Etiqueta: Metropolitan Riveters

  • Tudo sobre a temporada 2021-22 da PHF

    Tudo sobre a temporada 2021-22 da PHF

    A sétima temporada da Premier Hockey Federation (PHF, ex-NWHL) começou ontem (06) e é a primeira temporada regular da liga pós-COVID. Anteriormente tivemos uma temporada 2020-21 remanejada em Lake Placid, com muitos contratempos.

    Este ano está programado para cada equipe ter 20 jogos, ou seja, pelo menos 60 jogos garantidos nesta nova temporada regular.

    O Boston Pride é o atual campeão da Isobel Cup e, com as mudanças ocorridas na offseason, pode muito bem não estar mais uma vez como o primeiro do ranking. Isso porque muitas trocas e aquisições chave ocorreram antes do início do campeonato deste ano.

    Neste texto, incluímos algumas informações importantes que para ajudar você a apreciar melhor esta nova temporada da PHF.

    Impressões da temporada 2020-21

    A temporada de Lake Placid foi irregular, com o número de partidas por equipe bem desequilibrado. As Riveteres, por exemplo, jogaram apenas três jogos antes de ter que encerrar a temporada por causa de um surto de COVID.

    Tivemos o Toronto Six como indiscutivelmente o time mais impressionante em Lake Placid. No entanto, foi o Boston Pride que ergueu a Isobel Cup, quando a liga voltou à ação em Boston. Mesmo assim, Toronto fez uma campanha impressionante para o seu ano de estreia (garantiu o primeiro lugar na tabela antes dos playoffs) e possui altas expectativas para esta nova temporada.

    Preparação para a temporada 2021-22

    Desde agosto a PHF tem soltado notícias sobre mudanças na liga e liberou o calendário para esta nova temporada.

    Tivemos o anúncio da nova comissária Tyler Tumminia, até então interina no cargo, que, mesmo no meio da pandemia, conseguiu fazer da temporada passada, ainda que reduzida, uma conquista de novas parcerias e investidores. Além disso, começou a atrair visibilidade na mídia, o que ajuda e muito a trazer novos fãs e investidores para a modalidade e, principalmente, para a PHF.

    Tivemos algumas mudanças cruciais entre peças-chave de alguns times, como por exemplo Saroya Tinker, que ao que tudo indicava renovaria o contrato com o Metropolitan Riveters, mas foi anunciado em 23 de junho que a jogadora fechou um contrato com o Toronto Six para a disputa desta sétima temporada. Apesar do sucesso de Tinker em New Jersey neste seu primeiro ano de liga, a oportunidade de voltar para casa foi atraente.

    “Eu realmente amei ver o Toronto Six [em Lake Placid] e percebi que essa é minha cidade natal e percebi que posso estar perdendo algumas coisas em termos de fãs e minha família de Toronto”, disse Tinker no comunicado à imprensa do time de Toronto quando anunciou sua contratação.

    “Acho que, só de voltar para casa, posso jogar pelo meu irmão de 11 anos. Ele é definitivamente um grande fã meu e poderá vir a todos os meus jogos”, disse ela.

    Também podemos destacar a aquisição pelo Minnesota Whitecaps da atacante Lexie Laing, que passou toda sua carreira profissional no Boston Pride.

    “Estou muito animada por me juntar ao Whitecaps nesta temporada. As jogadoras são extremamente talentosas e mal posso esperar para jogar com elas e conhecê-las”, disse Laing sobre sua nova equipe. “Será uma grande oportunidade de jogar pelo Estado do Hockey e deixá-los orgulhosos!” 

    Como se não bastasse perder um de seus jovens talentos como Lexie, All-Star em 2020 e que ajudou o Pride na sua conquista de campeonato, Boston também perdeu sua defensora Taylor Turnquist para o mesmo Minnesota Whitecaps. 

    Além das movimentações de jogadoras, tivemos o anúncio de capitãs em alguns times como o Connecticut Whale, que vai com Shannon Turner nesta temporada.

     

    O Toronto Six anunciou Shiann Darkangelo como a sua líder para tentar seguir de forma brilhante nesta segunda temporada da franquia.

    Ainda pudemos conferir o rebrand do Metropolitan Riveters, que atualizou o seu logo para que a icônica Rosie (que é um símbolo para as mulheres trabalhadoras e um marco para a independência das mulheres nos anos 40) se tornasse sem raça e inclusiva para representar todos os atletas e fãs.

    Rebrand de NWHL para PHF

    A National Women’s Hockey League (NWHL) em setembro oficializou uma nova era em sua história, com a mudança de nome e logotipo antes do começo da temporada 2021-22. A mudança para Premier Hockey Federation (PHF) redefiniu a marca da liga focando nas habilidades e talentos de seus atletas, em oposição a seu gênero. Foi uma das grandes marcas que a liga gostaria de comunicar antes de iniciar o seu novo ano.

    Outra mudança importante anunciada em outubro foi a nova política da PHF para tornar a liga mais plural. Assim, a liga atualizou a sua política com vigência imediata nesta temporada 2021-22 para incluir atletas transgêneros e não-binários. Dessa forma, a PHF não é mais uma liga estritamente de hockey feminino. CA PHF não somente incluiu os gêneros, como também criou diretrizes para que quaisquer atletas se sintam à vontade em fazer parte da liga. 

    Por isso, a PHF pretende tornar o ambiente o mais seguro possível para que todes aqueles que desejarem, possam usar a identidade com a qual se identificam.

    Calendário e começo dos jogos

    O anúncio do calendário oficial ocorreu em agosto e o que vale destacar é que todos os times terão 10 jogos dentro de casa e 10 jogos fora de casa. O início da temporada foi no último sábado (06) com o jogo entre Connecticut Whale e Metropolitan Riveters. O time de New Jersey levou a melhor, vencendo por 4×1.

     

    A data final da temporada regular também foi anunciada, e será no domingo dia 13 de março. Os seis times estarão novamente no gelo para juntos finalizarem a temporada regular e darem início aos playoffs, que ainda terão suas datas anunciadas.

    Como assistir 

    Para finalizar este resumão, você deve estar se perguntando como pode acompanhar estes jogos e não perder nada da sétima temporada.

    Eu te respondo que a Premier Hockey Federation anunciou na última sexta feira (05), que a ESPN adquiriu os direitos internacionais para 30 jogos da temporada regular da PHF durante esta temporada 2021-22, além de eventos especiais, como Isobel Cup e playoffs. A ESPN + é a casa exclusiva da PHF nos Estados Unidos. 

    Os jogos da PHF que fazem parte da rede de distribuição da ESPN International podem estar disponíveis na Europa, Oriente Médio e África via ESPN Player, na América Latina via Star+, Caribe via ESPN Player via ESPN App e Oceania via Watch ESPN via ESPN App. O Star+ é um serviço pago da Disney que também abriga todos os jogos da temporada da NHL, e informações sobre como assinar podem ser encontradas em starplus.com.

     

    Na sexta (05) também foi divulgado pela PHF uma programação de transmissão internacional de 30 jogos para a temporada regular de 2021-22 no canal oficial da liga na Twitch.

    Ambas as reprises da Final da Isobel Cup de 2021 iniciam a cobertura da transmissão internacional ao vivo deste ano na Twitch. O atual campeão Boston Pride poderá ser visto 13 vezes nesta temporada na Twitch, a maior frequência da liga. Em seguida, as vice-campeãs do ano passado, o Minnesota Whitecaps em 11 jogos, e o atual campeão da temporada regular, o Toronto Six, que também está presente 11 vezes, incluindo o primeiro jogo da estreia da franquia em casa no dia 20 de novembro, contra Connecticut. 

    Durante a temporada de 2021, a PHF aumentou seu número de seguidores na Twitch em 260% ano, acumulando dois milhões de visualizações. Os fãs assistiram coletivamente a 15,7 milhões de minutos de conteúdo PHF ao vivo e registraram mais de 130 mil mensagens de bate-papo durante os jogos ao vivo. 

     

    Este é o resumo que você precisa saber para acompanhar a PHF nesta temporada 2021-22 e escolher para quem vai sua torcida este ano. Estaremos atentas ao calendário para futuras atualizações sobre os playoffs e notícias sobre as emoções e recordes que são esperados nesta temporada.

     

    Foto: Reprodução / premierhockeyfederation.com

  • NWHL anuncia aumento substancial do teto salarial para sétima temporada

    NWHL anuncia aumento substancial do teto salarial para sétima temporada

    Na manhã desta quarta-feira (28), a National Women’s Hockey League anunciou um aumento no teto salarial para 2021-22. Isso se deve ao número recorde de patrocínios na liga nesta última temporada. O salary cap da NWHL será dobrado de US$ 150 mil para US$ 300 mil por equipe, assim representando o valor mais alto desde 2015.

    “Este aumento de investimento por propriedade, especialmente após uma temporada desafiadora e curta, é um passo significativo e exemplifica a força de nossa liga e nosso modelo de negócios em desenvolvimento, à medida que continuamos avançando no hóquei feminino profissional e inspirando a próxima geração de atletas femininas,” disse a Comissária da liga, Tyler Tumminia.

    A sexta temporada da liga foi uma campanha recorde para a ativação de patrocínios. Isso porque a liga trouxe parceiros corporativos e garantiu o maior acordo de patrocínio individual na história da NWHL com a Discover. Além disso, os playoffs da Isobel Cup foram televisionados nos Estados Unidos pela primeira vez com a parceria firmada com a NBCSN. A audiência média foi de mais de 100 mil pessoas por jogo, enquanto as transmissões online na plataforma de streaming da liga, Twitch, produziram mais de 2 milhões de visualizações, e geraram um aumento de 260% em interação na plataforma.

    Este ano, a “bolha” da NWHL foi a primeira no esporte profissional a estourar. A liga acabou terminando a temporada posteriormente em um fim de semana na Warrior Ice Arena em Boston. Na final, a Isobel Cup foi para o Boston Pride, que derrotou o Minnesota Whitecaps.

    As finanças da NWHL sempre foram um pouco secretas para a mídia. O que sabemos é que há dois anos a liga atraiu novos investidores, um grupo que comprou o Boston Pride e, posteriormente, o Toronto Six.

    Nos anos anteriores, as melhores jogadoras da liga ganhavam 15 mil dólares, enquanto o resto do time estaria mais perto (e abaixo) do salário médio de US$ 7.500. Não está claro se o novo teto salarial dobrará os contratos máximos para as melhores jogadoras ou definirá um contrato máximo diferente e superior. Isso é algo que podemos imaginar que será decidido pelos general managers que começarão a contratar jogadoras para a temporada 2021-22.

    Mas é claro que, independentemente da contabilização de gastos destes últimos anos, a liga está priorizando o salário das jogadoras. Isso demonstra um investimento significativo de patrocinadores, além de maior visibilidade da modalidade feminina para a 7ª temporada da NWHL.

    Foto: Reprodução/ Twitter @NWHL, por Michele Jay

  • NWHL suspende o restante da temporada 2021

    NWHL suspende o restante da temporada 2021

    Devido aos novos testes positivo para COVID-19 no dia de hoje (03) entre as quatro equipes semifinalistas da Isobel Cup, a NWHL junto com a Autoridade Olímpica de Desenvolvimento Regional (ORDA) resolveram suspender o restante da temporada 2021.

    Pensando na segurança das jogadoras, comissão técnica e os funcionários que atuam na temporada, suspender o campeonato foi a melhor opção para garantir a segurança de todos.

    Notícia dada pela NWHL

    Esta atitude já era esperada, pois no fim de janeiro tivemos a desistência do Metropolitan Riveters por conta de testes positivos de COVID-19 em diversos membros da organização do time.

    Posteriormente, no dia 1º de fevereiro, a NHWL anunciou via nota oficial a desistência do Connecticut Whale. O time não jogou a partida prevista contra o Minnesota Whitecaps na noite anterior, retirando-se do restante do torneio e da temporada 2021.

    Dessa maneira, com a crescente de casos, a decisão de interromper o campeonato, não pareceu absurda ou exagerada.

    Para relembrar, os jogos das semifinais aconteceriam amanhã, 04 de fevereiro. Uma partida seria entre o líder do campeonato e estreante Toronto Six e o Buffalo Beauts. Este ficou com a quarta colocação depois de perder o terceiro jogo da série melhor-de-três para o Boston Pride, por 71.

    https://twitter.com/Sportsnet/status/1356460641788256257/photo/1

    Já o embalado Boston Pride iria enfrentar o Minnesota Whitecaps, atual campeão da Isobel Cup (disputada em 2019).

    O Toronto Six, mesmo estreante na liga, já era o grande favorito a levar a Isobel Cup. No começo da temporada, demorou um pouco para embalar, mas depois pegou o ritmo e não perdia há quatro partidas.

    Do outro lado, a briga seria boa entre as últimas finalistas da Isobel, com tanta tradição e vontade de levar o campeonato de ambos os lados.

    Agora é preciso esperar que todos possam se recuperar deste vírus. Torcemos para que a próxima temporada seja jogada até o fim, para enfim vermos mais um time entrar para a história como campeão da Isobel Cup.

    Foto: Reprodução/nwhl.zone

  • Metropolitan Riveters anuncia saída da Isobel Cup 2021

    Metropolitan Riveters anuncia saída da Isobel Cup 2021

    Seguindo os protocolos médicos da NWHL o Metropolitan Riveters anunciou hoje, dia 28 de janeiro, que precisou se retirar oficialmente da Isobel Cup 2021 e da temporada regular da NWHL. A competição acontece até 5 de fevereiro em esquema de bolha em Lake Placid – Nova Iorque. A decisão foi tomada depois que diversos membros da organização testaram positivo para Covid-19. 

    Ivo Mocek, treinador do time, disse no comunicado oficial que “o time está de coração partido por não ter a chance de competir pela Isobel Cup, mas estamos alinhados com a Liga em priorizar o bem estar de todas as jogadoras e da equipe. ” Ademais, ele complementou reiterando que a equipe estará de volta para a próxima temporada.

    Já Madison Packer, capitã do time, utilizou sua conta pessoal no twitter para dizer que as Riveters voltarão ao gelo. 

    Já a NWHL reforçou que a prioridade segue sendo a saúde das jogadoras, dos treinadores, oficiais e da equipe. A liga confirmou que a competição seguirá com os outros cinco times. Dessa forma, os jogos que aconteceriam no dia 28 de janeiro foram adiados, e serão retomados sábado, dia 30, com a programação atualizada.

    Você pode assistir aos jogos das outras cinco equipes no canal da Twitch da NWHL

  • Primeiro dia de bolha da NWHL é marcado por estreias

    Primeiro dia de bolha da NWHL é marcado por estreias

    No sábado (23), a NWHL fez o seu retorno oficial ao gelo com o primeiro dia da “bolha” em Lake Placid, New York. Com transmissões na Twitch, o primeiro dia teve três jogos programados.

    Dentre eles, tivemos a estreia oficial do Toronto Six e de diversas jogadoras que participaram do draft de 2020 da NWHL. Além disso, a liga, que conquistou diversos novos fãs nesse meio tempo, movimentou as redes sociais dos fãs de hockey, sem falar, é claro, do chat da transmissão, que teve grandes momentos.

    Com a opção de doar inscrições, a solidariedade foi um dos grandes destaques do dia, com fãs comprando diversas inscrições para outros recém-chegados. No entanto, menção honrosa e vai para a doação inusitada de um jogador da NHL, que também estava assistindo à transmissão.

    O winger J.T. Brown, ex-Tampa Bay Lightning e com contrato assinado com o IF Björklöven na HockeyAllsvenskan, não somente assistiu como também interagiu com os fãs e doou ao todo 71 inscrições (o número usado po Saroya Tinker, do Metropolitan Riveters) ainda na primeira partida do dia. Dessa forma, provou-se mais uma vez que com pouco um jogador de destaque pode ajudar na visibilidade para o hockey feminino.

    Outro destaque vai para as jogadoras que mostraram seus apoios aos protestos do Black Lives Matter ocorridos por todo os Estados Unidos no decorrer do ano passado e se ajoelharam durante os hinos nacionais. Assim, mais uma vez jogadores de hockey insistem que o esporte pode e deve apoiar a sociedade nas suas lutas.

    Mas as manifestações em prol do movimento não param por aí. As camisas usadas pelas jogadoras nesta temporada possuem um patch com a frase “end racism” (“acabe com o racismo” em tradução livre). Essa foi uma forma da NWHL mostrar que apoia um hockey mais inclusivo, afinal o hockey é (ou deveria ser) para todos! 

    Riveters 3, Six 0.

    O primeiro jogo do dia foi entre o veterano Metropolitan Riveters e o estreante Toronto Six, o que provavelmente tornou essa uma das partidas mais aguardadas entre os fãs.

    Logo no início da partida, aos 01:43, já tivemos a rede sendo balançada pela defensora Leila Kilduff, das Riveters. Mais tarde, ainda no final do primeiro período, Kilduff repetiu o feito e aumentou a vantagem do time de Nova Jersey para 2 a 0.

    No entanto, isso não desanimou o time canadense, que fez de tudo para marcar um gol na partida. Ao todo foram 40 tiros a gol realizados pelo time, que não conseguiu marcar nenhum graças à goleira Sonjia Shelly. Enquanto isso, as Riveters tiveram 16 shots bloqueados pela goleira Elaine Chuli das Six.

    Por fim, Toronto teve um bom desempenho no gelo apesar da falta de gols. O time, que estava jogando apenas a sua primeira partida na história, conseguiu mostrar que tem um grande potencial e é questão de tempo para se destacar em gols.

    A defesa do Metropolitan Riveters foi excelente e uma das grandes responsáveis pela falta de gols da outra equipe. Ao final, com Toronto deixando o gol vazio, as adversárias aproveitaram a chacen e a atacante Emily Janiga garantiu um terceiro gol faltando apenas 22 segundos para o fim da partida.

    Whitecaps 2, Pride 1.

    Outra partida muita esperada entre os fãs era do Minnesota Whitecaps e Boston Pride, os finalistas da Isobel Cup da temporada 2019-20, que foi cancelada devido à COVID-19. Numa partida emocionante para ambos os lados, as jogadoras deram um show no gelo e mantiveram os torcedores atentos durante a transmissão.

    Ambos os times eram fortes e tinham grandes chances de ganhar. A prova disso foi quando a defensora Jenna Rheault mandou o puck direto para a atacante Christina Putigna, que aproveitou a chance e balançou a rede para o Pride. No entanto, essa alegria não durou muito. Poucos minutos depois foi a vez da atacante Joanna Curtis balançar a rede para as Whitecaps e empatar a partida em 1 a 1 no primeiro período.

    No segundo período, o time de Minnesota abriu uma vantagem ao marcar o seu segundo gol da partida. Desta vez, com o gol da vitória marcado pela capitã Winny Brodt-Brown. Com o ponto, ela se tornou a jogadora mais velha na NWHL a marcar um gol, aos 42 anos.

    Assim, o time garantiu a sua vantagem e posteriormente a sua vitória no seu primeiro jogo na bolha. Boston deu o seu máximo, mas ainda assim não conseguiu marcar nenhum outro gol. Foram seis oportunidades de power plays e 37 shots defendidos pela goleira Amanda Leveille. Enquanto a goleira Lovisa Selander defendeu 17 tiros de 19 realizados pelas Whitecaps. 

    Whale 2, Beauts 1.

    O último jogo do dia foi entre o Connecticut Whale e o Buffalo Beauts. Não era uma estreia ou um duelo tão aguardado como os anteriores, porém isso não o tornou menos importante. Nem menos interessante. Começando pelas goleiras de ambos os times, de um lado a terceira escolha geral do NWHL Draft de 2020, Carly Jackson, pelas Beauts e do outro, a goleira Abbie Ives pelo Whale. 

    Diferentemente das duas primeiras partidas, no primeiro período não vimos nenhum time a balançar a rede. No entanto, isso não durou muito no período seguinte. Marcando o seu primeiro gol e ponto na carreira, a segunda escolha geral do draft do ano passado, a jogadora Kayla Friesen, abriu o placar para o time de Connecticut. Dessa maneira, ela criou uma vantagem para o seu time que durou todo o segundo período.

    Entretanto, o time de Buffalo também queria muito vencer e foi durante um power play no terceiro período que a atacante Kristin Lewicki mandou o puck para dentro da rede e empatou a partida. Consequentemente, o gol aumentou os ânimos no gelo e deixou o duelo entre Jackson e Ives ainda mais acirrado. Ao todo, Carly parou 42 shots contra os 24 defendidos por Abbie.

    Sem novos gols, o jogo não teve outro destino a não ser tentar desempatar na prorrogação, que também seguiu sem nenhuma alteração no placar. Restou apenas o shootout para decidir o time vitorioso.

    Com apenas um gol marcado nas três rodadas, por Katelyn Russ ainda na primeira tentativa, o Connecticut Whale garantiu a vitória da noite sobre as Beauts que não marcaram em nenhuma cobrança. O resultado mostrou que, apesar das jogadoras terem feito o seu melhor no gelo, o grande destaque foram as goleiras de ambos os times. 

    A temporada da NWHL segue até o dia 5 de fevereiro, quando acontece a Final da Isobel Cup. Todos os jogos podem ser assistidos através do canal na Twitch da liga, e a programação completa no horário de Brasília pode ser vista neste tweet.

    Foto: Reprodução/ Twitter @NWHL

  • Os uniformes para a temporada 2020-21 da NWHL

    Os uniformes para a temporada 2020-21 da NWHL

    Temporada nova é sinônimo de novidades para os times, e com a NWHL não poderia ser diferente. Para a sexta temporada da liga, decidiu-se inovar não somente no formato, mas também nos designs escolhidos para os uniformes dos times. Além disso, a NWHL e seus times também firmaram algumas parcerias inéditas nessa temporada 2020-21.

    Uma delas foi a parceria com a empresa K1 Sportswear, que fornecerá aos times as jerseys utilizadas não somente nos jogos mas em todos os eventos pelos próximos três anos. Outra novidade é que a mesma empresa montará uma equipe feminina para trabalhar no projeto, como uma forma de demonstrar apoio para as profissionais mulheres. 

    Outra parceria formada pela liga visando o melhor para as suas jogadoras foi com a empresa Bladetech Hockey que fornece as lâminas para os patins de todos os times. Essa foi outra iniciativa da NWHL, que vem buscando cada vez mais conforto e qualidade para as jogadoras. 

    Boston Pride

    O time vem com tudo nesta nova temporada, além dos uniformes novos, o Pride fez uma parceria com a STÄRK Hockey. A empresa vai fornecer sticks personalizados de acordo com a preferência de cada jogadora. Além disso, no gelo elas irão usar luvas e calças da marca, equipamentos fornecidos pela empresa e bolsas para carregar os mesmos.

    No dia 12 novembro a equipe de Boston anunciou os novos uniformes para os jogos em casa e longe de casa. Como de costume, o uniforme para os jogos de casa traz as cores do time em destaque, com o tom amarelo, puxado para o dourado, e os detalhes em preto e branco. Com o brasão do time em destaque, o uniforme traz o clássico e o moderno na mistura perfeita. 

    Enquanto isso, o uniforme para os jogos longe de casa têm a cor preta em destaque mudando gradualmente para o tom dourado. Com o nome da cidade em destaque, os nomes e números das jogadoras ficaram também por conta do tom dourado trazendo um diferencial para a jersey.

    Buffalo Beauts

    Poucos dias depois de Boston, foi a vez das Beauts revelarem os seus uniformes para a nova temporada. Durante um episódio do “NWHL Open Ice” na Twitch, o time fez a grande revelação, mostrando que também sabe usar o clássico e inovar. Para as partidas em casa o azul bebê está de volta, com os detalhes em preto e branco. Já o uniforme para os jogos como visitante têm a cor preta como principal. 

    Em ambos os uniformes o brasão do time permanece em destaque na frente, com a coroa em um ombro e o brasão da cidade de Buffalo no outro.

    Connecticut Whale

    O Whale foi uns dos primeiros a anunciar os seus novos uniformes para a sexta temporada, ainda no dia 22 de julho durante o programa “NWHL Open Ice” na Twitch. Mantendo as cores do time e trazendo novidades, o uniforme para os jogos em casa têm a cor branca em destaque, com os detalhes das mangas em azul e verde lembrando a cauda de uma baleia.

    Enquanto isso, o uniforme visitante da equipe mantém a marca registrada do time nas mangas e na barra inferior em azul. Na cor verde, os detalhes ficaram por conta do azul e do branco. Assim como a jersey em casa, o uniforme mantém o logo com o C e a baleia sorridente em destaque.

    Metropolitan Riveters

    No final de novembro foi a vez dos Riveters lançarem os seus uniformes, unindo o clássico do time à própria história. Os uniformes levam elementos que representam uma homenagem às mulheres que trabalharam nas aeronaves durante a segunda guerra mundial. O que tinha sido projetado anteriormente para a temporada 2019-20 agora retorna como uniforme dos jogos em casa. Com a cor branca predominante, os detalhes ficam por conta do vermelho e azul. Enquanto a gola é vermelha, a manga azul traz três listras na cor branca. 

    O uniforme para os jogos fora de casa serão representados pela cor azul, com detalhes em vermelho e branco. As faixas e a estrela na manga da temporada inaugural estão de volta dando um toque clássico ao novo. Ambos os uniformes foram projetados pela equipe de marketing da W. Hockey Partners. 

    Minnesota Whitecaps

    No mesmo dia, os Whitecaps fecharam com chave de ouro os anúncios dos novos uniformes da NWHL. Com os detalhes em azul e branco, a camisa preta mantém a marca registrada do time para representar os jogos fora de casa. 

    No entanto, a novidade fica por conta do design inédito para o uniforme dos home games. Pensando em homenagear o apelido de Minnesota, “Land of 10,000 Lakes” (Terra dos 10.000 lagos), o uniforme vem com um design totalmente inovador ao colocar a paisagem de um lago como detalhe na parte inferior da jersey. Para a cor principal, o time seguiu o básico mantendo a cor branca para o pano de fundo da paisagem em azul, usando a natureza como parte da identidade visual do Estado. 

    Toronto Six

    Outro time que firmou uma parceria com a STÄRK Hockey foi o Six, a empresa tem buscado cada vez mais estar atendendo o público feminino e a parceria tem sido mais um passo para isso. Oferecendo os mesmos produtos, a equipe de Toronto terá acesso a sticks personalizados para as suas jogadoras. Além disso, luvas e calças, e o equipamento necessário dentro e fora do gelo, assim como a bolsa para carregar o equipamento serão disponibilizados.

    Anteriormente, no dia 26 de junho, o time havia divulgado o uniforme que irá utilizar em sua temporada de estréia. Com três modelos, os Six lançaram os uniformes para os jogos em casa, longe de casa e o uniforme alternativo. 

    A sexta temporada da NWHL irá acontecer entre os dias 23 de janeiro e 05 de fevereiro em Lake Placid, NY, no formato bolha. Ela será transmitida através da Twitch da liga com as semifinais e final exclusivamente na NBC Sports nos Estados Unidos. 

    Foto: Ilustração com fotos de nwhl.zone e Twitter @thebostonpride

  • Descubra qual time da NWHL mais combina com você

    Descubra qual time da NWHL mais combina com você

    Com a nova temporada da NWHL se aproximando, além de todo o conteúdo aqui no site para você ficar por dentro dessa liga, que tal descobrir qual das seis equipes tem o perfil que mais se parece com o seu?

    Faça o quiz abaixo e descubra agora. Você também pode compartilhar seus resultados no final!

  • Conhecendo a NWHL, a Liga de hockey feminina

    Conhecendo a NWHL, a Liga de hockey feminina

    O hockey feminino sempre foi considerado apenas um esporte olímpico. Enquanto os homens têm os benefícios de terem a NHL para apoiar suas carreiras, as jogadores vivem com glórias de quatro em quatro anos. Isso não significa que elas não têm uma liga própria, apenas que a NWHL não proporciona as melhores condições de trabalho e investimento de patrocinadores. 

    Por este motivo, no ano passado, as jogadores fundaram a PWHPA (Professional Women’s Hockey Player Association). A Associação criada pelas jogadoras norte-americanas visa trazer melhores condições de trabalho e mais visibilidade para a modalidade feminina. A PWHPA vem trabalhando desde a sua criação com a Dream Gap Tour, viajando pela América do Norte para promover a modalidade com eventos.

    O hockey feminino merece tanto destaque quanto o masculino. Um exemplo disso foi a participação das jogadoras no NHL All-Star Weekend tanto em 2019 quanto em 2020. No ano passado, Kendall Coyne Schofield, ganhou destaque ao ganhar de McDavid na disputa pelo patinador(a) mais rápido. Infelizmente, o prêmio ainda foi para o capitão do Oilers. Mas isso permitiu que uma discussão sobre as mulheres no esporte, sobretudo as jogadoras, e como elas devem ganhar mais destaque, relevância e, acima de tudo, respeito. 

    Neste ano, as jogadoras da seleção canadense e americana de hockey feminino deram um show no All-Star Weekend 2020 da NHL. Desde o combate 3-on-3 no Women’s Elite até o desafio de habilidades junto com os jogadores da Liga, elas puderam mostrar que têm talento e que as mulheres também sabem arrasar no mundo do hockey. Infelizmente, a NHL é uma liga masculina, mas as mulheres não ficam de fora do hockey e têm a sua própria liga, a NWHL (National Women’s Hockey League). 

    O que é a NWHL

    A National Women’s Hockey League foi criada (no formato atual) em março de 2015 e está em sua quinta temporada. Ela é a primeira liga a pagar salário para as jogadoras, e permitiu que em seguida viesse a criação da, hoje extinta, CWHL. Na época em que anunciaram o fim da Liga canadense a NWHL chegou a cogitar expandir para assumir os times da liga canadense, entretanto por falta de verba isso não foi possível. Dessa forma, hoje ela é composta exclusivamente por cinco times americanos.

    Apesar de ainda estar em seu início, comparada à outras ligas de hockey, a NWHL já contou com grandes nomes do hockey feminino, como as medalhistas americanas Hilary Knight e Kendall Coyne Schofield. Nas primeiras quatro temporadas era possível ver muitas das jogadoras das seleções dos EUA e Canadá jogando pelos times da Liga. No entanto, após o anúncio do fim da CWHL no início de 2019, as jogadoras decidiram se unir e criar a PWHPA, assim se desligando da NWHL, em busca de melhores condições de trabalho para a modalidade feminina.. 

    Assim como a NHL, a liga feminina possui seu próprio campeonato e até mesmo um All-Star Weekend. O campeonato, que se chama Isobel Cup, ganhou seu nome em homenagem a Lady Isobel Stanley, a filha de Lorde Stanley e uma das pioneiras no hockey feminino. O calendário também é similar ao de outras ligas com a temporada iniciando em outubro, porém como tem um número consideravelmente menor de times, os playoffs acontecem durante o mês de março. 

    Em seu ano de estreia, a NWHL realizou um draft para efetuar as primeiras contratações. Sendo assim, cada time escolheu cinco jogadoras universitárias além das jogadoras que foram avaliadas com base no seu desempenho nas olimpíadas e no IIHF. O New York Riveters (atualmente Metropolitan Riveters) conquistou o primeiro lugar no sorteio da loteria e selecionou a jogadora Alex Carpenter. 

    Buffalo Beauts

    Logo do Buffalo Breauts

    O time foi um dos primeiros a serem fundados para a NWHL. A equipe fica localizada na cidade de Amhherst, no estado de Nova York, e tem como casa a arena Northtown Center at Amherst, que dividem com outros times de outras ligas de hockey. Em dezembro de 2017 o time foi adquirido pelo Pegula Sports & Entertainment, proprietário do Buffalo Sabres. Desta forma, se tornou o primeiro time na história da NWHL a pertencer ao mesmo dono de uma equipe da NHL. Porém com os últimos acontecimento no cenário do hockey feminino a empresa optou por abrir mão dos Beauts, finalizando assim a parceria com o time da NHL. Em 2016 se tornaram o primeiro time a ter um jogador abertamente transgênero, o atacante Harrison Browne. Também em 2016, elas ganharam a sua primeira Isobel Cup. 

    Atualmente, o Buffalo Beauts conta com as atacantes Brooke Stacey, Emma Ruggiero, Iveta Klimasova, Kandice Sheriff, Maddie Norton, Cassidy MacPherson, Kim Brown, Becki Bowering, Corrine Buie, Erin Gehen e Taylor Accursi. As jogadoras Marie-Jo Pelletier, Lenka Curmova, Megan Delay, Ana Orzechowski, Nikki Kirchberger e Richelle Skarbowski atuam como defensoras. Enquanto as jogadoras Ashley Birdsall e Sara Bustad atuam tanto como atacantes como defensoras. As goleira são Kelsey Neumann, Tiffany Hsu e Mariah Fujumagari.

    Boston Pride

    Logo do Boston Pride da NWHL

    Foi uma das quatro equipes que foram criadas juntos com a Liga. O time fica localizado na cidade de Boston, em Massachusetts, e é afiliado ao Boston Bruins, com quem divide o centro de treinamento, a Warrior Ice Arena. Com a sua primeira escolha do draft e terceira escolha geral o time selecionou a jogadora Kendall Coyne Schofield, porém a mesma optou por não assinar com eles. 

    Na temporada de estreia da Liga, os Prides foram os primeiros campeões da Isobel Cup. Ele também é o time que marcou o primeiro hat-trick na história da NWHL. A jogadora Brianna Decker realizou o feito numa vitória de 5 a 3 contra o Buffalo Beauts. A equipe de Boston também foi a primeira a sediar um jogo ao ar livre na modalidade feminina, o 2016 Outdoor Women’s Classic presented by Scotiabank que terminou em empate de 1 a 1 contra o Les Canadiennes de Montreal da CWHL. Infelizmente nem só de boas histórias vive o hockey feminino. Durante o 2016 Outdoor, a jogadora Denna Laing sofreu uma lesão onde perdeu o movimento das pernas e limitou o movimento dos braços, dando fim a sua carreira. 

    Na época, como uma forma de apoio, o Boston Pride arrecadou fundos para a Denna Laing Foundation, além de levarem a taça da Isobel Cup para ela no hospital. Por fim, a jogadora ganhou o NWHL’s Foundation Award e o Perseverance Award. O time recentemente entrou para a história da NWHL novamente, desta vez com a jogadora Jillian Dempsey. A forward marcou seu 100º ponto, sendo a primeira da Liga a atingir a marca. Atualmente tem como defensoras Lauren Kelly, Lexi Bender, Jenna Rheault, Kaleigh Fratkin, Briana Mastel e Mallory Souliotis. Como atacante as jogadoras Jordan Juron, Mary Parker Alyssa Wohlfeiler, Tori Sullivan, Emily Fluke, Jillian Dempsey, Lexie Laing, McKenna Brand, Marisa Raspa, Christina Putigna e Carlee Toews. Enquanto as jogadoras Victoria Hanson e Lovisa Selander atuam como goleiras e a jogadora Whitney Renn como atacante e defesa.

    Connecticut Whale 

    Logo do Connecticut Whalers

    O time tem seu nome em homenagem ao Hartford Whalers. O Hartford Whalers era um time que fez parte da WHA (World Hockey Association) e posteriormente da NHL. Hoje realocado passou a ser chamado de Carolina Hurricanes. O Connecticut Whale foi o primeiro time a assinar com uma jogadora canadense, a defensora Kaleigh Fratkin, ainda em seu início. Em sua estreia no gelo, a equipe contou com um gol da capitã Jessica Koizumi, que assim entrou para a história como o primeiro gol marcado na Liga. Nessa mesma partida elas ganharam por 4 a 1 contra o New York Riveters.

    A equipe tem como base a cidade de Danbury em Connecticut, no entanto já chamou de casa Stamford e Northford. Para a temporada de 2018-19 a jogadora ativa Cydney Roesler foi nomeada treinadora assistente, assim se tornando a primeira jogadora e treinadora da história do time. Para temporada atual, 2019-20, o time convocou o ex-NHLer Colton Orr para assumir como treinador principal.

    Atualmente o time conta com as jogadoras Brooke Wolejko, Sonjia Shelly e Cassandra Goyette como goleiras. As jogadoras Grace Klienbach, Allie Lacombe, Sarah Hughson, Sarah Schwenzfeier, Janine Weber, Elena Gualtieri, Katelyn, Russ, Emma Vlasic, Alexa Aramburu, Kaycie Anderson, Jane Morrisette, Haley Payne, Kayla Meneghin e Madie Evangelous como atacantes. E na defesa as jogadoras Taylor Marchin, Shannon Doyle, Erin Hall, Elena Orlando, Lauren Hill e Jordan Brickner. Além das jogadoras Hanna Beattie e Brinna Dochniak que atuam tanto na defesa como no ataque.

    Metropolitan Riveters 

    Logo do Metropolitan Riveters da NWHL

    O time tem a sua sede situada em Monmouth Junction, New Jersey. Inicialmente era chamado de New York Riveters, porém teve seu nome alterado quando foi realocado para New Jersey e se afiliou ao New Jersey Devils, em 2016. Ao iniciar a parceria o time da NHL, além de trocar de nome, também adotou as cores dos Devils. No entanto quando a mesma chegou ao fim em 2019, a equipe retornou às suas cores originais (branco, vermelho e azul).

    Além de ter tido direito a primeira escolha no draft 2015, a franquia também foi a primeira na história da Liga a assinar um contrato. A felizarda foi a atacante Janine Weber. Durante sua primeira temporada o time entrou para a história da NWHL ao ganhar sua primeira partida, contra o Boston Pride. Isso aconteceu porque o time tinha uma goleira que era natural do Japão, Nana Fujimoto. Ela entrou para a história como a primeira goleira japonesa a ganhar uma partida na NWHL.

    No ano seguinte a equipe assinou um contrato de um ano com a free agent Amanda Kessel no valor de 26 mil dólares. Ao assinar essa quantia, Amanda se tornou a jogadora mais bem paga da Liga. Atualmente os Riveters contam com as defensoras Cassie Dunne, Nicole Arnold, Leila Kilduff, Colleen Murphy, Rebecca Morse, Anna Keys, Ashley Johnston e Kiira Dosdall-Arena. Como goleiras as jogadoras Zoe Zisis, Dana Demartino e Sam Walther. Além das atacantes Bulbul Kartanbay, Kate Leary, Haley Frade, Kelly Nash, Brooke Avery, Tatiana Shatalova, Jayne Lewis, Madison Packer, Cailey Hutchison, Kendall Cornine, Nichelle Simon e Brooke Baker. A jogadora Mallory Rushton atua tanto como atacante como defensora.

    Minnesota Whitecaps

    Logo do Minnesota Whitecaps

    O time, que existe desde 2004, foi fazer a sua estreia oficial na NWHL somente em 2018. Eles, que hoje dividem seu lar com o Minnesota Wild, são um dos poucos times que ainda possuem afiliação com um time da NHL. Também são os atuais campeões da Isobel Cup, tendo levado o troféu em sua temporada de estreia.

    Devido ao seu tempo de atividade a equipe possui uma história mais extensa. Já fez parte da extinta Western Women’s Hockey League (WWHL) durante seu tempo de atividade de 2004 a 2011. Após isso a equipe atuou de forma independente jogando contra a NWHL, CWHL e faculdades femininas. 

    Os Whitecaps também são o único time que já conquistou a Clarkson Cup em 2010 e a Isobel Cup, os dois principais prêmios do hockey feminino na América do Norte. Em fevereiro de 2018, pouco antes de ingressar na Liga, a equipe teve as suas jogadoras Kate Schipper e Sadie Lundquist convidadas a participar do NWHL All-Star, que foi realizado em Saint Paul, Minnesota. Posteriormente, ao entrar para a NWHL o time entrou para a história da Liga como a primeira franquia a obter lucro vendendo ingressos para os jogos.

    Hoje ele conta com as atacantes Jonna Curtis, Allie Thunstrom, Brooke White-Lancetti, Lisa Martinson, Meaghan Pezon, Stephanie Anderson, Meghan Lorence, Audra Richards, Kalli Funk, Nina Rodgers, Lauren Barnes, Nicole Schammel, Sam Donovan e Haylea Schmid. Na defesa as jogadoras Chelsey Brodt Rosenthal, Winny Brodt Brown, Sydney Baldwin, Emma Stauber, Amanda Boulier e Rose Alleva. Além da jogadora Kelsey Cline que atua nas posições de defesa e ataque, enquanto as jogadoras Amanda Leveille e Allie Morse atuam no gol.

    Playoffs

    Os playoffs desta temporada já chegaram. Hoje já acontecem as semifinais, e o próximo jogo já será a final. É uma etapa muito imprevisível já que são jogos únicos e eliminatórios. As Beauts e os Whales brigaram pela vaga na semifinal no último dia 6, com os Whales conquistando uma vitória por 5 a 3 e garantindo a sua vaga. Eles irão disputar a próxima partida contra o líder da tabela, os Prides.

    A equipe de Boston lidera a Liga com 46 pontos e 23 vitórias. Os Whitecaps vem logo em seguida com 36 pontos e 17 vitórias. O time de Minnesota irá disputar contra as Riveters, que estão em terceiro lugar na tabela com 23 pontos e 10 vitórias. Nos resta agora acompanhar para descobrirmos quem leva a Isobel Cup deste ano.