Etiqueta: nhl

  • Jets e Flames se enfrentam em noite de Heritage Classic

    Jets e Flames se enfrentam em noite de Heritage Classic

    No último sábado (26) na cidade de Regina, em Saskatchewan no Canadá, aconteceu o 2019 NHL Heritage Classic. O evento, em sua quinta edição, foi pioneiro em jogos de hockey ao ar livre pela NHL. Após o sucesso do evento original, vieram seus sucessores, o Winter Classic e o Stadium Series, que formam, então, uma série de jogos ao ar livre. No entanto, diferente dos outros dois, o Heritage Classic é disputado exclusivamente por times canadenses. A partida, que contou com os times de Winnipeg Jets e Calgary Flames, foi a primeira a ser realizada em território neutro. Aconteceu no Mosaic Stadium, lar do time de futebol canadense Saskatchewan Roughriders.

    Este foi o primeiro jogo realizado na cidade de Regina e o primeiro desde 1994 que foi disputado em Saskatchewan. A escolha da cidade ocorreu porque Regina está localizada aproximadamente na metade do caminho entre Calgary e Winnipeg. Por ser um jogo em território neutro, os Jets foram designados pela segunda vez como time da casa, a primeira tendo sido em 2016. Enquanto os Flames sediaram o evento apenas uma vez em 2011.  

    Apesar de essa ter sido a quinta edição do Heritage Classic, esse foi o sétimo jogo ao ar livre no Canadá e o 28º em toda a história da NHL. Dos 27 primeiros, 16 foram em estádios de futebol americano, dez em estádio de beisebol e um em estádio de futebol.

    Os Jets, contudo, tiveram a primeira baixa antes mesmo de sábado. O forward Mason Appleton quebrou um osso do pé direito pouco antes do treino, enquanto brincava de futebol com seus colegas de equipe. O jovem de 23 anos irá ficar afastado por quatro semanas e, portanto, não jogou.

    Flames 1, Jets 2.

    Embaixo de muita neve, a partida teve um primeiro período mais parado. Houve algumas chances perdidas e boas defesas por parte dos goleiros. Finalizaram, assim, sem nenhum gol. Por outro lado, o segundo período foi bem diferente. Os times continuavam tentando marcar um gol, disputando quem seria o primeiro a abrir o placar. Aos 5:13, o winger Elias Lindholm aproveitou um deslize do goleiro e, com a assistência de Johnny Gaudreau e Sean Monahan, abriu o placar para os Flames.

    Os Jets chegaram a pedir um coach’s challenge e, após análise, o gol foi mantido. Isso elevou os ânimos no gelo como consequência. Após uma breve confusão no final do segundo período, os Flames iniciaram o terceiro com um power play, mas não obtiveram sucesso em aumentar a sua vantagem. Assim, acabaram dando chance para os Jets balançarem a rede. Aos 04:11, o time aproveitou um power play e Josh Morrissey mandou o puck para dentro da rede, com uma assistência de Patrik Laine e Mark Scheifele.

    Com o fim do terceiro período e jogo empatado em 1-1, foi necessário overtime. Novamente, houve chances perdidas e boas defesas, com a partida muito acirrada. Faltando menos de dois minutos para o final do OT, Bryan Little, com uma assistência de Kyle Connor e Neal Pionk, marcou e finalizou o jogo, dando a vitória para o time da casa.

    O goleiro dos Jets, Connor Hellebuyck, fez 29 defesas e deixou passar apenas um gol. Enquanto que David Rittich, goleiro dos Flames, fez incríveis 43 defesas. Com isso, bateu o recorde de maior número de defesas num jogo da NHL ao ar livre.

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • Os jogadores de hockey e suas superstições

    Os jogadores de hockey e suas superstições

    Que o hockey é um esporte cheio de superstições todo mundo sabe. Mas, para alguns jogadores, essas superstições se tornam rotinas levadas à sério antes dos jogos. Eles acreditam que, para que possam ter um bom desempenho no gelo, precisam recorrer a curiosas táticas. São elas costumes adotados antes ou depois dos jogos, acreditando que isso possa dar uma diferença no resultado final e também para a forma de jogar . Para os nhelers, isso são somente hábitos rotineiros, entretanto, para quem está de fora, tais hábitos parecem mais rituais supersticiosos. 

    Talvez a mais clássica superstição na NHL, seja a de não tocar em taças a não ser que que você tenha conquistado. Essa é levada a sério por basicamente todos na Liga, e raramente algum jogador é visto tentando desafiar. Alguns jogadores não gostam nem de estar no mesmo lugar com a Stanley Cup, evitando ainda mais uma suposta maldição. 

    Entretanto, ao ganhar, cada jogador tem o direito de passar um dia com a cup e fazer exatamente o que quiserem com ela. 

    Mas não é só esse hábito das taças que torna curiosos esses hábitos. Times e jogadores levam essas superstições à sério, e algumas chegam a ser tão rotineiros, que os atletas tratam como apenas mais uma ação do dia a dia. 

    Falar com a trave do gol

    Patrick Roy, atual técnico do Quebec Remparts, foi um goleiro excepcional. Considerado como um dos maiores goleiros da Liga, ele tem em seu currículo duas cups com o Montreal Canadiens e duas também com o Colorado Avalanche.  Apesar de ser conhecido por suas conquistas, Roy também é conhecido por ter, na época em que jogava, um hábito curioso: ele falava com as traves do gol. E, como se este fato já não fosse curioso o suficiente, o goleiro ele ainda afirmava que as traves respondiam! Roy contava que essa conversa ajudava ele a melhorar durante o jogo, e que isso fazia com que a trave ficasse do lado dele. Dessa forma, o goleiro contou ao The Hockey Writers um pouco sobre esses diálogos:

    “Por favor, me ajudem. Eu dava direções para elas (as traves). Elas estavam sempre comigo. Elas me respondiam. Algumas noites, elas falavam “bing”. Mas em outras noites, elas tinham noites ruins também”

    Ser o último a sair do rinque durante o aquecimento

    Um hábito mais comum do que parece, é ser o último a sair do gelo durante o aquecimento. O mais famoso a ter este hábito é Tyler Seguin, center do Dallas Stars.  Entretanto, ele não é único com essa esquisita mania. Mark Scheifele, do Winnipeg Jets, também possui esse hábito. Por este motivo que, em alguns jogos contra o Winnipeg Jets, Seguin e Scheifele, disputam, para que seja resolvido de uma forma justa, uma partida de pedra, papel e tesoura. Quem perde, é o primeiro a sair do gelo deixando assim o colega com sua querida superstição.  

    Não pisar no logo do vestiário

    Foto por Chris Gordon

    Um das maiores superstições dentre os times da NHL  é da proibição de se pisar no logo do time no vestiário. Essa supertição é tão antiga, que não é possível datar a sua oriegem.  O que sabemos é que nhelers tendem a reagirem quando qualquer um pisa nos sagrados logos, muitas vezes até com raiva quando alguém, mesmo sem querer,  acaba por pisar. Entretanto, boas notícias para os mais supersticiosos: por muita reclamação e a contestável falta de lógica para que algo tão importante como o logo de um time esteja posicionado no chão, muitos vestuários atualmente foram renovados e seus logos foram realocados para o teto.

    A lenda dos polvos

    Jogar polvos no rinque durante os playoffs era um hábito comum entre os fãs do Detroit Red Wings. Isso porque, em 1952, durante a corrida dos playoffs do Detroit Red Wings, dois irmãos de Detroit, Pete and Jerry Cusimano, jogaram no rinque um polvo. Os oitos tentáculos do animal significava quantos jogos o time tinha que ganhar para que saíssem vitoriosos e com a Cup. Na épocae, a Liga possuía somente 6 times, portanto as regras da disputa pela Cupera diferente. Aconteciam dois confrontos de melhor-de-sete e quem ganhasse 8 jogos era o campeão. 

    Naquele ano, os Red Wings foram campeões após varrerem o time adversário, Montreal Canadiens. E desde então, esse costume virou uma tradição entre os fãs. E é uma das mais famosas superstições.

    Por mais inusitado que tal ato possa parecer, fato é que ele ainda não saiu do hábito dos fãs, se tornando uma tradição importante para a torcida dos Red Wings. Por mais que nos recentes anos o Detroit Red Wings não tenha tido muito sucesso, é possível achar vídeos de 2010 com o mesmo gesto se repetindo: 

    Fã jogando um polvo no rinque.

    Os bagres de Nashville Predators

    Marc-Andre Fleury, quando ainda era jogador do Pittsburgh Penguins, retirando um bagre do rinque. Foto: Post-Gazette Visuals

    Baseado na celebração dos polvos de Detroit, os torcedores do Nashville Predators adotaram um costume semelhante, porém com outra vítima. Dessa vez, quem é jogado ao rinque são bagres. O primeiro incidente foi em 2003, mas naquele ano, o time não foi às finais. Dessa forma, o costume permaneceu, e em 2017, quando a franquia finalmente foi para a primeira final de Stanley Cup da sua história, bagres foram mais uma vez arremessados ao gelo durante os jogos.  Apesar da popular brincadeira, isso não foi visto com bons olhos pelos seguranças e foi possível ver um fã sendo preso em Pittsburgh por tal gesto.

    Hábitos alimentares pré-jogos

    Todos os jogadores possuem uma comida favorita para sua refeição pré-jogo. Alguns gostam de macarrão, outros de frango, alguns de ambos. Alguns preferem apenas de um simples café. Essas rotinas fazem parte da alimentação pré-completição de todo atleta. Entretando, alguns nhelers usam desse artifício como algum tipo de supertição. Como é o caso do  capitão do Washington Capitals Alexander Ovechkin. Com um menu baseado em carboidratos, Ovie sempre pede o mesmo prato nos jogos em casa de um restaurante local. Frango com parmesão, macarrão, pão e quatro molhos separados – alfredo, de carne, marsala de cogumelos e marinara. 

    Já Johnny Gaudreau, do Calgary Flames, prefere um macarrão mais simples. Extremamente simples. Sem molho, ou tempero, apenas a massa. O capitão do Pittsburgh Penguins, Sidney Crosby, costuma comer apenas um sanduíche de manteiga de amendoim com geléia. Campeão de duas cups, é difícil argumentar que tal ritual não tenha funcionado. 

    Bônus: Barbas dos Playoffs

    Um hábito comum nos playoffs, que muitas vezes são verdadeiras superstições,  são as barbas que crescem e não são aparadas.. Não se sabe a origem para este costume, mas o fato é que mesmo os jogadores mais jovens, que muitas vezes as barbas nem crescem tanto assim ao longo dos meses, deixam os pelos faciais enquanto estão competindo nos playoffs. Uma das possíveis razões para este hábito, é a associação o cabelo à força física, presente nas mais diversas culturas ao redor do globo. Entretanto, a explicação mais provável é que esta superstição tenha se tornado tão enraizada no esporte, que os jogadores continuam deixando suas barbas crescerem apenas como um mero hábito.

    Foto: Christopher Hanewinckel/USA TODAY Sports

  • Blackhawks e Flyers abrem temporada na Europa

    Blackhawks e Flyers abrem temporada na Europa

    No último dia 04 de outubro, em Praga, na República Tcheca, aconteceu o primeiro jogo da Global Series 2019 da NHL. A Global Series são jogos da NHL em conjunto com a Live Nation Sweden que acontecem na Europa e tem como participantes alguns times da NHL e da Liga Europeia. Mais especificamente, são jogos disputados entre os times da NHL na regular season que acontecem na Europa. Essa será a terceira temporada consecutiva que a NHL viaja para o outro continente para disputar jogos e a oitava temporada geral. Esse ano, os times selecionados foram: Buffalo Sabres, Chicago Blackhawks, Philadelphia Flyers e Tampa Bay Lightning.

    Blackhawks e Flyers foram selecionados não só para a sua primeira partida da temporada na Europa como também para participarem do 2019 NHL Global Series Challenge. Além disso, completarão seus training camps na Suíça e na Alemanha. Por outro lado, Sabres e Lightning irão disputar duas partidas na arena Ericsson Globe em Estocolmo na Suécia, nos dias 08 e 09 de novembro. 

    Global Series Challenge

    Os times de Chicago e da Philadelphia ficaram responsáveis pelos Challenges deste ano. Esses são jogos amistosos entre times da NHL e europeus antes do início da temporada. A primeira partida aconteceu no dia 29 de setembro na arena Mercedes-Benz Arena em Berlim, na Alemanha, entre os Blackhawks e o Eisbären Berlin. Terminou com gols de Jonathan Toews, Alex Nylander e David Kampf, garantindo a vitória de 3-1 contra o time da casa. 

    O Philadelphia Flyers, por outro lado, não teve a mesma sorte. Disputou, no dia 30 de setembro na arena Vaudoise em Lausanne, na Suíça, contra o Lausanne HC. Quem garantiu a vitória foi o time da casa, que liderou por 3-0 ainda no primeiro período, com gols de Yannick Herren, Cory Emmerton e Joel Genazzi. No segundo período, foi a vez de Joel Vermin aumentar o placar de Lausanne HC, com 4-0. Apesar dos Flyers tentarem correr atrás do prejuízo, não conseguiram e perderam de 4-3. Essa foi a primeira vez em oito anos que um time europeu ganha de um time da NHL.

    Blackhawks 3, Flyers 4.

    A partida que marcou o início da temporada na Europa para ambos os times aconteceu na arena O2 em Praga, na República Tcheca. Os Flyers, que nesse caso eram considerados o time da casa, abriram o placar. Logo no início do primeiro período, Travis Konecny marcou um gol. No entanto, o estreante de Chicago, Alex Nylander, não deixou a alegria durar muito. Aproveitando um passe de Patrick Kane, o jovem mandou o puck para rede e marcou o seu primeiro gol com o time em uma temporada regular. 

    Em um power play aos 06:28 do segundo período, contudo, Oskar Lindblom balançou a rede para seu time novamente, garantindo 2-1 para os Flyers. Em seguida, o winger de 22 anos, Konecny, marcou novamente, dessa vez com uma assistência de Scott Laughton. Enquanto isso, o veterano Kane dobrou seus esforços. Logo garantiu mais uma assistência, em um gol marcado por Alex DeBrincat no final do segundo período, durante um power play. Mas seus esforços não foram suficientes para garantir a vitória para os Blackhawks. 

    Apesar de ter marcado um gol no final do terceiro período, o time da Philadelphia já tinha garantido seu quarto gol. Aos 09:48 do terceiro período, o winger Michael Raffl, com uma assistência de Tyler Pitlick e Robert Hagg, mandou o puck para dentro da rede. Quem garantiu que a diferença de gols entre os times não fosse maior foi Corey Crawford. O goleiro fez algumas grandes defesas e parou 34 dos 38 shots. O goleiro dos Flyers, Carter Hart, por sua vez, fez 28 defesas. Agora ambos os times retornam para suas casas, onde jogarão suas próximas partidas na próxima semana. 

    Foto: Reprodução/nhl.com

  • Capitals vence atual Campeão da Stanley Cup na Opening Night

    Capitals vence atual Campeão da Stanley Cup na Opening Night

    Em uma noite de festa ao som de Gloria, os Blues subiram seu banner de Campeão da Stanley Cup 2019 na Opening Night, ainda orgulhosos da conquista inédita do título. Para dar início a uma nova temporada, os campeões devolveram a taça para o Hall of Fame e receberam o Washington Capitals, campeão em 2018. Apesar de o resultado não ter sido favorável para o time de St. Louis, os Blues mostraram que estão prontos para a nova temporada.

    Caps 3, Blues 2 (OT)

    O jogo começou com os Blues marcando no primeiro minuto. Samuel Blais não hesitou em fazer um shoot em direção ao gol de Braden Holtby aos 0:53, abrindo o placar para o time da casa. Aos 7:55, os Blues aumentaram a vantagem quando Alex Pietrangelo aproveitou o power play a favor do time para marcar o segundo. Em seguida, ao final do período, Alexander Ovechkin diminuiu a diferença para os Capitals, marcando aos 15:37 e mostrando que o time de Washington estava no jogo.

    No segundo período, Holtby começou fazendo uma defesa de uma jogada espetacular de Robert Thomas que, por pouco, não fez o terceiro gol para os Blues. Entretanto, os Capitals começaram a criar mais chances para chegar ao gol de Jordan Binnington na segunda etapa. Mas foi apenas aos 12:28 que Dmitry Orlov conseguiu empatar o jogo em um power play goal.

    Com tudo igual no placar, ambos os times começaram a ser mais agressivos. No entanto, foram convertidas apenas cinco penalidades ao longo do jogo: cinco para os Capitals e três para os Blues.

    Após um terceiro período sem gols, o jogo seguiu empatado em 2 a 2. Dessa forma, seguiu para o overtime. Os Blues até tentaram fechar a sua festa com uma vitória na opening night, porém Jakub Vrana encerrou o jogo marcando o gol para os Capitals aos 2:51 do tempo extra.

    Outros jogos na noite

    Outros times também deram o ponta pé inicial para a temporada 19-20 na noite de quarta-feira (2). Os Leafs, que anunciaram John Tavares como novo capitão, venceram os Senators por 5 a 3 em casa. Canucks e Oilers se enfrentaram em Edmonton, e o time da casa saiu vitorioso por 3 a 2 no placar final. Já o confronto em Vegas, também foi favorável para o time da casa. Os Golden Knights venceram os Sharks por 4 a 1.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Últimas negociações na NHL

    Últimas negociações na NHL

    Com a temporada prestes a começar, o mundo do hockey voltou a ficar movimentado. A lista de jogadores que ainda não tinham assinado era grande e como todo fã de hockey já está cansado de saber, alguns jogadores sempre deixam até o último momento para assinar um novo contrato.

    Sem dúvidas, o nome mais esperado que renovou o contrato nas últimas semanas foi o jogador do Toronto Maple Leafs, Mitch Marner. Depois de muita especulação, o winger finalmente fechou o contrato por 6 temporadas. Mas não foi só Toronto que esperou a pré-temporada para renovar seus contratos. Por isso, fizemos um resumo das novas negociações dessa pré-temporada. Se você ainda não conferiu, o NHeLas já tinha feito um resumo sobre a temporada de free agent que iniciou no dia 01 de julho. 

    Arizona Coyotes

    O jogador Clayton Keller irá continuar chamando o Arizona de casa. Isso porque o winger renovou para mais oito temporadas com o time e receberá um salário anual de 7.15 milhões de dólares. 

    Boston Bruins

    O time de Boston renovou o contrato com Charlie McAvoy, o jogador, que era RFA, assinou por mais três temporadas com os Bruins. O defensor irá receber um salário anual de 4.9 milhões de dólares. Em seguida, o time renovou com defensor Brandon Carlo, que assinou para mais duas temporadas com o time no valor de 2.85 milhões por ano.

    Calgary Flames

    O time renovou contrato com o goleiro David Rittich, o tcheco assinou para mais duas temporadas e receberá um valor anual de 2.75 milhões de dólares. Flames que em agosto tinha comprado o último ano de contrato de Michael Stone, em setembro tornou a assinar com o jogador. Em seu novo contrato Stone jogará por uma temporada no valor de 700 mil dólares.

    Carolina Hurricanes

    O defensor Jake Gardiner deu adeus a Toronto e é a mais nova aquisição do time de Raleigh. O jogador assinou por quatro temporadas com um salário anual de 4.05 milhões de dólares. Outro contrato de Canes foi o novato Ryan Suzuki. A 28ª escolha do Draft de 2019 assinou o entry-level contract por 3 anos no valo de 832.500 mil mais bônus, mas ainda não é certo que ele estreie na NHL ainda este ano. O mais provável é que Suzuki passará pelo Charlotte Checkers antes de chegar à Liga.

    Chicago Blackhawks

    O winger Brendan Perlini permanecerá no time por mais uma temporada, o jogador renovou seu contrato por 874 mil dólares. 

    Colorado Avalanche

    O defensor Sam Girard continuará chamando o Colorado Avalanche de casa! O jovem de 21 anos renovou o contrato por mais sete temporadas com o valor anual de 5 milhões. Como nova adição ao quadro de jogadores, o Avalanche assinou com o jogador Valeri Nichshkin. O ex- Stars assinou um contrato de uma temporada no valor de 850 mil dólares. 

    Columbus Blue Jackets 

    O time renovou com o defensor Zach Werenski, em seu novo contrato o jogador permanecerá no time por mais três temporadas por 5 milhões ao ano. 

    Detroit Red Wings

    Em uma trade com o Tampa Bay Lightning, o time adquiriu Adam Erne. O jogador assinou um contrato de uma temporada no valor total de 1.050 milhões. 

    Edmonton Oilers

    O time já havia feito novas adições no time para essa nova temporada, entre os novos jogadores selecionados está o ex-Panthers Riley Sheahan. O center assinou por uma temporada no valor de 900 mil dólares. 

    Florida Panthers

    Após deixar o Capitals como um UFA, o jogador Brett Connolly assinou um contrato com o Panthers. O winger assinou um contrato de quatro temporadas no valor de 14 milhões, o equivalente a 3.5 milhões por temporada. 

    L.A. Kings

    O forward Adrian Kempe renovou seu contrato para mais 3 temporadas por 2 milhões por ano. Em seguida o time renovou com o goleiro Jack Campbell, o jogador assinou por mais duas temporadas no valor de 1.65 milhões por ano. O jogador Ben Hutton concordou em assinar por uma temporada com o time de Los Angeles. Hutton que jogava pelo Vancouver Canucks na última temporada irá receber 1.5 milhões de dólares em seu novo time. 

    Minnesota Wild

    O defensor Jared Spurgeon renovou o seu contrato com o time de Minnesota. O contrato que entrará em vigor na temporada 2020-21 foi assinado para mais 7 temporadas no valor de 7.575 milhões por ano. O time também renovou com Joel Eriksson Ek e Kevin Fiala, os dois jogadores renovaram para mais duas temporadas cada. Joel assinou o contrato no valor anual de 1.487 milhões por ano, enquanto Fiala receberá 3 milhões por temporada. 

    New Jersey Devils

    Além de assinar com Jack Hughes e P.K. Subban, o time assinou também com o jogador Nikita Gusev. O jogador veio através de uma troca com o Vegas Golden Knight, como resultado o time de Vegas recebeu 3rd round em 2020 e 2nd round em 2021. Gusev assinou por duas temporadas e ganhará 4.5 milhões por ano. Os jogadores Will Butcher e Pavel Zacha também estão de contrato novo, os dois renovaram para mais 3 temporadas. Butcher receberá um salário anual de 3.73 milhões enquanto Zacha renovou por 2.25 milhões por ano. 

    New York Islanders

    O winger Anthony Beauvillier renovou seu contrato para mais duas temporadas, o canadense irá receber 2.10 milhões por ano. O time também assinou com Derrick Brassad, o jogador concordou em uma temporada no valor de 1.200 milhões de dólares. 

    New York Rangers

    O winger Pavel Buchnevich renovou o seu contrato para mais duas temporadas com o time pelo valor de 3.25 milhões por ano. 

    Ottawa Senators

    Em uma trade com o Tampa Bay Lightning o time recebeu Ryan Callahan. O winger sofreu uma grave lesão e foi colocado em reserva, o jogador não tem previsão para voltar ao gelo e tem grandes chances de se aposentar. Junto com Callahan, o time recebeu também uma 5th round pick de 2020 e por sua vez, enviou o goleiro Mike Condon e uma 6th round pick. O center Colin White renovou o seu contrato com o time, o jogador irá permanecer por mais seis temporadas com um valor de 4.75 milhões por ano. O time também renovou com Thomas Chabot, o jovem de 22 anos que se tornaria RFA na próxima temporada optou por permanecer no time. Em seu novo contrato Chabot concordou em mais oito temporadas no valor de 8 milhões por ano.

    Pittsburgh Penguins

    O defensor Marcus Pettersson que tinha sido adquirido pelo time numa trade com o Anaheim Ducks no ano passado e nessa temporada se tornou RFA assinou com os Penguins. O jogador concordou em mais uma temporada no time pelo valor de 874.125 mil dólares. 

    Philadelphia Flyers

    O defensor Ivan Provorov renovou com o Flyers, em seu novo contrato o jogador irá receber 6.75 milhões por ano durante seis temporadas. Em seguida o jogador Travis Konecny também renovou o contrato, o winger assinou por mais seis temporadas no valor de 5.50 milhões por ano. 

    St. Louis Blues

    O defensor Joel Edmundson reassinou com o time para mais uma temporada por 3.10 milhões após uma arbitragem salarial. O Blues renovou também com Ivan Barbashev, com um contrato de duas temporadas e 2.95 milhões, o jogador terá um salário anual de 1.475 milhões. 

    Tampa Bay Lightning

    O time de Tampa está com vários jogadores novos para essa temporada. Numa tentativa de abrir espaço no cap, o time fez uma trade com o Ottawa Senators. O time enviou o winger Ryan Callahan e uma 5th round pick de 2020 e em troca recebeu o goleiro Mike Condon e uma 6th round pick. Quem também está chegando em Tampa é o defensor Kevin Shattenkirk, o antigo jogador dos Rangers assinou um contrato de 1.75 milhões por uma temporada. O ganhador da Stanley Cup, Pat Maroon agora também faz parte desses novos jogadores, o winger assinou um contrato para uma temporada por 900 mil dólares. 

    O time também renovou contrato com o goleiro Andrei Vasilevskiy, o russo irá permanecer no time por mais 8 temporadas ganhando 9.5 milhões por ano. 

    Toronto Maple Leafs

    Após mais de um ano de especulações, o time de Toronto enfim entrou em um acordo com Mitch Marner. O winger concordou em permanecer no time por mais seis temporadas no valor de 65.3 milhões, portanto 10.893 milhões por temporada. 

    Vancouver Canucks

    O forward Brock Boeser está de contrato novo, o jogador renovou com o time e assinou por mais 3 temporadas no valor de 5.875 milhões por ano. O Canucks também reassinou com Nikolay Goldobin, o forward de 23 anos assinou por mais uma temporada no valor de 900 mil. 

    Foto: Reprodução / usatoday.com

  • Comissão de arbitragem seleciona quatro mulheres

    Comissão de arbitragem seleciona quatro mulheres

    As árbitras, Katie Guay e Kelly Cooke, e as assistentes de arbitragem, Kirsten Welsh e Kendall Hanley, foram, por fim, selecionadas no Exposure Combine 2019 da NHL para apitar os campeonatos rookie. Os jogos com os propspects da liga acontecerão em Irvine, Buffalo, Nashville, e Traverse City.

    O Exposure Combine é uma seleção de novos profissionais para integrar as futuras comissões de arbitragem das ligas de hockey. A edição deste ano aconteceu no último final de semana de agosto, em Buffalo e foram selecionados 30 árbitros para os campeonatos norte-americanos, dentre eles, 4 mulheres. Em suma, o evento é uma ótima oportunidade para aqueles que desejam atuar no hockey profissional, seja esta à nível da AHL ou das ligas juniores. 

    Sobre as quatro novas integrantes da comissão de arbitragem

    As árbitras

    Katie Guay já arbitra há 14 anos. Além disso, ela também arbitrou os Jogos Olímpicos de Pyeong Chang, de 2018 e partidas do NCAA – Divisão I. Anteriormente, também fez parte da primeira equipe feminina de arbitragem do Frozen Four Feminino de 2019, e foi a primeira mulher a apitar o Campeonato Beanpot Masculino. Previamente, antes de fazer parte das comissões de arbitragem, Guay jogou na Divisão I do time de hockey feminino da Universidade de Brown, de 2001 à 2005. Ela também já competiu pela equipe nacional sub-22 de Hockey Feminino dos Estados Unidos.

    “Quando meus dias de hockey na Brown chegaram ao fim, eu senti falta de estar no rinque, e arbitrar o jogo foi uma ótima maneira de ficar perto do gelo e voltar para o jogo”, disse Katie, que está escalada para oficiar o Rookie Faceoff, em Irvine, que acontece neste sábado (07) até a próxima terça (10). 

    Kelly Cooke, no entanto, é uma árbitra licenciada da IIHF e da Divisão I da NCAA. Desta maneira, já atua há 10 anos no segmento. Ela também fez parte da primeira equipe oficial feminina a arbitrar o Frozen Four Feminino da NCAA 2019. Com 29 anos, Cooke já disputou na Divisão I de hockey pela Princeton, de 2009 à 2013. Simultaneamente, ela foi capitã do time e ganhou MVP do campeonato na temporada 2012/13.

    Ela irá comandar, portanto, o Nashville Prospects Showcase, que acontecerá deste sábado à próxima terça. “Quando me aposentei do jogo, eu sabia que queria continuar envolvida com ele de alguma forma. Arbitrar foi a maneira perfeita de continuar com os skates e me desafiar de uma maneira completamente nova.”, afirma Kelly.

    As assistentes de arbitragem

    Kirten Welsh teve seu primeiro contato com a arbitragem na Exposure Combine. Porém, já foi jogadora de hockey na Divisão I da Universidade Robert Morris, de 2015 a 19 e capitã durante seu sênior year. Anterioemente, Welsh foi a Defensora do Ano da CHA na temporada 2017/18. Desta forma, acabou ajudando a Robert Norris a ganhar três títulos da CHA por três temporadas consecutivas.

    “Eu amo jogar, e quero usar minha experiência e conhecimento para ser uma das primeiras mulheres a arbitrar na NHL e abrir portas para que outras mulheres também possam fazer o mesmo no futuro”, disse Welsh, que será uma das assistentes de arbitragem do Buffalo Sabres Prospect Challenge, este que se estenderá da próxima sexta ao domingo. 

    Kendall Hanley, no entanto, já se encaminha para a sua 12ª temporada arbitrando. Ela é uma assistente de arbitragem licenciada pela IIHF, no hockey feminino da NCAA (Divisão I e III) e na Liga Nacional de Hockey Feminina. Anteriormente, Kendall jogou varsity hockey na Divisão III, pelo Elmira College, de 2005 à 2007, e posteriormente, pela SUNY Oswego, de 2007 à 2009, enquanto completava seu Bacharel de Ciências em Zoologia. 

    Seguidamente, ela será uma das assistentes de arbitragem no Campeonato dos Prospects da NHL de 2019, que começará na sexta e se estenderá ao domingo, na Traverse City, em Michigan. “Arbitrar fornece um ambiente de equipe, de excelente camaradagem, competição. E isso me ajuda a retribuir e apoiar o jogo que eu amo.”, afirma Hanley.

    Por conseguinte, o ambiente acelerado dos campeonatos rookie já  provou ser um grande passo no desenvolvimento da próxima geração de árbitros das ligas de hockey. Desta forma, acaba também acelerando a transição dos jogadores para o alto nível de arbitragem da NHL.

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • O que é um lockout e quais as chances de acontecer de novo?

    O que é um lockout e quais as chances de acontecer de novo?

    O que é lockout?

    A princípio, pode-se dizer que o lockout, locaute em português, de 2004-2005 foi o maior exemplo de disputa trabalhista que se teve na história dos esportes americanos. Ao contrário de uma greve, lockout é quando os empregadores deixam de oferecer as condições necessárias para seus empregados trabalharem, visando mudanças em algum acordo coletivo. O nome vem da expressão “lock out” em inglês, que significa deixar alguém trancado do lado de fora de algum lugar. 

    Tais mudanças são, portanto, impostas à força laboral, que não recebe o pagamento correspondente ao tempo de paralisação. No Brasil esta prática é proibida por Lei. As mudanças que vimos na estruturação dos contratos assinados nos últimos anos pelos atletas da NHL os resguardam de eventual lockout, pois recebem grande parte do salário em bônus, que não é afetado por paralisação. 

    Como ocorre?

    Primeiramente, já ocorreram quatro lockouts na história da NHL.

    O primeiro foi o de 1992, que adiou 30 jogos da temporada 1991-1992. O segundo, em 1994, que encurtou os jogos da temporada em 48. O terceiro resultou no cancelamento da temporada de 2004-2005. E a mais recente foi a de 2012-2013, que também encurtou os jogos da temporada a 48. 

    No caso da NHL, um lockout acontece quando os clubes e o sindicato de jogadores discordam acerca dos tópicos a serem incluídos em um novo acordo coletivo (CBA, Collective Bargaining Agreement, em inglês) de uma forma que beneficie as duas partes.

    O lockout da temporada 2004-2005

    O tempo de duração do lockout foi de 10 meses e 6 dias a partir de 16 de setembro de 2004, um dia após a convenção coletiva de trabalho (CBA) entre a NHL e a NHLPA (National Hockey League Players Association, Associação de Jogadores da Liga Nacional de Hóquei em português) de 1994–95 ter expirado.

    A NHL, liderada pelo comissário Gary Bettman, tentou convencer os jogadores a aceitarem uma estrutura salarial vinculando os salários dos jogadores às receitas da liga, garantindo aos clubes o que a liga chamava de segurança de custo.

    Em 20 de julho de 2004, a liga apresentou ao NHLPA seis conceitos para garantir a segurança dos custos. Muitos consideraram os conceitos flexíveis e bons, contudo a NHLPA achou que tais condições favoreceriam times de maior mercado.

    Com isso, o sindicato dos jogadores rejeitou cada um dos seis conceitos apresentados pela NHL. Foi alegado que todos eles continham algum tipo de teto salarial.

    Depois de muitas propostas apresentadas, refutadas e desmentidas, a associação de jogadores ratificou o acordo com 87% de seus membros votando a favor. Em 21 de julho, foram definidos:

    • O teto salarial seria ajustado a cada ano para garantir aos jogadores 54% da receita total da NHL. E também haveria um piso salarial.
    • Haveria um limite de US $ 39 milhões no primeiro ano da CBA.

    O lockout de 2012-2013

    Os proprietários das franquias de times da NHL, junto com o comissário Gary Bettman, declararam um lockout dos membros da NHLPA. O lockout começou dia 15 de setembro de 2012 e terminou dia 06 de janeiro de 2013.

    Os donos das franquias exigiam uma parcela maior da receita gerada pela liga. Além disso, queriam limites maiores nos contratos dos jogadores, entre outros. A NHLPA não estava disposta lutar contra o teto salarial da liga. Assim também, eles aceitaram receber 57% menos da receita da liga.

    Entretanto, os dois lados ainda discordavam de muitos outras condições existentes. E com isso, surgia a possibilidade de parar novamente uma temporada inteira para que os termos fossem ajustados.

    Mas conforme as 16 horas de negociações passavam, finalmente foram decididos os novos termos da CBA:

    • Um limite máximo de 8 anos de contrato aos jogadores
    • Um piso salarial de 44 milhões e um teto salarial de 60 milhões
    • Uma variação máxima de 50% nos salários ao longo de um contrato
    • Aceitação obrigatória de prêmios de arbitragem sob $ 3,5 milhões, sem realinhamento
    • E um período de tempo para o buy out de contratos que não se enquadram no teto salarial.

    O risco de um lockout atual

    Visto que em 2022 fará 10 anos desde o último CBA definido, novos termos terão de ser discutidos e novas questões serão levantadas.

    No entanto, tanto a NHL quanto a NHLPA têm a oportunidade de encerrar com o contrato dia 1 de setembro de 2019.

    Diante disso, é possível definir que os jogadores estão insatisfeitos com o atual CBA. Foi sugerido que se estendesse o atual CBA para mais três anos de duração em troca de Olimpíadas. Muitos recusaram.

    Um dos maiores problemas atualmente relatados pelos jogadores foi o “escrow“. Basicamente, retira-se do salário de cada jogador uma faixa de 10 a 30% caso o lucro do time seja baixo do esperado.

    Os jogadores também reivindicam a participação nas Olimpíadas de Inverno. Em 2014 eles puderam participar, em 2018 não. A NHL não ficaria feliz de ceder 2 semanas da temporada para a participação.

    Entretanto, as Olimpíadas de Inverno de 2022 acontecerão na China, em Pequim. E a perspectiva de ver a equipe nacional de hóquei no gelo da China seria uma tremenda oportunidade de crescimento para o esporte como um todo no país. E como já dito antes em nosso site, o capitão do Washington Capitals, Alexander Ovechkin, foi denominado embaixador da liga na China e nesta offseason viajou para lá.

    Por mais que seja um assunto complicado, muitos jogadores na verdade não querem que o lockout aconteça. Porém, se a história se repetir, veremos mais uma nova paralisação.

    Foto: Jared Wickerham/Getty Images

  • Jogadores que anunciaram aposentadoria em 2019

    Jogadores que anunciaram aposentadoria em 2019

    Como em toda profissão, chega o dia de se aposentar e no hockey não seria diferente. Jogando desde muito novos, os jogadores dedicam suas vidas ao esporte e acabam sofrendo muitas lesões no decorrer de suas carreiras. Com isso, eles acabam se aposentando em uma idade jovem e em alguns casos passam a atuar em outras áreas do hockey. Como de costume, os jogadores usam a intertemporada para anunciar essas aposentadorias. Nós preparamos um pequeno resumo das carreiras desses jogadores.

    Brooks Orpik

    O defensor jogou por três temporadas no Boston College Eagles, onde foi campeão nos playoffs do Hockey East em 1999 e 2001. Em 2000, foi draftado pelo Pittsburgh Penguins e iniciou sua carreira profissional na temporada 2001-02. Jogou por duas temporadas pelo Wilkes-Barre/Scranton Penguins da AHL, antes de ir para a NHL pelos Penguins. Na temporada 2003-04 o jogador dividiu seu tempo entre a AHL e a NHL.

    Posteriormente, permaneceu somente nos Penguins da NHL até virar UFA, em 2014, e assinar com o Washington Capitals. Em 2018, Orpik foi trocado para o Colorado Avalanche. O time informou que ele poderia ser trocado ou eles pagariam o tempo de contrato restante e ele viraria free agent. Por fim, o jogador virou free agent e assinou novamente com os Capitals.

    No dia 25 de junho de 2019, Orpik anunciou sua aposentadoria após 19 temporadas. Brooks levantou a taça da Stanley Cup duas vezes: em 2009 com os Penguins e em 2018 com os Capitals. Foi nomeado Defensive Player of the Year em 2010 pelos Penguins. Além disso, jogou quatro vezes pela seleção dos EUA. Duas vezes foram no Ice Hockey World Champions, uma delas no sub-20, e duas vezes nas Olimpíadas de Inverno.

    Matt Hendricks

    O americano foi draftado em 2000 pelo Nashville Predators, quando ainda jogava pelo Blaine High School na liga USHS. Após ser draftado, ele jogou por quatro temporadas com o St. Cloud State Huskies, até enfim virar profissional na temporada 2003-04 pela liga AHL. O jogador passou por seis times na AHL: Milwaukee Admirals, Lowell Lock Monsters, Rochester Americans, Hershey Bears, Providence Bruins e Lake Erie Monsters. Após jogar com os Admirals, ele recusou um contrato com os Predators e assinou como free agent com o Florida Everblades pela liga ECHL na temporada 2004-05. Logo em seguida ele retornou a AHL.

    Hendricks fez a sua estreia na NHL na temporada 2008-09 pelo Colorado Avalanche onde jogou por duas temporadas. Em 2010, ele assinou com o Washington Capitals para que pudesse jogar sob a tutela de Bruce Boudreau, o então treinador do time. Em 2013, Hendricks se tornou free agent novamente e assinou com os Predators. No ano seguinte, o jogador foi trocado para o Edmonton Oilers e permaneceu por quatro temporadas. Em 2017, como free agent, ele jogou pelo Winnipeg Jets e em seguida assinou com o Minnesota Wild. Até ser trocado e voltar para os Jets.

    No dia 25 de junho de 2019, o jogador anunciou a sua aposentadoria e aceitou uma posição como player development com o Wild.

    Roberto Luongo

    Selecionado como quarta escolha no draft de 1997 pelo New York Islanders, o canadense fez a sua estreia em 1999. Luongo dividia seu tempo entre os Islanders e Lowell Lock Monsters da AHL. Em 2000, o jogador foi trocado para o Florida Panthers. Em sua primeira temporada com o time, jogou com os Panthers e o Louisville Panthers da AHL. Antes do início da temporada 2006-07 o jogador foi trocado para o Vancouver Canucks.

    Em 2008, foi nomeado como capitão dos Canucks, se tornando o sétimo goleiro na história da NHL a assumir a posição. As regras da NHL, em geral, proíbem os goleiros de se tornarem capitães.

    Em 2014, foi trocado de volta para os Panthers. Quebrando muitos recordes e conquistando prêmios, o goleiro decidiu se aposentar devido às várias lesões que sofreu no decorrer de sua carreira. Como uma forma de agradecimento, o Panthers decidiu então aposentar o número do goleiro.

    Chris Butler

    Butler jogava pelo Sioux City Musketeers, na liga USHL, quando foi draftado em 2005 pelo Buffalo Sabres. Porém, o jogador já tinha se comprometido com a University of Denver. Por isso, jogou durante três temporadas com o Denver Pioneers. Mesmo assim, em 2006 foi selecionado para jogar pela seleção junior dos EUA.

    Sua carreira profissional começou na temporada 2008-09 com o Portland Pirates, da liga AHL, onde participou de 27 jogos, até ser convocado pelo Buffalo para jogar na NHL. Em 2010, o jogador foi trocado para o Calgary Flames.

    Em 2014, o defensor assinou como free agent com o St. Louis Blues e jogava ao mesmo tempo pelo Chicago Wolves. Butler fez a dupla jornada por três temporadas. Atuou como capitão dos Wolves durante a temporada 2016-17. Na temporada seguinte o jogador passou a fazer a dupla jornada entre os Blues e o San Antonio Rampage da liga AHL. Durante suas duas temporadas com os Rampage, Butler atuou com o C na jersey.

    No dia 02 de julho de 2019, o jogador anunciou a sua aposentadoria após 11 temporadas.

    Matt Cullen

    O americano foi escolhido no draft em 1996 pelo Mighty Ducks of Anaheim. Iniciou sua carreira profissional naquele mesmo ano na liga AHL. Seu primeiro ano como profissional foi pelo Baltimore Bandits, que posteriormente passou a se chamar Cincinnati Mighty Ducks. Durante sua temporada com o Cincinnati, o jogador foi convocado para a NHL e fez a sua estreia ainda em 1997. O center permaneceu no time até ser trocado em 2003 para o Florida Panthers, onde jogou por uma temporada. Na temporada seguinte, a NHL sofreu um bloqueio e com isso jogou na série A italiana pelo SG Cortina.

    Em 2005, a NHL voltou ao normal e Cullen assinou então com o Carolina Hurricanes, ganhando pela primeira vez em sua carreira a Stanley Cup. Na temporada seguinte, o jogador se tornou UFA e assinou com o New York Rangers, onde jogou por uma temporada e logo retornou para os Canes. Durante a temporada 2009-10, o jogador foi trocado e passou o resto da temporada jogando com o Ottawa Senators. Ao final da temporada após se tornar free agent, assinou por três temporadas com o Minnesota Wild.

    Em 2013, novamente como free agent, assinou com o Nashville Predators e permaneceu no time por duas temporadas. Em 2015, assinou com o Pittsburgh Penguins e ganhou por duas vezes consecutivas a Stanley Cup. Em 2017, o jogador assinou novamente com o Wild e então se tornou o jogador mais velho ativo na NHL, aos 41 anos.

    Por fim, na temporada 2018-19 assinou novamente com os Penguins e, no dia 10 de julho de 2019, o jogador anunciou a sua aposentadoria após 21 temporadas.

    Chris Kunitz

    O canadense assinou originalmente como undrafted free agent com o Mighty Ducks of Anaheim em 2003. Na sua temporada de estreia dividia seu tempo entre os Mighty Ducks e o Cincinnati Mighty Ducks da AHL. Ao retornar do bloqueio da NHL na temporada 2004-05, jogou por um breve tempo pelo Atlanta Thrashers e logo em seguida retornou para os Mighty Ducks. Ganhou a sua primeira Stanley Cup em 2007. Porém, no meio da temporada 2008-09, o jogador foi trocado para o Pittsburgh Penguins. Naquele mesmo ano ganhou a sua segunda Stanley Cup.

    Alguns anos depois, ganhou novamente a Stanley Cup com os Penguins, dessa vez foram duas vitórias consecutivas, em 2016 e 2017. Em 2017, assinou como free agent com o Tampa Bay Lightning onde permaneceu apenas por uma temporada. Em 2018, novamente como free agent, assinou com o Chicago Blackhawks.

    No dia 30 de julho de 2019 o jogador anunciou a sua aposentadoria após 15 temporadas. Ele se tornou um player development para os Hawks e se juntou a equipe técnica do Rockford IceHogs, a afiliada dos Hawks na AHL.

    Wade Megan

    O americano foi draftado em 2009 pelo Florida Panthers. Mas o jogador já estava comprometido com a Boston University, onde jogou por quatro temporadas. Sua estreia como profissional só foi acontecer em 2012 pelo San Antonio Rampage, da AHL, onde o jogou por três temporadas. Megan dividia seu tempo também com o Cincinnati Cyclones da ECHL. Em seguida, jogou pelo Portland Pirates na temporada 2015-16.

    Em 2016, o jogador enfim conquistou um contrato na NHL com o St. Louis Blues, assim fazendo dupla jornada entre os Blues e o Chicago Wolves na AHL. Em 2018, como free agent assinou com o Detroit Red Wings e jogou algumas partidas com o Grand Rapids Griffins na AHL. Em 2019, o jogador decidiu se aposentar e fundar o campo NoCo Hockey na cidade de Canton, New York, EUA.

    Stephen Gionta

    O americano não foi selecionado por nenhuma equipe no draft. Porém, após terminar seu tempo com a Boston College, o jogador conseguiu um contrato na AHL. O jogador assinou com o Albany River Rats, que na época era afiliado ao New Jersey Devils. Posteriormente, os Devils mudaram a sua afiliação e passou a ser o Lowell Devils, onde o jogou por quatro temporadas. Durante a temporada 2010-11, Gionta foi convocado para jogar pelos Devils na NHL. Fazendo assim dupla jornada entre a NHL e a AHL. Agora pelo Albany Devils (novo nome do Lowell).

    Após 11 temporadas com os Devils e seus afiliados, o jogador virou free agent e assinou com o New York Islanders. Com o time de New York, o jogador assinou novamente para dupla jornada, dessa vez com o Bridgeport Sound Tigers. Na temporada 2017-18, jogou exclusivamente na AHL, retornando para a NHL na temporada 2018-19.

    No dia 01 de agosto de 2019, o jogador anunciou a sua aposentadoria e assumiu o cargo de olheiro profissional para o Tampa Bay Lightning.

    Foto: Reprodução / sportsnet.ca

  • Novas arenas para Calgary Flames e New York Islanders

    Novas arenas para Calgary Flames e New York Islanders

    As duas equipes tiveram suas novas arenas confirmadas nesta off-season. Os Flames irão enfim deixar o Saddledome para trás. Enquanto isso, os Isles finalmente deixarão o Barclays Center de vez.

    BELMONT PARK, NOVA CASA DOS ISLANDERS

    Quando os Islanders firmaram seu acordo para jogar no Barclays Center, já houve controvérsia acerca da distância. Mesmo aqueles que não detestaram a escolha de imediato passaram a odiá-la já na primeira temporada por lá. As reclamações vão desde a visibilidade terrível (afinal, foi projetada para jogos de basquete) até o inusitado carro junto à arquibancada. Ora, será que existia a possibilidade de alguém se sentar ali para assistir alguma partida? Seria uma experiência, no mínimo, divertida. 

    A polêmica foi tão extensa que, na última temporada, a equipe mandou metade de seus jogos em casa na sua antiga arena, o histórico Nassau Coliseum. Com isso, os fãs manifestaram sua vontade de o clube retornar de fato a Long Island. No dia 08 de agosto, o Conselho Imobiliário de Nova York votou, por unanimidade, pela aprovação do projeto que envolve uma nova arena para os Isles. O complexo esportivo e comercial se trata de uma parceria entre a equipe de hockey e o New York Mets, da Major League Baseball (MLB). A previsão é que ele fique pronto a tempo da temporada 2021/2022. 

    CALGARY FLAMES DEIXAM O SADDLEDOME

    A controvérsia da construção de uma nova arena em Calgary foi tão grande, que haviam até rumores de que a equipe poderia deixar a cidade. Tudo isso porque a população não se demonstrou favorável à utilização de dinheiro público para fundar parte da obra. Entretanto, em julho, os Flames e a prefeitura entraram em acordo sobre um novo complexo de entretenimento.

    Segundo o acordado, cada uma das partes fornecerá 275 milhões em dinheiro. Isto gerou críticas na cidade, pois o conselho municipal havia acabado de anunciar cortes de 60 milhões nos serviços públicos. O centro de eventos, que envolverá a arena de hockey, será localizado no bairro de East Victoria Park e deve ser inaugurado para a temporada 2024/2025. 

    SEATTLE CENTER ARENA, O LAR DO PRÓXIMO (E ÚLTIMO?) TIME DE EXPANSÃO

    Na capital do grunge, a Key Arena será reformada e se tornará a Seattle Center Arena. O responsável pela construção, Oak View Group, é o mesmo do Belmont Park, novo lar dos Islanders. O local irá receber a primeira equipe de hockey em Seattle desde que os Metropolitans deixaram de existir. Com sua nova equipe e uma arena moderníssima, Seattle deixará o grunge e o café de lado para se tornar a terra do hockey a partir da temporada 2021/2022. 

    Foto: Reprodução/NHL.com

  • Alex Ovechkin na China: um recap

    Alex Ovechkin na China: um recap

    A off-season tem sido bastante tumultuada para grande parte dos jogadores da NHL. Principalmente para o capitão do Washington Capitals, Alex Ovechkin. Há alguns dias, o russo foi condecorado como embaixador da NHL na China. Por isso, viajou para a capital chinesa, Beijing, por uma semana, com o intuito de divulgar o hockey entre as crianças. Tal motivação da NHL com a viagem é expandir o esporte mundialmente. Desta forma, faria com que este fosse reconhecido além das fronteiras do Canadá e E.U.A.

    Portanto, o NHeLas veio contar os melhores momentos da viagem. 

    Dia 1

    Ao chegar no aeroporto de Beijing, Ovechkin foi recebido por alguns fãs. Estes todos com jerseys dos Capitals às mãos, esperando ansiosos por autógrafos. O jogador interagiu com eles durante algum tempo, e em seguida se dirigiu ao hotel. 

    Porém, durante a noite, foi convidado para visitar um jogo de hockey do Campeonato Renaissance. Este que foi patrocinado pela companhia ORG Technology, sediada no país. Assim, ele e Zhou Yunjie, CEO da empresa, deram a largada do puck no jogo. Seguidamente, o jogador se dirigiu às arquibancadas para assistir o restante da partida. 

    Dia 2

    No segundo dia da viagem, o russo visitou o parque Shougang. O local, que costumava ser uma antiga fábrica de produção de ferro, foi revitalizado. Por isso, será palco de algumas modalidades das Olimpíadas de Inverno de 2022, em Beijing. 

    Em seguida, ele foi para o rinque de hockey existente dentro do complexo. Lá dentro, jogou por algum tempo com cerca de 60 crianças locais, que fazem parte de alguns times U12. Elas se mostraram extremamente empolgadas com a presença do capitão do Capitals. 

    Também no rinque estava o chinês Peter Zhong, calouro do time de hockey da Universidade do Arizona. O jogador se encontrava na China para participar do torneio idealizado pela ORG. Ele, juntamente de Ovechkin, treinaram juntos e trocaram alguns passes com as crianças. Por fim, Zhong afirmou para o site da NHL que estar no mesmo ambiente que o camisa 8 de Washington é uma oportunidade única. Desta maneira, ele ficou feliz em saber do engajamento da NHL na divulgação do esporte seu país de origem. 

    Dia 3

    Ovechkin visitou a Forbidden City, onde se localiza o antigo palácio imperial da China. O local, que antes costumava ser o lar dos imperadores chineses, recebe cerca de quase 80 mil turistas por dia. 

    Após o passeio cultural, o jogador se dirigiu até Bloomage Live. Ali há um complexo no qual serão disputados os jogos de hockey das Olimpíadas de Inverno, em 2022. Durante a tour pelo local, o atleta foi agraciado com a presença de cerca de 60 crianças, que exclamavam avidamente seu nome.  Ao mesmo tempo, em uma das instalações do complexo, ocorria uma exposição sobre hockey. Assim, Ovechkin acabou visitando-a e parou em cada estação, ensinando aos pequenos alguns breakaways, técnicas, e suas melhores jogadas. 

    Dia 4

    No último dia da viagem, o camisa 8 finalmente visitou a muralha da China. Ali, então, participou de um mini media day para o Washington Capitals, tirando fotos e gravando vídeos para as redes sociais do time. 

    Por fim, nos últimos momentos do passeio, ele foi presenteado com uma pequena pedra. Esta continha seu nome, porém escrito em Chinês. Desta maneira, o jogador selou com êxito sua passagem pela China.

    Foto: Reprodução/nbcsports.com