a história e origens do jogo. Desta forma, nasce então o Winter Classic. 

    O esporte tem suas raízes do lado de fora, em lagos congelados e rinques na rua. E foi por isso que a NHL decidiu trazer o jogo de volta para o ar frio, do lado de fora das arenas. O Pittsburgh Penguins e o Buffalo Sabres foram os primeiros times disputarem o Winter Classic, no primeiro dia do ano de 2008, no Ralph Wilson Stadium, em Buffalo, cercados de muita neve. 

    O primeiro Winter Classic, sediado pelo Buffalo Sabres, em 2008, disputado contra o Pittsburgh Penguins (Foto: Reprodução/nhl.com)

    O jogo se tornou um clássico instantâneo, e desde então, já foram realizadas 12 edições da partida, que sempre acontece no dia 1 de janeiro, geralmente em grandes estádios de futebol americano ou baseball. Portanto, a intenção em sediar a partida e locais grandes como esses é atrair muito mais pessoas para assistir ao jogo e acompanhar o esporte. Desta forma, a comunidade do hockey se une cada vez mais em torno de uma data tão importante como o início do ano. 

  • NHL comemora mês do Hockey Fights Cancer

    NHL comemora mês do Hockey Fights Cancer

    Nesse mês de novembro acontece o Hockey Fights Cancer Month, a iniciativa anual do hockey em combate ao câncer. O evento, que está em sua 21ª edição, acontece durante todo o mês e conta com a participação de todos os times da Liga. Cada franquia tem a sua noite de conscientização da causa, quando são convidados membros da comunidade local para prestar homenagens e promover a conscientização sobre a importância da prevenção contra o câncer. Neste ano, o ex-jogador e atual analista do Chicago Blackhawks, Eddie Olczyk, foi convidado para ser o embaixador da causa. Ele se curou de um câncer em março de 2018, depois de ter sido diagnosticado oito meses antes com câncer no cólon em estágio 3. Chicago Blackhawks e Boston Bruins foram os primeiros a promover o seu evento, ainda no mês de outubro. 

    Calendário dos jogos do Hockey Fights Cancer (Foto: Reprodução/nhl.com)

    Primeiras homenagens

    Os Blackhawks iniciaram os preparativos para a sua noite especial no dia 25, quando o fã Benoit Savard, de 12 anos, treinou com o time. O jovem, que está em remissão de leucemia há um ano, também foi convidado para participar do drop the puck, antes do início da partida do dia 27. O time também homenageou alguns fãs no terceiro Purple Carpet. Foram mais de 20 homenagens, dentre eles pessoas que estão lutando contra o câncer, estão em remissão ou perderam um ente querido para a doença.

    Além disso, os primeiros 10 mil fãs que chegaram para assistir a partida também tiveram uma surpresa. O time preparou uma bobblehead exclusiva do Olczyk. Por fim, os fãs também puderam comprar souvenirs específicos do time no decorrer da noite. 

    Em agosto desse ano, o forward Charlie Coyle se viu visitando um pequeno amiguinho em sua cidade natal de Weymouth, Massachusetts. O jogador foi visitar Quinn Waters, um fã de três anos que luta contra um tumor cerebral. O pequeno, que foi apelidado carinhosamente de “The Mighty Quinn”, descobriu o tumor em fevereiro. Por isso, estava em tratamento e, portanto, não podia sair de casa. Foi então que Coyle decidiu visitar o fã com vários presentes do time e alegrar o dia do novo “melhor amigo”, como é chamado por Quinn. Os Bruins convidaram Mighty Quinn junto com seu pai para a tradicional cerimônia do drop the puck, onde Quinn soltou o puck entre Coyle e Logan Couture, o capitão do San Jose Sharks. 

    O início

    Fundada em 1998, numa parceria da NHL com a National Hockey League Players’ Association (NHLPA), a iniciativa tem como propósito arrecadar dinheiro e conscientizar as pessoas sobre a pesquisa do câncer e a importância do diagnóstico precoce. Ela foi fundada depois que o ex-jogador John Cullen, que na época jogava pelo Tampa Bay Lightning, foi diagnosticado com um linfoma Não-Hodgkin em 1997. Como resultado, o ex-jogador perdeu o resto da temporada devido ao tratamento.

    O câncer de Cullen inspirou Timm Harmon, do Moffitt Cancer Centre na University of South Florida, a criar uma parceria com o Lightning. Posteriormente, em dezembro de 1998, a NHL se juntou à causa e fundou o Hockey Fights Cancer.

    Usando os tradicionais uniformes de cor lavanda e placas com “I fight for”, os times homenageiam as pessoas da comunidade que lutam contra a doença. Na noite de homenagem, são vendidos produtos autografados e exclusivos da campanha. Com o dinheiro arrecadado, a NHL ajuda a American Cancer Society, Canadian Cancer Society e Movember Foundation a fornecer uma qualidade de vida aos pacientes e seus familiares. Por meio das doações, a NHL ajuda essas associações na hospedagem, transporte, programas de apoio e suporte gratuito ao gerenciamento de sintomas antes e após o tratamento para mais de 1.300 homens com câncer de próstata nos Estados Unidos e Canadá. 

    Causa especial

    Em 2014, o goleiro Pekka Rinne e o ex-capitão Shea Weber, do Nashville Predators, fundaram a 365 Pediatric Cancer Fund. A fundação foi criada com intuito de arrecadar dinheiro para a pesquisa do câncer infantil. Naquele ano, os dois conseguiram arrecadar 312.242,90 dólares. Hoje, seis anos após a criação da fundação, o goleiro continua no projeto. Este ano, em conjunto com os Predators, a fundação conseguiu bater o recorde e arrecadar um total de 550.365,19 dólares.

    No entanto, para Rinne, o dinheiro é só uma das possíveis formas de ajudar. O goleiro gosta mesmo é de visitar o hospital e fazer a alegria das crianças que estão por ali. Recentemente, ele tirou o dia para visitar as crianças, tirar fotos e realizar um meet and greet. Muito mais do que doar o dinheiro, as visitas fazem a diferença para aqueles que estão ali. Além disso, a causa se torna muito mais pessoal e especial. Pekka tem o costume de visitar o hospital no decorrer do ano e criar um relacionamento com as crianças. Afinal, dinheiro nenhum compra um sorriso no rosto de uma criança!

  • Jets e Flames se enfrentam em noite de Heritage Classic

    Jets e Flames se enfrentam em noite de Heritage Classic

    No último sábado (26) na cidade de Regina, em Saskatchewan no Canadá, aconteceu o 2019 NHL Heritage Classic. O evento, em sua quinta edição, foi pioneiro em jogos de hockey ao ar livre pela NHL. Após o sucesso do evento original, vieram seus sucessores, o Winter Classic e o Stadium Series, que formam, então, uma série de jogos ao ar livre. No entanto, diferente dos outros dois, o Heritage Classic é disputado exclusivamente por times canadenses. A partida, que contou com os times de Winnipeg Jets e Calgary Flames, foi a primeira a ser realizada em território neutro. Aconteceu no Mosaic Stadium, lar do time de futebol canadense Saskatchewan Roughriders.

    Este foi o primeiro jogo realizado na cidade de Regina e o primeiro desde 1994 que foi disputado em Saskatchewan. A escolha da cidade ocorreu porque Regina está localizada aproximadamente na metade do caminho entre Calgary e Winnipeg. Por ser um jogo em território neutro, os Jets foram designados pela segunda vez como time da casa, a primeira tendo sido em 2016. Enquanto os Flames sediaram o evento apenas uma vez em 2011.  

    Apesar de essa ter sido a quinta edição do Heritage Classic, esse foi o sétimo jogo ao ar livre no Canadá e o 28º em toda a história da NHL. Dos 27 primeiros, 16 foram em estádios de futebol americano, dez em estádio de beisebol e um em estádio de futebol.

    Os Jets, contudo, tiveram a primeira baixa antes mesmo de sábado. O forward Mason Appleton quebrou um osso do pé direito pouco antes do treino, enquanto brincava de futebol com seus colegas de equipe. O jovem de 23 anos irá ficar afastado por quatro semanas e, portanto, não jogou.

    Flames 1, Jets 2.

    Embaixo de muita neve, a partida teve um primeiro período mais parado. Houve algumas chances perdidas e boas defesas por parte dos goleiros. Finalizaram, assim, sem nenhum gol. Por outro lado, o segundo período foi bem diferente. Os times continuavam tentando marcar um gol, disputando quem seria o primeiro a abrir o placar. Aos 5:13, o winger Elias Lindholm aproveitou um deslize do goleiro e, com a assistência de Johnny Gaudreau e Sean Monahan, abriu o placar para os Flames.

    Os Jets chegaram a pedir um coach’s challenge e, após análise, o gol foi mantido. Isso elevou os ânimos no gelo como consequência. Após uma breve confusão no final do segundo período, os Flames iniciaram o terceiro com um power play, mas não obtiveram sucesso em aumentar a sua vantagem. Assim, acabaram dando chance para os Jets balançarem a rede. Aos 04:11, o time aproveitou um power play e Josh Morrissey mandou o puck para dentro da rede, com uma assistência de Patrik Laine e Mark Scheifele.

    Com o fim do terceiro período e jogo empatado em 1-1, foi necessário overtime. Novamente, houve chances perdidas e boas defesas, com a partida muito acirrada. Faltando menos de dois minutos para o final do OT, Bryan Little, com uma assistência de Kyle Connor e Neal Pionk, marcou e finalizou o jogo, dando a vitória para o time da casa.

    O goleiro dos Jets, Connor Hellebuyck, fez 29 defesas e deixou passar apenas um gol. Enquanto que David Rittich, goleiro dos Flames, fez incríveis 43 defesas. Com isso, bateu o recorde de maior número de defesas num jogo da NHL ao ar livre.

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • O início de temporada dos rookies do Draft 2019

    O início de temporada dos rookies do Draft 2019

    Uma das melhores partes da NHL é assistir o progresso dos rookies pós Draft. Este que trouxe diversos novos talentos para reforçar os times da Liga, jogadores esses que acabaram se destacando na pre season, e assim, garantiram um contrato e lugar no time principal. Fazem apenas 3 semanas desde o início da temporada, mas os draftados deste ano já começaram a mostrar ao que vieram, quebrando recordes e marcando pontos. Por isso, o NHeLas vai te deixar a par sobre o desempenho dos garotos na liga até agora.

    Jack Hughes

    O 1st overall do Draft deste ano não poderia ter começado sua carreira na NHL da melhor maneira. No dia 12 de julho deste ano, Hughes se tornou oficialmente um New Jersey Devils, ao assinar um contrato de 3 anos com o time. E desta forma, logo nos primeiros dias de training camp, o garoto de apenas 18 anos já mostrou ao que veio; o suficiente para fazê-lo estrear pelo time já na pré temporada. 

    Durante a preseason, Hughes adquiriu 4 pontos nos seis jogos que os Devils disputaram, sendo estes uma assistência e três gols. Na temporada regular, que começou no dia 4 de outubro para o New Jersey, Jack ainda não tinha produzido um jogo ofensivo. Havia marcado apenas uma assistência no jogo contra os Rangers, na última quinta. Porém, o primeiro gol do rookie veio mais tarde, curiosamente no jogo contra o Vancouver Canucks, time pelo qual joga seu irmão, o também rookie Quinn. Jack marcou aos 14 minutos do primeiro período, com assistência de Taylor Hall. Este foi o único gol dos Devils na partida que garantiu a vitória do time. 


    O jogador vem tendo cada vez mais tempo em gelo, e é uma das promessas dos Devils nessa temporada na busca de uma vaga para os playoffs

    Kaapo Kakko

    O finlandês também teve um grande início na liga. Sendo 2nd overall do draft deste ano, Kakko assinou com os Rangers no dia 11 de julho, tornando-se destaque durante a preseason do time. Consequentemente, acabou garantindo um lugar na primeira linha dos Rangers no primeiro jogo do time na pré temporada, contra os Devils. Mas ainda sim, o jovem jogador terminou os jogos iniciais sem nenhum ponto pela equipe. 

    Ele fez seu debut na temporada 2019/20 no jogo de abertura dos Rangers, contra o Winnipeg Jets, garantindo lugar na segunda linha, junto com Ryan Strome e Chris Kreider. Mas por mais que o jogador se fizesse constantemente presente no jogo, e tentasse vários shots a gol, terminou a partida sem gols ou assistências. 

    No entanto, o gol do finlandês veio dois jogos após sua estreia na NHL, contra o Edmonton Oilers. Os Rangers foram derrotados por 4 gols, mas Kakko marcou o único gol da partida para o time de New York. 

    Atualmente, o jogador tem apenas 1 ponto na temporada atual. Mas aguardem mudanças nos números, já que ele tem se mostrado cada vez mais presente e ofensivo no rinque. 

    Kirby Dach 

    O 3rd overall do draft deste ano foi o primeiro da classe deste ano a assinar um contrato a nível NHL. Em 8 de julho, o Chicago Blackhawks, time que selecionou Dach, chegou a um acordo com o center onde ele irá disputar 3 temporadas com time. Porém, o garoto, de apenas 18 anos, não iniciou a trajetória com a equipe da melhor forma. 

    Ele sofreu uma lesão no campeonato do prospects da NHL no início de setembro. E desta forma, só voltou a entrar no rinque quando foi escalado para jogar três jogos com o Rockford IceHogs (time do Chicago na AHL), onde iniciou um período de condicionamento pós contusão. Porém, em sua passagem pelo Rockford, ele teve 7 shots a gol, mas nenhum ponto. 

    Sua estreia pelos Hawks veio no último domingo (20), quando o jogador foi escalado para jogar pelo time na partida contra os Capitals. Ele fez parte da primeira linha, junto com Patrick Kane e Dylan Strome. Mas, apesar de ter tido uma estreia razoável pelo time, o jogador não marcou nenhum ponto durante a partida. Ganhou apenas um face-off, e teve algumas tentativas de shot a gol. 

    No entanto, os Hawks têm mais oito jogos para decidir se ele fica na NHL, e assim usam o primeiro ano de seu contrato, ou o enviam de volta para Saskatoon, na WHL, time pelo qual Dach disputava anteriormente.

    Ville Heinola

    Sendo o primeiro first round pick dos Winnipeg Jets no draft deste ano, Heinola assinou um contrato de três anos com o time em 15 de julho. Durante a pré temporada, ele adquiriu apenas um ponto nos 7 jogos disputados pelos Jets – este vindo, consequentemente, de uma assistência, no jogo contra o Minnesota Wild. 

    Porém, as coisas mudaram durante a temporada regular. Nos três primeiros jogos dos Jets, ele teve três assistências. Seu primeiro gol saiu na partida contra o Pittsburgh, aos 5:48 do primeiro período, empatando assim o jogo e motivando o Winnipeg a buscar a vitória. Desta maneira, se tornou o primeiro jogador do draft deste ano a marcar seu primeiro gol na Liga, e o quarto mais jovem a marcar seu primeiro ponto na NHL. 


    Dessa forma, ele soma 4 pontos até o momento e os números só tendem a crescer baseado em seu desempenho no gelo. 

    Tobias Bjornfot

    Tobias foi 1st round pick do L.A. Kings no Draft 2019. No entanto, apesar de assinar com o time e ter sobrevivido ao training camp, sua estadia na NHL, foi bastante curta. Ele disputou apenas 3 jogos com equipe durante a temporada regular, mas acabou não marcando nenhum ponto.

    Portanto, na última sexta, os Kings acabaram enviando o jogador para uma temporada no Ontario Reign, seu afiliado na AHL. 

    No entanto, Bjornfot se tornou o quinto jogador mais jovem na história do time a aparecer em um jogo da NHL. Ele tem grandes chances de aprimorar suas habilidades e acabar voltando para disputar alguns jogos com os Kings ainda nesta temporada. 

    Foto: Reprodução/Getty Images






  • Início de Temporada com recordes

    Início de Temporada com recordes

    A temporada 2019/20 começou com o pé direito. A liga iniciou há duas semanas, mas já presenciamos rookies fazendo seu primeiro gol, times invictos, e performances excepcionais por parte de vários jogadores. E com um start de temporada como esse, não poderiam faltar equipes atingindo marcas históricas na liga. Portanto, hoje o Nhelas vai deixar vocês a par de todos os recordes conquistados até então nesse início de season

    Invictos da temporada 2019/20

    Cinco times da liga deram start na temporada atual mostrando ao que vieram. Colorado Avalanche, Edmonton Oilers, Carolina Hurricanes, New York Rangers e Philadelphia Flyers deram início a essa temporada sendo os únicos times na liga a terem 2 ou mais vitórias consecutivas. 

    Os primeiros a caírem foram os Rangers e os Flyers. O time da Philadelphia manteu a sequência até a derrota para os Canucks, em seu terceiro jogo. Seguidamente, a equipe de New York também caiu em seu terceiro jogo, quando foram derrotados pelos Oilers por 4 a 1. Carolina Hurricanes foi o próximo a deixar disputa. Eles mantiveram um streak de cinco vitórias seguidas, até a derrota para os Blue Jackets, no último sábado.  Este foi o melhor começo de uma season dos Hurricanes desde 1995-96, quando o time, ainda como Hartford Whalers,  conseguiu 4 vitórias seguidas.

    Assim, restaram apenas Oilers e Avalanche. Porém, em seu quinto jogo na temporada, os Oilers também deixaram para trás a competição de sequência de vitórias. A derrota para os Hawks deixou o time com um recorde de cinco jogos vencedoras seguidos em um início de temporada. Porém, ainda sim, este foi o melhor início de uma season na história do time de Edmonton desde a temporada 1983/84, onde a equipe conquistou uma sequência de 7 vitórias. 

    O Colorado Avalanche, no entanto, era o único a continuar firme e forte na disputa.  Até ontem, ainda era o único a continuar invicto, com 5 vitórias. Portanto, a derrota para o Pittsburgh acabou fazendo a equipe cair e estagnar nos cinco jogos vencidos. No entanto, a equipe ainda teve, em toda sua história, nesta temporada, seu terceiro melhor início de season na Liga. 
     

    Outros recordes dos times

    O Vancouver Canucks também bateu algumas marcas. O time saiu vitorioso nos seus três primeiros jogos da temporada regular 2019/20 em casa, sendo a primeira vez desde a season 2016/17. Os Kings também deixaram seu recorde registrado nessa temporada, sendo o primeiro time da Liga a marcar os 3 gols mais rápido de uma regular season desde os Penguins, em 1993. 

    Os Oilers se tornaram, nesta temporada, o terceiro time na história da NHL a ganhar seus 4 primeiros jogos vindos de um déficit, se juntando apenas ao Nashville Predators e ao Los Angeles Kings. O Tampa Bay Lightning e o Toronto Maple Leafs não iniciaram a temporada invictos, mas fizeram a torcida tremer. Os dois times, que se enfrentaram na última quinta, marcaram 7 gols em apenas 20 minutos de jogo. Portanto, atingiram a marca de maior número de gols marcados em apenas 1 período de um jogo da temporada regular. Além disso, o Tampa Bay também se tornou o primeiro time atualmente a vencer todos os seus jogos de abertura de temporada, sendo 6 desde a temporada 2014/15. 

    Na primeira semana da Liga, Mike Zibanejad, dos Rangers, também bateu algum alguns recordes. Ele se tornou o primeiro jogador a marcar 8 pontos nos 2 primeiros jogos da temporada desde 1995/96, quando Jagr também atingiu o marco. Anthony Mantha, no entanto, atingiu um recorde parecido pelo time que joga, o Detroit Red Wings. Ele se tornou o terceiro Red Wing a marcar 7 pontos em apenas dois dos primeiros jogos de uma temporada. Ele também marcou 4 gols no jogo do Detroit contra o Dallas, e assim, se tornou o segundo jogador a disputar pelo time e alcançar a mesma marca. 

    Morgan Rielly, do Toronto Maple Leafs, no jogo contra o Minnesota Wild, se tornou o 16º defensor da história da NHL a registrar 4 assistências em apenas um período de jogo, sendo o primeiro desde Roslilav Klesla, em 2013. 

    Jogadores, Hat-tricks e outros recorde de gols

    Na última quinta, Brent Burns, do San Jose Sharks, atingiu a marca de 200 gols na NHL. Desta forma, ele se torna o 23º defensor na história da liga a conquistar o recorde. Também dos Sharks, Patrick Marleau se tornou o oitavo jogador da história da liga a marcar, pelo menos, um gol enquanto adolescente e um aos 40 pela mesma equipe. 

    Steve Stamkos, do Tampa Bay Lightning, se tornou o segundo jogador da liga a ter mais gols em power play, ficando assim apenas atrás de Alex Ovechkin. Assim, ⅓ dos gols que o jogador marcou em toda sua carreira foram durante a penalidade (147 de 397). 

    O defensor do Carolina Hurricanes, Dougie Hamilton, é o primeiro defensor a obter um gol em 5 jogos seguidos pelo time que disputa. Ele fica atrás de Mike Green, que conseguiu a marca de oito gols em 8 jogos seguidos. Outro recorde que saiu de Canes foi a marca pessoal do jogador Erik Haula, que se tornou o terceiro na franquia Canes/Whalers a marcar 5 ou mais gols nos primeiros 5 jogos da temporada. Antes, quem tinha realizado o mesmo feito foi Jeff Skinner, em 2017/18 (5 gols em 6 jogos) e Al Sims em 1980/81(6 gols em 6 jogos), quando o time ainda estava em Hartford.

    Já Cole Makar, do Avalanche, se tornou o 11º defensor da história da NHL a ter um ponto em seus 4 primeiros jogos da temporada regular. Jeff Petry, defenser do Montreal Canadiens, marcou seu 11º gol em power play, desde a temporada 2017/18. Com isso, fica apenas atrás de Drew Doughty e Brent Burns, ambos com 12 gols. Para finalizar a lista de defensores, Zach Werenski se tornou o terceiro do Columbus Blue Jackets a marcar, pelo menos, 40 gols. Assim, ele fica atrás apenas de Rostislav Klesla (41) e David Savard (40).

    Outros rookies também fizeram sua estreia na NHL batendo recordes. Victor Olofsson, do Buffalo Sabres, se tornou o primeiro jogador da NHL ao marcar seus 7 primeiros gols na liga em Power Play. Seguidamente, Ville Heinola, o 20th overall do draft 2019, selecionado pelos Jets, se tornou o primeiro rookie da seleção deste ano a marcar seu primeiro gol na temporada, na vitória do time contra o Pittsburgh Penguins, no último dia 8. 

    Em relação a recorde de gols, David Pastrnak tornou-se o terceiro jogador desta temporada a marcar 4 gols em um jogo. Assim, ele se junta a outros dois jogadores da Liga. Anthony Mantha, do Detroit Red Wings, e James Neal, dos Oilers. No entanto, este não é a única marca atingida por Pastrnak. Com os 4 gols,  e se tornou um dos 3 jogadores na história do Bruins a obter estes em um jogo da temporada regular e marcou o 5º hat-trick de sua carreira. 

    O Anaheim Ducks também teve jogadores a atingir algumas marcas. Cam Fowler marcou seu 60º gol em temporadas regulares na NHL, e assim, se torna o segundo defensor da franquia a atingir tal recorde. Por fim, Ryan Getzlaf, capitão do time, se tornou o jogador dos Ducks a ter mais jogos disputados pelo time.

    A lenda do Washington Capitals, Alex Ovechkin, também deixou sua marca nesse início de temporada. O russo, portanto, se tornou o 4º jogador da história da NHL a obter mais gols em power play, com 248 gols. 

    Recordes dos goleiros

    Os goleiros também iniciaram esta nova season alcançando vários marcos. Marc Andre Fleury é um deles. O goaltender do Vegas Golden Knights chegou a marca de 800 jogos disputados na NHL no jogo dos Knights contra os Sharks, no último dia 4. Desta forma, ele também se junta aos goleiros Curtis Joseph e Martin Brodeur, ao se tornar o goleiro com mais vitórias em season openers, na história da liga. 

    Petr Mrazek, dos Canes, é o 4º goleiro da história do time a ter um shutout contra os Kings, e o primeiro desde Kevin Weekes, que realizou a façanha em 2003. Já o goleiro do Arizona Coyotes, Darcy Kuemper, atingiu a marca de ceder apenas 2, ou menos, gols por jogo (GAA) em cada uma das vezes que iniciou pelo time. Assim, se igualou a Nikolai Khabibulin, que era o líder da estatística em toda a história da franquia. 

    O veterano, Tukka Rask, do Boston Bruins, também não decepcionou. A performance do goleiro contra os Devils, no último sábado, de 31 defesas, é a melhor em um shutout de um goleiro na história do Bruins, desde que os shots começaram a ser contados na NHL, na temporada 1955/56. Desta forma, também se torna o 4º goleiro da franquia a ter um shutout em um jogo de abertura de temporada. 

    Por fim, Carter Hart, do Philadelphia Flyers, também registrou seu recorde. Com apenas 21 anos, o goleiro se tornou o mais novo na história dos Flyers a adquirir um shutout, na partida contra os Devils, no último dia 10. 

    Outras marcas dos jogadores

    Dois jogadores da liga atingiram marcos históricos em sua carreira nesse início de temporada. Kris Letang, do Pittsburgh Penguins, atingiu a marca de 500 pontos na NHL. Assim, se torna o primeiro defensor da história do Pens a obter o recorde. Já Phil Kessel, dos Yotes, atingiu a marca de 1000 jogos disputados na Liga. Portanto, o jogador acaba se tornando o 3º mais novo atualmente a conseguir tal feito. 

    O gol de Jonathan Huberdeau, do Florida Panthers, no jogo contra os New Jersey Devils, se tornou o gol mais rápido a ser feito na temporada atual, até o momento, sendo marcado nos primeiros 16 segundos de jogo. Ainda no Panthers, outro jogador acabou por atingir mais um recorde. Mike Hoffman se tornou o primeiro jogador da franquia a marcar um hat trick em um jogo de abertura de temporada do time. 

    James Neal, dos Oilers, foi um dos três jogadores a marcar 4 gols pelo time que compete, neste início de temporada. Assim, é um dos únicos jogadores ativos a ter hat-tricks com 4 times diferentes (Pittsburgh, Nashville, Dallas e Oilers). Juntamente dele, com os mesmos 4 gols atualmente, estão Anthony Mantha e David Pastnark. 

    Não apenas tivemos um ganhador da Stanley Cup conquistando recordes, mas também o mesmo que conquistou o Conn Smythe na off season. Ryan O’Rielly, do St. Louis Blues, se tornou o primeiro jogador a marcar 7 pontos nos primeiros 4 jogos da temporada regular. Cam Atkinson, no entanto, dos Blue Jackets, se torna o jogador ativo atualmente que mais marcou nos jogos de estreia de temporada em que participou. Assim, ele passa a ter marcado, até então, em seis dos season opener games em que esteve presente.

    Matt Duchene, do Nashville Predators, adquiriu 3 assistências em seu debut pelo time. Desta forma, ele se torna o segundo jogador do time a ter recorde de pontos em uma estreia, ficando atrás apenas de Steve Sullivan. 
    Finalmente, um dos primeiros recordes a serem conquistados na liga veio do jogador do Maple Leafs, Auston Matthews. O 1st overall do Draft de 2016, portanto, se tornou o 4º jogador na história da NHL a marcar em suas 4 primeiras season openers. Consequentemente, por fim se junta a Dit Capper, Dave Andreychuch e Sergei Fedorov.

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • St. Louis Blues fazem visita oficial à Casa Branca

    St. Louis Blues fazem visita oficial à Casa Branca

    Um dos ápices do patriotismo americano é, sem dúvida, o esporte. É por essa, dentre outras razões, que uma visita à Casa Branca para conhecer o presidente em ofício se tornou uma tradição entre os times campeões nos Estados Unidos, como uma forma de honrá-los após a conquista de seus respectivos títulos. Os atuais campeões, St. Louis Blues, fizeram a sua visita oficial nesta terça-feira (15). Mas, se as visitas não passam de uma formalidade, por que o assunto se tornou um tópico tão divisor entre os fãs de esportes? 

    A história das visitas ao Presidente

    O Boston Celtics com John F. Kennedy no Salão Oval em 1963. (Foto: RollingStone.com/Reprodução)

    Embora pareça um fenômeno relativamente recente, a primeira visita data do século XIX, quando, em 1865, Andrew Johnson recebeu o Brooklyn Atlantics e o Washington Nationals, times de beisebol amadores da época. Posteriormente, Ulysses S. Grant recebeu o primeiro time profissional, o Cincinnati Red Stockings, em 1869. Em se tratando de campeões, existem informações de que os primeiros campeões do World Series a realizar a visita foram os Washington Senators, de 1924. 

    Quanto aos atletas de NBA, o primeiro time convidado à residência presidencial foi o Boston Celtics de 1963, pelo presidente Kennedy, um nativo de Massachusetts. Há também registro de visitas feitas ao presidente Ford em 1976 (time de basquete masculino da Universidade de Indiana) e a Jimmy Carter em 1980 (Pittsburgh Steelers e Pittsburgh Pirates), que nada mais foram que visitas pontuais. Foi durante o governo Reagan, entretanto, que as visitas se tornaram uma tradição. 

    Ainda assim, o primeiro time de hóquei a participar foi o Pittsburgh Penguins, campeão da NHL em 1991, durante o governo de George H. W. Bush. Desde então, a visita à Casa Branca se tornou pro forma no calendário dos times vencedores, que visitaram os presidentes Clinton, George W. Bush e Obama neste meio tempo. Este último, inclusive, teve a oportunidade de receber os Blackhawks de sua nativa Chicago por três vezes enquanto estava no cargo.

    Polêmicas dos dois últimos campeões

    A visita dos campeões da temporada 2017/2018, o Washington Capitals, foi polêmica (Foto: NHL.com/Reprodução)

    O primeiro time campeão durante o governo de Trump, o Pittsburgh Penguins, realizou sua visita sob protestos de muitos fãs em outubro de 2017. Os Penguins alegaram que não passava de uma formalidade e um meio para que os atletas sejam honrados pelo presidente, independentemente de suas convicções políticas.

    Na temporada passada, a ida do Washington Capitals à residência presidencial foi regada de polêmicas. Isto porque dois dos integrantes do elenco campeão, o goleiro Braden Holtby e o ala direito Brett Connolly, recusaram o convite do presidente Trump. 

    Não é a primeira vez que um atleta da NHL recusou o convite, pois o goleiro Tim Thomas não fez parte da comitiva dos Bruins campeões que visitaram Obama em Janeiro de 2012. Desta forma, os dois atletas canadenses não foram os primeiros a se recusarem a encontrar com o Presidente em exercício.

    Em oportunidades anteriores, considerando a negativa dos atletas, Trump retirou o convite em alguns dos casos, como ocorreu com o Golden State Warriors da NBA e o Philadelphia Eagles da NFL. No caso dos Warriors, estes mantiveram sua viagem a Washington DC, onde se encontraram com o ex-presidente Obama para uma ação com crianças da cidade natal de Kevin Durant, que é da região.

    Atuais campeões honrados em cerimônia pública

    A banda da Marinha toca “Gloria”, lema de vitória dos Blues

    Diferentemente do ano anterior, nenhum dos atletas recusou o convite, que foi aceito de uma forma uniforme pelo vestiário. Além da presença massiva do elenco dos Blues, a visita também contou com uma cerimônia pública. Nessa ocasião, o Presidente Trump falou com a imprensa na companhia dos campeões, o que não ocorreu durante a visita dos Caps.

    Ademais, a jovem Laila Anderson, uma espécie de mascote da campanha dos Blues, também participou do momento solene, cujas homenagens incluíram a banda da Marinha tocando a canção “Gloria”. 

    Foto: NHL.com/Reprodução