Etiqueta: nhl

  • Top 5 momentos marcantes: Conferência Leste

    Top 5 momentos marcantes: Conferência Leste

    Já falamos de vários momentos marcantes na história da NHL. Inclusive fizemos um top 5 da Conferência Oeste. Agora chegou a vez de relembramos os cinco momentos especiais que a Conferência Leste nos presenteou.

    The Easter Epic

    A partida que iniciou no dia 18 de abril de 1987 só foi terminar nas primeiras horas do dia 19. Naquele ano, era domingo de páscoa. Os times Washington Capitals e New York Islanders se enfrentaram no jogo 7. Dessa vez, em Capital Centre, no estado de Maryland. Por um lado, dos Capitals, os jogadores Mike Gartner e Grant Martin marcaram gols no primeiro e segundo período. Enquanto os Islanders foram os jogadores Patrick Flatley e Bryan Trottier que marcaram no segundo e terceiro período, respectivamente. Ao fim do terceiro período o placar estava empatado em 2-2. Assim, não teve jeito e o jogo foi para overtime

    Foram necessários quatro períodos de overtime para enfim um dos times marcarem. Os jogadores já estavam cansados. O jogo foi instável durante os primeiros oito minutos do 4OT, afinal aquele já era o sétimo período. Enquanto os Islanders tinham conseguido cinco shots, o Capitals só tinha conseguido um. Os times tinham muito em jogo. Já que quem vencesse a partida iria para o próximo round enquanto o outro iria para casa. Aos 8:47, Pat LaFontaine aproveitou uma passe recebido e mandou o puck para a rede. Com isso, fim de jogo e vitória do time de New York. Atualmente a partida está entre as dez mais longas da história da NHL. Porém, foi o primeiro jogo 7 desde 1968 a precisar de mais de uma hora extra. Sendo assim, foi o único jogo de playoffs em sua temporada que ultrapassou um período de prorrogação.

    Miracle at Molson

    No dia 09 de maio de 2002, o Carolina Hurricanes enfrentava o Montreal Canadiens em mais uma partida da série dos playoffs. A partida aconteceu no Molson Centre em Montreal, Quebec. Era o jogo 4 da série que estava 2-1 para os Habs. Até então, o time da casa estava ganhando de 3-0. Já estava no terceiro período quando veio uma penalidade para o jogador de Montreal. 

    Foram apenas dois minutos de 5 on 3, mas foi o suficiente para os Canes marcarem um gol. Sean Hill aproveitou a chance e abriu o placar para seu time. Menos de dez minutos depois foi a vez de Bates Battaglia. O placar agora estava 3-2, e restava pouco para acabar a partida. Surpreendentemente, faltando apenas 41 segundos para o fim do jogo, Erik Cole deu um rebote num shot de Ron Francis e marcou o gol de empate. Com os Canes conseguindo empatar a partida, foi necessário ir para o overtime e desempatar o jogo.

    Aos 3:14 aconteceu mais um momento histórico na partida. Niclas Wallin fez pela primeira vez o que ficou conhecido como a sua “arma secreta”. Essa foi o primeiro de múltiplos gols em OT na sua carreira. Wallin marcou o gol e Canes empatou a série em 2-2. Por fim, o time da Carolina ganhou a série por 4-2, assim avançando para o próximo round.

    Duelo de hat-tricks

    No dia 04 de maio de 2009, os times Pittsburgh Penguins e Washington Capitals se enfrentaram no segundo jogo da semifinal da Conferência Leste. A partida que foi ganha pelos Capitals por 4-3 entrou para a história do hockey. Isso porque Alex Ovechkin e Sidney Crosby fizeram um hat-trick cada. Assim, tornaram essa noite inesquecível para os fãs do esporte. O responsável por abrir o placar da noite foi Crosby no primeiro período. O canadense aproveitou um passe de Kris Letang durante o power play e marcou o primeiro gol.

    No início do segundo período foi a vez de Ovi marcar seu primeiro gol. Em seguida, ainda no segundo período tivemos novamente um gol de Crosby e ao final do período um gol de David Steckel. Finalizando o placar em 2-2. O terceiro período, por conseguinte, foi bem animado. Com Ovi marcando seu segundo gol num power play e, em menos de três minutos depois, marcou seu terceiro gol. A emoção tomou conta dos torcedores e portanto teve uma chuva de chapéus vermelhos no gelo. Crosby chegou a reclamar com o árbitro sobre a demora para continuar o jogo. No último minuto da partida, Sid the Kid marcou também seu terceiro gol durante um power play. Apesar da derrota nessa partida, os Penguins ganharam a série por 4-3 e posteriormente foram os campeões da Stanley Cup.

    Bruins vs fãs

    Há quase 40 anos, em 23 de dezembro de 1979, Mike Milbury, um defensor do Boston Bruins, entrou em uma briga com um fã do New York Rangers. Isso resultou em todos os jogadores passando por cima do vidro das arquibancadas para entrar na briga. Com exceção de um jogador do Bruins.

    O incidente aconteceu após a vitória dos Bruins de 4-3. A briga iniciou após Phil Esposito, dos Rangers, bater seu stick no gelo e ir para o vestiário depois de não conseguir converter uma briga nos últimos segundos da partida. Com Esposito fora do gelo, quem acabou levando um soco foi Ulf Nilsson dos Rangers, que mais cedo na partida havia batido em Al Secord, autor do soco.

    Como resultado, começou uma briga entre os jogadores que rapidamente passou para a arquibancada, após John Kaptain, fã dos Rangers, atingir um jogador dos Bruins. Kaptain pegou o bastão do jogador. Terry O’Reilly, ao ver isso, foi o primeiro jogador a passar por cima do vidro. Ao total foram dezoito jogadores brigando nas arquibancadas. Ao final da confusão, três jogadores foram suspensos. Além disso, precisaram reinstalar o vidro da arena e até mesmo os fãs processaram os jogadores. No entanto, os jogadores seguiram suas carreiras normais e com isso a briga entrou para a história da NHL.

    Briga entre fãs e os jogadores do Boston Bruins. (Foto: Reprodução / nytimes.com)

    Jaromir Jagr conquista stick de ouro

    Na temporada 2016-17 Jaromir Jagr entrou para a história novamente. Dessa vez, o jogador se tornou o segundo na história da NHL a fazer 1.888 pontos em sua lendária carreira. O ponto histórico aconteceu após Jagr fazer uma assistência que ajudou seu time a marcar um gol contra o Boston Bruins. Mike Matheson disparou o puck para a rede, que bateu na parte de trás de Jagr e depois atingiu Tuukka Rask. O jogador Aleskander Barkov conseguiu atingir o puck que bateu na trave e entrou no gol.

    Após uma breve revisão, o jogo foi interrompido e o capitão do time, Derek MacKenzie, presenteou Jaromir com um stick de ouro. Foi uma forma de comemorar sua grande conquista. Na época, Jagr tinha feito 23 temporadas na NHL, sendo 1.663 jogos e 1.888 pontos.

    Foto: Reprodução / newsobserver.com

  • Casos de arbitragem salarial desta off-season

    Casos de arbitragem salarial desta off-season

    Como já explicamos, a arbitragem é uma forma de mediação de conflitos. No caso da NHL, ela é usada para solucionar os entraves nas negociações salariais entre os jogadores que são restricted free agents (RFAs) com direito à arbitragem e seus respectivos clubes. Com uma das mais recheadas classes de RFAs na história da liga, naturalmente tivemos muitos jogadores que entraram com o pedido de arbitragem. 

    A data limite foi dia 05 de julho, com as audiências agendadas entre os dias 20 de julho e 04 de agosto. Embora existam muitos casos agendados, a grande maioria deles é resolvida antes da sessão de arbitragem.

    (É importante lembrar que o contrato two way significa que o atleta recebe um salário menor quando jogar nas ligas inferiores em relação ao seu salário na NHL. O contrato one way, por sua vez, significa que o salário é o mesmo, independentemente da liga.)

    ANAHEIM DUCKS

    A equipe da Califórnia renovou com o center Chase DeLeo, que terá mais um ano na equipe com o salário de $750,000 em um contrato two way.

    BOSTON BRUINS

    O winger Danton Heinen renovou com os Bruins no dia 9 de julho, firmando um contrato de dois anos que foi avaliado em $5.6 milhões.

    BUFFALO SABRES

    Remi Elie fechou um acordo de um ano em 01 de agosto, avaliado em $700,000. Já Jake McCabe assinou por dois anos, avaliado em $5.7 milhões, no dia 03 de agosto. Evan Rodrigues, por sua vez, renovou por um ano, pela quantia de $2 milhões no dia 25 de julho. O caso mais curioso, porém, foi Linus Ullmark, que renovou seu contrato por $1.325 milhão em 02 de agosto durante a audiência de arbitragem, mas antes que o árbitro decidisse um valor.

    CALGARY FLAMES

    Sam Bennett renovou por dois anos, avaliado em $5.1 milhões, e evitou a arbitragem. Ryan Lomberg renovou por um ano, a quantia de $700,000 em 16 de julho. David Rittich também renovou por dois anos, pela quantia de $5.5 milhões. Por fim, Rinat Valiev renovou pela quantia de $700,000 em 16 de julho.

    CAROLINA HURRICANES

    O primeiro caso de arbitragem foi o de Anton Forsberg, no qual o árbitro definiu o salário de $775,000 para o atleta em 04 de agosto. Já com Brock McGinn, ele e o clube evitaram a arbitragem ao acordarem um contrato de dois anos. 

    COLORADO AVALANCHE

    J.T. Compher e o clube entraram em um acordo de quatro anos avaliado em $14 milhões no dia 17 de julho. Além disso, Sheldon Dries e Ryan Graves também assinaram por mais um ano com a equipe de Denver.

    DALLAS STARS 

    Jason Dickinson e o clube texano entraram em acordo para um contrato de dois anos, avaliado em $3 milhões.

    FLORIDA PANTHERS

    MacKenzie Weegar e a equipe de Sunrise tiveram uma audiência de arbitragem, onde o contrato do atleta foi estendido por um ano, mas os detalhes não foram divulgados pelo clube.

    LOS ANGELES KINGS

    Alex Iafallo e os Kings entraram em acordo sobre uma extensão de dois anos, avaliada em $4.85 milhões.

    MONTREAL CANADIENS

    Os Habs estenderam Joel Armia por dois anos, pela quantia de $5.2 milhões, além de terem ampliado o contrato de Charles Hudon por um ano, avaliado em $800,000. Além disso, Artturi Lehkonen também renovou por dois anos, por $4.8 milhões. 

    NASHVILLE PREDATORS

    A equipe do Tennessee estendeu o contrato de Colton Sissons por sete anos, com um valor total de $20 milhões. Já no caso de Rocco Grimaldi (aquele que tem nome de realeza, mas é americano), foi determinado na audiência arbitral que seu contrato seria de um ano e avaliado em $1 milhão.

    NEW JERSEY DEVILS

    A equipe renovou com Will Butcher por três anos, por $11.2 milhão, com Connor Carrick por dois anos e $3 milhões. Além disso, estenderam Mirco Mueller por um ano, $1.4 milhão.

    NEW YORK RANGERS

    Uma das maiores aquisições da off-season foi Jacob Trouba, vindo do Winnipeg Jets. O defensor americano renovou por sete anos e $56 milhões. Pavel Buchnevich também estendeu com os Rangers por dois anos.

    PHILADELPHIA FLYERS

    Scott Laughton e o clube fecharam um acordo por dois anos e $4.6 milhões.

    PITTSBURGH PENGUINS

    A equipe da Pensilvânia renovou com Zach Aston-Reese por dois anos e $2 milhões.

    ST. LOUIS BLUES

    Jordan Binnington assinou um bridge deal depois de vencer a Stanley Cup, avaliado em $8.8 milhões por dois anos. Os Blues também renovaram com Ville Husso por um ano, Zachary Sanford por dois anos e Oskar Sundqvist por quatro anos. No caso de Joel Edmundson, a situação chegou à audiência de arbitragem, quando foi determinado que o contrato seria de $3.1 milhões por um ano. 

    TAMPA BAY LIGHTNING

    Cedric Paquette renovou com o clube da Flórida por dois anos, por $1.65 milhão anualmente.

    VEGAS GOLDEN KNIGHTS

    A equipe de Nevada renovou com Malcom Subban por um ano, com salário de $850,000.

    WASHINGTON CAPITALS

    Chandler Stephenson e os Caps chegaram em um acordo para um contrato de um ano, avaliado em $1.05 milhão. Já no caso de Christian Djoos, o árbitro decidiu por um contrato de um ano, avaliado em $1.25 milhão.

    WINNIPEG JETS

    Neal Pionk recebeu um contrato de dois anos, avaliado em $6 milhões. No caso de Andrew Copp, o árbitro decidiu por um contrato de dois anos, com valor total de $4.65 milhões.

  • Novatos para ficar de olho nessa temporada

    Novatos para ficar de olho nessa temporada

    Nessa off-season, quando falamos de novatos, o assunto se resumiu ao duo Jack Hughes e Kaapo Kakko. Entretanto, vários jovens draftados nos dois anos anteriores devem iniciar seu primeiro ano completo na NHL durante temporada 2019/2020. Quer saber quem são alguns deles? O NHeLas te conta!

    FILIP ZADINA, LW/RW, DETROIT RED WINGS

    O winger tcheco foi selecionado em sexto pela equipe de Michigan no draft do ano passado. Para muitos, a queda dele, ranqueado acima de Jesperi Kotkaniemi e logo abaixo de Brady Tkachuck, não tinha explicação. Contudo, enquanto os outros dois se tornaram peças importantes em suas respectivas equipes, Zadina foi mandado para a American Hockey League (AHL) após nove jogos na NHL. Lá o jogador teve 35 pontos em 59 jogos, rendendo muito menos do que em seus tempos de major junior

    No ano do draft, atuando pelo Halifax Mooseheads da Quebec Major Junior Hockey League (QMJHL), Zadina marcou 82 pontos em 57 jogos. Mas seu jogo não se transportou para o hockey profissional, e ele teve dificuldades de adaptação. Além disso, Detroit está em um momento complicado, no meio da renovação de uma das franquias mais clássicas do esporte. Por isto, com a saída de veteranos, tudo indica que o tcheco pode ganhar mais espaço nos Wings. Além disso, agora a equipe conta com um GM novo, Steve Yzerman. 

    MORGAN FROST, C, PHILADELPHIA FLYERS

    O canadense foi draftado em 27º no ano de 2017, com a escolha que Philly recebeu de St. Louis na troca de Brayden Schenn. Nos dois anos seguintes, o jovem aterrorizou a competição na Ontario Hockey League (OHL) jogando pelo Sault St. Marie Greyhounds. Em 2017/2018 postou 112 pontos em 67 jogos e no ano seguinte 109 pontos em 58 partidas. O canadense dominou completamente a mais forte das três ligas de major junior

    Frost irá se profissionalizar aos 20 anos e tem um caso forte para entrar na terceira linha dos Flyers. Embora provavelmente tenha que se tornar um winger, ele pode ajudar a equipe da Filadélfia a chegar aos playoffs. Ainda assim, discute-se se ele ou Joel Farabee, draftado em 2018, seriam o jogador mais capacitado para este papel. Por ser um ano mais velho (e consequentemente mais experiente), Frost sai na frente para ser uma peça importante na etapa final do rebuilt dos Flyers. 

    ERIK BRANNSTROM, D, OTTAWA SENATORS

    Há quem compare o perfil do jovem defensor com um outro sueco que já defendeu a equipe da capital canadense e eventualmente se tornou seu capitão. O jogador, adquirido na troca que levou Mark Stone para Vegas, é um dos prospects mais promissores da sua posição. Brannstrom fez 28 pontos em 41 jogos pelo Chicago Wolves, da AHL, antes de ser trocado, e pontuou quatro vezes em nove jogos com o Belleville Senators. 

    O sueco com certeza será parte de um futuro muito promissor, se o clube conseguir ser gerenciado da forma correta. Desta forma, a equipe ainda conta com atletas como Thomas Chabot, Colin White e Brady Tkachuk no elenco, que podem ser a base de um time competitivo em alguns anos. Todavia, para isso acontecer precisam contar com um projeto a longo prazo bem elaborado. 

    CODY GLASS, C, VEGAS GOLDEN KNIGHTS

    O center foi a quinta escolha no draft de 2017, o primeiro realizado pela equipe de Nevada. No Portland Winterhawks, da Western Hockey League (WHL), Glass fez 102 pontos em 64 jogos em 2017/2018. No ano seguinte, fez 69 pontos em 38 partidas, além de ter atuado pelo Chicago Wolves da AHL em 22 partidas dos playoffs, marcando 15 pontos. 

    Com a ida de Nick Suzuki para Montreal e Brannstrom para Ottawa, o jovem center se tornou unanimidade como o principal prospect dos Knights. Com Erik Haula indo para o Carolina Hurricanes, Glass pode vir a ter mais espaço na equipe de Vegas, na qual com certeza fará parte de um duo de centrais com William Karlsson por muitos anos. 

    CALE MAKAR, D, COLORADO AVALANCHE

    Mas esse menino já não jogou na liga, NHeLas? Sim, Cale Makar participou dos playoffs da última temporada, mas ainda preenche os requisitos para ser um novato. Isto significa que, em 2019/2020, o defensor canadense poderá inclusive ser indicado ao Calder, troféu para o rookie do ano. Após a troca de Tyson Barrie para Toronto, Makar terá todo o espaço necessário para desenvolver seu jogo.

    O canadense, que marcou seis pontos em dez jogos dos playoffs, vem de uma temporada excelente no hockey universitário. Sua última temporada na UMass-Amherst resultou no Hobey Baker, troféu de melhor jogador da liga. A tenacidade ofensiva do defensor pode colocá-lo no lugar de Barrie na primeira unidade de power play do Avalanche. Além disso, com MacKinnon e Rantanen juntos com ele no gelo, o jovem não terá dificuldades em pontuar na temporada. 

    Qual prospect você mais quer ver nessa próxima temporada? Conta para a gente aqui nos comentários ou nas outras redes sociais!

    Foto: NHL.com/Reprodução

  • Arizona Coyotes finaliza venda para 1º proprietário hispânico

    Arizona Coyotes finaliza venda para 1º proprietário hispânico

    O Arizona Coyotes anunciou na tarde de ontem (29) que o clube passaria por uma grande mudança. Esta seria a venda majoritária do time para o empresário Alex Meruelo. Anteriormente controlada por Andrew Barroway, a franquia passa, desta forma, a ser a primeira da NHL comprada por um hispânico. Assim, Meruelo se torna o dono majoritário, presidente e governador da equipe. 

    Em um comunicado oficial, no próprio site dos Yotes, o empresário exaltou apenas ótimas expectativas para o time:

    Este é um momento incrível para mim e para minha família. O Arizona Coyotes é um time destinado a grandes coisas dentro e fora do gelo. Estou ansioso para ajudar o hockey a prosperar no deserto, e comprometido em fornecer aos nossos fãs apaixonados, parceiros leais e a todo o Estado do Arizona um time do qual poderão se orgulhar nos próximos anos.

    Alex Meruelo, dono, governador e presidente do Arizona Coyotes.

    Portanto, com a transação, Barroway manterá uma participação minoritária na equipe e se tornará um Governador Suplente do clube. Além disso, Cohen e John Chayka, presidente de operações de hockey e gerente geral, respectivamente, continuarão como governadores alternativos do time.

    Mudança esperada há algum tempo

    Anteriormente, haviam surgido rumores sobre uma possível mudança de proprietários nos Coyotes. Porém, eram especulações até então, já que o único dono majoritário do time era Barroway. O time afirmou que apenas estavam explorando o mercado, e estudando futuras negociações, mas nada confirmado. No entanto, em junho deste ano, o acordo começou a ganhar veracidade quando apenas o nome de Meruelo se tornou o centro das atenções. 

    Em 19 de junho, em reunião com o Conselho dos Governadores da NHL, a transação foi aprovada. Agora é oficial, já que o acordo entre a liga e o time era de que a negociação se prolongasse até o final do verão. 

    Sobre Alex Meruelo

    Filho de imigrantes cubano, Meruelo iniciou sua carreira no negócio de tuxedos, que era inicialmente de seu pai. No entanto, com o tempo, criou o Grupo Meruelo, que tem sua sede baseada na Califórnia, em 1986. Porém, ao longo dos anos, a empresa acabou ampliando seu portfólio. Passaria a compor negócios em jogos de cassino, imóveis, construção e engenharia, hospitais, estações de rádio e televisão, serviços de alimentação, entre outros. Por fim, seu networth é avaliado em cerca de três bilhões de dólares. 

    Com a compra dos Yotes, Meruelo se torna o primeiro hispânico a obter os direitos de um clube da NHL.

    Foto: Reprodução/latimes.com

  • Como funciona a realocação dos times?

    Como funciona a realocação dos times?

    Talvez o time que você torça já tenha mudado de cidade. Na NHL, é possível que um time mude de cidade e seja, portanto, realocado. Ou franquias/ times podem, simplesmente, parar de existir. Porém, quais os motivos por trás de tais mudanças? Explicamos, a seguir, todo o processo de realocação e os times defuntos da liga.

    Como funciona o processo de realocação

    Mapa com times relocados/extintos e
    Mapa com times realocados/extintos em destaque. Foto: Wikipedia/Reprodução

    Primeiramente, o órgão governante da NHL (denominado Conselho de Governadores) é responsável por estabelecer as políticas do campeonato e também por defender sua constituição.

    Além disso, é esse o órgão que analisa e aprova as realocações. Cada equipe nomeia um indivíduo para representar sua equipe. Em seguida, uma votação majoritária é necessária para efetuar a realocação de um time ou franquia.

    Para que um time seja considerado de fato realocado, é necessário que ele esteja fora de sua cidade originária. E que esteja a 50 milhas dos limites corporativos da cidade.

    A realocação

    A partir de 1967, houve um intenso fluxo de realocações. Seja por conta de pouco retorno financeiro das franquias, ou por uma pequena fan base interessada no esporte, remover um time de sua cidade original se tornou uma opção viável ao invés de continuar mantendo um mercado com dificuldades.

    Goleiro do California Golden Seals, time que passou por diversas relocações até virar o Dallas Stars. Foto: Bruce Bennett/Getty Images

    Como por exemplo, é o caso dos California Golden Seals (1967-1976). O time da Califórnia teve sua realocação para Cleveland, virando o Cleveland Barons. Os dois times eram considerados fracos e duraram somente dois anos, de 1976 a 1978. Em 1978 se juntaram ao já existente Minnesota North Stars. O North Stars, diferente dos Barons, tinham um sucesso moderado nos playoffs, inclusive chegaram a duas finais nos anos 1980 e 1990.

    Contudo, com pouco apoio de grandes empresas e empresários, e a participação dos fãs nos jogos diminuindo gradativamente, a ideia de a franquia ser realocada foi crescendo. Além disso, nos anos 1990 a NHL estava interessada em expandir a liga mais uma vez.

    Enfim a solução encontrada foi mover o time de Minnesota para o Texas. Em busca de melhores condições, a franquia se instalou em Dallas. Parece ter dado certo, pois a franquia mantém-se até a hoje e ainda ganharam a Stanley Cup em 1999. Curioso notar que a única semelhança entre o time original e o time atual são as cores verde e amarelo.

    Dallas Stars ganhando a cup em 1999
    Apenas seis anos depois de terem sido realocados para Dallas, no Texas, o time ganhou a Stanley Cup em 1999. Foto: Reprodução/NHL.com

    Nomes iguais, franquias diferentes

    A história de uma franquia inclui os feitos conquistados em diferentes cidades. Para que os atuais Ottawa Senators e Winnipeg Jets pudessem usar o nome do time e o logos, ele tiveram que obter a permissão do Conselho de Governadores. Por exemplo, o Kansas City Scouts, o Colorado Rockies e o New Jersey Devils são uma franquia. Do mesmo modo que o Hartford Whalers, time que existiu até 1997, e depois virou o Carolina Hurricanes também são uma franquia.

    O logo do primeiro Ottawa Senators, de 1883. Ao lado, o Ottawa Senators conhecido hoje. Apesar de possuírem o mesmo nome, a história do primeiro time não pode ser misturada com a história do time atual.

    A primeira franquia de hockey chamada Ottawa Senators existiu de 1883 a 1954, passando por uma realocação (em 1934, virariam o St. Louis Eagles). No entanto, não partilham sua história com o atual Ottawa Senators, time fundado em 1992. Diferente do time de 1992, o Ottawa Senators de 1883 possuía 11 Stanley Cups, porém foi realocado e eventualmente extinto em 1954.

    Após 54 anos, por esforços de um investidor de Ottawa em conjunto com outros interessados em trazer um time de hockey canadense para a NHL, o Ottawa Senators atual foi criado.

    Os casos de Winnipeg Jets e Arizona Coyotes

    Winnipeg Jets de 1972 e Winnipeg Jets de 2011. Apesar do mesmo nome e mesma localidade, os dois times não possuem a mesma história.

    À primeira vista, é possível achar que o Winnipeg Jets atual é o mesmo de 1972, já que ambos os times são canadenses que compartilham o mesmo nome. Porém, essa é a única semelhança entre os dois.

    Embora possuíssem uma fan base leal, os Jets sempre tiveram um mercado pequeno. Consequentemente, acabaram sofrendo em especial com as dívidas financeiras. Enfim, em busca de melhores condições financeiras, o time foi vendido em 1996 e foi renomeado. Então, foram realocados para o Arizona e passaram a ser chamados de Arizona Coyotes.

    Atualmente, o Winnipeg Jets de 1972 é o Arizona Coyotes, enquanto o Winnipeg Jets de hoje derivou de uma realocação do time Atlanta Trashers.

    Já os Jets de hoje derivaram do Atlanta Trashers, time da cidade da Geórgia. Considerado um time fraco, os Trashers nunca ganharam um jogo de playoff em seus 12 anos de existência. Logo, possuíam dificuldades em atrair os cidadãos para os jogos.

    A franquia foi vendida para investidores de Winnipeg. Eles duraram como Atlanta Trashers de 1999 até 2011, tornando assim, a franquia mais recente a ter sido renomeada e realocada.

    Como fica a história dos times?

    Portanto, os Jets atual compartilham a história dos Trashers. E o Arizona Coyotes compartilha a história dos Jets de 1972. Em hipótese, se o primeiro Jets e os Trashers tivessem ganhado uma cup enquanto ainda estavam em suas cidades antigas, essas cups contariam na história do atual Yotes e Jets, respectivamente.

    Outro caso parecido é o do Quebec Nordiques, time também realocado, que em 1995 viraria o Colorado Avalanche. Assim como o Dallas Stars, o resultado foi bom. Colorado ganhou a cup do ano em que se fixaram em Denver, a de 1995-1996, e a segunda em 2000-2001.

    Mesmo que a realocação seja um modo de não extinguir uma franquia de vez, vale a pena ressaltar que ela não é uma solução definitiva ou mágica para os problema financeiros.

    É possível ver, nos dias de hoje, o Arizona Coyotes com fortes problemas de público nos jogos e problemas financeiros. Também vale ressaltar que eles não vão para os playoffs desde 2012.

    Os times extintos

    Ao longo da história da liga, os motivos pelos quais os times foram extintos foram diversos. Entretanto, assim como as realocações, todos eles tinham um denominador comum financeiro.

    Montreal Wanderers em 1915. Foto: Reprodução/Hockeygods.com

    O Montreal Wanderers (1917-1918), campeão de quatro Stanley Cups, foi o primeiro time a ser extinto. O motivo seria a falta de jogadores por conta da Primeira Guerra Mundial. Outro time canadense, o Hamilton Tigers, também acabou devido à greve de jogadores.

    Time de Nova Iorque, o Brooklyn Americans acabaram por problemas financeiros. Foto: Reprodução/Neil Best

    Similarmente aos Wanderers, o Brooklyn Americans (1925-1948) sofreu com problemas financeiros e também com a falta de jogadores devido à Segunda Guerra Mundial.

    Por outro lado, Philadelphia Quakers (1930-1931), St. Louis Eagles (1934-1935) e Montreal Maroons (1924-1948) foram dissolvidos por conta de problemas financeiros oriundos da Grande Depressão. Sendo que, antes de acabar, o Quakers tinha sido realocado de Pittsburgh (antes conhecidos como Pittsburgh Pirates, franquia que durou de 1925 a 1930) pelos mesmos problemas financeiros. Já os Eagles eram antes conhecidos como Ottawa Senators (1917-1934).

    No site puckreport.com é possível ver em detalhes a lista de todos os times realocados.

  • Cinco momentos inesquecíveis na história da Stanley Cup Final

    Cinco momentos inesquecíveis na história da Stanley Cup Final

    É senso comum para todo o fã e jogador de hockey que, em playoffs da NHL, vale tudo. Os times mudam, os jogadores também. É, basicamente, uma nova equipe. Porém, se passamos a falar de Stanley Cup Finals, a competição atinge um outro nível. As coisas ficam intensas entre os dois times que precisam disputar arduamente pela taça em sete jogos. Junto de tanta competição, vem também os melhores momentos e jogos que o torcedor espera ver durante toda a regular season. Por isso, o NHeLas resolveu trazer os cinco momentos mais inesquecíveis na história das finais da Stanley Cup.

    Stanley Cup Final 1928, Jogo 2 – New York Rangers vs Montreal Maroons

    Sendo sua primeira aparição na história das Finais da Stanley Cup, a última coisa que os Rangers pretendiam era desapontar seus fãs. O time havia perdido o primeiro jogo da série para os Maroons. Porém, apesar dos imprevistos, a equipe de New York fez o possível e impossível para ficar à frente no placar no jogo 2. Inclusive, escalar o próprio técnico para defender suas redes. 

    O goleiro regular dos Rangers, Lorne Chabot, acabou sofrendo uma concussão em seu olho. Esta durante um lance, ainda no segundo período do jogo. Apesar de terem dois goleiros reservas para assumir o papel, os Maroons se negaram a aceitar que qualquer um destes assumisse a posição. Portanto, sem maiores alternativas, o técnico da equipe, Lester Patrick, tomou a responsabilidade (e as luvas) e assumiu a goleira do time. Atuou pelo restante dos últimos períodos. Com seus incansáveis esforços, e palavras de incentivo, o time conseguiu uma vitória de 2 a 1, em OT, no time do Canadá. Seguidamente, o time de New York acabou levando a taça. Esta foi a segunda a ser levantada por um time estadunidense. A primeira havia sido pelo Seattle Metropolitans, em 1917. 

    Chabot acabou se tornando um dos jogadores mais velhos a disputar uma Stanley Cup Final, com 44 anos de idade. No entanto, mais tarde, perderia o posto para Chris Chelios, em 2008, que tinha 46 anos. 

    Red Wings entregam a taça para Vladimir Konstantinov, 1998

    Esta talvez seja uma das histórias mais emocionantes que poderiam acontecer em uma Stanley Cup Final. Em 1997, após eliminarem o Philadelphia Flyers em quatro jogos, o Detroit Red Wings levantou sua oitava taça. Porém, aqueles que deveriam ser dias de pura comemoração, acabaram se tornando em tragédia.

    O defensor do time, Vladimir Konstantinov, se envolveu em um acidente gravissímo, que resultou no final trágico de sua carreira. O carro em que o jogador estava acabou colidindo, causando a este lesões severas no cérebro. Por conseqüência, passou o restante de sua vida em uma cadeira de rodas. 

    Na temporada de 1998, os jogadores do Red Wings dedicaram a maior parte dos jogos ao seu teammate. No entanto, mais ainda, eles fizeram da tragédia uma motivação para chegar às finais e ganhar a segunda taça seguida por Konstantinov. E conseguiram. 

    O time de Detroit venceu o Washington Capitals em quatro jogos. Sendo este último na casa dos Capitals, levantando a Lord Stanley pela nona vez. Porém, sabendo que Vladimir estava na arena, os jogadores dos Red Wings chamaram o defensor ao rinque para levantar a taça junto dele. Isso por que, apesar dos pesares, ele merecia a vitória tanto quando a atual equipe de Detroit. 

    Não havia um olho sem lágrimas enquanto o russo levantava a taça. Mais uma prova de que o hockey é muito mais do que um simples esporte. 

    Bob Baun marca o gol da vitória com perna quebrada, em 1964

    Baun não era conhecido por ser o goleador do Toronto Maple Leafs. Porém, foi com sua ajuda que a equipe conquistou seu 12º campeonato na NHL. Tal defensor marcou um dos gols mais memoráveis da história da Stanley Cup, no jogo 6. 

    Depois de uma grave entrada, Bob precisou ser retirado do rinque em uma maca, devido a situação da lesão. O resultado da colisão foi uma perna quebrada para o jogador e, aparentemente, o fim da temporada para este. 

    No entanto, por algum motivo, Baun acabou voltando para o jogo, quando este já estava em overtime. Em uma jogada incrível, e com muito esforço, o camisa 21 dos Leafs acabou marcando o gol da vitória do time. Assim, o Toronto insistiu com um jogo 7 e ganhou mais uma chance de ganhar a taça. O que acabou por acontecer, já que os Maple Leafs acabaram derrotando o Detroit Red Wings no jogo 7. Desta forma, o time levantou a sua décima segunda Stanley Cup. 

    Bob marcou apenas 37 gols em 964 jogos em sua carreira na NHL. No entanto, foi esse famoso gol, e sua insistência durante o jogo, disputando com uma lesão, que fizeram com que ele tivesse para sempre seu nome marcado na história do hockey.

    O primeiro campeonato do Dallas Stars, em 1999

    O Dallas demorou algum tempo para se estabelecer como um dos melhores times da NHL. Porém, anos como o de 1999, mostram o quanto essas palavras não poderiam ser mais verdadeiras. 

    Aquela seria a terceira aparição do Dallas em uma Stanley Cup Final. O time, que tinha como adversário o Buffalo Sabres, apareceu somente em duas. Apesar de o Dallas ter feito uma ótima campanha até as finais, o fato que ficou marcado na história do jogo final foi o controverso gol do Dallas em OT. 

    O jogo, no entanto, em si, foi completamente intenso. Ambos os times fizeram cada um apenas um gol. Assim, levando o jogo para aqueles que foram um dos maiores OTs da história de uma Stanley Cup Final. O jogo teve nada mais, nada menos, do que três OTs. Depois de cinco jogos intensos, os dois times estavam jogando os períodos finais da partida completamente esgotados. Nenhum puck passava por nenhum dos dois goleiros. Até que um lance de Brett Hull acabou dando sorte ao Dallas. 

    Aos 14:51 do terceiro OT, Hull, através de um rebote do goleiro dos Sabres, colocou o puck no fundo da rede. Porém, muitos fãs dos Sabres reclamaram impedimento, já que os skates de Brett estavam à frente da linha, antes mesmo de o puck chegar. No entanto, o gol foi considerado pela arbitragem. Finalmente, após aquilo que foi uma das melhores (e mais cansativas) campanhas já feitas, o Dallas Stars acabou levantando sua primeira taça, na casa do Buffalo Sabres. Apesar das controvérsias, foi um gol memorável para uma temporada mais memorável ainda. 

    Desta forma, o jogo entra para a história como a partida de maior duração em um jogo decisivo de Stanley Cup Final, e o segundo maior entre todos os jogos da final.

    A temporada histórica do St. Louis Blues em 2019 e seu amuleto da sorte, Laila Anderson

    Sendo fã ou não do time, é necessário reconhecer que o St. Louis percorreu um vasto caminho até a chegar à final da Stanley Cup. Do último lugar na temporada regular à conquista de seu primeiro campeonato. O time, certamente, é um exemplo de superação. Outro exemplo de superação é Laila Anderson.

    Laila é, com toda certeza, uma das maiores torcedoras do St. Louis Blues. Com apenas 11 anos, a garotinha já enfrentou mais batalhas que podemos imaginar. Ela possui HLH, uma doença rara e não imune. Vivendo entre sua casa e corredores de hospital, Laila encontrou no St. Louis um motivo a mais para continuar lutando. Mesmo quando os Blues estavam fazendo sua pior campanha na temporada, esta continuou torcendo fielmente pelo time, e acreditando em seu potencial para trazer sua primeira Stanley Cup para casa. 

    A menina acabou se tornando o amuleto da sorte do time, e acompanhou grande parte dos jogos do time na final dentro das arenas. E os Blues acabaram levando seu primeiro campeonato, sobre o Boston Bruins. Assim como os demais jogadores, Laila também foi chamada ao rinque, para levantar a taça que era tão dela quanto deles. O time inteiro admira e reconhece a força de Laila, levando sua jornada e batalhas como inspiração. Eles acabaram a adotando como uma parte do time.

     

    Mais um exemplo sobre como o hockey pode ser bem mais que apenas um esporte na maior parte das vezes. 

    E vocês, quais são seus momentos preferidos das finais da Stanley Cup? Conta para nós nos comentários!

    Foto: Reprodução/washingtonpost.com

  • Melhores momentos na história da NHL

    Melhores momentos na história da NHL

    Que a NHL é cheia de momentos históricos todo mundo sabe. Alguns são inusitados; já outros são emocionantes, como recentemente o da menina Laila, fã do atual campeão St. Louis Blues. São tantos momentos que dá até para se perder. Por isso, nós do NHeLas decidimos fazer uma pequena seleção de alguns desses momentos.

    Ace Bailey, o primeiro jogo beneficente

    No dia 12 de dezembro de 1933, Ace Bailey, jogador do Toronto Maple Leafs, viu a sua carreira acabar após sofrer um hit violento de Eddie Shore, jogador do Boston Bruins. Bailey bateu a cabeça no gelo e fraturou o crânio, chegando a convulsionar no local. O jogador, então, foi submetido a várias cirurgias, onde os médicos faziam o possível para salvar a sua vida. Após acordar do coma e com a certeza de que Ace ficaria bem, a liga tomou as providências e penalizou Shore devidamente. No entanto, Ace não poderia jogar hockey nunca mais. Com isso, o time decidiu então fazer um jogo beneficente para arrecadar dinheiro para o jogador.

    O jogo, que aconteceu no dia 14 de fevereiro de 1934, conseguiu arrecadar quase 21 mil dólares e o time de Boston doou mais 6 mil dólares para o jogador. No final do evento, o então proprietário dos Leafs, Conn Smythe, aposentou o número de Bailey. Assim tornando Bailey o primeiro jogador a ter seu número aposentado por uma equipe na história da NHL. Mas o ponto alto da noite foi a icônica foto de Bailey e Shore apertando as mãos antes da partida. A partida é considerada o primeiro jogo all-stars apesar de o evento só ter se tornado anual 13 anos depois.

    Primeira transmissão de um jogo na TV canadense

    Quando a liga foi criada em 1917, os fãs de hockey só podiam ver os jogos ao vivo. Até que em 1923 os jogos passaram a ser transmitidos também pela rádio. Somente anos depois que os fãs enfim iriam poder assistir os jogos do conforto de sua casa. Isso porque no dia 11 de outubro de 1952, os times Montreal Canadiens e Detroit Red Wings jogaram a primeira partida televisionada no Canadá. Canadiens ganhou do Red Wings por 2-1 e assim os times entraram para história do hockey. 

    Willie O’Ree, o primeiro jogador negro na NHL

    Apesar de hoje em dia já ter jogadores negros na liga, isso só foi possível porque, em 18 de janeiro de 1958, o canadense Willie O’Ree fazia a sua estreia pelo Boston Bruins. O’Ree jogava em uma liga menor quando um jogador do Bruins se lesionou, deixando o time com um jogador a menos. Assim Willie, que na época estava cego de um olho devido a um puck no rosto dois anos antes, omitiu a sua lesão e fez a sua estreia na liga. Em 2018 foi nomeado para o Hockey Hall of Fame na categoria Builders.

    Primeiro goleiro a marcar um gol

    Apesar de muitos goleiros já terem tentado marcar um gol, o primeiro goleiro a ter seu nome creditado a um gol foi por acidente. Foi em 1979, numa partida entre New York Islanders e Colorado Rockies. Billy Smith, goleiro dos Islanders, ao impedir que um jogador adversário marcasse um gol, bateu no puck. Por não ter nenhum goleiro na rede dos Rockies, acabou marcando um gol por “acidente”. Como Smith foi o último jogador do Islanders a tocar no puck, o gol foi creditado a ele.

    Mr. Hockey retorna para jogo all-stars

    Após ter se aposentado da NHL em 1971 e jogado alguns anos pelo WHA com seus dois filhos, Gordie Howe retornou a NHL para a temporada 1979-80, quando jogou pelo time Hartford Whalers (atualmente Carolina Hurricanes). Na mesma temporada, Howe foi chamado para participar dos jogos all-stars que, naquele ano, seria na cidade de Detroit. Ao ser anunciado nas apresentações pré-jogo, Gordie teve uma grande surpresa ao ser aplaudido de pé durante dois minutos. Foi necessário que o jogador saísse do gelo para que o público se acalmasse. Mas essa não foi a única vez, durante a partida o jogador foi ovacionado diversas vezes pelo público.

    Evento inédito na Filadélfia

    Em 1993, Mario Lemieux foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin. Com isso, o jogador precisou fazer tratamento e consequentemente perdeu alguns jogos. Mas isso não parou Lemieux completamente. Após terminar sua última sessão de radiação, o canadense voou para a Filadélfia para participar de uma partida contra o Philadelphia Flyers. Para a surpresa de todos, ao entrar no gelo, o capitão do Pittsburgh Penguins foi aplaudido de pé pelos fãs da equipe rival. Um evento inédito já que os torcedores dos Flyers são conhecidos por serem mais duros e ter uma grande rivalidade contra os Penguins.

    Aposentadoria de Wayne Gretzky

    No dia 18 de abril de 1999, Wayne Gretzky estava jogando a última partida de sua carreira antes da aposentadoria. Apesar de não ter marcado tantos gols como de costume, Gretzky, em sua última temporada, ainda conseguiu quebrar o recorde que até então era de Gordie Howe. Numa partida entre New York Rangers e Pittsburgh Penguins, a NHL quebrou o protocolo e cantou o hino do Canadá e do EUA. Com isso, Wayne teve uma pequena homenagem. Bryan Adams, ao cantar o hino do Canadá, mudou a letra de “O Canada, we stand on guard for thee”. Cantou: “We’re going to miss you, Wayne Gretzky”. John Amirante, ao cantar o hino dos EUA, mudou a letra para incluir a frase “in the land of Wayne Gretzky”. Em sua última partida, Gretzky marcou uma assistência, assim ajudando no único gol que seu time marcou na noite.

    Foto: Reprodução / nhl.com

  • Seis jogadores que trocaram o número de sua jersey

    Seis jogadores que trocaram o número de sua jersey

    Quando William Nylander entrar no Air Canada Center em outubro com os Leafs, será com um novo, porém familiar, número em sua jersey. O center anunciou em suas redes sociais que, ao invés do número 29, passará a usar o 88 na próxima temporada.

    Porém, para os fãs que possuem a camisa com o antigo numeral, o jogador pensou em uma solução. Irá cobrir a conta de todos aqueles que resolverem trocar o número 29 pelo 88. Desta maneira, até Dezembro de 2019, os torcedores dos Leafs poderão trocar de graça o número de suas jerseys. Cortesia do center

    No entanto, não é a primeira vez que Nylander troca o número de sua jersey no Maple Leafs. Na sua primeira temporada pela equipe canadense, o jogador de origem sueca costumava usar o 39. Porém, no ano seguinte, decidiu trocar para o número 29. Este que usou até a troca no início da semana. 

    Certamente o jogador não é o primeiro a trocar seu número mais de uma vez pelo mesmo time. O NHeLas, então, resolveu trazer quais jogadores que já trocaram o número da jersey mais de uma vez, jogando pelo mesmo time. 

    Jack Eichel

    Eichel foi draftado no ano de 2015, pelo Buffalo Sabres. Quando começou sua carreira no time, costumava jogar com a camisa número 15. Posteriormente, com a ida de seu teammate, Evander Kane, para os Sharks, Jack teve carta branca para trocar o número de sua jersey para 9. 

    O motivo foi que o número tem história para o jogador. Antes de entrar na NHL, ele costumava jogar com a camisa 9 pela Universidade de Boston e ligas inferiores antes da universidade. 

    Maurice “Rocket” Richard

    Richard, com certeza, tem seu nome marcado na história do hockey. Foi certamente a razão de muitos fãs do esporte adquirirem a camisa número 9. Quando começou a jogar no Montreal Canadiens, em 1942, o right-wing costumava usar o número 15. Porém, com o nascimento de sua filha, Maurice resolveu fazer a troca para o novo número. 

    O motivo? A menina nasceu com nine pounds (equivalente a 4kg). Por isso, em sua homenagem, ele optou por trocar o número de sua jersey. 

    Gordie Howe

    Mr. Gordie Howe também marcou seu nome no esporte. Quando começou a jogar pelo Detroit Red Wings, em 1946, o jogador costumava usar o número 17. Na temporada seguinte com o clube, lhe foi oferecida a jersey número 9. Ele aceitou de muito bom grado. 

    No entanto, não existe nenhuma razão sentimental por trás do porquê. Em uma entrevista com Wayne Gretzky, em 2014, Mr. Hockey admitiu que fez a troca para ter “boas noites de sono”:

    “Muitas pessoas podem não saber que meu primeiro número com os Red Wings era o número 17, até o início da minha primeira temporada. O nº 9 ficou disponível e foi oferecido a mim. Nós costumávamos viajar de trem naquela época, e caras com números mais altos tinham o beliche superior no vagão-cama. O nº 9 significava que eu tinha uma posição mais baixa no trem, o que era muito melhor do que engatinhar na cama de cima.”

    John Davidson

    Davidson foi um goleiro que atuou pelo New York Rangers. No início de sua carreira, costumava usar o número 30. No entanto, em 1977 trocou a numeração para 00. Ele queria este pois era um número mais baixo, e combinava com goleiros. 

    Ironicamente, com a jersey 00, o goleiro apenas defendeu um shout-out. 

    Ray Bourque

    Bourque começou sua longa carreira em 1980, pelo Boston Bruins. Desde então, foi designado a ele o número 7. Este também pertenceu a outra lenda do clube, Phil Esposito. No entanto, em 1987, os Bruins resolveram aposentar o número 7 em homenagem a Esposito (na cerimônia, foi Bourque quem entregou a camisa 7 para o ídolo do time). Desta forma, Ray passou depois a usar o número 77 pelo Boston. 

    Bobby Orr

    Quando Orr se juntou ao Bruins, tinha a intenção de usar o número 2 (número que usou quando jogava no juniors). Porém, os Bruins destinaram a ele a camisa 27. No entanto, quando outro jogador do time foi cortado da equipe, Bob optou por usar o número 4. Este seria o mais perto que chegaria do número que desejava. 

    O curioso é que, após sua aposentadoria, o número 4 virou legendário na equipe. 

    Vocês conhecem algum outro jogador que tenha trocado o número da sua jersey? Comenta na nossa caixa de comentários para sabermos também!

    Foto: Reprodução/editorinleaf.com

  • As 5 maiores rivalidades da NHL

    As 5 maiores rivalidades da NHL

    O hockey talvez seja um dos esportes mais interessantes do mundo devido a toda sua dinâmica. Com isso, vem as rivalidades entre os times. São elas que trazem intensidade ao esporte. Portanto, rivalidades nascem seja por pertencerem ao mesmo estado, por algum motivo chave, ou até mesmo pelo simples fato de se odiarem. Desde luvas no chão à sangue no rink e muitos socos e palavras mal intencionadas, as rixas entre os times da NHL assumem um outro nível de competição. Por isso, o NHeLas resolveu trazer hoje as cinco maiores rivalidades que já existiram na história da Liga.  

    Colorado Avalanche vs Detroit Red Wings

    Esta é, com certeza, uma das mais sangrentas rivalidades que já existiram na NHL. Tal rixa foi solidificada devido a uma das maiores brigas já existentes na história da liga, protagonizada pelas duas equipes citadas. A briga, portanto, foi apelidada de “Brawl in Hockey Town”, por ter sido em Detroit. Porém, também ficou conhecida como “Bloody Wednesday”, devido ao fato de vários jogadores saírem do rinque sangrando. 

    A rivalidade teve seu start nos playoffs de 1996 da Stanley Cup, durante a Final da Conferência Oeste. Eventualmente, em algum momento do jogo, Claude Lemieux, jogador do Avalanche, acertou em cheio o Red Wing Kris Draper nas paredes do rinque. Draper, no entanto, acabou por bater o rosto no vidro, o que resultou na aquisição de ferimentos gravíssimos. Por conseguinte, o rancor entre as equipes foi estabelecido e a rivalidade formada. Porém, uma das maiores brigas que os torcedores da NHL viriam a presenciar aconteceria um ano depois.

    Inegavelmente, o time de Detroit não conseguiu esquecer do episódio envolvendo Draper. Por isso, o último jogo da temporada regular, disputado entre as duas equipes, começou com grande tensão no ar. Tudo desencadeou devido a uma briga entre Igor Larionov e Peter Forsberg, que os árbitros não tiveram dificuldade para controlar. No entanto, quando Darren McCarty tirou as luvas e partiu para cima de Lemieux, o caos se instalou no The Joe. A briga envolveu quase todos os jogadores que estavam no rinque. Quando os árbitros chegaram a controlar o conflito, precisaram tirar o sangue espalhado pela pista. Posteriormente, após a aposentadoria, Kris Draper chegou a escrever um artigo para os “The Players Tribune”, que retrata o quanto a rivalidade teve impacto no sucesso do Detroit. 

    “The Brawl in Hockeytown”, protagonizada pelos Red Wings e Avalanche.

    A rivalidade entre os dois times nasceu do jeito Old School de se jogar hockey. As equipes se tornaram rivais pelo nível de competição que carregavam a cada jogo disputado. Talvez não seja a primeira rivalidade que vem à cabeça do torcedor, mas, com certeza, é uma das que mais agracia a NHL. 

    New York Islanders vs New York Rangers

    Rivalidades entre times de um mesmo país são conhecidas por serem calorosas. Porém, quando esta se instala em equipes que habitam a mesma cidade, a competição assume outro nível. 

    Chamada de “Batalha de Nova York”, a rivalidade entre New York Islanders e New York Rangers teve seu início em 1972. Coincidentemente, o mesmo ano em que os Isles passaram a compor a liga. Por ser o único time da liga a reinar em New York, os Rangers costumavam ser o pride and joy da cidade. Porém, a adição de um novo time, instalado não tão longe do Garden, fez a rivalidade nascer.

    Desde a primeira vez que se encontraram nos playoffs, as equipes tiveram seus caminhos cruzados na pós-temporada apenas cinco vezes. Atualmente, os jogos competitivos ainda vivem quando ambas as equipes disputam. Os fãs, principalmente, preservam a rivalidade tanto quanto os jogadores. 

    Os Rangers, posteriormente, criaram o famoso apelido “Fish Sticks” para o rival. Isto porque os Islanders tinham na camisa, anteriormente, um logo que remetia a varas de pescar. Também inventaram uma cantiga, chamada “Potvin Sucks”. Esta surgiu devido a uma entrada que o Islander, Denis Potvin, realizou no Ranger Ulf Nilsson. Tal impacto acabou gerando um tornozelo quebrado para o center. Já os Islanders criaram um canto famoso entre a torcida: “If you know the Rangers suck”. Tal qual que é baseado na cantiga infantil, “If you’re happy and you know it”.

    A rivalidade já gerou várias brigas e casa lotada para os dois times. Todo o amante de hockey sabe que, sempre que Isles e Rangers se encontram, será um bom jogo.

    Montreal Canadiens vs Toronto Maple Leafs

    A rivalidade Canadiens – Leafs é uma das mais antigas da NHL. Esta surgiu no ano de 1917. Ela se origina devido a grande rivalidade entre as duas maiores cidades no Canadá. Tais quais são casas para os dois times. Assim, como o Canadá vive pelo hockey, é compreensível que os dois times que ajudaram a originar a liga se tornariam rivais. 

    Ambos já se encontraram 15 vezes nos playoffs desde suas origens. Entre estas, no entanto, cinco foram em Stanley Cup Finals, anteriormente a colocação destes na mesma divisão/conferência. 

    No entanto, apesar de terem na conta uma grande lista de brigas durante os jogos que disputam entre si, a rivalidade continua viva. Assim sendo, alguns episódios provam o ponto. Como quando o Maple Leaf, Mikhail Grabovski, durante uma briga, mordeu o Canadiens, Max Pacioretty, em 2013. O capítulo gerou grande repercussão em toda a liga, em relação a conduta de Grabovski. 

    Em certos momentos, alguns analistas tentam explanar qual o melhor time, fazendo uma análise de ambos durante a temporada. Isto tudo com o intuito de dar um fim à rivalidade. Porém, apesar do sucesso que as duas equipes adquiriram ao longo dos anos, rivalidades assim não desaparecem. Não quando estamos falando sobre o país do hockey. 

    Boston Bruins vs Montreal Canadiens

    A rivalidade entre os Bruins e Canadiens talvez seja a mais acalorada da liga. Esta vive até os dias atuais, desde que surgiu em 1924. Tais times foram os que mais se encontraram em jogos na NHL, principalmente playoffs. Foram 34 jogos entre as equipes na pós-temporada, ao longo de suas histórias. Assim, devido a tantos encontros, inevitavelmente seria impossível não existir uma rivalidade. Tal qual é extremamente feroz. As brigas  acontecem constantemente entre os jogadores, técnicos e torcidas. 

    No entanto, os dois times não tem nenhuma razão geográfica para a rixa, como Canadiens e Toronto. Mesmo assim, é extremamente complicado para as duas equipes ter uma relação amigável. E isto se dá porque ambas querem sempre ter vantagem uma sobre a outra. 

    Vários episódios, como a briga dos goleiros Price e Thomas em 2011, ou quando ambos os times soltaram as luvas no vestiário, em 1986, ressaltam o óbvio: os times não fazem questão de se darem bem. Não importa a situação, as duas equipes se odeiam. Os próprios jogadores já expressaram que não fazem questão que a rivalidade vá embora tão cedo. 

    Pittsburgh Penguins vs Philadelphia Flyers

    Assim como Rangers e Islanders, Pittsburgh e Philadelphia levam a rivalidade extremamente a sério. Nomeada de “Batalha da Pensilvânia”, ela surgiu em 1967, quando, coincidentemente, ambos os times passam a compor a liga devido a expansão. A partir do momento que os dois times entraram no rinque, eles sabiam que, com toda a certeza, dividiriam o estado com o inimigo. 

    Ambos já se encontraram seis vezes nos playoffs, com os Flyers tendo o maior número de jogos vencidos. No entanto, enquanto os Flyers lideram a rivalidade em número de vitórias, os Penguins ganham com o sucesso nos playoffs da Stanley Cup. Nos últimos dez anos, o time de Pittsburgh ganhou três Stanley Cups.

    Assim como os fãs, os próprios jogadores abastecem a rivalidade. Crosby declarou, em 2012, que: “Nós não gostamos um do outro. Você pode dissecar tudo o que quiser, mas o fato é que não gostamos um do outro. Ambas as equipes trazem muitas coisas ruins umas para as outras”. Porém, também inspirou inúmeras brigas entre jogadores no rinque (Sidney Crosby e Claude Giroux são campeões), sob os olhos curiosos de casas lotadas.

    Desta formada, com a paixão demasiada dos fãs da Pensilvânia pelos seus times, a rivalidade entre Pittsburgh e Filadélfia nunca morrerá.

    Foto: Reprodução/ftw.usatoday.com

  • Um resumo do Free Agency

    Um resumo do Free Agency

    A Free Agency começou no dia 1º de julho. Desde então, os fãs de hockey puderam acompanhar grandes transações entre os times da NHL. Algumas trades foram surpresa, outras nem tanto; alguns contratos entry level foram assinados – como o de Kaapo Kakko e Jack Hughes. Por isso, o NHeLas resolveu fazer um resumo sobre os melhores acordos entre jogadores e equipes que tem acontecido na última semana. 

    ANAHEIM DUCKS

    O time de Anaheim assinou um acordo de um ano com o left wing, Andreas Martinsen. Este, que veio dp Rockford (AHL) de Chicago, concordou, por fim, em um contrato no valor de 750 mil dólares. 

    Também assinaram com o ex-goleiro dos Oilers, Anthony Stolarz. Este concordou em um contrato de dois anos com o time, no valor de 750 mil dólares. Outro a assinar com o time foi o defensor Jani Hakanpaa. O finlandês, que veio da liga finlandesa de hockey, assinou por uma temporada com o time. Desta forma, passa a receber anualmente um valor de 850 mil dólares. 

    Outros dois jogadores também vieram da AHL para integrar a equipe. Andrew Poturalski, ex-center do Charlotte Checkers, assinou um acordo de um ano com o time. Este no valor de 700 mil dólares. Blake Pietila, do Binghamton Devils, também concordou em um contrato de uma temporada com a equipe. Porém, no valor de 750 mil dólares. 

    Seguidamente, o time também assinou com Michael Del Zotto. O defensor chegou ao acordo de uma temporada com o time. Desta forma, o jogador irá receber um salário anual de 750 mil dólares. Outros jogadores, como Chase de Leo e Justin Kloos, também entraram em acordo com o Anaheim. Ambos tem contratos de um ano. De Leo assinou por um cap hit de 750 mil dólares. Já Kloos, no entanto, chegou a um acordo de 700 mil dólares. Por fim, Chris Wideman também assinou com a equipe. Tal acordo é de uma temporada pelo time, também no valor de 700 mil dólares.

    ARIZONA COYOTES

    Os Yotes acertaram um acordo com seu first round pick no Draft deste ano, Victor Soderstrom. Desta forma, o defensor sueco assina um contrato de três anos com o time de Arizona. O valor será de 925 mil dólares por temporada. O time de Arizona também assinou acordos com dois jogadores do seu afiliado na AHL, Tucson Roadrunners. Michael Bunting e Hudson Fasching concordaram em ficar por duas temporadas no time, com um salário anual de 737,500 mil dólares. Dysin Mayo, também dos Roadrunners, assinou com o time, idem aos colegas. No entanto, Mayo chegou ao acordo de apenas uma temporada pelo time, esta com um salário anual de 715 mil dólares.

    Andy Miele, Aaron Ness também assinaram com a equipe. Ambos em contrato de dois anos, com valor anual de 725 mil dólares. Por último, assinaram seguidamente com Lawson Crouse um contrato de três temporadas. Este, no entanto, no valor de 1,533,333 milhões de dólares anuais. 

    BOSTON BRUINS

    O Boston assinou uma extensão de contrato com seu forward, Danton Heinen. Este concordou em mais duas temporadas no time de Massachusetts. Assim, com um cap hit de 2.8 milhões de dólares.

    Os Bruins também assinaram com Peter Cehlarik, que jogava pelo afiliado do time na AHL, o Providence. Cehlarik, portanto, concordou em um contrato de um ano, com cap hit de 700 mil dólares. 

    O time também chegou a um acordo com o russo, Pavel Sheen, de três temporadas pela equipe. Desta forma, o jogador recebe um salário anual 809,167 mil dólares.

    BUFFALO SABRES

    Em uma trade com o Chicago Blackhawks, os Sabres adquiriram o defensor Henri Jokiharju. O time assinou também com Marcus Johansson, ex forward do Bruins. O jogador concordou em passar duas temporadas com a equipe. Desta forma, irá ter um AAV anual de 4.5 milhões de dólares. Outro a assinar com o time foi Zemgus Girgensons. Este ficará por mais uma temporada no time, com um cap hit de 1.6 milhões de dólares. C.J. Smith também assinou um contrato de dois anos no valor anual de 700 mil dólares. 

    Os Sabres também assinaram com Evan Rodrigues. Assim, em um acordo de uma temporada pelo clube, o forward terá um AAV de 2 milhões de dólares. Selecionado pelo Buffalo no primeiro round do Draft 2019, Dylan Cozens também chegou a um acordo com o time. Desta forma, num contrato de três anos com o time, o jogador, por fim, terá um salário anual de 925 mil dólares.

    CALGARY FLAMES

    Os Flames assinaram com um ex jogador do Milwaukee Admirals, da AHL. O forward concordou em um contrato de um ano pelo time. Desta forma, receberá um salário anual no valor de 700 mil dólares. 

    O time também chegou a um acordo com Sam Bennet. Atual jogador do time, o forward assinou um contrato para disputar duas temporadas com a equipe. Desta forma, anualmente, Bennet passa a receber 2,550 milhões de dólares anuais. Seguidamente, em uma trade com os Oilers, o Calgary também adquiriu Milan Lucic (Desta maneira, James Neal vai para o Edmonton). Juntamente do jogador, o time também recebe um third round pick no Draft de 2020.

    CAROLINA HURRICANES

    Além de cobrir oficialmente a offer sheet do Montreal Canadiens em Sebastian Aho, os Cannes assinaram com o defensor Alex Lintuniemi. Este, que jogava pelo Ontario Reign, concordou finalmente em um contrato de um ano no valor de 700 mil dólares.

    Assinaram também com Brian Gibbons, ex jogador do Senators, por uma temporada. Assim, o jogador irá ganhar, 725 mil dólares. Também reassinaram com Ryan Lomberg e Rinat Valiev, ambos com contratos de um ano. Desta forma, os jogadores passam a receber, anualmente, cerca de 700 mil dólares.

    CHICAGO BLACKHAWKS

    Os Blackhawks acabaram por adquirir o forward Alexander Nylander, em uma trade com o Buffalo Sabres. Por último, o time também assinou com seu first round pick no Draft 2019, Kirby Dach. Este, que foi o 3rd overall, concordou em um contrato de três anos. Assim, o rookie ganhará, anualmente, 925 mil dólares.

    Em outra trade, agora com o Ottawa Senators, o time também adquiriu Zach Smith. O contrato de Smith foi assinado para que ele disputasse duas temporadas pelo Chicago. Desta forma, o jogador passa a ter um AAV de 3,250 milhões de dólares.

    COLORADO AVALANCHE

    O Colorado tirou a sorte grande na trade com o Toronto. Além disso, também fez uma bela jogada ao assinar uma extensão de contrato com seu técnico, Jared Bednar, por mais duas temporadas. Uma vitória para o Avalanche, já que Bednar foi peça essencial no avanço do time nos playoffs

    O time também assinou uma extensão de contrato com defensor do time, Ryan Graves, por mais um ano. Desta forma, o jogador ganhará 735 mil dólares. Outro a re-assinar com o clube foi Nikita Zadorov. O defensor, portanto, assinou um contrato de mais um ano e assim, terá um cap hit anual de 3,200,000 milhões de dólares. 

    Sheldon Dries também entrou em acordo com o time. Desta forma, num contrato de uma temporada pelo Avalanche, o forward terá um AAV de 735 mil dólares. Também assinaram com o jogador do Colorado Eagles (afiliado do Avalanche na AHL), Anton Lindholm, por dois anos. Desta maneira, o forward recebrá, anualmente, 742,500 mil dólares.

    Selecionado pelo Colorado Avalanche no primeiro round do Draft de 2019, Bowen Byram também assinou com a equipe um contrato de três anos. Assim, anualmente, o jogador terá um AAV de 925 mil dólares.

    O time também assinou com Andre Borakvsky, ex forward do Washington Capitals, por uma temporada. Desta forma, o jogador terá um AAV de 3,520 milhões de dólares.

    COLUMBUS BLUE JACKETS

    O Columbus Blue Jackets assinou um contrato de duas vias (NHL/AHL) com o center Justin Scott. Tendo um contrato de um ano pelo clube, desta forma o jogador terá um cap hit de 700 mil dólares. O time também assinou uma extensão de contrato com seu jogador Scott Harrington. Assim, num contrato de três temporadas pela equipe, o jogador receberá, por fim, 1,63 milhões de dólares anualmente.

    DALLAS STARS

    O Dallas assinou uma extensão de contrato com seu jogador Jason Dickinson por mais dois anos. Assim, o center receberá, por fim, um AAV de 1,5 milhão de dólares. O time do Texas também assinou um contrato de um ano com Dillon Heatherington. O jogador, que fez sua aparição no time durante os playoffs da temporada, irá receber 700 mil dólares por ano. 

    Os Stars assinaram seguidamente com o defensor Gavin Bayreuther por um ano. Assim, o ex jogador do Texas Stars irá ter um AAV de também 700 mil dólares. Reece Scarlett, do mesmo time de Bayreuther, assinou, portanto, por um ano um contrato do mesmo valor deste. 

    EDMONTON OILERS

    O time de Edmonton enfim assinou com seu first round pick no Draft 2019, Philip Broberg. O defensor concordou, finalmente, em um contrato de três anos com o time. Dessa forma, passará a ter um AAV de 925 mil dólares. 

    Os Oilers também assinaram com Gaëtan Haas. O defensor suíço ficará por uma temporada no time devido ao acordo, e assim, recebendo também 925 mil dólares. Por último, chegaram também a um acordo com um de seus jogadores, Alex Chiasson. O forward assinou, portanto, um contrato de duas temporadas pelo time. Assim, receberá um cap hit de 2,150,000 milhões de dólares. 

    Em um trade com os Penguins, os Oilers adquiriram sixth round pick no Draft de 2021. Desta forma, cedem para o Pittsburgh seu pick do Draft de 2015, que não havia assinado contrato com o time, John Marino. Outra trade, desta vez com o Calgary, resultou na aquisição de James Neal. Assim, o time cede para os Flames Milan Lucic e um third round pick no Draft de 2020. Também assinaram com o free agent Josh Archibald, por uma temporada. Portanto, o jogador terá um AAV de 1 milhão de dólares.

    FLORIDA PANTHERS

    Os Panthers assinaram com Kevin Roy, ex jogador do San Diego Gulls (AHL). O forward concordou em ficar no time por uma temporada e, assim, ter um AAV de 850 mil dólares. Jake Massie também assinou com o time. O defensor, que irá ficar por um ano no time, receberá, por consequência,  um valor de 770 mil dólares. 

    A equipe também assinou com dois jogadores da AHL, Joel Lowry e Philippe Desrosiers. Por finalidade, ambos acabaram estabelecendo contratos de um ano. Lowry, ex jogador do Springfield Thunderbirds, irá receber 700 mil dólares. Desrosiers, que é ex goleiro do Texas Stars, por conseguinte, também receberá o mesmo valor do último. 

    L.A. KINGS

    Samuel Fagemo, 50th overall pick do Draft deste ano, assinou com os Kings um contrato de três anos. Assim, o rookie passa a ter um AAV de 700 mil dólares. Por outro lado, Alex Iafallo assinou uma extensão de seu antigo acordo. Disputando mais duas temporadas pelo time, o forward de 25 anos, portanto, passa então a ter um cap hit anual de 2.425 milhões de dólares. 

    Os Kings também assinaram com Mario Kempe, irmão do atual jogador do time, Adrian Kempe. Mario concordou em assinar um acordo de uma temporada pelo time, assim, recebendo um valor de 700 mil dólares. 

    MINNESOTA WILD

    Além de assinar com Zucarello, os Wild chegaram também a um acordo de dois anos com o forward do Syracuse Crunch (AHL), Gabriel Dumont. Assim, o jogador receberá pelas duas temporadas no time 700 mil dólares. Seguidamente, Luke Johnson, center do Rockford IceHogs, também assinou um contrato de dois anos pelo time no mesmo valor. 

    O Minnesota também assinou uma extensão de contrato de dois anos com Ryan Donato. Desta forma, o forward terá um AAV de 3.8 milhões de dólares.

    MONTREAL CANADIENS

    Além da offer sheet sem êxito em Sebastian Aho, os Canadiens acabaram por chegar a alguns acordos durante a semana. Na quinta passada, o Montreal anunciou que havia assinado um acordo de dois anos com o forward Artturi Lehkonen. O finlandês receberá, anualmente, um total de 2,400,000 milhões de dólares. Joel Armia também aceitou um contrato de dois anos com os Habs. Portanto, o forward passará, por fim, a receber um AAV de 2,6 milhões. 

    O time de Montreal assinou também outro contrato, dessa vez com o ex forward do Arizona Coyotes, Nick Cousins, por um ano. O jogador, no entanto, receberá dos Canadiens um cap hit anual de 1 milhão de dólares. Ben Chiarot, dos Jets, assinou também com o Montreal, porém por três anos. Assim, o defensor receberá um salário anual de 3,5 milhões de dólares. Por último, o ex jogador dos Flyers, Phil Varone, assinou um acordo de uma temporada pelo time (AAV de 700 mil dólares). 

    Também entraram em acordo com Charles Hudon, para que o jogador dispute uma temporada com o time. Assim, o forward terá um salário de 800 mil dólares anuais.

    NASHVILLE PREDATORS

    O maior acordo do Nashville nesta off season foi, com certeza, o contrato de Duchene com o time. Porém, os Predators também conseguiram assinar outros contratos que beneficiassem de certa forma a equipe na próxima temporada. Um deles foi feito com Daniel Carr. O ex forward do Vegas deu luz verde para um contrato de uma temporada com os Preds. Este, portanto, no valor de 700 mil dólares. 

    O Nashville também assinou um acordo de 20 milhões de dólares com Colton Sissons. Assim, o jogador disputará 7 temporadas pelo time.

    NEW JERSEY DEVILS

    Os Devils com certeza tiraram a sorte grande ao draftar Jack Hughes, 1st overall pick do Draft deste ano. Porém, além da vinda de Wayne Simmons, PK Subban também vem para integrar o time de Nova Jersey. Este que, com tais aquisições, possui as cartas certas para conseguir um spot nos playoffs da próxima temporada. 

    O acordo mais esperado do New Jersey foi o com Jack Hughes. Desta forma, o rookie assinou com o time que o draftou um entry level contract de três anos. Portanto, passa a receber um AAV de 925 mil dólares.

     

    https://twitter.com/NJDevils/status/1149664609067921411

    Também assinaram com o defensor do time, Mirco Mueller. Assim, com um contrato de um ano, o jogador passa a ter um AAV de 1.4 milhões de reais. O defensor da equipe, Connor Carrick, também chegou a um acordo com os Devils. Com um contrato de dois anos, Carrick passa a receber um salário de 1.5 milhões de dólares.

    NEW YORK RANGERS

    Os Rangers também tiveram muito êxito ao obter um 2nd overall pick no Draft. Mais ainda ao assinar Artemi Panarin. No entanto, todos esperavam que, ao ser draftado pelo time, Kaapo Kakko fosse também assinar com o time. E assim foi feito. Ontem, por fim, o finlandês acabou chegando a um acordo com o time de Nova York. Desta forma, o rookie passa a disputar três temporadas pelos Rangers, com um AAV de 925 mil dólares. 

    Jacob Trouba, ex Winnipeg Jets, também chegou a um acordo com os Rangers. Portanto, em um contrato de 7 temporadas, o jogador passa a ter, por fim, um AAV de 8 milhões de dólares. Desta maneira, se torna o terceiro jogador mais bem pago da equipe de New York.

    OTTAWA SENATORS

    Os Senators assinaram com o defensor Christian Wolanin um contrato de dois anos. Assim, o jogador passa a receber, por temporada, 900 mil dólares. Nick Paul também assinou com o time, porém um contrato de apenas um ano. Tal contrato no valor de 750 mil dólares. Ambos os jogadores vieram do time afiliado do Ottawa na AHL, Belleville Senators. 

    Em uma trade com os Blackhawks, o time também adquiriu Artem Anisimov. Assim, cedem para o Chicago seu o forward Zack Smith. Por útlimo, assinaram com seu first round pick do Draft desse ano, Lassi Thomson. Assim, com um contrato de três anos, o jogador passa a ganhar 925 mil dólares por temporada.

    PITTSBURGH PENGUINS

    Após a má experiência nos playoffs da temporada passada, os Penguins precisaram fazer algumas mudanças no elenco. Portanto, manter o técnico responsável pelos êxitos do Penguins em 2016 e 2017 era essencial. O time chegou a um acordo com o técnico Mike Sullivan. Assim, o head coach vitorioso permanece por mais quatro temporadas em Pittsburgh. 

    Em relação aos jogadores, os Penguins re-assinaram com o forward Joseph Blandisi por um ano. Desta forma, o jogador passa, portanto, a receber o valor total de 700 mil dólares pela temporada que disputará no time. 

    O time também reassinou com seu forward, Teddy Blueguer, um contrato de dois anos. Consequentemente, passará a ter um AAV de 750 mil dólares. Por último, em uma trade com o Edmonton Oilers, os Pens cedem seu sixth round pick no Draft de 2021. Porém, adquirem a escolha do draft de 2015 dos Oilers, John Marino, este que optou por não assinar contrato com seu ex time.

    ST. LOUIS BLUES

    O St. Louis teve uma temporada grandiosa. No entanto, para que os feitos pudessem se repetir, era necessário assinar com bons reforços para o time. Um deles foi Zach Sanford, atual jogador do time. Este, por fim,  concordou em um contrato de dois anos pelo time, que vale 1.5 milhões por temporada. Numa trade com os Maple Leafs, os Blues também adquirem Andreas Borgman. No entanto, cedem para o time seu ex defensor, Jordan Schmaltz. O time também reassinou com seu atual jogador, Oskar Sundqvist, por mais quatro anos. Assim, o jogador passa a ganhar, portanto, um salário anual de 2.75 milhões.

    Um dos motivos do sucesso do St. Louis foi Jordan Binnington. E, por isso, o time acabou chegando a um acordo com o goleiro. Assim, com um contrato de dois anos, o jogador passa a receber 4.4 milhões de dólares por temporada.

    SAN JOSE SHARKS

    Após o primeiro dia da Free Agency, o primeiro a assinar com os Sharks foi Kevin Labanc, por uma temporada. Portanto, o forward receberá o valor anual de 1 milhão de dólares. Seguidamente, o time re-assinou com Dylan Gambrell. O também forward concordou em jogar duas temporadas pelo time de San Jose. Por consequência, receberá um AAV de 700 mil dólares. Re-assinaram também com Antti Suomela, por mais uma temporada. Desta forma, o jogador, que se dividiu no último ano entre NHL e AHL, passa a receber um salário de 700 mil dólares anuais. 

    Kyle Wood e Maxim Letunov ambos re-assinaram um contrato de um ano no time. Wood, que é defensor, receberá um AAV de 700 mil dólares, assim como Letunov (forward). O defensor, Nick DeSimone, chegou a um acordo de duas temporadas na equipe. Portanto, passa a receber um cap hit anual de também 700 mil dólares.  

    TAMPA BAY LIGHTNING

    O Tampa Bay re-assinou com Danick Martel um contrato de um ano. Assim, o forward passa a receber um AAV de 700 mil dólares. Gemel Smith também assinou um contrato de um ano. O forward, que vem do Providence Bruins, concordou, portanto, com o mesmo valor de Martel. Outro a re-assinar com a equipe foi Carter Verhaeghe. Este, que jogou pelo Syracuse Crunch, concordou com os termos do contrato que vale também 700 mil dólares. 

    Cedric Paquette concordou em assinar por dois anos com o Lightning. Assim, o forward passa a receber, por temporada, um total de 1,650,000 milhões de dólares. 

    TORONTO MAPLE LEAFS

    Os Leafs adquiriram alguns bons reforços no primeiro dia de Free Agency, por meio de algumas trades e contratos com jogadores. Mas, além disso, o time também assinou extensões de contrato com Cody Ceci e Alexander Kerfoot. Ceci receberá um AAV de 4.5 milhões por uma temporada no time. Kerfoot, no entanto, por assinar um contrato de quatro anos, receberá mais. Assim, o jogador passa a ganhar, por temporada, 3.5 milhões de dólares. 

    Em uma trade com o St. Louis, os Leafs acabaram por adquirir Jordan Schmaltz. No entanto, em troca, cedem para os Blues o defensor Andreas Borgman.

    VANCOUVER CANUCKS

    Os Canucks assinaram com o ex Hurricanes, Micheal Ferland. O left wing concordou com um contrato de quatro anos. Assim, por temporada, passa a receber 3.5 milhões de dólares. 

    Também re-assinaram com três veteranos do time: Josh Teves, Brogan Rafferty e Reid Boucher. Teves assinou por um ano um contrato que vale 700 mil dólares. Rafferty assinou por dois anos, mas também um contrato no mesmo valor de 700 mil dólares. Boucher assinou também por dois anos, no entanto, seu contrato vale, anualmente, 750 mil dólares. Josh Leivo, que foi um grande reforço para o time na última temporada, também re-assinou um contrato com o Vancouver por mais um ano. Assim, o forward receberá um AAV de 1.5 milhões de reais. 

    Justin Bailey, do Philadelphia Flyers, também assinou com o time por uma temporada. Desta maneira, o jogador recebe um salário anual no valor de 700 mil dólares. Por último, o time do Canadá chegou a um acordo com Tyler Motte. Assim, por um um ano, o center ganhará 975 mil dólares. 

    VEGAS GOLDEN KNIGHTS

    Os Golden Knights assinaram com seu goleiro Malcom Subban por mais um ano. Por consequência, o jogador passa a receber um AAV de 850 mil dólares. O defensor do time, Deryk Engelland, também reassinou com o time. Assim, passa a ter um AAV de 700 mil dólares. No entanto, os bônus podem fazer seu salário aumentar em cerca 1.5 milhões de dólares.

    WASHINGTON CAPITALS

    Colby Williams re-assinou um contrato de mais uma temporada com o Capitals. O acordo terá um AAV de 700 mil dólares. Brett Leason também assinou com o time, porém um contrato de três anos. Consequentemente, o forward passa a receber por temporada 750 mil dólares, mais um bônus por anos de 92,500 mil dólares.

    O defensor, Christian Djoos também assinou um contrato com o time. Porém, apenas por mais uma temporada. Desta forma, o jogador passa a receber um cap hit anual 1.25 milhões de dólares. Jakub Vrana também assinou. No entanto, por dois anos. Por consequência, o jogador passa a ter um AAV de 6.7 milhões de dólares.

    Os Caps também assinaram com seu third round pick no Draft, Aliaksei Protas. Assim, em um contrato de três anos pelo time, o jogador passa a receber, por temporada, um total de 716,666 mil dólares.

    WINNIPEG JETS

    Os Jets assinaram com dois jogadores após o primeiro dia de Free Agency. Um deles Mark Letestu. O forward concordou, portanto, com os termos de um acordo no valor de 700 mil dólares. Por fim, Anthony Bitetto, ex Minnesota Wild, também assinou por uma temporada pelo mesmo valor de Letestu.

    Andrew Copp e Neal Pionk também assinaram com o time. Ambos com um contrato de dois anos. Desta maneira, Copp passa a ter um AAV de 2.280 milhões de dólares, enquanto Pionk terá um de 3 milhões de dólares.

    Os Jets também assinaram com seu first round pick do Draft deste ano. Ville Heinola chegou a um acordo de três temporadas pelo time. Desta forma, o defensor passa a receber, anualmente, cerca de 1.1 milhão de dólares.

    *Times como Detroit Red Wings não foram citados no texto pois acabaram por não assinar nenhum contrato após o primeiro dia de Free Agency. 

    *Este post foi atualizado no dia 26/07/2019, às 21:27.

    Foto: Reprodução/NHL.com