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  • NHL Winter Classic 2020: a batalha no Sul

    NHL Winter Classic 2020: a batalha no Sul

    Faltam menos de dois meses para um dos eventos mais esperados da NHL: o Winter Classic. E dessa vez, a liga resolveu trazer o outdoor hockey para o Sul dos Estados Unidos. No início do ano, foi anunciado que o Dallas Stars irá sediar a 12ª edição do jogo, no Cotton Bowl Stadium, disputando este contra o Nashville Predators. Por isso, o NHeLas reuniu um compilado sobre as informações mais importantes sobre o clássico para todos os fãs de hockey.

    O Clássico pela primeira vez em Dallas

    No dia 25 de Janeiro de 2019, a NHL anunciou que o Winter Classic 2020 será sediado em Dallas, Texas. Dessa forma, 2020 vai começar com um confronto entre o Dallas Stars e o Nashville Predators, que repete o confronto da primeira rodada dos playoffs 2019, mas, desta vez, leva seus jogadores para um jogo de festa. A partida entre as duas equipes será sediada no Cotton Bowl Stadium, que já foi palco de times como Dallas Cowboys e de diversos clássicos no futebol. Ele é o 4º maior estádio do Texas, e o 10º em todo os Estados Unidos, tendo assim capacidade para 92,100 pessoas.

    No entanto, a importância do clássico de 2020 vai muito mais além do que grandes estádios. Isso porque é a primeira vez, desde que o Winter Classic foi criado em 2008, que um estado do sul dos EUA irá sediar a partida. Além disso, também é a primeira vez que ambos os times irão participar do evento que acontece anualmente no dia 1º de Janeiro. 

    O evento

    Os Stars listaram mais de 50,000 pessoas que teriam interesse em ingressos para o jogo. No entanto, para atrair o público mais jovem, eles vão realizar um torneio de hockey em oito pistas locais ao mesmo tempo em que o jogo estiver acontecendo, e contam com a presença de 10 a 15 mil pequenos jogadores nas arquibancadas. 

    “Eu realmente quero usar este jogo como um catalisador para introduzir crianças e jovens ao hockey, que provavelmente não estariam prestando atenção. Quero ver em 20 anos estas mesmas crianças dizendo ‘Ei, fui ao Winter Classic, e foi isso que me fez querer ser jogador de hockey.”, disse Brad Alberts, presidente dos Stars, na conferência entre os dois times, que aconteceu em 20 de março deste ano.

    Os Predators também contam com a participação da sua torcida em grande escala, apesar dos quase 700 km que separam Nashville de Dallas. “Os Stars tem fãs ótimos. Nós temos fãs apaixonados. Isso tem todos os ingredientes para ser o melhor jogo de todos os tempos.”, disse o GM dos Preds, David Poile, na mesma conferência.

    A Jersey do Dallas: homenagem ao hockey no Texas

    Desde de 2008, todos os times que disputaram o Winter Classic tentam trazer em seus uniformes alguma coisa que remeta história da equipe, ou da cidade/estado. Portanto, não seria diferente com o Dallas. Nesta quarta (06), os Stars revelaram o tão esperado uniforme que comemora a história do hockey no Texas e a rica herança que precede a franquia.

    A jersey é composta de diversos detalhes. Na manga esquerda, foi bordado o estado do Texas em feltro cinza, com o “D” de Dallas ao meio. Desta forma, o time homenageia seu estado de origem. O uniforme apresenta também as clássicas cores dos Stars, o Victory Green e Branco. Seu design é inspirado nos uniformes históricos de times de hockey do Texas, com a palavra “STARS” sobreposta a letra “D”. A letra “A” de “STARS” assume o formato de uma estrela, referenciando assim a bandeira do Texas. 

    As vendas das Jerseys abriram ontem, e devem estar disponível em lojas físicas no dia 15 de novembro. Porém, os jogadores e seus respectivos números, disponíveis nas camisas serão apenas Benn, Seguin, Heiskanen, Klingberg, Radulov, Bishop e Hintz, devido à questões de produção. Além do Winter Classic, as jerseys também serão usadas pela equipe em mais dois jogos ao longo da temporada. 

    A Jersey dos Preds: resgatando os Dixie Flyers

    Assim como os demais times, os Preds também trouxeram para o clássico um uniforme repleto de tradição. O time anunciou no último dia 2 a Jersey que o time irá usar na partida. E ela é uma homenagem Nashville Dixie Flyers, o primeiro time profissional de hockey da cidade, que 1962 à 1971, que fazia parte da Eastern Hockey League. 

    No ombro esquerdo da camisa foi bordado o logo do tigre tradicional dos Preds nas cores azul escuro e amarelo, com design baseado no vintage. Seguidamente, o lettering do nome do time, no centro da jersey, grifado em azul, tem a intenção de imitar o visual das camisas dos Dixies Flyers. O nome da equipe é escrito dentro de uma faixa amarela, cor tradicional do time. 

    As jerseys do time irão fazer sua estreia no clássico, porém, o plano é que o time use o uniforme em mais dois jogos adicionais durante a temporada. 

    A história do Winter Classic

    No ano de 2008, o presidente da Liga, Gary Bettman, e a NHL decidiram iniciar uma tradição no hockey que prestasse homenagem a história e origens do jogo. Desta forma, nasce então o Winter Classic. 

    O esporte tem suas raízes do lado de fora, em lagos congelados e rinques na rua. E foi por isso que a NHL decidiu trazer o jogo de volta para o ar frio, do lado de fora das arenas. O Pittsburgh Penguins e o Buffalo Sabres foram os primeiros times disputarem o Winter Classic, no primeiro dia do ano de 2008, no Ralph Wilson Stadium, em Buffalo, cercados de muita neve. 

    O primeiro Winter Classic, sediado pelo Buffalo Sabres, em 2008, disputado contra o Pittsburgh Penguins (Foto: Reprodução/nhl.com)

    O jogo se tornou um clássico instantâneo, e desde então, já foram realizadas 12 edições da partida, que sempre acontece no dia 1 de janeiro, geralmente em grandes estádios de futebol americano ou baseball. Portanto, a intenção em sediar a partida e locais grandes como esses é atrair muito mais pessoas para assistir ao jogo e acompanhar o esporte. Desta forma, a comunidade do hockey se une cada vez mais em torno de uma data tão importante como o início do ano. 

  • NHL comemora mês do Hockey Fights Cancer

    NHL comemora mês do Hockey Fights Cancer

    Nesse mês de novembro acontece o Hockey Fights Cancer Month, a iniciativa anual do hockey em combate ao câncer. O evento, que está em sua 21ª edição, acontece durante todo o mês e conta com a participação de todos os times da Liga. Cada franquia tem a sua noite de conscientização da causa, quando são convidados membros da comunidade local para prestar homenagens e promover a conscientização sobre a importância da prevenção contra o câncer. Neste ano, o ex-jogador e atual analista do Chicago Blackhawks, Eddie Olczyk, foi convidado para ser o embaixador da causa. Ele se curou de um câncer em março de 2018, depois de ter sido diagnosticado oito meses antes com câncer no cólon em estágio 3. Chicago Blackhawks e Boston Bruins foram os primeiros a promover o seu evento, ainda no mês de outubro. 

    Calendário dos jogos do Hockey Fights Cancer (Foto: Reprodução/nhl.com)

    Primeiras homenagens

    Os Blackhawks iniciaram os preparativos para a sua noite especial no dia 25, quando o fã Benoit Savard, de 12 anos, treinou com o time. O jovem, que está em remissão de leucemia há um ano, também foi convidado para participar do drop the puck, antes do início da partida do dia 27. O time também homenageou alguns fãs no terceiro Purple Carpet. Foram mais de 20 homenagens, dentre eles pessoas que estão lutando contra o câncer, estão em remissão ou perderam um ente querido para a doença.

    Além disso, os primeiros 10 mil fãs que chegaram para assistir a partida também tiveram uma surpresa. O time preparou uma bobblehead exclusiva do Olczyk. Por fim, os fãs também puderam comprar souvenirs específicos do time no decorrer da noite. 

    Em agosto desse ano, o forward Charlie Coyle se viu visitando um pequeno amiguinho em sua cidade natal de Weymouth, Massachusetts. O jogador foi visitar Quinn Waters, um fã de três anos que luta contra um tumor cerebral. O pequeno, que foi apelidado carinhosamente de “The Mighty Quinn”, descobriu o tumor em fevereiro. Por isso, estava em tratamento e, portanto, não podia sair de casa. Foi então que Coyle decidiu visitar o fã com vários presentes do time e alegrar o dia do novo “melhor amigo”, como é chamado por Quinn. Os Bruins convidaram Mighty Quinn junto com seu pai para a tradicional cerimônia do drop the puck, onde Quinn soltou o puck entre Coyle e Logan Couture, o capitão do San Jose Sharks. 

    O início

    Fundada em 1998, numa parceria da NHL com a National Hockey League Players’ Association (NHLPA), a iniciativa tem como propósito arrecadar dinheiro e conscientizar as pessoas sobre a pesquisa do câncer e a importância do diagnóstico precoce. Ela foi fundada depois que o ex-jogador John Cullen, que na época jogava pelo Tampa Bay Lightning, foi diagnosticado com um linfoma Não-Hodgkin em 1997. Como resultado, o ex-jogador perdeu o resto da temporada devido ao tratamento.

    O câncer de Cullen inspirou Timm Harmon, do Moffitt Cancer Centre na University of South Florida, a criar uma parceria com o Lightning. Posteriormente, em dezembro de 1998, a NHL se juntou à causa e fundou o Hockey Fights Cancer.

    Usando os tradicionais uniformes de cor lavanda e placas com “I fight for”, os times homenageiam as pessoas da comunidade que lutam contra a doença. Na noite de homenagem, são vendidos produtos autografados e exclusivos da campanha. Com o dinheiro arrecadado, a NHL ajuda a American Cancer Society, Canadian Cancer Society e Movember Foundation a fornecer uma qualidade de vida aos pacientes e seus familiares. Por meio das doações, a NHL ajuda essas associações na hospedagem, transporte, programas de apoio e suporte gratuito ao gerenciamento de sintomas antes e após o tratamento para mais de 1.300 homens com câncer de próstata nos Estados Unidos e Canadá. 

    Causa especial

    Em 2014, o goleiro Pekka Rinne e o ex-capitão Shea Weber, do Nashville Predators, fundaram a 365 Pediatric Cancer Fund. A fundação foi criada com intuito de arrecadar dinheiro para a pesquisa do câncer infantil. Naquele ano, os dois conseguiram arrecadar 312.242,90 dólares. Hoje, seis anos após a criação da fundação, o goleiro continua no projeto. Este ano, em conjunto com os Predators, a fundação conseguiu bater o recorde e arrecadar um total de 550.365,19 dólares.

    No entanto, para Rinne, o dinheiro é só uma das possíveis formas de ajudar. O goleiro gosta mesmo é de visitar o hospital e fazer a alegria das crianças que estão por ali. Recentemente, ele tirou o dia para visitar as crianças, tirar fotos e realizar um meet and greet. Muito mais do que doar o dinheiro, as visitas fazem a diferença para aqueles que estão ali. Além disso, a causa se torna muito mais pessoal e especial. Pekka tem o costume de visitar o hospital no decorrer do ano e criar um relacionamento com as crianças. Afinal, dinheiro nenhum compra um sorriso no rosto de uma criança!

  • Jets e Flames se enfrentam em noite de Heritage Classic

    Jets e Flames se enfrentam em noite de Heritage Classic

    No último sábado (26) na cidade de Regina, em Saskatchewan no Canadá, aconteceu o 2019 NHL Heritage Classic. O evento, em sua quinta edição, foi pioneiro em jogos de hockey ao ar livre pela NHL. Após o sucesso do evento original, vieram seus sucessores, o Winter Classic e o Stadium Series, que formam, então, uma série de jogos ao ar livre. No entanto, diferente dos outros dois, o Heritage Classic é disputado exclusivamente por times canadenses. A partida, que contou com os times de Winnipeg Jets e Calgary Flames, foi a primeira a ser realizada em território neutro. Aconteceu no Mosaic Stadium, lar do time de futebol canadense Saskatchewan Roughriders.

    Este foi o primeiro jogo realizado na cidade de Regina e o primeiro desde 1994 que foi disputado em Saskatchewan. A escolha da cidade ocorreu porque Regina está localizada aproximadamente na metade do caminho entre Calgary e Winnipeg. Por ser um jogo em território neutro, os Jets foram designados pela segunda vez como time da casa, a primeira tendo sido em 2016. Enquanto os Flames sediaram o evento apenas uma vez em 2011.  

    Apesar de essa ter sido a quinta edição do Heritage Classic, esse foi o sétimo jogo ao ar livre no Canadá e o 28º em toda a história da NHL. Dos 27 primeiros, 16 foram em estádios de futebol americano, dez em estádio de beisebol e um em estádio de futebol.

    Os Jets, contudo, tiveram a primeira baixa antes mesmo de sábado. O forward Mason Appleton quebrou um osso do pé direito pouco antes do treino, enquanto brincava de futebol com seus colegas de equipe. O jovem de 23 anos irá ficar afastado por quatro semanas e, portanto, não jogou.

    Flames 1, Jets 2.

    Embaixo de muita neve, a partida teve um primeiro período mais parado. Houve algumas chances perdidas e boas defesas por parte dos goleiros. Finalizaram, assim, sem nenhum gol. Por outro lado, o segundo período foi bem diferente. Os times continuavam tentando marcar um gol, disputando quem seria o primeiro a abrir o placar. Aos 5:13, o winger Elias Lindholm aproveitou um deslize do goleiro e, com a assistência de Johnny Gaudreau e Sean Monahan, abriu o placar para os Flames.

    Os Jets chegaram a pedir um coach’s challenge e, após análise, o gol foi mantido. Isso elevou os ânimos no gelo como consequência. Após uma breve confusão no final do segundo período, os Flames iniciaram o terceiro com um power play, mas não obtiveram sucesso em aumentar a sua vantagem. Assim, acabaram dando chance para os Jets balançarem a rede. Aos 04:11, o time aproveitou um power play e Josh Morrissey mandou o puck para dentro da rede, com uma assistência de Patrik Laine e Mark Scheifele.

    Com o fim do terceiro período e jogo empatado em 1-1, foi necessário overtime. Novamente, houve chances perdidas e boas defesas, com a partida muito acirrada. Faltando menos de dois minutos para o final do OT, Bryan Little, com uma assistência de Kyle Connor e Neal Pionk, marcou e finalizou o jogo, dando a vitória para o time da casa.

    O goleiro dos Jets, Connor Hellebuyck, fez 29 defesas e deixou passar apenas um gol. Enquanto que David Rittich, goleiro dos Flames, fez incríveis 43 defesas. Com isso, bateu o recorde de maior número de defesas num jogo da NHL ao ar livre.

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • O início de temporada dos rookies do Draft 2019

    O início de temporada dos rookies do Draft 2019

    Uma das melhores partes da NHL é assistir o progresso dos rookies pós Draft. Este que trouxe diversos novos talentos para reforçar os times da Liga, jogadores esses que acabaram se destacando na pre season, e assim, garantiram um contrato e lugar no time principal. Fazem apenas 3 semanas desde o início da temporada, mas os draftados deste ano já começaram a mostrar ao que vieram, quebrando recordes e marcando pontos. Por isso, o NHeLas vai te deixar a par sobre o desempenho dos garotos na liga até agora.

    Jack Hughes

    O 1st overall do Draft deste ano não poderia ter começado sua carreira na NHL da melhor maneira. No dia 12 de julho deste ano, Hughes se tornou oficialmente um New Jersey Devils, ao assinar um contrato de 3 anos com o time. E desta forma, logo nos primeiros dias de training camp, o garoto de apenas 18 anos já mostrou ao que veio; o suficiente para fazê-lo estrear pelo time já na pré temporada. 

    Durante a preseason, Hughes adquiriu 4 pontos nos seis jogos que os Devils disputaram, sendo estes uma assistência e três gols. Na temporada regular, que começou no dia 4 de outubro para o New Jersey, Jack ainda não tinha produzido um jogo ofensivo. Havia marcado apenas uma assistência no jogo contra os Rangers, na última quinta. Porém, o primeiro gol do rookie veio mais tarde, curiosamente no jogo contra o Vancouver Canucks, time pelo qual joga seu irmão, o também rookie Quinn. Jack marcou aos 14 minutos do primeiro período, com assistência de Taylor Hall. Este foi o único gol dos Devils na partida que garantiu a vitória do time. 


    O jogador vem tendo cada vez mais tempo em gelo, e é uma das promessas dos Devils nessa temporada na busca de uma vaga para os playoffs

    Kaapo Kakko

    O finlandês também teve um grande início na liga. Sendo 2nd overall do draft deste ano, Kakko assinou com os Rangers no dia 11 de julho, tornando-se destaque durante a preseason do time. Consequentemente, acabou garantindo um lugar na primeira linha dos Rangers no primeiro jogo do time na pré temporada, contra os Devils. Mas ainda sim, o jovem jogador terminou os jogos iniciais sem nenhum ponto pela equipe. 

    Ele fez seu debut na temporada 2019/20 no jogo de abertura dos Rangers, contra o Winnipeg Jets, garantindo lugar na segunda linha, junto com Ryan Strome e Chris Kreider. Mas por mais que o jogador se fizesse constantemente presente no jogo, e tentasse vários shots a gol, terminou a partida sem gols ou assistências. 

    No entanto, o gol do finlandês veio dois jogos após sua estreia na NHL, contra o Edmonton Oilers. Os Rangers foram derrotados por 4 gols, mas Kakko marcou o único gol da partida para o time de New York. 

    Atualmente, o jogador tem apenas 1 ponto na temporada atual. Mas aguardem mudanças nos números, já que ele tem se mostrado cada vez mais presente e ofensivo no rinque. 

    Kirby Dach 

    O 3rd overall do draft deste ano foi o primeiro da classe deste ano a assinar um contrato a nível NHL. Em 8 de julho, o Chicago Blackhawks, time que selecionou Dach, chegou a um acordo com o center onde ele irá disputar 3 temporadas com time. Porém, o garoto, de apenas 18 anos, não iniciou a trajetória com a equipe da melhor forma. 

    Ele sofreu uma lesão no campeonato do prospects da NHL no início de setembro. E desta forma, só voltou a entrar no rinque quando foi escalado para jogar três jogos com o Rockford IceHogs (time do Chicago na AHL), onde iniciou um período de condicionamento pós contusão. Porém, em sua passagem pelo Rockford, ele teve 7 shots a gol, mas nenhum ponto. 

    Sua estreia pelos Hawks veio no último domingo (20), quando o jogador foi escalado para jogar pelo time na partida contra os Capitals. Ele fez parte da primeira linha, junto com Patrick Kane e Dylan Strome. Mas, apesar de ter tido uma estreia razoável pelo time, o jogador não marcou nenhum ponto durante a partida. Ganhou apenas um face-off, e teve algumas tentativas de shot a gol. 

    No entanto, os Hawks têm mais oito jogos para decidir se ele fica na NHL, e assim usam o primeiro ano de seu contrato, ou o enviam de volta para Saskatoon, na WHL, time pelo qual Dach disputava anteriormente.

    Ville Heinola

    Sendo o primeiro first round pick dos Winnipeg Jets no draft deste ano, Heinola assinou um contrato de três anos com o time em 15 de julho. Durante a pré temporada, ele adquiriu apenas um ponto nos 7 jogos disputados pelos Jets – este vindo, consequentemente, de uma assistência, no jogo contra o Minnesota Wild. 

    Porém, as coisas mudaram durante a temporada regular. Nos três primeiros jogos dos Jets, ele teve três assistências. Seu primeiro gol saiu na partida contra o Pittsburgh, aos 5:48 do primeiro período, empatando assim o jogo e motivando o Winnipeg a buscar a vitória. Desta maneira, se tornou o primeiro jogador do draft deste ano a marcar seu primeiro gol na Liga, e o quarto mais jovem a marcar seu primeiro ponto na NHL. 


    Dessa forma, ele soma 4 pontos até o momento e os números só tendem a crescer baseado em seu desempenho no gelo. 

    Tobias Bjornfot

    Tobias foi 1st round pick do L.A. Kings no Draft 2019. No entanto, apesar de assinar com o time e ter sobrevivido ao training camp, sua estadia na NHL, foi bastante curta. Ele disputou apenas 3 jogos com equipe durante a temporada regular, mas acabou não marcando nenhum ponto.

    Portanto, na última sexta, os Kings acabaram enviando o jogador para uma temporada no Ontario Reign, seu afiliado na AHL. 

    No entanto, Bjornfot se tornou o quinto jogador mais jovem na história do time a aparecer em um jogo da NHL. Ele tem grandes chances de aprimorar suas habilidades e acabar voltando para disputar alguns jogos com os Kings ainda nesta temporada. 

    Foto: Reprodução/Getty Images






  • Os jogadores de hockey e suas superstições

    Os jogadores de hockey e suas superstições

    Que o hockey é um esporte cheio de superstições todo mundo sabe. Mas, para alguns jogadores, essas superstições se tornam rotinas levadas à sério antes dos jogos. Eles acreditam que, para que possam ter um bom desempenho no gelo, precisam recorrer a curiosas táticas. São elas costumes adotados antes ou depois dos jogos, acreditando que isso possa dar uma diferença no resultado final e também para a forma de jogar . Para os nhelers, isso são somente hábitos rotineiros, entretanto, para quem está de fora, tais hábitos parecem mais rituais supersticiosos. 

    Talvez a mais clássica superstição na NHL, seja a de não tocar em taças a não ser que que você tenha conquistado. Essa é levada a sério por basicamente todos na Liga, e raramente algum jogador é visto tentando desafiar. Alguns jogadores não gostam nem de estar no mesmo lugar com a Stanley Cup, evitando ainda mais uma suposta maldição. 

    Entretanto, ao ganhar, cada jogador tem o direito de passar um dia com a cup e fazer exatamente o que quiserem com ela. 

    Mas não é só esse hábito das taças que torna curiosos esses hábitos. Times e jogadores levam essas superstições à sério, e algumas chegam a ser tão rotineiros, que os atletas tratam como apenas mais uma ação do dia a dia. 

    Falar com a trave do gol

    Patrick Roy, atual técnico do Quebec Remparts, foi um goleiro excepcional. Considerado como um dos maiores goleiros da Liga, ele tem em seu currículo duas cups com o Montreal Canadiens e duas também com o Colorado Avalanche.  Apesar de ser conhecido por suas conquistas, Roy também é conhecido por ter, na época em que jogava, um hábito curioso: ele falava com as traves do gol. E, como se este fato já não fosse curioso o suficiente, o goleiro ele ainda afirmava que as traves respondiam! Roy contava que essa conversa ajudava ele a melhorar durante o jogo, e que isso fazia com que a trave ficasse do lado dele. Dessa forma, o goleiro contou ao The Hockey Writers um pouco sobre esses diálogos:

    “Por favor, me ajudem. Eu dava direções para elas (as traves). Elas estavam sempre comigo. Elas me respondiam. Algumas noites, elas falavam “bing”. Mas em outras noites, elas tinham noites ruins também”

    Ser o último a sair do rinque durante o aquecimento

    Um hábito mais comum do que parece, é ser o último a sair do gelo durante o aquecimento. O mais famoso a ter este hábito é Tyler Seguin, center do Dallas Stars.  Entretanto, ele não é único com essa esquisita mania. Mark Scheifele, do Winnipeg Jets, também possui esse hábito. Por este motivo que, em alguns jogos contra o Winnipeg Jets, Seguin e Scheifele, disputam, para que seja resolvido de uma forma justa, uma partida de pedra, papel e tesoura. Quem perde, é o primeiro a sair do gelo deixando assim o colega com sua querida superstição.  

    Não pisar no logo do vestiário

    Foto por Chris Gordon

    Um das maiores superstições dentre os times da NHL  é da proibição de se pisar no logo do time no vestiário. Essa supertição é tão antiga, que não é possível datar a sua oriegem.  O que sabemos é que nhelers tendem a reagirem quando qualquer um pisa nos sagrados logos, muitas vezes até com raiva quando alguém, mesmo sem querer,  acaba por pisar. Entretanto, boas notícias para os mais supersticiosos: por muita reclamação e a contestável falta de lógica para que algo tão importante como o logo de um time esteja posicionado no chão, muitos vestuários atualmente foram renovados e seus logos foram realocados para o teto.

    A lenda dos polvos

    Jogar polvos no rinque durante os playoffs era um hábito comum entre os fãs do Detroit Red Wings. Isso porque, em 1952, durante a corrida dos playoffs do Detroit Red Wings, dois irmãos de Detroit, Pete and Jerry Cusimano, jogaram no rinque um polvo. Os oitos tentáculos do animal significava quantos jogos o time tinha que ganhar para que saíssem vitoriosos e com a Cup. Na épocae, a Liga possuía somente 6 times, portanto as regras da disputa pela Cupera diferente. Aconteciam dois confrontos de melhor-de-sete e quem ganhasse 8 jogos era o campeão. 

    Naquele ano, os Red Wings foram campeões após varrerem o time adversário, Montreal Canadiens. E desde então, esse costume virou uma tradição entre os fãs. E é uma das mais famosas superstições.

    Por mais inusitado que tal ato possa parecer, fato é que ele ainda não saiu do hábito dos fãs, se tornando uma tradição importante para a torcida dos Red Wings. Por mais que nos recentes anos o Detroit Red Wings não tenha tido muito sucesso, é possível achar vídeos de 2010 com o mesmo gesto se repetindo: 

    Fã jogando um polvo no rinque.

    Os bagres de Nashville Predators

    Marc-Andre Fleury, quando ainda era jogador do Pittsburgh Penguins, retirando um bagre do rinque. Foto: Post-Gazette Visuals

    Baseado na celebração dos polvos de Detroit, os torcedores do Nashville Predators adotaram um costume semelhante, porém com outra vítima. Dessa vez, quem é jogado ao rinque são bagres. O primeiro incidente foi em 2003, mas naquele ano, o time não foi às finais. Dessa forma, o costume permaneceu, e em 2017, quando a franquia finalmente foi para a primeira final de Stanley Cup da sua história, bagres foram mais uma vez arremessados ao gelo durante os jogos.  Apesar da popular brincadeira, isso não foi visto com bons olhos pelos seguranças e foi possível ver um fã sendo preso em Pittsburgh por tal gesto.

    Hábitos alimentares pré-jogos

    Todos os jogadores possuem uma comida favorita para sua refeição pré-jogo. Alguns gostam de macarrão, outros de frango, alguns de ambos. Alguns preferem apenas de um simples café. Essas rotinas fazem parte da alimentação pré-completição de todo atleta. Entretando, alguns nhelers usam desse artifício como algum tipo de supertição. Como é o caso do  capitão do Washington Capitals Alexander Ovechkin. Com um menu baseado em carboidratos, Ovie sempre pede o mesmo prato nos jogos em casa de um restaurante local. Frango com parmesão, macarrão, pão e quatro molhos separados – alfredo, de carne, marsala de cogumelos e marinara. 

    Já Johnny Gaudreau, do Calgary Flames, prefere um macarrão mais simples. Extremamente simples. Sem molho, ou tempero, apenas a massa. O capitão do Pittsburgh Penguins, Sidney Crosby, costuma comer apenas um sanduíche de manteiga de amendoim com geléia. Campeão de duas cups, é difícil argumentar que tal ritual não tenha funcionado. 

    Bônus: Barbas dos Playoffs

    Um hábito comum nos playoffs, que muitas vezes são verdadeiras superstições,  são as barbas que crescem e não são aparadas.. Não se sabe a origem para este costume, mas o fato é que mesmo os jogadores mais jovens, que muitas vezes as barbas nem crescem tanto assim ao longo dos meses, deixam os pelos faciais enquanto estão competindo nos playoffs. Uma das possíveis razões para este hábito, é a associação o cabelo à força física, presente nas mais diversas culturas ao redor do globo. Entretanto, a explicação mais provável é que esta superstição tenha se tornado tão enraizada no esporte, que os jogadores continuam deixando suas barbas crescerem apenas como um mero hábito.

    Foto: Christopher Hanewinckel/USA TODAY Sports

  • Início de Temporada com recordes

    Início de Temporada com recordes

    A temporada 2019/20 começou com o pé direito. A liga iniciou há duas semanas, mas já presenciamos rookies fazendo seu primeiro gol, times invictos, e performances excepcionais por parte de vários jogadores. E com um start de temporada como esse, não poderiam faltar equipes atingindo marcas históricas na liga. Portanto, hoje o Nhelas vai deixar vocês a par de todos os recordes conquistados até então nesse início de season

    Invictos da temporada 2019/20

    Cinco times da liga deram start na temporada atual mostrando ao que vieram. Colorado Avalanche, Edmonton Oilers, Carolina Hurricanes, New York Rangers e Philadelphia Flyers deram início a essa temporada sendo os únicos times na liga a terem 2 ou mais vitórias consecutivas. 

    Os primeiros a caírem foram os Rangers e os Flyers. O time da Philadelphia manteu a sequência até a derrota para os Canucks, em seu terceiro jogo. Seguidamente, a equipe de New York também caiu em seu terceiro jogo, quando foram derrotados pelos Oilers por 4 a 1. Carolina Hurricanes foi o próximo a deixar disputa. Eles mantiveram um streak de cinco vitórias seguidas, até a derrota para os Blue Jackets, no último sábado.  Este foi o melhor começo de uma season dos Hurricanes desde 1995-96, quando o time, ainda como Hartford Whalers,  conseguiu 4 vitórias seguidas.

    Assim, restaram apenas Oilers e Avalanche. Porém, em seu quinto jogo na temporada, os Oilers também deixaram para trás a competição de sequência de vitórias. A derrota para os Hawks deixou o time com um recorde de cinco jogos vencedoras seguidos em um início de temporada. Porém, ainda sim, este foi o melhor início de uma season na história do time de Edmonton desde a temporada 1983/84, onde a equipe conquistou uma sequência de 7 vitórias. 

    O Colorado Avalanche, no entanto, era o único a continuar firme e forte na disputa.  Até ontem, ainda era o único a continuar invicto, com 5 vitórias. Portanto, a derrota para o Pittsburgh acabou fazendo a equipe cair e estagnar nos cinco jogos vencidos. No entanto, a equipe ainda teve, em toda sua história, nesta temporada, seu terceiro melhor início de season na Liga. 
     

    Outros recordes dos times

    O Vancouver Canucks também bateu algumas marcas. O time saiu vitorioso nos seus três primeiros jogos da temporada regular 2019/20 em casa, sendo a primeira vez desde a season 2016/17. Os Kings também deixaram seu recorde registrado nessa temporada, sendo o primeiro time da Liga a marcar os 3 gols mais rápido de uma regular season desde os Penguins, em 1993. 

    Os Oilers se tornaram, nesta temporada, o terceiro time na história da NHL a ganhar seus 4 primeiros jogos vindos de um déficit, se juntando apenas ao Nashville Predators e ao Los Angeles Kings. O Tampa Bay Lightning e o Toronto Maple Leafs não iniciaram a temporada invictos, mas fizeram a torcida tremer. Os dois times, que se enfrentaram na última quinta, marcaram 7 gols em apenas 20 minutos de jogo. Portanto, atingiram a marca de maior número de gols marcados em apenas 1 período de um jogo da temporada regular. Além disso, o Tampa Bay também se tornou o primeiro time atualmente a vencer todos os seus jogos de abertura de temporada, sendo 6 desde a temporada 2014/15. 

    Na primeira semana da Liga, Mike Zibanejad, dos Rangers, também bateu algum alguns recordes. Ele se tornou o primeiro jogador a marcar 8 pontos nos 2 primeiros jogos da temporada desde 1995/96, quando Jagr também atingiu o marco. Anthony Mantha, no entanto, atingiu um recorde parecido pelo time que joga, o Detroit Red Wings. Ele se tornou o terceiro Red Wing a marcar 7 pontos em apenas dois dos primeiros jogos de uma temporada. Ele também marcou 4 gols no jogo do Detroit contra o Dallas, e assim, se tornou o segundo jogador a disputar pelo time e alcançar a mesma marca. 

    Morgan Rielly, do Toronto Maple Leafs, no jogo contra o Minnesota Wild, se tornou o 16º defensor da história da NHL a registrar 4 assistências em apenas um período de jogo, sendo o primeiro desde Roslilav Klesla, em 2013. 

    Jogadores, Hat-tricks e outros recorde de gols

    Na última quinta, Brent Burns, do San Jose Sharks, atingiu a marca de 200 gols na NHL. Desta forma, ele se torna o 23º defensor na história da liga a conquistar o recorde. Também dos Sharks, Patrick Marleau se tornou o oitavo jogador da história da liga a marcar, pelo menos, um gol enquanto adolescente e um aos 40 pela mesma equipe. 

    Steve Stamkos, do Tampa Bay Lightning, se tornou o segundo jogador da liga a ter mais gols em power play, ficando assim apenas atrás de Alex Ovechkin. Assim, ⅓ dos gols que o jogador marcou em toda sua carreira foram durante a penalidade (147 de 397). 

    O defensor do Carolina Hurricanes, Dougie Hamilton, é o primeiro defensor a obter um gol em 5 jogos seguidos pelo time que disputa. Ele fica atrás de Mike Green, que conseguiu a marca de oito gols em 8 jogos seguidos. Outro recorde que saiu de Canes foi a marca pessoal do jogador Erik Haula, que se tornou o terceiro na franquia Canes/Whalers a marcar 5 ou mais gols nos primeiros 5 jogos da temporada. Antes, quem tinha realizado o mesmo feito foi Jeff Skinner, em 2017/18 (5 gols em 6 jogos) e Al Sims em 1980/81(6 gols em 6 jogos), quando o time ainda estava em Hartford.

    Já Cole Makar, do Avalanche, se tornou o 11º defensor da história da NHL a ter um ponto em seus 4 primeiros jogos da temporada regular. Jeff Petry, defenser do Montreal Canadiens, marcou seu 11º gol em power play, desde a temporada 2017/18. Com isso, fica apenas atrás de Drew Doughty e Brent Burns, ambos com 12 gols. Para finalizar a lista de defensores, Zach Werenski se tornou o terceiro do Columbus Blue Jackets a marcar, pelo menos, 40 gols. Assim, ele fica atrás apenas de Rostislav Klesla (41) e David Savard (40).

    Outros rookies também fizeram sua estreia na NHL batendo recordes. Victor Olofsson, do Buffalo Sabres, se tornou o primeiro jogador da NHL ao marcar seus 7 primeiros gols na liga em Power Play. Seguidamente, Ville Heinola, o 20th overall do draft 2019, selecionado pelos Jets, se tornou o primeiro rookie da seleção deste ano a marcar seu primeiro gol na temporada, na vitória do time contra o Pittsburgh Penguins, no último dia 8. 

    Em relação a recorde de gols, David Pastrnak tornou-se o terceiro jogador desta temporada a marcar 4 gols em um jogo. Assim, ele se junta a outros dois jogadores da Liga. Anthony Mantha, do Detroit Red Wings, e James Neal, dos Oilers. No entanto, este não é a única marca atingida por Pastrnak. Com os 4 gols,  e se tornou um dos 3 jogadores na história do Bruins a obter estes em um jogo da temporada regular e marcou o 5º hat-trick de sua carreira. 

    O Anaheim Ducks também teve jogadores a atingir algumas marcas. Cam Fowler marcou seu 60º gol em temporadas regulares na NHL, e assim, se torna o segundo defensor da franquia a atingir tal recorde. Por fim, Ryan Getzlaf, capitão do time, se tornou o jogador dos Ducks a ter mais jogos disputados pelo time.

    A lenda do Washington Capitals, Alex Ovechkin, também deixou sua marca nesse início de temporada. O russo, portanto, se tornou o 4º jogador da história da NHL a obter mais gols em power play, com 248 gols. 

    Recordes dos goleiros

    Os goleiros também iniciaram esta nova season alcançando vários marcos. Marc Andre Fleury é um deles. O goaltender do Vegas Golden Knights chegou a marca de 800 jogos disputados na NHL no jogo dos Knights contra os Sharks, no último dia 4. Desta forma, ele também se junta aos goleiros Curtis Joseph e Martin Brodeur, ao se tornar o goleiro com mais vitórias em season openers, na história da liga. 

    Petr Mrazek, dos Canes, é o 4º goleiro da história do time a ter um shutout contra os Kings, e o primeiro desde Kevin Weekes, que realizou a façanha em 2003. Já o goleiro do Arizona Coyotes, Darcy Kuemper, atingiu a marca de ceder apenas 2, ou menos, gols por jogo (GAA) em cada uma das vezes que iniciou pelo time. Assim, se igualou a Nikolai Khabibulin, que era o líder da estatística em toda a história da franquia. 

    O veterano, Tukka Rask, do Boston Bruins, também não decepcionou. A performance do goleiro contra os Devils, no último sábado, de 31 defesas, é a melhor em um shutout de um goleiro na história do Bruins, desde que os shots começaram a ser contados na NHL, na temporada 1955/56. Desta forma, também se torna o 4º goleiro da franquia a ter um shutout em um jogo de abertura de temporada. 

    Por fim, Carter Hart, do Philadelphia Flyers, também registrou seu recorde. Com apenas 21 anos, o goleiro se tornou o mais novo na história dos Flyers a adquirir um shutout, na partida contra os Devils, no último dia 10. 

    Outras marcas dos jogadores

    Dois jogadores da liga atingiram marcos históricos em sua carreira nesse início de temporada. Kris Letang, do Pittsburgh Penguins, atingiu a marca de 500 pontos na NHL. Assim, se torna o primeiro defensor da história do Pens a obter o recorde. Já Phil Kessel, dos Yotes, atingiu a marca de 1000 jogos disputados na Liga. Portanto, o jogador acaba se tornando o 3º mais novo atualmente a conseguir tal feito. 

    O gol de Jonathan Huberdeau, do Florida Panthers, no jogo contra os New Jersey Devils, se tornou o gol mais rápido a ser feito na temporada atual, até o momento, sendo marcado nos primeiros 16 segundos de jogo. Ainda no Panthers, outro jogador acabou por atingir mais um recorde. Mike Hoffman se tornou o primeiro jogador da franquia a marcar um hat trick em um jogo de abertura de temporada do time. 

    James Neal, dos Oilers, foi um dos três jogadores a marcar 4 gols pelo time que compete, neste início de temporada. Assim, é um dos únicos jogadores ativos a ter hat-tricks com 4 times diferentes (Pittsburgh, Nashville, Dallas e Oilers). Juntamente dele, com os mesmos 4 gols atualmente, estão Anthony Mantha e David Pastnark. 

    Não apenas tivemos um ganhador da Stanley Cup conquistando recordes, mas também o mesmo que conquistou o Conn Smythe na off season. Ryan O’Rielly, do St. Louis Blues, se tornou o primeiro jogador a marcar 7 pontos nos primeiros 4 jogos da temporada regular. Cam Atkinson, no entanto, dos Blue Jackets, se torna o jogador ativo atualmente que mais marcou nos jogos de estreia de temporada em que participou. Assim, ele passa a ter marcado, até então, em seis dos season opener games em que esteve presente.

    Matt Duchene, do Nashville Predators, adquiriu 3 assistências em seu debut pelo time. Desta forma, ele se torna o segundo jogador do time a ter recorde de pontos em uma estreia, ficando atrás apenas de Steve Sullivan. 
    Finalmente, um dos primeiros recordes a serem conquistados na liga veio do jogador do Maple Leafs, Auston Matthews. O 1st overall do Draft de 2016, portanto, se tornou o 4º jogador na história da NHL a marcar em suas 4 primeiras season openers. Consequentemente, por fim se junta a Dit Capper, Dave Andreychuch e Sergei Fedorov.

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • St. Louis Blues fazem visita oficial à Casa Branca

    St. Louis Blues fazem visita oficial à Casa Branca

    Um dos ápices do patriotismo americano é, sem dúvida, o esporte. É por essa, dentre outras razões, que uma visita à Casa Branca para conhecer o presidente em ofício se tornou uma tradição entre os times campeões nos Estados Unidos, como uma forma de honrá-los após a conquista de seus respectivos títulos. Os atuais campeões, St. Louis Blues, fizeram a sua visita oficial nesta terça-feira (15). Mas, se as visitas não passam de uma formalidade, por que o assunto se tornou um tópico tão divisor entre os fãs de esportes? 

    A história das visitas ao Presidente

    O Boston Celtics com John F. Kennedy no Salão Oval em 1963. (Foto: RollingStone.com/Reprodução)

    Embora pareça um fenômeno relativamente recente, a primeira visita data do século XIX, quando, em 1865, Andrew Johnson recebeu o Brooklyn Atlantics e o Washington Nationals, times de beisebol amadores da época. Posteriormente, Ulysses S. Grant recebeu o primeiro time profissional, o Cincinnati Red Stockings, em 1869. Em se tratando de campeões, existem informações de que os primeiros campeões do World Series a realizar a visita foram os Washington Senators, de 1924. 

    Quanto aos atletas de NBA, o primeiro time convidado à residência presidencial foi o Boston Celtics de 1963, pelo presidente Kennedy, um nativo de Massachusetts. Há também registro de visitas feitas ao presidente Ford em 1976 (time de basquete masculino da Universidade de Indiana) e a Jimmy Carter em 1980 (Pittsburgh Steelers e Pittsburgh Pirates), que nada mais foram que visitas pontuais. Foi durante o governo Reagan, entretanto, que as visitas se tornaram uma tradição. 

    Ainda assim, o primeiro time de hóquei a participar foi o Pittsburgh Penguins, campeão da NHL em 1991, durante o governo de George H. W. Bush. Desde então, a visita à Casa Branca se tornou pro forma no calendário dos times vencedores, que visitaram os presidentes Clinton, George W. Bush e Obama neste meio tempo. Este último, inclusive, teve a oportunidade de receber os Blackhawks de sua nativa Chicago por três vezes enquanto estava no cargo.

    Polêmicas dos dois últimos campeões

    A visita dos campeões da temporada 2017/2018, o Washington Capitals, foi polêmica (Foto: NHL.com/Reprodução)

    O primeiro time campeão durante o governo de Trump, o Pittsburgh Penguins, realizou sua visita sob protestos de muitos fãs em outubro de 2017. Os Penguins alegaram que não passava de uma formalidade e um meio para que os atletas sejam honrados pelo presidente, independentemente de suas convicções políticas.

    Na temporada passada, a ida do Washington Capitals à residência presidencial foi regada de polêmicas. Isto porque dois dos integrantes do elenco campeão, o goleiro Braden Holtby e o ala direito Brett Connolly, recusaram o convite do presidente Trump. 

    Não é a primeira vez que um atleta da NHL recusou o convite, pois o goleiro Tim Thomas não fez parte da comitiva dos Bruins campeões que visitaram Obama em Janeiro de 2012. Desta forma, os dois atletas canadenses não foram os primeiros a se recusarem a encontrar com o Presidente em exercício.

    Em oportunidades anteriores, considerando a negativa dos atletas, Trump retirou o convite em alguns dos casos, como ocorreu com o Golden State Warriors da NBA e o Philadelphia Eagles da NFL. No caso dos Warriors, estes mantiveram sua viagem a Washington DC, onde se encontraram com o ex-presidente Obama para uma ação com crianças da cidade natal de Kevin Durant, que é da região.

    Atuais campeões honrados em cerimônia pública

    A banda da Marinha toca “Gloria”, lema de vitória dos Blues

    Diferentemente do ano anterior, nenhum dos atletas recusou o convite, que foi aceito de uma forma uniforme pelo vestiário. Além da presença massiva do elenco dos Blues, a visita também contou com uma cerimônia pública. Nessa ocasião, o Presidente Trump falou com a imprensa na companhia dos campeões, o que não ocorreu durante a visita dos Caps.

    Ademais, a jovem Laila Anderson, uma espécie de mascote da campanha dos Blues, também participou do momento solene, cujas homenagens incluíram a banda da Marinha tocando a canção “Gloria”. 

    Foto: NHL.com/Reprodução

  • Petr Cech brilha durante estreia no hockey

    Petr Cech brilha durante estreia no hockey

    O nome Petr Cech pode até ser novo para os fãs de hockey, mas o goleiro de 37 anos, que fez a sua estreia neste domingo (13), já brilhou como goleiro no futebol. Apesar de jogar hockey aos 13 anos, o tcheco teve que escolher entre o gelo e o gramado, pois não tinha tempo de praticar os dois esportes. Optou, portanto, por seguir a carreira futebolística e passou a acompanhar o hockey à distância. Após anunciar a aposentadoria em maio deste ano, o goleiro assumiu o cargo de assessor técnico e de desempenho no Chelsea.

    Entretanto, o gelo chamou Cech novamente e dessa vez o veterano do futebol não resistiu. Após 20 anos jogando futebol, chegou a vez de tentar um novo desafio. Por fim, o goleiro assinou um contrato com o time inglês Guildford Phoenix, da liga NIHL (National Ice Hockey League), e fez a sua grande estreia no hockey. A partida teve direito a defesas impressionantes e uma vitória no shootout.

    A partida, que aconteceu no Guildford Spectrum, contra o Swindon Wildcats 2. Quem abriu o placar foi o time da casa no início do segundo período. No entanto, a alegria do time durou pouco, pois Swindon logo empatou e posteriormente virou o jogo, deixando o placar 2-1. Porém, o time de Guildford não se deu por vencido e, no início do terceiro período, empatou novamente. Dessa vez, ninguém conseguiu virar e o jogo acabou indo para o shootout. Como resultado, houve uma estreia memorável para Petr, que fez excelentes defesas e garantiu a vitória para o seu time. Ao final da partida, o goleiro foi eleito o melhor jogador.

    A jornada no futebol

    Considerado um ídolo para os fãs do Chelsea, o goleiro iniciou no mundo do futebol ainda novo, aos sete anos de idade. Começou no time Škoda Plzeň e mais tarde foi revelado pelo FC Viktoria Plzeň. No começo, atuava como atacante. Depois mudou para goleiro, posição na qual seguiu carreira. Começou a jogar profissionalmente aos 17 anos no time FK Chmel Blšany em 1999.

    Jogou também pelo Sparta Praha e Stade Rennes, antes de assinar com o Chelsea em 2004. Tornou-se assim o goleiro mais caro da história no Chelsea. Em 2015, o jogador assinou um contrato com o Arsenal, onde permaneceu até o anúncio de sua aposentadoria em janeiro deste ano. O goleiro decidiu então que jogaria até maio e depois encerraria a sua carreira no futebol. Nesse esporte, o tcheco tem uma coleção de prêmios. Ao todo foram 18 vezes campeão com Chelsea e Arsenal, uma vez com a seleção Tcheca no campeonato europeu sub-21 e, por fim, 36 prêmios individuais. Entre eles estão: Luva de Ouro da Premier League, Melhor Goleiro da UEFA e Melhor Goleiro do Mundo da FIFA.

    O hockey conta agora com um atleta de peso que, com certeza, deverá trazer muita disposição para continuar uma carreira esportiva de sucesso.

    Foto: Reprodução/chelseafc.com

  • Perfil: Carter Hart

    Perfil: Carter Hart

    Na última quarta-feira (9), Carter Hart estabeleceu um novo recorde para o Philadelphia Flyers. Isso porque o jogador, de apenas 21 anos, não deixou o puck entrar nas suas redes na vitória de 4 a 0 contra o New Jersey Devils. Desse modo, Hart se tornou o goleiro mais jovem da franquia a conseguir um shutout. Este foi apenas um dos recordes que o canadense já conquistou no início da sua carreira com os Flyers.

    Defesa realizada por Hart do shoot de Taylor Hall

    Hart nasceu em 13 de agosto de 1998, em Sherwood Park, Canadá. Inicialmente draftado pelos Flyers na segunda rodada em 2016, ele estreou pelo time em 17 de dezembro de 2018 depois de uma breve passagem pelo Lehigh Valley Phantoms, time afiliado do Flyers na AHL.

    O goleiro é um dos mais jovens a conquistar marcas para seu time na Liga. Após ter demonstrado maturidade e segurança em sua temporada de estreia, Hart assumiu a titularidade na temporada 2019-20 e pode ajudar o time a voltar a competir por um lugar nos playoffs. Nos dois primeiros jogos dos Flyers da temporada, ele foi o responsável pelas redes, conquistando duas vitórias consecutivas.  

    Modo Iniciante

    Carter Hart começou a sua carreira na WHL na temporada 2014-15, com apenas 16 anos. Jogando pelo Everett Silvertips, o jovem goleiro teve um recorde de 18 vitórias em um 2.29 GAA e uma porcentagem de 0.915 saves. Em 2016, Hart foi nomeado goleiro do ano da CHL, chegando a ser ranqueado como o segundo goleiro norte-americano no NHL Central Scouting.

    Na temporada 2017-18, Hart completou 1.60 GAA, 0.947 saves e 7 shutouts pelo Silvertips. Com isso, ele foi nomeado tanto goleiro do ano quanto jogador do ano pela WHL. Ele também levou, pelo segundo ano consecutivo, goleiro do ano da CHL, sendo assim o primeiro goleiro da história a conquistar duas vezes o prêmio.

    Hart entrou no draft de 2016 como um dos melhores goleiros elegíveis naquele ano. De tal forma que ele foi selecionado na segunda rodada e assinou o contrato de entrada na NHL em 2 de outubro de 2016.

    Sua carreira nos juniores é considerada uma das melhores na história do hockey. Apresentou não apenas um bom desempenho no gelo, mas também demonstrou maturidade e visão de jogo. Com isso, ficou na frente dos demais goleiros da sua idade. Um dos motivos para isso é o acompanhamento de um psicólogo desportivo, que auxiliou Hart neste meio tempo. Um preparo mental que, sem dúvidas, está dando resultado.

    Por jogar em uma posição na qual a carreira é longínqua, chegar à NHL com apenas 21 anos é um dos diferenciais de Carter Hart. Em quatro temporadas que passou nos juniores, Hart conseguiu 116 vitórias, com 2.01 GAA e 0.927 save percentage e um total de 26 shutouts. Números que, sem dúvida, ajudaram a definir a sua carreira profissional.

    Modo Carreira

    Para quem acredita em superstições, e no mundo do hockey temos muitas delas, a chegada de Carter Hart ao gol dos Flyers aconteceu devido a uma onda de azar, ou até mesmo a uma suposta maldição do gol do time da Filadélfia. Ele foi, até na sua data de estreia, o oitavo goleiro a jogar pelo time na temporada 2018-19. Um recorde na NHL.

    Hart começou a temporada jogando pelo Lehigh Valley Phantoms, afiliado dos Flyers na AHL. Ele foi chamado para a NHL em dezembro, quando Anthony Stolarz se lesionou. Em seu primeiro jogo na Liga, os Flyers derrotaram os Red Wings por 3 a 2 e Hart foi nomeado uma das estrelas do confronto. O jogador se tornou, assim, o goleiro mais jovem a vencer em sua estreia na NHL, posto que antes era de Carey Price.

    Em 28 de Janeiro, Carter conquistou a sua quarta vitória seguida na NHL. Venceu os Jets e se tornou, dessa forma, o primeiro goleiro desde Steve Mason a conquistar este número de vitórias seguidas antes dos 21 anos. Por isso, Hart foi eleito rookie do mês, ajudando os Flyers a chegar em uma sequência de seis vitórias, duas derrotas e um overtime. Após levar os Flyers a uma sequência de seis vitórias seguidas, em 4 de fevereiro Hart foi nomeado estrela da semana.

    Na nova temporada, podemos esperar do goleiro mais experiência de gelo e, quem sabe, até mesmo a titularidade frente às redes do Philadelphia Flyers. Carter Hart vem apresentando um jogo coeso e inteligente. É, portanto, um nome importante para se ficar de olho.

    Modo Internacional

    Competindo pela seleção canadense, Carter Hart também impressiona. Ele esteve à frente às redes no 2017 World Junior Ice Hockey Championships, quando o Canadá voltou para casa com a medalha de prata, perdendo para os Estados Unidos nos shootouts. Mas, ao invés de se render à derrota, Carter voltou no ano seguinte para conquistar a medalha de ouro no 2018 World Junior Ice Hockey Championships. Neste torneio, Carter marcou um percentual de 0.929 de saves, 1.81 gols permitidos e um shutout nos seis jogos em que participou.

    Em abril de 2019, depois dos Flyers terem ficado de fora dos playoffs, Hart foi chamado para a seleção principal do Canadá no 2019 IIHP World Championship. Apesar de ter sido reserva de Matt Murray nesta competição, devido aos seus números e habilidades, Carter Hart pode vir a assumir a titularidade do gol da seleção canadense muito em breve.

    Foto: Reprodução/Barstoolsports.com

  • Patrick Marleau está de volta ao San Jose Sharks

    Patrick Marleau está de volta ao San Jose Sharks

    O veterano canadense está de volta ao Shark Tank! Após ser trocado pelo Toronto Maple Leafs para o Carolina Hurricanes, a equipe da divisão metropolitana fez o buy out do terceiro e último ano do contrato de Patrick Marleau, que se tornou um free agent. Depois de alguns meses sem contrato, foi confirmado hoje que o atleta estará de volta ao San Jose Sharks para esta temporada 2019/2020. Ela será a 22ª temporada do canadense na NHL, que fez 40 anos de idade em setembro.

    Com um cap hit de 700 mil dólares, pouco mais do que o mínimo exigido pela Liga, Patrick Marleau deve contribuir para o bottom six da equipe californiana. Além disso, o veterano é uma figura importante no quesito liderança, especialmente após a saída de Joe Pavelski para o Dallas Stars. No mais, além das razões desportivas, Marleau visava um retorno à Costa Oeste dos Estados Unidos por motivos familiares, já que sua família reside na Califórnia. 

    De jovem promessa a uma figura de liderança

    Patrick Marleau se destacou na Western Hockey League atuando pelo Seattle Thunderbirds, tendo sido draftado pelo San Jose Sharks em segundo lugar no draft de 1997. Curiosamente a primeira escolha foi Joe Thornton, escolhido pelo Boston Bruins, que viria a ser um companheiro de longa data de Marleau nos Sharks. Como Marleau nasceu na data limite de elegibilidade para o draft no seu ano, ele é possivelmente a pessoa mais jovem a atuar em um jogo da Liga. 

    Ademais, conforme foi ganhando experiência na NHL o canadense se tornou um exemplo em liderança, tendo sido o capitão dos Sharks entre 2003 e 2009. Além disso, o currículo do jogador conta com dois ouros olímpicos (Vancouver em 2010 e Sochi em 2014), além de um ouro na Copa do Mundo de 2004 e um ouro e uma prata em mundiais da IIHF. O item faltante na estante de troféus de Marleau é, sem dúvidas, a Stanley Cup.

    Foi com o troféu em mente que ele deixou os Sharks em 2017 como free agent para assinar com o Toronto Maple Leafs. No Canadá o impacto de Marleau foi para muito além do rinque, já que ele assumiu o papel de mentor para Auston Matthews e Mitch Marner, as duas jovens estrelas da equipe. Ironicamente, os novos contratos dos dois foram a maior razão pela qual o veterano foi trocado, já que seu salário não caberia mais na folha salarial dos Leafs. Após eliminações seguidas para o Boston Bruins mudanças precisaram ser feitas, e Marleau foi trocado para os Hurricanes. 

    Um verdadeiro homem de ferro

    Além de seu talento como jogador, o atleta também é conhecido notoriamente por sua durabilidade e saúde. Afinal, ele detém o recorde da sexta maior sequência de partidas jogadas na história da Liga, e a maior em atividade, com 788 jogos consecutivos. Uma das razões pelas quais San Jose e o atleta assinaram o contrato apenas na quarta-feira (09/10) foi com o intuito de manter a sequência ativa. Isto porque os jogos anteriores não contabilizam como não disputados por Marleau, já que ele não tinha contrato com a equipe. 

    Além de sua iron man streak, Marleau detém diversos recordes na história da franquia californiana. Dentre elas, a liderança em jogos disputados (1.493), gols (508) e pontos (1,082). Por sua versatilidade, já que pode atuar tanto na ala esquerda quanto como central, o veterano será importante na temporada que pode ser um dos últimos suspiros dos Sharks nos playoffs. Com um elenco envelhecido e com longos contratos, as chances de ganharem a primeira Stanley Cup na história da equipe se torna um sonho cada vez mais distante. 

    (Foto: NHL.com/Reprodução)